JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

URUGUAI - LEGALIZAÇÃO DA MACONHA NÃO DIMINUI O TRÁFICO

Prezados leitores, transcrevo artigo que reputo importante para subsidiar opiniões tanto favoráveis quanto contrárias à legalização das drogas ilícitas.



"Site G1
Legalização da maconha não diminuiu tráfico no Uruguai 
Informações são do Diretor Nacional de Polícia do país; ele também informou que narcotráfico aumento número de assassinatos. 
Por France Presse 
11/03/2017 15h14 Atualizado 15/03/2017 10h31 
O Diretor Nacional de Polícia do Uruguai, Mario Layera, disse que a legalização da maconha, aprovada em 2013, não implicou diretamente na queda do tráfico desta droga e que o narcotráfico aumentou o número de assassinatos. 
"No ano passado tivemos os níveis históricos mais altos de confisco no país proveniente de outra região. Por isso, enteBrigada de Narcoóticos, droga ilícita, ndemos que o tráfico para o Uruguai não se ressentiu de maneira notável", comentou Layera em entrevista à rádio El Espectador, sobre a vigência da lei. 
Em dezembro, a Brigada de Narcóticos indicou que a droga mais confiscada em 2016 foi a maconha, chegando a 4,305 toneladas até 18 de dezembro, sendo que em 2015 havia sido de 2,52 toneladas (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS - QUEM EMPREGARÁ OS ATUAIS TRAFICANTES?

Prezados leitores, ontem, postei no Facebook o seguinte pedido:

"Ajuda - Em quais países o consumo de drogas ilícitas foi legalizado e quais foram as drogas? Grato!"

Gentilmente alguns amigos (as) emitiram opiniões e apresentaram exemplos.
Uma amiga indicou para pesquisa o "LEAP Brasil - Agentes da Lei contra a proibição" (Link para página no Facebook).


A LEAP reúne várias autoridades que são favoráveis contra a proibição, o que me motivou a pesquisar na página, onde encontrei como missão:

"A missão da LEAP BRASIL é contribuir para concretizar a legalização e consequente regulação e controle da produção, do comércio e do consumo de todas as drogas, para assim pôr fim à violência, às mortes, ao encarceramento massivo, à corrupção, às doenças e às demais violações a direitos humanos fundamentais provocados pela falida, insana, nociva e sanguinária política proibicionista de ‘guerra às drogas’."

A leitura despertou uma curiosidade que resolvi dividir com os leitores, fiel ao meu habitual pragmatismo.
Antes devo destacar que respeito o trabalho desenvolvido pela LEAP e que os questionamentos que se seguirão não têm qualquer caráter crítico ao defendido pela organização.
Indo em frente!
A expressão "encarceramento massivo" me fez pensar: quantos brasileiros e brasileiras "trabalham" no comércio ilícito de drogas em todo o Brasil?
Milhares, certamente.
Dessa verdade surgiram alguns questionamentos, isso no caso deles perderem a sua fonte de renda com o fim da proibição:

- Será que eles mudarão de atividade criminosa? Migrarão para os assaltos, por exemplo.

- Será que eles deixarão o mundo do crime?

- Será que surgirão milhares de vagas no mercado de trabalho lícito, inclusive decorrentes da não proibição, para absorver toda essa mão de obra?

Peço ajuda aos leitores para melhor entender esse futuro.

Juntos Somos Fortes!