JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

A VERDADE SOBRE O FALSO ROMBO NA PREVIDÊNCIA SOCIAL NO BRASIL

Prezados leitores, nós republicamos vídeo produzido pelos auditores fiscais da Receita Federal.




Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A REFORMA DA PREVIDÊNCIA - ACOMPANHEM OS ESCLARECIMENTOS

Prezados leitores, aconselhamos os nossos leitores a acompanharem as explicações para que não sejamos enganados pelos políticos.





"Prezados, todos os que acompanham a questão da reforma da Previdência, sejam ou não da área do Direito, já devem ter notado a fortíssima produção de propaganda governamental, inclusive em horário nobre - e que custa caro - para "convencer a população" de que a reforma tem que ser feita do jeito que foi proposta, "cortando na carne" dos trabalhadores contribuintes
Curiosamente, nunca foi vista uma campanha publicitária do Governo para explicar ao brasileiro seus direitos perante a Previdência. 
Nos próximos dias, através das redes sociais, eu e outros profissionais, professores, pesquisadores e estudiosos da Previdência Social iremos desmentir, uma a uma, as falácias colocadas na mídia sobre o modelo previdenciário brasileiro e seus verdadeiros problemas. 
Precisamos estar atentos e, principalmente, compartilhar as reais informações sobre a Previdência e a Seguridade Social, para fazer o contraponto ao discurso de "terra arrasada" que o Governo adotou, para atender a interesses que não são os dos seus contribuintes. 
 Acompanhem pelo site" www.profcastro.com.br e pelo nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCHEykGJ7ZUnVcIAKPGE-orASomos #PelaVerdadeNaPrevidencia "

Juntos Somos Fortes!

domingo, 11 de dezembro de 2016

REFORMA PREVIDENCIÁRIA: FAÇA SUA SIMULAÇÃO DA APOSENTADORIA

Prezados leitores, façam suas contas. 



"Site G1
Veja simulações da aposentadoria caso mudanças sejam aprovada
Contribuintes terão que trabalhar até depois dos 70 anos para obter aposentadoria integral. Impacto é maior para mulheres; veja simulações. 
Por Darlan Alvarenga, G1
08/12/2016 06h00 Atualizado 08/12/2016 12h40 
Simulações feitas a pedido do G1 mostram que trabalhadores que estão hoje no mercado de trabalho e fora da regra de transição prevista na proposta, ou seja homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos, terão que trabalhar até mais do que o dobro do tempo exigido pelas regras atuais para ter direito à aposentadoria integral.
O objetivo do governo ao propor uma reforma da Previdência é tentar manter a sustentabilidade das contas públicas, diante de um déficit crescente do sistema previdenciário brasileiro – que resulta de regras atuais mais benéficas do que no resto do mundo, de um envelhecimento da população brasileira e de queda na taxa de natalidade no país. 
A proposta de reforma da Previdência visa evitar um crescimento ainda maior, no futuro, do rombo da Previdência Social - cuja previsão é de R$ 230 bilhões para 2017, englobando trabalhadores do setor privado, público e as pensões de militares, o equivalente a 3,46% do PIB. Os números constam na proposta de orçamento do ano que vem (Leiam mais e façam suas contas)". 

Juntos Somos Fortes!

DÉFICIT DO INSS É FICTÍCIO E FRUTO DE MANIPULAÇÃO DE DADOS

Prezados leitores, somos favoráveis que antes de qualquer reforma previdenciária seja feita uma auditoria no sistema previdenciário.




"Site R7 
Déficit do INSS é fictício e fruto de manipulação de dados, diz confederação dos aposentados
Estudo dos auditores fiscais da Receita Federal sustenta tese dos aposentados
Juca Guimarães, do R7 
O déficit da Previdência e a sua escalada em progressão geométrica é o argumento mais forte do governo, ao lado do envelhecimento da população, para a aprovação de novas regras de concessão de aposentadorias. Principalmente a criação da idade mínima de 65 anos para homens e mulheres. 
No entanto, segundo a confederação dos aposentados e a associação de auditores fiscais, do próprio governo, em vez de faltar dinheiro para o INSS em 2015, há uma sobra de quase R$ 25 bilhões. 
Os auditores e aposentados alertam que o governo ignora a Constituição Federal e deixa de lado a arrecadação da Seguridade Social, que inclui as áreas de Saúde, Assistência e Previdência. 
De acordo com a Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), que anualmente divulga os dados da Seguridade Social, não existe déficit, pelo contrário, os superávits nos últimos anos foram sucessivos: saldo positivo de R$ 59,9 bilhões em 2006; R$ 72,6 bilhões, em 2007; R$ 64,3 bi, em 2008; R$ 32,7 bi, em 2009; R$ 53,8 bi, em 2010; R$ 75,7 bi, em 2011; R$ 82,7 bi, em 2012; R$ 76,2 bi, em 2013; R$ 53,9 bi, em 2014. 
No ano passado, segundo a Anfip, o investimento nos programas da Seguridade Social, que incluem as aposentadorias urbanas e rurais, benefícios sociais e despesas do Ministério da Saúde, entre outros, foi de R$ 631,1 bilhões, enquanto as receitas da Seguridade foram de R$ 707,1 bilhões. Ou seja, mais uma vez o resultado foi positivo e sobrou dinheiro (R$ 24 bilhões). 
Por outro lado, no anúncio das medidas para equilibrar as contas da Previdência que estão na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287, o secretário de Previdência Social do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, disse que o rombo nas contas do INSS (arrecadação contra despesa) ficou em R$ 86 bilhões. Caetano também disse que a previsão do governo é que o rombo salte para R$ 152 bilhões este ano e fique em R$ 181 bilhões em 2017. 
"É uma falácia dizer que existe déficit. Em dez anos, entre 2005 e 2015, houve uma sobra de R$ 658 bilhões. Este dinheiro foi usado em outras áreas e também para pagar juros da dívida pública, cerca de 42% do total, mas isto o governo não diz", afirma o advogado Guillerme Portanova, diretor jurídico da Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas do Brasil). 
A diferença entre o déficit (de R$ 86 bilhões) e o superávit (de R$ 24 bilhões), dependendo da fonte considerada, em 2015 foi de R$ 110 bilhões. 
Analisando os dados da Anfip nota-se que o superávit da Seguridade Social está perdendo fôlego, mas é ainda consideravelmente alto para contestar a teoria de rombo. 
A arrecadação da Seguridade Social inclui o Cofins, o CSLL, o Pis-Pasep, impostos sobre exportações, impostos sobre as loterias, entre outros. "O governo usa a DRU (Desvinculação de Receitas da União) para transferir o superávit da Seguridade Social, proveniente dos tributos, e cobrir outras despesas. O déficit no INSS é fictício e fruto de uma manipulação de dados", disse Portanova (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!