JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

JUÍZA DECRETA PRISÃO DE CORONÉIS DA POLÍCIA MILITAR

Prezados leitores, quando quem deve dar o exemplo positivo em uma instituição pública, dá o exemplo negativo, isso significa que os valores institucionais estão se perdendo.


Coronel de Polícia Pacheco


"Jornal Extra
17/08/17 18:59 Atualizado em 17/08/17 19:47 
Juíza decreta prisão de coronel e seis PMs envolvidos em fraude milionária na saúde 
Gabriela Viana 
A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva de sete réus envolvidos no esquema de corrupção no Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM). Entre eles estão o ex-chefe de Estado Maior da corporação, coronel Ricardo Coutinho Pacheco, e o ex-chefe da Diretoria Geral de Administração e Finanças do fundo, Kleber dos Santos Martins. Também tiveram a prisão preventiva decretada a capitã Luciana Rosas Franklin; o coronel Marcelo de Almeida Carneiro, ex-diretor administrativo do hospital da PM de Niterói (HPM/Nit); o subtenente Marcelo Olímpio de Almeida e os tenentes João Jorge de Souza e Edson da Silva. 
Os oficiais são acusados de participar de um esquema de desvio de recursos pertencentes ao Fuspom e responderão pelos crimes de corrupção passiva, peculato e falsidade ideológica. De acordo com a decisão da juíza Ana Paula Monte Figueiredo, da Auditoria Militar do Estado, acolheu o pedido feito pelo Ministério Público do Rio, que argumentou ser um risco a liberdade dos acusados, já que eles poderiam influenciar depoimentos de testemunhas. A magistrada ainda afirma que os réus são "mentores intelectuais e os braços operacionais do esquema" (Leiam mais)". 

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

MP COBRA DE PEZÃO REPASSE DE R$ 66,6 MILHÕES PARA FUNDO DE SAÚDE DA POLÍCIA MILITAR

Hospital Central da Polícia Militar

Prezados leitores, os governo Cabral e Pezão praticamente destruíram o sistema de saúde da Polícia Militar.
Os atraso nos repasses são antigos, como denunciamos várias vezes.
Não basta atualizar os repasses, o governo também deve fazer o depósito da contrapartida, a sua parte na constituição da receita do FUSPOM.

"Jornal Extra
14/06/17 15:13 Atualizado em 14/06/17 15:20 
MP-RJ cobra do Estado do Rio repasse de R$ 66,6 milhões ao Fundo de Saúde da PM 
O Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ) ingressou, nesta terça-feira, com ação cívil pública para obrigar o Estado do Rio e o Rioprevidência (Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro) a recompor R$ 66,6 milhões ao Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM). O fundo é a única fonte de manutenção dos serviços médicos e hospitalares dos policiais e bombeiros militares, seus dependentes e pensionistas. 
Segundo as investigações, o Estado do Rio descontou, desde dezembro de 2014, R$ 48,56 milhões do soldo dos militares ativos para o custeio do FUSPOM. Os recursos, contudo, não foram repassados ao fundo. Esse desconto sem o respectivo repasse constitui apropriação indébita por parte do Estado, o que pode gerar até responsabilidade criminal. 
Já o RioPrevidência deixou de repassar R$ 18 milhões das obrigações consignadas dos inativos ao fundo em alguns meses entre janeiro de 2015 e abril de 2017. Em outros meses, realizou o repasse com atraso (Leiam mais)". 

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

POLÍCIA MILITAR: DELATOR EXPLICA FRAUDES DE 16 MILHÕES NO FUSPOM

Prezados leitores, nenhum sistema de saúde resiste a tantas fraudes.




"Jornal O Dia
Delator detalha fraude no Fuspom 
Esquema revelado pelo DIA desviou R$ 16 milhões de hospitais da PM 
17/01/2017 06:00:18 
Rio - Dois empresários envolvidos nas fraudes que desviaram R$ 16 milhões do Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom) tiveram acordo de delação premiada com o Ministério Público do Rio homologado ontem, confessando detalhes do esquema que tinha a participação de oficiais da corporação, presos desde dezembro de 2015. As investigações sobre os desvios começaram a partir de denúncia do DIA. 
Um dos sócios da Medical West Comércio de Produtos Médico-Hospitalares Ltda contou em depoimento, divulgado ontem pelo ‘RJ TV’, como foi a divisão do dinheiro da compra de 15 mil galões de ácido paracético, que nunca foram entregues e custaram ao Fuspom R$ 4,2 milhões. “A gente já sabia desde o início que não seria entregue nada”, disse o empresário, que não foi identificado a pedido do MP. Segundo ele, a empresa ficou com 45% do valor e 55% foram repassados a um oficial. 
Estão presos, acusados de integrar o esquema, o coronel Ricardo Coutinho Pacheco, ex-chefe do Estado-Maior da corporação, o major Delvo Nicodemos e quatro outros oficiais. Pelo acordo, homologado pela juíza Tula Mello, da 20ª Vara Criminal, os dois empresários se comprometeram a entregar ao Hospital Central da PM (HCPM), que receberia a compra fictícia, R$ 850 mil em medicamentos e 80 aparelhos de ar-condicionado (Leiam mais)". 

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