JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 5 de junho de 2018

PEZÃO NÃO GARANTE PAGAMENTO DO SALÁRIO DE MAIO

Os militares estaduais e o funcionalismo público do Rio de Janeiro continuam sofrendo nas mãos do governo Cabral-Pezão, pois o atual é uma extensão do anterior.



"Jornal Extra 
02/06/18 06:00 
Pezão é cauteloso quanto ao pagamento do salário de maio: 'Vamos aguardar a arrecadação' 
Nelson Lima Neto 
Diante da greve dos caminhoneiros que paralisou diversos setores da economia do Estado do Rio, o governador Luiz Fernando Pezão preferiu ser cauteloso ao comentar sobre o pagamento do salário de maio. Questionado se há alguma ameaça quanto a quitação em dia dos vencimentos do funcionalismo, Pezão despistou: 
- Vamos aguardar a arrecadação — avaliou (Fonte)".

quarta-feira, 9 de maio de 2018

quinta-feira, 3 de maio de 2018

A POPULAÇÃO QUE NÃO DEFENDE SEUS POLICIAIS MERECE O SACRIFÍCIO DELES?



Os Policiais Militares estão sendo assassinados quase que diariamente no Estado do Rio de Janeiro, tanto de serviço, quanto de folga.
Apesar dessa tragédia sem igual no âmbito da segurança pública mundial, a população não move um músculo para defender os policiais assassinados.
Em apertada síntese, o cenário é o seguinte:
- Policiais (homens e mulheres) sem as adequadas condições de trabalho, estressados física e mentalmente, pessimamente remunerados, são assassinados nas ruas com uma frequência assustadora, enquanto aqueles que são protegidos por eles não se dignam a comparecer aos sepultamentos, nem a realizar atos com milhares de pessoas em defesa deles nas ruas e nem apoiam os seus familiares (viúvas e órfãos).
Os Policiais Militares estão sendo tratados como números pelo governo e pela população.
Diante desse quadro de abandono vivenciado pelos Policiais Militares é inevitável a INDIGNAÇÃO e o seguinte questionamento antes inimaginável:
- Não está na hora dos Policiais Militares pensarem primeiro em resguardar suas vidas?


terça-feira, 17 de abril de 2018

DÉCIMO-TERCEIRO - INCERTEZA SOBRE O PAGAMENTO



A vida financeira dos militares estaduais e dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro virou um inferno.

"Jornal Extra
17/04/18 05:00 
Ação do Ministério Público coloca incertezas sobre o 13º salário de 2017 
Bruno Dutra 
Os servidores do Estado podem, nos próximos dias, receber más notícias em relação ao pagamento do 13º salário de 2017. Isso porque o Ministério Público do Rio (MP-RJ) ajuizou ação civil pública contra o Estado do Rio de Janeiro por ilegalidades decorrentes da securitização dos royalties de petróleo, o que pode atrasar a operação feita pelo governo do Rio, que possibilitou o Estado captar US$ 600 milhões, o equivalente a R$ 2 bilhões. 
Conforme uma fonte da Coluna ligada ao governo, caso a Justiça aceite o pedido do Ministério Público, uma batalha judicial pode atrasar em vários meses o pagamento e, em caso extremo, até impedir que o Estado faça a operação. À Coluna, o governador Luiz Fernando Pezão disse que a operação foi um sucesso e que a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) “está em cima” (Fonte)".

terça-feira, 3 de abril de 2018

RIO - 13o SALÁRIO - NOTÍCIAS

Os habitantes do Rio de Janeiro não têm qualquer motivo para acreditarem nos governos federal, estadual e municipal.




"Jornal Extra
25/03/18 05:00 
Pezão deve ter recursos para pagar o 13º salário de 2017 a partir do dia 16 de abril 
Nelson Lima Neto 
Ao que tudo indica, o Estado do Rio terá condições de pagar, a partir do dia 16 de abril, o 13º salário dos mais de 167 mil servidores que aguardam o vencimento. A data foi estipulada em função da estruturação da antecipação de recursos sobre royalties do petróleo, que será colocada em prática a partir do dia 2 de abril (Fonte)".

VÍDEO - O GRANDE DESAFIO DA INTERVENÇÃO

A intervenção precisa focar no combate a esses grupos armados de narcotraficantes que lutam pelo domínio de territórios no Estado do Rio de Janeiro.
Eis a missão a ser cumprida: retomar e ocupar os territórios, prender os traficantes, apreender armas e drogas, e devolver ao governo estadual o território "pacificado".
Enfrentar os narcotraficantes não é missão constitucional da polícia ostensiva e de preservação da ordem, escrevo isso há anos.



quarta-feira, 14 de março de 2018

A INTERVENÇÃO NÃO PODE NOS TIRAR A ESPERANÇA



A esperança de dias melhores foi a única coisa que restou aos habitantes do Rio de Janeiro após os governos Sérgio Cabral-Pezão,
Tal esperança foi renovada com uma ação do governo federal: a intervenção federal na área da segurança pública.
Criticada e elogiada, ela tem a seu favor a realidade de que era preciso fazer algo para controlar a criminalidade violenta.
A intervenção ainda está na fase de planejamento, considerando o que temos visto nas ruas e recebido através da imprensa.
Nada mais natural, como tenho escrito, considerando que foi uma decisão política apressada.
Apesar dessa dificuldade criada pelo próprio governo federal, os responsáveis pela intervenção precisam ter muito cuidado pois precisam obter resultados positivos, caso contrário as Forças Armadas serão arranhadas na sua imagem, isso entre outros efeitos indesejados, como o aumento da violência.
Um cuidado especial deve ser a escolha dos nomes, isso para evitar que pessoas ligadas aos governos Sérgio Cabral-Pezão ocupem posições de relevância sendo detentores de poder.
Isso será o caos e o prenúncio da derrota.
A Inteligência precisa funcionar para que a nossa esperança não morra no nascedouro.
Por derradeiro, com a esperança que tal preocupação tem feito parte do planejamento, desejo sucesso a todos os escolhidos.

sábado, 10 de março de 2018

O GRANDE DESAFIO DA INTERVENÇÃO FEDERAL: CONTROLAR A CRIMINALIDADE



As ações da intervenção federal seguem sendo planejadas, um cuidado indispensável após o anúncio intempestivo feito pelo governo federal, sem qualquer planejamento prévio, como ficou claro pelo noticiário e pela própria carência de ações mais contundentes até o momento.
A troca de nomes na gestão da segurança pública e a retirada de barreiras colocadas por traficantes de drogas nas comunidades têm ocupado a imprensa.
O cenário parece um jogo de xadrez, onde o governo move as peças com cautela e evita ataques diretos e resultados negativos.
Um enxadrista qualificaria como um "jogo posicional".
Não poderia ser de outro modo o procedimento do interventor diante das circunstâncias que cercaram o factóide governamental, todavia não posso deixar de destacar que enquanto as peças são arrumadas em suas melhores posições, a criminalidade avançou no mês anterior à decretação, o que por si só demonstra a dificuldade que será controlar a criminalidade violenta no Rio de Janeiro.

"Jornal Extra
10/03/18 04:30 Atualizado em 10/03/18 09:00 
No primeiro mês de 2018, índices de criminalidade no estado do Rio já ultrapassaram meta estipulada 
Carolina Heringer 
Já no primeiro mês de 2018, as polícias Civil e Militar do Rio não conseguiram cumprir as metas traçadas pela Secretaria de Segurança (Seseg) para diminuição de crimes no estado. O EXTRA teve acesso, com exclusividade, aos valores estipulados pela pasta e comparou com os índices divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). A conclusão foi a de que logo em janeiro, os números de letalidade violenta (soma de homicídios dolosos, roubo com resultado morte, lesão corporal seguida de morte, auto de resistência), roubos de veículos e roubos de rua (em ônibus, a pedestres e de celular) em todo o estado superaram os valores estipulados pelo chamado Sistema Integrado de Metas (SIM) - (Fonte)".

domingo, 4 de março de 2018

GOVERNADOR PEZÃO PARA ONDE ESTÁ INDO ESSE DINHEIRO?



Os serviços públicos continuam péssimos. 
Os funcionários, Bombeiros e Policiais Militares continuam recebendo com atraso e boa parte não recebeu o décimo-terceiro. 
Onde está sendo empregado? 

"Jornal Extra 
Em um ano, receita do Estado do Rio com a participação especial do petróleo sobe 48%"  

sábado, 3 de março de 2018

SÉRGIO CÔRTES ACUSA PEZÃO DE TER RECEBIDO PROPINA

governador Pezão e ex-governador Sérgio Cabral

Só falta Sérgio Cabral começar a entregar TODOS que participavam dos "esquemas".

"Jornal O Dia 
Pezão recebeu propina na Saúde, diz Sérgio Côrtes 
Governador teria recebido dinheiro para a construção de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Clínicas da Família 
PAULO CAPPELLI 
02/03/2018 15h27 Atualizado às 02/03/2018 17h03 
Rio - Secretário de Saúde do ex-governador Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes acaba de dizer ao juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato, que o governador Luiz Fernando Pezão (MDB) recebeu propina para a construção de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Clínicas da Família. O valor teria sido pago pelo empresário Ronald de Carvalho, que tocou as obras. 
Então secretário de Obras de Cabral, Pezão teria apresentado Sérgio Côrtes a Ronald de Carvalho, que teria sido contratado através de uma licitação direcionada para, depois, pagar propina a Pezão e Cabral. Carvalho é dono da Metalúrgica Valença. Desde 2009, quando foi criada, a empresa já recebeu mais de R$ 45 milhões em isenção de impostos, como ICMS. Carvalho também é dono da Metalúrgica Barra do Piraí (Fonte)".

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

INTERVENÇÃO FEDERAL - O QUE A PM E OS PMs PODEM GANHAR?



A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro segue em "stand by" enquanto está sendo desenvolvido o planejamento que deveria ter sido todo realizado antes da decretação,  fato que por si só dificulta o sucesso do processo.
O interventor terá DEZ MESES para controlar a violência, algo que os governos Sérgio Cabral e Pezão não conseguiram em ONZE ANOS e DOIS MESES. 
O fracasso desses dois governos  deve ser considerado pelo interventor sobretudo para não repetir NOMES e/ou ESTRATÉGIAS.
Nomear, por exemplo, alguém que participou desse desastre de mais de uma década é dar um tiro na cabeça.
Tentar reforçar as UPPs outro tiro.
É hora do novo!
Os Coronéis de Polícia devem pensar institucionalmente ao longo desse período pelo menos, garantindo que a Instituição e os Policiais Militares, que continuarão sendo os responsáveis pelo controle da violência no pós intervenção, tenham ganhos.
A Polícia Militar ganhe recursos materiais e os Policiais Militares ganhem melhor qualificação e maior valorização.
Se o saldo da intervenção for só esse, pelo menos uma vitória terá sido alcançada, considerando que a população do Rio de Janeiro terá uma segurança pública de qualidade melhor que a atual, executada por Policiais Militares mais valorizados e melhor qualificados.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

INTERVENÇÃO FEDERAL - A PRIMEIRA CONSTATAÇÃO

Livro

Após alguns dias do anúncio e da decretação da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro promovida pelo presidente Temer, surge a primeira constatação.
Embora a necessidade da atuação das Forças Armadas no controle da violência na zona conflagrada que se transformou todo território fluminense era evidente há anos, a rapidez do anúncio e da decretação teve razões políticas.
Isso está evidente diante da absoluta falta de planejamento anterior, como o noticiário tem demonstrado.
O presidente fez um lance no xadrez político que poderá ser perdedor para o seu partido e para os partidos aliados.
Para isso basta que a intervenção não consiga controlar a violência, um objetivo muito difícil de ser alcançado.
Normalmente quando o planejamento prévio é mal feito, o fracasso é o resultado mais esperado.
Imagine quando o planejamento nem é realizado.
Um exemplo recente: as Unidades de Polícia Pacificador (UPPs).

sábado, 17 de fevereiro de 2018

INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA - ALGUMAS PROPOSTAS


Um leitor (Policial Civil) encaminhou algumas propostas para avaliação sobre a recuperação do controle da criminalidade no Rio de Janeiro: 

"Se realmente o objetivo fosse resolver o problema da segurança publica do RJ deveriam adotar soluções menos midiáticas, onerosas e traumáticas, entre as quais: 
1) Retorno a suas instituições de todos (isto é, todos ) os PMs, PCs e ISAPs cedidos. 
2) Criação de um banco de talentos composto de PMs da reserva e PCs e ISAPs aposentados a ser utilizado em todos ( isto é, todos) os serviços administrativos das suas unidades de origem,bem como nos órgãos que requisitarem PMs, PCs e ISAPs,mediante uma gratificação mensal.
3) Convocação imediata dos PMs, ISAPs e PCs aprovados nos últimos concursos públicos. 
4) Auxílio financeiro do Governo Federal para compra de viaturas, de armamentos e equipamentos de comunicação para a PCERJ, PMERJ e SESEG nos moldes dos utilizados pela PF e PRF.

INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA - UMA OPINIÃO



O texto está circulando nas redes como sendo da autoria de um Coronel do Exército Brasileiro.
Como não tenho como confirmar a autoria, reproduzimos o texto, omitindo o nome do "autor".

"A TODOS MEUS IRMÃOS EM ARMAS.

Não se iludam com aplausos de intervenção de EB.

Nós não fomos feitos para isso, a não ser para policiarmos áreas em que já destruímos o inimigo praticamente de maneira total, pelo emprego total de nossas armas e poder de fogo.
Não temos o perfil de patrulhar ações pontuais, em área completamente sob o poder do inimigo.
Estão nos colocando ( e a nosso potencial humano combatente ) numa situação de fragilidade perante a lei do politicamente correto, Qualquer militar que atira, que matar, certamente vai começar tendo sua arma recolhida, para exame balístico.
Isso não existe para nós na guerra, nossa destinação.
Somos totalmente diversos de uma destinação da honrosa policia, por princípios de emprego. 
O policial atira se a voz de prisão não for respeitada....
Exercito é feito para atirar primeiro e quem não quiser morrer que se renda. Totalmente diferente. Ou não funciona e só desmoraliza.
Policia é muito mais capaz de atuar nesses eventos pontuais de desordem. 
Nós somo profissionais do aniquilamento, embora muitos que já se tornaram "vovôs" tenham perdido a noção desse conceito. Temo muito por nossos rapazes, soldados, demais graduados e oficiais.... largados numa arena e tendo um braço amarrado ....
Não se esqueçam ou por isso me critiquem : nós somos profissionais do aniquilamento do inimigo e só somos aptos a patrulhar áreas onde nosso potencial ja se fez totalmente sentido.
Não somos policia. Policia é coisa especializada. Nos somos o Caos.
A guerra. 
Temo a desmoralização... as armas recolhidas para balística pelos " direitos humanos, etc, etc...
Temo o tenente preso e abandonado pelos chefes( como já aconteceu no Alemão )...temo a proximidade de conversas com o inimigo. temo mais um escândalo.

C2-50 Manual de Campanha da Cavalaria .... art....paragrafo ..... " é terminantemente PROIBIDO entabolar conversações com o inimigo. Qualquer tentativa deste, nesse sentido, deve ser repelida pelas armas "..

Vai dar para fazer sem que a " justiça" ( que está em posição de emboscada ) não condene o guerreiro que seguiu o regulamento..???..

Eu não consentiria a menos que houvesse Lei Marcial e estado de Guerra.
Eu gosto de soldados...
E quando uma mãe manda seu filho para servir ao Exercito, ela até sabe que ele pode morrer em alguma guerra. Mas jamais se conformará se ele for preso por atirar em vagabundo.

ENTÃO É ISSO MEU POVO!!
BOM FIM DE SEMANA À TODOS!!"

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

A ÍNTEGRA DO DECRETO DE INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO

"O presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso X, da Constituição, 
Decreta:
Art. 1º Fica decretada intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro até 31 de dezembro de 2018. 
§ 1º A intervenção de que trata o caput se limita à área de segurança pública, conforme o disposto no Capítulo III do Título V da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro. 
§ 2º O objetivo da intervenção é pôr termo a grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro. 
Art. 2º Fica nomeado para o cargo de interventor o general de Exército Walter Souza Braga Netto. 
Parágrafo único. O cargo de Interventor é de natureza militar.
Art. 3º As atribuições do Interventor são aquelas previstas no Art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro necessárias às ações de segurança pública, previstas no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro. 
§ 1º O interventor fica subordinado ao Presidente da República e não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção. 
§ 2º O Interventor poderá requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção. 
§ 3º O Interventor poderá requisitar a quaisquer órgãos, civis e militares, da administração pública federal, os meios necessários para consecução do objetivo da intervenção. 
§ 4º As atribuições previstas no art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro que não tiverem relação direta ou indireta com a segurança pública permanecerão sob a titularidade do Governador do Estado do Rio de Janeiro. 
§ 5º O interventor, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, exercerá o controle operacional de todos os órgãos estaduais de segurança pública previstos no art. 144 da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro. 
Art. 4º Poderão ser requisitados, durante o período da intervenção, os bens, serviços e servidores afetos às áreas da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para emprego nas ações de segurança pública determinadas pelo Interventor. 
Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação."