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quarta-feira, 2 de março de 2022

A VERDADE

Os seres humanos não gostam muito da verdade, mas ela precisa ser dita.



Eu procuro só falar verdades, doa a quem doer.

Juntos Somos Fortes!


sexta-feira, 2 de março de 2018

MINISTÉRIO DA SEGURANÇA, INTERVENÇÃO FEDERAL E FACTÓIDES



O governo Temer amarga uma reprovação popular muito expressiva, fato comprovado por pesquisas de opinião divulgadas pelo noticiário.
Neste cenário desfavorável e grave para as aspirações políticas dos detentores do poder considerando que 2018 é um ano eleitoral, após constatar que não conseguiria aprovar a reforma da previdência no Congresso Nacional, o governo decreta uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.
Logo ficou evidente que a intervenção não foi precedida de qualquer planejamento, surpreendendo até o interventor nomeado, como foi noticiado fartamente. Tanto isso é verdade que até hoje a intervenção ainda se encontra em "stand by", ou seja, no curso da fase de planejamento.
Apesar desse erro primário, intencional ou não, notícias sobre a melhora da avaliação popular do governo surgiram aqui e ali.
Diante do exposto, salvo melhor juízo e respeitando todas as opiniões contrárias, a decretação da intervenção caracterizou o que conhecemos como FACTÓIDE.

"Fato gerado para a imprensa propositadamente para chamar a atenção com intuito de se desviar os olhares de um assunto em discussão (Fonte)".

Indo em frente.
"Surfando na onda" positiva o governo criou o Ministério Extraordinário da Segurança Pública e, mais uma vez, apareceram notícias sobre a aprovação popular com relação à medida.
Os dividendo políticos foram alcançados.
Tenho muitas dúvidas quanto à legalidade da criação do citado ministério, lamento o aumento de despesas em época tão imprópria e temo pela reunião de tanta força nas mãos de uma única pessoa, no caso o ministro extraordinário.
Apesar desses fatos, eu quero o melhor para o meu país.
Torço para que tudo dê certo e confio nas Forças Armadas e nas instituições policiais que serão empregadas na tentativa de controlar a criminalidade violenta, todavia, no atual estágio de inércia sou forçado a interpretar que até o momento o governo foi muito hábil, não para solucionar os problemas da área da segurança pública, mas para criar factóides. 
Desejo estar completamente errado.
Registre-se que integro a parcela de brasileiros que vê com muita desconfiança a intervenção e o ministério.

quinta-feira, 1 de março de 2018

RIO - INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA - COMENTÁRIOS


Transcrevo dois comentários recebidos:

- "25 de fevereiro de 2018 14:28
Se os políticos estão pensando que engessaram as forças armadas ou a utilitizam politicamente para objetivos eleitoreiro e/ou partidários, podem ter disparado tiro nos próprios pés, pois, sabendo como os militares são tradicionalistas, honrados e comprometidos com suas missões não é de se esperar que aceitarão a mesma desmoralização imposta à PMERJ a troco de cargos e DAS. 
As FFAA não se permitirão virar uma grande Upp. Pode ser que a partir desta intervenção de araque no RJ as "aproximações sucessivas" mencionadas pelo Gal. Mourão já tenham sido desencadeadas para "impor aquilo que o judiciário e o legislativo não querem resolver" e, principalmente, politicos de ideologia esquerdista acabam sendo os praticantes e beneficiários . 
Não querem os militares com poder de polícia, não querem seus currais eleitorais revirados, não querem suas lideranças junto aos traficantes sendo apertadas nem querem colocar terroristas em seus devidos lugares, mas querem que as FFAA atuem de forma teatral (como as UPPs). Logo, os generais necessitarão da possível ruptura para não caírem nas mesmas armadilhas que coronéis PM caíram. 
Se fosse para apostar, eu apostaria que até o final de 2018 haverá intervenção militar no Brasil e muitos canalhas dos podres poderes (que estão funcionando, sim, para o compadrio do nós somos teu e você é nosso) levarão um tranco tão forte que "haverá ranger de dentes". 
O RJ está sendo um laboratório. A eclosão do ovo dependerá do que aqueles onze traidores da Pátria que usam capas semelhantes à do Batman farão com o caso de uma certa alma mais honesta deste país. 
É o que desejo? Não. 
Mas o que esperar das cenas e atores em palco? Para que a Ordem seja reestabelecida, e voltemos a ser um país, será preciso quebrar quase todos os ovos... Mesmo que os ovos sejam aqueles da galinha que chorou, chorou, chorou, ou daquela que põe os ovos de ouro. 
Quem viver vera! 
Sgt Foxtrot"

- "DINHO SOUZA 
28 de fevereiro de 2018 17:35 
É preciso começar certo para acertar. Como esperar acertar, no caso da retomada do cintrole da Segurança Pública , no Rio,(e no Brasil) , sem começar pela exigência das mudanças nas Leis atuais (e suas emendas) e na impunidade, maioridade penal, revisão da Constituição, combate à "Cultura do crime" ( e sua apologia) etc, que tais Leis , etc, só favorecem o Crime, criminosos e a vida marginal?! Em que momento o Estado vai ver que o Crime no Brasil virou uma "Cultura"?! e que o trabalho militar e de inteligência deve ser feito paralelo a um trabalho midiático de Contra-Cultura do Crime?! No entanto o Governo favorece a "Cultura do crime" , abriu as fronteiras, desarmou a população de bem, abandonou as periferias e só as usou como "curral eleitoral"?! Como esperar sinceridade alguma que o Estado quer a Segurança da População?! Vale apena a fidelidade de instituições gloriosas de defesa da população , à farsa do Estado creptocrático atual?!(sic)"

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

INTERVENÇÃO FEDERAL - ESTABELICIDA UMA PRIORIDADE




Os políticos criaram o primeiro grande obstáculo para o sucesso da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro quando a decidiram sem qualquer planejamento, conforme o notícia deu conta, considerando a medida como uma resposta ao fracasso das negociações para a aprovação da reforma da previdência.
Diante da gravidade da situação experimentada pela população de completo desamparo contra a violência crescente, isso foi um erro gigante e que pode por si só comprometer o sucesso das ações direcionadas à consecução do objetivo: o controle da violência.
Um segundo obstáculo é a montagem da equipe do interventor.
É certo que enquanto a escolha estiver restrita aos quadros do Exército Brasileiro, tal dificuldade será amenizada, mas ela aumentará geometricamente quando o interventor tiver que escolher assessores nos quadros da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar, da Polícia Civil e da Administração Penitenciária.
Digo isso não apenas com relação aos comandantes e chefes, mas também quanto aos assessores que atuarão no interior da SESEG-RJ, os auxiliares diretos do interventor.
Fazer boas escolhas é fundamental e muito difícil.
É hora de ouvir diferentes fontes antes de escolher qualquer nome.
O interventor não pode repetir os políticos e agir com açodamento.
O pior cenário será escolher nomes que atuaram em funções de destaque nos governos Cabral e Pezão, pois será uma repetição do erro.
Repetir erro é o pior dos erros.
Apostar em quem deu errado é a pior aposta.
É tempo de ouvir muito e ouvir de muitos.
De qualquer forma, sejam quais forem os escolhidos, eu torço para a intervenção dar certo, tendo em vista que me parece ser a última esperança.



GENERAL E JORNALISTA COMENTAM SITUAÇÃO DOS POLICIAIS DO RIO DE JANEIRO



General Heleno e jornalista Alexandre Garcia comentam a situação dramática dos policiais do Rio de Janeiro.
Assistam:

INTERVENÇÃO FEDERAL - A PRIMEIRA CONSTATAÇÃO

Livro

Após alguns dias do anúncio e da decretação da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro promovida pelo presidente Temer, surge a primeira constatação.
Embora a necessidade da atuação das Forças Armadas no controle da violência na zona conflagrada que se transformou todo território fluminense era evidente há anos, a rapidez do anúncio e da decretação teve razões políticas.
Isso está evidente diante da absoluta falta de planejamento anterior, como o noticiário tem demonstrado.
O presidente fez um lance no xadrez político que poderá ser perdedor para o seu partido e para os partidos aliados.
Para isso basta que a intervenção não consiga controlar a violência, um objetivo muito difícil de ser alcançado.
Normalmente quando o planejamento prévio é mal feito, o fracasso é o resultado mais esperado.
Imagine quando o planejamento nem é realizado.
Um exemplo recente: as Unidades de Polícia Pacificador (UPPs).

domingo, 18 de fevereiro de 2018

INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA - COMENTÁRIO DO CORONEL PM REF HERRERA

Bangu 1

Transcrevo comentário recebido: 

"Nelson HERRERA Ribeiro, Cel PM Ref, advogado e professor
17 de fevereiro de 2018 15:52
Prezado "Sgt Foxtrot", sempre admirei suas críticas e seu louvável comprometimento com a nossa Polícia Militar. Compreendo também seu anonimato, pois já presenciei muitas injustiças e covardias do "sistema". Por isso, não escrevo para censurar, nem tenho autoridade para tanto nem a intenção. Peço apenas que me considere como mais velho, como um pai que busca orientar seu dileto filho, pois, afinal, agora completo 53 anos de praça e 74 de idade. Sou "mais antigo". Então suporte, por favor, meus comentários. 
De início, discordo com sua autodeclaração de que "sou um semianalfabeto". Mesmo que você não seja "doutor", o experimento de vida obtido na dureza do serviço policial militar, aliado ao bom caráter que demonstra, já tornam você "sociólogo prático". Daí a consciência de seus sadios comentários. Vou apenas atrever-me a retocá-los, para afirmar: 
(1) Corregedoria e Polícia Judiciária Militar são órgãos de suma importância em toda organização policial militar no Brasil ou no mundo. Quanto mais oficiais e praças que as compõem possuam formação jurídica tanto melhor desempenharão suas atividades. Não há como negar. O objetivo não seria "para se igualarem, vagarosamente, aos delegados de polícia". Sabidamente, as funções da Polícia Civil e da Polícia Militar são absolutamente distintas. 
(2) Aduzo às suas indagações finais outras perguntas. Quem fez críticas, quem se opôs ao nefasto "Projeto UPP", cuja implementação era evidente "tragédia anunciada" para a PM? O tempo demonstrou que era apenas uma plataforma eleitoreira. 
Quem se levantou, publicamente, em defesa dos nossos heróis jogados em "Bangu 1", em plena violação constitucional, em desacato ao nosso Estatuto? Até nossos órgãos de classe silenciaram, apesar de serem agremiações de natureza civil, portanto livres do pesado tacão draconiano dos regulamentos militares. Só conheço os brados do Cel PAÚL neste blog. Até escreveu livro sobre o grave problema da UPP, cujo título já o define: "UPP - Uma  farsa eleitoral". Escreveu outro sobre o autoritarismo do corrupto governo Cabral: "A ditadura de terno e gravata - A luta de Bombeiros e de Policiais Militares". 
Finalmente, concordo que "ainda vai piorar muito até que ocorra a nossa conscientização". Mas já ensinou Confúcio: "A caminhada dos mil passos começa com o primeiro". Então, primeiro, vamos conquistar uma tribuna democrática, com a imprescindível imunidade parlamentar, para que, através dela (e você, por certo, seria um dos eméritos colaboradores), se tornem públicas e notórias as críticas consensuais da nossa tropa, colaborando com o engrandecimento da nossa bicentenária Polícia Militar. Essa a caminhada. Não posso encerrar, contudo, sem declarar meu respeito e admiração por você, "Sgt Foxtrot", incentivando-o a futuros comentários, que terei o prazer de ler. 
PARABÉNS!" 

sábado, 17 de fevereiro de 2018

INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA - ALGUMAS PROPOSTAS


Um leitor (Policial Civil) encaminhou algumas propostas para avaliação sobre a recuperação do controle da criminalidade no Rio de Janeiro: 

"Se realmente o objetivo fosse resolver o problema da segurança publica do RJ deveriam adotar soluções menos midiáticas, onerosas e traumáticas, entre as quais: 
1) Retorno a suas instituições de todos (isto é, todos ) os PMs, PCs e ISAPs cedidos. 
2) Criação de um banco de talentos composto de PMs da reserva e PCs e ISAPs aposentados a ser utilizado em todos ( isto é, todos) os serviços administrativos das suas unidades de origem,bem como nos órgãos que requisitarem PMs, PCs e ISAPs,mediante uma gratificação mensal.
3) Convocação imediata dos PMs, ISAPs e PCs aprovados nos últimos concursos públicos. 
4) Auxílio financeiro do Governo Federal para compra de viaturas, de armamentos e equipamentos de comunicação para a PCERJ, PMERJ e SESEG nos moldes dos utilizados pela PF e PRF.

INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA - UMA OPINIÃO



O texto está circulando nas redes como sendo da autoria de um Coronel do Exército Brasileiro.
Como não tenho como confirmar a autoria, reproduzimos o texto, omitindo o nome do "autor".

"A TODOS MEUS IRMÃOS EM ARMAS.

Não se iludam com aplausos de intervenção de EB.

Nós não fomos feitos para isso, a não ser para policiarmos áreas em que já destruímos o inimigo praticamente de maneira total, pelo emprego total de nossas armas e poder de fogo.
Não temos o perfil de patrulhar ações pontuais, em área completamente sob o poder do inimigo.
Estão nos colocando ( e a nosso potencial humano combatente ) numa situação de fragilidade perante a lei do politicamente correto, Qualquer militar que atira, que matar, certamente vai começar tendo sua arma recolhida, para exame balístico.
Isso não existe para nós na guerra, nossa destinação.
Somos totalmente diversos de uma destinação da honrosa policia, por princípios de emprego. 
O policial atira se a voz de prisão não for respeitada....
Exercito é feito para atirar primeiro e quem não quiser morrer que se renda. Totalmente diferente. Ou não funciona e só desmoraliza.
Policia é muito mais capaz de atuar nesses eventos pontuais de desordem. 
Nós somo profissionais do aniquilamento, embora muitos que já se tornaram "vovôs" tenham perdido a noção desse conceito. Temo muito por nossos rapazes, soldados, demais graduados e oficiais.... largados numa arena e tendo um braço amarrado ....
Não se esqueçam ou por isso me critiquem : nós somos profissionais do aniquilamento do inimigo e só somos aptos a patrulhar áreas onde nosso potencial ja se fez totalmente sentido.
Não somos policia. Policia é coisa especializada. Nos somos o Caos.
A guerra. 
Temo a desmoralização... as armas recolhidas para balística pelos " direitos humanos, etc, etc...
Temo o tenente preso e abandonado pelos chefes( como já aconteceu no Alemão )...temo a proximidade de conversas com o inimigo. temo mais um escândalo.

C2-50 Manual de Campanha da Cavalaria .... art....paragrafo ..... " é terminantemente PROIBIDO entabolar conversações com o inimigo. Qualquer tentativa deste, nesse sentido, deve ser repelida pelas armas "..

Vai dar para fazer sem que a " justiça" ( que está em posição de emboscada ) não condene o guerreiro que seguiu o regulamento..???..

Eu não consentiria a menos que houvesse Lei Marcial e estado de Guerra.
Eu gosto de soldados...
E quando uma mãe manda seu filho para servir ao Exercito, ela até sabe que ele pode morrer em alguma guerra. Mas jamais se conformará se ele for preso por atirar em vagabundo.

ENTÃO É ISSO MEU POVO!!
BOM FIM DE SEMANA À TODOS!!"

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

NÃO EXISTE GUERRA NO RIO! ISSO PARA O EXÉRCITO BRASILEIRO...



Prezados leitores, inúmeras vezes expressei minha opinião sobre a responsabilidade das Forças Armadas na retomada e na ocupação das comunidades carentes que hoje estão em poder de criminosos que usam essas partes do território nacional como homizio e base de operações.
Tenho frisado que a retomada e a ocupação não são missões de polícia ostensiva, conforme o texto constitucional.
Hoje o Jornal Extra publica matéria onde consta que o Exército não considera que exista uma guerra no Rio de Janeiro.
Salvo engano, o discurso sobre a inexistência de um "inimigo" não merece prosperar diante da realidade, onde esses grupos dominam as comunidades e exercem monopólios estatais que devem ser recuperados pelo governo federal. 
A Polícia Militar cabem o policiamento ostensivo e a preservação da ordem e não incursionar nestes territórios inimigos. 
Leiam e opinem.

"Jornal Extra
31/08/17 06:00 Atualizado em 31/08/17 07:56 
Para Exército, não há guerra no Rio, mas vídeo do governo mostra tanques em favelas 
Um mês após o início da atuação das Forças Armadas no Rio, o porta-voz da operação, coronel Roberto Itamar Cardoso Plump, diz que há um “estado de normalidade democrática e jurídica” no Rio de Janeiro e não uma guerra, termo usado por moradores que vivem em situações de risco para definir o clima de medo. O discurso de normalidade e paz contradiz um vídeo institucional divulgado pela Presidência da República para promover a atuação dos militares no Rio. 
O filme tem um minuto e trata a cidade de forma desigual. Vinte e quatro segundos são gastos para mostrar uma cidade maravilhosa, exaltar as belezas de pontos turísticos e mostrar um balneário seguro e pacífico. As áreas mais pobres da cidade ocupam seis segundos da produção, com cenas de militares entrando em favelas com armas e tanques de guerra, reforçando o preconceito contra as comunidades carentes e sugerindo que a solução ali é o combate da guerra. 
No vídeo, aparecem quatro pontos turísticos — Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Arcos da Lapa e orlas de Ipanema e Leblon — e em nenhum deles homens das Forças Armadas aparecem fazendo patrulhamento. Os militares estão, exclusivamente, dentro das comunidades — apesar de, na prática, atuarem apenas no entorno. O vídeo é uma peça publicitária que foi transmitida em aeroportos para ser assistida por turistas a caminho do Rio. 
Para Itamar, a situação do Rio não se encaixa no que chama de “guerra militar” porque não há lados opostos se enfrentando, “com mortes indiscriminadas”. 
- Numa guerra, dois lados inimigos se enfrentam com mortes indiscriminadas. Na guerra, existe a figura do inimigo. Aqui não há esse inimigo. Nem os criminosos são inimigos. São pessoas que estão fora da lei e que os órgãos de segurança têm dever constitucional de prender para que sejam julgados. As polícias Civil e Militar, quando vão cumprir mandados, vão cumprir a lei. Na guerra, aconteceria uma devastação - diz Itamar (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 26 de julho de 2017

VÍDEO - EXTERMÍNIO DE POLICIAIS MILITARES: VOCÊS NÃO SÃO "GUERREIROS", SÃO POLICIAIS!

Prezados leitores, no intuito de diminuir o assassinato de Policiais Militares em serviço proponho que o Secretário de Segurança Pública e o Comandante Geral promovam uma campanha para reeducar os militares de polícia no sentido de eles não são guerreiros. 
Guerreiro é quem se prepara para as guerras. 
Aos Policiais Militares cabem o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. 
São os integrantes das Forças Armadas os devidamente  habilitados para atuarem em guerras, vamos aguardar a sua chegada ao Rio de Janeiro para que inicie essa atuação.
Pondo fim a essa mística nefasta de que policial é guerreiro poderemos estar contribuindo para diminuir a morte de Policiais Militares em serviço.





Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 12 de julho de 2017

RIO - A "GUERRA" NÃO DECLARADA QUE MAIS MATA NO MUNDO

o governo Pezão


Jornal Extra
1) 2/07/17 08:49 Atualizado em 12/07/17 09:13 
Médico é baleado em tentativa de assalto no Túnel Rebouças, no Rio 
Ana Carolina Torres 
Uma tentativa de assalto deixou uma pessoa baleada no Túnel Rebouças, na pista sentido Rio Comprido, na manhã desta quarta-feira. Segundo informações do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE), o médico Andre Schelemm Guedes, de 47 anos, transitava pela galeria R1 quando bandidos numa moto e num carro tentaram fechar as pistas. A vítima tentou fugir e acabou ferida (Leiam mais)". 

2) "2/07/17 09:57 Atualizado em 12/07/17 11:25 
Bandidos matam adolescente que se negou a entregar celular na Zona Norte do Rio (Leiam mais)".

O uso por parte dos criminosos e das forças policiais de armas de guerra (fuzis, por exemplo) não deixa qualquer dúvida: existe uma "guerra" não declarada no Rio de Janeiro.
Uma "guerra" travada nos confrontos entre criminosos e policiais e uma "guerra" travada entre os criminosos e a população que não tendo como se armar para se defender, acaba sendo covardemente exterminada em latrocínios que ocorrem em todos os lugares, em qualquer dia e horário, assim como sendo vítima das "balas perdidas" que não poupam crianças nem idosos.
O quadro é estarrecedor considerando a incapacidade governamental de adotar protocolos que minimizem os efeitos dessa "guerra" e que contribuam para o controle da violência.
O governo Cabral-Pezão além de não promover qualquer melhoria, ainda demonstra uma inação na troca dos gestores da segurança pública.
Fica repetindo mais do mesmo...
O Ex-secretário Beltrame ficou quase uma década errando e saiu quando viu que a sua imagem de excelente gestor, construída pela imprensa favorável ao governo Cabral- Pezão, estava sendo destruída por completo.
Saiu Beltrame e  assumiu a Secretaria de Segurança Pública seu auxiliar direto, um claro sinal que o governo estadual dever estar muito satisfeito com o modelo gestor.
Eu considero isso inaceitável em face da grave situação que vivenciamos.
Não consigo entender como o governo que deve promover o bem estar social, não promova as mudanças necessárias para reverter uma situação que está expondo sua população ao risco de morte a todo instante no Rio de Janeiro.
Por sua vez a população precisa cobrar mudanças, nada vale reclamar em entrevistas após a perda de entes queridos.
Não lutando por seus direitos, todo arrependimento será ineficaz.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 10 de julho de 2017

ARTIGO "THE ECONOMIST: PARA QUE SERVE O EXÉRCITO BRASILEIRO?"

Prezados leitores, tenho defendido que o governo federal deve fazer a sua parte para reverter o quadro de violência crescente que está vitimando a população do estado do Rio de Janeiro.
Defendo que as Forças Armadas deveriam ser utilizadas para a retomada e ocupação das partes do território nacional (comunidades carentes) que se encontram dominadas por grupos armados que usam armas de guerra.
Salvo melhor juízo, a retomada e a ocupação não faz parte das missões constitucionais da Polícia Militar, instituição que há décadas vem sendo usada com essas missões sem obter êxito, sofrendo severas baixas.
É hora de repensar o enfrentamento desses grupos armados.
A revista The Economist publicou artigo onde questiona o tamanho do Exército Brasileiro, considerando que o país não participa de guerras.
Tal justificativa não é válida, considerando que as Forças Armadas devem estar preparadas para defender a pátria, algo que não se consegue diante de uma guerra iminente.
No artigo o emprego dos integrantes dos militares federais em missões policiais também é questionado.
Sugiro a leitura e a avaliação, mantendo a opinião de que a população do Rio de Janeiro está precisando das Forças Armadas, isso com brevidade.




"The Economist: para que serve o exército brasileiro? 
Revista britânica investiga para que o Brasil tem o 15º maior exército do mundo se não participa de guerras 
Por Luiza Calegari 
9 jul 2017, 17h43 - Atualizado em 9 jul 2017, 18h05 
São Paulo – O Brasil tem o 15º maior exército do mundo e gasta mais com defesa do que o estado de Israel. No entanto, o país não tem inimigos militares há séculos. 
Na edição de 6 de julho, a revista britânica The Economist decidiu investigar esse aparente paradoxo do aparelho militar brasileiro. 
E descobriu que as forças armadas têm se tornado, cada vez mais, forças policiais comuns. E a crise econômica tem um papel central nesse fenômeno: com os estados sem dinheiro, os governantes têm precisado de mais e mais socorro federal. 
Embora apenas 20% dos pedidos de patrulhamento extra sejam atendidos, segundo a reportagem, os soldados do exército passaram em média 100 dias em operações nas cidades, mais do que a média dos nove anos anteriores juntos. 
Esse desvio de função, de acordo com a revista, não parece desagradar os brasileiros: os militares foram eleitos como a instituição mais confiável do país, e os soldados são vistos como honestos, gentis e competentes. 
Os soldados, por sua vez, tentam se adaptar às novas funções: em um centro de treinamento em Campinas (SP), eles testam bombas de gás lacrimogêneo, por exemplo, para poder usá-las em protestos. 
No entanto, usar militares em treinamento de funções policiais tem seus riscos, segundo a publicação. Para começar: soldados custam mais caro que policiais. O uso de alguns milhares de militares pode sair por mais de um milhão de reais, segundo a revista. 
Além disso, a Economist alerta que a confiança irrestrita nas forças armadas é antidemocrática. “As tropas são treinadas para emergências, não para manter a ordem no dia-a-dia. E transformar um recurso emergencial em presença cotidiana pode minar a confiança da população nas instituições civis”, diz a reportagem. 
O próprio exército tem outras aspirações. Um rascunho do próximo relatório de defesa fala pouco em “ameaças”, mas muito em “capacidades desejáveis”, diz a Economist. 
Um dos focos principais do documento é a proteção das riquezas naturais do Brasil, o que pode se tornar crucial se as previsões pessimistas sobre o aquecimento global se mostrarem corretas (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 1 de junho de 2017

VÍDEO - BASTA DE MORTES DE POLICIAIS MILITARES NO RIO DE JANEIRO!

Prezados leitores, nós republicamos um vídeo institucional da Polícia Militar sobre a morte de Policiais Militares de serviço ou de folga.
Solicitamos especial atenção às comparações sobre o risco de morte dos PMs do Rio de Janeiro com militares que participaram de guerras.





Juntos Somos Fortes!

sábado, 6 de maio de 2017

VÍDEO - GUERRA DO RIO - A POLÍCIA MILITAR NÃO DEVE PARTICIPAR



Prezados leitores, evidências demonstram que está ocorrendo uma guerra no Rio de Janeiro.
Não é uma guerra declarada de um país estrangeiro contra o Brasil, isso é fato, mas os traficantes dominam partes do território nacional, onde exercem entre outros o monopólio estatal do uso da força; aterrorizam brasileiros (moradores das comunidades), inclusive promovendo execuções sumárias de seus "inimigos" e utilizam armas de guerra, como fuzis, metralhadoras e granadas.
Facções entram em confronto com frequência para conquistarem mais partes do território nacional.
Salvo melhor juízo, temos todos os ingredientes de uma guerra, falta apenas uma formal declaração de guerra.
Diante de tal realidade, a missão de retomada dessas partes do território nacional, de prisão dos integrantes das facções e de apreensão dos armamentos não é da Polícia Militar, mas sim das Forças Armadas do Brasil, as quais possuem efetivos, equipamentos e armamentos para o cumprimento da missão.
O emprego da Polícia Militar nessa guerra urbana é um erro.
O Policial Militar não é preparado para atuar em guerras.
Cabe constitucionalmente à Polícia Militar a realização do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública, não enfrentar "guerrilheiros urbanos" para retomar território.
É preciso que o governo estadual tenha coragem de cobrar do governo federal cumpra a sua missão, enquanto isso os Policiais Militares desempenharão as missões de servir e proteger à população.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 3 de maio de 2017

VÍDEO - IMAGENS FORTES DAS GUERRA DE ALEPPO E DO RIO DE JANEIRO

Prezados leitores, nós insistimos que diante da existência de uma guerra urbana no Rio de Janeiro, a missão de atuar nesse confronto não é da Polícia Militar.
Assistam o vídeo e comparecem as duas guerras: Aleppo (Síria) x Rio de Janeiro (Brasil).



Parabenizamos o autor (es) do vídeo pela comparação bem feita.


Juntos Somos Fortes!

NA MADRUGADA COM PAÚL - AS FRONTEIRAS ESCANCARADAS

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta que se existe uma guerra no Rio de Janeiro, atuar nela não é missão da Polícia Militar.




Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 24 de abril de 2017

REDE GLOBO: OS DIAS NÃO ERAM ASSIM...

Prezados leitores, a Rede Globo parece ter esquecido como era a criminalidade.
Naqueles época os dias com certeza não eram assim.




Juntos Somos Fortes!