JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

O GOVERNADOR, OS SNIPERS E OS CRIMINOSOS



Compartilhando:

"Adeus aos “especialistas”

O Globo de hoje repercute, na primeira página, a entrevista dada pelo governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, à GloboNews, com destaque para a anunciada intenção de orientar “snipers” a abaterem bandidos armados de fuzil.

O jornal traz as opiniões contrárias dos “especialistas” e ONGs de sempre - aqueles mesmos que costumam dizer que “o Brasil prende demais”, “prender não resolve”, “a causa da criminalidade é a pobreza”, “precisamos de mais penas alternativas”, “a guerra ao tráfico é um equívoco”, enfim, o “pacote completo” da impunidade.

Um professor afirma que “o abate de uma pessoa de fuzil só seria possível numa situação de guerra”, mostrando assim sua extraordinária incapacidade de entender que situação de guerra é exatamente o que vivem as diversas comunidades dominadas por facções criminosas fortemente armadas. Ontem, em plena luz do dia, imagens aéreas mostravam diversos traficantes caminhando tranquilamente pela Cidade de Deus - comunidade bem próxima da Barra da Tijuca.

Outra “especialista”, uma antropóloga, nos ilumina com a “informação” de que “não há base legal, polícia não pode atirar primeiro E PERGUNTAR DEPOIS”.

Perguntar o quê, minha senhora? Em quem o traficante votou no segundo turno?

Um terceiro “especialista” diz que “sniper” se usa “quando há domínio de terreno”; o que ele não consegue entender é justamente que, sem a neutralização dos criminosos armados de fuzis, jamais o Estado conseguirá retomar o domínio dessas áreas.

Para arrematar, a seção brasileira da Anistia Internacional, dando sequência ao que tem sido, no Brasil, uma atuação constrangedora para a boa reputação mundial dessa ONG, afirma que “o abate de criminosos de fuzil afronta a legislação brasileira”.

Não, não afronta. O artigo 25 do Código Penal autoriza o uso de força para repelir agressão atual ou iminente a direito próprio ou de terceiro. Fala-se em agressão atual quando ela já está acontecendo (o criminoso já está atirando, por exemplo). Fala-se em agressão iminente quando a conduta do criminoso representa uma ameaça a pessoas inocentes.

Se “especialistas” e ONGs entendem que traficantes armados de fuzis, em locais dominados por facções criminosas de altíssima periculosidade, NÃO constituem ameaça à vida de moradores e transeuntes, o problema não é de forma alguma de “afronta à legislação”.

O problema é de afronta à nossa inteligência.

Marcelo Rocha Monteiro, Procurador de Justiça do MPRJ, Professor de Processo Penal da UERJ."

terça-feira, 3 de abril de 2018

VÍDEO - O GRANDE DESAFIO DA INTERVENÇÃO

A intervenção precisa focar no combate a esses grupos armados de narcotraficantes que lutam pelo domínio de territórios no Estado do Rio de Janeiro.
Eis a missão a ser cumprida: retomar e ocupar os territórios, prender os traficantes, apreender armas e drogas, e devolver ao governo estadual o território "pacificado".
Enfrentar os narcotraficantes não é missão constitucional da polícia ostensiva e de preservação da ordem, escrevo isso há anos.



segunda-feira, 19 de março de 2018

BAILE E FUZIS

O vídeo a seguir circula pelas redes sociais como tendo sido gravado durante um baile no Fogueteiro:


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

RIO - O GOVERNO QUER ACABAR COM DOMÍNIO DOS TRAFICANTES NAS "FAVELAS"?

Prezados leitores, salvo melhor juízo, não parece que o governo brasileiro, considerando as ações paliativas que desenvolve, quer acabar com o domínio dos traficantes de drogas nas favelas do Rio de Janeiro. 
O que estamos assistindo na Rocinha é a repetição de um filme repetido várias vezes, como comento no vídeo a seguir: 



Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

NÃO EXISTE GUERRA NO RIO! ISSO PARA O EXÉRCITO BRASILEIRO...



Prezados leitores, inúmeras vezes expressei minha opinião sobre a responsabilidade das Forças Armadas na retomada e na ocupação das comunidades carentes que hoje estão em poder de criminosos que usam essas partes do território nacional como homizio e base de operações.
Tenho frisado que a retomada e a ocupação não são missões de polícia ostensiva, conforme o texto constitucional.
Hoje o Jornal Extra publica matéria onde consta que o Exército não considera que exista uma guerra no Rio de Janeiro.
Salvo engano, o discurso sobre a inexistência de um "inimigo" não merece prosperar diante da realidade, onde esses grupos dominam as comunidades e exercem monopólios estatais que devem ser recuperados pelo governo federal. 
A Polícia Militar cabem o policiamento ostensivo e a preservação da ordem e não incursionar nestes territórios inimigos. 
Leiam e opinem.

"Jornal Extra
31/08/17 06:00 Atualizado em 31/08/17 07:56 
Para Exército, não há guerra no Rio, mas vídeo do governo mostra tanques em favelas 
Um mês após o início da atuação das Forças Armadas no Rio, o porta-voz da operação, coronel Roberto Itamar Cardoso Plump, diz que há um “estado de normalidade democrática e jurídica” no Rio de Janeiro e não uma guerra, termo usado por moradores que vivem em situações de risco para definir o clima de medo. O discurso de normalidade e paz contradiz um vídeo institucional divulgado pela Presidência da República para promover a atuação dos militares no Rio. 
O filme tem um minuto e trata a cidade de forma desigual. Vinte e quatro segundos são gastos para mostrar uma cidade maravilhosa, exaltar as belezas de pontos turísticos e mostrar um balneário seguro e pacífico. As áreas mais pobres da cidade ocupam seis segundos da produção, com cenas de militares entrando em favelas com armas e tanques de guerra, reforçando o preconceito contra as comunidades carentes e sugerindo que a solução ali é o combate da guerra. 
No vídeo, aparecem quatro pontos turísticos — Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Arcos da Lapa e orlas de Ipanema e Leblon — e em nenhum deles homens das Forças Armadas aparecem fazendo patrulhamento. Os militares estão, exclusivamente, dentro das comunidades — apesar de, na prática, atuarem apenas no entorno. O vídeo é uma peça publicitária que foi transmitida em aeroportos para ser assistida por turistas a caminho do Rio. 
Para Itamar, a situação do Rio não se encaixa no que chama de “guerra militar” porque não há lados opostos se enfrentando, “com mortes indiscriminadas”. 
- Numa guerra, dois lados inimigos se enfrentam com mortes indiscriminadas. Na guerra, existe a figura do inimigo. Aqui não há esse inimigo. Nem os criminosos são inimigos. São pessoas que estão fora da lei e que os órgãos de segurança têm dever constitucional de prender para que sejam julgados. As polícias Civil e Militar, quando vão cumprir mandados, vão cumprir a lei. Na guerra, aconteceria uma devastação - diz Itamar (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

UPPs, O FRACASSO COMPLETO

Prezados leitores, o projeto de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) está revelando todas as faces do seu fracasso.

Capa do livro



"Jornal O Dia
Unidades de Polícia Pacificadora têm déficit de viaturas, coletes e fuzis 
Relatório da Secretaria de Segurança mostra que 70% dos carros das UPPs apresentam problemas 
24/08/2017 10:15:24 - ATUALIZADA ÀS 24/08/2017 11:31:05 
BRUNA FANTTI 
Rio - Quase 70% das viaturas operacionais das 39 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) apresentavam problemas mecânicos há dois meses. Em relação aos fuzis, 23% do total estavam baixados e, dos coletes balísticos, 32% encontravam-se avariados. Os dados constam em um relatório, ao qual O DIA teve acesso, do Conselho Permanente de Avaliação e Deliberação para as UPPs. A comissão é da Secretaria de Segurança criada para análise do projeto de pacificação (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

MEGAOPERAÇÕES - IMPRENSA COBRA QUE FUZIS NÃO SÃO APREENDIDOS

Prezados leitores, a imprensa tem destacado que nas megaoperações não tem sido apreendidos fuzis.
Por que a imprensa está tão surpresa?
Será que não conhecem o modus operandi dos traficantes de drogas?
Peço que assistam o vídeo a seguir com trecho de novela das Organizações Globo.




Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

VÍDEO - TRAFICANTES SE EXIBEM EM COMUNIDADE COM SEUS FUZIS

Prezados leitores, traficantes se exibem em comunidade portando fuzis e usando motocicletas para deslocamentos.



Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

RIO - COMPROVADO QUE SÓ AS FORÇAS ARMADAS PODEM RETOMAR E OCUPAR TERRITÓRIOS DOMINADOS POR CRIMINOSOS



Prezados leitores, tenho destacado que a missão de retomada e de ocupação das "partes do território brasileiro" (comunidades carentes ou favelas) PRECISA SER das Forças Armadas e não da Polícia Militar ou da Polícia Civil.
É impossível para as forças policiais estaduais retomar e ocupar quase 900 "partes do território brasileiro" dominadas por criminosos e onde o Estado não exerce os monopólios da força e da justiça, entre outros.
O número dessas comunidades foi revelado em estudo revelado pelo Jornal Extra e reforma o ERRO GROSSEIRO que foi a tentativa de implantação do projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Enquanto o governo federal não assumir a sua responsabilidade, o controle da violência não acontecerá no estado do Rio de Janeiro.



"Jornal Extra
6/08/17 06:00 Atualizado em 16/08/17 07:09 
Documento sigiloso da Secretaria de Segurança revela que Rio tem 843 áreas dominadas por bandos armados 
Rafael Soares 
O EXTRA teve acesso ao teor de um documento classificado como sigiloso pela Secretaria de Segurança do Rio, que só poderá ser tornado público, no mínimo, em 2021. A preocupação em esconder a informação tem explicação: é a primeira vez que o estado quantifica e mapeia as áreas que estão sob o controle de grupos armados. E o número de territórios onde a Constituição brasileira não vale nada é alarmante: 843. 
Para se ter uma ideia do tamanho do problema, só as dez regiões mais violentas somam uma área de 23km quadrados. Maior do que o município de Nilópolis, que tem 19km quadrados (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

OS MORADORES DE BEM E A TROPA DO EXÉRCITO BRASILEIRO ACUADA (?)

Prezados leitores, o vídeo que publico circulou ontem nas redes sociais sem que fossem fornecidos detalhes sobre o local e a data que os fatos reproduzidos ocorreram.
Quem tiver informações a respeito, por favor, encaminhe na forma de comentário.



A pergunta que surge em decorrência das imagens é onde estão as pessoas de bem que residem nesta comunidade?
Todas elas foram silenciadas pelos criminosos?
Se isso é verdade, por que continuam morando neste local de homizio de criminosos?
A seguir publico imagem da comunidade Dona Marta que circulou ontem nas redes sociais.




Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

RIO - MORADORES DAS COMUNIDADES DEVEM APOIAR AÇÕES DAS FORÇAS ARMADAS



Prezados leitores, o noticiário do final de semana deu conta que as Forças Armadas enfrentarão os traficantes de drogas que dominam partes do território brasileiro, impondo terror nas comunidades e utilizando armas de guerra. 
Eu tenho defendido essa ação faz tempo, considero que não existe alternativa e que a missão é de competência dos militares federais e não aos militares estaduais, a quem cabe o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. 
Tudo leva a crer que a ação gerará perdas de vidas humanas (militares, criminosos e moradores), o que é inevitável em ações de guerra, aliás, como tem ocorrido durante décadas no estado do Rio de Janeiro, só que entre os mortos estão Policiais Militares.
Diante dessa realidade, os moradores das comunidades onde as ações serão desenvolvidas deverão apoiar a iniciativa e colaborar com as Forças Armadas, algo que raramente ocorre com relação à Polícia Militar. 
O apoio será fundamental para diminuir as perdas humanas, tendo em vista que quanto mais rápida for a retomada e a ocupação das comunidades pelas tropas federais, menor será o número de confrontos armados.
Tenho certeza do sucesso das Forças Armadas na retomada e na ocupação dessas partes do território nacional que estão dominadas por criminosos.

 "Jornal O Globo 
Próxima fase da atuação das Forças Armadas terá foco no combate às armas 
Arsenais do crime estão na mira dos militares. Segundo ministro da Defesa, presença nas ruas será menos ostensiva 
BRUNO ALFANO / VERA ARAÚJO / RENAN RODRIGUES 30/07/2017 7:13 / atualizado 30/07/2017 9:57 
RIO - A segunda etapa da atuação das Forças Armadas no Rio terá como foco os arsenais de guerra das facções criminosas. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a primeira fase da operação das tropas federais no Rio será curta. Durante coletiva de imprensa no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), ontem, ele afirmou que a presença ostensiva dos militares nas ruas vai diminuir nos próximos dias para dar lugar a novas ações que ainda estão em fase de planejamento. Não haverá intervalo entre uma fase e outra. Dez mil homens das Forças Armadas chegaram ao Rio na última sexta-feira e ficarão até 2018. 
— Essa primeira fase é de curta duração. O fundamental são os trabalhos que atualmente estão sendo feitos de reconhecimento — afirmou Jungmann, que descartou ocupações permanentes de comunidades e defendeu não dar prazos para cada etapa: — Nossos objetivos estão sendo alcançados. Estamos fazendo esse reconhecimento das áreas que são fundamentais para a próxima fase. Só a inteligência permite golpear o crime organizado. Nosso objetivo continua sendo chegar ao centro de comando, aos arsenais e aos fluxos de drogas. Isso é o que importa para reduzir a criminalidade e dar uma sensação de segurança que não seja passageira, mas real (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A VIOLÊNCIA CRESCE NO RIO DE JANEIRO E NADA DO PLANO DO PRESIDENTE TEMER SER EFETIVADO



Prezados leitores, a violência segue vitimando a população e, especificamente, os Policiais Militares no estado do Rio de Janeiro.
O governo federal anunciou um Plano Nacional de Segurança Pública, destacando que não seria pirotécnico e que seria aplicado primeiro no Rio de Janeiro.
O fato é que a violência segue crescendo e nada do plano ser operacionalizado.
Eu continuo defendendo que não temos saída para o controle da violência que não passe pelo emprego direto das Forças Armadas.

1) "Jornal Extra
19/07/17 02:42 Atualizado em 19/07/17 02:56
PM é baleado com tiro de fuzil no braço durante patrulhamento no Alemão
Dayana Resende
O policial militar Gieverson Amaral, de 29 anos, foi baleado com um tiro de fuzil no braço, na noite desta terça-feira, no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio. O soldado, que é lotado na UPP Adeus/Baiana, sofreu fratura exposta e foi levado para o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha, onde passou por cirurgia. Ele seria encaminhado, ainda na madrugada, para a enfermaria.
Amaral deu entrada na unidade por volta das 21h. Ele ficou ferido durante seu plantão de 24 horas na comunidade. A polícia não divulgou as circunstâncias as quais a vítima foi atingida (Leiam mais)".

2) "Jornal O Globo 
Rodrigo Maia diz que segurança pública está sem controle no Rio 
Presidente da Câmara quer a implementação já do Plano Nacional de Segurança Pública no estado 
19/07/2017 7:27 / atualizado 19/07/2017 7:58 
RIO - O presidente da Câmara, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou as redes sociais para manifestar sua preocupação com a violência crescente no Rio. Em um post no Facebook, Maia diz que a segurança pública está sem controle no Rio e que o Plano Nacional de Segurança precisa ser rapidamente implementado no estado (Leiam mais)".

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sábado, 8 de julho de 2017

GRUPOS CRIMINOSOS DOMINAM PARTES DO TERRITÓRIO BRASILEIRO. O QUE FAZER?

"Servir e proteger"


Prezados leitores, grupos de criminosos fortemente armados dominam partes do território brasileiro (comunidades carentes).
No Rio de Janeiro, um dos principais municípios do país, a presença desses grupos ocorre na Zona Norte, na Zona Oeste, no Centro e na Zonal Sul, onde submetem milhares de cidadãos brasileiros as suas "leis", exercendo sobretudo o monopólio do uso da força.
Os criminosos aproveitaram da falta de urbanização ou da urbanização precária dessas partes do território brasileiro para ocuparem tais comunidades, o que inviabiliza a realização do policiamento ostensivo preventivo por parte da Polícia Militar, para transformá-los em bases onde vendem drogas ilícitas e de onde saem para prática de assaltos.
Há décadas as forças policiais realizam frequentes operações policiais (apelidadas de "tiro, porrada e bomba) para prender esses criminosos e apreender suas armas, o que invariavelmente resulta em confrontos armados e mortes.
Os criminosos e as armas são logo repostos, transformando as ações policiais em esforços praticamente inócuos.
Os bandidos jogam a culpa de todas essas mortes produzidas pelas "balas perdidas" durante as operações nas forças policiais e como dominam os moradores através do uso da força, obrigam a que parte deles pratiquem atos violentos de protestos nas vias publicas, incendiando ônibus, gerando o caos na cidade.
Fica claro que a capacidade acumulada por esses grupos criminosos que possuem modernas armas de guerra, gerou verdadeiros estados paralelos no Rio de Janeiro.
No governo Cabral-Pezão a tentativa de se contrapor a esses grupos com a colocação de jovens Policiais Militares em alguns desses territórios foi um gigantesco fracasso, causando a morte de vários policiais, além de ferimentos em um número muito maior.
A estratégia precisa mudar.
Cabe ressaltar que coragem não falta aos integrantes das forças policiais para enfrentá-los, como comprovam diariamente, mas faltam efetivo e recursos materiais para enfrentá-los adequadamente.
Portanto, continuar jogando nas costas das forças policiais a responsabilidade pelo enfrentamento significa manter ou agravar o grave quadro atual.
É evidente que esses grupos armados precisam ser detidos com urgência, seus integrantes presos e suas armas apreendidas, devolvendo a paz não só aos moradores das comunidades (partes do território brasileiro), mas para toda população.
Também salta aos olhos que a missão de retomada dessas partes do território nacional não é das forças policiais, como está claro na Constituição Federal.
Diante desses fatos, urge que o governo federal assuma as suas responsabilidades.

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quinta-feira, 6 de julho de 2017

DICAS PARA TENTAR SE PROTEGER DAS "BALAS PERDIDAS"

Prezados leitores, no estado do Rio de Janeiro as denominadas "balas perdidas" têm produzido cada vez mais mortos e feridos.

"Jornal Extra
06/07/17 05:00 Atualizado em 06/07/17 06:30 
Rio tem, em média, uma pessoa vítima de bala perdida a cada sete horas em 2017 (Leiam mais)"

O vídeo contém algumas dicas para proteção durante a ocorrência de tiroteios.




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sábado, 24 de junho de 2017

RIO - SEM EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS NA SEGURANÇA PÚBLICA, CRIMINALIDADE TENDE A AUMENTAR



Prezados leitores, nós temos argumentado que a retomada e a ocupação das partes do território brasileiro (comunidades carentes) dominadas por grupos armados que se utilizam armas de guerra é missão das Forças Armadas e não da Polícia Militar, instituição que cabe constitucionalmente a realização do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública.
O Comando do Exército Brasileiro não quer a participação da tropa federal na segurança pública, conforme declaração do excelentíssimo General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas.
É certo que o emprego das Forças Armadas gerará um desgaste enorme para a imagem institucional, algo que ocorre com as Polícias Militares que acabam sendo obrigados a fazer esse enfrentamento, mas nos parece inevitável o emprego se a intenção do governo federal for resolver o problema.
Mantido esse posicionamento pelas Forças Armadas, a situação no Rio de Janeiro tende a se agravar e cada vez mais partes do território nacional serão dominadas por esses grupos armados no estado, grupos cada vez mais fortemente armados, utilizando armas que as polícias estaduais não possuem.
Enquanto isso a população fluminense segue apavorada.

"Jornal O Dia
Comandante do Exército afirma que uso de militares em segurança é 'perigoso'
Segundo o comandante, o trabalho dos militares foi empregado 115 vezes nos últimos 30 anos em diferentes situações de apoio 
22/06/2017 18:47:53 
AGÊNCIA BRASIL 
Brasília - Ao participar de audiência pública no Senado, o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, disse nesta quinta-feira que o uso das Forças Armadas em ações de segurança pública é "desgastante, perigoso e inócuo". Para ele, esse tipo de modelo deve ser revisto. 
Segundo o comandante, o trabalho dos militares foi empregado 115 vezes nos últimos 30 anos em diferentes situações de apoio, a maioria ocorreu na última década. 
“Este emprego, inclusive, causou agora recentemente alguma confusão, de Garantia da Lei e da Ordem. Nos últimos 30 anos, nós fomos empregados 115 vezes. O único estado onde não houve emprego até hoje parece-me que foi São Paulo. Nós não gostamos desse tipo de emprego, não gostamos”, afirmou o general em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado sobre soberania nacional e projetos estratégicos do Exército (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

RIO - APREENSÃO DE 60 FUZIS - MPF ABRIU INVESTIGAÇÃO CONTRA A POLÍCIA CIVIL

Prezados leitores, não podemos acreditar em "ciúmes", afinal o importante para o povo brasileiro é que alguém faça o que deve ser feito.
Se a Polícia Federal não fez, devemos aplaudir a ação da Polícia Civil.





Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 2 de junho de 2017

POLICIAIS CIVIS SALVAM NÚMERO INCALCULÁVEL DE VIDAS NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, imaginem quantos seriam feridos ou mortos caso esses 60 (sessenta) fuzis chegassem ao seu destino...
Parabéns a todos os Policiais Civis que participaram da investigação e da apreensão do arsenal.

"Site G1
Polícia Civil apreende 60 fuzis de guerra no Aeroporto Internacional do Rio 
Armas estavam em carga de aquecedores de piscina no Galeão. Segundo secretário, já foram apreendidos 250 fuzis nos últimos 150 dias no Rio. 
Por Henrique Coelho e Marco Antônio Martins, G1 Rio 
01/06/2017 14h52 Atualizado há 2 horas 
Policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), apreenderam, nesta quinta-feira (1), 60 fuzis de guerra, no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. A informação é da Polícia Civil do Rio (Leiam mais e assistam a reportagem)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

RIO - POLICIAIS MILITARES CONTINUAM TRABALHANDO SEM 13o E COM SALÁRIO ATRASADO

Prezados leitores, os Policiais Militares do estado do Rio de Janeiro continuam servindo e protegendo à população, arriscando as próprias vidas, apesar do descaso do governo Pezão.



"Jornal O Dia
Polícia prende seis suspeitos de arrastão na Avenida Brasil 
A polícia conseguiu recuperar quatro carros roubados no local 
31/05/2017 18:00:14 
Rio - Seis homens foram presos na tarde desta quarta-feira, na Avenida Brasil, na altura do Hospital Geral de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Eles são suspeitos de fazer um arrastão na via. Segundo informações do Grupamento Transportado em Ônibus Urbano (GPTOU), eles tentaram assaltar diversos motoristas (Leiam mais)". 

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