JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

ROCINHA - O MINISTRO DA DEFESA ERROU NA AVALIAÇÃO ?

Prezados leitores, os fatos indicam que a avaliação do exmo Ministro da Defesa Raul Jungmann com relação a retirada das Forças Armadas da Rocinha não foi correta.




"Jornal Extra
01/10/17 12:23 Atualizado em 01/10/17 12:44 
Rocinha volta a ter tiroteios neste domingo 
RIO - A Favela da Rocinha, em São Conrado, voltou a registrar tiroteios na manhã deste domingo, dois dias após a saída das Forças Armadas da comunidade da Zona Sul. A Polícia Militar informou que houve um breve confronto na Rua 1 entre bandidos e policiais do Batalhão de Choque (BPCHq), que estão vasculhando o local. Ainda não há informações de feridos. 
De acordo com a PM, há mais de 500 policiais militares em 15 pontos de cerco e 14 pontos de contenção no interior da comunidade, além do patrulhamento das tropas especiais. Além disso, a comunidade conta com bases avançadas do Comando de Operações Especiais (COE) e do Comando de Polícia Pacificadora (CCP).
Nas redes sociais, internautas relatam o momento de tensão: 
“Confronto perturba paz do domingo na Rocinha” 
“#Rocinha: a vida debaixo de bala” 
“Que tranquidade, hein... Tiros na noite de sexta e tiros hoje pela manhã” (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

O INDISPENSÁVEL EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS NAS COMUNIDADES DOMINADAS PELOS TRAFICANTES DE DROGAS



Prezados leitores, o exmo Ministro da Defesa Raul Jugmann tem toda razão quando afirma que as Forças Armadas não podem usar seu poderio bélico para combater os traficantes de drogas que dominam centenas de comunidades carentes no estado do Rio de Janeiro, a letalidade das armas disponíveis provocaria um efeito colateral devastador, ceifando incontáveis vidas de moradores de bem e destruiria suas moradias.
Fatos inquestionáveis.
Apesar de concordar com essa opinião, penso que o exmo Ministro da Defesa está desfocado do problema central.
Eu defendo o emprego das Forças Armadas para retomada e ocupação das citadas comunidades carentes, mas não levanto essa bandeira por considerar que a questão seja o poderio bélico dos traficantes.
As Polícias Militar e Civil possuem armamentos que possibilitam esse tipo de enfrentamento, como demonstraram incontáveis vezes ao longo das últimas décadas.
Caso fosse esse problema as Forças Armadas poderiam continuar em seus quartéis.
O que não possuem as polícias estaduais é efetivo para retomar e manter uma ocupação pelo tempo necessário à urbanização das comunidades, as quais passariam a ser bairros populares com ruas que permitissem a execução do policiamento ostensivo pela Polícia Militar, algo hoje impossível, em face da existência em grande parte delas de becos e vielas, o que impede o policiamento e só permite a prática de ações de guerrilha urbana, atribuição que não é das polícias estaduais.
Penso que seja quase impossível reprimir o tráfico com eficácia sem urbanizar as comunidades, salvo melhor juízo.
As Forças Armadas, portanto, devem disponibilizar efetivo para as ocupações, que devem obedecer a um planejamento criterioso, tendo em vista que nem elas possuem efetivo para retomar e ocupar todas as comunidades carentes dominadas pelo tráfico.
A tarefa de restabelecer a hegemonia do Estado nas comunidades carentes do Rio de Janeiro é uma ação de longo prazo a ser feita gradativamente.
Reforçando meu posicionamento cito o fracasso completo das UPPs que teve no péssimo uso do efetivo da Polícia Militar um fator decisivo.
Cegos pelos interesses políticos e financeiros, o ex-governador Sérgio Cabral e seus assessores da área da segurança pública "formaram" Policiais Militares em grande quantidade, o que fez a qualidade da formação definhar. Aplicaram todos os jovens Policiais Militares nas UPPs e não recompletaram o efetivo dos batalhões operacionais.
Os resultados foram: comunidades carentes sem policiamento, ruas sem policiamento, aumento da violência e reeleição de Sérgio Cabral.
Diante do exposto, nos resta solicitar as autoridades federais que entendam que precisamos do efetivo das Forças Armadas e não do uso de fragatas, de tanques de guerra ou de caças bombardeiros.
Por derradeiro, no intuito de facilitar aos nossos leitores que não são militares, cito alguns dados numéricos com relação ao efetivo para melhor compreensão do problema.
Considerando que uma determinada comunidade carente necessite de 200 (duzentos) Policiais Militares durante todo o dia para manter adequadamente uma ocupação e aplicando no efetivo uma escala (ruim para os PMs) de 12 horas de trabalho por 24 horas de folga + 12 horas de trabalho por 48 horas de folga (o que parece uma escala 24 x 72 horas, mas não é), só essa comunidade "consumirá" 800 (oitocentos) Policiais Militares para compor as 4 (quatro) turmas necessárias. Isso sem considerar os militares de polícia que estariam afastados por férias, licenças médicas, etc.
Efetivo, exmo Ministro da Defesa, nós precisamos de efetivo e não temos como formar com qualidade milhares de novos Policiais Militares da noite para o dia, nem o governo tem como pagá-los dignamente, como ocorre com os atuais.
Fato inquestionável.

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

ROCINHA - GOVERNADOR PEZÃO ERRA AO JUSTIFICAR O NÃO EMPREGO DA PM PARA EVITAR INVASÃO



Prezados leitores, a situação que estamos assistindo na Rocinha é injustificável.
Isso sem falar nas cenas que a maioria não está assistindo, como as cenas que circulam em redes sociais de corpos sendo queimados.
Primeiro, a tentativa de explicação do exmo governo Pezão para ter determinado às forças de segurança que não atuassem para evitar a invasão por ser domingo carece de qualquer sentido.
Lembro das reuniões que aconteciam na sala do Chefe do Estado Maior da PMERJ nos idos de 2005, envolvendo o Chefe, o Subchefe e o PM-2 (Inteligência), as quais eram realizadas após o expediente, quando dados sobre esse tipo de invasão em comunidades eram constantes e eles três estabeleciam o planejamento para evitar, isso com o deslocamento de tropas para locais determinados com o intuito de impedir o deslocamento dos grupos invasores.
A ideia não era confrontar, mas evitar a invasão, impedindo a circulação do grupo invasor.
O índice de acerto era muito grande e incontáveis invasões foram evitadas, não importando o dia da semana (o planejamento dos finais de semana era feito nas sextas-feiras e alterado em caso de novos dados).
Eu participava basicamente como ouvinte, não fiz parte dessas ações de sucesso, apenas participava das reuniões para tratar dos temas da Corregedoria Interna.
Portanto, a explicação governamental é sem fundamentação.
Outro aspecto importante a ser destacado é a presença de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na comunidade, totalmente incapaz de oferecer resistência aos traficantes, onde os Policiais Militares apenas servem de alvo e contribuem para a desmoralização institucional, não por sua culpa, vale destacar.
Finalmente, para não escrever um artigo gigante, trato do fato noticiado dando conta que traficantes estão fugindo da comunidade com medo de serem presos e mortos dentro do presídio por membros da facção, o que revela a precariedade do sistema penitenciário do estado do Rio de Janeiro, alvo de tantas denúncias nos últimos anos.
Sofre a população fluminense com a incapacidade dos gestores da segurança pública, tanto no governo federal, quanto no governo estadual.
A esperança de melhoria só existirá quando "o mando couber ao mais digno e competente", mas isso parece não interessar a ninguém.

"Jornal Extra
Publicado em 21/09/17 06:00 Atualizado em 21/09/17 08:54 
Traficantes começam a fugir da Rocinha com medo de serem mortos por facção 
Rafael Soares 
Acuado e sem apoio da facção, o bando de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, alvo dos traficantes que invadiram a Rocinha no último domingo, começou a se desmantelar. Temendo serem presos e mortos na Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho, Bangu 4 — dominada pela Amigos dos Amigos (ADA), facção a qual Rogério pertencia —, alguns bandidos já saíram da parte alta da favela e buscaram refúgio em outras localidades dominadas pela ADA, como o Morro de São Carlos, na Região Central do Rio. Uma gravação obtida pela polícia mostra a apreensão de bandidos ligados a Rogério. “Os caras do Bangu 4 falaram que, quem rodar, vão passar o cerol”, diz um homem pelo rádio (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

VIOLÊNCIA NO RIO - MINISTÉRIO DA DEFESA E SECRETARIA DE SEGURANÇA NÃO SE ENTENDEM



Prezados leitores, a população do estado do Rio de Janeiro convive com uma violência que o Estado Brasileiro não consegue controlar.
O governo federal (presidente Temer) e o governo estadual (governador Pezão) uniram forças para tentar opor alguma resistência aos criminosos, sendo empregados integrantes das Forças Armadas, do projeto da Força Nacional de Segurança Pública, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar e da Polícia Civil.
Os resultados obtidos até a presente data são pífios, como a imprensa tem destacado.
Ao que parece não está existindo o indispensável entendimento entre o Ministério da Defesa e a Secretaria de Segurança Pública.
A situação lembra o dito popular: "filho feio não tem pai".
Onde a constância da violência é o "filho feio".
A incapacidade que tem sido demonstrada pelos governos federal e estadual de reverter o quadro de violência está penalizando a população diariamente.
É preciso que os dois governos assumam a sua parcela de culpa no problema e que atuem para solucioná-lo.
Caso contrário permanecerá a improdutividade e o gasto de dinheiro público sem resultados.
Se o Exército não é Polícia Militar para realizar policiamento ostensivo, a Polícia Militar também não é Exército para retomar e ocupar partes do território brasileiro que estão dominadas por grupos armados com fuzis e metralhadoras.
Acertem o passo, o povo precisa.

"Jornal Extra
20/09/17 20:03 Atualizado em 20/09/17 20:25
Governo pede o patrulhamento das Forças Armadas em 103 pontos da Região Metropolitana do Rio; ministro nega
RIO - A secretaria de Segurança do Rio solicitou na tarde desta quarta-feira que as Forças Armadas façam o patrulhamento em 103 pontos da Região Metropolitana. Pelo twitter, o órgão afirma que o pedido foi feito após o ministério da Defesa " expressar a inexistência de qualquer limitador financeiro ou operacional para emprego das Forças Armadas" no Rio.
Em nota, o Comando Militar do Leste (CML) afirma que ainda não recebeu a demanda feita pela secretaria. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, no entanto, disse que negará o pedido de patrulhamento. Em entrevista à GloboNews TV, Jungmann disse que não é função das Forças Armadas fazer papel de polícia (Leiam mais)".

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

RIO - CORONÉIS PM CRITICAM VISÃO DE GENERAL SOBRE OCUPAÇÃO MILITAR



Prezados leitores, a denominada "esquerda" tem conseguido espaço dentro dos quartéis e das delegacias policiais.
Leiam a opinião de dois Coronéis PM que, salvo engano, estão ligados ao PSOL, o que é um direito deles, diga-se de passagem.

"Site The Intercep_ 
“VERDADEIRAMENTE ASSUSTADOR”: EX-COMANDANTE DA PMERJ CRITICA VISÃO DE GENERAL SOBRE OCUPAÇÃO MILITAR NO RIO 
Cecília Olliveira 
4 de Agosto de 2017, 9h54 
NÃO EXISTE PLANO para segurança do Rio. Não para cidadãos comuns. Isso ficou muito claro esta terça (01) durante o evento “Brasil de Ideias”, que reuniu ministros e autoridades para “debater” a segurança do país, em Copacabana, para uma plateia de empresários. 
Dentre os palestrantes nenhum falou sobre planejamento estratégico ou investimentos da operação das Forças Armadas no Rio de Janeiro, que, segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, dura até 2018. Também não foi dita uma única palavra sobre os motivos da “crise” no estado: a corrupção generalizada perpetrada pelo PMDB’ que deixou o Rio numa miséria política e institucional como poucas vezes vista país afora, e a total falta de planejamento. Nenhuma palavra sobre um ex-governador preso, um governador que se equilibra no cargo para não perder o foro privilegiado e um vice que aparece nas listas da Odebrecht. 
(...) 
Poucos dos presentes estranharam as afirmações. “Isso é alarmante. É uma perspectiva bélica, que entende que política de segurança se faz sob a perspectiva militarizada e que desconsidera que a própria vocação do Exército não está ligada ao enfrentamento do próprio cidadão brasileiro. As Forças Armadas não estão destinadas a fazer guerra contra seus nacionais. Aliás, as Forças de nenhum país do mundo estão. Isso é um patamar mais alto da incompreensão da segurança pública brasileira. É verdadeiramente assustador”, disse, depois de um tempo em silêncio, Íbis Silva Pereira, coronel da Reserva Remunerada da Polícia Militar do Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete do Comando Geral e, por dois meses, Comandante da própria corporação. 
(...) 
Robson Rodrigues, que chegou a ser o número dois da Polícia Militar do Rio de Janeiro, ficou surpreso com a fala do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional. “Isso é uma democracia. Fariam isso [“coisas indesejáveis, inclusive injustiças”] na Vieira Souto? Na Delfim Moreira? Isso é um problema sério. Uma falsa interpretação adequada do contexto”, reitera. Rodrigues é formado em direito e doutorando em antropologia. Foi chefe do Estado Maior da PM e do Comando de Polícia Pacificadora. 
Para Rodrigues, se as dissertações, evidências e inteligência que são produzidas pela Academia fossem utilizadas adequadamente, estaríamos numa situação melhor hoje. “O problema é quando há desvio político das ações que devem ser técnicas. E para serem técnicas precisam ter evidências. Você precisa trabalhar com uma análise muito racional desses fatos. Não adianta ir com emoções e com a força bruta”, reitera (Leiam na íntegra)". 

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

RIO: A VIOLÊNCIA ESTÁ FORA DE CONTROLE. O QUE FAZER? QUEM VAI FAZER?

Moradores de comunidade saqueando caminhão de carga roubado


Prezados leitores, todo dia o noticiário comprova que a violência está fora de controle no estado do Rio de Janeiro, isso significa que o Estado brasileiro está perdendo a luta contra o criminoso organizado.
As vítimas são a população e, especificamente, os Policiais Militares por estarem na linha de frente.
Neste caos, o governo federal encaminhou para o Rio de Janeiro integrantes das Forças Armadas e do projeto da Força Nacional de Segurança Pública, além de aumentar o efetivo da Polícia Rodoviária Federal, assumindo em parte a sua grande parcela de responsabilidade pelo que estamos vivenciando no Rio de Janeiro.
Os resultados oficiais ainda não são conhecidos com relação aos índices de criminalidade, mas o noticiário continua demonstrando uma violência descontrolada.
É certo que existe algum tipo de planejamento para atuação conjunta e torço para nele estejam delineadas todas as providências para controlar a violência.
O que fazer?
Quem vai fazer?
São algumas das perguntas que precisam ter respostas certas e que sejam implementadas com a velocidade que a gravidade da situação exige.
Basta de Policiais Militares assassinados e feridos em "combates" que não fazem parte de sua missão constitucional.

"Jornal Extra 
1) 04/08/17 04:34 
Dois PMs são baleados durante perseguição em Vila Isabel 
Rafael Nascimento 
Dois PMs foram baleados durante um confronto que ocorreu durante uma perseguição policial em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, na noite desta quinta-feira. A ação aconteceu por volta das 22h e deixou moradores da região assustados. De acordo com testemunhas, o bando era formado por quatro bandidos armados, que conseguiram fugir o fim da ação. Feridos, os militares foram socorridos e levados para o Hospital do Andaraí: um deles atingido em uma das mãos e o outro ferido no peito — este não teve ferimento mais sério porque vestia o colete à provas de bala, que amenizou o impacto. Nenhum deles, segundo informações de colegas de farda dos policiais feridos, corre risco de morrer. 
De acordo com a corporação, a perseguição e o tiroteio foram desencadeados pela ação dos bandidos que começou no Engenho de Dentro, também na Zona Norte. O bando teria saído daquele bairro e passado por outros locais, como Grajaú e Vila isabel, praticando roubos. Neste último, um cerco policial teria sido realizado na Rua Visconde de Abaeté para interromper a ação dos assaltantes e houve confronto, segundo informações de testemunhas (Leiam mais)". 

2) 04/08/17 09:13 Atualizado em 04/08/17 09:14 
PMs são atacados por bandidos ao tentarem recuperar carga roubada na Zona Norte do Rio 
Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro São João, no Engenho Novo, Zona Norte do Rio, foram atacados a tiros, na manhã desta sexta-feira, quando tentavam recuperar um cacaminhão dos Correios que havia sido levada para a comunidade. Os disparos contra os agentes ocorreram em diversos pontos da favela. Não há informações de feridos (Leiam mais)". 

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

RIO - MORADORES DAS COMUNIDADES DEVEM APOIAR AÇÕES DAS FORÇAS ARMADAS



Prezados leitores, o noticiário do final de semana deu conta que as Forças Armadas enfrentarão os traficantes de drogas que dominam partes do território brasileiro, impondo terror nas comunidades e utilizando armas de guerra. 
Eu tenho defendido essa ação faz tempo, considero que não existe alternativa e que a missão é de competência dos militares federais e não aos militares estaduais, a quem cabe o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. 
Tudo leva a crer que a ação gerará perdas de vidas humanas (militares, criminosos e moradores), o que é inevitável em ações de guerra, aliás, como tem ocorrido durante décadas no estado do Rio de Janeiro, só que entre os mortos estão Policiais Militares.
Diante dessa realidade, os moradores das comunidades onde as ações serão desenvolvidas deverão apoiar a iniciativa e colaborar com as Forças Armadas, algo que raramente ocorre com relação à Polícia Militar. 
O apoio será fundamental para diminuir as perdas humanas, tendo em vista que quanto mais rápida for a retomada e a ocupação das comunidades pelas tropas federais, menor será o número de confrontos armados.
Tenho certeza do sucesso das Forças Armadas na retomada e na ocupação dessas partes do território nacional que estão dominadas por criminosos.

 "Jornal O Globo 
Próxima fase da atuação das Forças Armadas terá foco no combate às armas 
Arsenais do crime estão na mira dos militares. Segundo ministro da Defesa, presença nas ruas será menos ostensiva 
BRUNO ALFANO / VERA ARAÚJO / RENAN RODRIGUES 30/07/2017 7:13 / atualizado 30/07/2017 9:57 
RIO - A segunda etapa da atuação das Forças Armadas no Rio terá como foco os arsenais de guerra das facções criminosas. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a primeira fase da operação das tropas federais no Rio será curta. Durante coletiva de imprensa no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), ontem, ele afirmou que a presença ostensiva dos militares nas ruas vai diminuir nos próximos dias para dar lugar a novas ações que ainda estão em fase de planejamento. Não haverá intervalo entre uma fase e outra. Dez mil homens das Forças Armadas chegaram ao Rio na última sexta-feira e ficarão até 2018. 
— Essa primeira fase é de curta duração. O fundamental são os trabalhos que atualmente estão sendo feitos de reconhecimento — afirmou Jungmann, que descartou ocupações permanentes de comunidades e defendeu não dar prazos para cada etapa: — Nossos objetivos estão sendo alcançados. Estamos fazendo esse reconhecimento das áreas que são fundamentais para a próxima fase. Só a inteligência permite golpear o crime organizado. Nosso objetivo continua sendo chegar ao centro de comando, aos arsenais e aos fluxos de drogas. Isso é o que importa para reduzir a criminalidade e dar uma sensação de segurança que não seja passageira, mas real (Leiam mais)". 

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sábado, 22 de julho de 2017

VIOLÊNCIA NO RIO: COMO SERÃO EMPREGADAS AS FORÇAS ARMADAS?



Prezados leitores, o governo federal anunciou o envio de militares federais (Forças Armadas) para controlar a violência no Rio de Janeiro.
Eu tenho defendido esse emprego, mas ele não pode ser mais do mesmo, como aconteceu nas outras vezes que as Forças Armadas foram empregadas.
É preciso que as Forças Armadas retomem e ocupem as comunidades carentes dominadas por grupos armados que simplesmente mandam em partes do território brasileiro.
Recuperar o controle para o Estado dessas comunidades é missão das Forças Armadas.
Caso as Forças Armadas iniciem essa missão, a Polícia Militar liberará milhares de policiais para que atuem no policiamento ostensivo, missão constitucional das Polícias Militares.

"Jornal O Dia
Forças Armadas vão patrulhar as ruas do Rio 
Ministro da Defesa disse que reforço fica até dezembro de 2018 
21/07/2017 20:33:07 - ATUALIZADA ÀS 21/07/2017 22:40:47 
Rio - O ministro da Defesa Raul Jungmann informou, na noite desta sexta-feira, que as Forças Armadas voltarão a patrulhar as ruas do Rio pela segunda vez em 2017. Agora, segundo o ministro, o efetivo do Exército, Marinha e Aeronáutica ficará até dezembro de 2018. No início de fevereiro, a pedido do governador Luiz Fernando Pezão, nove mil homens foram destacados para a função durante nove dias. 
Na ocasião, com a Garantia da Lei e Ordem (GLO), os militares patrulharam a orla da Zona Sul da cidade e vias expressas, como a Avenida Brasil e Transolímpica, além de pontos de Niterói e São Gonçalo, na Região Metropolitana. À época, a GLO foi decretada no Rio num momento em que o estado enfrentava protestos de familiares de policiais e de manifestações sobre a votação da privatização da Cedae (Leiam mais)". 

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terça-feira, 9 de maio de 2017

VÍDEO - RIO - VIOLÊNCIA - SERÁ QUE O GOVERNO FEDERAL VAI REPETIR OS ERROS DO PASSADO ?

Prezados leitores, infelizmente, tudo indica que apesar da anunciada ajuda do governo federal, a tendência é que a violência aumente no estado do Rio de Janeiro.
Salvo melhor juízo, o governo federal não quer assumir as suas responsabilidades no enfrentamento dos grupos armados que dominam partes do território brasileiro (comunidades carentes).




"Jornal O Globo
Ministro da Defesa diz que plano de segurança para o Rio será semelhante ao implementado na Olimpíada Raul Jungmann destaca que maior urgência é atacar a 'cadeia de comando' do crime organizado no estado 
08/05/2017 15:59 / atualizado 08/05/2017 17:09
RIO - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta segunda-feira que o plano de segurança que está sendo elaborado para o Rio será semelhante ao implantado no estado durante os Jogos Olímpicos, no ano passado. Segundo informações do portal de notícias G1, Jungmann considera que a maior urgência para enfrentar a crise na segurança é atacar aquilo que classifica como "cadeia de comando do crime".
Ao falar sobre o envio das tropas da Força Nacional ao Rio, o ministro ressaltou que o modelo será diferente do feito com base na Garantia da Lei e da Ordem (GLO), utilizada antes do Carnaval.
- Não adianta você ficar pegando o pequeno traficante, o pequeno criminoso, quando os barões continuam soltos. Nós precisamos pegar a cadeia de comando do crime para poder de fato ajudar a mudar a sensação de insegurança que o carioca vive. 
Jungmann ressaltou que a utilização de tropas federais na rua funciona como uma solução momentânea, com a criminalidade voltando a subir depois que militares das Forças Armadas e agentes da Força Nacional deixam o estado.
- Aquilo (a GLO) dá uma sensação de segurança, dá um alívio, como baixar uma febre, mas aquilo não resolve os nossos problemas. Quando você põe as tropas nas ruas, o crime se retrai, quando você sai ele volta. Nós precisamos fazer com que essa dinâmica não aconteça - resumiu (Leiam mais)".

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