JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 22 de março de 2018

VÍDEO - POLICIAIS MILITARES ATACADOS POR TRAFICANTES



Policiais Militares sendo atacados quando faziam patrulhamento em um veículo blindado para transporte de tropa em uma comunidade carente.
Lembro que as missões constitucionais das Polícias Militares são: o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública.
Será que viverei o tempo suficiente para ver as autoridades empregarem a Instituição em conformidade com os mandamentos constitucionais ou continuarei vivenciando esse tempo de mortes de Policiais Militares atuando em missões diversas das previstas no texto constitucional?


terça-feira, 20 de março de 2018

DELÍRIOS DOS PERDIDOS - CORONEL PM REF LYRIO

"Delírios dos Perdidos

Há muito tempo se ouvem gritos famintos por substituição de nossas PPMM por outro modelo de Agência capaz de realizar o trabalho de polícia ostensiva de preservação da ordem pública, em cumprimento ao comando constitucional contido no art 144 da Carta Magna, com agentes civis, ou, melhor entendido, agentes não militares, com menor nível de truculência e maior consciência dos direitos humanos com os menos favorecidos. Pois bem. As perguntas que vêem à mente imediatamente são as seguintes: Quanto tempo levaria para se montar uma estrutura administrativo-operacional com tão complexa responsabilidade, a curto ou médio prazos? Como seria operacionalizada a transição entre as forças nova e antiga? Como seria o modelo de atuação da nova força policial que garantiria o sucesso esperado por seus idealizadores? Como seria o controle desta nova tropa armada e desdobrada no terreno em suas missões de alta criticidade, incluindo enfrentamento de bandos armados próprio da rotina do nosso estado? O que seria feito com os aproximadamente cinquenta mil PPMM da força substituída, aprovados em concurso público? Que garantias os cidadãos teriam sobre a árdua e delicada missão de exercer o Poder de Polícia sem gerar nas pessoas um certo nível de constrangimento e desconforto próprios do referido atributo legal, durante as necessárias abordagens e buscas pessoais? Como seriam as regras para os constantes casos de horas extras decorrentes de andamento de ocorrências em delegacias de polícia judiciária? Bem, é melhor pararmos por aqui, pois seria interminável a lista de questionamentos e dúvidas sobre tal estrutura, da qual não se tem informação ou definição se seria municipal, estadual ou federal. 

Certa vez, tive a ideia e a curiosidade de fazer algumas dessas perguntas a alguns adeptos desse desejo de desmilitarização da PM e a resposta unânime foi a seguinte: Sei lá. Não poderíamos aproveitar toda a estrutura já existente na PMERJ, incluindo o seu contingente, abolindo apenas o uso da farda? Esta foi a pergunta que me fizeram em devolução das minhas. Então, finalmente entendi que a aversão que tanto incomoda boa parcela da sociedade quanto à existência da PM não é a PM, é a farda. Ou seja, se a PM realizar seu trabalho complexo, perigoso, heróico, sacrificante e admirado por outras polícias estrangeiras em razão do louco palco de operações que o RJ possui, por incompetência e descuido de gestores políticos ao longo de décadas, sem uso de fardas e insignias, pronto, passará a ser respeitada e amada como ela mereceu há 206 anos de bons serviços prestados aos homens e mulheres de bem do estado. Desculpem-me. Mas...é ou não é um DELÍRIO? Estão perdidos. 

Rodolpho Oscar Lyrio Filho - Cel PM Ref

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

RIO - SEGURANÇA PÚBLICA - ALGUMAS REFLEXÕES BASEADAS NA HISTÓRIA RECENTE




Transcrevo comentário publicado por um leitor assíduo do blog e sempre elogiado em suas abordagens.
Peço que leiam e que opinem.

"Anônimo
16 de fevereiro de 2018 15:45 
Cel Paúl, neste momento, com a notícia de que haverá intervenção federal na segurança pública do RJ, é preciso refletir... 
Desde 2007, vimos a polícia militar ser destruída paulatinamente por politiqueiros, que, hoje, sabemos quais eram os reais objetivos: roubar os cofres do estado e se perpetuarem no poder. 
Político algum possui compromisso com as instituições. Delas, eles só querem tirar proveito. Mas nós, policiais de formação, o que fizemos para impedir o desmonte da corporação diante dos projetos politiqueiros? 
Sei que o senhor e outros poucos se posicionaram contrários logo no inicio... Mas a maior parte dos oficiais e praças, principalmente os comandantes (capitães, majores, tenentes-coronéis e coronéis) apenas festejaram a oportunidade de ganharem - cada qual no seu degrau - status e gratificações. 
Todos nós sabíamos que as UPPs enfraqueceriam a PMERJ e, consequentemente, o policiamento ostensivo, a prevenção aos delitos. 
Tenentes e capitães da década de 1990, hoje são oficiais superiores, comandantes. Portanto, administradores da polícia. 
A maior parte deles, os comandantes, porém, preferiu fazer da PM uma órgão estatístico para respostas governamentais à imprensa. Outra parte, convenceu-se que acompanhar a mancha criminal e distribuir o policiamento preventivo,além de atender aos chamados 190 e também assumir as ocorrências que surgissem espontaneamente durante o patrulhamento não bastavam ou não eram dignas de seus postos e, então, avançaram sobre as favelas transformando a corporação em um monstro repressivo em operações. Por último, uma parcela desses oficiais deslumbrou-se com os cursos de direito e resolveu fazer da PM (através da corregedoria) uma polícia judiciária à parte (dpjm) para se igualarem, vagarosamente, aos delegados de polícia. 
Bem, nem vou entrar na questão dos bandidos infiltrados... 
Resta perguntar: por que no passado, quando tínhamos uma criminalidade menor e mais fraca, nossos comandantes valorizavam PCtran, duplas de PO, cabinas, setores, subsetores, Pamesp, supervisão de todos os escalões, etc? 
Sou um semianalfabeto... Mas consigo entender que fizeram o desmanche de todo tipo de policiamento para privilegiar grupos megalomaníacos. Logo, não coube a ninguém planejar e implementar o bom e velho policiamento ostensivo. A PM seca gelo porque quer se ocupar com a missão de outros órgãos e atender interesses pessoais de seus oficiais do alto escalão, os verdadeiros administradores. 
Portanto, a tendência ou as correntes antagônicas existentes no topo da pirâmide mais a manipulação politica levou a corporação ao desuso de sua própria missão constitucional, ao sufoco, ao desgaste e à ruína. 
A culpa da segurança pública estar do jeito que está não é somente do governador, do secretário, do comandante geral e da polícia civil, mas sim de todos aqueles que, tal qual nosso oficialato administrador, ajoelharam-se aos políticos e fecharam os olhos para a valorização de uma polícia ostensiva não televisiva. 
Sejamos honestos... Quem criticou aqueles bailes de debutantes ocupando policiais? E os abraços de campanha? E os conjuntos musicais com PMs tocando e cantando funk na favela para agradar Ongs? Quem criticou PMs rebolando fardado em programa de televisão? Quem criticou a desmoralização de uma corporação nascida em 1809? 
Não se iludam, ainda vai piorar muito até que ocorra a nossa conscientização. 
Sgt Foxtrot"

AS POLÍCIAS E O CONTROLE DA VIOLÊNCIA



O Rio de Janeiro é um exemplo da perda do controle da violência por parte do governo, como o noticiário comprova a todo momento.
Diante desse quadro é normal que quase todos os habitantes, inclusive os policiais, atribuam a responsabilidade às polícias, o que é um erro.
Todos sabem que as polícias brasileiras são deficientes no cumprimento de suas missões por uma série de fatores, os quais não irei discorrer neste curto artigo, em face de que a maioria deles é do conhecimento da população corretamente alfabetizada.
Neste caos que vivemos é importante ratificar que a atuação das polícias é necessária apenas quando uma série de ações preventivas deixaram de ser implementadas pelos governantes, sendo a primeira delas a promoção de educação de boa qualidade, condição indispensável para a formação da cidadania.
Portanto, devemos erguer nossas vozes não contra as polícias, mas contra todos os maus governantes que abundam pelo Brasil.
São eles que promoveram esse descontrole da violência no Rio de Janeiro e em outros entes federativos, como são eles que são os responsáveis pela ausência de obras de infraestrutura que evitariam que a "Cidade Maravilhosa" ficasse submersa a cada temporal, isso citando apenas dois exemplos da incompetência dos políticos.
As polícias não são as "vacinas", elas são os "antibióticos".

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

POLÍCIA MILITAR VAI ACABAR COM O RANCHO PARA AUMENTAR EFETIVO NAS RUAS?



Prezados leitores, será verdade?
Circulou hoje nas redes sociais o seguinte texto:

"Vai publicar no Bol PM de hoje:
Considerando a crise que assola o Estado do Rio de Janeiro;
Considerando que os princípios da eficiência e da economicidade são norteadores da administração pública;
Considerando os elevados gastos das Unidades com gêneros alimentícios, água, luz e gás, bem como com Policiais Militares não especializados e treinados para as funções de cozinheiro, despenseiro, garçom, etc;
Considerando os diversos costumes alimentares; 
Considerando a escassez de recursos para melhorias e fornecimento de alimentação em qualidade satisfatória ao Policial Militar;
Considerando que a atividade precípua constitucional da PMERJ é a Polícia Ostensiva e a preservação da ordem pública;
Considerando o aumento dos índices criminais;
Considerando a necessidade urgente de dinamizar a atividade de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro; e 
Considerando que 500 Policiais Militares são empregados para elaboração e manutenção de atividades ligadas aos ranchos. 
Este Comando resolve:
1. Ficam temporariamente inativos todos os ranchos da PMERJ, cozinhas e aprovisionamentos, exceto os já terceirizados e os das Unidades subordinadas a DGEI e a DGS. 
Em consequência disso:
1. todo efetivo da atividade fim deverá ser desarranchado;
2. O efetivo recuperado deverá, se apto B ou C, substituir os aptos A das atividades administrativas;
3. O efetivo empregado na atividade meio deverá ser, preferencialmente, apto B ou C;
4. O efetivo empregado na atividade meio, aptos B e C, Oficiais e praças, passam a cumprir o horário de 13:00h as 18:00h, não percebendo o valor do desarranchamento;
5. Os locais onde, ora funcionam como rancho, cozinha e aprovisionamento, deverão ser objeto de locação a terceiros interessados, conforme procedimento formal legal pertinente;
6. Todo efetivo recuperado deverá ser direcionado a atividade fim, se possível, e atuar para redução dos índices criminais, conforme planejamento das Unidades, que deverão ser enviados ao EMG-PM/3".

Juntos Somos Fortes!

PS - Não ocorreu a publicação no Bol PM.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

RIO - SEGURANÇA PÚBLICA - GOVERNO FEDERAL ERRA DE NOVO



Prezados leitores, tenho insistido que a atuação das Forças Armadas é indispensável para o controle da violência nas centenas de comunidades carentes do Rio de Janeiro que estão dominadas por grupos fortemente armados.
Comentei em vários artigos e vídeos.
Expliquei que não é missão da Polícia Militar invadir, retomar e ocupar as comunidades carentes, as quais são partes do território nacional que foram tomadas pelo crime.
Tal missão é própria das Forças Armadas.
Cabe a Polícia Militar a realização do policiamento ostensivo (algo impossível nas referidas comunidades) e a preservação da ordem pública (como falar em ordem onde o Estado não tem o domínio?).
Ontem, o exmo Ministro da Defesa informou que as Forças Armadas deixarão a Rocinha, algo que antecipei.
A repetição de um erro constante por parte do governo federal.
Só falta acertar a previsão que fiz de que o traficante "Nem" será o grande vencedor da "guerra da Rocinha".
Moradores da Rocinha sintetizam: "Acabou a paz!" (Fonte).

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

RIO - O GOVERNO QUER ACABAR COM DOMÍNIO DOS TRAFICANTES NAS "FAVELAS"?

Prezados leitores, salvo melhor juízo, não parece que o governo brasileiro, considerando as ações paliativas que desenvolve, quer acabar com o domínio dos traficantes de drogas nas favelas do Rio de Janeiro. 
O que estamos assistindo na Rocinha é a repetição de um filme repetido várias vezes, como comento no vídeo a seguir: 



Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

VIOLÊNCIA NO RIO - MINISTÉRIO DA DEFESA E SECRETARIA DE SEGURANÇA NÃO SE ENTENDEM



Prezados leitores, a população do estado do Rio de Janeiro convive com uma violência que o Estado Brasileiro não consegue controlar.
O governo federal (presidente Temer) e o governo estadual (governador Pezão) uniram forças para tentar opor alguma resistência aos criminosos, sendo empregados integrantes das Forças Armadas, do projeto da Força Nacional de Segurança Pública, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar e da Polícia Civil.
Os resultados obtidos até a presente data são pífios, como a imprensa tem destacado.
Ao que parece não está existindo o indispensável entendimento entre o Ministério da Defesa e a Secretaria de Segurança Pública.
A situação lembra o dito popular: "filho feio não tem pai".
Onde a constância da violência é o "filho feio".
A incapacidade que tem sido demonstrada pelos governos federal e estadual de reverter o quadro de violência está penalizando a população diariamente.
É preciso que os dois governos assumam a sua parcela de culpa no problema e que atuem para solucioná-lo.
Caso contrário permanecerá a improdutividade e o gasto de dinheiro público sem resultados.
Se o Exército não é Polícia Militar para realizar policiamento ostensivo, a Polícia Militar também não é Exército para retomar e ocupar partes do território brasileiro que estão dominadas por grupos armados com fuzis e metralhadoras.
Acertem o passo, o povo precisa.

"Jornal Extra
20/09/17 20:03 Atualizado em 20/09/17 20:25
Governo pede o patrulhamento das Forças Armadas em 103 pontos da Região Metropolitana do Rio; ministro nega
RIO - A secretaria de Segurança do Rio solicitou na tarde desta quarta-feira que as Forças Armadas façam o patrulhamento em 103 pontos da Região Metropolitana. Pelo twitter, o órgão afirma que o pedido foi feito após o ministério da Defesa " expressar a inexistência de qualquer limitador financeiro ou operacional para emprego das Forças Armadas" no Rio.
Em nota, o Comando Militar do Leste (CML) afirma que ainda não recebeu a demanda feita pela secretaria. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, no entanto, disse que negará o pedido de patrulhamento. Em entrevista à GloboNews TV, Jungmann disse que não é função das Forças Armadas fazer papel de polícia (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

sábado, 16 de setembro de 2017

CRISE: FORÇAS ARMADAS COGITAM INTERROMPER AJUDA AO RIO POR ATRITO COM SESEG



Prezados leitores, desde 2008 tenho sido um crítico ácido da Secretaria Estadual de Segurança Pública, órgão que considero ineficiente e dispendioso.
Tenho proposto a sua extinção e o retorno dos policiais aos seus órgãos de origem (Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, ...) onde estão fazendo falta.
Temos que dar autonomia às Polícias Militar e Civil para serem dirigidas, respectivamente, pelo Comandante Geral da PMERJ e pelo Chefe da PCERJ.
Apesar dessa minha opinião, caso tenham existido críticas oriundas da SESEG sobre o emprego das Forças Armadas, elas podem ter algum fundamento.
Tenho publicado artigos e vídeos onde expresso minha opinião, um direito constitucional, no sentido de que as Forças Armadas devem assumir o protagonismo na luta contra os traficantes de drogas, ocupando e retomando essas partes do território brasileiro, onde o Estado não detém o controle.
Os Policiais Militares devem deixar tais comunidades e serem empregados no policiamento ostensivo nas ruas, só retornando para estas comunidades quando elas forem "policiáveis".
Não existe como realizar policiamento ostensivo em becos e vielas, trocando tiros com criminosos armados de fuzil.
Salvo melhor juízo, isso é uma forma de "guerrilha urbana", onde as polícias não devem atuar.

"Jornal O Dia
Forças Armadas cogitam interromper ajuda ao Rio por atrito com a Segurança 
Recentes críticas de integrantes da secretaria às tropas federais desagradaram comando, que vê 'ingratidão'; após desentendimento 
15/09/2017 18:46:01
ESTADÃO CONTEÚDO
Rio - O Ministério da Defesa cogita suspender a Operação O Rio Quer Segurança e Paz devido a desentendimentos com a Secretaria de Segurança do Rio. Recentes críticas de integrantes da Seseg à ação das tropas federais no Estado desagradaram ao comando das Forças Armadas, segundo apurou o Estado. A irritação poderia levar à paralisação ou ao fim da colaboração, que foi até objeto de campanha publicitária do governo federal em emissoras de televisão. Oficialmente, o Comando Militar do Leste afirma que o trabalho conjunto continua. A Seseg elogia o "exitoso histórico" das ações. 
A declaração que gerou mais mal estar na Defesa foi do chefe da Polícia Civil, Carlos Leba. Ele disse que as Forças Armadas estariam atrapalhando o sucesso das operações integradas, pelo modo do órgão atuar ser diferente. O secretário de Segurança, Roberto Sá, declarou que preferia ajuda financeira para a Segurança à ação das forças federais. Essa fala também foi mal recebida pelos militares. A possibilidade de encerramento da colaboração foi revelada pelo jornal carioca "O Globo" e confirmada pelo Estado. 
Com o desconforto no comando da Defesa, o ministério avalia se compensa gastar cerca de R$ 50 milhões para a permanência no Rio, além de mobilização de milhares de homens, se a secretaria estadual avalia mal o trabalho. As declarações dos chefes da Seseg também foram vistas como "ingratidão" já que, segundo fontes de Brasília, tudo foi feito atendendo a pedido do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB) - (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

NÃO EXISTE GUERRA NO RIO! ISSO PARA O EXÉRCITO BRASILEIRO...



Prezados leitores, inúmeras vezes expressei minha opinião sobre a responsabilidade das Forças Armadas na retomada e na ocupação das comunidades carentes que hoje estão em poder de criminosos que usam essas partes do território nacional como homizio e base de operações.
Tenho frisado que a retomada e a ocupação não são missões de polícia ostensiva, conforme o texto constitucional.
Hoje o Jornal Extra publica matéria onde consta que o Exército não considera que exista uma guerra no Rio de Janeiro.
Salvo engano, o discurso sobre a inexistência de um "inimigo" não merece prosperar diante da realidade, onde esses grupos dominam as comunidades e exercem monopólios estatais que devem ser recuperados pelo governo federal. 
A Polícia Militar cabem o policiamento ostensivo e a preservação da ordem e não incursionar nestes territórios inimigos. 
Leiam e opinem.

"Jornal Extra
31/08/17 06:00 Atualizado em 31/08/17 07:56 
Para Exército, não há guerra no Rio, mas vídeo do governo mostra tanques em favelas 
Um mês após o início da atuação das Forças Armadas no Rio, o porta-voz da operação, coronel Roberto Itamar Cardoso Plump, diz que há um “estado de normalidade democrática e jurídica” no Rio de Janeiro e não uma guerra, termo usado por moradores que vivem em situações de risco para definir o clima de medo. O discurso de normalidade e paz contradiz um vídeo institucional divulgado pela Presidência da República para promover a atuação dos militares no Rio. 
O filme tem um minuto e trata a cidade de forma desigual. Vinte e quatro segundos são gastos para mostrar uma cidade maravilhosa, exaltar as belezas de pontos turísticos e mostrar um balneário seguro e pacífico. As áreas mais pobres da cidade ocupam seis segundos da produção, com cenas de militares entrando em favelas com armas e tanques de guerra, reforçando o preconceito contra as comunidades carentes e sugerindo que a solução ali é o combate da guerra. 
No vídeo, aparecem quatro pontos turísticos — Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Arcos da Lapa e orlas de Ipanema e Leblon — e em nenhum deles homens das Forças Armadas aparecem fazendo patrulhamento. Os militares estão, exclusivamente, dentro das comunidades — apesar de, na prática, atuarem apenas no entorno. O vídeo é uma peça publicitária que foi transmitida em aeroportos para ser assistida por turistas a caminho do Rio. 
Para Itamar, a situação do Rio não se encaixa no que chama de “guerra militar” porque não há lados opostos se enfrentando, “com mortes indiscriminadas”. 
- Numa guerra, dois lados inimigos se enfrentam com mortes indiscriminadas. Na guerra, existe a figura do inimigo. Aqui não há esse inimigo. Nem os criminosos são inimigos. São pessoas que estão fora da lei e que os órgãos de segurança têm dever constitucional de prender para que sejam julgados. As polícias Civil e Militar, quando vão cumprir mandados, vão cumprir a lei. Na guerra, aconteceria uma devastação - diz Itamar (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

FAMÍLIA DE SÉRGIO CABRAL RECEBE PROTEÇÃO ENQUANTO O CIDADÃO FICA A MERCÊ DOS CRIMINOSOS.

Prezados leitores, oportuna a matéria publicada pelo Jornal do Brasil, nestes tempos de violência sem controle no estado do Rio de Janeiro.




"Jornal do Brasil
27/08 às 17h23 - Atualizada em 27/08 às 17h26
Enquanto o Rio sangra, Cabral recebe segurança 
Enquanto a população do Rio de Janeiro sofre a maior crise da história do estado, enquanto os servidores não têm dinheiro sequer para comer, enquanto os hospitais não têm sequer esparadrapo, enquanto o comércio fecha as portas, e a escalada da violência mata bebês antes mesmo de eles nascerem, enquanto policiais militares se transformam em alvos e o estado chega à dramática marca de 100 PMs mortos somente neste ano, o ex-governador Sérgio Cabral - grande timoneiro do caos em que se transformou o Rio de Janeiro - parece ainda gozar de privilégios. 
Neste domingo, duas viaturas da PM faziam a segurança na Rua Aristides Espínola, no Leblon, onde fica o luxuoso apartamento de Cabral. Policiais militares que trabalham com material sucateado, que ficaram boa parte do ano sem receber a gratificação do Regime Adicional de Serviço (RAS) - horas extras - e que estão na linha de frente da violência descontrolada no estado, receberam ordens para fazer a segurança no local (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

RIO - 2.000 POLICIAIS MILITARES NÃO TRABALHAM COMO POLICIAIS MILITARES



Prezados leitores, tenho criticado em artigos e vídeos publicados neste espaço democrático, isso nos últimos anos, o absurdo número de Policiais Militares que estão cedidos a outros órgãos e que não exercem a função de policiar as ruas do estado do Rio de Janeiro.
Como explicar que diante da falta de efetivo para policiar as ruas, o governo Pezão permita que mais de DOIS MIL Policiais Militares estejam fora da Polícia Militar?
O fato é que a situação é inexplicável.
O órgão que tem mais Policiais Militares cedidos é a Secretaria de Segurança Pública (SESEG), por mais absurdo que isso possa parecer, tendo em vista que a SESEG deveria ser  a primeira a priorizar o policiamento ostensivo.
Denunciei isso diversas vezes, ao tratar da proposta de extinção da SESEG, órgão que considero desnecessário e que consome recursos humanos e financeiros em demasia.
Urge que o governo recupere esse efetivo para servir e proteger a população fluminense.

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

RIO - MORADORES DAS COMUNIDADES DEVEM APOIAR AÇÕES DAS FORÇAS ARMADAS



Prezados leitores, o noticiário do final de semana deu conta que as Forças Armadas enfrentarão os traficantes de drogas que dominam partes do território brasileiro, impondo terror nas comunidades e utilizando armas de guerra. 
Eu tenho defendido essa ação faz tempo, considero que não existe alternativa e que a missão é de competência dos militares federais e não aos militares estaduais, a quem cabe o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. 
Tudo leva a crer que a ação gerará perdas de vidas humanas (militares, criminosos e moradores), o que é inevitável em ações de guerra, aliás, como tem ocorrido durante décadas no estado do Rio de Janeiro, só que entre os mortos estão Policiais Militares.
Diante dessa realidade, os moradores das comunidades onde as ações serão desenvolvidas deverão apoiar a iniciativa e colaborar com as Forças Armadas, algo que raramente ocorre com relação à Polícia Militar. 
O apoio será fundamental para diminuir as perdas humanas, tendo em vista que quanto mais rápida for a retomada e a ocupação das comunidades pelas tropas federais, menor será o número de confrontos armados.
Tenho certeza do sucesso das Forças Armadas na retomada e na ocupação dessas partes do território nacional que estão dominadas por criminosos.

 "Jornal O Globo 
Próxima fase da atuação das Forças Armadas terá foco no combate às armas 
Arsenais do crime estão na mira dos militares. Segundo ministro da Defesa, presença nas ruas será menos ostensiva 
BRUNO ALFANO / VERA ARAÚJO / RENAN RODRIGUES 30/07/2017 7:13 / atualizado 30/07/2017 9:57 
RIO - A segunda etapa da atuação das Forças Armadas no Rio terá como foco os arsenais de guerra das facções criminosas. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a primeira fase da operação das tropas federais no Rio será curta. Durante coletiva de imprensa no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), ontem, ele afirmou que a presença ostensiva dos militares nas ruas vai diminuir nos próximos dias para dar lugar a novas ações que ainda estão em fase de planejamento. Não haverá intervalo entre uma fase e outra. Dez mil homens das Forças Armadas chegaram ao Rio na última sexta-feira e ficarão até 2018. 
— Essa primeira fase é de curta duração. O fundamental são os trabalhos que atualmente estão sendo feitos de reconhecimento — afirmou Jungmann, que descartou ocupações permanentes de comunidades e defendeu não dar prazos para cada etapa: — Nossos objetivos estão sendo alcançados. Estamos fazendo esse reconhecimento das áreas que são fundamentais para a próxima fase. Só a inteligência permite golpear o crime organizado. Nosso objetivo continua sendo chegar ao centro de comando, aos arsenais e aos fluxos de drogas. Isso é o que importa para reduzir a criminalidade e dar uma sensação de segurança que não seja passageira, mas real (Leiam mais)". 

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

VÍDEO - EXTERMÍNIO DE POLICIAIS MILITARES: VOCÊS NÃO SÃO "GUERREIROS", SÃO POLICIAIS!

Prezados leitores, no intuito de diminuir o assassinato de Policiais Militares em serviço proponho que o Secretário de Segurança Pública e o Comandante Geral promovam uma campanha para reeducar os militares de polícia no sentido de eles não são guerreiros. 
Guerreiro é quem se prepara para as guerras. 
Aos Policiais Militares cabem o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. 
São os integrantes das Forças Armadas os devidamente  habilitados para atuarem em guerras, vamos aguardar a sua chegada ao Rio de Janeiro para que inicie essa atuação.
Pondo fim a essa mística nefasta de que policial é guerreiro poderemos estar contribuindo para diminuir a morte de Policiais Militares em serviço.





Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

ARTIGO "UMA PEÇA QUE NÃO SE ENCAIXA" - CORONEL DE POLÍCIA WOLNEY DIAS FERREIRA - COMANDANTE GERAL

Prezados leitores, transcrevo artigo do Comandante Geral da PMERJ publicado no site da instituição.




"UMA PEÇA QUE NÃO SE ENCAIXA

Limitar a ação da PM na Maré vai estimular confronto entre quadrilhas rivais

Por Cel PM Wolney Dias Ferreira
Se o novo protocolo impondo regras para operações policiais no Complexo da Maré já estivesse em vigor, o incidente da noite deste domingo na Linha Vermelha poderia ter um desfecho trágico.
Nesse episódio, assim como tem ocorrido em situações semelhantes, a Polícia Militar agiu rapidamente. Ao perceberem que ocorria uma guerra com intensa troca de tiros entre quadrilhas rivais das comunidades Nova Holanda e Parque União, os policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE)e do 22º BPM (Maré) intervieram de forma precisa: fecharam a Linha Vermelha nos dois sentidos no trecho que margeia a área de confronto. O Batalhão de Choque (BPChq) foi acionado e, em seguida, teve início a ação para pôr fim ao confronto.
Com o objetivo de preservar vidas e amenizar o pânico, nossos policiais orientaram os ocupantes dos carros parados pelo bloqueio da via expressa que se abrigassem no quartel do 22º BPM. Apesar dos momentos de grande apreensão com o barulho incessante dos disparos efetuados por criminosos em guerra, não houve registro de feridos.
Caso não seja revista, a decisão de caráter liminar da Juíza Ana Cecília Argueso Gomes de Almeida, assinada num plantão do Judiciário, vai dificultar o trabalho das forças de segurança no Complexo da Maré. Se estivesse vigorando no incidente deste domingo à noite, a única medida possível adotada pela Polícia Militar seria o bloqueio do trânsito. Para dar prosseguimento às ações seguintes, os policiais teriam que comunicar o fato ao hospital da rede pública mais próximo, providenciar o deslocamento de uma ambulância e selecionar viaturas equipadas com câmeras para intervir na guerra entre criminosos rivais. Correríamos o risco de o confronto se prolongar e se expandir, expondo mais ao risco as vidas tanto de moradores das comunidades como de ocupantes dos veículos e de policiais.
Fruto de sugestões de organizações sociais do Complexo da Maré, o conjunto de normas proposto pela Defensoria Pública e aceito pela juíza plantonista ignora questões técnicas de segurança pública e fecha os olhos para as profundas dificuldades financeiras do nosso estado. Sobre a instalação de câmeras e GPS em todos os veículos da Corporação, a Polícia Militar apóia integralmente a iniciativa, pois salvaguardaria e legitimaria a ação policial. Mas não há recursos. Lutamos para manter em funcionamento a nossa frota e repor nosso efetivo. Da mesma forma, seria bastante positivo o envio de ambulâncias, mas a medida deve esbarrar também na falta de recursos para reforçar a frota de UTIs móveis.
Tecnicamente, as propostas cometem falhas em dois pontos. No primeiro, que obriga a comunicação prévia ao hospital mais próximo, compromete o fator surpresa e amplia a possibilidade de vazamento de informação sobre a ação da polícia. O segundo, que invalida a denúncia anônima para incursões nas comunidades, rompe com o último elo entre a polícia e moradores de bem das áreas conflagradas. Infelizmente, muitas áreas do estado ainda são controladas por quadrilhas fortemente armadas. No Complexo da Maré, são 17 comunidades dominadas por diferentes facções criminosas.
O Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, Roberto Sá, tem dito com freqüência que a nossa política não é de confronto. Mas retirar das forças policiais a capacidade de operar emergencialmente representará um perigo para a sociedade.
O representante do Ministério Público, que na tramitação do processo deu parecer contrário à proposta da Defensoria, foi claro ao ressaltar que a ação policial não pode ser restringida pelo Poder Judiciário. “(…) que tampouco deve ser restringido, pelo Poder Judiciário, o policiamento realizado pelo BOPE e BPChq ou o dever de a polícia transitar pelas vias públicas com vistas a ocupá-las , em qualquer comunidade do Estado do Rio de Janeiro, haja vista que, à Polícia Militar, cabe a função do policiamento ostensivo (…)”.
Numa outra realidade, as propostas contidas na decisão liminar da Justiça seriam viáveis e aceitáveis. No nosso caso, para atuar em comunidades dominadas por criminosos abastecidos com farto armamento de guerra precisamos contar com o fator surpresa e com informações anônimas. Ou será que as organizações sociais das comunidades da Maré estariam dispostas a colaborar, protocolando a informação, por exemplo, sobre um depósito de armas? Uma peça não se encaixa nesse quebra-cabeça. E não é a Polícia Militar (Fonte)"
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A TENDÊNCIA DA VIOLÊNCIA É AUMENTAR NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, o policiamento ostensivo realizado pela Polícia Militar, a base do sistema de segurança pública, está cada dia mais prejudicado.
Além da grande diminuição do número de Policiais Militares nas ruas, a péssima conservação da frota da instituição é outro grave problema.
As soma dessas deficiências poderá resultar no aumento da violência.

"Site G1
Crise reduz efetivo e deixa mais da metade da frota de viaturas da PM parada no RJ 
Sem dinheiro, governo deixou de investir na manutenção. De 6.756 carros, 3.458 (51,2%) estão parados, sendo que 1.836 (27,2%) não têm a menor condição de rodar, mostra RJTV. 
Por RJTV 
06/07/2017 12h56 Atualizado há 5 horas 
Mais da metade da frota de veículos da Polícia Militar do Rio de Janeiro está fora de circulação nas ruas. A informação foi obtida pelo repórter Edmilson Ávila e divulgada no RJTV desta quinta-feira (6). 
Atualmente, a PMERJ conta com 6.756 carros. Destes, 3.458 estão parados, sendo que 1.836 deles não têm a menor condição de rodar pelas ruas. 
A reportagem do RJTV mostrou que enquanto a criminalidade cresce no Rio, a PM tem cada vez menos recursos e encolhe de tamanho. Os agentes sofrem com condições precárias de trabalho, incertezas sobre a previdência e salários atrasados. 
Desde o ano passado, a corporação perdeu 1,3 mil homens. O último concurso aconteceu em 2014. O objetivo era reforçar a tropa com seis mil profissionais, mas apenas 1,175 mil foram incorporados (Fonte)". 

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quinta-feira, 6 de julho de 2017

VÍDEO - "RAPIDINHA" COM O CORONEL PAÚL - 010 - 06 JUL 17 - A VIOLÊNCIA E AS FORÇAS ARMADAS

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta (mais uma vez) que a violência não será controlada no estado do Rio de Janeiro sem o emprego das Forças Armadas na retomada e na ocupação das comunidades carentes dominadas por grupos que se utilizam de armas de guerra. 



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domingo, 2 de julho de 2017

BLOG DO CORONEL DE POLÍCIA PAÚL - ARTIGOS MAIS LIDOS NA SEMANA DE 25 JUN 17 A 01 JUL 2017





Prezados leitores,  a seguir publicamos os artigos mais lidos do blog na semana de 25 de junho a 01 de julho de 2017 com os respectivos links.

1) RIO DE JANEIRO - POLÍCIA MILITAR E POLÍCIA CIVIL DE LUTO 

2) SÉRGIO CABRAL: POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DEVEM CASSAR MEDALHAS CONCEDIDAS 

3) RIO - POLICIAIS CIVIS VENDIAM INFORMAÇÕES PARA TRAFICANTES https://blogcoronelpaul.blogspot.com.br/2017/06/rio-policiais-civis-vendiam-informacoes.html 

4) SEAP - NOVO ESCÂNDALO ENVOLVENDO EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL NO "PRESÍDIO VIP" 

5) "QUERO MEUS 11.000 PMs DE VOLTA AO ASFALTO" - POLICIAL CIVIL APOSENTADO WAGNER GOMES 

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

VÍDEO - "RAPIDINHA" COM O CORONEL PAÚL - 004 - 22 JUN 17

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paúl comenta o número de Policiais Militares afastados das ruas e a relação com o aumento da violência.


   


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segunda-feira, 19 de junho de 2017

VÍDEO - "RAPIDINHA" COM O CORONEL PAÚL - 001 - 19 JUN 17

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta a necessidade das Forças Armadas atuarem na segurança pública do estado do Rio de Janeiro retomando e ocupando as comunidades carentes dominadas pelo tráfico de drogas.


 


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