JORNALISMO INVESTIGATIVO

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domingo, 20 de maio de 2018

VÍDEO - OPERAÇÃO NA PRAÇA SECA



"O Antagonista
VÍDEO: Operação da PM e das Forças Armadas na Praça Seca
Brasil 19.05.18 19:58
Circula pelas redes um vídeo que mostra a operação da polícia e das Forças Armadas na Praça Seca, Rio de Janeiro.
Clique abaixo para assistir:"

sábado, 17 de março de 2018

ANTES DE ACUSAR POLICIAIS ASSISTA O VÍDEO



Uma tragédia aconteceu no bairro onde resido como comentei em artigo anterior (Link).
Em respeito aos familiares e aos amigos não postarei o vídeo exibido pela imprensa onde aparecem as imagens do assalto repletas de crueldade, peço aos interessados que o localizem nas matérias televisivas.
Observem que com a chegada da polícia um criminoso adota um procedimento comum no mundo do crime, ele atira contra um inocente, no caso a vítima fatal foi o motorista que estava sendo assaltado. O objetivo dessa ação é retardar a ação policial e facilitar a fuga, tendo em vista que os policiais devem priorizar o socorro.
Espero que a partir desta constatação as pessoas passem a conceder aos policiais pelo menos o benefício da dúvida quando "balas perdidas" atingirem inocentes no curso das operações policiais e surgirem as acusações rotineiras dando conta que eles foram os autores do(s) disparo(s).


quarta-feira, 19 de julho de 2017

ARTIGO "UMA PEÇA QUE NÃO SE ENCAIXA" - CORONEL DE POLÍCIA WOLNEY DIAS FERREIRA - COMANDANTE GERAL

Prezados leitores, transcrevo artigo do Comandante Geral da PMERJ publicado no site da instituição.




"UMA PEÇA QUE NÃO SE ENCAIXA

Limitar a ação da PM na Maré vai estimular confronto entre quadrilhas rivais

Por Cel PM Wolney Dias Ferreira
Se o novo protocolo impondo regras para operações policiais no Complexo da Maré já estivesse em vigor, o incidente da noite deste domingo na Linha Vermelha poderia ter um desfecho trágico.
Nesse episódio, assim como tem ocorrido em situações semelhantes, a Polícia Militar agiu rapidamente. Ao perceberem que ocorria uma guerra com intensa troca de tiros entre quadrilhas rivais das comunidades Nova Holanda e Parque União, os policiais do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE)e do 22º BPM (Maré) intervieram de forma precisa: fecharam a Linha Vermelha nos dois sentidos no trecho que margeia a área de confronto. O Batalhão de Choque (BPChq) foi acionado e, em seguida, teve início a ação para pôr fim ao confronto.
Com o objetivo de preservar vidas e amenizar o pânico, nossos policiais orientaram os ocupantes dos carros parados pelo bloqueio da via expressa que se abrigassem no quartel do 22º BPM. Apesar dos momentos de grande apreensão com o barulho incessante dos disparos efetuados por criminosos em guerra, não houve registro de feridos.
Caso não seja revista, a decisão de caráter liminar da Juíza Ana Cecília Argueso Gomes de Almeida, assinada num plantão do Judiciário, vai dificultar o trabalho das forças de segurança no Complexo da Maré. Se estivesse vigorando no incidente deste domingo à noite, a única medida possível adotada pela Polícia Militar seria o bloqueio do trânsito. Para dar prosseguimento às ações seguintes, os policiais teriam que comunicar o fato ao hospital da rede pública mais próximo, providenciar o deslocamento de uma ambulância e selecionar viaturas equipadas com câmeras para intervir na guerra entre criminosos rivais. Correríamos o risco de o confronto se prolongar e se expandir, expondo mais ao risco as vidas tanto de moradores das comunidades como de ocupantes dos veículos e de policiais.
Fruto de sugestões de organizações sociais do Complexo da Maré, o conjunto de normas proposto pela Defensoria Pública e aceito pela juíza plantonista ignora questões técnicas de segurança pública e fecha os olhos para as profundas dificuldades financeiras do nosso estado. Sobre a instalação de câmeras e GPS em todos os veículos da Corporação, a Polícia Militar apóia integralmente a iniciativa, pois salvaguardaria e legitimaria a ação policial. Mas não há recursos. Lutamos para manter em funcionamento a nossa frota e repor nosso efetivo. Da mesma forma, seria bastante positivo o envio de ambulâncias, mas a medida deve esbarrar também na falta de recursos para reforçar a frota de UTIs móveis.
Tecnicamente, as propostas cometem falhas em dois pontos. No primeiro, que obriga a comunicação prévia ao hospital mais próximo, compromete o fator surpresa e amplia a possibilidade de vazamento de informação sobre a ação da polícia. O segundo, que invalida a denúncia anônima para incursões nas comunidades, rompe com o último elo entre a polícia e moradores de bem das áreas conflagradas. Infelizmente, muitas áreas do estado ainda são controladas por quadrilhas fortemente armadas. No Complexo da Maré, são 17 comunidades dominadas por diferentes facções criminosas.
O Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, Roberto Sá, tem dito com freqüência que a nossa política não é de confronto. Mas retirar das forças policiais a capacidade de operar emergencialmente representará um perigo para a sociedade.
O representante do Ministério Público, que na tramitação do processo deu parecer contrário à proposta da Defensoria, foi claro ao ressaltar que a ação policial não pode ser restringida pelo Poder Judiciário. “(…) que tampouco deve ser restringido, pelo Poder Judiciário, o policiamento realizado pelo BOPE e BPChq ou o dever de a polícia transitar pelas vias públicas com vistas a ocupá-las , em qualquer comunidade do Estado do Rio de Janeiro, haja vista que, à Polícia Militar, cabe a função do policiamento ostensivo (…)”.
Numa outra realidade, as propostas contidas na decisão liminar da Justiça seriam viáveis e aceitáveis. No nosso caso, para atuar em comunidades dominadas por criminosos abastecidos com farto armamento de guerra precisamos contar com o fator surpresa e com informações anônimas. Ou será que as organizações sociais das comunidades da Maré estariam dispostas a colaborar, protocolando a informação, por exemplo, sobre um depósito de armas? Uma peça não se encaixa nesse quebra-cabeça. E não é a Polícia Militar (Fonte)"
Juntos Somos Fortes!

domingo, 30 de abril de 2017

OPERAÇÃO POLICIAL - "FURAR" BLOQUEIO POLICIAL PODERÁ VIRAR CRIME



Prezados leitores, eis uma medida importante para o desempenho da atividade policial nas ruas do país.

"Câmara Notícias
TRANSPORTE E TRÂNSITO 
24/04/2017 - 17h46 Atualizado em 26/04/2016 - 10h40 
CCJ torna crime furar bloqueio policial sem autorização 
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania,  (CCJ) aprovou proposta que altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) para tornar crime a prática de furar bloqueio policial sem autorização. 
A punição prevista é de detenção, de 3 meses a 1 ano, além de multa e de suspensão ou proibição do direito de dirigir. 
Atualmente, o código considera esse tipo de conduta apenas infração administrativa, punível com multa, apreensão do veículo e suspensão do direito de dirigir. 
O texto aprovado é o substitutivo da Comissão de Viação e Transportes para o Projeto de Lei 5226/16, do deputado Cabo Sabino (PR-CE). 
O substitutivo estende a punição aos condutores que tentarem fugir de fiscalização ou abordagem policial. 
Relator na CCJ, o deputado Capitão Augusto (PR-SP) defendeu a constitucionalidade da matéria e apresentou voto pela aprovação, após acolher emenda de redação sugerida pelo deputado Marcos Rogério (DEM-RO). 
A emenda deixa claro no texto que o bloqueio referido é o “efetuado por autoridade policial em via pública” e reduziu a pena de detenção prevista inicialmente. 
A proposta segue agora para análise do Plenário da Câmara dos Deputados (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de janeiro de 2015

MENOR MORTO EM CONFRONTO COM PMs TERIA ENVOLVIMENTO COM O TRÁFICO

Prezados leitores, os indícios sinalizam que o menor que foi morto durante confronto com Policiais Militares na comunidade Camarista Méier, conforme artigo que publicamos, teria envolvimento com o tráfico de drogas.
Leiam a reportagem:

(Jornal Extra)

Juntos Somos Fortes!

POLICIAIS MILITARES, NOVAMENTE, SÃO ACUSADOS DE MATAR MENOR



Prezados leitores, o envolvimento de menores com o tráfico de drogas em comunidades carentes é uma verdade inquestionável. Fotos e vídeos circulam nas redes sociais com menores portando armas de guerra. Obviamente, a maioria dos menores que vivem nas comunidades não são envolvidos com o tráfico, mas toda vez que um menor é morto durante uma operação policial, logo surge a notícia que ele não era envolvido.
Verdade ou mentira?
Só uma investigação de boa qualidade poderá esclarecer.
O fato é que, novamente, Policiais Militares estão sendo acusados pela morte de um menor que não seria envolvido com o tráfico.

"SITE G1
16/01/2015 09h33 - Atualizado em 16/01/2015 09h54
Família de menino morto em área de UPP nega que ele estivesse armado
Patrick Ferreira de Queiroz, de 11 anos, morreu nesta quinta.
Ele foi baleado após tiroteio entre PMs e suspeitos.
A família de Patrick Ferreira de Queiroz, criança de 11 anos que morreu após ser baleada após um tiroteio envolvendo PMs na Comunidade Camarista Meier, nega que a arma que a polícia afirma ter encontrado junto ao corpo seja da criança. 
Segundo o pai, Daniel Pinheiro de Queiroz, que chegou na manhã desta sexta-feira (16) para retirar o corpo do Instituto Médico Legal, a família estaria preparando uma festa de aniversário para o jovem, que completaria 12 anos neste sábado (17).
"O sentimento é de tristeza, só isso. A gente tava preparando uma festa para ele, comprei pipa, linha, tudo", disse.
De acordo com a irmã de Patrick, Scarlet de Queiroz, o jovem não estaria envolvido com o tráfico de drogas na comunidade. A Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) informou que o menino foi baleado após um tiroteio, mas a família nega que ele tenha envolvimento como tráfico (Leia mais)".

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

VOCÊ É FAVORÁVEL À "DESMILITARIZAÇÃO" DA POLÍCIA CIVIL?

Prezados leitores, você é favorável à "desmilitarização" da Polícia Civil?
A pergunta parece sem sentido considerando que as Polícias Civis do Brasil não possuem o modelo militar como forma organizacional, como ocorre com as Polícias Militares.
Apesar dessa verdade, as Polícias Civis possuem "tropas especiais" como a CORE d no Rio de Janeiro que agem de forma semelhante ao BOPE, usando táticas militares nas suas incursões nas comunidades.
Quem não lembra da imagem do helicóptero da Polícia Civil perseguindo um veícfulo em uma comunidade e os Policiais Civis fazendo disparos contra os ocupantes do veículo, tal qual ocorre nas guerras?
Salvo melhor juízo, caso o interesse socuial seja a "desmilitarização" das Polícias Militares, nos parece uma medida preliminar corrreta, antes retirar quaisquer resquícios de militarismo das Polícias Civis.


(Jornal Extra)

(Jornal Destak)

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

RIO: O ESFORÇO DOS POLICIAIS É O QUE SE SALVA NA SEGURANÇA PÚBLICA

Prezados leitores, os Policiais Militares e Civis do Rio de Janeiro trabalhando sem as devidas condições e recebendo péssimos salários merecem o nosso respeito, nosso muito obrigado e nosso aplauso.

(Fonte: Meia Hora)

(Fonte: Meia Hora)

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quinta-feira, 17 de julho de 2014

BELTRAME PROMOVE OPERAÇÃO COM 500 PMs, MAS NÃO PRENDE NINGUÉM

Prezados leitores, a Secretaria de Segurança Pública demonstra diariamente a sua incapacidade de gerir adequadamente os recursos humanos e materiais das Polícias Militar e Civil, isso sem falar nas denúncias de improbidade administrativa e de superfaturamento de contratos. 
Ontem, mais uma vez, o fracasso.

(Fonte: Povo do Rio)

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domingo, 23 de março de 2014

CASO CLÁUDIA FERREIRA: O PERIGO DA PROVA TESTEMUNHAL



Prezados leitores, nós demonstramos várias vezes nesse espaço a preocupação que deve existir com relação às provas testemunhais, diante dos inúmeros fatores que podem influenciar um depoimento. O investigador que se basear apenas nelas estará sempre muito próximo de não chegar até a verdade dos fatos.
Em artigo recente destacamos que um dos Policiais Militares acusado de participação no homicídio da juíza Patrícia Acioli, mais uma vez, declarou em juízo que foi coagido por Policiais Civis para prestar depoimento incriminando outros Policiais Militares.
Verdade ou mentira, apenas uma investigação poderá determinar.
Se for mentira, não altera as condenações que já ocorreram e as que ainda ocorrerão. Todavia, se for verdade, muda completamente o quadro e o poder judiciário pode estar condenando inocentes, caso não existam outras provas que confirmem a participação dos Policiais Militares.
Como sempre afirmamos quando escrevemos sobre esse caso, nós não conhecemos os autos do processo, nem do inquérito policial, portanto, a referida denúncia já pode ter sido esclarecida, só não teve publicidade em razão da imprensa não ter divulgado da investigação.
No caso do homicídio da senhora Cláudia Ferreira, volta e meia, familiares e vizinhos se apresentam como testemunhas dos fatos, apresentando as suas versões para os fatos.
A seguir apresentaremos dois desses testemunhos divulgados pela imprensa para demonstrar como é perigosa a prova testemunhal.
1) Dia 18 de março de 2014 - Filha.
"(...) Os policiais militares que arrastaram uma mulher baleada pelas ruas do Rio de Janeiro acharam que ela era uma criminosa e estavam rindo antes de colocá-la dentro da viatura, conforme relatou Thaís Lima, filha de Cláudia Ferreira da Silva, em entrevista ao Bom Dia Rio. Segundo Thaís, sua mãe ainda estava consciente e respirava quando foi colocada no carro, mas falava frases desconexas e tinha muitos ferimentos (Link)". 
 2) Dia 23 de março de 2014 - Vizinha. 
"(...) Após os tiros, a vizinha da servente voltou correndo para casa com medo. Dez minutos depois, ela saiu novamente e viu que Cláudia ainda estava lá. “Ela já estava morta. Fiquei apavorada e chamei os moradores. Trinta minutos depois, os mesmos policiais voltaram na maior calma”, explica a testemunha (Link)".
Diante dos dois testemunhos, a senhora Cláudia Ferreira estava morta ou estava viva quando os Policiais Militares a conduziram na viatura?
Obviamente, a contradição nos depoimentos não isenta qualquer responsabilidade de quem efetuou os disparos que provocaram a tragédia, mas deve ser esclarecida para que se possa avaliar corretamente o comportamento dos Policiais Militares que socorreram.
Infelizmente, muitos acusados são condenados por provas testemunhais, o que explica os muitos erros judiciais que ocorrem no Brasil.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 22 de março de 2014

CASO CLÁUDIA FERREIRA: TESTEMUNHA INCRIMINA POLICIAIS MILITARES




Prezados leitores, preliminarmente, reafirmamos o que comentamos em artigo postado nessa data sobre o cuidado que o investigador deve ter com relação às provas testemunhais.
O RJ TV 1a Edição exibiu minutos atrás uma matéria na qual uma testemunha afirma que os Policiais Militares que socorreram a senhora Cláudia Ferreira teriam efetuado disparos contra ela, versão que contraria a apresentada pelos Policiais Militares que participaram da operação que teve o trágico resultado.
Nós solicitamos que prestem atenção na pergunta feita pela repórter, pois ela não é transcrita, como ocorre com as respostas da testemunha.
Como a repórter não é especializada em investigação criminal, ela faz um questionamento que induz a resposta:
- Os policiais que atiraram foram os mesmos que prestaram socorro?
Um policial encarregado por essa investigação jamais faria a pergunta d
essa forma.
Assistam a reportagem e opinem (Link).

Juntos Somos Fortes!

CASO CLÁUDIA FERREIRA: VIÚVO RECLAMA DE SÉRGIO CABRAL E DE BELTRAME



Prezados leitores, o viúvo da senhora Cláudia Ferreira reclamou do governador Sérgio Cabral e do secretário de segurança Beltrame durante entrevista para o Jornal Nacional da Rede Globo.
Assistam o vídeo (40 segundos) da reportagem (Link).

Foto: Bruno Gonzalez / Agência O Globo 

Juntos Somos Fortes!

CASO CLÁUDIA FERREIRA: SURGE UMA TESTEMUNHA A FAVOR DOS PMs



Prezados leitores, o investigador experiente sabe que a prova testemunhal deve ser vista sempre com muita cautela, devendo ser corroborada por provas técnicas sempre que possível.
Hoje o jornal O Dia trás uma matéria na qual uma testemunha isentaria os Policiais Militares de responsabilidade pela abertura da porta traseira da viatura, o que provocou a queda e o arrastamento da senhora Cláudia Ferreira.
Vale lembrar que antes foi noticiado que um exame pericial não tinha detectado qualquer problema na tranca da referida porta.
Os dois dados se complementam, isso é fato.
Investigar é juntar cada parte para refazer o todo, vamos aguardas as novas partes que irão surgindo.
"JORNAL O DIA
22/03/2014 00:21:26
Motoqueiro isenta PMs e diz que viu menor abrir caçamba
Testemunha é de Itaguaí e afirma que foi até a Congonha recuperar sua moto roubada
Rio - Uma testemunha que prestou depoimento quinta-feira na 29ª DP (Madureira) contou que viu um adolescente abrir a fechadura da caçamba da viatura que “socorreu” a auxiliar de serviços gerais Cláudia da Silva Ferreira, de 38 anos. Vítima de um tiro que atravessou seu coração durante suposto confronto entre PMs e traficantes, no Morro da Congonha, em Madureira, a mulher caiu da caçamba do carro e foi arrastada por 350 metros. 
Em depoimento ao qual O DIA teve acesso, essa testemunha, um homem que mora em Itaguaí, disse que foi à comunidade sozinho no último domingo para resgatar sua moto, que fora roubada. Ele falou que chegou pouco antes do tiroteio e ficou em uma padaria. Em seguida, ele teria visto moradores seguindo a viatura que entrou na comunidade e, apesar do clima tenso e não ser morador, foi ver o que acontecia (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 21 de março de 2014

POLICIAIS MILITARES LIBERTADOS: A LEI VENCEU A IMPRENSA E A POLÍTICA



Prezados leitores, a tentativa feita por parte da imprensa de demonizar os três Policiais Militares que tentaram socorrer a senhora Cláudia (Link), sofreu ontem uma dura derrota com a decisão pela libertação dos PMs que estavam acautelados em Bangu 8.
O Ministério Público e o Poder Judiciário concederam a eles o direito de responder em liberdade (Link), o que é a regra, não podemos esquecer.
Os fatos que cercaram a morte da senhora Cláudia devem ser rigorosamente apurados e os responsáveis devem ser identificados, mas não podemos permitir o uso eleitoral de uma tragédia, isso é uma afronta aos direitos humanos.

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RIO: APÓS SETE ANOS DE CABRAL-BELTRAME, UMA POPULAÇÃO ATERRORIZADA



Prezados leitores, o governador Sérgio Cabral governa o Rio de Janeiro há mais de sete anos. No dia 1 de abril ele completará 87 (oitenta e sete) meses no governo e tendo como seu principal aliado na área da segurança pública o delegado da PF José Mariano Beltrame, o qual foi mantido no cargo apesar das várias crises na segurança pública que provocaram a nomeação de 5(cinco) Comandantes Gerais da Polícia Militar e 4 (quatro) Chefes da Polícia Civil.
Hoje a população do Rio de Janeiro vive aterrorizada, eis o principal legado da dupla.
Nem o único projeto na área de segurança pública, as Unidades de Polícia Pacificadora, logrou resultados satisfatórios.
Além dos inúmeros efeitos colaterais, dentre eles a transferência de traficantes e o enfraquecimento dos efetivos dos Batalhões de Polícia Militar, o próprio projeto afunda nos erros estratégicos e se transformou no "cemitério dos Policiais Militares".
Sérgio Cabral deve à Beltrame e à imprensa a sua reeleição. 
Deve ao secretário por forçar a Polícia Militar a dar continuidade a um projeto que fez mal à própria Corporação e que não fez bem à população do estado do Rio de Janeiro como um todo, não passando de um projeto eleitoreiro de abrangência municipal.
Deve à imprensa que enalteceu o projeto e ocultou os efeitos colaterais por anos.
No início de abril Cabral deixará o Palácio Guanabara e deixará no seu lugar o seu candidato à sucessão, o vice Pezão.
Tudo indica que Pezão manterá Beltrame, assim como, tudo indica que a gestão Beltrame produzirá para o vice um efeito contrário ao que produziu para o governador.
Salvo melhor juízo, nem a imprensa poderá salvar Pezão.
A população do Rio de Janeiro está aterrorizada, eis o legado Cabral-Beltrame.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 20 de março de 2014

A MORTE DE CLÁUDIA FERREIRA, A EXPLORAÇÃO POLÍTICA DE UMA TRAGÉDIA

Policias Militares assassinados
Governador não recebeu seus familiares


A MORTE DE CLÁUDIA FERREIRA, A EXPLORAÇÃO POLÍTICA DE UMA TRAGÉDIA 
Eu tenho vergonha!
No dia 16 de março de 2014, uma tragédia se abateu sobre a vida de inúmeras pessoas no Rio de Janeiro. 
Era manhã de domingo quando Policiais Militares realizaram uma incursão da comunidade da Convanca, situada na Zona Norte. 
Tiros foram disparados, traficante morto, traficante preso, armas e drogas foram apreendidas.
Caso o saldo fosse apenas esse, nenhuma anormalidade seria detectada, pois esse é o resultado da maioria das operações policiais do tipo “tiro, porrada e bomba” que o governo Sérgio Cabral emprega nas comunidades carentes, isso desde o início da sua gestão no Palácio Guanabara em janeiro de 2007.
Infelizmente, em muitas dessas operações “tiro, porrada e bomba” policiais e moradores acabam feridos e/ou mortos, como aconteceu incontáveis vezes na gestão Cabral e que voltou a ocorrer tragicamente na naquela manhã domingo.
No curso da operação, comandada por um Tenente da Polícia Militar, a senhora Cláudia Ferreira, uma cidadã brasileira, uma mãe de família com quatro filhos e que ainda cuidava de quatro sobrinhos, uma trabalhadora, também foi vítima da operação. Uma tragédia para familiares e amigos, como tantas outras que ocorreram no atual governo.
A tragédia ganhou contornos terríveis, quando a tampa traseira da viatura na qual era conduzida a senhora Cláudia se abriu e ela caiu para fora sendo arrastada por cerca de 350 metros, antes que os três Policiais Militares fossem avisados por populares, quando pararam a viatura e recolocaram a vítima, dando prosseguimento ao socorro.
O fato foi filmado por um cidadão.
Imagens horríveis que chocaram o mundo, como não poderiam deixar de fazer.
O fato está sendo investigados pela Polícia Civil e pela Polícia Militar, sendo que com o passar dos dias vários detalhes têm sido esclarecidos, muitos mudando o cenário inicial onde a versão dos Policiais Militares ainda não existia, mas não é esse o objetivo desse artigo, confrontar versões, o foco é o tratamento político que está sendo dado à tragédia.
Os três Policiais Militares foram autuados e presos, sendo acautelados em Bangu 8, algo inexplicável a princípio, pois deveriam estar acautelados em uma Organização Policial Militar.
Por que eles estão indevidamente em Bangu 8?
Simples, isso é uma resposta política, uma parte de uma estratégia política que tem se repetido no atual governo.
Tragédia ocorrida, logo o governo se apressou em se afastar das suas responsabilidades sobre o que ocorreu.
Eleições chegando, politicamente o governo precisava demonstrar para a população que não tolera ações desse tipo, as quais ele reprime com todo rigor. 
Para alcançar seu objetivo, ou seja, ficar fora do problema, embora faça parte dele, o governo Cabral atirou toda a responsabilidade na Polícia Militar e nos Policiais Militares.
Prendeu os Policiais Militares, jogou-os em Bangu 8 (ou Bangu 1) e sinalizou que vai expulsá-los.
Tecnicamente, tudo errado. Politicamente, uma saída estratégica.
Uma vergonhosa estratégia diante de uma tragédia que se abateu não só sobre os familiares e os amigos da senhora Cláudia, mas que também se abateu sobre os familiares e amigos dos três Policiais Militares.
Uma vergonhosa estratégia que teve seu ápice na reunião do governo com os familiares da vítima no Palácio Guanabara.
A tragédia passou a ser explorada politicamente de forma condenável.
De um lado o governo perfeito, o que está com as mãos limpas e do outro lado três Policiais Militares, os algozes.
Prezados leitores, isso tudo é uma vergonha.
Quem tem autorizado essas operações “tiro, porrada e bomba” nesses mais de sete anos, as quais já causaram incontáveis vítimas?
O governo Cabral.
Quem poderia ter acabado com esse tipo de operação policial e não o fez até hoje?
O governo Cabral.
Quem deveria disponibilizar todos os recursos para a realização de operações policiais?
O governo Cabral.
Quem deveria, por exemplo, disponibilizar uma ambulância para acompanhar cada uma dessas operações, tendo em vista que nelas é enorme o risco de policiais, traficantes e/ou moradores serem feridos?
O governo Cabral.
Onde estava a ambulância que devia estar em condições de ser acionada de imediato quando a senhora Cláudia foi ferida por tiro de fuzil?
Não existia ambulância.
O que fizeram os Policiais Militares?
Na falta da ambulância providenciaram uma viatura para transportar a vítima.
Cabe destacar que igual providencia é tomada quando um Policial Militar é ferido nessas operações ou no interior das comunidades “pacificadas” pelo governo Cabral, como tem ocorrido frequentemente.
Os Policiais Militares feridos também são transportados em viaturas e, em várias ocasiões, na parte da viatura onde foi colocada a senhora Cláudia, eis a realidade.
Quem duvidar que pergunte aos nossos policiais.
Sim, a tampa traseira abriu e a vítima foi arrastada, as imagens terríveis correram o mundo.
Apesar dessa verdade, a perícia constatou que a “tranca” não apresentava problema, logo ocorreu um caso fortuito, algo fora do controle dos Policiais Militares, ou seja, eles não podiam prever tal resultado e, certamente, não queriam.
Não importam essas verdades, alguém tem que ser culpado e não pode ser o governo.
Não importa que a manutenção das viaturas da Polícia Militar seja responsabilidade de uma empresa contratada pelo governo Cabral, isso a preços exorbitantes.
Cabe esclarecer à população que se o socorrido fosse um Policial Militar, ele seria arrastado de igual modo, eis a verdade.
Onde estava a ambulância que o governo Cabral devia disponibilizar para evitar tais tragédias?
Ela não estava na Covanca, eu não sei onde ela estava.
Só sei que em algumas oportunidades em que vi a comitiva do governador se deslocar pelas ruas do Rio de Janeiro, uma ambulância se fazia presente no comboio. Uma prevenção diante da possibilidade de um acidente automobilístico, eu creio.
Leitores, salvo melhor juízo, a família de Cláudia foi recebida por quem tinha tudo para evitar a tragédia, mas não evitou.



 Juntos Somos Fortes!