JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR - WHATSAAP - (04) POR QUE A REVISTA VEJA NÃO REVELOU ESSAS MENSAGENS?



Prezados leitores, hoje publicamos (provavelmente) nosso último artigo sobre as mensagens de WhatsApp que a revista Veja não publicou. 
As outras mensagens que publicamos poderão ser lidas nos três artigos anteriores (Link). 

"07/01/14 12:52:21: +55 21 98596-8069 Faltou agradecer ao grão mestre....
07/01/14 12:52:49: +55 21 7756-0570 E enquanto eu tiver nessa PORRA aqui, serei sempre uma areia, incomodando sempre o pé do REpolho!!!
07/01/14 12:53:14: +55 21 98596-8069 Areia????
07/01/14 12:53:24: +55 21 98596-8069 Vc tem q ser uma pedra!!!
07/01/14 12:53:41: +55 21 7756-0570 Pedra ele transfere!!!!
07/01/14 12:53:45: +55 21 98596-8069 Adriano, vc é o cel pinheiro em 199/2000
07/01/14 12:53:52: +55 21 98596-8069 1999
07/01/14 12:53:55: +55 21 7756-0570 Tem que ser no talento!!!
07/01/14 12:54:14: +55 21 98596-8069 O cabelinho detestava ele
07/01/14 12:54:18: +55 21 7756-0570 Vou empurrando nele... Sem ele perceber!!!
07/01/14 12:54:26: +55 21 98596-8069 Mas precisava dele ao mesmo tempo
07/01/14 12:54:34: +55 21 7756-0570 Talentoooo!!!" (sic). 

A imprensa divulgou que a PMERJ instaurou um IPM para apurar os fatos. 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

POLICIAL MILITAR SE RECUSA A USAR COLETE DEVIDO AO MAU CHEIRO

Prezados leitores, um Policial Militar de forma disciplinada e justificada se recusou a usar o colete.
Parabéns ao Policial Militar.
A conquista da dignidade exige atitudes.

 (Povo do Rio)


Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR - WHATSAAP - (03) POR QUE A REVISTA VEJA NÃO REVELOU ESSAS MENSAGENS?



Prezados leitores, baseados em dados recebidos temos publicado mensagens de WhatsApp trocadas entre Oficiais e Praças da PMERJ, que não foram noticiadas na matéria da revista Veja que tratou da apologia à violência e ao nazismo contida em algumas mensagens.
Ratificamos que não temos como saber se a revista Veja não recebeu as mensagens que estamos publicando ou se as recebeu e optou por não divulgar, apesar da gravidade.
Nós já publicamos dois artigos sobre as mensagens não publicadas pela Veja:
- Primeiro artigo (Link).
- Segundo artigo (Link).
Hoje publicamos um novo trecho: 

"26/12/13 20:30:08: +55 21 7756-0570 Comando... Deixa comigo... Lembra dos 1.500??? Eu disse, nao disse??? Uma ja foi... Faltam dois!!! 
26/12/13 20:30:28: +55 21 7756-0570 Tramoia e Ludi!!! 
26/12/13 20:30:51: +55 21 97205-8175Olhos 
26/12/13 20:31:14: +55 21 97205-8175 Sou a favor do Lud ir a obtido no cdc 
26/12/13 20:31:28: +55 21 96408-4300 Obito
26/12/13 20:31:36: +55 21 97205-8175 Isso 
26/12/13 20:31:43: +55 21 97205-8175 Foi mal 
26/12/13 20:31:58: +55 21 97205-8175 Morte ao Anakin 
26/12/13 20:32:44: +55 21 97205-8175 Tipo, instrução de paraquedismo sem paraquedas e com mochila de chumbo logo no primeiro dia" (sic).

Segundo a revista Veja a Polícia Militar instaurou um IPM para apurar os fatos.

Juntos Somos Fortes!

A MISSÃO IMPOSSÍVEL DE RECONSTRUIR A POLÍCIA MILITAR DO RIO

Prezados leitores, nós comentamos a entrevista do atual comandante geral ao jornal O Dia (Link). 
Hoje o jornal O Dia publica um editorial sobre o tema reconstrução da Polícia Militar, onde são elencados alguns óbices existentes.
Infelizmente, os problemas são em número muito maior e com gravidade superior que o contido no editorial.
Nas condições atuais, a missão é impossível.

(Jornal O Dia)

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR: O PAGAMENTO DO SERVIÇO EXTRA ESTÁ ATRASADO NOVAMENTE?



Prezados leitores, recebemos comentários dando conta que o pagamento do RAS está atrasado novamente.
Isso é verdade?
Deve ser muito difícil para o governo organizar o pagamento do RAS.
Logo irão dar a ideia de contratar mais uma firma de consultoria para avaliar a questão.
Contratar consultorias e fazer convênios com ONGs está na moda.

Juntos Somos Fortes!

POLÍCIA MILITAR: QUEM AJUDOU A DESTRUIR, DIZ QUE VAI TENTAR RECONSTRUIR

Prezados leitores, extremamente louvável a intenção demonstrada pelo atual Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Coronel PM Alberto Pinheiro Neto, ao afirmar:

- "Vamos reconstruir a Polícia Militar".

A frase foi dita durante a entrevista para o jornal O Dia publicada ontem e que replicamos nesse artigo.
Primeiro, a intenção é uma necessidade, a PMERJ está no CTI com infecção generalizada e falência múltipla nos órgãos, fazendo uma analogia com um paciente terminal.
Além disso, ao falar em reconstruir sendo Coronel PM, ele mesmo sem manifestar claramente, assume que contribui, quer seja por ação ou por omissão, para o estágio de destruição atual.
Ele, toda a atual cúpula da corporação, afinal, todos nós, Oficiais e Praças, que durante décadas integramos os quadros da bicentenária corporação.
Quem não tem culpa pela destruição é jovem aluno do Curso de Formação de Soldados que padece com a péssima formação que recebe, ele ainda não tem responsabilidade pelo estágio da PMERJ.
Os Coronéis, ativos e inativos, todos têm uma enorme parcela de responsabilidade e terão para sempre.
Portanto, louvável a intenção e desejamos todo sucesso afinal nada mais justo do que quem ajudou a destruir, que ajude a reconstruir.

(Jornal O Dia - 18 JAN 15)

Juntos Somos Fortes!

RIO - POLÍCIA MILITAR - MANTENHAM OS TUBOS...

Prezados leitores, mantenham os tubos...

(Jornal Extra - 18 JAN 15)

(Jornal Extra - 18 JAN 2015)


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domingo, 18 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR - WHATSAAP - (02) POR QUE A REVISTA VEJA NÃO REVELOU ESSAS MENSAGENS?



Prezados leitores, hoje damos sequência à série de artigos relacionados com a reportagem da Revista Veja sobre a Polícia Militar, baseada em mensagens de WhatsApp trocadas entre Oficiais e Praças da Polícia Militar, que obteve com exclusividade. 
Na reportagem foram publicadas mensagens que fariam apologia à violência no controle dos protestos de rua no Rio de Janeiro e ao nazismo.
A revista Veja informou que são milhares de mensagens trocadas entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014, as quais estão reunidas em 230 páginas de um inquérito da Corregedoria-Geral da PM.
A revista não poderia publicar todas as mensagens, logo deve ter feito uma seleção das que considerou mais importantes.
Nós começamos a publicar algumas  que tivemos conhecimento, como as publicadas no primeiro artigo (Link), que não foram publicadas pela Revista Veja.
Hoje publicaremos uma mensagem, fazendo novamente a ressalva de que como são dados não confirmados, não podemos garantir que a mensagem seja real e que conste no IPM da Corregedoria Interna, mas se constar é muito grave, merecendo uma investigação muito rigorosa para o seu esclarecimento.

"01/01/14 19:43:01: +55 21 7756-0570 Morte ao Porco, Morte ao Ambiguo," (sic).

Será que a Revista Veja não recebeu essa mensagem tão séria ou recebeu e não selecionou para publicação?
Uma ameaça ou uma brincadeira de péssimo gosto?
Quem seria o "Porco"?
Quem seria o "Ambíguo"?
Eles estão vivos? 

Juntos Somos Fortes!

RIO: A POLÍCIA MILITAR NO LEITO DE MORTE

Prezados leitores, a Polícia Militar respira com ajuda de aparelhos e parece que já ocorreu a morte cerebral.


(Jornal O Dia - 17 JAN 2015)

Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de janeiro de 2015

MENOR MORTO EM CONFRONTO COM PMs TERIA ENVOLVIMENTO COM O TRÁFICO

Prezados leitores, os indícios sinalizam que o menor que foi morto durante confronto com Policiais Militares na comunidade Camarista Méier, conforme artigo que publicamos, teria envolvimento com o tráfico de drogas.
Leiam a reportagem:

(Jornal Extra)

Juntos Somos Fortes!

POLÍCIA MILITAR - WHATSAAP - (01) POR QUE A REVISTA VEJA NÃO REVELOU ESSAS MENSAGENS?



Prezados leitores, usando as palavras da Revista Veja, "documentos exclusivos obtidos por VEJA mostram mensagens de cunho nazista enviadas por policiais pelo WhatsApp", serviram de base para a publicação da matéria com o título "Oficiais da PM do Rio incitaram pancadaria contra black blocs" (Link). 
Segundo a Revista Veja "O coronel Fábio, como é chamado, é o protagonista de milhares de mensagens trocadas entre oficiais da PM num grupo que se comunicava via WhatsApp entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014. Reunidas em 230 páginas de um inquérito da Corregedoria-Geral da PM, (...)". 
Então, são milhares de mensagens contidas em 230 páginas, mas se lermos a matéria encontraremos um pequeno número de mensagens.
Como afirmamos em artigo publicado ontem:

"O que nos causa estranheza é que dados dão conta que as mensagens tratam de outros indícios de crimes que envolvem outras pessoas, além das citadas na reportagem, mas essas mensagens não foram divulgadas pela Revista Veja. 
Qual a explicação? 
A Revista Veja só obteve parte das mensagens? 
A Revista Veja recebeu todas as mensagens, mas resolveu dar publicidade apenas a algumas delas? (Link)

Só quem pode responder a esses questionamentos é a Revista Veja.
Isso é fato.
Dados dão conta que entre as mensagens estariam as seguintes, por exemplo: 

"03/01/14 17:28:14: +55 21 99461-5026 Esse seria o fim 
03/01/14 17:29:26: +55 21 98596-8069 A core nas nossas hd 
03/01/14 17:29:39: +55 21 98596-8069 Simbiose perfeita 
03/01/14 17:29:47: +55 21 98596-8069 São bons... 
03/01/14 17:29:55: +55 21 98596-8069 Vão conseguir 
03/01/14 17:30:27: +55 21 98596-8069 Parece que o beltrami já deu o aval 
03/01/14 17:30:41: +55 21 98596-8069 Vão pintar elas de preto 
03/01/14 17:31:17: +55 21 98596-8069 Escoltar vários astros de rock 
03/01/14 17:31:24: +55 21 98596-8069 Artistas.... 
03/01/14 17:32:11: +55 21 99461-5026 Que isso Cel...nao acredito nisso 
03/01/14 17:32:33: +55 21 98596-8069 Kkkkkkkkkkkkk (sic)"

A Veja não recebeu esse trecho ou resolveu não divulgar?
Caso as mensagens em referência realmente integre o IPM, caberá à Corregedoria Interna esclarecer o contexto, que teria o aval do secretário de segurança Beltrame.
Devemos publicar outros trechos que a Revista Veja não publicou, alguns com assuntos graves.

Juntos Somos Fortes!

POLICIAIS MILITARES, NOVAMENTE, SÃO ACUSADOS DE MATAR MENOR



Prezados leitores, o envolvimento de menores com o tráfico de drogas em comunidades carentes é uma verdade inquestionável. Fotos e vídeos circulam nas redes sociais com menores portando armas de guerra. Obviamente, a maioria dos menores que vivem nas comunidades não são envolvidos com o tráfico, mas toda vez que um menor é morto durante uma operação policial, logo surge a notícia que ele não era envolvido.
Verdade ou mentira?
Só uma investigação de boa qualidade poderá esclarecer.
O fato é que, novamente, Policiais Militares estão sendo acusados pela morte de um menor que não seria envolvido com o tráfico.

"SITE G1
16/01/2015 09h33 - Atualizado em 16/01/2015 09h54
Família de menino morto em área de UPP nega que ele estivesse armado
Patrick Ferreira de Queiroz, de 11 anos, morreu nesta quinta.
Ele foi baleado após tiroteio entre PMs e suspeitos.
A família de Patrick Ferreira de Queiroz, criança de 11 anos que morreu após ser baleada após um tiroteio envolvendo PMs na Comunidade Camarista Meier, nega que a arma que a polícia afirma ter encontrado junto ao corpo seja da criança. 
Segundo o pai, Daniel Pinheiro de Queiroz, que chegou na manhã desta sexta-feira (16) para retirar o corpo do Instituto Médico Legal, a família estaria preparando uma festa de aniversário para o jovem, que completaria 12 anos neste sábado (17).
"O sentimento é de tristeza, só isso. A gente tava preparando uma festa para ele, comprei pipa, linha, tudo", disse.
De acordo com a irmã de Patrick, Scarlet de Queiroz, o jovem não estaria envolvido com o tráfico de drogas na comunidade. A Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) informou que o menino foi baleado após um tiroteio, mas a família nega que ele tenha envolvimento como tráfico (Leia mais)".

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

MISTÉRIO - POLÍCIA MILITAR - WHATSAPP - APOLOGIA À VIOLÊNCIA E AO NAZISMO

(Foto: Revista Veja)

Prezados leitores, a Revista Veja publicou trechos de conversas entre Oficiais e Praças através do WhatsApp, as quais fazem apologia à violência e ao nazismo.
As mensagens foram replicadas pelos órgãos de imprensa e escandalizaram a todos.
Oficiais foram expostos à execração pública.
Um Inquérito Policial Militar (IPM) está em andamento na Polícia Militar para apurar os indícios de crimes e as transgressões disciplinares.
Salvo melhor juízo, as mensagens publicadas pela Revista Veja integram o IPM.
O que nos causa estranheza é que dados dão conta que as mensagens tratam de outros indícios de crimes que envolvem outras pessoas, além das citadas na reportagem, mas essas mensagens não foram divulgadas pela Revista Veja.
Qual a explicação?
A Revista Veja só obteve parte das mensagens?
A Revista Veja recebeu todas as mensagens, mas resolveu dar publicidade apenas a algumas delas?
O nosso blog desenvolve um jornalismo investigativo e caso todas as mensagens relevantes não surjam na imprensa nos próximos dias, nós diligenciaremos para dar publicidade ao conteúdo das outras mensagens que contenham indícios de crimes atuais e passados.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A POLÍCIA MILITAR ESTÁ SENDO DESTRUÍDA (03)

Prezados leitores, a péssima gestão da segurança pública está destruindo a Polícia Militar, expondo ao risco de morte desnecessariamente o patrimônio da corporação: os Policiais Militares.


(Jornal O Povo do Rio)

Juntos Somos Fortes!

A POLÍCIA MILITAR ESTÁ SENDO DESTRUÍDA (02)

Prezados leitores, a Polícia Militar não está resistindo ao governo Cabral-Pezão.

Marcha dos Oficiais e Praças da Polícia Militar 
que queriam salvar a Polícia Militar
27 de janeiro de 2008


"JORNAL O DIA
Justiça e Cidadania
Adriana Cruz
14 de janeiro de 2015
Juiz aceita denúncia contra PMs e decreta prisão 
Os policiais acusados da morte da atendente de telemarketing Haíssa Vargas Motta, de 22 anos, em 2 de agosto de 2014, já são réus no processo do juiz Glauber Bitencourt Soares da Costa, da 1ª Vara Criminal de Nilópolis, que aceitou nesta terça-feira a denúncia feita pelo Ministério Público. O prazo de defesa é de 10 dias. 
Na decisão o juiz ressalta que ‘é dever do poder judiciário assegurar às testemunhas a tranquilidade necessária para que compareçam a juízo livre de qualquer temor’ O magistrado destacou que, apesar dos réus terem sido afastados do policiamento ostensivo, a medida é insuficiente para assegurar a livre colheita de provas. Por isso, decidiu decretar a prisão preventiva dos réus. 
O soldado Marcio José Watterlor Alves, autor dos disparos contra o veículo onde a vítima estava, e o cabo Delviro Anderson Moreira Ferreira, que conduzia a viatura, responderão pelo crime de homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e recurso que dificulta ou impossibilita a defesa). 
Já a Polícia Militar informou que, ao todo, quatro PMs serão submetidos a Conselho Disciplinar e podem ser expulsos da corporação por conta do fato. Além dos denunciados pelo MP, os cabos Gutemberg de Carvalho Gomes Junior e Carlos Henrique Ribeiro Furtado, que participaram da perseguição em outra viatura, também vão responder ao procedimento (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

A POLÍCIA MILITAR ESTÁ SENDO DESTRUÍDA (01)

Prezados leitores, a Polícia Militar está agonizando.
Os graves desvios de conduta envolvendo Oficiais e Praças são um sinal claro do estágio de degradação institucional.
A notícia a seguir nos envergonha.


Foto: Felipe Hanower / O Globo 
"JORNAL EXTRA
Casos de Polícia 
Publicado em 14/01/15 17:44 Atualizado em 14/01/15 18:15 
PMs são presos suspeitos de forjar flagrante de tráfico contra adolescente no Leblon 
Carolina Heringer 
Dois policiais militares do 23º BPM (Leblon) foram presos em flagrante, na manhã desta quarta-feira, suspeitos de terem forjado um flagrante de fato análogo ao crime de tráfico de drogas contra um adolescente na Cruzada São Sebastião, no Leblon, Zona Sul do Rio. Aloísio Souza da Cunha e Glauber de Miranda Rodrigues responderão pelos crimes de tráfico de drogas, abuso de autoridade e denunciação caluniosa.
Os PMs levantaram suspeitas ao levarem o jovem à 14ª DP (Leblon), onde acabaram presos. Eles apresentaram o adolescente na delegacia dizendo que ele estava com pinos de cocaína. O tio do rapaz, no entanto, também esteve na unidade e alegou ter visto o momento em que os policiais retiraram a droga de um carro particular. Policiais da 14ª DP foram então até o automóvel, que pertencia a um dos PMs, e encontraram pinos de cocaína (Leia mais)".

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A GESTÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA NO RIO É UMA PIADA DE PÉSSIMO GOSTO

Prezados leitores, o que adianta ter câmeras instaladas nas viaturas da Polícia Militar se elas não são monitoradas.
Para conhecer o conteúdo das imagens só resta aguardar que algum órgão da imprensa consiga essas imagens para desmoralizar cada vez mais a segurança pública no Rio de Janeiro.

(Jornal Extra)

Juntos Somos Fortes!


UM CORONEL PERIGOSO

Prezados leitores, imaginem as repercussões após a divulgação de todo conteúdo das mensagens de WhatsApp.
Por enquanto, apenas uma parte das mensagens foi publicada pela imprensa.


(Revista Carta Capital)


Juntos Somos Fortes!

domingo, 11 de janeiro de 2015

SECRETÁRIO BELTRAME ENFRENTA NOVO ESCÂNDALO COM OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR



Prezados leitores, o escândalo envolvendo a troca de mensagens através do WhatsApp entre Oficiais e Praças da Polícia Militar, continua repercutindo e revelando vínculos.

"REVISTA VEJA
Rio de Janeiro
Novo líder do Choque era o favorito de coronel exonerado
Em grupo de WhatsApp, coronel Fábio de Souza já falava que Willliam René seria o nome ideal para a unidade. Coronéis têm relação comercial em empresas de segurança privada e davam cursos pagos na sede do Bope 
Leslie Leitão, do Rio de Janeiro
O coronel Fábio de Souza, exonerado do comando do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio de Janeiro na segunda-feira, perdeu o cargo, mas não a influência sobre a tropa. Seu substituto no posto, o coronel William René Alonso, é ligado a oficiais do grupo de WhatsApp em que o antecessor insuflava a violência contra manifestantes nos protestos de rua e com mensagens de inspiração nazista. Indicado para a função em novembro, o coronel Fábio foi afastado depois que VEJA revelou a existência das conversas – parte de uma investigação interna da Corregedoria da PM. Nelas, Fabio, que havia sido transferido para o Batalhão de Operações Especiais, o Bope, afirmou que seu grupo voltaria a comandar a PM em 2015 – e René, ele deixava claro, fazia parte dos planos. "Está nas escrituras", disse, para em seguida prometer perseguir os 'inimigos' utilizando o 'Padrão Alemanha de 1930', numa alusão aos tempos do nazismo. 
O conteúdo dos diálogos preenche 232 páginas de um Inquérito Policial Militar (IPM) aberto para apurar um atentado a tiros à casa do tenente-coronel Márcio Rocha, sucessor de Fábio de Souza, que orquestrava um boicote à sua gestão. Na noite do dia 6 de janeiro de 2014, em meio a xingamentos ao coronel Rocha, chamado pelo grupo de "Obtuso", o coronel Fábio exorta: "René para o cmd(comando) do choque!!!" Em resposta, um oficial identificado como capitão Lima Ramos pondera: "Comando, não faça isso com Cel René", sugerindo que seria uma missão complicada. Fábio então responde: "Ele merece (...) servir no Choque sempre foi o sonho dele..." Adriano diz ainda que Fabio e René deveriam 'formar uma dupla como antes', numa alusão ao período de 2012 e 2013, quando o primeiro comandava o Choque e o segundo era o número 1 do Bope (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

"EFEITO WHATSAPP": PMs COMEÇARAM A SER ROTULADOS DE NAZISTAS NAS RUAS

Prezados leitores, bastou um protesto no Centro do Rio de Janeiro sobre o aumento das passagens de ônibus, para que os Policiais Militares começassem a serem rotulados como nazistas, um claro efeito à divulgação feita pela imprensa das imagens trocadas pelo WhatsApp entre Oficiais e Praças com apologia à violência e ao nazismo.
Assistam o vídeo e identifiquem os excessos dos PMs e os excessos dos manifestantes.


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