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sexta-feira, 4 de março de 2022

VOCÊ OUVE, VOCÊ FALA, MAS SABE O CONCEITO DE COMUNISMO, FASCISMO, NAZISMO E SOCIALISMO?



TRANSCRIÇÃO:

"ESTADO DE MINAS - ENEM

Fascismo, Nazismo e Socialismo para você nunca errar

Guia definitivo dos conceitos aceitos pela historiografia oficial


Percurso Pré-Vestibular

Os termos "fascismo", "nazismo" e "socialismo" voltaram a ser discutidos nas redes sociais, inclusive por autoridades do governo brasileiro, como se fossem movimentos de esquerda ou equivalentes. Mas você sabe realmente o que eles significaram e as suas bases ideológicas? Vamos esclarecer de uma forma objetiva cada um deles para você nunca errar na sua prova.

Fascismo - O fascismo surgiu em 1919 e tinha como líder o italiano Benito Mussolini, um veterano da Primeira Guerra Mundial. Originário da palavra latina "fascio littorio", tinha como símbolo um feixe de varas amarradas e representava o poder da Roma Antiga em punir e decapitar os cidadãos desobedientes. Apesar de Mussolini ser um ex-socialista, o seu partido foi construído com grupos paramilitares contra políticos de esquerda, judeus, homossexuais, órgãos de imprensa e até mesmo a classe operária. Seu objetivo era criar um regime totalitário de partido único, nacionalista, anti-marxista e militarista.


Em 1922, o Partido Nacional Fascista (PNF) assumiu o poder na Itália. Ele fortaleceu sua influência no país angariando o apoio de industriais, empresários e do Vaticano, e tornou-se referência para regimes autoritários mundo afora - Francisco Franco na Espanha, António Salazar em Portugal e, sobretudo, Adolf Hitler na Alemanha. No quesito social, o partido pouco atuou, pois pregava que as diferenças entre ricos e pobres era natural, e que um sistema no qual os fortes devem prevalecer, os fracos devem ser submissos, aceitando sua condição. A seguinte frase de Mussolini representa bem o significado do fascismo: "Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado."


Apesar de pregar forte intervenção estatal, ser autoritário e contrário ao liberalismo e ao comunismo, o regime Fascista posiciona-se na extrema-direita do espectro político tradicional. O seu programa político é claro em "A Doutrina do Fascismo" (Benito Mussolini, 1932), afirmando: "Somos livres para acreditar que este é o século da autoridade, um século tendendo para a 'direita', um século fascista".


Nazismo - A palavra Nazismo surgiu da abreviação do Partido Nacional-Socialista ou Partido Nazista alemão. Apesar do nome, não existiu nenhum vínculo do partido com grupos de esquerda, e pela definição atual é considerado um movimento de extrema-direita. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de criar uma terceira via tanto ao socialismo marxista quanto ao capitalismo liberal das elites prussianas que fracassaram na República de Weimar.


Apesar disso, a ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães. Assim como o Fascismo, o Nazismo defendia o controle total do Estado pelo partido, o ultranacionalismo, o militarismo e a crença da superioridade racial, mas em uma forma ainda mais radical. Em 1920, sob a liderança do austríaco Adolf Hitler, os nazistas começam a ganhar adeptos e a se estruturar, tendo como referência o Partido Fascista italiano. Depois de um golpe fracassado em 1924, Hitler escreveu Mein Kampf (Minha Luta - 1924) onde delineou o antissemitismo e o anticomunismo no cerne de sua filosofia política, bem como o seu desdém pela democracia parlamentar e sua crença no direito da Alemanha expandir seu território. Nele, defende temas da extrema-direita, como o argumento de que pessoas "superiores" têm o direito de dominar outros indivíduos e que a sociedade deve expurgar elementos supostamente "inferiores" (esse pensamento é expresso no conceito de “Darwinismo Social”).

Outro ponto que gera uma interpretação errada é a análise de forma superficial de alguns discursos de Hitler nos quais ele exalta o nacional-socialismo como uma vertente do socialismo. O fato era que ele expressava não uma forma tradicional do socialismo marxista, mas sim o socialismo como "exaltação do social".


Em 1933, com o apoio das elites alemãs, Hitler tornou-se chanceler e os nazistas gradualmente estabeleceram um regime unipartidário e totalitário, onde judeus, opositores políticos e outros elementos vistos como "indesejáveis" eram marginalizados, escravizados, presos e assassinados. Em 1934, Adolf Hitler tornou-se o "Führer", líder máximo que levaria a Alemanha e o mundo para a Segunda Guerra Mundial e aos horrores do Holocausto.


Socialismo - Refere-se a qualquer uma das várias teorias de organização econômica que advogam a administração e propriedade pública ou coletiva dos meios de produção e distribuição de bens, propondo-se a construir uma sociedade caracterizada pela igualdade de oportunidades e meios para todos os indivíduos, com um método isonômico de compensação. O socialismo moderno surgiu no final do século XVIII, tendo origem na classe intelectual e nos movimentos políticos da classe trabalhadora, que criticavam os efeitos da industrialização e da propriedade privada sobre a sociedade. Karl Marx afirmava que a luta de classes era responsável pela realidade social, e que este conflito inevitavelmente resultaria no socialismo através de uma revolução, e em seguida uma ditadura do proletariado,  tornando-se uma fase de transição do capitalismo para um novo modelo de sociedade que não seria dividido em classes sociais hierárquicas, num modelo essencialmente comunista. Nessa última fase não haveria mais propriedade privada.


Socialistas inspirados no modelo "Estado Operário Burocrático" de desenvolvimento econômico têm defendido a criação de economias de planejamento central dirigido por um Estado autoritário que controla todos os meios de produção. Esses regimes socialistas seriam caracterizados pelo domínio de uma casta burocrática; supressão, ou manutenção apenas na forma, dos organismos de base; planificação por essa burocracia, sem controle operário; alta hierarquização no serviço público; fusão de Estado e partido; e supressão da liberdade de imprensa. São exemplos desses regimes, a antiga União Soviética (Rússia atual) a partir da Nova Política Econômica (NEP), China, Coreia do Norte, Cuba e os países do Leste Europeu. Nos dias atuais, permanecem socialistas somente a China, Cuba e Coreia do Norte. Esses regimes são classificados de extrema-esquerda.


Artigo de Sociologia do Percurso Pré-Vestibular (Link)".


COMPLEMENTO:


"Comunismo

Juliana Bezerra
Revisão por Juliana Bezerra
 
Professora de História

O que é o comunismo:

Comunismo é uma doutrina social cujo objetivo é restabelecer o que se chama "estado natural", em que todas as pessoas teriam o mesmo direito a tudo, mediante a abolição da propriedade privada e o fim da luta de classes. Nos séculos XIX e XX o termo foi usado para qualificar um movimento político.

Esta palavra tem origem no latim comunis, que significa comum. Ser comunista significa compactuar com as ideias de Karl Marx e Friedrich Engels e defender as mudanças políticas, econômicas e sociais necessárias à superação da sociedade capitalista por uma sociedade sem classes.

Principais características do comunismo

São as principais características da doutrina comunista:

  • coletivização dos meios de produção;
  • o resultado do que é produzido é dividido entre todos os membros da sociedade;
  • a produção deve ser apenas o suficiente para a manutenção da sociedade;
  • não existe o conceito de propriedade privada;
  • abolição do Estado e das fronteiras nacionais (o comunismo é internacionalista) - (Link)".

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

POLICIAIS MILITARES DO BPCHOQUE SOFRERAM "LAVAGEM CEREBRAL" ?



Prezados leitores, as mensagens escritas e os áudios que estão circulando nas redes sociais são extremamente preocupantes e devem ser avaliados pela Secretaria de Segurança Pública e pelo Comando Geral da Polícia Militar para adoção de medidas preventivas, considerando que está se criando uma ambiência onde os Policiais Militares do BPChoque estão sendo taxados como traidores, isso em razão da repressão violenta que estão desenvolvendo contra os manifestantes que participam dos protestos na ALERJ contra o "pacote de maldades" do governo Pezão.
Salvo melhor juízo, respeitando as opiniões contrárias, os Policiais Militares do BPChoque não são traidores, eles estão tentando cumprir as missões determinadas, porém estão demonstrando absoluta falta do treinamento adequado para o cumprimento delas e errando pelo exagero.
Lembramos que o BPChoque foi o primeiro efetivo da Polícia Militar a ser considerado como "tropa de elite", isso em razão da sua excelência no treinamento.
O BPChoque foi desfigurado anos atrás, como escrevemos em alguns artigos anteriores, sendo aplicado no policiamento ostensivo normal , o que sacrificou a qualificação de sua tropa para o controle de distúrbios civis, sua principal missão.
Além disso, a mística construída ao longo de anos por Oficiais e Praças acabou sendo também sacrificada ou pior, pode ter sido desconstruída por meio de um tipo de "lavagem cerebral"
A nossa opinião nesse sentido está baseada no fato de que no início de 2015 estourou um  escândalo no BPChoque sobre conversas no Whats App entre Oficiais e Praças do batalhão, como o jornal Extra noticiou.
As conversas tratavam, entre outros temas, da superioridade dos integrantes do BPChoque sobre os outros Policiais Militares e até do culto ao nazismo, como foi citado na reportagem.

O que foi apurado sobre esses fatos gravíssimos?

Será que a apologia a esses temas nefastos interferiram na formação dos jovens integrantes do BPChoque?

Será que estamos enfrentando os resultados dessa "doutrinação"?

O Comando Geral da PMERJ deve avaliar essas possibilidades e deve dar publicidade ao resultado do Inquérito Policial Militar que deve ter sido instalado para apurar fatos tão graves.

Leiam a reportagem e avaliem.

"05/01/15 06:00 Atualizado em 05/01/15 08:35
MP vai apurar se comandante do Choque cometeu crime de incitação ao nazismo
Carolina Heringer
O procurador de Justiça Marcio Mothé, coordenador de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, vai solicitar à Central de Inquéritos do órgão que investigue se o coronel Fábio Souza de Almeida, comandante do Batalhão de Choque, e outros policiais - entre eles oficiais - cometeram o crime de incitação ao nazismo.
Em conversas num grupo do WhatsApp, os agentes fazem referências e mostram simpatia ao regime autoritário alemão. Nas mensagens, eles defendem a “caça” aos chamados peito de ladrilho - policiais que não possuem cursos especiais e classificam-se como uma “raça pura e sem defeitos”.
- É lamentável, em pleno século 21, se deparar com tamanha violação ao estado democrático de direito. É preciso impor limites à PM - comentou Mothé.
Ex-presidente da Federação Israelita do Rio e ex-vice-presidente da Confederação Israelita do Brasil, Osias Wurman, diz que independente de quem seja, alguém que pregue o nazismo está cometendo um crime:
- As referências ao nazismo destoam de toda a comunidade do Rio e do Brasil. Venha de quem vier a declaração, práticas, exemplos, símbolos, referências, tudo isso é crime federal, inafiançável e imprescritível.
Nas conversas, o coronel Fábio ainda defende o uso da violência contra manifestantes, durante os protestos no Rio, além de ironizar e criticar a gestão do coronel Márcio Rocha, que o sucedeu após sua primeira passagem pelo Choque, em agosto de 2013. Os diálogos foram anexados ao Inquérito Policial Militar que investiga um atentado no qual 14 tiros foram disparados contra o prédio de Rocha, em janeiro de 2014, cinco meses após ele ter assumido a unidade. Os diálogos que estão no inquérito ocorreram entre dezembro de 2013 e janeiro do ano seguinte (Leiam mais)".

Os Policiais Militares do BPChoque devem cumprir as missões que receberem com relação ao policiamento na ALERJ, desde que não sejam ordens ilegais ou absurdas (como a invasão da Igreja de São José), mas devem também fazer uma reflexão sobre o contido na reportagem do jornal Extra e a relação que pode existir (ou não) com a violência que estão empregando.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR - WHATSAAP - (04) POR QUE A REVISTA VEJA NÃO REVELOU ESSAS MENSAGENS?



Prezados leitores, hoje publicamos (provavelmente) nosso último artigo sobre as mensagens de WhatsApp que a revista Veja não publicou. 
As outras mensagens que publicamos poderão ser lidas nos três artigos anteriores (Link). 

"07/01/14 12:52:21: +55 21 98596-8069 Faltou agradecer ao grão mestre....
07/01/14 12:52:49: +55 21 7756-0570 E enquanto eu tiver nessa PORRA aqui, serei sempre uma areia, incomodando sempre o pé do REpolho!!!
07/01/14 12:53:14: +55 21 98596-8069 Areia????
07/01/14 12:53:24: +55 21 98596-8069 Vc tem q ser uma pedra!!!
07/01/14 12:53:41: +55 21 7756-0570 Pedra ele transfere!!!!
07/01/14 12:53:45: +55 21 98596-8069 Adriano, vc é o cel pinheiro em 199/2000
07/01/14 12:53:52: +55 21 98596-8069 1999
07/01/14 12:53:55: +55 21 7756-0570 Tem que ser no talento!!!
07/01/14 12:54:14: +55 21 98596-8069 O cabelinho detestava ele
07/01/14 12:54:18: +55 21 7756-0570 Vou empurrando nele... Sem ele perceber!!!
07/01/14 12:54:26: +55 21 98596-8069 Mas precisava dele ao mesmo tempo
07/01/14 12:54:34: +55 21 7756-0570 Talentoooo!!!" (sic). 

A imprensa divulgou que a PMERJ instaurou um IPM para apurar os fatos. 

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR - WHATSAAP - (03) POR QUE A REVISTA VEJA NÃO REVELOU ESSAS MENSAGENS?



Prezados leitores, baseados em dados recebidos temos publicado mensagens de WhatsApp trocadas entre Oficiais e Praças da PMERJ, que não foram noticiadas na matéria da revista Veja que tratou da apologia à violência e ao nazismo contida em algumas mensagens.
Ratificamos que não temos como saber se a revista Veja não recebeu as mensagens que estamos publicando ou se as recebeu e optou por não divulgar, apesar da gravidade.
Nós já publicamos dois artigos sobre as mensagens não publicadas pela Veja:
- Primeiro artigo (Link).
- Segundo artigo (Link).
Hoje publicamos um novo trecho: 

"26/12/13 20:30:08: +55 21 7756-0570 Comando... Deixa comigo... Lembra dos 1.500??? Eu disse, nao disse??? Uma ja foi... Faltam dois!!! 
26/12/13 20:30:28: +55 21 7756-0570 Tramoia e Ludi!!! 
26/12/13 20:30:51: +55 21 97205-8175Olhos 
26/12/13 20:31:14: +55 21 97205-8175 Sou a favor do Lud ir a obtido no cdc 
26/12/13 20:31:28: +55 21 96408-4300 Obito
26/12/13 20:31:36: +55 21 97205-8175 Isso 
26/12/13 20:31:43: +55 21 97205-8175 Foi mal 
26/12/13 20:31:58: +55 21 97205-8175 Morte ao Anakin 
26/12/13 20:32:44: +55 21 97205-8175 Tipo, instrução de paraquedismo sem paraquedas e com mochila de chumbo logo no primeiro dia" (sic).

Segundo a revista Veja a Polícia Militar instaurou um IPM para apurar os fatos.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 18 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR - WHATSAAP - (02) POR QUE A REVISTA VEJA NÃO REVELOU ESSAS MENSAGENS?



Prezados leitores, hoje damos sequência à série de artigos relacionados com a reportagem da Revista Veja sobre a Polícia Militar, baseada em mensagens de WhatsApp trocadas entre Oficiais e Praças da Polícia Militar, que obteve com exclusividade. 
Na reportagem foram publicadas mensagens que fariam apologia à violência no controle dos protestos de rua no Rio de Janeiro e ao nazismo.
A revista Veja informou que são milhares de mensagens trocadas entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014, as quais estão reunidas em 230 páginas de um inquérito da Corregedoria-Geral da PM.
A revista não poderia publicar todas as mensagens, logo deve ter feito uma seleção das que considerou mais importantes.
Nós começamos a publicar algumas  que tivemos conhecimento, como as publicadas no primeiro artigo (Link), que não foram publicadas pela Revista Veja.
Hoje publicaremos uma mensagem, fazendo novamente a ressalva de que como são dados não confirmados, não podemos garantir que a mensagem seja real e que conste no IPM da Corregedoria Interna, mas se constar é muito grave, merecendo uma investigação muito rigorosa para o seu esclarecimento.

"01/01/14 19:43:01: +55 21 7756-0570 Morte ao Porco, Morte ao Ambiguo," (sic).

Será que a Revista Veja não recebeu essa mensagem tão séria ou recebeu e não selecionou para publicação?
Uma ameaça ou uma brincadeira de péssimo gosto?
Quem seria o "Porco"?
Quem seria o "Ambíguo"?
Eles estão vivos? 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de janeiro de 2015

POLÍCIA MILITAR - WHATSAAP - (01) POR QUE A REVISTA VEJA NÃO REVELOU ESSAS MENSAGENS?



Prezados leitores, usando as palavras da Revista Veja, "documentos exclusivos obtidos por VEJA mostram mensagens de cunho nazista enviadas por policiais pelo WhatsApp", serviram de base para a publicação da matéria com o título "Oficiais da PM do Rio incitaram pancadaria contra black blocs" (Link). 
Segundo a Revista Veja "O coronel Fábio, como é chamado, é o protagonista de milhares de mensagens trocadas entre oficiais da PM num grupo que se comunicava via WhatsApp entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014. Reunidas em 230 páginas de um inquérito da Corregedoria-Geral da PM, (...)". 
Então, são milhares de mensagens contidas em 230 páginas, mas se lermos a matéria encontraremos um pequeno número de mensagens.
Como afirmamos em artigo publicado ontem:

"O que nos causa estranheza é que dados dão conta que as mensagens tratam de outros indícios de crimes que envolvem outras pessoas, além das citadas na reportagem, mas essas mensagens não foram divulgadas pela Revista Veja. 
Qual a explicação? 
A Revista Veja só obteve parte das mensagens? 
A Revista Veja recebeu todas as mensagens, mas resolveu dar publicidade apenas a algumas delas? (Link)

Só quem pode responder a esses questionamentos é a Revista Veja.
Isso é fato.
Dados dão conta que entre as mensagens estariam as seguintes, por exemplo: 

"03/01/14 17:28:14: +55 21 99461-5026 Esse seria o fim 
03/01/14 17:29:26: +55 21 98596-8069 A core nas nossas hd 
03/01/14 17:29:39: +55 21 98596-8069 Simbiose perfeita 
03/01/14 17:29:47: +55 21 98596-8069 São bons... 
03/01/14 17:29:55: +55 21 98596-8069 Vão conseguir 
03/01/14 17:30:27: +55 21 98596-8069 Parece que o beltrami já deu o aval 
03/01/14 17:30:41: +55 21 98596-8069 Vão pintar elas de preto 
03/01/14 17:31:17: +55 21 98596-8069 Escoltar vários astros de rock 
03/01/14 17:31:24: +55 21 98596-8069 Artistas.... 
03/01/14 17:32:11: +55 21 99461-5026 Que isso Cel...nao acredito nisso 
03/01/14 17:32:33: +55 21 98596-8069 Kkkkkkkkkkkkk (sic)"

A Veja não recebeu esse trecho ou resolveu não divulgar?
Caso as mensagens em referência realmente integre o IPM, caberá à Corregedoria Interna esclarecer o contexto, que teria o aval do secretário de segurança Beltrame.
Devemos publicar outros trechos que a Revista Veja não publicou, alguns com assuntos graves.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

MISTÉRIO - POLÍCIA MILITAR - WHATSAPP - APOLOGIA À VIOLÊNCIA E AO NAZISMO

(Foto: Revista Veja)

Prezados leitores, a Revista Veja publicou trechos de conversas entre Oficiais e Praças através do WhatsApp, as quais fazem apologia à violência e ao nazismo.
As mensagens foram replicadas pelos órgãos de imprensa e escandalizaram a todos.
Oficiais foram expostos à execração pública.
Um Inquérito Policial Militar (IPM) está em andamento na Polícia Militar para apurar os indícios de crimes e as transgressões disciplinares.
Salvo melhor juízo, as mensagens publicadas pela Revista Veja integram o IPM.
O que nos causa estranheza é que dados dão conta que as mensagens tratam de outros indícios de crimes que envolvem outras pessoas, além das citadas na reportagem, mas essas mensagens não foram divulgadas pela Revista Veja.
Qual a explicação?
A Revista Veja só obteve parte das mensagens?
A Revista Veja recebeu todas as mensagens, mas resolveu dar publicidade apenas a algumas delas?
O nosso blog desenvolve um jornalismo investigativo e caso todas as mensagens relevantes não surjam na imprensa nos próximos dias, nós diligenciaremos para dar publicidade ao conteúdo das outras mensagens que contenham indícios de crimes atuais e passados.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

UM CORONEL PERIGOSO

Prezados leitores, imaginem as repercussões após a divulgação de todo conteúdo das mensagens de WhatsApp.
Por enquanto, apenas uma parte das mensagens foi publicada pela imprensa.


(Revista Carta Capital)


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domingo, 11 de janeiro de 2015

SECRETÁRIO BELTRAME ENFRENTA NOVO ESCÂNDALO COM OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR



Prezados leitores, o escândalo envolvendo a troca de mensagens através do WhatsApp entre Oficiais e Praças da Polícia Militar, continua repercutindo e revelando vínculos.

"REVISTA VEJA
Rio de Janeiro
Novo líder do Choque era o favorito de coronel exonerado
Em grupo de WhatsApp, coronel Fábio de Souza já falava que Willliam René seria o nome ideal para a unidade. Coronéis têm relação comercial em empresas de segurança privada e davam cursos pagos na sede do Bope 
Leslie Leitão, do Rio de Janeiro
O coronel Fábio de Souza, exonerado do comando do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio de Janeiro na segunda-feira, perdeu o cargo, mas não a influência sobre a tropa. Seu substituto no posto, o coronel William René Alonso, é ligado a oficiais do grupo de WhatsApp em que o antecessor insuflava a violência contra manifestantes nos protestos de rua e com mensagens de inspiração nazista. Indicado para a função em novembro, o coronel Fábio foi afastado depois que VEJA revelou a existência das conversas – parte de uma investigação interna da Corregedoria da PM. Nelas, Fabio, que havia sido transferido para o Batalhão de Operações Especiais, o Bope, afirmou que seu grupo voltaria a comandar a PM em 2015 – e René, ele deixava claro, fazia parte dos planos. "Está nas escrituras", disse, para em seguida prometer perseguir os 'inimigos' utilizando o 'Padrão Alemanha de 1930', numa alusão aos tempos do nazismo. 
O conteúdo dos diálogos preenche 232 páginas de um Inquérito Policial Militar (IPM) aberto para apurar um atentado a tiros à casa do tenente-coronel Márcio Rocha, sucessor de Fábio de Souza, que orquestrava um boicote à sua gestão. Na noite do dia 6 de janeiro de 2014, em meio a xingamentos ao coronel Rocha, chamado pelo grupo de "Obtuso", o coronel Fábio exorta: "René para o cmd(comando) do choque!!!" Em resposta, um oficial identificado como capitão Lima Ramos pondera: "Comando, não faça isso com Cel René", sugerindo que seria uma missão complicada. Fábio então responde: "Ele merece (...) servir no Choque sempre foi o sonho dele..." Adriano diz ainda que Fabio e René deveriam 'formar uma dupla como antes', numa alusão ao período de 2012 e 2013, quando o primeiro comandava o Choque e o segundo era o número 1 do Bope (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

"EFEITO WHATSAPP": PMs COMEÇARAM A SER ROTULADOS DE NAZISTAS NAS RUAS

Prezados leitores, bastou um protesto no Centro do Rio de Janeiro sobre o aumento das passagens de ônibus, para que os Policiais Militares começassem a serem rotulados como nazistas, um claro efeito à divulgação feita pela imprensa das imagens trocadas pelo WhatsApp entre Oficiais e Praças com apologia à violência e ao nazismo.
Assistam o vídeo e identifiquem os excessos dos PMs e os excessos dos manifestantes.


Juntos Somos Fortes!

sábado, 10 de janeiro de 2015

PM - APOLOGIA AO NAZISMO - IMPRENSA NÃO DIVULGOU TODOS OS CRIMES CONTIDOS NAS MENSAGENS



Prezados leitores, as mensagens trocadas por Oficiais e Praças da Polícia Militar pelo WhatsApp contendo incitamento à violência e apologia ao nazismo escandalizaram o país, após terem sido divulgadas pela Revista Veja e pelo Jornal Extra.
Fontes dão conta que outros crimes graves contidos nas mensagens ainda não foram divulgados pelos órgãos de imprensa, portanto, não se surpreendam se novas revelações forem feitas.
A Polícia Militar instaurou um Inquérito Policial Militar e deverá instaurar Processos Administrativos Disciplinares, o que pode ocorrer a qualquer momento, pois os envolvidos foram acusados da prática de atos ofensivos ao decoro e à dignidade policial militar através de notícias publicadas pela imprensa.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

CORONEL QUE CUIDAVA DA SEGURANÇA DE BELTRAME É ACUSADO DE NOVO CRIME

Prezados leitores, o caso das trocas de mensagens entre Oficiais e Praças através do WhatsApp, nas quais estão sendo identificados indícios da prática de vários crimes, parece um poço sem fundo, novos indícios de crime foram noticiados pelo jornal Extra.


(Jornal Extra)

Juntos Somos Fortes!

RIO - CRISE NA SEGURANÇA: QUEM É O "CHANCELER" CITADO NA APOLOGIA AO NAZISMO?



Prezados leitores, a crise se aprofunda na área da segurança pública do Rio de Janeiro.
O Ministério Público irá investigar as mensagens trocadas por Oficiais e Praças da PMERJ através do WhatsApp onde constam apologia à violência e ao nazismo.
No final acessem o link para conhecerem algumas das mensagens e tentem responder a pergunta:
- Quem é a pessoa denominada como "CHANCELER" citado em uma mensagem e que assumiria o poder na PM em abril de 2015?

"REVISTA VEJA 
Rio de Janeiro
MP vai instaurar inquérito para apurar crime de apologia ao nazismo contra oficiais da PM do Rio
Leslie Leitão, do Rio de Janeiro
O coordenador de Direitos Humanos do Ministério Público, Marcio Mothé, declarou-se estarrecido com o conteúdo das mensagens de incitação à violência e referências nazistas que circularam em um grupo de WhatsApp de oficiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro. O promotor afirmou que vai pedir a instauração de um inquérito (na esfera civil) para apurar o caso. As conversas foram reveladas na edição de VEJA desta semana e mostram o coronel Fabio de Souza e vários oficiais subordinados confessando ter atacado manifestantes pelas costas, incitando a violência nos protestos, tramando contra desafetos da corporação e com teor de apoio a práticas nazistas. 
Segundo Mothé, as mensagens e os atos que elas revelam ferem A Lei Federal 9459, que prevê pena de um a três anos de reclusão para quem ‘praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional’. A pena aumenta caso qualquer desses crimes seja ‘cometido por intermédio dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza. “Quando a gente acha que viu tudo, se surpreende. No século XXI testemunhar um comportamento desse é inaceitável. São mensagens que evidenciam o total despreparo da PM em lidar com as situações cotidianas”, afirma Mothé. 
Mothé criticou o fato de o secretário de segurança, José Mariano Beltrame, ter ‘abrigado’ o coronel Fábio de Souza em sua escolta imediatamente após ele ter sido afastado pelo comando da PM, em março do ano passado: “Isso só mostra que o secretário bancou o oficial. Como ele também não defendia o Edson (major Edson Santos, acusado de participar da tortura e morte do pedreiro Amarildo, na Rocinha, em 2013), e agora estão tentando expulsá-lo. Os fatos falam por si”. 
Confira os trechos dos diálogos de oficiais da PM pelo WhatsApp obtidos por VEJA (Link). 

Juntos Somos Fortes!

PM INVESTIGA ATAQUE A CASA DE EX-COMANDANTE DO BATALHÃO DE POLÍCIA DE CHOQUE



Prezados leitores, a reportagem do jornal O Globo que transcrevemos a seguir noticia que a Polícia Militar está investigando no IPM que apura as mensagens de WhatsApp contendo apologia à violência e ao nazismo, o ataque contra a residência do Tenente Coronel Mário Rocha citando que o Coronel PM Fábio (integrante do grupo de WhatsApp) teria rixa com ele.

"JORNAL O GLOBO 
PM investiga ataque com 14 tiros à casa de ex-comandante do Choque 
No inquérito, foram ouvidos outros policiais e o atual titular da unidade 
03/01/2015 19:44 / ATUALIZADO 03/01/2015 19:49 
RIO - A Polícia Militar investiga um ataque à casa do ex-comandante do Batalhão de Choque, tenente-coronel Márcio Rocha, cuja fachada foi atingida por 14 tiros em janeiro de 2014. A informação foi revelada pela revista “Veja”. No Inquérito Policial Militar (IPM), já foram ouvidos PMs que fariam parte de um grupo de WhatsApp, em que faziam críticas ao oficial. Também foi ouvido na condição de testemunha o atual comandante do Choque, coronel Fábio Souza, que teria uma rixa com o antecessor. Por nota, a Secretaria de Segurança destacou que o coronel Fábio Souza não foi indiciado em nenhum IPM. 
De acordo com a Polícia Militar, o IPM que apura o ataque à casa do ex-comandante do Choque está em andamento, cumprindo exigências feitas pelo Ministério Público. 
O tenente-coronel Marcio Rocha não quis comentar o caso. Já o coronel Fabio Souza não foi localizado. As mensagens de WhatsApp mostrariam que o coronel Fábio, além de uma desavença com o antecessor, também teria incitado policiais a usarem de violência contra manifestantes durante os protestos ocorridos em 2013. Na época, o coronel Fábio estava à frente do Bope (Batalhão de Operações Especiais) (Leia mais)" 

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

CORONEL PM, EX-COMANDANTE GERAL, FAZ GRAVES ACUSAÇÕES CONTRA O SECRETÁRIO BELTRAME

(Charge O Globo)

Prezados leitores, o caso da apologia à violência e ao nazismo na Polícia Milita está longe de ser totalmente esclarecido.
O Coronel PM Luís Castro, ex-Comandante Geral da PMERJ, fez graves acusações contra o secretário de segurança pública Beltrame.
Reportagem envolve grupo do atual Comandante Geral na promoção do Coronel PM Fábio, acusado de apologia à violência e ao nazismo. 

"JORNAL EXTRA
Casos de Polícia 
Coronel que defendeu violência contra manifestantes pulou 81 colocações na lista de promoção após novo comando assumir 
Carolina Heringer e Fabiana Paiva 
A ascensão do então tenente-coronel Fábio Almeida de Souza para coronel foi precedida de outro salto ainda maior do que a mudança de patente. O oficial ocupava a 89ª posição no quadro de promoções da corporação, mas pulou para a 8ª, após o grupo do coronel Alberto Pinheiro Neto ter assumido o comando da PM, no fim do ano passado. No último dia 25, Fábio foi promovido a coronel por merecimento. E, nesta segunda-feira, exonerado do comando do Batalhão de Choque, após comentários polêmicos feitos por ele num grupo de WhatsApp - inclusive com alusões ao nazismo - terem sido divulgados. 
Para dar o salto, Fábio recorreu de sua avaliação anterior, de abril de 2014, feita na época em que o coronel Luís Castro de Menezes era comandante. Antes, em dezembro de 2013, estava em 28º. A queda na colocação do coronel Fábio na lista se deu pela descoberta das conversas no WhatsApp. Na época, ele ainda foi afastado do comando do Bope.
Segundo um oficial que fazia parte da cúpula da PM, para subir 81 posições o oficial teria de conseguir nota máxima em todos os quesitos, avaliados por uma comissão presidida pelo comandante da PM. É ele quem vai escolher da lista os promovidos. A relação precisa ser aprovada pelo secretário de Segurança Pública.
Beltrame diz que não sabia
O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, disse ontem estar “horrorizado” com as mensagens trocadas pelo coronel Fábio. Ele negou que já soubesse dos diálogos, e afirmou ter pedido a abertura de uma investigação sobre a conduta do coronel. Ex-comandante da PM, o coronel Luís Castro, que disse à “Veja” que já havia avisado ao secretário sobre as conversas, no início de 2014, foi irônico ao ser questionado pelo EXTRA sobre as declarações de Beltrame.
- Você não acha estranho o comandante do Bope ser exonerado e mandado para O DGP, a geladeira da PM, sem que o secretário de Segurança saiba o porquê? Meio difícil, né? - disparou.
De acordo com Castro, em março de 2014, ao saber dos diálogos, procurou Beltrame pessoalmente, e avisou que exoneraria o oficial, que comandava o Bope. Segundo Castro, o secretário teria pedido que Fábio fosse para sua escolta pessoal. Lá, ele ficou até novembro de 2014, quando voltou a comandar o Choque (Leia mais)". 

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

EX-COMANDANTE GERAL DA PM DIZ QUE BELTRAME SABIA DA APOLOGIA AO NAZISMO E À VIOLÊNCIA

Prezados leitores, o ex-Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel PM José Luís Castro, foi categórico ao afirmar que o secretário Beltrame conhecia os motivos que determinaram o afastamento do Coronel PM Fábio do comando do BOPE, ou seja, as mensagens trocadas no WhatsApp com apologia à violência e ao nazismo.
O jornal Folha de São Paulo repercutiu a acusação grave na matéria que publicamos a seguir.
O secretário Beltrame nega.
Resta a pergunta:
- Quem vai investigar a acusação feita pelo ex-comandante geral contra o secretário de segurança?
Salvo melhor juízo, o Ministério Público terá que proceder a investigação.


(Fonte: Folha de São Paulo)

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CRISE NA SEGURANÇA - GRANDE REPERCUSSÃO DA APOLOGIA AO NAZISMO

Prezados leitores, publicamos a seguir algumas matérias sobre a repercussão da crise na segurança pública gerada pela apologia à violência e ao nazismo.

(Fonte: Jornal O Dia)

(Fonte: Destak)

(Fonte: Publi Netro RJ)

(Fonte: O Estado de São Paulo)

(Fonte: Folha de São Paulo)

(Fonte: O Globo)

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CRISE NA SEGURANÇA - REPERCUSSÃO INTERNACIONAL DA APOLOGIA AO NAZISMO

Prezados leitores, a seguir publicamos uma das matérias publicadas no exterior que repercutiu a grave crise na segurança pública do Rio de Janeiro.




"THE GUARDIAN 
Rio de Janeiro elite police chief sacked as 'pro-Nazi chats' revealed
Local magazine published inflammatory messages said to have been posted by head of a paramilitary battalion to fellow officers 
Jonathan Watts in Rio de Janeiro
theguardian.com, Monday 5 January 2015 21.45 GMT 
The already thuggish reputation of Rio de Janeiro’s police force dropped a notch lower after the commander of an elite unit was dismissed on Monday for allegedly endorsing Nazism, plotting against a superior and inciting violence against anti-World Cup protesters. 
Colonel Fábio Almeida de Souza was replaced as head of the Choque Battalion of paramilitary police after Veja magazine published inflammatory messages that he is said to have posted to fellow officers using the WhatsApp chat service. 
The text conversations are reportedly taken from an internal investigation into an assassination attempt on a rival officer, whose home was peppered with bullets in January 2014. 
Although De Souza was cleared of that wrongdoing, the messages appear to suggest he and other members of the battalion plotted to create what they called a “Reich” inside the organisation. Referred to by his fellows as a “Fuhrer”, De Souza described his group as “pure race and flawless”. 
In one chat, De Souza predicted he would take leadership of the paramilitary police in Rio and then said he would inflict a “nuclear winter” on his enemies: “You will see what revenge is.” When his colleagues outlined plans for a coup, De Souza responded by writing “Germany 1930 standard”. 
During the street protests that racked Rio in June 2013, De Souza was asked about baton techniques for restraining protesters. He responded: “Kill them. That will immobilise them permanently.” 
Nobody was fatally shot during the demonstrations, but De Souza boasted to his fellow officers when he hit a protester with a teargas pellet from a pump-action rifle. “What pride!” he exclaimed. 
The messages call into question the judgment of Rio state’s top security official, José Mariano Beltrame, who promoted de Souza in November. 
Beltrame has denied reports that he had been previously warned about the messages. He said he was “horrified” by the chat between officers and is seeking a police investigation into De Souza (Fonte)".

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APOLOGIA AO NAZISMO E À VIOLÊNCIA: BELTRAME EXONERA CORONEL E DIZ NÃO TER CULPA



Prezados leitores, o secretário de segurança pública Beltrame continua não tendo culpa de nada de ruim que ocorre na área pela qual é responsável há mais de oito anos.
O secretário é perfeito, nunca erra.

"JORNAL O GLOBO
05/01/2015 11h33 - Atualizado em 05/01/2015 20h53 
Beltrame anuncia exoneração de comandante de Batalhão de Choque
Anuncio foi feito na manhã desta segunda pelo secretário de Segurança.
Segundo jornal, MP investiga se oficial incitou a violência e o nazismo.
O secretário de Segurança do Estado do Rio, José Mariano Beltrame, anunciou na manhã desta segunda-feira (5) a exoneração do coronel Fábio Souza de Almeida, comandante do Batalhão de Choque. 
O secretário anunciou o afastamento de Fábio após a posse do secretariado do governo Luiz Fernando Pezão, no Palácio Laranjeiras, Zona Sul do Rio. saiba mais
De acordo com o jornal Extra, o procurador de Justiça Marcio Mothé, coordenador de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, vai solicitar à Central de Inquéritos do órgão que investigue se o oficial e outros policiais cometeram o crime de incitação a violência — contra manifestantes de prostestos ocorridos em 2013— e o nazismo.
Em conversas num grupo na rede social WhatsApp, os agentes teriam feito referências e mostrado simpatia ao nazismo. Nas mensagens, eles defendem a “caça” aos chamados peito de ladrilho — policiais que não possuem cursos especiais — e dizem que vão primar por uma raça "pura e sem defeitos" na PM. Conversas mostram ainda citações ao Führer, título pelo qual era chamado Adolf Hitler, ditador da Alemanha Nazista entre 1933 e 1945. A denúncia sobre as mensagens foi feita pela revista "Veja" (Leia mais). 

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

SECRETÁRIO BELTRAME APADRINHOU OFICIAL ACUSADO DE APOLOGIA AO NAZISMO E À VIOLÊNCIA

Prezados leitores, o caso é gravíssimo.
O mais grave envolvendo Oficiais da Polícia Militar nos oito anos de governo Cabral-Pezão, sem qualquer dúvida.
O jornal Extra deixa claro o apadrinhamento do secretário de segurança Beltrame ao Oficial acusado de apologia à violência e ao nazismo.
Em condições normais, Beltrame solicitaria exoneração ou seria exonerado pelo governador.
Não acreditamos que ocorra o pedido ou a exoneração.
Ele não pedirá e Pezão não pode exonerá-lo, como a realidade comprova.
Só uma enorme pressão dos órgãos de direitos humanos poderá tirar Beltrame da cadeira.
Leiam a matéria da revista Veja publicada no artigo anterior e a matéria do jornal Extra que publicamos a seguir:




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