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quinta-feira, 25 de maio de 2017
VÍDEO - O BATALHÃO DE POLÍCIA DE CHOQUE
Prezados leitores, conheçam o Batalhão de Polícia de Choque da PMERJ.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
VÍDEO - PROTESTO NA ALERJ - 30 MINUTOS DE "GUERRA" NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO
Prezados leitores, publicamos vídeo encaminhado por um leitor contendo trinta minutos de uma "guerra" no Centro do Rio de Janeiro, durante um protesto realizado na ALERJ.
As cenas dão uma dimensão da gravidade do que estamos vivenciando.
Aconselhamos a todos que antes de resolverem participar de um novo protesto, assistam todo o vídeo para uma avaliação do quadro atual de violência nos protestos.
Fonte: Factual RJ
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
NOTA DO IAB SOBRE OS TUMULTOS NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO
Prezados leitores, transcrevemos nota do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) sobre os tumultos ocorridos no Centro do Rio de Janeiro ao longo do protesto realizado pelo MUSPE em frente à ALERJ.
O nosso espaço que completa dez anos de existência sempre primou por retratar os fatos com a independência que todo veículo de jornalismo deveria ter e sem tentar formar a opinião dos leitores, mas sempre tentando trazer o maior número de subsídios para que os leitores concluam com seu ferramental de conhecimento.
É de domínio público que o organizador do Blog é o Coronel PM Paulo Ricardo Paúl, mas isso nunca fez com que as mossas publicação (artigos, vídeos e imagens) tivessem o corporativismo como referência.
Defendemos a Polícia Militar e os Policiais Militares quando os fatos evidenciam que eles estão certos e criticamos duramente quando estão errados.
O mau corporativismo (pois existe o bom) de defender os companheiros mesmo quando estão claramente errados, nunca encontrou espaço no blog.
Não entendemos, por exemplo, a tentativa de defesa que alguns Policiais Civis tentam fazer do PC que agiu completamente errado neste dia de protesto, atirando em Policiais Militares e fugindo do local, por exemplo.
Não entendemos, por exemplo, a tentativa de defesa que alguns Policiais Civis tentam fazer do PC que agiu completamente errado neste dia de protesto, atirando em Policiais Militares e fugindo do local, por exemplo.
A nota do IAB traduz a realidade.
As ressalvas que fazemos são na insistência na expressão "ditadura militar"; que o primeiro ato de vandalismo foi praticado pelos manifestantes ao partirem contra o policiamento que estava disposto na ALERJ e a infeliz comparação de PMs com meliantes, algo que merece nosso completo repúdio.
Pezão e Temer, eles têm culpa?
"Quinta, 02 Fevereiro 2017
Nota do IAB sobre os tumultos no Centro do Rio
O Centro do Rio foi palco, nesta quarta-feira (1º/2), de uma manifestação legítima organizada por funcionários públicos e reprimida de forma abusiva pelas forças de segurança, que deveriam se limitar a proteger o prédio da Assembleia Legislativa do Estado e os membros do parlamento, eleitos pelo povo, contra os quais o protesto pacífico era dirigido.
Contudo, assim como nos tempos sombrios da ditadura militar, os agentes da segurança pública, de forma inaceitável, recorreram ao uso desproporcional da força para dispersar os manifestantes com gás de pimenta, persegui-los pelas ruas do Centro com balas de borracha e desfazer o movimento com bombas de gás lacrimogêneo, fulminando o direito constitucional à liberdade de expressão.
A cidade se viu conflagrada. As forças policiais, em atitude inteiramente desarrazoada e desproporcional, a transformaram numa praça de guerra. Não havia nada que justificasse a ação desordeira e violenta dos policiais, que agiram como meliantes, jogando bombas na Avenida Rio Branco, prejudicando o comércio, atingindo um número incalculável de pessoas. Muitas delas nem estavam protestando e só queriam liberdade para caminhar nas ruas e cumprir os seus afazeres de trabalho.
Não havia nada que justificasse essa ação desordeira e violenta da polícia, que deu uma verdadeira demonstração de como não se deve agir na segurança pública. Parece que falta comando e que os policiais não estão até hoje acostumados a conviver com o legítimo protesto contra os atos praticados pelo governo.
O Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) considera que a ação desmedida das forças de segurança, que incitou reações violentas igualmente inadmissíveis por parte dos manifestantes, decorreu da falta de governo, de autoridade e de respeito à lei e à ordem que impera no Estado do Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro, 2 de fevereiro de 2017.
TÉCIO LINS E SILVA
Presidente nacional do IAB (Fonte)"
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
PROTESTO NO RIO DE JANEIRO - O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O EFETIVO DO BPCHOQUE ?
Imagem que circula pelas redes sociais
Prezados leitores, dias atrás conversamos com um ex-integrante do Batalhão de Polícia de Choque e para nossa surpresa ele nos informou que 90% do efetivo da OPM possui o Curso de Controle de Distúrbios Civis (CDC) e que os 10% restantes não atuam nessas missões.
Confessamos que a notícia (não tivemos como confirmar) nos espantou pois a tropa do BPChoque não está demonstrando tal qualificação na repressão dos protestos, como comentamos em vários artigos anteriores, desde 2013.
Não custa lembrar que o efetivo do BPChoque, hoje tão criticado, se recusou a reprimir os Bombeiros Militares quando eles ocuparam o Quartel Central em 20111, tarefa que coube ao BOPE, comandado pelo então CG da PMERJ. Aliás, os resultados dos IPMs instaurados sobre os fatos nunca ganharam a publicidade que a gravidade dos fatos ocorridos merece.
Quem sabe agora que estão criticando o BPChoque um Promotor de Justiça ou a imprensa resolva cobrar esses resultados que devem estar guardados em alguma gaveta.
Nós gostaríamos de ouvir os integrantes do BPChoque sobre essa desqualificação.
As opiniões poderão ser encaminhadas na forma de comentário ou como artigo para o e-mail pauloricardopaul@gmail.com,
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CUIDADO ! PROTESTOS NA ALERJ - RECOMENDAÇÕES
Prezados leitores, como comentamos nesse espaço democrático há anos, só acreditamos em mudanças para o Brasil com o povo nas ruas reivindicando os seus direitos, isso de forma ordeira e pacífica.
Sempre destacamos que a violência e o vandalismo só servem para os políticos, considerando que colocam a população contra os mobilizados e diminuem a presença dos participantes nos próximos protestos.
Nós temos publicado alguns comentários críticos construtivos sobre os erros praticados pelos mobilizados e pelo policiamento durante os recentes protestos, somos suficientemente independentes para não nos preocuparmos com possíveis críticas aos nossos comentários.
Como foram convocadas pelo MUSPE novas manifestações para essa semana, resolvemos tecer algumas considerações.
O policiamento que será empregado para resguardar as instalações da ALERJ deve se limitar a essa ação, evitando "caçar" manifestantes por todo o Centro do Rio de Janeiro, fazendo uso excessivo dos recursos próprios para o controle do distúrbios civis, como tem ocorrido sistematicamente. O entorno da ALERJ deve ser policiado para evitar os atos de vandalismo, mas com o emprego de outros efetivos.
Os mobilizados devem cobrar dos organizações as etapas do protesto.
O que será feito do início ao fim do protesto.
Isso precisa ficar bem claro para a proteção de todos.
Inúmeros áudios de convocação e mensagens circulam pelas redes sociais postados por organizadores, portanto, não existe qualquer dificuldade para divulgar as ETAPAS DO PROTESTO.
Caso persista a intenção insana de "invadir" a ALERJ promovendo enfrentamento com o policiamento, isso deve ser esclarecido.
Se tal ação estiver prevista, RECOMENDAMOS A TODOS QUE NÃO COMPAREÇAM.
Basta de servir de pano de fundo para os "artistas principais"e e de servir de alvo para gases e balas de borracha lançados pelo policiamento.
A entrada na ALERJ é um direito que deve ser negociado junto ao comando do policiamento e à presidência que deve disponibilizar a ocupação das galerias por representantes de cada categoria mobilizada.
Caso o comando do policiamento e/ou o presidente da ALERJ se neguem a atender esse direito, os inúmeros bacharéis em direito presentes ao protesto (sindicatos, associais, policiais, ...) sabem como proceder contra essa violação, sem que seja necessária qualquer violência.
Nós torcemos para que tudo dê certo nos protestos e que os objetivos das categorias sejam alcançados.
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
POLICIAIS MILITARES DO BPCHOQUE SOFRERAM "LAVAGEM CEREBRAL" ?
Prezados leitores, as mensagens escritas e os áudios que estão circulando nas redes sociais são extremamente preocupantes e devem ser avaliados pela Secretaria de Segurança Pública e pelo Comando Geral da Polícia Militar para adoção de medidas preventivas, considerando que está se criando uma ambiência onde os Policiais Militares do BPChoque estão sendo taxados como traidores, isso em razão da repressão violenta que estão desenvolvendo contra os manifestantes que participam dos protestos na ALERJ contra o "pacote de maldades" do governo Pezão.
Salvo melhor juízo, respeitando as opiniões contrárias, os Policiais Militares do BPChoque não são traidores, eles estão tentando cumprir as missões determinadas, porém estão demonstrando absoluta falta do treinamento adequado para o cumprimento delas e errando pelo exagero.
Lembramos que o BPChoque foi o primeiro efetivo da Polícia Militar a ser considerado como "tropa de elite", isso em razão da sua excelência no treinamento.
O BPChoque foi desfigurado anos atrás, como escrevemos em alguns artigos anteriores, sendo aplicado no policiamento ostensivo normal , o que sacrificou a qualificação de sua tropa para o controle de distúrbios civis, sua principal missão.
Além disso, a mística construída ao longo de anos por Oficiais e Praças acabou sendo também sacrificada ou pior, pode ter sido desconstruída por meio de um tipo de "lavagem cerebral"
A nossa opinião nesse sentido está baseada no fato de que no início de 2015 estourou um escândalo no BPChoque sobre conversas no Whats App entre Oficiais e Praças do batalhão, como o jornal Extra noticiou.
As conversas tratavam, entre outros temas, da superioridade dos integrantes do BPChoque sobre os outros Policiais Militares e até do culto ao nazismo, como foi citado na reportagem.
O que foi apurado sobre esses fatos gravíssimos?
Será que a apologia a esses temas nefastos interferiram na formação dos jovens integrantes do BPChoque?
Será que estamos enfrentando os resultados dessa "doutrinação"?
O Comando Geral da PMERJ deve avaliar essas possibilidades e deve dar publicidade ao resultado do Inquérito Policial Militar que deve ter sido instalado para apurar fatos tão graves.
Leiam a reportagem e avaliem.
As conversas tratavam, entre outros temas, da superioridade dos integrantes do BPChoque sobre os outros Policiais Militares e até do culto ao nazismo, como foi citado na reportagem.
O que foi apurado sobre esses fatos gravíssimos?
Será que a apologia a esses temas nefastos interferiram na formação dos jovens integrantes do BPChoque?
Será que estamos enfrentando os resultados dessa "doutrinação"?
O Comando Geral da PMERJ deve avaliar essas possibilidades e deve dar publicidade ao resultado do Inquérito Policial Militar que deve ter sido instalado para apurar fatos tão graves.
Leiam a reportagem e avaliem.
"05/01/15 06:00
Atualizado em
05/01/15 08:35
MP vai apurar se comandante do Choque cometeu crime de incitação ao nazismo
Carolina Heringer
O procurador de Justiça Marcio Mothé, coordenador de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, vai solicitar à Central de Inquéritos do órgão que investigue se o coronel Fábio Souza de Almeida, comandante do Batalhão de Choque, e outros policiais - entre eles oficiais - cometeram o crime de incitação ao nazismo.
Em conversas num grupo do WhatsApp, os agentes fazem referências e mostram simpatia ao regime autoritário alemão. Nas mensagens, eles defendem a “caça” aos chamados peito de ladrilho - policiais que não possuem cursos especiais e classificam-se como uma “raça pura e sem defeitos”.
- É lamentável, em pleno século 21, se deparar com tamanha violação ao estado democrático de direito. É preciso impor limites à PM - comentou Mothé.
Ex-presidente da Federação Israelita do Rio e ex-vice-presidente da Confederação Israelita do Brasil, Osias Wurman, diz que independente de quem seja, alguém que pregue o nazismo está cometendo um crime:
- As referências ao nazismo destoam de toda a comunidade do Rio e do Brasil. Venha de quem vier a declaração, práticas, exemplos, símbolos, referências, tudo isso é crime federal, inafiançável e imprescritível.
Nas conversas, o coronel Fábio ainda defende o uso da violência contra manifestantes, durante os protestos no Rio, além de ironizar e criticar a gestão do coronel Márcio Rocha, que o sucedeu após sua primeira passagem pelo Choque, em agosto de 2013. Os diálogos foram anexados ao Inquérito Policial Militar que investiga um atentado no qual 14 tiros foram disparados contra o prédio de Rocha, em janeiro de 2014, cinco meses após ele ter assumido a unidade. Os diálogos que estão no inquérito ocorreram entre dezembro de 2013 e janeiro do ano seguinte (Leiam mais)".
Os Policiais Militares do BPChoque devem cumprir as missões que receberem com relação ao policiamento na ALERJ, desde que não sejam ordens ilegais ou absurdas (como a invasão da Igreja de São José), mas devem também fazer uma reflexão sobre o contido na reportagem do jornal Extra e a relação que pode existir (ou não) com a violência que estão empregando.
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CORONEL PM FAZ CRÍTICAS À ATUAÇÃO DO BATALHÃO DE POLÍCIA DE CHOQUE
Prezados leitores, a atuação da Polícia Militar no controle de distúrbios civis tem sido muito criticada na maioria das vezes que ocorrem manifestações populares nas ruas do Rio de Janeiro.
Não está sendo diferente com relação à prevenção e à repressão com relação a ação policial nos atos de protesto contra o "pacote de maldades" que estão sendo realizados em frente à ALERJ.
Nos cabe destacar que criticar a ação do policiamento não significa defender aqueles que realizam atos de agressão contra os Policiais Militares e de vandalismo, uma interpretação equivocada que alguns fazem.
Ninguém defende agressores e vândalos.
As críticas que se generalizam nas redes sociais, sobretudo por parte dos Oficiais PM mais antigos, têm o objetivo de estimular a promoção de correções no planejamento e na execução, considerando que os erros estão sendo uma constante e as consequências poderão ser piores que as que foram vivenciadas até o momento.
Nenhum Policial Militar se sente feliz ao criticar a Polícia Militar.
Nesse diapasão de gerar progressos, transcrevemos três textos que circulam nas redes sociais como sendo da autoria do Coronel PM RR Lopes, fato que não tivemos como confirmar.
1) Cel RR Lopes, aspirante PM do Choque,1976, onde serviu por 5 anos, tendo sido instrutor de CDC, e subcomandante em 2003/4.
2) Simplesmente vergonhosa a atuação desses PM,que não reconheço como integrantes do meu BPChoque. Atuam como guerrilheiros, não como integrantes de uma unidade de CDC.
O emprego tático do choque na atualidade é totalmente equivocado. Isso não é uma tropa,é um bando!
O protocolo de atuação de uma uma unidade de choque, seja no nível batalhão, companhia, pelotão, ou até mesmo força de choque deve observar os seguintes pressupostos: atuação dissuasória, demostração de força consubstanciada no princípio da coesão e dispersão dos manifestantes devendo ser previstas vias de escoamento.
A falta de ponderação e racionalidade são gritantes. Ignoram que as forças adversas que ora enfrentam na ALERJ estão pleiteando algo que lhes é favorável. Sendo assim, é absolutamente irrazoável o uso da calibre 12 contra servidor público, até porque tal arma não obstante utilizando balim de borracha, pode ser letal se atingir região do corpo vulnerável.
O ideal é o uso apenas de material químico visando a dispersão. Cel RR Lopes.
3) Forçoso reconhecer que a continuar esse tipo de atuação equivocada, sem privilegiar a dissuasão, baseada na demonstração de força, formações táticas, tais como linha, cunha escalão, com apoio cerrado, central ou lateral,conforme a situação recomendar, tendo como objetivo a dispersão dos manifestantes, não a causação de baixas, certamente em breve teremos vítimas fatais pelo uso imoderado da força. E o que é pior, quando a multidão se transformar numa turba aquele efetivo de um pelotão será massacrado.
Nunca vi tanto absurdo e tanta incompetência numa ação antimultitudinária. Cel RR Lopes.
Os grifos são nossos.
O Coronel PM RR Lopes é reconhecido como especialista em controle de distúrbios civis.
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sábado, 1 de março de 2014
OFICIAIS DA PM DISCUTEM COM EX-PROFESSOR DE DIREITOS HUMANOS EM REDE SOCIAL
Prezados leitores, mais um embate entre a ação da Polícia Militar e os direitos humanos, dessa vez envolvendo um Professor e Oficiais da Polícia Militar de São Paulo, isso em uma rede social.
Não comentaremos o conteúdo do debate, mas aproveitamos para escrever, mais uma vez, que enquanto o Policial Militar e o Policial Civil não forem sujeitos dos direitos humanos comuns a todos os cidadãos brasileiros, fica muito difícil exigir deles o respeito a eles, pois nunca os representantes dos direitos humanos saem em defesa deles quando esses direitos são desrespeitados com relação a eles.
"ESTADO DE SÃO PAULO
28/3/14
Ex- professor de Direitos humanos da PM é atacado por oficiais em rede social
O advogado Dimitri Sales é doutor em direito constitucional e trabalha com temas ligados a direitos humanos. Por dois anos, entre 2010 e 2011, deu aulas da matéria no Barro Branco, escola que forma oficiais da PM. No ano passado, eu acompanhei uma aula que ele deu para oficiais que iriam comandar o policiamento da Parada Gay. Dimitri falou sobre diversidade sexual e deu dicas sobre como agir no evento. O trabalho da PM na Parada Gay sempre foi muito bom. Milhões de pessoas vão às ruas de SP, bebe-se muito, mas ao longo da história não me lembro de qualquer confusão relevante. Na Parada Gay, a PM age como dela se espera. Os manifestantes são tratados com respeito.
Na quarta-feira, contudo, o professor criticou em sua página no Face Book a tática usada pela PM para sufocar a manifestação de sábado, que resultou na detenção em massa de manifestantes e na agressão de inúmeras pessoas. Foi o que bastou para que Dimitri sentisse o peso do clima na corporação em relação aos protestos. Lidando com desmandos políticos, enfrentando altos e baixos, a corporação parece trafegar em uma montanha russa há quase um ano. Em junho, bateu nos manifestantes diante das câmeras quando pensava que era isso que a população esperava O excesso de covardia em horário nobre a levou a ser duramente criticada e acabou acendendo o pavio das manifestações no Brasil.
Em seguida, Governo e comando sentiram o golpe e decidiram recuar. Eu testemunhei o quebra-quebra dos black blocs na Prefeitura, no centro de SP, por três horas em junho, a 100 metros da Secretaria de Segurança, sem que os policiais nada fizessem para impedir. A omissão da PM foi novamente criticada. A corporação parece até hoje tentar encontrar a forma correta para agir. Só que não consegue achar. Nas ruas, inevitavelmente, os abusos aparecem, como se a tropa não conseguisse se controlar. Essa tensão transparece nos ataques feitos em rede ao ex-professor de direitos humanos da Academia, cujos trechos mais relevantes seguem abaixo.
No geral, tenentes, ex-alunos de Dimitri, repetem clichês em defesa da arbitrariedade da polícia e atacam aqueles que tentam denunciar os abusos e desvios da corporação, como se essa postura crítica prejudicasse a PM ao invés de contribuir para a melhora. Abaixo, seguem trechos do diálogo:
Dimitri Sales: ”A ação da Polícia Militar de São Paulo na manifestação do último sábado foi tão arbitrária, que a OAB/SP, enfim, se manifestou. De forma coerente, o presidente Marcos da Costa repudiou a “ação premonitória” da PM e apontou abusos. Segundo a imprensa, será criado um grupo para investigar a ocorrência de abusos e denunciá-los! Já o Coronel que comandou a operação aprendeu direitinho com o Governador Geraldo Alckmin ao afirmar que “se algum policial cometeu algum desvio, isso vai ser apurado”… Só que não! Até então nenhum ato de abuso cometido durante as manifestações de 2013 foi punido! E por falar no Governador, mais uma vez Alckmin comete um impropério que desqualifica o cargo que ocupa! Perguntado sobre a ação praticada pela Polícia Militar, ao invés de zelar pelas leis, estimula o arbítrio: “Muito bem sucedida. Tivemos menos confronto, menos violência, menos depredações, menos pessoas feridas, menos estragos de uma maneira geral”… Ou seja, em nome da ordem, às favas com a lei!” Geraldo Alckmin não aprendeu com junho de 2013, vai amargar um agitado março de 2014!”
Um tenente começa o debate:
“Então me responda Sr Dimitri Sales … O que seria razoável de acordo com seu ponto de vista???Os policiais simplesmente observarem a depredação de tudo e cruzarem os braços??? Ou apanharem em uma face e darem a outra para apanhar???Não entendi a arbitrariedade neste caso…”
O diálogo pareceu que transcorreria de forma respeitosa. Dimitri responde:
“Meu caro, há a exata medida e a Corporação não a desconhece. É dever da Polícia evitar a depredação e não é direito de ninguém agredir qualquer pessoa, tampouco policiais. A ação do último sábado foi “preventiva” e, no Estado de Direito, é incabível cerceamento de liberdades por mera precaução.
A Polícia tentou inovar no método de ação, adotando uma medida extremamente controversa. No meu entendimento, inadequada”
Outros alunos entraram na discussão. Foi quando a barra começou a pesar. Outro tenente passa ao ataque:
“Professor, o senhor fala de mais, mas NUNCA, nem nos bancos da gloriosa ACADEMIA o senhor não nos ensinou como atuar. (…) De admirador de sua pessoa, passei a desconfiar de sua postura, que se transveste de defensor dos Direitos humanos, mas na verdade só defende o “errado”. Pra mim o senhor só fala e não FAZ NADA. O PCC dominando o País, policiais e cidadãos de bem morrendo todo santo dia e o SENHOR NÃO FALA NADA SOBRE ISSO NUNCA. SÓ FICA DE BLÁ BLÁ BLÁ. NA BOA… ME DÁ LICENÇA”
Houve quem tentasse manter o debate em nível elevado, tentando convencer o professor da legitimidade da ação.
“Não existe cerceamento de direitos (lembrando que NENHUM direito é absoluto quando se trata de ordem pública), tampouco existe “ação premonitória” quando policiais agem com base em fundadas suspeitas, estas baseadas na análise de comportamentos e contextos acontecidos reiteradamente em manifestações anteriores”.
Só que os ressentimentos começam a transparecer. Um oficial aproveitou para desabafar em caixa alta:
“PORRA, JÁ QUE É PRA FALAR MAU DA PM, PQ NÃO SE FALA DA MERDA QUE É O SALÁRIO???? PQ NÃO SE FALA DAS CARGAS HORÁRIAS QUE FODEM COM A SAÚDE FÍSICA E PSICOLÓGICA DO SER HUMANO POLICIAL MILITAR???? PQ NÃO SE FALA QUE O PM NÃO TEM SÁBADO. DOMINGO, NEM FERIADO???? NOS ESTAMOS SENDO ATACADOS POR TODOS OS LADOS. NÃO TEMOS FUNDO DE GARANTIA, NÃO TEMOS AUXÍLIO RECLUSÃO, NÃO TEMOS AUXÍLIO JURÍDICO, NEM DEFENSORES PÚBLICOS…. TODO MUNDO QUERENDO NOS FODER… EU CANSEI, DESISTO DE DEFENDER UMA SOCIEDADE QUE SÓ ME FODE 24 HORAS POR DIA. SE ATUAMOS RESPONDEMOS POR ABUSO, SE NÃO ATUAMOS ESTAMOS PREVARICANDO… PORRAAAA QUE MERDA É ESSA??? ACABOU A BRINCADEIRA CACETE, TEM PAI DE FAMÍLIA MORRENDO. E AQUELE SENHOR QUE TEVE SEU FUSCA INCENDIADO COM A FAMÍLIA DENTRO QUANDO PASSAVA POR UMA MANIFESTAÇÃO???? E ELE E SUA FAMÍLA???? QUERO VER QUANDO UM AMIGO PESSOAL OU UM PARENTE DO SENHOR TOMAR UMA ESTILETADA NO GOGÓ, UMA COQUETELZADA MOLOTOV NA CABEÇA E SAIR PEGANDO FOGO E MORRER ICENDIADO, DAI EU QUERO VER ALGUÉM FALAR QUE A PM DEVERIA TER FEITO ISSO OU AQUILO. PRA MIM, QUEM DEFENDE O CAPETA TRABALHA PRA ELE!!!!!”
Para o mesmo completar:
“Porra meu o cara nunca ensinou como deveríamos atuar, só falava que é pra perguntar pro travesti se ele quer ser chamado de senhor ou senhora. Porra o cara só defendo gente do lado errado, só quem faz merda!!! Enviados do capeta que vieram pra roubar, matar e destruir. Um dia ele será vítima de seu própria “criação” !!!!”
O tenente continua o desabafo:
“Exatamente! Durmi no barulho dele durante os tempos acadêmicos! Me formei e achei que o mundo era mil maravilhas, que com o diálogo poderíamos mudar o mundo! Dai certo dia eu fui dialogar com uma LADRÃO e ele me deu 4 tiros e eu dei 15 e acertei 13 nele. Porra só queria dialogar e o cara me senta o aço?!?!? Naquela data eu acordei. O mundo não é feito de diálogo porra nenhuma
Outro afirmou: “É fácil falar mal… Falar dos mais de 20 PMS mortos esse ano só em São Paulo ele não fala. Tambem não vi nenhuma Comissão de DH em todos enterros que fui. Não me recordo se trabalhou na Secretaria de DH ou em alguma Comissão ou em ONG, mas sei que era da area. E NUNCA TE VI ajudar nenhuma família vitima de algum crime ou família de algum PM.
Um oficial adepto do Jiu-Jitsu também se manifesta: “Vergonha de ter tido um professor que defenda os baderneiros…que julgue ser certo a “manifestação” com baderneiros que todos já sabiam ser quem era!!! E outra, o direito de “gritar e espernear” (ou se manifestar) não lhes foi cerceado!!! Ninguém estava com as bocas amarradas!!! A ação foi extremamente legitima e legal. Agora se nosso “professor” (vergonha de dizer isso agora…) quer somente polemizar…paciência… Hoje inúmeros filhos órfãos de PM estão sem nenhum amparo desses que se dizem “Direitos Humanos”… Infelizmente Sr Dimitri Sales… desta vez você simplesmente nos decepcionou… E depois de tudo o que li acima concordo com todos…a postura duvidosa…o medo de realmente AGIR e ficar só falando mal dos outros…a campanha eleitoreira…não duvido de nada disso…triste…vamos mudar o nome dos “Direitos Humanos” para “Direitos dos Manos”…ou Direitos do que é errado”…
As mágoas não param de aflorar. Sentimento que também parece contagiar a tropa, como vemos nas atitudes destemperadas dos policiais nas ruas. Outro tenente afirma:
“SIM! Porque até eu, COM MINHA FORMAÇÃO TÃO INFERIOR, aliás, qualquer um sabe: O GRUPO DOS BLACK BLOCKS É UMA ARTICULAÇÃO POLÍTICA!!! Recebem para fazer isso, ESTAMOS EM ANO ELEITORAL… logo: 1) Se a Polícia aguarda o início da manifestação violenta e age, É REPRESSORA; 2) Se a Polícia deixa que quebrem tudo, É OMISSA; 3) Se age preventivamente, contendo um grupo que TODOS NÓS (SEM HIPOCRISIA) sabíamos que iria SE MANIFESTAR DE MANEIRA VIOLENTA, o senhor fica MAGOADO e CRUCIFICA A CORPORAÇÃO QUE ABRIU AS PORTAS DE SUA ACADEMIA DE OFICIAIS, CONCEDENDO-LHE A CADEIRA DE MESTRE DE DIREITOS HUMANOS; Pelo que vejo, o coro “CHAMEM O BATMAN DA PRÓXIMA VEZ” soa cada vez mais alto e com mais clareza!!!”
No final, os oficiais cobram a manifestação do ex-professor. Dão risadas. Lembra um ambiente escolar, marmanjos com um sadismo infantil, reunidos para humilhar aquele que deles discordam. Como se a crítica não fizesse parte do processo de melhoria. O professor se sentiu acuado e informou a Secretaria de Segurança Pública sobre o ocorrido. A Secretaria foi notificada e vai pedir para a PM que analise a situação.
A emoção e o destempero dos policiais não contribuem em nada para a eficiência e a legitimidade dos trabalhos da PM durante os próximos atos nas ruas. O 3º ato contra a Copa ocorre dia 13 de março às 18 horas no largo da Batata. Mais de 8 mil pessoas estão confirmadas. Muita torcida para que haja calma e respeito entre todos os que estiverem no local (Fonte).
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
RIO: ISSO NÃO É PROTESTO, ISSO É DESORDEM
Prezados leitores, ontem estava programado um protesto no Centro do Rio de Janeiro contra o aumento das passagens de ônibus, mas ao invés de ser realizado um protesto organizado, ordeiro e pacífico, o que se viu foi mais um ato de desordem urbana.
Infelizmente, fomos para as ruas mas não aprendemos a protestar, pois o que tem prevalecido é a vontade de grupos de desordeiros que querem enfrentar a Polícia Militar, praticar a desordem e realizar atos de vandalismo.
Os brasileiros que ocupam as ruas não estão sabendo exercer o direito constitucional da livre manifestação do pensamento e estão se deixando conduzir por criminosos, eis a verdade.
Não existe opção para a realização de protestos, esses grupos não podem participar.
Os mobilizados devem impedir a presença deles, caso contrário acabaram sempre sendo também alvo da repressão policial, isso é inevitável.
REVISTA VEJA
06/02/2014 às 22:52
Bandidos disfarçados de manifestantes promovem nova baderna no Rio; cinegrafista é gravemente ferido
Cerca de mil pessoas decidiram protestar contra a correta decisão do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB-SP), de reajustar a tarifa de ônibus da cidade, de R$ 2,75 para R$ 3 a partir de 8 de fevereiro. Por incrível que pareça, a questão já tinha sido judicializada — e foi preciso que um tribunal decidisse que o prefeito poderia, ora vejam, exercer uma prerrogativa que é sua. Assim são os tempos…
O ato começou “pacífico”? Sim, claro!, porque não há como começar de outra maneira, não é? Mas atenção! A marcha, a passeata, já contava com a presença dos tais black blocs. E aí cabe a pergunta: desde quando esses caras vão para um protesto para ser… pacíficos? Todo mundo sempre sabe o que vai acontecer.
A polícia teve de intervir nas imediações da Central do Brasil, quando os vândalos começaram a botar para quebrar, dentro e fora da estação. E aí se deu o pior: um artefato explosivo atingiu um cinegrafista da TV Bandeirantes. Ele está internado em estado grave no Hospital Souza Aguiar. Desde os protestos de junho, jornalistas e cinegrafistas da chamada “grande imprensa” têm sido hostilizados pelos vândalos. Profissionais são obrigados a trabalhar com microfones e câmeras sem o logotipo dos respectivos veículos de comunicação. Muitos são obrigados a recorrer a celulares.
Aí leio no Globo:
“Representantes do Instituto de Defensores de Direitos Humanos, que acompanham as manifestações no Rio, dizem que pelo menos 20 pessoas foram detidas durante o ato no Centro. Elas foram encaminhadas para quatro delegacias (4ª, 5ª, 17ª e 19ª ). Um grupo de manifestantes derrubou tapumes de metal de uma obra na Rua Bento Ribeiro, nas imediações da Central do Brasil. Eles tentaram usar os tapumes como escudos e atacaram policiais do Batalhão de Choque jogando pedras. Muitos manifestantes correm pelas ruas com camisas escondendo o rosto. Vários fogueiras foram feitas no meio da rua. Pessoas que circulam na área procuram abrigos.”
Entendi tudo. O Instituto dos Defensores dos Direitos Humanos estava lá, claro!, como sempre, para defender os “manifestantes”, não é assim? E quem defende a cidade da ação desses patriotas?
Quem jogou a bomba? Vejam esta sequência da Agência Globo.
O único veículo que informa tratar-se de uma bomba caseira é o jornal O Globo. Os demais afirmam não saber a origem da dita-cuja. A qualidade da imagem não é a melhor possível, é verdade. Mas bombas de gás e de feito moral não provocam, em regra, ferimentos graves. Segundo um policial que viu a foto, a imagem não é compatível nem com bomba de gás nem com bomba de efeito moral. Até onde vai essa história? Bem, parece claro que, a esta altura, há pessoas determinadas a produzir cadáveres. Até que bandidos não sejam punidos pelos crimes que cometem contra pessoas e contra as cidades, esse troço vai prosperar.
Por Reinaldo Azevedo"
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