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quinta-feira, 25 de maio de 2017

VÍDEO - O BATALHÃO DE POLÍCIA DE CHOQUE

Prezados leitores, conheçam o Batalhão de Polícia de Choque da PMERJ.




Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

POLICIAIS MILITARES DO BPCHOQUE SOFRERAM "LAVAGEM CEREBRAL" ?



Prezados leitores, as mensagens escritas e os áudios que estão circulando nas redes sociais são extremamente preocupantes e devem ser avaliados pela Secretaria de Segurança Pública e pelo Comando Geral da Polícia Militar para adoção de medidas preventivas, considerando que está se criando uma ambiência onde os Policiais Militares do BPChoque estão sendo taxados como traidores, isso em razão da repressão violenta que estão desenvolvendo contra os manifestantes que participam dos protestos na ALERJ contra o "pacote de maldades" do governo Pezão.
Salvo melhor juízo, respeitando as opiniões contrárias, os Policiais Militares do BPChoque não são traidores, eles estão tentando cumprir as missões determinadas, porém estão demonstrando absoluta falta do treinamento adequado para o cumprimento delas e errando pelo exagero.
Lembramos que o BPChoque foi o primeiro efetivo da Polícia Militar a ser considerado como "tropa de elite", isso em razão da sua excelência no treinamento.
O BPChoque foi desfigurado anos atrás, como escrevemos em alguns artigos anteriores, sendo aplicado no policiamento ostensivo normal , o que sacrificou a qualificação de sua tropa para o controle de distúrbios civis, sua principal missão.
Além disso, a mística construída ao longo de anos por Oficiais e Praças acabou sendo também sacrificada ou pior, pode ter sido desconstruída por meio de um tipo de "lavagem cerebral"
A nossa opinião nesse sentido está baseada no fato de que no início de 2015 estourou um  escândalo no BPChoque sobre conversas no Whats App entre Oficiais e Praças do batalhão, como o jornal Extra noticiou.
As conversas tratavam, entre outros temas, da superioridade dos integrantes do BPChoque sobre os outros Policiais Militares e até do culto ao nazismo, como foi citado na reportagem.

O que foi apurado sobre esses fatos gravíssimos?

Será que a apologia a esses temas nefastos interferiram na formação dos jovens integrantes do BPChoque?

Será que estamos enfrentando os resultados dessa "doutrinação"?

O Comando Geral da PMERJ deve avaliar essas possibilidades e deve dar publicidade ao resultado do Inquérito Policial Militar que deve ter sido instalado para apurar fatos tão graves.

Leiam a reportagem e avaliem.

"05/01/15 06:00 Atualizado em 05/01/15 08:35
MP vai apurar se comandante do Choque cometeu crime de incitação ao nazismo
Carolina Heringer
O procurador de Justiça Marcio Mothé, coordenador de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, vai solicitar à Central de Inquéritos do órgão que investigue se o coronel Fábio Souza de Almeida, comandante do Batalhão de Choque, e outros policiais - entre eles oficiais - cometeram o crime de incitação ao nazismo.
Em conversas num grupo do WhatsApp, os agentes fazem referências e mostram simpatia ao regime autoritário alemão. Nas mensagens, eles defendem a “caça” aos chamados peito de ladrilho - policiais que não possuem cursos especiais e classificam-se como uma “raça pura e sem defeitos”.
- É lamentável, em pleno século 21, se deparar com tamanha violação ao estado democrático de direito. É preciso impor limites à PM - comentou Mothé.
Ex-presidente da Federação Israelita do Rio e ex-vice-presidente da Confederação Israelita do Brasil, Osias Wurman, diz que independente de quem seja, alguém que pregue o nazismo está cometendo um crime:
- As referências ao nazismo destoam de toda a comunidade do Rio e do Brasil. Venha de quem vier a declaração, práticas, exemplos, símbolos, referências, tudo isso é crime federal, inafiançável e imprescritível.
Nas conversas, o coronel Fábio ainda defende o uso da violência contra manifestantes, durante os protestos no Rio, além de ironizar e criticar a gestão do coronel Márcio Rocha, que o sucedeu após sua primeira passagem pelo Choque, em agosto de 2013. Os diálogos foram anexados ao Inquérito Policial Militar que investiga um atentado no qual 14 tiros foram disparados contra o prédio de Rocha, em janeiro de 2014, cinco meses após ele ter assumido a unidade. Os diálogos que estão no inquérito ocorreram entre dezembro de 2013 e janeiro do ano seguinte (Leiam mais)".

Os Policiais Militares do BPChoque devem cumprir as missões que receberem com relação ao policiamento na ALERJ, desde que não sejam ordens ilegais ou absurdas (como a invasão da Igreja de São José), mas devem também fazer uma reflexão sobre o contido na reportagem do jornal Extra e a relação que pode existir (ou não) com a violência que estão empregando.

Juntos Somos Fortes!

CORONEL PM FAZ CRÍTICAS À ATUAÇÃO DO BATALHÃO DE POLÍCIA DE CHOQUE



Prezados leitores, a atuação da Polícia Militar no controle de distúrbios civis tem sido muito criticada na maioria das vezes que ocorrem manifestações populares nas ruas do Rio de Janeiro.
Não está sendo diferente com relação à prevenção e à repressão com relação a ação policial nos atos de protesto contra o "pacote de maldades" que estão sendo realizados em frente à ALERJ.
Nos cabe destacar que criticar a ação do policiamento não significa defender aqueles que realizam atos de agressão contra os Policiais Militares e de vandalismo, uma interpretação equivocada que alguns fazem.
Ninguém defende agressores e vândalos.
As críticas que se generalizam nas redes sociais, sobretudo por parte dos Oficiais PM mais antigos, têm o objetivo de estimular a promoção de correções no planejamento e na execução, considerando que os erros estão sendo uma constante e as consequências poderão ser piores que as que foram vivenciadas até o momento.
Nenhum Policial Militar se sente feliz ao criticar a Polícia Militar.
Nesse diapasão de gerar progressos, transcrevemos três textos que circulam nas redes sociais como sendo da autoria do Coronel PM RR Lopes, fato que não tivemos como confirmar.

1) Cel RR Lopes, aspirante PM do Choque,1976, onde serviu por 5 anos, tendo sido instrutor de CDC, e subcomandante em 2003/4. 

2) Simplesmente vergonhosa a atuação desses PM,que não reconheço como integrantes do meu BPChoque. Atuam como guerrilheiros, não como integrantes de uma unidade de CDC. O emprego tático do choque na atualidade é totalmente equivocado. Isso não é uma tropa,é um bando! O protocolo de atuação de uma uma unidade de choque, seja no nível batalhão, companhia, pelotão, ou até mesmo força de choque deve observar os seguintes pressupostos: atuação dissuasória, demostração de força consubstanciada no princípio da coesão e dispersão dos manifestantes devendo ser previstas vias de escoamento. A falta de ponderação e racionalidade são gritantes. Ignoram que as forças adversas que ora enfrentam na ALERJ estão pleiteando algo que lhes é favorável. Sendo assim, é absolutamente irrazoável o uso da calibre 12 contra servidor público, até porque tal arma não obstante utilizando balim de borracha, pode ser letal se atingir região do corpo vulnerável. O ideal é o uso apenas de material químico visando a dispersão. Cel RR Lopes. 

3) Forçoso reconhecer que a continuar esse tipo de atuação equivocada, sem privilegiar a dissuasão, baseada na demonstração de força, formações táticas, tais como linha, cunha escalão, com apoio cerrado, central ou lateral,conforme a situação recomendar, tendo como objetivo a dispersão dos manifestantes, não a causação de baixas, certamente em breve teremos vítimas fatais pelo uso imoderado da força. E o que é pior, quando a multidão se transformar numa turba aquele efetivo de um pelotão será massacrado. Nunca vi tanto absurdo e tanta incompetência numa ação antimultitudinária. Cel RR Lopes. 

Os grifos são nossos.
O Coronel PM RR Lopes é reconhecido como especialista em controle de distúrbios civis.

Juntos Somos Fortes!