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quinta-feira, 31 de maio de 2018

EX-PRESIDENTE LULA E A IMUNIZAÇÃO COGNITIVA



Compartilho texto que circula nas redes sem registro de autoria.

"IMUNIZAÇÃO COGNITIVA

Por que mesmo com tantas provas contra o Lula e tantos outros Petistas, eles não caem na real, como acontece, por exemplo, com os eleitores do Aécio Neves que nunca mais votarão nele, por que com o líder preso as pessoas que são eleitores petistas continuam apoiando ladrões comprovadamente condenados em duas instâncias?
Entenda cientificamente como a neurociência explica isso!

Os estudiosos explicam com a imunização cognitiva.

Cognitiva vem de cognição, que é o processo de aquisição do conhecimento, incluindo o pensar, a reflexão, a imaginação, a atenção, raciocínio, memória, juízo, o discurso, a percepção visual e auditiva, a aprendizagem, a consciência, as emoções. Envolve os processos mentais que influenciam o comportamento de cada indivíduo.

A imunização cognitiva é um escudo que permite que as pessoas se agarrem a valores e credos, mesmo que fatos objetivos demonstrem que eles não correspondem à verdade. A pessoa cognitivamente imunizada está no terreno da fé, que dispensa o raciocínio lógico. Para ela, argumentos lógicos não têm relevância.

E então assistimos gente com estudo, inteligente, articulada, que sabemos que não está tirando nenhum proveito material, defendendo em público o indefensável. Como é que essas pessoas chegam a esse ponto?

Bem, existem ao menos cinco fases no processo de imunização cognitiva.

Primeira fase: isolamento de quem tem opiniões contrárias, protegendo suas ideias. A pessoa vai eliminando de seu convívio ou mesmo de sua atenção, quem pensa diferente.

Segunda fase: redução da exposição às ideias contrárias. Passa a ler e ouvir apenas as opiniões em linha com seus credos. Nos estados totalitários, é quando a liberdade de expressão passa a ser ameaçada, quando a imprensa perde a liberdade, quando vozes dissidentes são caladas. É quando os processos educacionais adotam opiniões selecionadas, com autores e textos cuidadosamente escolhidos para seguir apenas uma visão de mundo.

Terceira fase: conexão dos credos a emoções poderosas. Se você não seguir aquelas ideias, algo de ruim vai acontecer. Lembra do "se você pecar, vai para o inferno"? Se você não votar naquele candidato, sua vida, suas economias, seus benefícios estarão em perigo...

Quarta fase: associação a grupos que trabalham para combater as ideias dos grupos contrários. Isso acontece não só em política, mas até mesmo na ciência, quando métodos de investigação científica focam nas fraquezas das teorias adversárias, ignorando os pontos fortes.

Quinta fase: a repetição. Repetição, repetição, repetição. Cria-se um tema, um slogan que materializa um determinado credo ou visão, que passa a ser repetido como um mantra, numa técnica de aprendizado. O grito "não vai ter golpe", por exemplo, não é uma criação espontânea, obra do acaso. É pensado, calculado. Sua repetição imuniza cognitivamente as pessoas contra os argumentos a favor do impeachment.

Os especialistas em psicologia das massas sabem que nossas mentes evoluíram muito mais para proteger nossos credos que para avaliar o que é verdade e o que é mentira. E os especialistas em comunicação constroem retóricas fantásticas, com intenção de desviar o tema principal e, especialmente, imunizar cognitivamente os soldados da causa.

E aí, meu caro, minha cara, não adianta mostrar o vídeo, o recibo, o cheque, o testemunho do caseiro, a ordem da transportadora, o grampo telefônico... O imunizado cognitivo está vacinado contra fatos objetivos.
Naturalmente esse "torpor cognitivo" não se restringe ao campo politico, social, econômico ou religioso. Ele perpassa todas as áreas da vida humana e faz, por exemplo, que uma pessoa acredite, mesmo contra a razão, que o Brasil é o melhor lugar do mundo, que o palmeiras é campeão mundial, que o capitalismo é o responsável por todos os males do mundo, que chá de boldo cura o câncer e por aí vai.

Tá explicado então? Se você está se sentindo entorpecido das ideias, incapaz de descer do muro, provavelmente alguém está lhe ministrando umas doses de imunizante cognitivo.

E você nem percebeu que está."

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

POLICIAIS MILITARES DO BPCHOQUE SOFRERAM "LAVAGEM CEREBRAL" ?



Prezados leitores, as mensagens escritas e os áudios que estão circulando nas redes sociais são extremamente preocupantes e devem ser avaliados pela Secretaria de Segurança Pública e pelo Comando Geral da Polícia Militar para adoção de medidas preventivas, considerando que está se criando uma ambiência onde os Policiais Militares do BPChoque estão sendo taxados como traidores, isso em razão da repressão violenta que estão desenvolvendo contra os manifestantes que participam dos protestos na ALERJ contra o "pacote de maldades" do governo Pezão.
Salvo melhor juízo, respeitando as opiniões contrárias, os Policiais Militares do BPChoque não são traidores, eles estão tentando cumprir as missões determinadas, porém estão demonstrando absoluta falta do treinamento adequado para o cumprimento delas e errando pelo exagero.
Lembramos que o BPChoque foi o primeiro efetivo da Polícia Militar a ser considerado como "tropa de elite", isso em razão da sua excelência no treinamento.
O BPChoque foi desfigurado anos atrás, como escrevemos em alguns artigos anteriores, sendo aplicado no policiamento ostensivo normal , o que sacrificou a qualificação de sua tropa para o controle de distúrbios civis, sua principal missão.
Além disso, a mística construída ao longo de anos por Oficiais e Praças acabou sendo também sacrificada ou pior, pode ter sido desconstruída por meio de um tipo de "lavagem cerebral"
A nossa opinião nesse sentido está baseada no fato de que no início de 2015 estourou um  escândalo no BPChoque sobre conversas no Whats App entre Oficiais e Praças do batalhão, como o jornal Extra noticiou.
As conversas tratavam, entre outros temas, da superioridade dos integrantes do BPChoque sobre os outros Policiais Militares e até do culto ao nazismo, como foi citado na reportagem.

O que foi apurado sobre esses fatos gravíssimos?

Será que a apologia a esses temas nefastos interferiram na formação dos jovens integrantes do BPChoque?

Será que estamos enfrentando os resultados dessa "doutrinação"?

O Comando Geral da PMERJ deve avaliar essas possibilidades e deve dar publicidade ao resultado do Inquérito Policial Militar que deve ter sido instalado para apurar fatos tão graves.

Leiam a reportagem e avaliem.

"05/01/15 06:00 Atualizado em 05/01/15 08:35
MP vai apurar se comandante do Choque cometeu crime de incitação ao nazismo
Carolina Heringer
O procurador de Justiça Marcio Mothé, coordenador de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, vai solicitar à Central de Inquéritos do órgão que investigue se o coronel Fábio Souza de Almeida, comandante do Batalhão de Choque, e outros policiais - entre eles oficiais - cometeram o crime de incitação ao nazismo.
Em conversas num grupo do WhatsApp, os agentes fazem referências e mostram simpatia ao regime autoritário alemão. Nas mensagens, eles defendem a “caça” aos chamados peito de ladrilho - policiais que não possuem cursos especiais e classificam-se como uma “raça pura e sem defeitos”.
- É lamentável, em pleno século 21, se deparar com tamanha violação ao estado democrático de direito. É preciso impor limites à PM - comentou Mothé.
Ex-presidente da Federação Israelita do Rio e ex-vice-presidente da Confederação Israelita do Brasil, Osias Wurman, diz que independente de quem seja, alguém que pregue o nazismo está cometendo um crime:
- As referências ao nazismo destoam de toda a comunidade do Rio e do Brasil. Venha de quem vier a declaração, práticas, exemplos, símbolos, referências, tudo isso é crime federal, inafiançável e imprescritível.
Nas conversas, o coronel Fábio ainda defende o uso da violência contra manifestantes, durante os protestos no Rio, além de ironizar e criticar a gestão do coronel Márcio Rocha, que o sucedeu após sua primeira passagem pelo Choque, em agosto de 2013. Os diálogos foram anexados ao Inquérito Policial Militar que investiga um atentado no qual 14 tiros foram disparados contra o prédio de Rocha, em janeiro de 2014, cinco meses após ele ter assumido a unidade. Os diálogos que estão no inquérito ocorreram entre dezembro de 2013 e janeiro do ano seguinte (Leiam mais)".

Os Policiais Militares do BPChoque devem cumprir as missões que receberem com relação ao policiamento na ALERJ, desde que não sejam ordens ilegais ou absurdas (como a invasão da Igreja de São José), mas devem também fazer uma reflexão sobre o contido na reportagem do jornal Extra e a relação que pode existir (ou não) com a violência que estão empregando.

Juntos Somos Fortes!