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terça-feira, 13 de junho de 2023

FLUMINENSE - DANDO CRÉDITO A UMA TEORIA CONSPIRATÓRIA



As teorias conspiratórias fazem parte da história da humanidade, existindo nos diferentes setores da vida em sociedade.

Elas habitam o mundo os esportes, sendo muito frequentes no futebol.

No Brasil elas estão sempre surgindo, a maioria delas envolvendo clubes, a própria política interna de cada clube gera várias, e algumas que alcançam o futebol brasileiro como um todo.

Não faz muito tempo surgiu uma que foi identificada pela maioria dos que que trataram do tema como sendo a "espanholização do futebol brasileiro".

A teoria dava conta sobre a hegemonia do Palmeiras e do Flamengo no cenário brasileiro e sul americano nos últimos anos, fazendo uma comparação com o domínio do Real Madri e do Barcelona.

Olhando da superfície isso tem lógica, mas fazendo um mergulho começamos a perceber que existem fatos concretos, não apenas uma teoria, que promove tal supremacia, como as receitas obtidas através de melhores contratos e de cotas que não são distribuídas igualmente.

O raciocínio a partir daí é simples.

Mais dinheiro recebido, mais investimentos e mais títulos, gerando a hegemonia.

Embora isso seja lógico, nem sempre funciona, aparecendo um estranho ao grupo formado por Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo, isso no cenário estadual e nacional, principalmente.

Nesse ponto sugiro a leitura do artigo de Rodrigo Capelo, de 16/05/22 (O Globo - Link), do qual destaco uma frase:

"(...) Clubes emergentes, aliados ao Fluminense, fazem oposição por meio do Forte Futebol (...)".

Ao ler fiquei a perguntar porque citar apenas o Fluminense e quais seriam os clubes emergentes?

Não sei a resposta sobre os emergentes, mas sei que o Fluminense tem incomodado bastante o seleto "grupo dos ricos", por assim dizer, apesar da falta de títulos nacionais e internacionais.

Limitado financeiramente, o "líder dos emergentes", acaba atraindo para si a ira dos poderosos.

Dando asas à imaginação vejo um "gigante" a urrar:

- Por que insistes em ser tão grande, "pobre" Fluminense.

Penso que acabei criando uma nova teoria conspiratória, mas como vivi o surgimento da Frente Ampla pelo Flamengo (1976), décadas atrás, e convivo com os seus resultados há quase 50 anos, considerei prudente escrever essas linhas,

Aqui encerro na esperança de ter contribuído para despertar a necessidade do apoio da torcida e de uma melhor gestão, porque nós somos a pedra no sapato dos poderosos.

Saudações tricolores!

terça-feira, 12 de abril de 2022

SÃO PAULO - REGULAMENTADO USO DE REDES SOCIAIS POR POLICIAIS MILITARES - TRANSCRIÇÃO


São Paulo


Transcrição de mensagem recebida por WhatsApp:

"Diário Oficial de hoje, regulamenta uso de redes sociais aos PMs .

Foto de perfil fardado, armado, logomarca da PM , tá proibido 👇🏽

6.2. Condições de Execução:

6.2.1. é vedado ao policial militar (da ativa, agregado ou veterano), por meio de contas pessoais em mídias sociais e aplicativos mensageiros, a criação, edição, postagem ou compartilhamento de conteúdos que se relacionem, direta ou indiretamente, com a Polícia Militar, a exemplo de vídeos, imagens, áudios, textos, mensagens e links, e, particularmente:

6.2.1.1. a monetização advinda de conteúdos virtuais que se liguem, direta ou indiretamente, com a Polícia Militar;

6.2.1.2. o uso de nomes e siglas de Organizações Policial-Militares (OPM), brasões, insígnias, símbolos, logomarcas, cargos ou funções desempenhadas, endereços das Unidades e indicação de e-mail corporativo;

6.2.1.3. conteúdos que exponham o interior das instalações físicas da Polícia Militar (ou utilizadas para fins policial-militares) e viaturas, ou que façam alusão aos fardamentos, armamentos e equipamentos de proteção individual;

6.2.1.4. informações, dados ou resultados, associados a ocorrências, missões, ações, operações, apurações ou investigações policial-militares, ou que mereçam sigilo profissional de qualquer espécie;

6.2.1.5. conteúdos envolvendo pessoas que tenham sido objeto de intervenção ou interação com a Polícia Militar;

6.2.1.6. menção à doutrina policial-militar, a exemplo dos procedimentos operacionais padrão, video treinamentos e instruções;

6.2.1.7. dicas e conteúdos relativos a exames e concursos da Polícia Militar;

6.2.1.8. considerações sobre atos de superiores, de caráter reivindicatório e de cunho político-partidário, ou depreciativos a outros órgãos públicos, autoridades e demais militares do Estado;

6.2.1.9. informações ou dados não comprovados ou inverídicos (fake news);

6.2.1.10. aposição de foto, em seus perfis, que se relacione, direta ou indiretamente, com a condição de militar do Estado (por intermédio de insígnia, brasão, símbolo, logomarca, fardamento, armamento, viatura ou equipamento de proteção individual), exceção feita a aparelhos intercomunicadores funcionais;

6.2.1.11. publicações que exponham caráter íntimo atentatório às relações de respeito e decoro.

 6.4.2. CIPM e Correg PM

Subsidiar o Comando-Geral (Cmdo G), de acordo com as respectivas searas de atribuição, na política de fiscalização, informação, avaliação, apuração e eventual responsabilização de policiais militares que façam uso indevido das mídias sociais e aplicativos mensageiros, nos termos consignados nesta Dtz.

6.5.5. esta Diretriz entra em vigor a partir de sua publicação e os policiais militares (da ativa, agregados e veteranos) terão o prazo de 20 dias para adequar totalmente seus perfis, páginas e canais de mídias sociais, bem como seus aplicativos mensageiros, ao cumprimento irrestrito das previsões aqui contidas".

Link:

https://ponte.org/wp-content/uploads/2021/12/PM3-006-02-21.pdf

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

CORONEL É CONDENADO POR DESVIAR R$ 7 MILHÕES DA POLÍCIA MILITAR



"Site G1 
Coronel é condenado a 15 anos de prisão por desviar R$ 7 milhões da PM 
Coronel José Afonso Adriano Filho contratou empresa para prestar serviços à PM. MP diz que ele nunca fez obras, mas recebeu dinheiro por esses trabalhos. 
28/02/2018 04h26 Atualizado há 1 hora
A Justiça Militar condenou, na noite desta terça-feira (27), o coronel José Afonso Adriano Filho a 15 anos de prisão. Ele foi acusado de peculato, ao desviar R$ 7 milhões entre 2009 e 2012, quando era responsável pelas compras e contratação de serviços para o comando da Polícia Militar (PM) de São Paulo. 
Mesmo sendo um ex-oficial desde o início de fevereiro, meses após sua prisão, o coronel foi julgado pela Justiça Militar. Segundo a acusação, ele comprou uma empresa - à beira da falência, mantendo-a no nome do antigo dono - e a contratou para a limpeza de um lago de carpas na entrada do Comando-Geral da PM e para outras obras para a corporação (Fonte)".

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

BRASILEIRÃO 2013 - PROVÁVEL PROVA DO ACORDO FOI IGNORADA POR COMPLETO PELO MINISTÉRIO PÚBLICO



Prezados leitores, antes de tratar do tema, esclareço que recebi através de uma rede social o vídeo que ilustra esse artigo e que provocou em mim uma enorme surpresa, considerando o inusitado de ouvir uma música com letra em desfavor do Flamengo cantada para milhares de pessoas.
Será que a grande mídia irá repercutir?
Aguardemos.
Como é do conhecimento dos leitores, tive acesso aos autos da investigação do GAECO do Ministério Público de São Paulo, inclusive extrai cópias com a devida autorização, portanto, quando trato do conteúdo das investigações falo ou escrevo sobre o que conheço.
Os indícios da existência de um acordo criminoso para a escalação do jogador Héverton pela Portuguesa no dia 8 de dezembro de 2013 chegou a ser tornado público por um membro do próprio Ministério Público que investigava o caso, logo tal possibilidade apareceu nos autos de alguma forma.
Diante de tal premissa, a possibilidade da existência de um acordo, além dos clubes envolvidos, a imprensa teria que fazer parte da combinação, caso contrário, tudo cairia por terra.
Bastava a imprensa noticiar no sábado dia 7 de dezembro de 2013 que André Santos tinha jogado irregularmente e que o Flamengo perderia 4 (quatro) pontos para impedir que a Portuguesa repetisse o erro.
O que fez a imprensa esportiva?
Não noticiou no dia 7 e nem no dia 8 de dezembro antes dos jogos.
A imprensa deixou de dar o "FURO DO CAMPEONATO", como escrevi e falei várias vezes.
Por quê?
Não sabemos.
O Ministério Público não investigou essa omissão inexplicável, a qual, caso tenha existido um acordo (entre a Portuguesa e outro clube), foi o sustentáculo do acordo.
Nenhum jornalista foi ouvido nos autos.
Nenhum!
Simples assim.
Nem dos sites que publicaram que André Santos não poderia jogar.
Diante do exposto, penso que todos os torcedores de futebol devem cobrar do Ministério Público de São Paulo que reabra as investigações e nos forneça uma resposta aceitável para tamanho erro jornalístico, usando para isso as redes sociais.
É nosso direito como torcedores, como consumidores e como cidadãos.
Enquanto a explicação não se tornar pública, nós, torcedores de futebol, continuaremos fazendo papel de palhaços e a imprensa esportiva e seus patrocinadores continuarão ganhando muito dinheiro.
Vale lembrar que no dia 7 de dezembro completaremos 4 (quatro) anos no picadeiro.

Juntos Somos Fortes!

PS - Esclareço que o vídeo é uma montagem.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

UMA ENTREVISTA FALSA DO LÍDER DO PCC, MAS QUE HOJE MERECE REFLEXÕES



Prezados leitores, vocês lembram?
A entrevista circulou com sucesso nas redes até que se descobriu que era fictícia (Link).
Apesar de ser um texto montado, confrontado com a realidade atual nos provoca inquietações.

"Assustadora mas imperdível a entrevista com o líder do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola , ao jornal O Globo.
Estamos todos no inferno. Não há solução, pois não conhecemos nem o problema.
O GLOBO: Você é do PCC?

- Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível… vocês nunca me olharam durante décadas… E antigamente era mole resolver o problema da miséria… O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias… A solução é que nunca vinha… Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a “beleza dos morros ao amanhecer”, essas coisas… Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo… Nós somos o início tardio de vossa consciência social… Viu? Sou culto… Leio Dante na prisão…
O GLOBO: – Mas… a solução seria… - Solução?

- Não há mais solução, cara… A própria idéia de “solução” já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma “tirania esclarecida”, que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC…) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios…). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não há solução.
O GLOBO: – Você não têm medo de morrer? 

- Vocês é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar… mas eu posso mandar matar vocês lá fora…. Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba… Estamos no centro do Insolúvel, mesmo… Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês. A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração… A morte para nós é o presunto diário, desovado numa vala… Vocês intelectuais não falavam em luta de classes, em “seja marginal, seja herói”? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha… Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né? Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante… mas meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país. Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem. Vocês não ouvem as gravações feitas “com autorização da Justiça”? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.
O GLOBO: – O que mudou nas periferias?
- Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$40 milhões como o Beira-Mar não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório… Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no “microondas”… ha, ha… Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Vocês, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade. Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de fora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.
O GLOBO: – Mas o que devemos fazer?

- Vou dar um toque, mesmo contra mim. Peguem os barões do pó! Tem deputado, senador, tem generais, tem até ex-presidentes do Paraguai nas paradas de cocaína e armas. Mas quem vai fazer isso? O Exército? Com que grana? Não tem dinheiro nem para o rancho dos recrutas… O país está quebrado, sustentando um Estado morto a juros de 20% ao ano, e o governo ainda aumenta os gastos públicos, empregando 40 mil picaretas. O Exército vai lutar contra o PCC e o CV? Estou lendo o Klausewitz, “Sobre a guerra”. Não há perspectiva de êxito… Nós somos formigas devoradoras, escondidas nas brechas… A gente já tem até foguete anti-tanques… Se bobear, vão rolar uns Stingers aí… Pra acabar com a gente, só jogando bomba atômica nas favelas… Aliás, a gente acaba arranjando também “umazinha”, daquelas bombas sujas mesmo. Já pensou? Ipanema radioativa?
O GLOBO: – Mas… não haveria solução?

- Vocês só podem chegar a algum sucesso se desistirem de defender a “normalidade”. Não há mais normalidade alguma. Vocês precisam fazer uma autocrítica da própria incompetência. Mas vou ser franco…na boa… na moral… Estamos todos no centro do Insolúvel. Só que nós vivemos dele e vocês… não têm saída. Só a merda. E nós já trabalhamos dentro dela. Olha aqui, mano, não há solução. Sabem por quê? Porque vocês não entendem nem a extensão do problema. Como escreveu o divino Dante: “Lasciate ogna speranza voi cheentrate!” Percam todas as esperanças. Estamos todos no inferno".

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

POLICIAIS DO RIO CORREM SEIS VEZES MAIS RISCO DE MORTE QUE POLICIAIS DE SÃO PAULO



Prezados leitores, mais uma vez fica comprovado o elevado risco de morte que correm os Policiais Militares e Civis do estado do Rio de Janeiro. 

"Jornal Extra 
12/09/17 20:17 Atualizado em 12/09/17 20:44 
CPI conclui que policiais do RJ correm seis vezes mais risco de morrer do que os de SP 
O relatório final da CPI da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que investigou mortes de policiais, aprovado na tarde desta terça-feira, concluiu que agentes do Estado do Rio correm seis vezes mais risco de morrer do que policiais de São Paulo. A informação foi passada aos deputados que integraram à CPI pela pesquisadora da Maria Cecília de Souza Minayo, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com a especialista, o Rio alcançou, em 2014, uma taxa de 265 mortes por 100 mil policiais. Já São Paulo, no ano anterior, a mesma taxa foi de 41,8 por 100 mil policiais. 
O trabalho também comparou a taxa do Rio com de outros países. A dos Estados Unidos, de 7,1 mortes por 100 mil policiais, é 37 vezes menor do que a registrada no Rio. Na Alemanha, a taxa chega a 1,2 por 100 mil e na Inglaterra e País de Gales a Taxa não passa de uma morte por 100 mil agentes. 
Em 2016, segundo o relatório, a capital fluminense teve, ao todo, 146 agentes públicos de segurança assassinados e 556 feridos. O número soma policiais civis, militares e bombeiros (Leiam mais)". 

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quinta-feira, 16 de março de 2017

O DESABAFO DE UM POLICIAL CIVIL DE SÃO PAULO

Prezados leitores, transcrevemos o desabafo de um Policial Civil de São Paulo.



"Policial Civil de São Paulo desabafa: “Ou nos reinventamos ou acabamos!
12 de março de 2017
O governador Geraldo Alckmin é um ser extremamente inteligente conhecedor da dispensabilidade da Polícia Civil… Amigos policiais de verdade, ou nos reinventamos ou acabamos 
Eu só não choro frequentemente porque já aceitei a derrota. Sejamos adultos, inteligentes e equilibrados!!!
Sinto-me, às vezes, fracassado pelo fato de ver a Polícia Civil do Estado de São Paulo nessa situação. A verdade é, a única aliás, que a nossa instituição de onde tiramos nosso sustento chegou num momento amargo, difícil. Muito semelhante aquele doente terminal, onde a cura só é possível por um milagre divino.
Quando na ativa vi surgir muitos policiais sem qualquer vocação para tal mister, presenciei pai de delegada buscando-a no término do plantão, vi delegados se esconderem em suas salas com medo do criminoso que era apresentado pela PM. Conheci investigadores e agentes policiais que nunca fizeram uma única investigação ou contribuíram para o enaltecimento da PC. Conheci delegados e tiras que passaram a vida toda se prostituindo para conquistarem a melhor cadeira, fosse à custa de puxar o saco ou puxar o tapete de alguém. A PC permitiu o ingresso de concurseiros descompromissados, permitiu a permanência de policiais omissos, preocupados com seus bicos ou empresas, obviamente sempre utilizando da estrutura da P.C., esses são tão responsáveis pela nossa desgraça, quanto os policiais civis traficantes, corruptos e vagabundos.
Hoje se fizermos greve, muito provavelmente, não faremos falta, não venham com essa balela do r.d.o, pois numa canetada o governador manda a PM elaborá-lo. Quem vai sentir falta de GARRA e GOE, que só prestam para fazer rondas fajutas, promover delegados “badboys” ou os famosos bicos? Quem vai sentir falta do DPPC, preciso comentar? Denarc, Deic, Dhpp e Decade, departamentos mal administrados, cheios de maçanetas inúteis. Sem qualquer estratégia eficiente de atuação.
Departamentos de Polícia especializada onde não se exige qualquer curso ou especialização de seus integrantes. Será que faremos falta? O governador é, no meu humilde entendimento, um ser extremamente inteligente, um jogador do poder, que já percebeu que o nosso papel não é tão indispensável. Quem sabe se conseguíssemos esclarecer pelo menos dez por cento dos crimes, se não tivéssemos permitido o fortalecimento do crime organizado, ai sim seríamos respeitados. O problema é que nosso time é de terceira divisão e competimos com um time de primeiro divisão chamado PM. Perdoem me, não estou babando ovo da PM, mas sei que o povo não quer saber quem faz inquérito, quem pede a prisão. O povo quer polícia na rua correndo atrás e tirando bandido de circulação.
Não é uma polícia que tem como presidentes de associação e sindicato pessoas que nada sabem de polícia, que se fizer greve vai abalar o espírito do cidadão.
Amigos policiais de verdade, ou nos reinventamos ou já acabamos. Deus tenha misericórdia dos bons e dos vocacionados!
Autor: FUBICA (Policial Civil do Estado de São Paulo)
Fonte:https://flitparalisante.wordpress.com "

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quinta-feira, 9 de março de 2017

ESCÂNDALO NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO



Prezados leitores, a Corregedoria da PMESP prendeu um Coronel PM acusado de desviar milhões da instituição.
No Rio de Janeiro, Coronéis PM também têm sido presos.
Se por um lado isso demonstra que a prática de ilícitos percorre toda a escala hierárquica, por outro demonstra que a impunidade está perdendo força em todos os setores da vida brasileira.

"BOL Notícias
Corregedoria prende coronel acusado de desviar R$ 7 milhões da PM paulista 
Estadão Conteúdo 09/03/201712h07 > Atualizada 09/03/201713h31 
Bruno Ribeiro e Fabio Leite
São Paulo
A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo prendeu nesta quinta-feira, 9, o tenente coronel da PM Afonso Adriano Filho, acusado de liderar um esquema de desvios de verba do Quartel Geral da corporação estimados em R$ 7 milhões. A prisão é preventiva e havia sido autorizada pela Justiça (Leiam mais)".

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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

DELEGADO PF PROTÓGENES É EXPULSO DA POLÍCIA FEDERAL

Prezados leitores, a coisa está feia.



"Site G1 
14/10/2015 14h23 - Atualizado em 14/10/2015 14h27
Delegado Protógenes é exonerado da PF pelo Ministério da Justiça
Ele comandou Operação Satiagraha, que prendeu Daniel Dantas e Celso Pitta.
Em 2014, Protógenes foi condenado por violação de sigilo funcional no STF.
O governo federal exonerou o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz que, em 2008, comandou a Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, já falecido.
A exoneração de Protógenes foi assinada nesta terça-feira (13) pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e publicada na edição desta quarta (14) do "Diário Oficial da União". Na portaria, Cardozo justifica a demissão por "infrações disciplinares".
Em 2014, o agora ex-delegado foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por violação de sigilo funcional, em decorrência da Operação Satiagraha. À época, ele era deputado federal pelo PCdoB de São Paulo.
A operação que prendeu Daniel Dantas e Celso Pitta foi anulada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por considerar que as provas obtidas se basearam em gravações telefônicas feitas ilegalmente (Link)." 

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sábado, 17 de janeiro de 2015

PROTESTOS NO RIO E EM SÃO PAULO CONTRA AUMENTO DAS PASSAGENS

Prezados leitores, o povo está voltando para as ruas.



"JORNAL DO BRASIL
Hoje às 18h05 - Atualizada hoje às 20h26
Rio e São Paulo: mais um dia de protestos contra aumento das passagens 
Os estados do Rio de Janeiro e São Paulo têm nesta sexta-feira (16/1) mais um dia de protesto contra o aumento da passagem, organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL). Os atos foram marcados pelas redes sociais e os ativistas pedem tarifa zero para os transportes públicos. No Rio, a concentração dos manifestantes acontece na Candelária, no Centro. Em São Paulo, cerca de mil ativistas saíram da Praça do Ciclista por volta das 18 horas, seguindo pela Avenida Paulista. 
Na sexta-feira passada (9), o ato realizado em São Paulo acabou em muita confusão e correria pela Avenida Paulista. Mais de 50 participantes foram detidos. "Não concordamos com a postura de alguns manifestantes, mas não é função do MPL identificar, julgar ou criminalizar quem está nas ruas, protestando contra a violência diária do transporte e suas tarifas", destacou uma nota enviada na tarde desta sexta (16) pelo MPL. A PM informa também que 900 agentes vão acompanhar a manifestação. Já no Rio, houve um pequeno tumulto quando o ato já dispersava, na Central. 
Com a concentração na Praça do Ciclista, uma das faixas da via no sentido Consolação foi fechada, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Os policiais bloquearam a Avenida Paulista, por volta das 18 horas, na altura da Rua Bela Cintra. 
No Rio, os manifestantes começaram a caminhada por volta das 18h, fechando uma das pistas da Presidente Vargas, em direção da Central. Muitas pessoas carregam faixas pedindo também a liberdade de ativistas presos em protestos anteriores. A PM informou, por volta das 19 horas, que cerca de 500 pessoas acompanham a manifestação. 
O reajuste das passagens de ônibus no Rio foi de 13% e entrou em vigor no dia 3 de janeiro. A tarifa passou de R$ 3 para R$ 3,40, o que levou o Ministério Público contestar o aumento na Justiça, alegando que a elevação aconteceu acima da inflação registrada no período (Leia mais)". 

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

IMPEACHMENT JÁ! CONHEÇA OS ATOS QUE OCORRERÃO NO SÁBADO E NO DOMINGO

Prezados leitores, na internet estão sendo divulgados movimentos em várias cidades brasileiras para cobrar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.


 

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

SÃO PAULO: POLÍCIA MILITAR IMPEDIDA DE USAR ARMAMENTO NÃO LETAL

Prezados leitores, uma decisão judicial proíbe a PMESP de usar armamento não letal em protestos.

"UOL NOTÍCIAS
Caio Guatelli - 18.mai.2000/Folha Imagem


Justiça proíbe PM de usar bala de borracha em manifestação
James Cimino
Do UOL, em São Paulo 28/10/201421h32
A Justiça de São Paulo concedeu na última sexta-feira (25) liminar (decisão provisória) que proíbe a PM (Polícia Militar) de utilizar armas e balas de borracha para dispersar manifestações. 
Agora, a PM paulista tem 30 dias para informar publicamente um plano de ação em protestos de rua, que não inclua o uso deste tipo de equipamento, sob o risco de multa diária no valor de R$ 100 mil, que devem ser imputados ao governo do Estado em caso de descumprimento. Como a medida é liminar, há possibilidade de o governo recorrer. 
De acordo com a decisão, há pontos obrigatórios que devem estar inclusos no plano de ação da PM. Além da proibição do uso balas de borracha, todos os envolvidos nas ações de policiamento deverão ter a identificação dos nomes dos policiais afixada na farda de forma visível.O plano de ação das tropas, em caso de necessidade de dispersão, deverá também indicar o nome de quem o ordenou. 
A liminar foi concedida pelo juiz Valentino Aparecido de Andrade da 10ª Vara da Fazenda Pública que atendeu as medidas de ação movida pela Defensoria Pública e proposta pela Conectas, uma ONG de defesa de direitos humanos. 
"O objetivo foi reivindicar que a PM aja de forma preventiva e não repressora. Queremos que a polícia garanta esse direito de manifestação de forma inteligente", declarou o defensor público Fabrício Viana. 
O documento diz, ainda, que "sprays de pimenta e gases podem eventualmente ser utilizados, mas em casos extremos"
Repercussão
"É uma decisão extremamente positiva e de importância dentro da questão dos direitos humanos. Da legitimidade do direito da manifestação pacífica, um ganho para a sociedade toda", disse o fotógrafo Sérgio Silva, vítima de uma bala de borracha no olho esquerdo, durante uma manifestação no dia 13 de junho do ano passado, em São Paulo. 
Devido ao acidente, Silva perdeu o olho esquerdo e hoje usa uma prótese estética no local. "O uso desse tipo de arma tem de obedecer um tipo de regulamento, que na prática não ocorre", disse ele. 
Neste ano, o fotógrafo entregou um abaixo-assinado ao secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, que pedia o fim do uso desse tipo de armamento. 
"As assinaturas foram recolhidas pela sociedade civil, em um momento em que eu ainda recuperava a minha saúde", disse ele, que segue fazendo acompanhamento médico. 
A reportagem do UOL pediu, por e-mail e por telefone, que a Secretaria de Segurança Pública do Estado se manifestasse sobre a decisão, mas até o fechamento desta reportagem ainda não havia recebido qualquer resposta (Fonte)".   

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

OUÇAM UM COMANDANTE GERAL DE POLÍCIA MILITAR...



Prezados leitores, ouçam o Comandante Geral de Polícia Militar do Estado de São Paulo.
"SITE G1
26/09/2014 12h34 - Atualizado em 26/09/2014 18h18 
Comandante faz desabafo em enterro de policial: 
'Vivemos em uma guerra' 
Benedito Roberto Meira acredita que o país está em 'situação de guerra'. Alexandre Hiath de Lima foi enterrado, nesta sexta (26), em Santos, SP (Leiam e assistam a entrevista).
Foto: G1.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A POLÍCIA MILITAR E O ZEPELIM - POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO




Prezados leitores, recebemos por e-mail o texto que transcrevemos a seguir como sendo uma nota da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 

E-MAIL:
"Leia a íntegra da nota da Polícia Militar:
A PM e o Zepelim?
Mais uma vez, somos questionados por um órgão de imprensa sobre o nosso modelo de polícia, o militar. O ponto de início da matéria a ser construída obedece a alguns entendimentos já pacíficos por parte da reportagem e subsidiados pela opinião de "especialistas". Vejamos:
A Polícia Militar trata parte da população brasileira como potencial inimigo;
O sistema de segurança pública é o mesmo da ditadura, guiado pela Lei de Segurança Nacional;
A ditadura ainda está na cabeça dos governantes e principalmente das polícias;
A PM que está aí atira para matar. Ela está servindo a outros interesses.
Como diria o colunista Reinaldo Azevedo, este é mesmo "o ano de satanização dos militares".
É triste ver como a desinformação parece habitar algumas mentes neste nosso Brasil de tantos Brasis. Pior: é mais triste ver como alguns sentimentos se tentam materializar, migrando da quimera à teoria; daí à crença; por fim, daí à "verdade".
Ninguém deveria se ocupar do julgamento do pretérito, especialmente com os olhos do presente, mas não é o que ocorre neste país... Conseguimos anistiar pessoas, mas não conseguimos libertar o passado, que parece um espírito confuso, agarrando-se a um corpo jacente.
Falar em inimigos, em Lei de Segurança Nacional, que a PM atira para matar, se não fosse terrível, seria cômico, porque denota, sim, a construção de um pensamento que se pretende coletivo, a partir de pessoas que se sentem intelectuais.
Seria mais simples pensar o mundo a partir de fatos, mas alguns propagadores de opinião preferem as ideologias, o partidarismo e, até, o oportunismo.
Na maioria das vezes, as polícias militares se desviam do posicionamento político (na essência da palavra); nossos contumazes detratores, não. E essa desigualdade se reflete no açoite cotidiano à categoria que se imbui de receber sobre si todos os pecados do mundo.
Talvez seja oportuno então alertarmos a sociedade quanto ao Brasil que alguns sonham construir, numa versão romântica, e bastante suspeita.
Antes disso, porém, talvez devêssemos informar que, desde 1997, a Polícia Militar de São Paulo se estrutura a partir de conceitos de polícia comunitária.
Pode-se mencionar também que o Método Giraldi de Tiro Defensivo para a Preservação da Vida, criado por um oficial da PM paulista e nela desenvolvido, é recomendado pela Cruz Vermelha Internacional como efetivamente aplicável ao treinamento das polícias.
Nosso Programa Estadual de Resistência às Drogas (Proerd), em vinte anos de atividade, já formou mais de sete milhões de crianças, ensinando-lhes caminhos seguros para fugir ao contato com esse mal que assombra nossa sociedade. Isso significa dizer que já educamos um número de jovens que representa 16% dos 43 milhões de paulistas, segundo estimativa do IBGE para o ano de 2013.
E não seria demais também lembrar que, no ano passado, atendemos 2.450.098 ocorrências, prendemos 183.952 pessoas, apreendemos mais de 80 toneladas de drogas, 13.828 armas de fogo em poder de criminosos, prestamos 2.506.664 atendimentos sociais e resgatamos 619.231 pessoas.. 
Seria tudo isso fruto de nossa vocação para enxergar a população como inimiga? Seria a ditadura que ainda está em nossa cabeça? A influência da Lei de Segurança Nacional? Ou ainda nossa compulsão de atirar para matar?!
Em que mundo esses "especialistas" fundamentam suas teorias?
Muito provavelmente a resposta esteja em outro século e em outro continente, nascida da cabeça de alguém que pregou a difusão de um modelo hegemônico, que se deve construir espalhando intelectuais em partidos, universidades, meios de comunicação. Em seguida, minando estruturas básicas e sólidas de formação moral, como família, escola e religião. Por fim, ruindo estruturas estatais, as instituições democráticas. Assim é o discurso desses chamados "intelectuais orgânicos", como costumam se denominar, em consonância com as ideias revolucionárias do italiano Antonio Gramsci, que ecoaram pelo mundo a partir da década de 1930.
Tão assombrosa quanto esse discurso anacrônico, ou mais, é a teorização formulada por quem, em vez de servir a uma instituição, prefere servir-se dela, desqualificando-a, conspurcando-a. Nesse caso, o problema talvez não esteja na ideologia, mas na conveniência da oportunidade de mercado.
No presente momento em que diversos grupos supostamente democráticos fazem coro para desmilitarizar a nossa polícia, vemos pessoas que aqui passaram a maior parte de sua vida se colocando como arautos das mudanças que urgem. Esse tipo de voz ecoa muito mais pelo inusitado do que pela qualidade de seus argumentos pseudocientíficos. É a chamada crítica à moda Brás Cubas. Saca-se alguém de um determinado meio e essa pessoa recebe chancela de legitimidade por falar de algo que, em tese, conhece por vivência. É inadmissível que um profissional, que deveria ter compromisso com a verdade, pois assim assumiu em juramento, falar em premiações, medalhas a policiais que matam, como se isso fosse uma prática corrente, cultural. Somos a instituição que mais depura seu público interno, sujeita a regulamentos, códigos rígidos de conduta e com uma corregedoria implacável contra agressores de policiais e contra policiais bandidos. Exoneramos centenas. Só em 2013, foram 349. Como dizer que toleramos o erro? Onde está a responsabilidade no que é dito.
Enfim, parece ser oportuno criticar um modelo de polícia que suporta o tempo e as circunstâncias adversas. Temos história, uma cultura, valores morais, coisa rara nos dias de hoje.
Critica-se, mas, no momento da agrura, sabemos qual é a última instância salvadora, quem pode nos socorrer: "o policial ditador, que nos vê como inimigos, que age conforme a L.S.N., que atira para matar...". É como soava no refrão de Chico Buarque: ".... Ela é feita pra apanhar, ela é boa de cuspir...". Vem o sufoco, a salvação; passa o sufoco, torna-se ao linchamento. Será que a sociedade prescinde um dia de nós? Uma manhã? Uma hora?
Ainda somos uma democracia, é bom que nos lembremos sempre disso. Se um dia tivermos de mudar nosso modelo, que seja pelo desejo do povo, não de "especialistas".
Centro de Comunicação Social da Polícia Militar de São Paulo 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 5 de julho de 2014

SÃO PAULO: MASCARADOS PROIBIDOS EM PROTESTOS

Prezados leitores, uma lei aprovada veta a participação de mascarados nos protestos.


(Fonte: O Estado de São Paulo)


Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 10 de março de 2014

AÇÃO POLICIAL: VOCÊ CONDENA AS AÇÕES DOS PMs?

Prezados leitores, esse vídeo foi encaminhado através do twitter e resolvemos postá-lo para que nossos leitores possam analisar a conduta do "artista", dos que estavam assistindo e dos Policiais Militares.
Propositalmente, não emitiremos opinião.
Queremos a sua opinião.
Solicitamos que se coloquem no lugar do "artista" e no lugar dos PMs para fazer a avaliação.

 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 2 de março de 2014

PROTESTOS: TÁTICA DA PM DE SÃO PAULO PODERÁ SER USADA EM TODO BRASIL



Prezados leitores, o execício da cidadania através de protestos realizados nas ruas, devem obedecer um regras claras: o protesto deve ser organizado, ordeiro e pacífico.
Todo protesto que se afasta desse regramento deixa de ser um ato de cidadania e se transforma em desordem urbana.
Nós escrevemos constantemente sobre isso para despertar a reflexão nos nossos leitores sobre o que tem ocorrido no Brasil, onde a quase totalidade dos atos de protesto acabam terminando em violência e vandalismo.
Obviamente, diante da realidade vivenciada nas ruas, as Polícias Militares tem estudado a melhor forma de prevenir e de reprimir a violência e o vandalismo. A Polícia Militar de São Paulo, apesar de algumas críticas sobre excessos, sinalizou com uma forma de contenção que parece ter sido bem sucedida. Nada mais lógico do que tentar disseminar a experiência entre todas as Polícias Militares do Brasil.
Cabe aos Secretário de Segurança as ações para o aprimoramento das Polícias Militares e Civis que gerenciam, portanto, movam-se, basta de erros.
Os organizadores dos protestos, se é que eles existem, por sua vez devem ter sempre em mente que ao escolherem as ruas para exercerem o seu direito de manifestação, precisam aprender que existem outros direitos além desse, como o direito de locomoção, o ir e vir, que fica seriamente comprometido quando os manifestantes optam por bloquear ruas.
Eu não posso exercer a minha cidadania e impedir os outros de exercerem as suas.
É fundamental organizar os protestos, caso contrário eles serão inócuos, um esforço gigantesco para conseguir muito pouco ou quase nada, como ocorreu em termos de resultado até o momento nos protestos.
Ir para as ruas é imprescindível para mudar o Brasil, mas não podemos ocupar as ruas deixando o cérebro em casa.
Quem faz isso vira gado, sendo levado de um lado para o outro, sem saber de nada.

"SITE SRZD 
28/02/2014 15h49
'Tropa de Braço' da PM de SP deve ser usada em todo o país 
Redação SRZD 
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella, disse nesta sexta-feira que o governo federal manifestou interesse em que o governo paulista compartilhe com outros estados a estratégia chamada "Tropa de Braço". Ele esteve reunido com o governador da cidade, Geraldo Alckmin, e com ministros, em Brasília, para discutir medidas de segurança para a Copa do Mundo.
A "Tropa de Braço" é uma equipe com treinamento em artes marciais e foi usada durante um protesto contra a Copa do Mundo no último sábado (22), pela Polícia Militar (PM) de São Paulo. A tática consiste em isolar os manifestantes antes que comecem a praticar atos de vandalismo. Durante a manifestação, até jornalistas foram encurralados pelos policiais. 
"A avaliação do governo federal foi positiva, o ministro da Justiça já expressou isso publicamente", disse Grella. Segundo ele, o Ministério da Justiça pediu que fosse convocada uma reunião para que a experiência de São Paulo fosse transmitida para outros estados, tendo em vista os bons resultados obtidos. "Nós nos colocamos à disposição para a reunião com outros estados a fim de transmitir o planejamento, a estratégia", acrescentou o secretário. 
De acordo com o governador Geraldo Alckmin, a estratégia de segurança para a Copa do Mundo em São Paulo está sendo planejada para receber 15 delegações. A cidade vai receber seis jogos da competição. 
"Teremos em São Paulo quase metade das delegações do Brasil. Então, teremos muito deslocamento para o aeroporto e o estádio. Discutimos escolta, segurança, haverá um conselho de coordenação desse trabalho, que era um trio com a Secretaria de Segurança Pública, a Polícia Federal e o Exército, e nós sugerimos incluir também a prefeitura de São Paulo", disse Alckmin. 
Eleição vira alerta 
O governador citou também as eleições de outubro, que considera mais um fator de atenção a mais a ser observado na discussão sobre a segurança pública na Copa do Mundo. 
"No ano passado, na Copa das Confederações - sempre tem um burburinho eleitoral local. E olha que nem tinha eleição no ano passado. Então, neste ano, pelo fato de ter eleição e estamos mais próximos dela, é mais um fator de atenção", destacou o governador (Fonte)".

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sábado, 1 de março de 2014

OFICIAIS DA PM DISCUTEM COM EX-PROFESSOR DE DIREITOS HUMANOS EM REDE SOCIAL



Prezados leitores, mais um embate entre a ação da Polícia Militar e os direitos humanos, dessa vez envolvendo um Professor e Oficiais da Polícia Militar de São Paulo, isso em uma rede social.
Não comentaremos o conteúdo do debate, mas aproveitamos para escrever, mais uma vez, que enquanto o Policial Militar e o Policial Civil não forem sujeitos dos direitos humanos comuns a todos os cidadãos brasileiros, fica muito difícil exigir deles o respeito a eles, pois nunca os representantes dos direitos humanos saem em defesa deles quando esses direitos são desrespeitados com relação a eles.

"ESTADO DE SÃO PAULO 
28/3/14 
Ex- professor de Direitos humanos da PM é atacado por oficiais em rede social 
O advogado Dimitri Sales é doutor em direito constitucional e trabalha com temas ligados a direitos humanos. Por dois anos, entre 2010 e 2011, deu aulas da matéria no Barro Branco, escola que forma oficiais da PM. No ano passado, eu acompanhei uma aula que ele deu para oficiais que iriam comandar o policiamento da Parada Gay. Dimitri falou sobre diversidade sexual e deu dicas sobre como agir no evento. O trabalho da PM na Parada Gay sempre foi muito bom. Milhões de pessoas vão às ruas de SP, bebe-se muito, mas ao longo da história não me lembro de qualquer confusão relevante. Na Parada Gay, a PM age como dela se espera. Os manifestantes são tratados com respeito. 
Na quarta-feira, contudo, o professor criticou em sua página no Face Book a tática usada pela PM para sufocar a manifestação de sábado, que resultou na detenção em massa de manifestantes e na agressão de inúmeras pessoas. Foi o que bastou para que Dimitri sentisse o peso do clima na corporação em relação aos protestos. Lidando com desmandos políticos, enfrentando altos e baixos, a corporação parece trafegar em uma montanha russa há quase um ano. Em junho, bateu nos manifestantes diante das câmeras quando pensava que era isso que a população esperava O excesso de covardia em horário nobre a levou a ser duramente criticada e acabou acendendo o pavio das manifestações no Brasil. 
Em seguida, Governo e comando sentiram o golpe e decidiram recuar. Eu testemunhei o quebra-quebra dos black blocs na Prefeitura, no centro de SP, por três horas em junho, a 100 metros da Secretaria de Segurança, sem que os policiais nada fizessem para impedir. A omissão da PM foi novamente criticada. A corporação parece até hoje tentar encontrar a forma correta para agir. Só que não consegue achar. Nas ruas, inevitavelmente, os abusos aparecem, como se a tropa não conseguisse se controlar. Essa tensão transparece nos ataques feitos em rede ao ex-professor de direitos humanos da Academia, cujos trechos mais relevantes seguem abaixo. 
No geral, tenentes, ex-alunos de Dimitri, repetem clichês em defesa da arbitrariedade da polícia e atacam aqueles que tentam denunciar os abusos e desvios da corporação, como se essa postura crítica prejudicasse a PM ao invés de contribuir para a melhora. Abaixo, seguem trechos do diálogo: 
Dimitri Sales: ”A ação da Polícia Militar de São Paulo na manifestação do último sábado foi tão arbitrária, que a OAB/SP, enfim, se manifestou. De forma coerente, o presidente Marcos da Costa repudiou a “ação premonitória” da PM e apontou abusos. Segundo a imprensa, será criado um grupo para investigar a ocorrência de abusos e denunciá-los! Já o Coronel que comandou a operação aprendeu direitinho com o Governador Geraldo Alckmin ao afirmar que “se algum policial cometeu algum desvio, isso vai ser apurado”… Só que não! Até então nenhum ato de abuso cometido durante as manifestações de 2013 foi punido! E por falar no Governador, mais uma vez Alckmin comete um impropério que desqualifica o cargo que ocupa! Perguntado sobre a ação praticada pela Polícia Militar, ao invés de zelar pelas leis, estimula o arbítrio: “Muito bem sucedida. Tivemos menos confronto, menos violência, menos depredações, menos pessoas feridas, menos estragos de uma maneira geral”… Ou seja, em nome da ordem, às favas com a lei!” Geraldo Alckmin não aprendeu com junho de 2013, vai amargar um agitado março de 2014!” 
Um tenente começa o debate: 
“Então me responda Sr Dimitri Sales … O que seria razoável de acordo com seu ponto de vista???Os policiais simplesmente observarem a depredação de tudo e cruzarem os braços??? Ou apanharem em uma face e darem a outra para apanhar???Não entendi a arbitrariedade neste caso…”
O diálogo pareceu que transcorreria de forma respeitosa. Dimitri responde: 
“Meu caro, há a exata medida e a Corporação não a desconhece. É dever da Polícia evitar a depredação e não é direito de ninguém agredir qualquer pessoa, tampouco policiais. A ação do último sábado foi “preventiva” e, no Estado de Direito, é incabível cerceamento de liberdades por mera precaução. A Polícia tentou inovar no método de ação, adotando uma medida extremamente controversa. No meu entendimento, inadequada” 
Outros alunos entraram na discussão. Foi quando a barra começou a pesar. Outro tenente passa ao ataque: 
“Professor, o senhor fala de mais, mas NUNCA, nem nos bancos da gloriosa ACADEMIA o senhor não nos ensinou como atuar. (…) De admirador de sua pessoa, passei a desconfiar de sua postura, que se transveste de defensor dos Direitos humanos, mas na verdade só defende o “errado”. Pra mim o senhor só fala e não FAZ NADA. O PCC dominando o País, policiais e cidadãos de bem morrendo todo santo dia e o SENHOR NÃO FALA NADA SOBRE ISSO NUNCA. SÓ FICA DE BLÁ BLÁ BLÁ. NA BOA… ME DÁ LICENÇA”
Houve quem tentasse manter o debate em nível elevado, tentando convencer o professor da legitimidade da ação. 
“Não existe cerceamento de direitos (lembrando que NENHUM direito é absoluto quando se trata de ordem pública), tampouco existe “ação premonitória” quando policiais agem com base em fundadas suspeitas, estas baseadas na análise de comportamentos e contextos acontecidos reiteradamente em manifestações anteriores”. 
Só que os ressentimentos começam a transparecer. Um oficial aproveitou para desabafar em caixa alta: 
“PORRA, JÁ QUE É PRA FALAR MAU DA PM, PQ NÃO SE FALA DA MERDA QUE É O SALÁRIO???? PQ NÃO SE FALA DAS CARGAS HORÁRIAS QUE FODEM COM A SAÚDE FÍSICA E PSICOLÓGICA DO SER HUMANO POLICIAL MILITAR???? PQ NÃO SE FALA QUE O PM NÃO TEM SÁBADO. DOMINGO, NEM FERIADO???? NOS ESTAMOS SENDO ATACADOS POR TODOS OS LADOS. NÃO TEMOS FUNDO DE GARANTIA, NÃO TEMOS AUXÍLIO RECLUSÃO, NÃO TEMOS AUXÍLIO JURÍDICO, NEM DEFENSORES PÚBLICOS…. TODO MUNDO QUERENDO NOS FODER… EU CANSEI, DESISTO DE DEFENDER UMA SOCIEDADE QUE SÓ ME FODE 24 HORAS POR DIA. SE ATUAMOS RESPONDEMOS POR ABUSO, SE NÃO ATUAMOS ESTAMOS PREVARICANDO… PORRAAAA QUE MERDA É ESSA??? ACABOU A BRINCADEIRA CACETE, TEM PAI DE FAMÍLIA MORRENDO. E AQUELE SENHOR QUE TEVE SEU FUSCA INCENDIADO COM A FAMÍLIA DENTRO QUANDO PASSAVA POR UMA MANIFESTAÇÃO???? E ELE E SUA FAMÍLA???? QUERO VER QUANDO UM AMIGO PESSOAL OU UM PARENTE DO SENHOR TOMAR UMA ESTILETADA NO GOGÓ, UMA COQUETELZADA MOLOTOV NA CABEÇA E SAIR PEGANDO FOGO E MORRER ICENDIADO, DAI EU QUERO VER ALGUÉM FALAR QUE A PM DEVERIA TER FEITO ISSO OU AQUILO. PRA MIM, QUEM DEFENDE O CAPETA TRABALHA PRA ELE!!!!!” 
Para o mesmo completar: 
“Porra meu o cara nunca ensinou como deveríamos atuar, só falava que é pra perguntar pro travesti se ele quer ser chamado de senhor ou senhora. Porra o cara só defendo gente do lado errado, só quem faz merda!!! Enviados do capeta que vieram pra roubar, matar e destruir. Um dia ele será vítima de seu própria “criação” !!!!” 
O tenente continua o desabafo: 
“Exatamente! Durmi no barulho dele durante os tempos acadêmicos! Me formei e achei que o mundo era mil maravilhas, que com o diálogo poderíamos mudar o mundo! Dai certo dia eu fui dialogar com uma LADRÃO e ele me deu 4 tiros e eu dei 15 e acertei 13 nele. Porra só queria dialogar e o cara me senta o aço?!?!? Naquela data eu acordei. O mundo não é feito de diálogo porra nenhuma 
Outro afirmou: “É fácil falar mal… Falar dos mais de 20 PMS mortos esse ano só em São Paulo ele não fala. Tambem não vi nenhuma Comissão de DH em todos enterros que fui. Não me recordo se trabalhou na Secretaria de DH ou em alguma Comissão ou em ONG, mas sei que era da area. E NUNCA TE VI ajudar nenhuma família vitima de algum crime ou família de algum PM. 
Um oficial adepto do Jiu-Jitsu também se manifesta: “Vergonha de ter tido um professor que defenda os baderneiros…que julgue ser certo a “manifestação” com baderneiros que todos já sabiam ser quem era!!! E outra, o direito de “gritar e espernear” (ou se manifestar) não lhes foi cerceado!!! Ninguém estava com as bocas amarradas!!! A ação foi extremamente legitima e legal. Agora se nosso “professor” (vergonha de dizer isso agora…) quer somente polemizar…paciência… Hoje inúmeros filhos órfãos de PM estão sem nenhum amparo desses que se dizem “Direitos Humanos”… Infelizmente Sr Dimitri Sales… desta vez você simplesmente nos decepcionou… E depois de tudo o que li acima concordo com todos…a postura duvidosa…o medo de realmente AGIR e ficar só falando mal dos outros…a campanha eleitoreira…não duvido de nada disso…triste…vamos mudar o nome dos “Direitos Humanos” para “Direitos dos Manos”…ou Direitos do que é errado”… 
As mágoas não param de aflorar. Sentimento que também parece contagiar a tropa, como vemos nas atitudes destemperadas dos policiais nas ruas. Outro tenente afirma: 
“SIM! Porque até eu, COM MINHA FORMAÇÃO TÃO INFERIOR, aliás, qualquer um sabe: O GRUPO DOS BLACK BLOCKS É UMA ARTICULAÇÃO POLÍTICA!!! Recebem para fazer isso, ESTAMOS EM ANO ELEITORAL… logo: 1) Se a Polícia aguarda o início da manifestação violenta e age, É REPRESSORA; 2) Se a Polícia deixa que quebrem tudo, É OMISSA; 3) Se age preventivamente, contendo um grupo que TODOS NÓS (SEM HIPOCRISIA) sabíamos que iria SE MANIFESTAR DE MANEIRA VIOLENTA, o senhor fica MAGOADO e CRUCIFICA A CORPORAÇÃO QUE ABRIU AS PORTAS DE SUA ACADEMIA DE OFICIAIS, CONCEDENDO-LHE A CADEIRA DE MESTRE DE DIREITOS HUMANOS; Pelo que vejo, o coro “CHAMEM O BATMAN DA PRÓXIMA VEZ” soa cada vez mais alto e com mais clareza!!!” 
No final, os oficiais cobram a manifestação do ex-professor. Dão risadas. Lembra um ambiente escolar, marmanjos com um sadismo infantil, reunidos para humilhar aquele que deles discordam. Como se a crítica não fizesse parte do processo de melhoria. O professor se sentiu acuado e informou a Secretaria de Segurança Pública sobre o ocorrido. A Secretaria foi notificada e vai pedir para a PM que analise a situação. 
A emoção e o destempero dos policiais não contribuem em nada para a eficiência e a legitimidade dos trabalhos da PM durante os próximos atos nas ruas. O 3º ato contra a Copa ocorre dia 13 de março às 18 horas no largo da Batata. Mais de 8 mil pessoas estão confirmadas. Muita torcida para que haja calma e respeito entre todos os que estiverem no local (Fonte).

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domingo, 26 de janeiro de 2014

SÃO PAULO: PROTESTO CONTRA A COPA 2014 ACABA EM CONFRONTO COM A PM



Prezados leitores, infelizmente, parece que não aprendemos a lição:
Os protestos precisam ser organizados, ordeiros e pacíficos, pois só assim nós aglutinaremos um número cada vez maior de pessoas nas ruas exigindo seus direitos.
Os confrontos com a Polícia Militar e a Guarda Municipal devem ser evitados, pois a violência só interessa ao governo, tendo em vista que afasta o cidadão das ruas e impede que ele exerça o seu livre direito de manifestação.
Evitar o confronto deve ser a prioridade dos organizadores, enquanto isso não for uma realidade, teremos meia dúzia de pessoas nas ruas promovendo e sofrendo atos de violência, quer seja por parte dos grupos baderneiros infiltrados nos protestos, quer seja por parte da Polícia Militar e da Guarda Municipal.
Seguindo o caminho errado, não chegaremos a nenhum lugar.

"BRASIL 
PM confirma 128 detidos após atos violentos na capital paulista
Ainda segundo o balanço da Polícia Militar, três agências bancárias e uma viatura da Guarda Civil Municipal foram “vandalizadas
Estadão Conteúdo
25 de janeiro de 2014.
A Polícia Militar de São Paulo informou que, até às 22 horas deste sábado, 128 pessoas haviam sido detidas na capital paulista por conta dos atos de vandalismo e depredação durante os protestos contra a realização da Copa do Mundo. 
A maior parte deste grupo teria sido capturada dentro de hotéis na Rua Augusta, na região central. De acordo com o Twitter oficial do órgão, 108 pessoas foram detidas pela Tropa de Choque e 20 pelo policiamento de área. Quando um Fusca com pessoas dentro pegou fogo depois de passar sobre um colchão em chamas na Rua Xavier de Toledo, alguns manifestantes subiram a Rua Augusta. Encurralados pela polícia, entraram em dois hotéis: Linson e Bristol. A Tropa de Choque foi ao local com um ônibus para prendê-los. 
Ainda segundo o balanço da Polícia Militar, publicado às 22 horas deste sábado, três agências bancárias e uma viatura da Guarda Civil Municipal foram “vandalizadas”. O balanço ainda inclui o Fusca que foi totalmente destruído pelo fogo".

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