JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 13 de junho de 2023

FLUMINENSE - DANDO CRÉDITO A UMA TEORIA CONSPIRATÓRIA



As teorias conspiratórias fazem parte da história da humanidade, existindo nos diferentes setores da vida em sociedade.

Elas habitam o mundo os esportes, sendo muito frequentes no futebol.

No Brasil elas estão sempre surgindo, a maioria delas envolvendo clubes, a própria política interna de cada clube gera várias, e algumas que alcançam o futebol brasileiro como um todo.

Não faz muito tempo surgiu uma que foi identificada pela maioria dos que que trataram do tema como sendo a "espanholização do futebol brasileiro".

A teoria dava conta sobre a hegemonia do Palmeiras e do Flamengo no cenário brasileiro e sul americano nos últimos anos, fazendo uma comparação com o domínio do Real Madri e do Barcelona.

Olhando da superfície isso tem lógica, mas fazendo um mergulho começamos a perceber que existem fatos concretos, não apenas uma teoria, que promove tal supremacia, como as receitas obtidas através de melhores contratos e de cotas que não são distribuídas igualmente.

O raciocínio a partir daí é simples.

Mais dinheiro recebido, mais investimentos e mais títulos, gerando a hegemonia.

Embora isso seja lógico, nem sempre funciona, aparecendo um estranho ao grupo formado por Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo, isso no cenário estadual e nacional, principalmente.

Nesse ponto sugiro a leitura do artigo de Rodrigo Capelo, de 16/05/22 (O Globo - Link), do qual destaco uma frase:

"(...) Clubes emergentes, aliados ao Fluminense, fazem oposição por meio do Forte Futebol (...)".

Ao ler fiquei a perguntar porque citar apenas o Fluminense e quais seriam os clubes emergentes?

Não sei a resposta sobre os emergentes, mas sei que o Fluminense tem incomodado bastante o seleto "grupo dos ricos", por assim dizer, apesar da falta de títulos nacionais e internacionais.

Limitado financeiramente, o "líder dos emergentes", acaba atraindo para si a ira dos poderosos.

Dando asas à imaginação vejo um "gigante" a urrar:

- Por que insistes em ser tão grande, "pobre" Fluminense.

Penso que acabei criando uma nova teoria conspiratória, mas como vivi o surgimento da Frente Ampla pelo Flamengo (1976), décadas atrás, e convivo com os seus resultados há quase 50 anos, considerei prudente escrever essas linhas,

Aqui encerro na esperança de ter contribuído para despertar a necessidade do apoio da torcida e de uma melhor gestão, porque nós somos a pedra no sapato dos poderosos.

Saudações tricolores!

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

OLIMPÍADA: OS ASSALTOS DE VERDADE...



Prezados leitores, o nadador americano Ryan Lochte transformou uma confusão em um posto de gasolina em um assalto (roubo).
A fama do nadador fez com que o fato tivesse grande repercussão na imprensa nacional e internacional.
Primeiro, críticas ao Brasil.
Após as investigações da Polícia Civil, críticas ao nadador.
O fato gerou e continua gerando horas e horas nos noticiários no Brasil e no exterior.
Enquanto isso, ninguém sabe o número de registros feitos por turistas nacionais e estrangeiros que foram vítimas de roubos (ou furtos) de verdade.
A imprensa reforça uma frase do Secretário de Segurança Beltrame quando ele deu mais valor a um tiro disparado em Copacabana do que em uma comunidade carente do Rio de Janeiro.
O assalto de mentira do nadador Ryan Lochte ganhou mais importância do que todos os outros assaltos (ou furtos) praticados contra os turistas.
Os dados sobre os roubos (ou furtos) registrados pelos turistas está tão escondido quanto o valor dos contratos celebrados para a realização da Olimpíada, como já denunciamos nesse espaço democrático.
Vida que segue.

Juntos Somos Fortes!


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

OLIMPÍADA: TRANSPARÊNCIA PREJUDICADA. VALOR DOS CONTRATOS NÃO É INFORMADO



Prezados leitores, a transparência dos contratos da Olimpíada do Rio de Janeiro está prejudicada.
Nós temos buscado os valores gastos nos jogos olímpicos do Rio de Janeiro, mas não tem sido fácil.
O prefeito Eduardo Paes repete repete sempre que os jogos gastaram menos que os realizados em Londres, difícil é confirmar a versão.
Na nossa busca fomos ao site oficial da Olimpíada (Acesse).
No site buscamos os dados sobre os contratos.
O item "transparência" está na parte mais baixa do site no item "sobre os jogos".
Clicando na "transparência" chegamos a uma página com esse título (Acesse).
Nela procuramos "contratos", eles estão no item "finanças", o qual pode ser localizado no topo da página, incluindo também "orçamento".
Em "finanças" clicamos em "contratos".
Onde encontramos "relação de contratos da Rio 2016"  e "relação dos contratos de patrocínio da Rio 2016".
Na busca do nosso objetivo clicamos em download da "relação de contratos da Rio 2016" (Acesse).
Surge a relação que está distribuída em 142 páginas.
Nelas temos os seguintes itens: "número do contrato", "CNPJ", "contratada", "objeto", "assinado em" e "validade".
O valor de cada contrato NÃO consta na relação.
Por quê?
Qual a dificuldade para a inserção dos valores?
Nós voltamos ao item "finanças" e clicamos em "orçamento" (Acesse) na tentativa de encontrar algo sobre os valores dos contratos.
No "orçamento" encontramos a informação que as "receitas" e as "despesas" empataram: R$ 7,4 bilhões e percentuais sobre as receitas e despesas.
Nas "despesas" clicamos no "saiba mais" (Acesse).
Alcançamos o "Com o que se gasta", onde são discriminados os itens onde são gastos os valores, mas NÃO encontramos os valores dos contratos.

Salvo melhor juízo, em termos de gastos, a Olimpíada do Rio 2016, está deixando muito a desejar no item "transparência".

Juntos Somos Fortes!