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quinta-feira, 19 de julho de 2018
IMPUNIDADE GERA CRIMINALIDADE
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terça-feira, 24 de abril de 2018
A IMPUNIDADE E O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
“O Antagonista
A impunidade não foi resolvida porque há um forte núcleo de resistência no STF”
https://www.oantagonista.com/brasil/impunidade-nao-foi-resolvida-porque-ha-um-forte-nucleo-de-resistencia-no-stf/
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terça-feira, 3 de abril de 2018
COMANDANTE DO EXÉRCITO MANDA MENSAGEM PARA TODO POVO BRASILEIRO
O recado é claríssimo!
Leia o artigo publicado no site O Antagonista:
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quarta-feira, 21 de março de 2018
VIVENDO O QUE SE VOTA PARA VIVER - CORONEL PM RR MUZI
"VIVENDO O QUE SE VOTA PARA VIVER.
O povo brasileiro vive uma situação esdrúxula, como jamais vivida antes.
A maioria absoluta da população sente nojo da grande maioria dos políticos, de vereador a presidente da república, de Dilma a Temer e, claro, de Lula e tantos outros do grupo de, em verdade, bandidos mesmo.
Para o brasileiro sofrido, que se vê diariamente roubado e não integra as quadrilhas políticas, o governo é uma quadrilha especializada e está roubando muito, como nunca antes roubaram no Brasil.
Viciados e com sensação de impunidade assegurada pela imoral prerrogativa da função política e por saberem que serão reeleitos, e que exercem esse mandato em causa própria e voluntariamente por causa dessa imunidade safada, roubam tudo o que conseguem, inclusive, dignidade e trabalho.
Chega desse imoral foro privilegiado, chega de hipocrisia, de corrupção, precisamos afastar a todos esses oportunistas que destroem o país.
O pior é que esses nojentos vão resistir até onde der, porque agem como viciados em crack : só pensam e precisam roubar, mesmo alguns à custa de tanto roubar, já sejam bilionários.
E como tenho dito : a culpa é do eleitor que vota para viver essa morte em vida.
Sujeitinho sem vergonha, sem noção, sem ética, esse comprável eleitor.
CORONEL PM RR MUZI"
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domingo, 18 de março de 2018
VÍDEO - PROCURADOR DE JUSTIÇA CALA DEFENSORES DOS CRIMINOSOS
Publico vídeo que circula nas redes sociais:
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
UM CAMINHO PARA SALVAR O BRASIL ?
A teoria das janelas quebradas www.psiconlinews.com
Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.
Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro partido/quebrado numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.
Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pesso as forem adultas.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.
Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.
Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.
A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.
Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, imoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
Reflita sobre isso!
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terça-feira, 18 de julho de 2017
REDE RECORD NOTICIA QUE LAVA JATO PODERÁ ATINGIR REDE GLOBO
"Rede Record
17/7/2017 às 10h28
Exclusivo! Delação de Antonio Palocci põe TV Globo na mira da Lava Jato
Uma delação que pode comprometer uma das famílias mais ricas e poderosas do Brasil. O ex-ministro Antonio Palocci guarda informações bombásticas. Elas podem dar origem a uma nova fase da Operação Lava Jato para apurar negócios da TV Globo envolvendo sonegação fiscal, empresas de fachada no exterior e negócios em contratos do futebol. Veja na reportagem (LINK)".
Será que as Organizações Globo serão alcançadas?
Eu torço sempre para que a justiça prevaleça e para que os culpados sejam rigorosamente responsabilizados.
O Brasil precisa mudar e a mudança exige o fim da impunidade de forma ampla, geral e irrestrita.
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sexta-feira, 12 de maio de 2017
RIO - A IMPRENSA DEVE DIVULGAR QUANTOS ASSASSINOS DE PMs JÁ FORAM PRESOS OU MORTOS?
Prezados leitores, o Coronel de Polícia Ref Paúl comenta que a imprensa tem divulgado o número de Policiais Militares assassinados de serviço e de folga, mas não tem divulgado quantos destes assassinos já foram identificados, presos ou mortos em confrontos.
A população e a Polícia Militar precisam conhecer esse número.
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domingo, 16 de abril de 2017
VÍDEO - DELAÇÕES - A SENSAÇÃO DE IMPUNIDADE PARECE ESTAR CRESCENDO
Prezados leitores, o Coronel PM Ref Paúl comenta nesse vídeo que tem percebido durante suas interações com outras pessoas que está crescendo na opinião pública a sensação de que as delações premiadas ao final não resultarão em quase nada em termos de condenações e de recuperação do dinheiro público.
Ele credita em parte o surgimento dessa opinião à situação vivenciada no presídio pelo ex-governador Sérgio Cabral e esposa.
Assistam e opinem.
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quinta-feira, 9 de março de 2017
ESCÂNDALO NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO
Prezados leitores, a Corregedoria da PMESP prendeu um Coronel PM acusado de desviar milhões da instituição.
No Rio de Janeiro, Coronéis PM também têm sido presos.
Se por um lado isso demonstra que a prática de ilícitos percorre toda a escala hierárquica, por outro demonstra que a impunidade está perdendo força em todos os setores da vida brasileira.
"BOL Notícias
Corregedoria prende coronel acusado de desviar R$ 7 milhões da PM paulista
Estadão Conteúdo 09/03/201712h07 > Atualizada 09/03/201713h31
Bruno Ribeiro e Fabio Leite
São Paulo
A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo prendeu nesta quinta-feira, 9, o tenente coronel da PM Afonso Adriano Filho, acusado de liderar um esquema de desvios de verba do Quartel Geral da corporação estimados em R$ 7 milhões. A prisão é preventiva e havia sido autorizada pela Justiça (Leiam mais)".
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sexta-feira, 3 de março de 2017
LE MONDE: "TEMER PODE ESTAR ESQUENTANDO A SUA PIZZA"
Prezados leitores, temos destacado que o governo Temer vai mal das pernas.
Tudo indica que acertamos ao tirar Dilma, mas erramos ao manter Temer.
Quem sabe o TSE não corrige o erro do povo?
O certo é que o povo precisa pensar muito sobre os caminhos que o atual governo está conduzindo o país.
presidente Temer e ex-governador Sérgio Cabral
"Site InfoMoney
Brasil é o reino da impunidade, diz Le Monde: "Temer pode estar esquentando sua pizza"
Jornal francês afirma que o presidente da República parece querer se proteger de uma possível acusação - mas que isso não está passando despercebido (Leiam mais)".
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TSE
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
O FIM DAS POLÍCIAS CIVIS NO BRASIL
Prezados leitores, salvo melhor juízo, incontáveis instituições estão chegando ao fim no Brasil.
"Site do SINPOL
Presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública projeta para breve o fim das Polícias Civis no País
Do Blog Do Elimar Côrtes
O diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), professor Renato Sérgio de Lima, projeta um futuro sombrio para as Polícias Civis no País. Para ele, o baixo índice de solução de crimes tem contribuído para o descrédito da instituição em todo o Brasil. Em entrevista esta semana ao Blog do Elimar Côrtes, o professor Renato de Lima declarou que “muito em breve”, as Polícias Civis entrarão em colapso.
Segundo Renato Sérgio de Lima, as Polícias Civis no País encontram-se em uma difícil situação, “pois, historicamente têm (Polícias Civis) apresentado baixíssimas taxas de esclarecimento de crimes, e parte da ‘clientela’ do sistema de Justiça Criminal é aquela presa em flagrante pelas Polícia Militar”.
Nessa toada, acrescenta o professor, a população tem muita dificuldade de registrar delitos e o excesso de burocracia e formalismo do rito dos inquéritos policiais tomam tempo, racionalidade e recursos humanos.
“Por outro lado, as Polícias Civis passam simultaneamente por um processo de sucateamento, com dificuldades de realizarem concursos e contratarem policiais. Muitas de nossas Polícias Civis Estaduais estão diminuindo de tamanho e aumentando a idade média dos seus efetivos”, completou o diretor-presidente do FBSP.
No entender de Renato Sérgio de Lima, há pouca margem para renovação e dinamização de práticas e procedimentos. “Em meio a esse processo, que junta crise da sua missão fim (investigação), falta de recursos e baixa prioridade política de governantes, temo que as Polícias Civis entrarão em colapso muito em breve”, ponderou o professor.
Ele explica: “Na medida em que temos que conviver com quase 60 mil mortes e 55 mil estupros por ano, ou valorizamos a investigação ou a segurança continuará sendo um dos mais graves problemas do Brasil.”
Para Renato Sérgio de Lima, o que virá para substituir a Polícia Civil, num futuro próximo, é uma incógnita. “Se o projeto é acabar com as Polícias Judiciárias Estaduais, o que será posto no lugar? Afinal, não podemos dizer que elas não farão falta. Pelo contrário, precisamos de investigações de qualidade e mais bem feitas para fazer frente ao crime e à violência.”
Segundo Renato de Lima, “boa parte da ‘clientela’ do sistema de Justiça Criminal e da segurança pública é aquela encaminhada pelas Polícias Militares, com as prisões em flagrante de suspeitos de crimes.”
O professor afirma que a PM prende muito mais porque a investigação das Polícias Civis é precária e baixíssima em todo o Brasil:
“Na medida em que a qualidade da investigação criminal no Brasil é muito baixa, quem vai preso ou quem é processado é aquele levado pela Polícia Militar, na maioria das vezes. Quando um crime depende da investigação por parte da Polícia Civil, as chances de não ser esclarecido aumentam, gerando vieses no fluxo do sistema. E tais vieses impactam a confiança da população, a eficiência do sistema e afastam as instituições da sociedade.”
Renato Sérgio de Lima, que é também professor do Departamento de Gestão Pública da FGV/EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo), analisou recentemente em entrevista à Folha SP, a situação que vive a Polícia Civil do Estado de São Paulo. Lá, o índice de aposentadoria de policiais civis é altíssimo.
Os dados apontam que somente neste ano 1.260 escrivães, investigadores e delegados pediram desligamento, contra 139 em todo ano de 2006. Outro número que impressiona: 48% dos policiais civis da ativa estão no término da carreira. Em São Paulo, somente 2% dos roubos são esclarecidos pela Polícia Civil.
“Se a Polícia Civil não se repensar é bem capaz que, nos próximos cinco anos, ela seja extinta. E isso não é só São Paulo. Isso é uma realidade parecida no resto do País”, sacramentou o professor Renato Sérgio de Lima.
No Espírito Santo, levantamento realizado pelo Sindicato dos Servidores Policiais Civis do Estado (Sindipol/ES) aponta que o Estado tem uma defasagem de 1.428 policiais civis. Isso equivale a quase 38%.xxx
24 de novembro de 2016 (Fonte)"
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
IMPRENSA ESPORTIVA BRASILEIRA - MENTIRAS ESQUECIDAS QUE VOCÊ ACREDITA
"SITE AQIPOSSA
sexta-feira, dezembro 27, 2013
Postado por: Aqipossa
Imprensa esportiva brasileira - Mentiras esquecidas nas quais ainda se acredita
Este é um Guest Post
A incrível impunidade com a qual a imprensa esportiva brasileira se deleita em factóides e falsidades impõe, a quem compreende a motivação dos agentes midiáticos, o dever de alertar o consumidor que o que lhe vendem nos dias de hoje como "jornalismo esportivo" é um produto muito diferente daquele que lhe vendiam nos bons tempos de João Saldanha e Nelson Rodrigues.
Informações flagrantemente falsas e manipuladas se disseminam em manchetes por todo Brasil em questão de minutos como se fossem verdades estabelecidas, enquanto erratas e desmentidos, quando surgem, surgem modestamente, aos pouquinhos, em notinhas quase ocultas sem a necessária força para rechaçar a massa homogênea de mentiras que envolveu a multidão. Percebe-se facilmente o fenômeno por via da incessante repetição de mentiras, falsidades e factóides nas mídias sociais como se fatos e verdades fossem.
A maciça difusão midiática de inverdades, convém alertar, não é casual, tampouco uma finalidade em si. Ela tem uma meta específica e está inserida numa estratégia geral que, por via da mesma difusão midiática em massa, prepara sua ocorrência e produz e colhe seus resultados. Como num trabalho de engenharia, a demolição da verdade deve ser precedida pelo projeto de edificação da mentira e sucedida pela obra criminosa de linchamento moral da vitima (o indesejado obstáculo a ser removido), para que as mentiras se transfigurem em vantagens concretas, naturalmente, para o adversário dessa vítima. Logo, a regra de ouro para uma análise precisa desse trabalho de engenharia da informação é a de observar contra quem a mídia dispara a campanha de linchamento moral e compreender que o beneficiário das vantagens e co-autor do crime é, necessariamente, o adversário da vítima.
A manipulação da história e da imagem do Fluminense Football Club é exemplar para que se compreenda o criminoso trabalho de engenharia da informação conduzido pela imprensa esportiva brasileira. Falsidades históricas e manifestações difamatórias de escárnio covardemente forjadas nas redações para que, sistematicamente repetidas, fossem plantadas como espontâneas e verdadeiras no imaginário dos torcedores em geral, são violência simbólica em estado bruto. Essas falsidades servem não só para carimbar caluniosamente o clube e seus torcedores com os estigmas da vergonha e da imoralidade mas, primordialmente, ao propósito de intimidar e, por via de constrangimento e inibição, destituir o clube e sua torcida dos seus meios de autodefesa. Desta forma, esvaziam e debilitam a identificação dos torcedores com o clube. Não por mera coincidência testemunhamos hoje nas mídias sociais tantos torcedores do próprio Fluminense defendendo a absurda tese de que o clube deveria assumir uma culpa que não é sua e renunciar aos próprios direitos, tanto o de defesa no tribunal quanto o de jogar a Série A e até mesmo ao legítimo direito de comemorar.
Convém de novo alertar: a lente que os jornalistas esportivos de hoje impõem aos fatos não serve para refletí-los, mas para, premeditada e deliberadamente, distorcê-los e substituí-los por ficções. São remunerados esses jornalistas esportivos, nos veículos de comunicação de massa, não para produzir notícias e comentários com isenção, mas para desempenhar o papel de agentes de transformação. A imprensa esportiva não mais trabalha para divulgar os fatos e escrever a história, e sim para transformar o futebol brasileiro, para fazer do futebol brasileiro um produto de laboratório pautado na ideologia comercial da bipolarização nacional, nos moldes do futebol espanhol. Faz a imprensa esportiva um trabalho de engenharia para induzir os torcedores a acreditar no que ela quer que acreditem e, por consequência, a se comportar da maneira que ela quer que se comportem.
A provocação deliberada de ondas de linchamento moral (e, por via delas, a indução de sentimentos de vergonha, constrangimento, medo de isolamento e inibição nas vítimas, de modo a silenciá-las e excluí-las da arena) é o método predileto de gente como André Rizek, Mauro Cézar Pereira, Antero Greco, Milton Neves, Fábio Sormani, Márcio Guedes e Renato Maurício Prado, dentre outros que se prestam ao papel de agentes dessa prática criminosa. Criminosa pois, além de caluniosa e difamatória, sabe-se muito bem, desde os tempos do holocausto na Alemanha Nazista, que a demolição moral e a violência simbólica precedem e preparam o terreno para a violência física propriamente dita contra um determinado segmento da sociedade. Por exemplo, hoje acumulam-se denúncias de que crianças, naturalmente indefesas por sua condição de criança, vêm sendo contundentemente insultadas e achincalhadas por adultos pelo "crime" de torcer pelo Fluminense. Quando soube dos casos de um menino de aproximadamente 12 anos, vestido com a camisa do Fluminense, física e covardemente agredido por um adulto furioso no centro do Rio de Janeiro e de uma menina de 3 (TRÊS!) anos no colo do pai, também vestida com a camisa do Fluminense, sendo alvo sistemático de insultos coléricos na rua, lembrei da cara de cada um desses jornalistas esportivos, deliberadamente difundindo mentiras e falsidades, premeditadamente manipulando informações, destilando ódio nas TVs, nos jornais, nas mídias eletrônicas e sociais.
Contudo, não é esse artigo que deve açoitá-los. É a Lei que deve ser a resposta aos criminosos.
Por isso conclamo cada cidadão consciente e de bem, capaz de compreender o risco a que todos nós estamos submetidos ao condescender com essa prática de engenharia da informação, de fabricação de linchamento moral, a coletar, na Internet, as provas dos crimes de calúnia e difamação promovidos por esses e muitos outros agentes da imprensa esportiva brasileira, para que se possa formalmente denunciá-los às autoridades competentes.
Conclamo também as autoridades a considerar a tese de indiciamento no artigo 171 por crime de estelionato (obter, para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento) e no artigo 288 por crime de formação de quadrilha (associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes).
Como cidadãos, esses agentes da imprensa esportiva não são dignos de nosso respeito. Pelos crimes que cometem, não merecem nossa condescendência.
Guest Post escrito por Dodô - Leitor e colaborador do AQIPOSSA (Fonte)".
BREVE COMENTÁRIO:
Eu escreverei um texto sobre o artigo do AQIPOSSA. Não se assustem, será breve, não terá a extensão dos artigos da série "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa" (Links para todos os artigos), nem a duração do vídeo explicativo (Link).
Nesse momento, deixo uma reflexão para vocês:
"Uma mentira contada mil vezes torna-se uma verdade"
(Joseph Goebbels - Ministro de Propaganda do Nazismo)
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
BRASIL: A CRIMINALIDADE, A SELEÇÃO NATURAL E A ESPÉCIE VENCEDORA
Prezado leitor, eu me sinto cercado pelo crime no
Brasil, penso que você tenha idêntica sensação. Escrevo isso considerando não só os
crimes visíveis e violentos praticados pelos descamisados nas ruas, os quais de
arma em punho tomam para si nossos bens materiais e ceifam nossas vidas. Levo
em conta também os crimes praticados pessoas que vestem ternos e taiers
finamente recordados, pessoas acima de qualquer suspeita, as quais possuem uma
preferência pela subtração do dinheiro público.
A criminalidade que vivenciamos no Brasil do século
XXI me remete de volta aos bancos escolares na busca por explicações que possam
permitir o alcance das soluções inadiáveis para controlar o fenômeno.
Primeiro lembro-me da teoria da geração espontânea, o
vivo surgido do não vivo. No nosso pais continente parece que os criminosos
surgem do nada, tamanha a quantidade de pessoas envolvidas nas mais diversas maneiras
de praticar crimes. Na mitologia grega encontramos referência a ideia mas tal teoria
foi superada e não serve para explicar a criminalidade. Os nossos criminosos
não surgem ao acaso, embora surjam a todo tempo e em todos os lugares, como se
fossem criados espontaneamente.
Recordo-me do criminologista italiano Cesare
Lombroso, ele que lançou a ideia do criminoso nato, isso no seu livro “O Homem
Delinquente” no século XIX. Em apertada síntese, Lombroso acreditava que o mal
era hereditário, alguns seres humanos nasciam com o mal na sua carga genética.
Uma espécie de degeneração. Além disso, acreditava que certas características
físicas indicavam o indivíduo propenso a ser criminoso. O tempo passou e ele
ficou no passado com suas teorias sobre a presença do instinto criminoso no
genótipo e exteriorizada no fenótipo dos seus criminosos em potencial.
Apesar dessas verdades, penso que se formos benevolentes
com Lombroso, diante da crescente criminalidade brasileira, podemos criar uma
hipótese para a sua origem se pegarmos emprestado a seleção natural de Charles
Darwin. Um naturalista inglês que escreveu o livro “A Origem das Espécies”,
ainda no século XIX, onde explicou a seleção natural. Extraindo apenas uma
pequena parcela dos ensinamentos de Darwin, cito o fato de que indivíduos
melhor adaptados ao meio ambiente em decorrência da sua carga genética possuem
maior capacidade se sobreviver e de gerar descendentes, transmitindo suas
características.
Pegando o criminoso nato de Lombroso (propensão para
o crime instalada na sua carga genética), associando à seleção natural de
Darwin (a sobrevivência dos mais adaptados ao meio) e, finalmente, adicionando o
meio ambiente brasileiro, onde quem pratica crime acaba prosperando através da impunidade,
podemos estabelecer uma possibilidade:
“No Brasil a explicação para temos tantos criminosos pode estar na possibilidade de que parcela de
nós possua uma propensão genética para o crime, característica essa que se
mostra vitoriosa no nosso meio ambiente, onde o crime prolifera, sendo então transmitida para os descendentes, o que determinaria o aumento do número de criminosos”.
No Brasil, a seleção natural pode estar mostrando que os
criminosos são a espécie vencedora!
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terça-feira, 7 de agosto de 2012
A TRAGÉDIA DA REGIÃO SERRANA: A VERDADE SOTERRADA
Festa em Paris
Excelente a reportagem do Jornal Extra sobre a situação atual da
tragédia que se abateu sobre a Região Serrana do Rio de Janeiro, matando
milhares de pessoas.
Infelizmente, ninguém foi condenado e preso até o presente momento, apesar dos robustos indícios de omissão criminosa, uma das causas da tragédia.
O Rio de Janeiro está se transformando na terra da impunidade, precisamos lutar contra isso.
Uma terra na qual os políticos estão acima das leis
Leiam a reportagem, assistam o vídeo e entendam a real dimensão do problema (Link).
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sábado, 21 de julho de 2012
23 JAN 2011 - CORONEL PAÚL DISCURSA APÓS A TRAGÉDIA DA REGIÃO SERRANA
Protesto realizado no dia 23 JAN 2011 sobre a tragédia da Região Serrana.
Alguém tem que ser preso!
Infelizmente, ninguém foi preso e a impunidade segue crescendo no Rio de Janeiro.
Alguém tem que ser preso!
Infelizmente, ninguém foi preso e a impunidade segue crescendo no Rio de Janeiro.
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quinta-feira, 12 de julho de 2012
IMPUNIDADE, MARCA REGISTRADA DO RIO DE JANEIRO
Eu estou publicando nesse blog uma série de artigos nos quais apresento as minhas opiniões sobre os motivos que resultaram no fracasso da "política" de segurança pública do governo Sérgio Cabral (PMDB), após seis anos de mandato, sendo que a maioria das abordagens passou e passará pela Polícia Militar, a polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, como não poderia deixar de ser diante da atuação preventiva-repressiva nas ruas.
Hoje, O Globo publica um artigo que trata da impunidade em razão dos inquéritos policiais serem malfeitos, um problema crônico no nosso estado e que o governo Sérgio Cabral (PMDB) pouco melhorou, isso em razão principalmente da falta de investimentos na Polícia Civil e, sobretudo, nas atividades de perícia criminal, as quais ainda estão atreladas à PCERJ.
Penso que o governo e seus assessores da área de segurança pública andam sem tempo de assistir o seriado CSI, o que lamentamos, isso seria muito podutivo para que aprendessem que a perícia criminal deve ser INDEPENDENTE e trabalhar diretamente com o Ministério Público.
Aconselho a leitura do artigo do O Globo:
"Inquéritos malfeitos impedem condenações por homicídios" (Leiam).
Aos que apreciam o tema investigação policial, aproveito para recomendar a leitura de "O Inquértio Policial no Brasil", organizado por Michel Misse. O livro é excelente e contribui sobremaneira para que possamos compreender melhor as razões que nos levam a investigar tão mal no Brasil.
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