JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador Fluminense Futebol Clube. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fluminense Futebol Clube. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de julho de 2022

FLUMINENSE 120 ANOS - PAULO-ROBERTO ANDEL



"FLUMINENSE 120 ANOS

Paulo-Roberto Andel

Panorama Tricolor 

Num país em que, a cada 15 anos, as pessoas se esquecem do que aconteceu nos últimos 15 anos – bela sacada do alvinegro Ivan Lessa -, o aniversário de 120 anos do Fluminense é um marco não somente para o futebol, mas também para a vida brasileira.

Mesmo não sendo o clube de futebol mais antigo do país, o Tricolor assumiu o papel de bandeirante e vanguarda do esporte bretão no Rio do recém-nascido século XX. O Flu inventou o campeonato carioca, o ground, a torcida, o chefe de torcida e, anos mais tarde, a multidão nas partidas com seu rival – e inevitável parceiro – Flamengo. Depois, inventou o ídolo – o elegante goalkeeper Marcos Carneiro de Mendonça -, a Seleção Brasileira, a rivalidade com Uruguai e Argentina e, por fim, o estádio moderno de futebol nas Laranjeiras 1919. Tudo isso em menos de vinte anos de vida. E justamente no fim deste período, o Fluminense deu um passo decisivo para a música brasileira e na luta contra o racismo: recebeu shows de Pixinguinha e seus Oito Batutas em pleno Salão Nobre do clube. A seguir, o Flu garantiu a primeira medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas, com o atirador Guilherme Paraense, ao mesmo tempo em que promovia festas apoteóticas no salão das Laranjeiras – posteriormente Bibi Ferreira não sairia de lá, assim como Oscar Niemeyer (que jogou pelo clube).

Depois de ganhar a Taça Olímpica em 1949, comprovando sua excelência esportiva mundial, o Tricolor teve participação decisiva na memória do futebol brasileiro: dois anos depois da derrota no Mundial de 1950, o Flu ganhou o Mundial de Clubes de 1952 no Maracanã, elevando a auto estima carioca e ajudando a recolonizar as arquibancadas do velho Maracanã. Seu símbolo de elegância em campo era Didi, que viria a ser o comandante da Seleção no Mundial de 1958. Quase trinta anos antes, em 1930, o primeiro gol do Brasil em Copas do Mundo foi marcado pelo tricolor Preguinho. São muitas histórias.

Desde então, o Fluminense escreveu algumas das páginas mais belas do futebol brasileiro, conquistando grandes títulos em Fla-Flus abarrotados – como em 1969, 1983 e 1985 -, colorindo o então maior estádio do mundo com sua irresistível nuvem de pó de arroz, mais dezenas de bandeiras tricolores. Arrebatou corações com a Máquina. Viveu tristezas também, pois a história também é feita de cicatrizes para qualquer time de futebol, mas sempre que sofreu, soube dar a volta por cima como nenhum outro. Ah, e novamente mostrou apreço carioca ao ceifar parte de sua arquibancada em Laranjeiras, facilitando a duplicação da rua Pinheiro Machado. Entre idas e vindas, o Fluminense teve a condução de verdadeiras locomotivas fora das quatro linhas, tais como Arnaldo Guinle, Marcos Carneiro de Mendonça, Francisco Laport, Francisco Horta, Manoel Schwartz, David Fischel e Celso Barros. No campo, ah… listas e listas e listas que vão de Romeu a Fred, de Welfare a Doval, de Didi a Deley – e tome Castilho, Píndaro, Pinheiro, Edinho, Pintinho, Rivellino, Denílson, Flávio, Samarone, Lula, Assis, Romerito, Renato Gaúcho… São muitos e muitos nomes.

Nestes 120 anos, o Tricolor encantou meio mundo, especialmente o Estado-Maior da arte e intelectualidade brasileiras. O maior dramaturgo brasileiro de todos os tempos, Nelson Rodrigues, é tricolor, ao lado de nomes como o do escritor Sérgio Sant’anna; dos atores Ítalo Rossi, Sérgio Britto e Fernanda Montenegro; de artistas como Tom Jobim Chico Buarque, Gilberto Gil, Ivan Lins, Maria Bethânia, João Donato e Jô Soares; de feras do rádio como José Carlos Araújo e o tricampeão mundial Gerson, mais uma lista telefônica inteira de personalidades.

Uma coisa é certa: para um clube com a vocação da eternidade, os 120 anos de glórias do Fluminense são apenas o começo. Salve o Tricolor!"

Juntos Somos Fortes!

domingo, 3 de julho de 2022

02 JUL 22 - DIA ANTOLÓGICO NO MARACANÃ


 

Ontem, a história do futebol mundial ganhou um capítulo especial dividido em quatro atos:

- o jogador Fred puxando os cânticos da torcida do Fluminense, enquanto caminhava ao lado do gramado do Maracanã e quando o placar exibia 3 a 0 para o tricolor;

- a explosão de euforia da torcida quando  foi anunciada a entrada de Fred;

- o gol que ele marcou, o quarto, que encerrou o placar; e 

- a emoção que se apoderou de milhões de torcedores tricolores e não tricolores, catalisada pelo amor que Fred demonstrou pelo Fluminense enquanto corria para comemorar com seus companheiros e com a torcida.

A conjunção desses fatores é rara, talvez demoremos décadas para que fato semelhante se repita. 

Ontem, mais uma vez, o Fluminense se eternizou. 

Eterno como as frases que o simbolizam como essa da qual desconheço a autoria: 

"O Fluminense não ganha, o Fluminense não empata e o Fluminense não perde. O Fluminense faz história".

Saudações tricolores!




quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

O INACREDITÁVEL ELENCO DO FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE



As minhas primeiras palavras precisam expressar a minha gratidão aos torcedores do Fluminense Futebol Clube que estão comparecendo aos estádios para apoiar o nosso clube de coração.
São mais que abnegados, são apaixonados.
Só uma paixão sem limites pode explicar a realização do esforço hercúleo que tais torcedores estão desempenhando, diante do inacreditável elenco que o Fluminense Futebol Clube reuniu em 2018.
A péssima qualidade técnica do elenco atual não foi importada recentemente, ela foi sendo construída nos últimos anos até que alcançasse o estágio atual.
Respeitosamente, raros são os jogadores que reúnem as condições técnicas mínimas para integrar uma equipe de futebol profissional da primeira divisão do futebol brasileiro.
Não sabem dominar a bola, não saber um dar um passe de cinco metros, não sabem dar um drible, dar um chute ou uma cabeçada na direção do gol adversário.
As limitações são tantas  e em tantos jogadores que não se pode atribuir qualquer responsabilidade à comissão técnica.
Transformar a água em vinho é impossível.
Sendo tecnicamente muito deficientes, não existe fórmula mágica que permita traçar algo em termos de tática.
As consequências são lógicas.
Seja qual for o grupo que for selecionado para compor o "time" ele será fraquíssimo.
Não saberá armar, nem desarmar.
Não saberá defender, nem atacar.
A comissão técnica dispõe de um material humano que impede a montagem de um time de futebol da primeira divisão do futebol brasileiro, eis os fatos, esses chatos.
Simples!
A tão propalada falta de dinheiro e excesso de dívidas não justifica o elenco que construíram.
Sim, sem dinheiro não se pode contratar jogadores de altos salários, isso e óbvio.
Fazendo uma comparação com os servidores estaduais que não recebem em dia os seus salários, eles têm dificuldades para comprar o melhor alimento e para saldar suas dívidas.
A falta de dinheiro pode ser apresentada pela direção do clube como argumento para que não exista um craque no elenco atual, mas não justifica ter no elenco jogadores de nível técnico tão baixo.
Quem viu os jogos do Fluminense contra o Boavista e contra a Portuguesa percebeu que ambos os times possuem alguns jogadores de nível técnico muito melhor que o jogador do Fluminense que ocupa idêntica posição.
Nem Boavista, nem Portuguesa, têm patrocínios milionários e estão com seus cofres repletos de dinheiro.
O que eles têm?
Salvo melhor juízo, uma gestão melhor do futebol que o Fluminense.
É a única explicação que me ocorre neste momento de dor e de sofrimento.
Assistir ontem o jogo entre Portuguesa e Fluminense foi uma tortura.
O grupo que tem vestido a gloriosa camisa do Fluminense não reúne as mínimas condições de ter esse orgulho.
O Fluminense parece não ter um trabalho de base, aliás, a participação na Copa São Paulo reforça tal possibilidade.
Se a base não forma é preciso "garimpar" valores.
Diante dessa realidade, urge que a direção do Fluminense aprenda a procurar talentos, diante da falta de dinheiro, selecionando com competência, indo onde tiver que ir para achá-los.
Senhores, aprendam que dominar a técnica do futebol é indispensável, sendo o parâmetro inicial em qualquer seleção, isso é elementar.
Como explicar tantos jogadores que não dominam os princípios básicos da boa técnica?
Quem os selecionou?
Quem os formou?
De onde vieram?
A torcida do Fluminense merece respeito do presidente e dos dirigentes, nós, tricolores de coração, não podemos ficar já no início do ano tendo como tema predominante das nossas conversas se o Fluminense vai escapar do rebaixamento no Brasileirão 2018, isso não pode ser assunto para nós que fomos acostumados aos títulos.
O Fluminense nasceu e cresceu com a destinação de ser campeão.
Por favor, senhor presidente e senhores diretores, não nos conduzam para a morte inglória.
Gestão com competência, já!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

LIVRO "GOL DE BARRIGA 2 - O LIVRO" - LANÇAMENTO - DIA 19



Prezados leitores, recomendamos o novo livro dos escritores André Viana e Paulo-Roberto Andel "Gol de Barriga 2 - O livro" que será lançado no próximo dia 19, a partir das 18:30 horas, na Casa Vieira Souto, na Praça da Cruz Vermelha.
Parabéns aos autores!

Juntos Juntos Fortes!

sábado, 29 de outubro de 2016

FLUMINENSE: A CONQUISTA DE ESCAPAR DO REBAIXAMENTO



Prezados leitores, os torcedores do Fluminense devem comemorar o fato do clube não ser rebaixado no Brasileirão 2016, situação constrangedora que escapou isso algumas rodadas atrás.
Basta analisar a qualidade técnica do nosso elenco e da nossa comissão técnica para concluirmos que existiam boas chances de sermos rebaixados, como temos comentado no Twitter.
Ontem, empatamos com o Vitória (isso ainda com um erro da arbitragem favorável ao Fluminense), clube que luta contra o rebaixamento, colocando em campo os seguintes jogadores:

Júlio César; Wellington Silva, Gum, Henrique e Giovanni (Marquinho); Pierre, Douglas, Cícero e Gustavo Scarpa; Richarlison (Magno Alves) e Wellington (Marcos Junior).

Sendo respeitosos, esse elenco não pode representar o Fluminense, o glorioso tricolor.
Sim, a crise não está fácil para ninguém, o que inviabiliza maiores investimentos no elenco, mas o Fluminense tem (tinha) um ótimo trabalho de base, além de ter várias escolinhas espalhadas pelos quatro cantos, como explicar o não surgimento de jogadores de melhores qualidades técnicas?
É triste ver em campo jogadores que, seguidamente, erram passes, chutes e cabeçadas.
O time perde gols inacreditáveis e sofre gols inadmissíveis.
A torcida do Fluminense não merece passar por isso.
Urge que alguém assuma o Fluminense e entenda o tamanho da instituição, as glórias conquistadas e as que serão conquistadas.
Enquanto isso não ocorre, treinos em tempo integral e corte de folgas farão muito bem ao elenco que precisa aperfeiçoar todos os fundamentos do futebol.
Treinar é preciso, treinar muito.
Nós, torcedores, continuaremos torcendo.
Afinal, o amor pelo clube nos move para torcermos sempre, não importa a qualidade do time e nem a posição na tabela.
Inclusive nesse Brasileirão 2016 ainda temos a esperança para nos motivar, tendo em vista que por incrível que pareça, ainda existem chances matemáticas de alcançarmos o G6.
Um barca gigante deve sair do Fluminense, uma reformulação ampla no elenco e na comissão técnica para que possamos ter um  2017 mais feliz.
As mudanças são imprescindíveis.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

FLUMINENSE ENFRENTA O PODER DA REDE GLOBO



Prezados leitores, nós recebemos o link dessa notícia através de comentários.
Ninguém que gosta de futebol pode deixar de parabenizar a postura do Fluminense Futebol Clube que resolveu enfrentar o poder da Rede Globo na gestão do futebol brasileiro.

"UOL Esporte
Rabo preso? Flu mostra independência da Globo em negociação com rival
Bernardo Gentile 
Do UOL, no Rio de Janeiro 
19/01/2016 
As empresas interessadas em possuir os direitos de transmissão dos jogos do Fluminense dos próximos anos precisarão ser mais ousadas para fechar um acordo. E isso é uma mensagem clara para a Globo, que se acostumou a contar com a preferência dos clubes sem tanto esforço. O Tricolor, no entanto, não está fechando os olhos para alternativas e já se reuniu com o Esporte Interativo para tratar do assunto. 
Mais que isso, está satisfeita com o decorrer das conversas e já tem novo encontro marcado. Ao contrário de outros clubes, o Fluminense não pegou qualquer adiantamento de cotas, o que pesa em futuras negociações. Além disso, o Tricolor já recusou a primeira oferta da Globo para renovação, o que mostra não ter 'rabo preso' com a maior emissora do país. 
Evidentemente isso não quer dizer que o Fluminense assinará contrato com o Grupo Turner para ter seus jogos transmitidos pelo Esporte Interativo. No momento, existe uma negociação em fase inicial, mas que agradou o Tricolor. Além do clube das Laranjeiras, as negociações ocorrem simultaneamente com outras cinco equipes: Internacional, Grêmio, Santos, Coritiba, Atlético-PR e Bahia. 
Segundo apuração do UOL Esporte, o Fluminense está bastante satisfeito com os números apresentados e principalmente com a forma de distribuição do dinheiro, baseado na Premiere League. A verba será distribuída com 50% de maneira igualitária, 25% de acordo com desempenho técnico e outros 25% a partir da audiência. 
Além disso, o Tricolor lutou bastante para que não houvesse um monopólio de jogos de apenas um clube, como ocorre frequentemente com Flamengo e Corinthians. Também pesa a favor o fim das partidas às 22h, uma criação da Globo para não perder as novelas, que têm alto índice de audiência. 
A Globo ainda aposta na facilidade que tem para entrar nas casas dos brasileiros como trunfo para vencer a concorrência. Essa questão é decisiva e pode valer até mais do que o dinheiro a mais oferecido pela concorrência para transmissões em TV fechada. Sim ou não, a resposta para definir quem transmitirá os jogos nos próximos anos será dada até o fim do mês (Link)." 

Parabéns, Fluminense! 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 3 de novembro de 2015

O FLUMINENSE O "MELHOR AMIGO DO VASCO DA GAMA"


Prezados leitores, o Fluminense foi alçado a condição de "melhor amigo do Vasco da Gama'.
Nós cinco jogos restantes, o Fluminense enfrenta três adversários diretos do Vasco da Gama: Chapecoense, Avaí e Figueirense. 
Os vascaínos terão que torcer por vitórias do Fluminense para facilitar a sua saída do Z-4, por sua vez o Fluminense deverá se empenhar ao máximo para vencer os jogos, pois essa é a obrigação.
Não podemos permitir a repetição da derrota de um time do Rio de Janeiro, em condições suspeitas, que acabou alavancando o rebaixamento do Fluminense no passado próximo.
Posturas como essa ofendem os valores do esporte e colocam o futebol na categoria JOGO DE AZAR, onde os resultados podem ser manipulados.
O time do Fluminense deve cumprir o seu dever e dar outra aula de moralidade no futebol brasileiro. como a aula que deu no domingo contra o próprio Vasco e a aula que estamos dando desde 2013 cobrando o esclarecimento do escândalo do Brasileirão 2013.
Parabéns Fluminense!

Juntos Somos Fortes!





ARENA PALMEIRAS: A FALTA DE UM DESFIBRILADOR DEVE SER INVESTIGADA


Prezados leitores, a existência de um desfibrilador em estádio de futebol deve ser encarada com um direito de todos os torcedores presentes ao evento.
A eficiência do equipamento está mais do que comprovada para aumentar as chances de sobrevivência.
Infelizmente, tudo indica que não existia esse equipamento na Arena Palmeiras no dia do jogo com o Fluminense, pelo menos não existia para pronto emprego onde estavam os torcedores tricolores, conforme os relatos.
Tal deficiência deve ser considerada na investigação sobre a morte do torcedor.

"Um médico, torcedor do Fluminense, foi quem começou a realizar os primeiros socorros e a massagear o peito de Flávio. Quando os bombeiros apareceram, chegaram sem a maca e não sabiam onde achá-la, retardando ainda mais o atendimento ao torcedor. Não havia, segundo as testemunhas, desfibrilador e nenhum tipo de equipamento para o socorro (Link)".

A inexistência do equipamento indispensável não altera o resultado do campo, mas deve gerar responsabilidade para quem deveria equipar o local com pelo menos um desfibrilador.

Juntos Somos Fortes!


sábado, 31 de outubro de 2015

MORTE DE TORCEDOR NA ARENA PALMEIRAS DEVE SER INVESTIGADA


Prezados leitores, caso ainda exista alguém com dúvida sobre a necessidade de ser investigado se o atendimento médico foi adequado na Arena Palmeiras, sugerimos a leitura do artigo publicado pelo Rodrigo Barros no seu site, ele esteve presente ao jogo.
"O meu prazer agora é risco de vida"
Acessem o link e leiam o artigo:


Existe uma fundada suspeita de que o atendimento médico demorou, como consta no artigo citado.
Reforça essa possibilidade o fato dos torcedores vaiarem o atendimento dos Bombeiros Militares como comprova o vídeo publicado no site do Globo Esporte.


Vaiar Bombeiros não é um comportamento normal da população, que tem os Bombeiros como heróis.
A grande verdade é que não devemos acusar ninguém, mas devemos cobrar uma investigação rigorosa.
Nesse sentido solicitamos que os torcedores que tenham filmado o atendimento que encaminhem vídeos para o Ministério Público ou encaminhem para o blog e nós faremos o encaminhamento:

pauloticardopaul@gmail.com

Além disso, quem presenciou os fatos e quiser colaborar, basta nois encaminhar, nós reuniremos todo material e encaminharemos ao Ministério Público.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

TORCEDOR DO FLUMINENSE MORRE NA ARENA. ALEGAÇÃO DE NEGLIGÊNCIA


Prezados leitores, os nossos sentimentos aos familiares e amigos do torcedor do Fluminense, senhor Flávio Gusmão de Figueiredo Mendes. 
Torcedores presentes alegam demora excessiva no socorro. 
Se isso for comprovado, estádio deve ser interditado.

"Site do Globo Esporte
29/10/2015 19h50 - Atualizado em 29/10/2015 22h09 
Tricolor morre após infarto na Arena; torcedores reclamam de negligência
Torcedor passou mal após a eliminação do Fluminense para o Palmeiras na Copa do Brasil. Tricolores presentes relatam demora exagerada na chegada do atendimento 
Um torcedor do Fluminense morreu ao sofrer um infarto logo após a decisão por pênaltis contra o Palmeiras, na noite da última quarta-feira, na Arena Palmeiras. Flávio Gusmão de Figueiredo Mendes tinha 51 anos, morava no Rio de Janeiro e viajou a São Paulo para assistir ao confronto, que terminou com classificação paulista. Torcedores tricolores que estavam no estádio reclamaram de lentidão no atendimento ao torcedor (Assistam o vídeo).

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

LIVRO "O FLUMINENSE QUE EU VIVI" - LANÇAMENTO - DIA 22

Prezados leitores, não percam o lançamento (dia 22) do livro "O Fluminense que eu vivi" do autor Paulo Roberto Andel.




Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

LIVRO "O FLUMINENSE QUE EU VIVI" - LANÇAMENTO DIA 17/10/15

Prezados leitores, solicitamos a divulgação do lançamento do livro "O Fluminense que eu vivi" de autoria de Paulo Roberto Andel, um valoroso tricolor, autor de vários livros.


Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 21 de julho de 2015

PARABÉNS! FLUMINENSE FUTEBOL CLUBE

Prezados leitores, hoje o Fluminense comemora mais um ano de glórias.
Parabéns a todos os milhões de tricolores espalhados por todo mundo.

"Grandes são os outros, o Fluminense é enorme"
(Nelson Rodrigues)




Juntos Somos Fortes!

domingo, 26 de janeiro de 2014

TORCEDOR DO FLUMINENSE ALEGA TER SIDO AGREDIDO APÓS JOGO NO MARACANÃ

Prezados leitores, assistam o depoimento de um torcedor do Fluminense que alega ter sido agredido após o jogo Fluminense e Bonsucesso:

   


#lusagate 

Juntos Somos Fortes

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

IMPRENSA ESPORTIVA BRASILEIRA - MENTIRAS ESQUECIDAS QUE VOCÊ ACREDITA



"SITE AQIPOSSA
sexta-feira, dezembro 27, 2013
Postado por: Aqipossa
Imprensa esportiva brasileira - Mentiras esquecidas nas quais ainda se acredita 
Este é um Guest Post
A incrível impunidade com a qual a imprensa esportiva brasileira se deleita em factóides e falsidades impõe, a quem compreende a motivação dos agentes midiáticos, o dever de alertar o consumidor que o que lhe vendem nos dias de hoje como "jornalismo esportivo" é um produto muito diferente daquele que lhe vendiam nos bons tempos de João Saldanha e Nelson Rodrigues.
Informações flagrantemente falsas e manipuladas se disseminam em manchetes por todo Brasil em questão de minutos como se fossem verdades estabelecidas, enquanto erratas e desmentidos, quando surgem, surgem modestamente, aos pouquinhos, em notinhas quase ocultas sem a necessária força para rechaçar a massa homogênea de mentiras que envolveu a multidão. Percebe-se facilmente o fenômeno por via da incessante repetição de mentiras, falsidades e factóides nas mídias sociais como se fatos e verdades fossem.
A maciça difusão midiática de inverdades, convém alertar, não é casual, tampouco uma finalidade em si. Ela tem uma meta específica e está inserida numa estratégia geral que, por via da mesma difusão midiática em massa, prepara sua ocorrência e produz e colhe seus resultados. Como num trabalho de engenharia, a demolição da verdade deve ser precedida pelo projeto de edificação da mentira e sucedida pela obra criminosa de linchamento moral da vitima (o indesejado obstáculo a ser removido), para que as mentiras se transfigurem em vantagens concretas, naturalmente, para o adversário dessa vítima. Logo, a regra de ouro para uma análise precisa desse trabalho de engenharia da informação é a de observar contra quem a mídia dispara a campanha de linchamento moral e compreender que o beneficiário das vantagens e co-autor do crime é, necessariamente, o adversário da vítima.
A manipulação da história e da imagem do Fluminense Football Club é exemplar para que se compreenda o criminoso trabalho de engenharia da informação conduzido pela imprensa esportiva brasileira. Falsidades históricas e manifestações difamatórias de escárnio covardemente forjadas nas redações para que, sistematicamente repetidas, fossem plantadas como espontâneas e verdadeiras no imaginário dos torcedores em geral, são violência simbólica em estado bruto. Essas falsidades servem não só para carimbar caluniosamente o clube e seus torcedores com os estigmas da vergonha e da imoralidade mas, primordialmente, ao propósito de intimidar e, por via de constrangimento e inibição, destituir o clube e sua torcida dos seus meios de autodefesa. Desta forma, esvaziam e debilitam a identificação dos torcedores com o clube. Não por mera coincidência testemunhamos hoje nas mídias sociais tantos torcedores do próprio Fluminense defendendo a absurda tese de que o clube deveria assumir uma culpa que não é sua e renunciar aos próprios direitos, tanto o de defesa no tribunal quanto o de jogar a Série A e até mesmo ao legítimo direito de comemorar.
Convém de novo alertar: a lente que os jornalistas esportivos de hoje impõem aos fatos não serve para refletí-los, mas para, premeditada e deliberadamente, distorcê-los e substituí-los por ficções. São remunerados esses jornalistas esportivos, nos veículos de comunicação de massa, não para produzir notícias e comentários com isenção, mas para desempenhar o papel de agentes de transformação. A imprensa esportiva não mais trabalha para divulgar os fatos e escrever a história, e sim para transformar o futebol brasileiro, para fazer do futebol brasileiro um produto de laboratório pautado na ideologia comercial da bipolarização nacional, nos moldes do futebol espanhol. Faz a imprensa esportiva um trabalho de engenharia para induzir os torcedores a acreditar no que ela quer que acreditem e, por consequência, a se comportar da maneira que ela quer que se comportem.
A provocação deliberada de ondas de linchamento moral (e, por via delas, a indução de sentimentos de vergonha, constrangimento, medo de isolamento e inibição nas vítimas, de modo a silenciá-las e excluí-las da arena) é o método predileto de gente como André Rizek, Mauro Cézar Pereira, Antero Greco, Milton Neves, Fábio Sormani, Márcio Guedes e Renato Maurício Prado, dentre outros que se prestam ao papel de agentes dessa prática criminosa. Criminosa pois, além de caluniosa e difamatória, sabe-se muito bem, desde os tempos do holocausto na Alemanha Nazista, que a demolição moral e a violência simbólica precedem e preparam o terreno para a violência física propriamente dita contra um determinado segmento da sociedade. Por exemplo, hoje acumulam-se denúncias de que crianças, naturalmente indefesas por sua condição de criança, vêm sendo contundentemente insultadas e achincalhadas por adultos pelo "crime" de torcer pelo Fluminense. Quando soube dos casos de um menino de aproximadamente 12 anos, vestido com a camisa do Fluminense, física e covardemente agredido por um adulto furioso no centro do Rio de Janeiro e de uma menina de 3 (TRÊS!) anos no colo do pai, também vestida com a camisa do Fluminense, sendo alvo sistemático de insultos coléricos na rua, lembrei da cara de cada um desses jornalistas esportivos, deliberadamente difundindo mentiras e falsidades, premeditadamente manipulando informações, destilando ódio nas TVs, nos jornais, nas mídias eletrônicas e sociais.
Contudo, não é esse artigo que deve açoitá-los. É a Lei que deve ser a resposta aos criminosos.
Por isso conclamo cada cidadão consciente e de bem, capaz de compreender o risco a que todos nós estamos submetidos ao condescender com essa prática de engenharia da informação, de fabricação de linchamento moral, a coletar, na Internet, as provas dos crimes de calúnia e difamação promovidos por esses e muitos outros agentes da imprensa esportiva brasileira, para que se possa formalmente denunciá-los às autoridades competentes.
Conclamo também as autoridades a considerar a tese de indiciamento no artigo 171 por crime de estelionato (obter, para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento) e no artigo 288 por crime de formação de quadrilha (associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes).
Como cidadãos, esses agentes da imprensa esportiva não são dignos de nosso respeito. Pelos crimes que cometem, não merecem nossa condescendência.
Guest Post escrito por Dodô - Leitor e colaborador do AQIPOSSA (Fonte)". 

BREVE COMENTÁRIO:
Eu escreverei um texto sobre o artigo do AQIPOSSA. Não se assustem, será breve, não terá a extensão dos artigos da série "O Flamengo e o rebaixamento da Portuguesa" (Links para todos os artigos), nem a duração do vídeo explicativo (Link).
Nesse momento, deixo uma reflexão para vocês:




"Uma mentira contada mil vezes torna-se uma verdade" 
(Joseph Goebbels - Ministro de Propaganda do Nazismo)

Juntos Somos Fortes!