JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 17 de junho de 2023

CAMPEONATO CARIOCA DE 1973 - FLUMINENSE 4 X 2 FLAMENGO



O ano era 1.973, vigorava o ensino profissionalizante nas escolas estaduais do Rio de Janeiro, isso no ensino médio (segundo grau). Duas vezes por semana eu assistia aulas do curso de eletrotécnica no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, situado há menos de quinhentos metros do Maracanã.

Na época os alunos aproveitavam a abertura dos portões ao longo do segundo tempo para assistirem o final dos jogos dos seus times.

Eu fiz isso naquele Fla-Flu de 1973.

Chovia muito.

Entrei no Maracanã com o Fluminense vencendo por dois a zero e subi para alcançar a parte de cima das arquibancadas, mas só consegui me posicionar na entrada de um túnel de acesso, o que só me permitia ver uma parte pequena do campo de jogo.

De lá ouvi (não consegui ver) dois gols do Flamengo.

Jovem (16 anos) era supersticioso e resolvi sair do local e passei a acompanhar o jogo através dos movimentos da torcida do Fluminense.

Logo uma vibração me fez correr para o local anterior, na certeza que o Fluminense tinha feito o terceiro gol.

Após a vibração, sem ver o campo, voltei para o meu lugar pensando que a minha estratégia estava dando certo.

Até que percebo a torcida levantar e ato contínuo corro para tentar furar o bloqueio e ver finalmente o campo, dei sorte, ainda assisti a bola chutada por Dionísio, vagarosamente, invadir as redes do Flamengo, superando o meu temor que parasse em uma poça.

Uma grande festa.

Em delírio me desloquei para pegar o Castelo - Acari para voltar para casa.

Por derradeiro, segue um link do You Tube com os gols: https://www.youtube.com/watch?v=Rfq-xISDtO4

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

terça-feira, 6 de junho de 2023

FUTEBOL - FALTA NÃO É DO JOGO, É O ANTIJOGO



No primeiro momento o tema parece não ter relevância, mas me arrisco o colocando em discussão.

Penso que exista uma confusão com relação à prática de faltas (infrações às regras), tanto no futebol, quanto nos outros esportes, que leva a afirmação que considero incorreta: FALTA É DO JOGO!

Tal equívoco deve ser resultado do fato de faltas ocorrerem durante os jogos, o que provoca uma incorporação indevida à normalidade do jogo.

Respeitando todas as opiniões, tomo por base o fato de que sendo punível, toda falta (infração) não faz parte do jogo propriamente dito.

Em um jogo totalmente dentro das regras não ocorreria nenhuma falta, algo que não tenho notícia de ter ocorrido no futebol profissional.

Não custa lembrar que sempre que a arbitragem identifica uma ação fora das regras deve marcar a falta e qualificá-la.

No caso do futebol, por exemplo, pode não ser aplicado cartão, aplicada uma advertência (cartão amarelo) ou uma exclusão da partida (cartão vermelho).

Nas três situações o jogo é interrompido, ou seja, o antijogo foi praticado.

Em síntese, a falta é cometida exatamente para o jogo não ter a sua continuidade normal, sendo assim a FALTA NÃO É DO JOGO.

Tenho consciência que esse tema não teria maior relevância, exatamente por faltas ocorrerem em todos os jogos e serem praticadas por jogadores de todos os times de futebol, isso são fatos.

O problema que alguns clubes utilizam o conjunto de faltas para impedir que o outro time possa jogar, o que passou a constituir uma estratégia de jogo, uma fora das regras.

Isolada a falta produz efeitos menores, independente da qualificação da punição, mas em conjunto, caso não exista uma pronta intervenção da arbitragem ao identificar o uso como estratégico, as faltas podem tornar um time quase que imbatível, pois só ele joga, não deixa o outro jogar.

Tal quadro já aconteceu incontáveis vezes no futebol brasileiro e o Fluminense tem sido vítima recentemente.

A imprensa esportiva até conseguiu emplacar uma expressão para dar validade a tal conduta antijogo: FALTA TÁTICA!

O que significa usar as faltas como tática de jogo, o que é um absurdo.

Usado como estratégia, o antijogo, deve ser combatido severamente.

Concluo reafirmando minha posição, falta ocorre nos jogos, mas FALTA NÃO É DO JOGO!

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

segunda-feira, 5 de junho de 2023

O BOM FUTEBOL DO FLUMINENSE CAIU OU FOI DERRUBADO?



O Fluminense venceu no sufoco por dois a um o bom time do Bragantino, mas isso serviu para aliviar a pressão e respirar no Brasileirão 2023.

Mais uma vez, o Fluminense não encantou como vinha fazendo e deve boa parte da vitória ao apoio da torcida presente no Maracanã.

Sem considerar as teorias conspiratórias da hora, passo a opinar sobre o que pode ter determinado a queda de rendimento, o que é um fato provado matematicamente pelos recentes maus resultados.

Concordo com a opinião que o Fluminense tem um elenco limitado em termos de qualidade técnica e que diante do elevado número de desfalques a queda era uma situação previsível, considerando que o banco de reservas não oferece muitas possibilidades para manter o equilíbrio do time.

Em apertada síntese, a falta de peças de reposição de qualidade técnica é um motivo da queda de produção.

Tal constatação que tenho certeza dividir com boa parte da torcida será o único motivo?

Penso que não.

Concordo também que sendo um time monossilábico em termos estratégicos, mesmo com o seu melhor "onze" em campo, o Fluminense acaba sendo previsível e com isso pode ser anulado, todavia vale lembrar que apesar dessa realidade, os adversários não estavam conseguindo, que o digam os derrotados por quatro a um no Cariocão.

Aqui volto ao título e respondo: o bom futebol do fluminense foi também derrubado através das denominadas "faltas táticas".

Aproveito para antecipar tema de um próximo artigo e lembro que falta não é do jogo. Ao contrário, falta é o antijogo. É um recurso punível usado pelo adversário para impedir que o outro time jogue, cabendo à arbitragem coibir.

Penso que não conseguindo impedir o bom desempenho do Fluminense, mesmo com um futebol de uma nota só, os adversários começaram a não deixar o tricolor jogar.

O exemplo mais concreto foram os dois jogos das oitavas de final contra o Flamengo. Nas duas partidas o Flamengo cometeu 32 (trinta e duas) e o Fluminense apenas 13 (treze).

Óbvio que isso só ocorreu em razão da omissão das arbitragens que aplicaram aos jogadores do Flamengo apenas 2 (dois) cartões amarelos e nenhum vermelho.

Por isso afirmo que derrubaram o bom futebol do Fluminense, derrubaram muito.

Antes que me acusem de perseguição, eles fazem isso muito bem, recorro às estatísticas do jogo Botafogo 1 x 0 Fluminense.

O Botafogo cometeu 24 (vinte e quatro) faltas e o Fluminense 14 (quatorze).

Por derradeiro, considerando que o tema é vasto, cito que percebi uma boa mudança na vitória de ontem. O fato do Bragantino ter cometido 12 (doze) faltas e o Fluminense 10 (dez), o que sinaliza que o Fluminense está começando a aprender a lutar com as mesmas armas dos adversários.

Certo é que não se pode só jogar contra adversários que jogam e praticam o antijogo.

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

sábado, 3 de junho de 2023

O FLUMINENSE SAIU DO ESPETÁCULO PARA A MEDIOCRIDADE?

Fonte da imagem: internet


Eu, meu pai e meu avô paterno não perdíamos os jogos do Fluminense Football Club nos finais de semana, isso nos diversos estádios que eram utilizados na distante década de setenta, mas com o Maracanã sempre como palco principal.

Nós chegávamos antes para assistir a preliminar.

O time de aspirantes.

As arquibancadas de cimento, a geral, a entrada em fileira das bandeiras de cada torcida tricolor, uma por vez, organizadas, a nuvem branca, o cachorro-quente lançado com uma precisão impressionante pelo vendedor e o dinheiro passando de mão em mão até o pagamento da dívida, e o mate.

No banco os reservas, o técnico, o médico, o massagista e, confesso não ter encontrado na memória a certeza, o preparador físico.

Hoje o futebol é outro, o Maracanã é outro, existem diversas divisões de base e a comissão técnica possui mais integrantes que um time de futebol.

As arbitragens? Sempre foram discutíveis, mas agora até as interpretações após o uso da tecnologia são polêmicas.

Não gosto de dirigentes de clubes e não gosto de empresários de jogadores.

Não ligo para a opinião dos especialistas que não conseguem esconder suas predileções.

Gosto do jogo, do jogo real, não do jogo interpretado por terceiros, gosto do jogo que eu vejo e que analiso com a minha experiência de mais de cinquenta anos.

Baseado nessa vivência pessoal concluo que o amado Fluminense não está descendo a ladeira, não está abandonando o futebol encantador, apenas está vivenciando fatos circunstanciais que já afetaram, que afetam e que afetarão times de futebol de todo planeta.

É fato que temos um elenco limitado, a conta do chá, mas que nos permite montar um onze muito competitivo, como aconteceu recentemente, porém as peças de reposição (reservas) na sua maioria estão muito abaixo dos titulares, eis outro fato.

Não gosto de dirigentes e não gosto de empresários.

Gosto de técnicos que não sejam o centro das atenções, aqueles que dominam diferentes estratégias e que as aplicam com a flexibilidade que a surpresa exige, afinal ela é uma vantagem decisiva.

O Fernando Diniz, por exemplo, começou assim, mas a mídia o colocou como o renovador e passamos a ouvir: o Fluminense do Fernando Diniz joga o futebol mais bonito do Brasil!

Isso foi ruim para o Fluminense e para ele que ficou engessado aplicando sempre a mesma estratégia, o que tornou a alegada renovação em algo previsível e anulável.

Ao longo desse período de encantamento o time foi perdendo titulares e tendo que buscar no banco as soluções, só que elas não estavam disponíveis.

Isso tudo é circunstancial.

Diniz deve estar fazendo uma autoanálise com o apoio da numerosa comissão técnica e os titulares irão retornar, enquanto não voltam que a tal comissão tenha a capacidade de entender quem tem condições de jogar ou não no Fluminense, abandonando a insistência com jogadores que estatisticamente não dão retorno e que sempre aparecem nas quatro linhas, uma teimosia burra.

Não gosto de dirigentes e não gosto de empresários.

O Fluminense vive.

É eterno!

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

sexta-feira, 15 de julho de 2022

FUTEBOL - O TORCEDOR VIROU UM GLADIADOR?


Internet


Lembro os clássicos no antigo Maracanã lotado com mais de 100 mil torcedores mal acomodados nas suas arquibancadas de cimento, nas suas cadeiras de ferro e, no espaço mais democrático, nas sua geral onde os espectadores ficavam em pé.

As arquibancadas eram nosso lugar escolhido.

Não foram raras as vezes que tivemos que evitar levantar, isso para não perder o lugar, sendo a exceção a vibração a cada gol.

Íamos em três: meu avô, meu pai e eu.

Três tricolores de coração.

Tal rotina agradável se repetia toda semana até o falecimento do meu avô, que chegou a ir conosco ao Maracanã praticamente só enxergando vultos. Ele levava o seu rádio de pilha e ficava ao nosso lado ouvindo as transmissões.

Optamos na época por não vestirmos as camisas do clube e não também não levarmos bandeiras, a violência já se fazia presente, sempre foi melhor prevenir do que remediar.

Morávamos longe do Maracanã, isso justificava nossa prevenção.

Sim, a violência entre torcedores não é coisa nova, tanto que cada torcida entrava por uma rampa do estádio, mas saíam pela mesma rampa após cada jogo.

Hoje grupos violentos integram todas as torcidas dos grandes clubes do Brasil, grupos que se enfrentam fora e dentro dos estádios, em verdadeiras batalhas, sendo que muitas mortes aconteceram nesses confrontos.

A violência se instalou de tal forma que grupos diferentes da  mesma torcida, brigam entre si, talvez em busca da hegemonia na prática desses crimes.

Como escrevi anteriormente, tal violência não é uma exclusividade brasileira, assistimos ela em diversos países, isso é fato, mas no Brasil a situação está completamente fora de controle.

As autoridades até tentam evitar esse flagelo que afasta o futebol da qualificação de esporte, mas não conseguem obter sucesso.

Se determinam que apenas a torcida de um clube possa entrar no estádio, as brigas ocorrem no entorno ou no caminho, não conseguem evitar as brigas.

Apedrejar ônibus do clube adversário, por exemplo, virou rotina.

Isso sem falar nos encontros marcados através da internet para confrontos em locais combinados, o que beira o surreal.

Até os jogadores ficaram mais violentos...

Se vivos fossem meu avô e meu pai, nós três só iríamos para os estádios em um veículo blindado e com armadura, mas isso dificultaria muito comemorarmos os gols do nosso amado Fluminense.

Não tenho dúvida, optaríamos por assistir através da televisão, postura que penso que milhões (ou milhares) de torcedores de cada time de futebol já estão adotando.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 10 de julho de 2022

A DESPEDIDA DE FRED, ÍDOLO DO FLUMINENSE, E UMA ESTRANHA REPORTAGEM NO ESPORTE ESPETACULAR





Hoje, 10 de julho de 2.022, o programa Esporte Espetacular da Rede Globo de Televisão, apresentou a carreira de Fred e a sua despedida do futebol, como seu principal assunto, o que foi anunciado ao longo da semana.

Uma linda homenagem a um jogador que deixou sua marca na história do futebol brasileiro e, em especial, na história do Fluminense Futebol Clube, ele que ontem se despediu dos campos de futebol no Maracanã, durante uma vitória contra o Ceará (2 a 1), diante de mais de 60.000 tricolores de coração que fizeram uma festa linda para seu ídolo eterno.

Óbvio que o Esporte Espetacular não podia tratar só da despedida de Fred, diante do tempo de duração do programa, outras matérias foram inseridas, como era esperado.

Estranho, no mínimo estranho, foi a exibição no programa de uma matéria sobre um torcedor que mora no Acre e que veio pedalando até o Rio de Janeiro para conhecer o Zico, o maior ídolo do Flamengo.

Zico apareceu na reportagem recebendo o torcedor e trocando presentes, inclusive entregando uma camisa do Flamengo.

Sem dúvida, o amor do torcedor e o sacrifício da viagem, constituem fatos jornalísticos e que mereciam ser tratados no Esporte Espetacular da Rede Globo, mas porque logo no programa que teve o Fred, ídolo do Fluminense, como o principal tema?

Salvo melhor juízo, respeitando as opiniões contrárias, não foi uma decisão acertada da editoria colocar as duas matérias no mesmo programa.

Cabe destacar que o torcedor esteve no Rio de Janeiro na semana do jogo do Flamengo contra o América MG, realizado no Maracanã, no dia 25 de junho de 2.022, jogo que o Clube de Regatas do Flamengo ganhou (3 a 0).

O que significa que a matéria poderia ter sido exibida, inclusive com maior destaque, no programa Globo Esporte que foi ao ar no dia 3 de junho de 2.022.

Então, porque exibir uma homenagem ao maior ídolo do Flamengo em um programa no qual um dos maiores ídolos do Fluminense seria homenageado?

Falta de sensibilidade?

Queriam lembrar o Fla-Flu?

Foi intencional para colocar o Flamengo na festa do Fluminense?

Eu não apostaria nessas alternativas.

Acho que ocorreu o mesmo que aconteceu no Brasileirão 2.013.

Eles esqueceram que o programa era principalmente para homenagear um ídolo do Fluminense e inseriram uma matéria com o maior ídolo do Flamengo.

A imprensa esportiva sofre de esquecimentos...

Em 2.013 ocorreu uma amnésia coletiva da imprensa esportiva do Brasil, quando esqueceram que o Flamengo, após escalar irregularmente o jogador André Santos, tinha entrado na luta contra o rebaixamento, o que só não ocorreu porque no dia seguinte a Portuguesa repetiu o mesmo erro...

Até onde sei tal amnésia coletiva constitui fato único na história da imprensa esportiva mundial.

Parabéns ao Fluminense, à sua torcida e ao Fred.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 3 de julho de 2022

02 JUL 22 - DIA ANTOLÓGICO NO MARACANÃ


 

Ontem, a história do futebol mundial ganhou um capítulo especial dividido em quatro atos:

- o jogador Fred puxando os cânticos da torcida do Fluminense, enquanto caminhava ao lado do gramado do Maracanã e quando o placar exibia 3 a 0 para o tricolor;

- a explosão de euforia da torcida quando  foi anunciada a entrada de Fred;

- o gol que ele marcou, o quarto, que encerrou o placar; e 

- a emoção que se apoderou de milhões de torcedores tricolores e não tricolores, catalisada pelo amor que Fred demonstrou pelo Fluminense enquanto corria para comemorar com seus companheiros e com a torcida.

A conjunção desses fatores é rara, talvez demoremos décadas para que fato semelhante se repita. 

Ontem, mais uma vez, o Fluminense se eternizou. 

Eterno como as frases que o simbolizam como essa da qual desconheço a autoria: 

"O Fluminense não ganha, o Fluminense não empata e o Fluminense não perde. O Fluminense faz história".

Saudações tricolores!




sexta-feira, 14 de abril de 2017

ODEBRECHT GASTOU 120 MILHÕES COM CABRAL E PEZÃO

ex-governador Sérgio Cabral e governador Pezão


Prezados leitores, as delações seguem destruindo políticos de diferentes partidos.
Nós torcemos para que os culpados passem muitos anos atrás das grades e que devolvam aos cofres públicos tudo o que foi desviado.

"Jornal Extra
Delator diz que Odebrecht gastou R$ 120 milhões com Cabral e Pezão 
Marco Grillo - O Globo 
RIO — O ex-presidente da Construtora Odebrecht, Benedicto Júnior, afirmou em delação premiada que a empresa gastou em torno de R$ 120 milhões com o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) e o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), entre caixa dois e propinas pagas a Cabral. Em troca, segundo o depoimento, a companhia conquistou os contratos do PAC das Favelas no Complexo do Alemão, o Arco Metropolitano, a Linha 4 do metrô, a reforma do Maracanã e outras obras que ele classificou como “projetos menores”. 
A contabilidade apresentada pelo executivo aos procuradores traz gastos de R$ 94 milhões a Cabral, incluindo uma mesada de R$ 1 milhão paga durante o ano de 2007. Benedicto Júnior diz ainda que a empresa pagou R$ 20,3 milhões na campanha de Pezão em 2014, via caixa dois — a prestação de contas apresentada pelo governador ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não traz doações da Odebrecht. A empresa teria pago ainda € 1 milhão ao marqueteiro de Pezão em 2014, Renato Pereira, a pedido de Cabral (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

JONAS LOPES, PRESIDENTE DO TCE, FOI CONDUZIDO PARA DEPOR NA POLÍCIA FEDERAL

Prezados leitores, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) também é responsável pela crise econômica que os governos Sérgio e Pezão enfiaram o Rio de Janeiro.
A mão da justiça começou a chegar no TCE. 


Sérgio Cabral e Jonas Lopes


"Site G1 
Presidente do TCE-RJ é conduzido coercitivamente para a sede da PF
Polícia Federal deflagrou operação nesta terça-feira para investigar os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro cometidos por Jonas Lopes. 
Por Fernanda Rouvenat, G1 Rio
13/12/2016 07h53 Atualizado há menos de 1 minuto 
Agentes da polícia federal e do Ministério Público Federal cumpriram, na manhã desta terça (13), um mandado de condução coercitiva do presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio, Jonas Lopes, que foi levado para depor na sede da polícia federal. Outras duas pessoas também foram levadas coercitivamente para a sede da Polícia Federal. 
Segundo a deleção premiada de Leandro Azevedo, ex-diretor da Odebrecht no Rio, Jonas Lopes pediu para aprovar contratos que favoreciam a empresa. Os pedidos envolveriam o Maracanã e a Linha 4 do Metrô do Rio. 
Quarenta policiais federais cumprem dez mandados de busca e apreensão e três mandados de condução coercitiva.
A polícia federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF), deflagrou, nesta terça (13), a Operação Descontrole com o objetivo de investigar os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, entre outros, por um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro e pessoas a ele vinculadas. A Operação Descontrole é resultado de investigação da Força-Tarefa da Operação Lava Jato no Estado do Rio de Janeiro (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL ESTÁ A UM PASSO DA .....



Prezados leitores, a situação do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) está cada vez mais complicada com as delações premiadas que estão sendo feitas.

"O Globo 
LAVA-JATO 
Carioca Engenharia entrega provas contra Cabral 
por Lauro Jardim 31/07/2016 06:20
A Carioca já fez o complemento de sua delação premiada. 
Seus controladores entregaram ao Ministério Público Federal provas que incriminam, como recebedores de propinas, Sérgio Cabral e Wilson Carlos, seu ex-secretário de Governo. 
Essa parte da investigação, contudo, só vai andar com velocidade após a Olimpíada. Até lá Cabral pode dormir (quase) tranquilo (Fonte)."  

"O Globo 
BRASIL 
Odebrecht pretende abrir caixa-preta da licitação do Maraca
A propósito de Sérgio Cabral, a Odebrecht pretende detalhar também em sua delação os bastidores da licitação para a concessão do Maracanã, afinal ganha por um consórcio que reunia a empreiteira e uma empresa de Eike Batista. De fato, é uma história que precisa ser mais bem contada (Fonte)." 

"O Globo 
LAVA-JATO 
Diretor da Andrade que teria entregado propina a Cabral depõe 
por Lauro Jardim 31/07/2016 07:00 
O segundo semestre promete ser quente para Sérgio Cabral (foto) na Justiça Federal do Rio de Janeiro, começam a ser dados os depoimentos de Alberto Quintaes, ex-diretor da Andrade Gutierrez no Rio de Janeiro. 
Era Quintaes quem, segundo delatou outro executivo da empreiteira, entregava em mãos propinas para um operador indicado por Cabral (Fonte)." 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 27 de setembro de 2014

PEZÃO VAI SUBIR MAIS NAS PESQUISAS, MAIS UM ESCÂNDALO NO GOVERNO PEZÃO



Prezados leitores, Pezão vai disparar nas "pesquisas eleitorais", mais um escândalo no governo dele e como a cada escândalo ele sobe nas pesquisas, ele vai subir até o céu... 

"REVISTA VEJA
Rio de Janeiro
Pezão ou Paizão? 
Advogado Roberto Horta, enteado do governador do Rio de Janeiro, formou banca de clientes que detêm concessões públicas com o estado 
Leslie Leitão, do Rio de Janeiro 
O advogado fluminense Roberto Horta é jovem. Tem 33 anos e saiu dos bancos da universidade há apenas uma década. É praticamente um desconhecido nos meios jurídicos e tem uma banca pequena, mas está em ascensão no mercado. Seu sucesso, porém, pode estar perigosamente ligado ao fato de ele ter um pai poderoso – o governador do Rio de Janeiro e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB). Horta é enteado do governador, que o criou desde menino e o chama de filho. E 70% do faturamento da banca que ele formou com o primo, Horta & Jardim Associados, vêm de concessionárias de serviços públicos ou de fornecedores do estado. Fundado em 2008, o escritório é especializado em causas trabalhistas. E seu cliente mais notório é a construtora Delta, do empresário Fernando Cavendish. Foi no período de Pezão a frente da Secretaria de Obras da gestão Sérgio Cabral que a empresa tornou-se uma das mais importantes empreiteiras do Rio de Janeiro, integrando consórcios de obras gigantescas como a do Arco Metropolitano e a bilionária reforma do Maracanã. Em 2012, a construtora foi acusada pela Polícia Federal de desviar pelo menos 300 milhões de reais dos cofres públicos para empresas fantasmas. Naquele mesmo ano, entrou em recuperação judicial (Leia mais)".

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

QUER COMPRAR O MARACANÃ? POR QUE EDUARDO PAES (PMDB) PERDERÁ A ELEIÇÃO?

Sérgio Cabral  Eduardo Paes
O Rio é uma festa

Ex-BLOG DO CESAR MAIA 
PRESIDENTE DO DEM-RIO LEMBRA FLEXA RIBEIRO NA CONVENÇÃO QUE LANÇOU A CHAPA RODRIGO-CLARISSA ! 
1. Na convenção de ontem, em que DEM e PR oficializaram a chapa a prefeito dos deputados Rodrigo e Clarissa e as chapas de Vereadores de cada um dos partidos, o presidente do DEM-RIO, ex-prefeito Cesar Maia, falando em nome do Partido, lembrou a derrota de Flexa Ribeiro para Prefeito do Rio/Governador da Guanabara, em 1965. 
2. Era uma eleição de reeleição —disse ele— onde o governador/prefeito Carlos Lacerda repetia sempre que era como se fosse a sua eleição, pois sua vitória pavimentaria seu caminho à Presidência da República. Lacerda, bem avaliado, contava como certa a sua “reeleição” através de seu secretário de educação e dono de colégio particular. Mas, no final, perdeu, vencendo Negrão de Lima. 
3. Por quê? Afinal, disse o presidente do DEM-RIO, o governo Lacerda teve apoio pessoal, com fotos e filmes, do presidente John Kennedy, na primeira parte do governo, incluindo grandes empréstimos para suas obras. Era referência do presidente Castelo Branco. E, em seu governo, foram feitas obras de verdade, como o Túnel Rebouças, o abastecimento de água do Guandu, o Aterro do Flamengo, etc.. Muito, muito, diferente de umas pracinhas e um túnel que foram feitos nestes últimos quase 4 anos, além de obras inacabadas que mal chegaram à metade, afirmou ele. E tinha bons índices de avaliação, aliás, maiores que os atuais. 
4. Ambos fizeram muita publicidade. Lacerda com filmes na TV, com acesso quase diário a TV e Rádios, com apoio aberto de parte significativa da imprensa. Um dos filmes —de 10 minutos—, realizado por Jean Manzon, tinha como título e slogan “O Rio Antes de Carlos Lacerda”, com imagens comparativas. A bem dizer, publicidade em boa medida, orgânica de Lacerda e..., inorgânica/virtual/editada, agora nestes últimos anos. 
5. Mas por que Lacerda (Flexa Ribeiro) perdeu a eleição? Por três razões, disse Cesar Maia. Primeiro, pela humilhação e violência impostas aos mais pobres, no processo de remoção de favelas. A segunda foi o voto contrário dos servidores públicos, que ficaram à margem das prioridades do governo e, em junho de 1965, chegaram a ter o pagamento de salários atrasado. Terceiro, pelo caos no trânsito, ao substituir os bondes —transporte de massa sobre trilhos— por lotações (micro-ônibus), cujos donos ainda são, HOJE, os principais controladores do sistema de ônibus, e introduzido pífios ônibus elétricos de grande capacidade. 6. E concluiu dizendo que a história política deve ser estudada em seus ensinamentos que permanecem num ciclo e, no caso, fatos que se repetiram de lá até hoje e que sempre levaram à derrota eleitoral políticos e governos que humilharam os pobres, desconsideraram os servidores públicos e o serviço público e deram aos ônibus o controle do transporte público. 
 * * *
TRÂNSITO: O PIOR DA RIO+20 ! 
1. Especialistas e autoridades ficaram assustados. O Trânsito na Rio+20 foi o caos completo. As passeatas no Centro só ajudaram a prefeitura do Rio as usar como desculpa. E na Linha Vermelha? E na Zona Sul? E na Barra? E o Centro nos dias ou horários sem passeata? 
2. O COI (Comitê Olímpico Internacional) deu nota 10 à gerência de tráfego no PAN-2007. Agora, a nota dada por quem ficou responsável por avaliar, com vistas à vinda do Papa em 2013, Copa-2014 e JJOO-2016, foi ZERO. 
3. Segundo os responsáveis vieram ao Rio para a Rio+20, 110 mil pessoas. Em 2013, para as Jornadas Católicas, virão —por baixo— 500 mil. Para os JJOO-2016 só entre atletas, equipes e jornalistas serão quase 40 mil. Imagine agregando os que virão assistir as centenas de modalidades. 
4. Por que não reconstituir a equipe de planejamento e gestão de tráfego do PAN-2007 e começar a trabalhar logo? Essa é uma emergência sob pena dos eventos serem diluídos pelo caos no trânsito. Na Rio+20, com passeatas, índios, seios, protestos de gênero, maconha..., o caos no trânsito fez parte da coreografia. Não será assim em outros eventos. 
* * *
ESTARRECEDOR: PMDB-PT MASSACRAM APOSENTADOS E VIÚVAS ! 
1. (Ilimar Franco - Panorama Político - Globo, 24) “O Ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB), fechou uma proposta de reforma, que prevê restrição de benefício aos pensionistas. Ela pretende reduzir as pensões do INSS para quem ficar viúvo de agora em diante, reduzindo em até 50% seu valor. Uma das regras prevê que um novo casamento extingue o direito à pensão.” 
2. (Ex-Blog) Esse será o maior arrocho salarial contra aposentados e pensionistas da história do Brasil e provavelmente do mundo todo. Nem o neoliberal mais radical proporia tamanho arrocho aos proventos e pensões. Mais uma iniciativa antissocial, anti-humana do PMDB-PT. 
* * *
CABRAL VENDE TUDO : BATALHÕES, DELEGACIAS, IMÓVEIS E ATÉ O MARACANÃ ! 
1. Em seu furor comercial e privatizante, Cabral colocou à venda imóveis, Batalhões da PM, delegacias, unidades de saúde..., e agora até o Maracanã. Bom negócio. O Estado investe 1 bilhão de reais para reformar e depois entrega o Maracanã por uns trocados. Quem será o amigo contemplado? Haverá festa em Paris para comemorar? E dança dos guardanapos? 
2. No Globo, na parte de Esportes, no dia 22/06, a secretaria — que, é bom lembrar, está ali como representante do prefeito da capital —, declarou em alto e bom som: “Quando o Maracanã estiver pronto já o concessionário privado terá sido escolhido”.
3. Como Cabral tem dito que entregará em janeiro de 2013, faltam apenas seis meses para a privatização do Maracanã. Seis generosos meses eleitorais. Este Ex-Blog vai publicar, em classificados de um grande jornal, na semana que vem, o nome do felizardo, antes mesmo do edital ser baixado. 
Juntos Somos Fortes!

sábado, 12 de maio de 2012

EIKE PREPARA UM GOL DE PLACA NO MARACANÃ.

Prezados leitores, bom dia!
REVISTA VEJA: 
11/05/2012 às 22:46 hs. 
Direto ao Ponto - Augusto Nunes. 
EIKE PREPARA UM GOL DE PLACA NO MARACANà
O empresário Eike Batista tornou-se nesta sexta-feira o novo dono do Rock in Rio. Oficialmente, comprou metade das ações. Mas agora é ele quem manda. 
A consumação do negócio avisa que, oficialmente ainda em gestação, a licitação forjada para a privatização do Maracanã, novinho em folha depois da reforma que promete engolir mais de R$1 bilhão, já tem vencedor. O leilão de araque vai colocar o antigo templo do futebol no colo do onipresente bilionário, que participará da disputa já decidida à frente de um consórcio de empresas. 
Só compra show quem já garantiu o palco. Em tabelinha com o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes, Eike está pronto para mandar a bola no ângulo com mão. Merecia a expulsão, ou pelo menos uma vaia de assombrar Nelson Rodrigues. Pode acabar aplaudido como o autor do primeiro gol de placa no novo Maracanã.
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