JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador comissão técnica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comissão técnica. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de maio de 2025

FLUMINENSE - QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS PELA ANÁLISE DO DESEMPENHO D0S JOGADORES



O futebol segue se transformando com o passar dos anos. eu vivenciei nesses meus mais de meio século como torcedor inúmeras delas, algumas boas e outras más.

A implementação do futebol feminino profissional, por exemplo, considero excelente.

A regra dos três pontos por vitória, nem tanto, porque desvaloriza os empates e as derrotas, além de provocar a existência de diferentes pontuações nas partidas. Ao final de cada uma delas umas valem três pontos (vencedor) e outras só valem dois pontos (um para cada time).

O VAR que traria a tecnologia para dentro do campo auxiliando as arbitragens, ainda não acertou a sua missão, a qual deve se resumir à apresentar as imagens de um lance duvidoso ao árbitro de campo, jamais opinando sobre as imagens. A análise deve ser restrita a interpretação das imagens, por diferentes ângulos, ao árbitro. O VAR deve ser mudo.

Após essas breves citações abordo o tema desse artigo: a evolução da comissão técnica.

Hoje os times de maior investimento possuem comissões técnicas multiprofissionais e com mais de uma dezena de integrantes.

O Fluminense acompanhou essa evolução, porém creio que não existam entre os profissionais analistas do desempenho coletivo e individual dos jogadores.

Por que cheguei a essa conclusão?

Presenciando a repetição de erros coletivos e, sobretudo, de erros individuais.

Tais analistas devem identificar os malfeitos dos jogadores e dirigi-los para o aprimoramento.

Eis a missão dos analistas.

Assim sendo considero inexplicável um jogador continuar tentando chutar na direção do gol de fora da área se nas dez últimas vezes errou todas. Ele só pode voltar a tentar de novo após treinar isso exaustivamente e no mínimo conseguir acertar o espaço do gol.

Isso vale para jogadores que continuamente erram lançamentos longos e continuam lançando e errando.

Passes curtos também.

Os que não conseguem dar um drible e continuam tentando, perdendo a posse da bola.

Estrategicamente, isso se aplica nas tentativas de sair jogando da nossa área quando o adversário marca por pressão essa saída.

Vale também para a escalação de jogadores que sistematicamente apresentam um fraco desempenho e continuam sendo escalados.

Em apertada síntese, se o Fluminense possui tais analistas eles precisam melhorar o próprio desempenho na análise do que assistem em campo.

É isso ou eis o primeiro passo para o fracasso nas competições do nosso amado Fluminense Football Club.

Saudações tricolores!


terça-feira, 11 de julho de 2023

O FLUMINENSE ESTÁ VIVO NA LIBERTADORES E NO BRASILEIRÃO

 



O futebol que estava encantando a todos que amam o esporte, inclusive fora das fronteiras do Brasil, não poderia ter desaparecido da noite para o dia, isso é fato.

Como também é fato que o elenco limitado e as contusões não poderiam deixar de ter reflexos no desempenho do time, como tiveram.

Sim, o time oscilou para baixo, mas o bom futebol continuava lá em estado latente, tanto que bastaram alguns retornos e tempo de treinamento para a situação começar a melhorar, como assistimos no jogo com o Internacional.

O time ainda está longe de voltar a encantar, mas pelo menos parece estar despertando, tanto que voltamos ao G-4.

O Fluminense está vivo!

Saudações tricolores!

segunda-feira, 10 de julho de 2023

FLUMINENSE 2 X 0 INTERNACIONAL - QUAL O JOGO QUE VOCÊ ASSISTIU?



Qual jogo você assistiu?

Eis uma pergunta recorrente nas conversas sobre os jogos de futebol sempre que não existe concordância sobre as opiniões a respeito do jogo como um todo ou sobre o desempenho de jogadores.

É normal que alguns considerem que o time jogou bem, enquanto outros discordam.

Igual situação se repete sobre a atuação dos jogadores.

Após o término do jogo Fluminense 2 x 0 Internacional isso voltou a acontecer nas redes sociais.

Isso é o fruto lógico do fato de que cada um de nós avalia o desempenho segundo seus parâmetros, logo as conclusões não podem ser idênticas.

Eu, por exemplo, nas minhas avaliações não faço uso do interesse político, tendo em vista que não os tenho no futebol, portanto, não integram os meus parâmetros.

Salvo melhor juízo, as oscilações mais significativas foram a respeito do desempenho do jogador Lele.

Sua avaliação variou do jogou muito bem, tanto sem bola, quanto por servir de opção para os lançamentos, até o não jogou nada e errou tudo quando se envolveu com a bola.

Considero a contratação de Lele um acerto, mas percebo nele uma falta de adaptação, não o vejo à vontade no campo de jogo. Ele está muito longe do jogador que foi no Campeonato Carioca. Um problema que pode ser resolvido com a rede de apoio psicológico que existe no clube.

Ontem, no jogo que eu assisti, o Fluminense melhorou significativamente, inclusive no aspecto estratégico.

No tocante ao Lele, engrosso o coro de que ele não jogou nada, mas sei que isso é corrigível e que ele poderá dar muitas alegrias aos tricolores de coração.

Saudações tricolores!

segunda-feira, 3 de julho de 2023

O FLUMINENSE INCORPOROU O ERRADO, MAS PODE FAZER O CONTRÁRIO



O Fluminense atravessa um período muito ruim, isso é fato.

As razões que levaram o time a esse estágio passam pelo elenco limitado, pelas contusões e pela incorporação de erros estratégicos.

Salvo engano, defeitos solucionáveis, sobretudo o aspecto estratégico.

Vale lembrar que apesar de tudo isso, estamos nas oitavas da Libertadores e, ainda, estamos no G6 do Brasileirão, lembra o meu lado otimista, próprio do torcedor.

Não podemos nos apartar dessa realidade, ou seja, no nosso pior momento, ainda estamos vivos.

A tática de sair jogando a partir do goleiro é algo realizável, desde que o time adversário não marque a saída de bola, nesse caso, não existe alternativa, a saída tem que ser através do tiro de meta.

Tal verdade é de clareza solar.

É a excludente da possibilidade de sair jogando da defesa, a marcação do adversário.

Ao insistir nesse erro o Fluminense encolhe o campo de jogo, considerando que os jogadores do meio e do ataque precisam voltar para a intermediária defensiva para auxiliar na troca de passes para tentar sair jogando.

É comum vermos 5 (cinco) jogadores do Fluminense agrupados em cerca de 50 (cinquenta) metros quadrados, um tocando para o outro, enquanto os adversários seguem pressionando.

Lembro que um campo de futebol tem 10.800 (dez mil e oitocentos) metros quadrados.

Tal tendência ao encolhimento piora quando o Fluminense se defende, quando voltam todos os jogadores e se agrupam, como já comentei em artigos, entre a linha de fundo e a entrada da nossa área.

Ficamos encurralados, sem jogadores para disputar as rebatidas e para construir os contra-ataques.

É uma tática suicida (sparring). 

Só o adversário ataca e faz isso o tempo todo, a tendência é fazer o gol.

Como ocorreu contra o São Paulo na última rodada aos quarenta e dois minutos do segundo tempo.

Considero esse inacreditável erro tático de fácil solução, basta treinar para consertar, isso mesmo com o nosso limitado elenco.

Por derradeiro, é hora de lembrar que um time deve defender e atacar.

Quem não ataca, não faz gol. Quem só se defende, leva gol.

Nos últimos 10 (dez) jogos o Fluminense fez 8 (oito) gols e sofreu 14 (quatorze).

Os números comprovam que a estratégia está errada.

Saudações tricolores!


domingo, 2 de julho de 2023

FLUMINENSE - UM TIME COM CARÊNCIAS TÉCNICAS E ESTRATÉGICAS, MAS EXISTEM SOLUÇÕES



Eu não sou um torcedor que acompanha e a vida interna do clube, faço questão de destacar esse fato, pois considero isso um forte limitador para a formação de opinião sobre o time que vemos em campo.

As minhas opiniões são restritas ao que observo do Fluminense em campo, apenas isso.

O primeiro ponto que percebo com clareza é a limitação técnica de boa parte dos jogadores, algo que confesso não entender, considerando que as passagens pelas divisões de base dos clubes deveriam lapidar pelo menos a qualidade técnica, mas isso não ocorre com eficiência. Vejo no Fluminense e em outros clubes jogadores atuando no time principal que não dominam fundamentos técnicos. Não sabem dominar a bola, driblar, dar passes, chutar, entre outros. Isso considero inexplicável.

Sim, o elenco limitado é um fato, mas isso pode ser solucionado por uma boa gestão por parte da presidência e da diretoria através de negociações, como pode ser melhorada a qualidade técnica de alguns jogadores com os treinamentos específicos.

No tocante ao aspecto estratégico, os erros também podem ser corrigidos, sobretudo a respeito do Fluminense ter uma única estratégia quando sai com a bola a partir do goleiro. Destaco que é válido, sempre foi, diga-se de passagem, sair jogando trocando passes a partir da defesa, desde que o adversário não esteja marcando por pressão. Tal postura do adversário obriga a alternância estratégica afastando a bola da nossa área, através da execução do tiro de meta.

Inexplicavelmente, o Fluminense não altera a sua estratégia e tenta sair tocando da defesa mesmo com todos os seus defensores sendo apertados pelos atacantes adversários, isso é uma postura suicida.

Isso é de fácil correção.

Outro aspecto estratégico questionável ocorre quando o Fluminense é atacado e todos voltam para marcar. O time todo fica acuado entre a linha de fundo e a entrada da área, isso é absurdo, pois impede qualquer disputa pelas bolas rebatidas e inviabiliza o contra-ataque.

Outro equívoco de fácil solução, acabando com o "voltam todos" e mantendo pelo menos dois jogadores nas proximidades da linha do meio de campo para disputarem as rebatidas e criarem a possibilidade de contra-ataques.

Ver Cano na nossa pequena área beira o surrealismo, por exemplo.

Observem que essa postura tática tem respaldo até na matemática. No instante que sendo atacados, mantemos dois jogadores pelo menos, nas proximidades do meio campo, isso obriga que o adversário mantenha quatro no seu campo de defesa. O goleiro e três marcadores. Logo sobram seis para nos atacar, enquanto temos oito para defender. Hoje, frequentemente, somos atacados por dez adversários.

É hora de qualificar o elenco, não apenas aumentá-lo.

É hora de sanar as deficiências técnicas, antes tarde do que nunca.

É hora de mudar estratégias, basta de ser "sparring" e suicida.

Tudo isso é factível.

Saudações tricolores!

sexta-feira, 30 de junho de 2023

LIBERTADORES - FLUMINENSE SEGUE EM BUSCA DA CONQUISTA



O Fluminense ocupará o pote 1 no sorteio das oitavas de final da Libertadores 2.023, o destinado aos vencedores dos seus grupos e que jogarão a partida de volta em suas cidades, composto também por Racing, Internacional, Palmeiras, Independiente del Valle, Boca Juniors, Athletico-PR e Olimpia.

No pote 2 estarão: Flamengo, Nacional, Bolívar, River Plate, Argentinos Juniors, Deportivo Pereira, Atlético-MG e Atlético Nacional.

O sorteio apontará os jogos das oitavas, das quartas e das semifinais e como não poderia deixar de ser nessa condição, a sorte ou a falta dela será um fator decisivo para a conquista do título.

Jogos como Palmeiras x Flamengo; Boca x River Plate e Internacional x Atlético Mineiro, são possibilidades que deixarão pelo caminho três fortes concorrentes nas oitavas.

Nós, torcedores do Fluminense, precisamos torcer para a recuperação física do elenco e para que a sorte nos acompanhe até o final da competição.

Torcer, torcer e torcer!

Saudações tricolores!



quarta-feira, 28 de junho de 2023

LIBERTADORES - FLUMINENSE SE CLASSIFICA EM PRIMEIRO LUGAR NO GRUPO DA MORTE



O Fluminense se classificou em primeiro lugar no seu grupo para as oitavas de final da Libertadores.

Não foi uma classificação fácil, ocorreu na última rodada através de um empate no Maracanã, diante de dezenas de milhares de tricolores.

Sim, não foi fácil, mas não podemos esquecer que após o sorteio dos grupos, o do Fluminense foi apelidado de "grupo da morte", ou seja, o mais difícil.

Além dessa dificuldade oriunda do sorteio, tivemos o gravíssimo problema do afastamento de titulares. Perdemos todo o lado esquerdo, por exemplo, o que impactou diretamente na defesa, no meio e no ataque, como não poderia deixar de ser.

Hoje estufamos o peito e gritamos: vencemos o "grupo da morte"!

E, fizemos isso sem nos afastarmos das primeiras colocações do campeonato brasileiro.

Temos que ter a nossa humildade característica, mas temos motivos para olhar para a frente sem medo.

Basta observarmos que em 2.023 concluímos a nossa participação em dois campeonatos, ganhamos um e fomos eliminados em outro.

Estamos nas oitavas de final da libertadores e em quinto lugar no Brasileirão.

Quam pode considerar o nosso saldo anual como negativo até o momento?

Saudações tricolores!

sexta-feira, 23 de junho de 2023

O FLUMINENSE ESTÁ MUITO VIVO NA LIBERTADORES E NO BRASILEIRÃO



Vergonha, time sem vergonha!

Qual torcida de futebol no Brasil ainda não entoou esse cântico.

Basta o mal desempenho em uma competição ou até em uma partida para surgirem cânticos dessa natureza.

O torcedor nasceu para as vitórias, como o Fluminense.

Apesar dessa verdade, nós, torcedores, devemos focar também na realidade.

O Fluminense Football Club é líder do seu grupo e joga por dois resultados para se classificar na fase de grupos da Libertadores e pode ser o primeiro colocado.

Na combinação de resultados pode até se classificar com uma derrota.

Logo a posição é confortável. Poderia ser melhor? Sim! Mas está longe de ser desesperadora.

No Brasileirão, basta olhar a classificação após a décima-primeira rodada para perceber que existem OITO times separados pelo resultado de um jogo. Isso do terceiro colocado com 20 pontos até o décimo colocado com 17 dezessete pontos.

Basta uma vitória para pegar o elevador e subir algumas ou muitas posições, dependendo da combinação de resultados.

Vencer o Bahia no sábado pode ser um salto para cima, tirando o Fluminense da sétima posição.

Hoje estamos há quatro pontos do segundo e a nove do primeiro, faltando VINTE E SETE rodadas, ou seja, faltam mais do que o dobro de partidas do que o número de partidas jogadas.

É hora de reorganizar o time, técnica e taticamente, para estarmos no jogo, uma tarefa plenamente realizável, afinal já exibimos futebol de campeão, como ocorreu contra o River e o Flamengo, por exemplo.

O retorno pode começar no sábado.

Saudações tricolores!

terça-feira, 20 de junho de 2023

FLUMINENSE X ATLÉTICO MINEIRO - OTIMISMO, VAMOS PARA CIMA!



O Fluminense Football Club enfrentará o Atlético Mineiro, amanhã, às 21:30 horas, em Volta Redonda. 

O noticiário esportivo sinaliza para a seguinte escalação: Fábio, Samuel Xavier, Nino (David Braz), Felipe Melo e Marcelo; Thiago Santos (André), Martinelli, Ganso e Lima; Keno (Lelê) e Cano.

Um jogo difícil considerando que os dois clubes são adversários diretos na luta para integrar o G4, estando separados por apenas um ponto, após as dez primeiras rodadas.

Em caso de vitória o Fluminense garante o quarto lugar e pode até terminar a rodada em terceiro.

Diante desse quadro não existe razão para não ser otimista, aliás, torcedor pessimista é algo difícil de entender.

Vamos para cima deles!

Saudações tricolores!

sábado, 17 de junho de 2023

CAMPEONATO CARIOCA DE 1973 - FLUMINENSE 4 X 2 FLAMENGO



O ano era 1.973, vigorava o ensino profissionalizante nas escolas estaduais do Rio de Janeiro, isso no ensino médio (segundo grau). Duas vezes por semana eu assistia aulas do curso de eletrotécnica no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, situado há menos de quinhentos metros do Maracanã.

Na época os alunos aproveitavam a abertura dos portões ao longo do segundo tempo para assistirem o final dos jogos dos seus times.

Eu fiz isso naquele Fla-Flu de 1973.

Chovia muito.

Entrei no Maracanã com o Fluminense vencendo por dois a zero e subi para alcançar a parte de cima das arquibancadas, mas só consegui me posicionar na entrada de um túnel de acesso, o que só me permitia ver uma parte pequena do campo de jogo.

De lá ouvi (não consegui ver) dois gols do Flamengo.

Jovem (16 anos) era supersticioso e resolvi sair do local e passei a acompanhar o jogo através dos movimentos da torcida do Fluminense.

Logo uma vibração me fez correr para o local anterior, na certeza que o Fluminense tinha feito o terceiro gol.

Após a vibração, sem ver o campo, voltei para o meu lugar pensando que a minha estratégia estava dando certo.

Até que percebo a torcida levantar e ato contínuo corro para tentar furar o bloqueio e ver finalmente o campo, dei sorte, ainda assisti a bola chutada por Dionísio, vagarosamente, invadir as redes do Flamengo, superando o meu temor que parasse em uma poça.

Uma grande festa.

Em delírio me desloquei para pegar o Castelo - Acari para voltar para casa.

Por derradeiro, segue um link do You Tube com os gols: https://www.youtube.com/watch?v=Rfq-xISDtO4

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

quarta-feira, 14 de junho de 2023

O FLUMINENSE NÃO CONTRATOU O SUPER-HOMEM, NÃO ESQUEÇAMOS DISSO



O Fluminense Football Club terminou a sua partida com o Goiás pela décima rodada do Brasileirão 2.023 com a seguinte escalação:

- Fábio; Guga, David Braz, Manoel e Alexandre Jesus; André, Keno e Lima; Arias, John Kennedy e Thiago Santos (fonte).

Esclareço que ao inserir os reservas que entraram em campo não respeitei o posicionamento, colocando cada um deles no local do substituído.

Fato é que foi com esse ONZE que o time terminou o jogo.

Penso que esse fato demonstra a tão alardeada limitação do nosso elenco.

Na memória da tenra idade busco o Super-Homem que conseguia submeter carvão à toneladas de pressão apertando a mão e o transformava em diamante.

Não contratamos o Super-Homem.

Não temos como transformar jogadores comuns em craques, os que o Fluminense merece ter compondo seu elenco.

Respeitando as opiniões contrárias, reafirmando que tenho minhas restrições ao planejamento estratégico do time, mas não posso atribuir o peso da responsabilidade ao nosso técnico Fernando Diniz, ao qual também devemos creditar os momentos de bom desempenho que o Fluminense demonstrou em vários jogos.

Os fatos que me saltam aos olhos são referentes ao Fluminense contratar mal e não manter o melhor da base.

Não gosto de empresários e de dirigentes, reafirmo.

Apesar de tudo, o ONZE TITULAR do Fluminense já demonstrou com clareza solar que podemos enfrentar e vencer qualquer outro time do Brasil.

Também penso que ficou evidente que um ou dois desfalques não impedem o nosso bom futebol, mas perder todo o LADO ESQUERDO foi um desastre, como seria se fosse o lado oposto, pois interfere diretamente nos três setores: defesa, meio e ataque.

Salvo melhor juízo, sem ter bons reservas, qualquer time seria muito afetado por uma perda dessa magnitude, que desarranja todo o time e diminui as possibilidades de alternâncias estratégicas e táticas. 

A prudência recomenda que aguardemos o retorno do futebol com a esperança da recuperação de todos para voltarmos a contar com o nosso ONZE TITULAR, isso antes de pedir cabeças.

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

sexta-feira, 9 de junho de 2023

FLUMINENSE - TIME GRANDE NÃO É SPARRING. UM OLHAR COM FOCO NAS QUATRO LINHAS



Eu confesso as minhas limitações para comentar os jogos do Fluminense Football Club.

Só conheço o que vejo, o desempenho dos atletas dentro de campo.

Não frequento a sede, não assisto os treinamentos, não conheço nada sobre a política interna e muito menos o vestiário.

Sou um torcedor que vê o Fluminense apenas dentro do campo de jogo e que prefere acreditar que a comissão técnica tenha total liberdade para trabalhar, inclusive na indicação e na aprovação ou reprovação de novas contratações, bem como, no tocante às dispensas.

Diante dessa realidade, o que escrevo deve ser interpretado como uma visão limitada, sem qualquer aporte de informação extracampo.

Tal contexto faz com que naturalmente direcione a responsabilidade pelos bons ou maus resultados aos jogadores do elenco que são escalados e à comissão técnica.

Na minha ótica o ano de 2.023 tem sido positivo.

Ganhamos o Campeonato Estadual, fomos eliminados da Copa do Brasil e continuamos lutando na Libertadores e no Brasileiro. 

Não estamos em um bom momento, os resultados demonstram, mas vejo isso como circunstancial, algo que pode ser revertido.

Cito um fato como exemplo.

Basta acessar as estatísticas do time (Link) para constatar que o nosso artilheiro Cano marcou 24 vezes, enquanto o restante do elenco marcou 35 vezes.

O segundo a marcar mais foi o zagueiro Nino com 5 gols.

Matematicamente, penso restar comprovado que dependemos dos gols de Cano.

Ele não marcando por cinco partidas não poderia deixar de afetar os resultados do time.

Toda dependência é ruim, mas ela existe.

Cabe a comissão técnica solucionar essa questão, caso contrário teremos que ficar na torcida pela volta de uma boa fase do artilheiro.

É importante destacar que Cano não tem culpa, poucas bolas estão chegando e ele é obrigado a voltar para marcar regularmente, ficando o Fluminense sem qualquer jogador além da linha intermediária defensiva, o que não consigo entender.

Na minha cabeça de torcedor, todo time que é atacado deve manter pelo menos dois jogadores nas proximidades do meio campo, não ter nenhum significa ser pressionado o tempo todo e sem ter o contra-ataque.

Time grande não pode ser sparring.

É o que penso.

Saudações tricolores!

quinta-feira, 8 de junho de 2023

RIVER 2 X 0 FLUMINENSE - TRICOLOR ADOTA ESTRATÉGIA SUICIDA E SAI DA ZONA DE CONFORTO



Ontem dia 07/06/23, quarta-feira, aconteceram os dois piores resultados para o tricolor, isso na penúltima rodada do seu grupo na Libertadores 2.023. Apesar de ter saído da zona de conforto, o Fluminense continua dependendo apenas dele para se classificar, indo para a última rodada com dois resultados favoráveis: vitória ou empate.

O Fluminense chegou para o jogo contra o River Plate em uma posição muito confortável em termos de classificação. Jogava por dois resultados para se classificar (vitória ou empate) e caso acontecesse a derrota, ainda poderia se classificar com dois resultados no outro jogo. O empate ou a vitória do The Strongest, mas ocorreu o pior, a vitória do Sporting Cristal.

Na última rodada o Fluminense receberá o Sporting Cristal na disputa de uma das vagas, dependo apenas de si. No caso de uma trágica derrota, o Fluminense só avançará caso a partida entre o River Plate e o The Strongest, quando estará sendo disputada a outra vaga, termine empatada.

Jogamos mal, o River mereceu ganhar.

Abro um parêntese para aconselhar a leitura do meu artigo anterior (Link) onde opino sobre a estratégia a ser adotada ontem.

Salvo melhor juízo, nossa derrota começou na escolha da estratégia suicida, expressão que uso quando um time que tem uma vantagem (empate) resolve jogar com todo o seu time na defesa, tentando sair jogando e passando a sofrer pressão o tempo todo, ficando sem contra-ataque porque nenhum jogador permanece próximo a linha do meio de campo para disputar as rebatidas e tentar armar um contra-ataque.

Ontem, ao assistir o Fluminense atuando dessa forma suicida eu voltei no tempo, quando o Campeonato Carioca era valorizado e muito disputado. Na época sabíamos previamente que os times de menor investimento implantariam uma retranca feroz com dez jogadores atrás, mas mantendo um no meio do campo, isso para ter a possibilidade de realizar alguma ação ofensiva. 

O Fluminense não teve esse jogador durante todo o primeiro tempo e o River pressionava e ficava sempre com as rebatidas. O zero a zero foi um prêmio...

Isso é suicídio estratégico.

Apesar disso o Fluminense teve chances de marcar na frente, mas a péssima qualidade das nossas finalizações voltou a responder presente.

No segundo tempo, após fazer o primeiro gol, logo no começo, o River tirou o pé, mas sem desistir do ataque. Tal postura revelou o ponto mais fraco dos argentinos, a sua defesa, mas os erros no último passe e os erros nas finalizações impediram que o tricolor se classificasse.

O segundo deles gol nem precisava ter acontecido...

Após a derrota, ainda tivemos outra má notícia, a improvável vitória de virada do Sporting Cristal.

Hoje tudo isso é passado, agora é lotar o Maracanã e festejar a esperada classificação.

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

quarta-feira, 7 de junho de 2023

LIBERTADORES - RIVER X FLUMINENSE - UM JOGO DIFÍCIL - QUAL ESTRATÉGIA ADOTAR?



Hoje publiquei um vídeo (reels) no Facebook e no Instagram solicitando uma reflexão sobre qual a estratégia que deve ser adotada pelo Fluminense, considerando a vantagem de jogar por dois resultados (vitória e empate) para obter a classificação e considerando as dificuldades de jogar contra o River no maior estádio de futebol da América do Sul e precisando vencer.

Convido o leitor a expressar sua opinião comentando nos reels ou nesse artigo.

Penso que a estratégia para hoje não deve ser a adotada quase sempre que constitui em sair com a bola da defesa trocando passes para ultrapassar as linhas de pressão do adversário e com isso atacar com mais eficiência.

O esperado é que o River pressione muito logo após o apito inicial, por isso acredito que a citada estratégia poderá aumentar as chances de sucesso do adversário.

O tic-tac pode ser usado mais quando o Fluminense estiver com a bola no campo adversário, mas nunca na defesa.

É dia de chutão!

Não estou com isso questionando a máxima de que enquanto a bola está com o nosso time, menor a chance do adversário marcar, pois isso é um fato, apenas me baseio em outra máxima, aquela que prega que quanto mais longe da nossa área a bola estiver, menor a chance do adversário marcar.

Respeitando as opiniões contrárias, creio que o contra-ataque seja a melhor tática para obtermos a classificação, mas para isso o time não pode voltar todo, um ou dois jogadores devem permanecer nas proximidades do meio campo, o que é indispensável para contra atacar com possibilidade de sucesso.

Acrescento que a presença desse jogador (ou desses jogadores) naturalmente forçará o River a manter alguns jogadores no seu campo de jogo, diminuindo o contingente para atacar.

Fechado na defesa, armado para o contra-ataque e chutão (lançamento).

Eles que corram atrás do Arias, por exemplo.

É apenas a minha opinião.

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

terça-feira, 6 de junho de 2023

FUTEBOL - FALTA NÃO É DO JOGO, É O ANTIJOGO



No primeiro momento o tema parece não ter relevância, mas me arrisco o colocando em discussão.

Penso que exista uma confusão com relação à prática de faltas (infrações às regras), tanto no futebol, quanto nos outros esportes, que leva a afirmação que considero incorreta: FALTA É DO JOGO!

Tal equívoco deve ser resultado do fato de faltas ocorrerem durante os jogos, o que provoca uma incorporação indevida à normalidade do jogo.

Respeitando todas as opiniões, tomo por base o fato de que sendo punível, toda falta (infração) não faz parte do jogo propriamente dito.

Em um jogo totalmente dentro das regras não ocorreria nenhuma falta, algo que não tenho notícia de ter ocorrido no futebol profissional.

Não custa lembrar que sempre que a arbitragem identifica uma ação fora das regras deve marcar a falta e qualificá-la.

No caso do futebol, por exemplo, pode não ser aplicado cartão, aplicada uma advertência (cartão amarelo) ou uma exclusão da partida (cartão vermelho).

Nas três situações o jogo é interrompido, ou seja, o antijogo foi praticado.

Em síntese, a falta é cometida exatamente para o jogo não ter a sua continuidade normal, sendo assim a FALTA NÃO É DO JOGO.

Tenho consciência que esse tema não teria maior relevância, exatamente por faltas ocorrerem em todos os jogos e serem praticadas por jogadores de todos os times de futebol, isso são fatos.

O problema que alguns clubes utilizam o conjunto de faltas para impedir que o outro time possa jogar, o que passou a constituir uma estratégia de jogo, uma fora das regras.

Isolada a falta produz efeitos menores, independente da qualificação da punição, mas em conjunto, caso não exista uma pronta intervenção da arbitragem ao identificar o uso como estratégico, as faltas podem tornar um time quase que imbatível, pois só ele joga, não deixa o outro jogar.

Tal quadro já aconteceu incontáveis vezes no futebol brasileiro e o Fluminense tem sido vítima recentemente.

A imprensa esportiva até conseguiu emplacar uma expressão para dar validade a tal conduta antijogo: FALTA TÁTICA!

O que significa usar as faltas como tática de jogo, o que é um absurdo.

Usado como estratégia, o antijogo, deve ser combatido severamente.

Concluo reafirmando minha posição, falta ocorre nos jogos, mas FALTA NÃO É DO JOGO!

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

segunda-feira, 5 de junho de 2023

O BOM FUTEBOL DO FLUMINENSE CAIU OU FOI DERRUBADO?



O Fluminense venceu no sufoco por dois a um o bom time do Bragantino, mas isso serviu para aliviar a pressão e respirar no Brasileirão 2023.

Mais uma vez, o Fluminense não encantou como vinha fazendo e deve boa parte da vitória ao apoio da torcida presente no Maracanã.

Sem considerar as teorias conspiratórias da hora, passo a opinar sobre o que pode ter determinado a queda de rendimento, o que é um fato provado matematicamente pelos recentes maus resultados.

Concordo com a opinião que o Fluminense tem um elenco limitado em termos de qualidade técnica e que diante do elevado número de desfalques a queda era uma situação previsível, considerando que o banco de reservas não oferece muitas possibilidades para manter o equilíbrio do time.

Em apertada síntese, a falta de peças de reposição de qualidade técnica é um motivo da queda de produção.

Tal constatação que tenho certeza dividir com boa parte da torcida será o único motivo?

Penso que não.

Concordo também que sendo um time monossilábico em termos estratégicos, mesmo com o seu melhor "onze" em campo, o Fluminense acaba sendo previsível e com isso pode ser anulado, todavia vale lembrar que apesar dessa realidade, os adversários não estavam conseguindo, que o digam os derrotados por quatro a um no Cariocão.

Aqui volto ao título e respondo: o bom futebol do fluminense foi também derrubado através das denominadas "faltas táticas".

Aproveito para antecipar tema de um próximo artigo e lembro que falta não é do jogo. Ao contrário, falta é o antijogo. É um recurso punível usado pelo adversário para impedir que o outro time jogue, cabendo à arbitragem coibir.

Penso que não conseguindo impedir o bom desempenho do Fluminense, mesmo com um futebol de uma nota só, os adversários começaram a não deixar o tricolor jogar.

O exemplo mais concreto foram os dois jogos das oitavas de final contra o Flamengo. Nas duas partidas o Flamengo cometeu 32 (trinta e duas) e o Fluminense apenas 13 (treze).

Óbvio que isso só ocorreu em razão da omissão das arbitragens que aplicaram aos jogadores do Flamengo apenas 2 (dois) cartões amarelos e nenhum vermelho.

Por isso afirmo que derrubaram o bom futebol do Fluminense, derrubaram muito.

Antes que me acusem de perseguição, eles fazem isso muito bem, recorro às estatísticas do jogo Botafogo 1 x 0 Fluminense.

O Botafogo cometeu 24 (vinte e quatro) faltas e o Fluminense 14 (quatorze).

Por derradeiro, considerando que o tema é vasto, cito que percebi uma boa mudança na vitória de ontem. O fato do Bragantino ter cometido 12 (doze) faltas e o Fluminense 10 (dez), o que sinaliza que o Fluminense está começando a aprender a lutar com as mesmas armas dos adversários.

Certo é que não se pode só jogar contra adversários que jogam e praticam o antijogo.

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

sábado, 3 de junho de 2023

O FLUMINENSE SAIU DO ESPETÁCULO PARA A MEDIOCRIDADE?

Fonte da imagem: internet


Eu, meu pai e meu avô paterno não perdíamos os jogos do Fluminense Football Club nos finais de semana, isso nos diversos estádios que eram utilizados na distante década de setenta, mas com o Maracanã sempre como palco principal.

Nós chegávamos antes para assistir a preliminar.

O time de aspirantes.

As arquibancadas de cimento, a geral, a entrada em fileira das bandeiras de cada torcida tricolor, uma por vez, organizadas, a nuvem branca, o cachorro-quente lançado com uma precisão impressionante pelo vendedor e o dinheiro passando de mão em mão até o pagamento da dívida, e o mate.

No banco os reservas, o técnico, o médico, o massagista e, confesso não ter encontrado na memória a certeza, o preparador físico.

Hoje o futebol é outro, o Maracanã é outro, existem diversas divisões de base e a comissão técnica possui mais integrantes que um time de futebol.

As arbitragens? Sempre foram discutíveis, mas agora até as interpretações após o uso da tecnologia são polêmicas.

Não gosto de dirigentes de clubes e não gosto de empresários de jogadores.

Não ligo para a opinião dos especialistas que não conseguem esconder suas predileções.

Gosto do jogo, do jogo real, não do jogo interpretado por terceiros, gosto do jogo que eu vejo e que analiso com a minha experiência de mais de cinquenta anos.

Baseado nessa vivência pessoal concluo que o amado Fluminense não está descendo a ladeira, não está abandonando o futebol encantador, apenas está vivenciando fatos circunstanciais que já afetaram, que afetam e que afetarão times de futebol de todo planeta.

É fato que temos um elenco limitado, a conta do chá, mas que nos permite montar um onze muito competitivo, como aconteceu recentemente, porém as peças de reposição (reservas) na sua maioria estão muito abaixo dos titulares, eis outro fato.

Não gosto de dirigentes e não gosto de empresários.

Gosto de técnicos que não sejam o centro das atenções, aqueles que dominam diferentes estratégias e que as aplicam com a flexibilidade que a surpresa exige, afinal ela é uma vantagem decisiva.

O Fernando Diniz, por exemplo, começou assim, mas a mídia o colocou como o renovador e passamos a ouvir: o Fluminense do Fernando Diniz joga o futebol mais bonito do Brasil!

Isso foi ruim para o Fluminense e para ele que ficou engessado aplicando sempre a mesma estratégia, o que tornou a alegada renovação em algo previsível e anulável.

Ao longo desse período de encantamento o time foi perdendo titulares e tendo que buscar no banco as soluções, só que elas não estavam disponíveis.

Isso tudo é circunstancial.

Diniz deve estar fazendo uma autoanálise com o apoio da numerosa comissão técnica e os titulares irão retornar, enquanto não voltam que a tal comissão tenha a capacidade de entender quem tem condições de jogar ou não no Fluminense, abandonando a insistência com jogadores que estatisticamente não dão retorno e que sempre aparecem nas quatro linhas, uma teimosia burra.

Não gosto de dirigentes e não gosto de empresários.

O Fluminense vive.

É eterno!

Saudações tricolores!

Paulo Ricardo Paúl

sábado, 29 de outubro de 2016

FLUMINENSE: A CONQUISTA DE ESCAPAR DO REBAIXAMENTO



Prezados leitores, os torcedores do Fluminense devem comemorar o fato do clube não ser rebaixado no Brasileirão 2016, situação constrangedora que escapou isso algumas rodadas atrás.
Basta analisar a qualidade técnica do nosso elenco e da nossa comissão técnica para concluirmos que existiam boas chances de sermos rebaixados, como temos comentado no Twitter.
Ontem, empatamos com o Vitória (isso ainda com um erro da arbitragem favorável ao Fluminense), clube que luta contra o rebaixamento, colocando em campo os seguintes jogadores:

Júlio César; Wellington Silva, Gum, Henrique e Giovanni (Marquinho); Pierre, Douglas, Cícero e Gustavo Scarpa; Richarlison (Magno Alves) e Wellington (Marcos Junior).

Sendo respeitosos, esse elenco não pode representar o Fluminense, o glorioso tricolor.
Sim, a crise não está fácil para ninguém, o que inviabiliza maiores investimentos no elenco, mas o Fluminense tem (tinha) um ótimo trabalho de base, além de ter várias escolinhas espalhadas pelos quatro cantos, como explicar o não surgimento de jogadores de melhores qualidades técnicas?
É triste ver em campo jogadores que, seguidamente, erram passes, chutes e cabeçadas.
O time perde gols inacreditáveis e sofre gols inadmissíveis.
A torcida do Fluminense não merece passar por isso.
Urge que alguém assuma o Fluminense e entenda o tamanho da instituição, as glórias conquistadas e as que serão conquistadas.
Enquanto isso não ocorre, treinos em tempo integral e corte de folgas farão muito bem ao elenco que precisa aperfeiçoar todos os fundamentos do futebol.
Treinar é preciso, treinar muito.
Nós, torcedores, continuaremos torcendo.
Afinal, o amor pelo clube nos move para torcermos sempre, não importa a qualidade do time e nem a posição na tabela.
Inclusive nesse Brasileirão 2016 ainda temos a esperança para nos motivar, tendo em vista que por incrível que pareça, ainda existem chances matemáticas de alcançarmos o G6.
Um barca gigante deve sair do Fluminense, uma reformulação ampla no elenco e na comissão técnica para que possamos ter um  2017 mais feliz.
As mudanças são imprescindíveis.

Juntos Somos Fortes!