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segunda-feira, 23 de setembro de 2024

A CBF PRECISA COM URGÊNCIA RECUPERAR A CREDIBILIDADE DA ARBITRAGEM



A Confederação Brasileira de Futebol precisa adotar medidas urgentes e eficazes para melhorar a qualidade da arbitragem (campo e VAR) no futebol brasileiro. A quantidade de erros nas decisões tem influenciado resultados de várias partidas, prejudicando diferentes clubes de futebol, podendo ser determinante para a disputa do título, das vagas para a Libertadores e para o rebaixamento.

Apenas como exemplo, em razão de ser uma partida jogada na última rodada da competição, cito o clássico vovô (Fluminense x Botafogo) ocorrido no dia 21 de setembro de 2,024.

Um show de erros nas decisões da arbitragem influenciou diretamente na vitória do Botafogo, um dos postulantes ao título, além de prejudicar o Fluminense que luta contra o rebaixamento.

Os erros grosseiros influenciaram a classificação nos dois extremos da tabela.

Jogadores dos dois times deixaram de ser expulsos, um pênalti de clareza solar não foi marcado e um gol irregular foi validado, apesar da evidente falta que pode ser vista em diferentes ângulos das filmagens.

O pior de tudo é que essa partida não constitui uma exceção em termos de erros de arbitragens.

As reclamações são constantes e emanam de todos os lados: dirigentes, técnicos, jogadores, jornalistas e como não poderia deixar de ser dos torcedores dos times envolvidos no brasileirão.

A péssima qualidade das arbitragens é uma rara unanimidade no futebol brasileiro.

Cabe a CBF agir e rápido, antes que voltem a falar em favorecimento a esse ou a aquele clube, como foi berrado no campeonato passado.


sexta-feira, 15 de julho de 2022

FUTEBOL - O TORCEDOR VIROU UM GLADIADOR?


Internet


Lembro os clássicos no antigo Maracanã lotado com mais de 100 mil torcedores mal acomodados nas suas arquibancadas de cimento, nas suas cadeiras de ferro e, no espaço mais democrático, nas sua geral onde os espectadores ficavam em pé.

As arquibancadas eram nosso lugar escolhido.

Não foram raras as vezes que tivemos que evitar levantar, isso para não perder o lugar, sendo a exceção a vibração a cada gol.

Íamos em três: meu avô, meu pai e eu.

Três tricolores de coração.

Tal rotina agradável se repetia toda semana até o falecimento do meu avô, que chegou a ir conosco ao Maracanã praticamente só enxergando vultos. Ele levava o seu rádio de pilha e ficava ao nosso lado ouvindo as transmissões.

Optamos na época por não vestirmos as camisas do clube e não também não levarmos bandeiras, a violência já se fazia presente, sempre foi melhor prevenir do que remediar.

Morávamos longe do Maracanã, isso justificava nossa prevenção.

Sim, a violência entre torcedores não é coisa nova, tanto que cada torcida entrava por uma rampa do estádio, mas saíam pela mesma rampa após cada jogo.

Hoje grupos violentos integram todas as torcidas dos grandes clubes do Brasil, grupos que se enfrentam fora e dentro dos estádios, em verdadeiras batalhas, sendo que muitas mortes aconteceram nesses confrontos.

A violência se instalou de tal forma que grupos diferentes da  mesma torcida, brigam entre si, talvez em busca da hegemonia na prática desses crimes.

Como escrevi anteriormente, tal violência não é uma exclusividade brasileira, assistimos ela em diversos países, isso é fato, mas no Brasil a situação está completamente fora de controle.

As autoridades até tentam evitar esse flagelo que afasta o futebol da qualificação de esporte, mas não conseguem obter sucesso.

Se determinam que apenas a torcida de um clube possa entrar no estádio, as brigas ocorrem no entorno ou no caminho, não conseguem evitar as brigas.

Apedrejar ônibus do clube adversário, por exemplo, virou rotina.

Isso sem falar nos encontros marcados através da internet para confrontos em locais combinados, o que beira o surreal.

Até os jogadores ficaram mais violentos...

Se vivos fossem meu avô e meu pai, nós três só iríamos para os estádios em um veículo blindado e com armadura, mas isso dificultaria muito comemorarmos os gols do nosso amado Fluminense.

Não tenho dúvida, optaríamos por assistir através da televisão, postura que penso que milhões (ou milhares) de torcedores de cada time de futebol já estão adotando.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 3 de julho de 2022

02 JUL 22 - DIA ANTOLÓGICO NO MARACANÃ


 

Ontem, a história do futebol mundial ganhou um capítulo especial dividido em quatro atos:

- o jogador Fred puxando os cânticos da torcida do Fluminense, enquanto caminhava ao lado do gramado do Maracanã e quando o placar exibia 3 a 0 para o tricolor;

- a explosão de euforia da torcida quando  foi anunciada a entrada de Fred;

- o gol que ele marcou, o quarto, que encerrou o placar; e 

- a emoção que se apoderou de milhões de torcedores tricolores e não tricolores, catalisada pelo amor que Fred demonstrou pelo Fluminense enquanto corria para comemorar com seus companheiros e com a torcida.

A conjunção desses fatores é rara, talvez demoremos décadas para que fato semelhante se repita. 

Ontem, mais uma vez, o Fluminense se eternizou. 

Eterno como as frases que o simbolizam como essa da qual desconheço a autoria: 

"O Fluminense não ganha, o Fluminense não empata e o Fluminense não perde. O Fluminense faz história".

Saudações tricolores!




terça-feira, 3 de novembro de 2015

ARENA PALMEIRAS: A FALTA DE UM DESFIBRILADOR DEVE SER INVESTIGADA


Prezados leitores, a existência de um desfibrilador em estádio de futebol deve ser encarada com um direito de todos os torcedores presentes ao evento.
A eficiência do equipamento está mais do que comprovada para aumentar as chances de sobrevivência.
Infelizmente, tudo indica que não existia esse equipamento na Arena Palmeiras no dia do jogo com o Fluminense, pelo menos não existia para pronto emprego onde estavam os torcedores tricolores, conforme os relatos.
Tal deficiência deve ser considerada na investigação sobre a morte do torcedor.

"Um médico, torcedor do Fluminense, foi quem começou a realizar os primeiros socorros e a massagear o peito de Flávio. Quando os bombeiros apareceram, chegaram sem a maca e não sabiam onde achá-la, retardando ainda mais o atendimento ao torcedor. Não havia, segundo as testemunhas, desfibrilador e nenhum tipo de equipamento para o socorro (Link)".

A inexistência do equipamento indispensável não altera o resultado do campo, mas deve gerar responsabilidade para quem deveria equipar o local com pelo menos um desfibrilador.

Juntos Somos Fortes!


sábado, 31 de outubro de 2015

MORTE DE TORCEDOR NA ARENA PALMEIRAS DEVE SER INVESTIGADA


Prezados leitores, caso ainda exista alguém com dúvida sobre a necessidade de ser investigado se o atendimento médico foi adequado na Arena Palmeiras, sugerimos a leitura do artigo publicado pelo Rodrigo Barros no seu site, ele esteve presente ao jogo.
"O meu prazer agora é risco de vida"
Acessem o link e leiam o artigo:


Existe uma fundada suspeita de que o atendimento médico demorou, como consta no artigo citado.
Reforça essa possibilidade o fato dos torcedores vaiarem o atendimento dos Bombeiros Militares como comprova o vídeo publicado no site do Globo Esporte.


Vaiar Bombeiros não é um comportamento normal da população, que tem os Bombeiros como heróis.
A grande verdade é que não devemos acusar ninguém, mas devemos cobrar uma investigação rigorosa.
Nesse sentido solicitamos que os torcedores que tenham filmado o atendimento que encaminhem vídeos para o Ministério Público ou encaminhem para o blog e nós faremos o encaminhamento:

pauloticardopaul@gmail.com

Além disso, quem presenciou os fatos e quiser colaborar, basta nois encaminhar, nós reuniremos todo material e encaminharemos ao Ministério Público.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

TORCEDOR DO FLUMINENSE MORRE NA ARENA. ALEGAÇÃO DE NEGLIGÊNCIA


Prezados leitores, os nossos sentimentos aos familiares e amigos do torcedor do Fluminense, senhor Flávio Gusmão de Figueiredo Mendes. 
Torcedores presentes alegam demora excessiva no socorro. 
Se isso for comprovado, estádio deve ser interditado.

"Site do Globo Esporte
29/10/2015 19h50 - Atualizado em 29/10/2015 22h09 
Tricolor morre após infarto na Arena; torcedores reclamam de negligência
Torcedor passou mal após a eliminação do Fluminense para o Palmeiras na Copa do Brasil. Tricolores presentes relatam demora exagerada na chegada do atendimento 
Um torcedor do Fluminense morreu ao sofrer um infarto logo após a decisão por pênaltis contra o Palmeiras, na noite da última quarta-feira, na Arena Palmeiras. Flávio Gusmão de Figueiredo Mendes tinha 51 anos, morava no Rio de Janeiro e viajou a São Paulo para assistir ao confronto, que terminou com classificação paulista. Torcedores tricolores que estavam no estádio reclamaram de lentidão no atendimento ao torcedor (Assistam o vídeo).

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 9 de julho de 2014

FUTEBOL: A INVOLUÇÃO DO TORCEDOR BRASILEIRO



Prezados leitores, quem acompanha futebol há muitos anos percebeu como o jogo evoluiu.
Regras mudaram.
As táticas se refinaram.
O treinamento dos atletas evoluiu de forma fantástica.
Os salários dos jogadores, técnicos e auxiliares se multiplicaram milhares de vezes.
O número de patrocinadores é cada vez mais maior, sendo que em alguns clubes parece já estar faltando espaço nas camisas, calções, meias e chuteiras para colocar uma marca.
As transmissões pelas redes de televisão possuem cada vez mais recursos.
O jogo virou uma fonte extraordinária de dinheiro para quase todos os envolvidos no jogo, menos para os torcedores, pois os ingressos encareceram bastante.
Analisando todo o processo, o torcedor involuiu, retrocedeu.
O torcedor brasileiro emburreceu.
Hoje apesar  de todos os recursos que a tecnologia nos oferece, por exemplo, acreditamos em comentaristas que insistem em querer nos convencer que o que nos estamos vendo não ocorreu, mas sim o que eles querem nos passar.
Aliás, como cresceu o número de comentaristas.
Algumas redes de televisão possuem um comentarista para a arbitragem e mais de um para comentar tecnicamente o jogo.
As mesas táticas avançam e logo teremos um jogo simulado nelas.
Enquanto isso, o torcedor emburreceu tanto que brigam entre si, enquanto todos os outros envolvidos no jogo desfilam suas fortunas.
Brigam e se matam nos estádios e nas ruas, como se torcer por outro clube transformasse alguém em inimigo mortal.
Aliás, torcidas do mesmo time brigam entre si.
O torcedor brasileiro emburreceu tanto que acredita que a seleção seja a pátria de chuteiras.
Chora um patriotismo que só existe na sua cabeça e que os jogadores não demonstram.
Ontem, o Brasil levou uma surra da Alemanha, isso é fato, mas os torcedores não devem estar preocupados com isso, afinal, após a disputa do terceiro lugar, os jogadores da seleção deixarão o Brasil e retornarão para os países onde moram e vivem como milionários, alguns como bilionários.
O torcedor brasileiro precisa seguir em frente e evoluir.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 26 de janeiro de 2014

TORCEDOR DO FLUMINENSE ALEGA TER SIDO AGREDIDO APÓS JOGO NO MARACANÃ

Prezados leitores, assistam o depoimento de um torcedor do Fluminense que alega ter sido agredido após o jogo Fluminense e Bonsucesso:

   


#lusagate 

Juntos Somos Fortes

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A IMPRENSA SE MOBILIZA -"O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"

Prezados leitores, um novo artigo que usa a técnica de fazer pilhéria para desacreditar as teorias que eles consideram fruto de mentes que acreditam em Papai Noel. 
O primeiro que nós comentamos foi "OS FATOS, ESSES CHATOS" do editor-chefe do Globo Esporte, jornalista Gustavo Poli (Link).
Não comentaremos previamente o artigo de Juca Kfouri, vamos deixar que vocês leiam e só faremos algumas observações no final.
Eis o artigo: 

"BLOG DO JUCA KFOURI 
Eu acredito” virou a marca registrada da maior conquista de um clube brasileiro neste 2013 que se encerra, graças à campanha do Galo na Libertadores. 
Foi mesmo necessária muita fé, como é para acreditar no que segue abaixo. 
O Flamengo se deu conta na noite do sábado do erro cometido em escalar André Santos contra o Cruzeiro e de que poderia ser rebaixado.
Aí, um Maquiável rubro-negro procurou o advogado rubro-verde que fez chegar ao presidente da Lusa e, por este, ao técnico do time, a necessidade de escalar o suspenso Héverton no jogo contra o Grêmio. 
Caso o Fluminense estivesse vencendo o Bahia — o que aconteceu fruto de outra combinação que redundou na demissão do treinador tricolor baiano — o jogador luso irregular entraria em campo, com o que a CBF poderia denunciá-lo por intermédio do procurador do STJD e este derrubaria a Lusa, salvando o Flamengo. 
O prêmio?
Pagar o aval do presidente luso num empréstimo de mais de R$ 40 milhões com um banco. 
Mais: a Lusa segue com a mesma cota que a TV paga na primeira divisão, com o que garante sua volta rapidamente. 
Mais ainda: a Lusa passaria a contar com o patrocínio de uma empresa estatal, a Caixa, em 2014 
Com o que o Brasileirão do ano que vem não sofreria tanto e a Série B, agora na Rede TV!, não ganharia a audiência no Rio. 
Uma trama genial como se vê, que envolve além da cartolagem do futebol, o governo e a Globo. 
Não se contava, apenas, que a decisão do STJD fosse revelada ilegal, embora nada indique que a sentença venha a ser corrigida. 
E é por isso que o Ministério Público de São Paulo abriu inquérito. 
Nem mesmo a teoria sobre a derrota do Brasil na Copa de 1998 foi tão rocambolesca, maliciosa, brilhantemente engendrada, por envolver bem menos protagonistas. 
Mas até hoje há quem acredite nela. 
Como em Papai Noel".

Nós fizemos um comentário sobre esse artigo no blog do Juca Kfouri, mas parece que ele não foi aprovado ou ainda está sendo avaliado.
Prezados leitores, vejam a imagem que foi usada para ilustrar o artigo do Juca Kfouri:




Juntos Somos Fortes!

A GLOBO QUASE "CONFESSA" - "O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGUESA"



Prezados leitores, ontem publicamos e comentamos um texto do jornalista global Gustavo Poli:
"COLUNA DOIS
Segunda-feira, 23/12/2013 às 19:27
por Gustavo Poli
OS FATOS, ESSES CHATOS"

Solicitamos que leiam o texto e os nossos comentários, pois faremos novos e importantes observações (Link). 
Primeiro, quem é o jornalista Gustavo Poli?
Direito ao google e encontramos a citação do jornalista no site "Ouro de Tolo", postado em 17 de dezembro de 2013, em um artigo intitulado "Jogo Misto - Gustavo Poli", categorizado Pedro Migão (Link).
O artigo é uma entrevista feita pela coluna "Jogo Misto" com Gustavo Poli.

"Gustavo Poli, carioca, beirando os quarenta, jornalista esportivo, Editor-Chefe do site Globoesporte.com, autor em parceria com Lédio Carmona (os dois na foto acima) do “Almanaque do Futebol Brasileiro” – do qual tenho a primeira edição autografada e a segunda impressa (risos). Dono do “Coluna Dois”, no Globoesporte.com, sobre o lado humano do futebol – embora na visão deste humilde blogueiro seja atualizado com uma frequência bem menor que a desejável…"

Elogios à parte, fica claro que o jornalista Gustavo Poli exerce função importante na estrutura do jornalismo esportivo das Organizações Globo, não é um simples auxiliar, portando, a sua opinião tem influência sobre tudo o que é ou não escrito no site do Globo Esporte.
Ratificamos só estamos tratando de fatos, como fizemos em toda série.
Como comentamos o tom de pilhéria (gozação) que permeia todo artigo pode ser interpretado como uma forma de desacreditar todas as teorias que surgiram em decorrência do rebaixamento da Portuguesa. Uma forma de dizer: 
Esqueçam isso!
Isso tudo é bobagem.
Não! Não vamos esquecer.
O próprio título sugere o deixa isso para lá: Os fatos, esses chatos.
Como se nas teorias sobre o rebaixamento da Portuguesa não existissem fatos, só invenções.
A nossa está baseada só em fatos.
No artigo anterior comentamos que a frase de Héverton citada por Poli, o google não achou em nenhum outro lugar:

- Hã? Eu não falo com o presidente da Portuguesa há quatro meses.

Não estamos afirmando que ele está mentindo, que inventou a frase, apenas não tivemos a competência de achá-la em nenhum outro lugar. Nem achamos referência à entrevista dada pelo jogador de onde teria sido extraída a frase.
Gustavo Poli esqueceu de colocar o link para que os leitores pudessem acessar a entrevista. Isso é um fato chato.
Obviamente, como editor-chefe do site Globo Esporte, ele tem acesso a dados que o ser humano comum não tem, como é o nosso caso.
Quem sabe não foram os "alienígenas azuis" a fonte?
Além disso, a frase, caso verdadeira, demonstra que o presidente da Portuguesa é omisso por completo em relação ao futebol, tendo em vista que a frase indica que ele não conversa com os jogadores, apesar da Portuguesa viver uma crise financeira e estar lutando contra o rebaixamento.
Avançando nas "piadas" que Gustavo Poli faz por todo o seu bem escrito artigo, muito bem escrito, encontramos algo importante, relevante, certamente, não criada pelos seus "alienígenas azuis". Ao contrário, está na parte em que ele escreve com seriedade, ou seja, a parte que deseja que tenha credibilidade:

(...)
 "1 - Qualquer clube – de qualquer série – teria feito exatamente a mesma coisa que o Fluminense fez. Diante do erro alheio – teria buscado seus direitos no tribunal. Portuguesa (e antes o Flamengo) fizeram uma lambança siderúrgica e indesculpável. Isso quer dizer que o rebaixamento da Lusa é justo? Não. A pena é muito maior do que o crime. Mas... quem cometeu o pecado foram os dirigentes do time paulista. Não foi o Fluminense que deu mole e escalou o Héverton".
(...)

Notem, ele culpa o Fluminense, exatamente como parte da imprensa tentou fazer o tempo todo:

"1 - Qualquer clube – de qualquer série – teria feito exatamente a mesma coisa que o Fluminense fez. Diante do erro alheio – teria buscado seus direitos no tribunal".

De onde ele tirou isso?
Obteve tal informação em um disco voador para onde foi abduzido em algum momento?
A iniciativa não foi do Fluminense. Outro fato chato.
Lembram do título: "Os chatos, esses chatos".
O que ele escreveu não é um fato.
E, acrescenta:

"Portuguesa (e antes o Flamengo) fizeram uma lambança siderúrgica e indesculpável".

Por favor, leiam novamente:

"Portuguesa (e antes o Flamengo) fizeram uma lambança siderúrgica e indesculpável".

Então, ele concorda que André Santos (sábado) e Héverton (domingo) foram escalados ilegalmente, portanto, devem os clubes devem perder os pontos.
A dúvida que resta é quando Gustavo Poli soube que André Santos tinha sido escalado irregularmente, pois sendo editor-chefe do Globo Esporte, sem dúvida, teria denunciado de imediato esse fato, tenho certeza.
Embora envolto pelo mundo do futebol, ele não leu a publicação feita no site Lancenet (e em outros) sobre a situação irregular de André Santos, a qual foi postada no dia 6 de dezembro de 2013, às 19:39 horas, um dia antes do jogo do Flamengo:

"LANCEPRESS! - 06/12/2013 - 19:39 Rio de Janeiro (RJ) Suspenso, André Santos não enfrenta o Cruzeiro pelo Brasileirão. Lateral-esquerdo foi expulso no segundo jogo da final da Copa do Brasil e terá de cumprir suspensão contra a Raposa (Link).

Ele não leu na sexta, não leu no sábado, não leu no domingo, simplesmente não leu.
Caso contrário teria colocado a boca no trombone, por assim dizer, pois o maior furo de reportagem do ano esportivo teria sido alguém da imprensa publicar, comunicar ao público, que o Flamengo iria perder 4 pontos e correr o risco de ser rebaixado no domingo, um risco de 40%.
Nem ele comentou e nem ninguém da imprensa, muito menos os "alienígenas azuis" que ele cita no artigo.
Por mais impressionante que possa parecer, nem o Lancenet deu o furo.
Prezados leitores, como explicar que nem o órgão da imprensa que comunicou que o jogador não podia jogar, deu o furo do ano imediatamente após o jogo, publicando que o Flamengo iria perder 4 pontos?
"Fatos, esses chatos".
Em razão de todos esses fatos chatos não podemos concordar com Gustavo Poli, nem quando tenta livrar a imprensa de responsabilidade, nem quando tenta desacreditar todas as teorias.
Por derradeiro, pegamos emprestado o último parágrafo do seu texto e complementamos:

"A ignorância, escreveu um poeta inglês em 1742, é uma benção. Dois séculos depois, um escritor americano respondeu com ironia: os fatos, esses chatos, teimam em acontecer mesmo quando ignorados. Em 2013, um blogueiro brasileiro escreveu que parte da imprensa manipula os fatos".

Foto: Filme Avatar - Vortex Cultural

Juntos Somos Fortes!

"O FLAMENGO E O REBAIXAMENTO DA PORTUGESA" - A IMPRENSA NÃO TEM CULPA, SEGUNDO A GLOBO



Prezados leitores, um companheiro de twitter encaminhou esse texto da lavra do jornalista Gustavo Poli, salve melhor juízo, editor do Globo Esporte. É um artigo bem escrito, onde o autor carrega no humor, uma técnica par afastar a seriedade do tema. Ele trata de teorias conspiratórias sobre o rebaixamento da Portuguesa. 
Entre uma gozação e outra ele desqualifica todas as teorias, mas simultaneamente faz uma defesa da imprensa, uma vítima dos conspiradores. Ele transforma a imprensa em uma ilha de honestidade, como se a imprensa não representasse uma parte do povo brasileiro quer tem como máxima levar vantagem em tudo.
Respeitosamente, eles também estão na imprensa e são capazes de tudo para levar avantagem. Não existe só santos na imprensa.
Além disso, o autor é empregado do principal interessado no desfecho dessa historia: será que algum brasileiro tem dúvida sobre quem a Globo prefere na primeira divisão: o Flamengo, o Vasco, o Fluminense ou a Portuguesa?
Interessante destacar que a frase que ele atribui ao jogador Hévertom (Hã? Eu não falo com o presidente da Portuguesa há quatro meses.), ao ser colocada no google, só aprece no sire do autor. Não encontramos referência em outro órgão da imprensa, algo que soa estranho.
Gustavo Poli acusada a todos, faz piadas sobre todos e isenta a imprensa.
Eis o artigo, publicado ontem: 

"COLUNA DOIS 
Segunda-feira, 23/12/2013 às 19:27 por Gustavo Poli Os fatos, esses chatos 
Nós adoramos um boitatá. Mesmo diante de evidências evidentes, da afeição tupiniquim pela lambança como método, e de todas as disposições em contrário... o brasileiro prefere acreditar em forças obscuras. Não há como negar: nutrimos especial apreço pela Mula-sem-cabeça, pela Cuca, pelo Saci-pererê. Queremos discos voadores, duendes travessos e personagens afins. Vejam a semana do futebol. O caso Héverton cuspiu um Arquivo X por dia. A cada instante, numa rede social ou celular perto de você, surgia uma conspiração diferente. 
Num país de centrões, mensalões e lalaus, é compreensível que o povo acredite que há sempre algo debaixo dos panos proverbiais. Muitas vezes há. O problema é que esse “algo”, quase sempre, é acidental. É uma lambança, uma malandragem rasteira, um drible de corpo – e não uma armação refinada. Amigos, estamos no Brasil – onde esta semana, “celebramos” o 30o aniversário do roubo da Jules Rimet. 
Para os mais jovens, vale a memória: o Brasil faturou a Jules Rimet com o tri mundial no México em 1970. Vinte e três anos depois, a taça original ficava em exposição na sede da CBF – enquanto sua réplica era guardada num cofre.
Leia de novo a frase anterior.
(Mais uma vez) 
(Só mais uma)
Pois bem – como o leitor deve ter presumido - larápios agradeceram a gentileza e passaram a mão no troféu. Claro que, como bons bandidotários brasileiros – acabaram presos e, depois do tradicional sabão, confessaram. Só que a polícia – aparentemente – tinha chegado tarde. Os malandros já tinham derretido a taça. Para a posteridade sobrou a réplica... que estava no cofre. E o sorriso amarelo da jumência. 
O episódio sublinha a tese: somos muito mais competentes na arte da lambança do que na da armação. Nossos vilões mais consagrados são de desenho disney: atrapalhados, aparecidos, especialistas em deixar rastro. De Cachoeira a Delúbio, passando por Waldebran e Carequinha da Grana. João Bafo-de-Onça perde. arquivox 
Nossos corruptos são filmados levando grana e fazendo boquinhas. Nossos meliantes viajam com dinheiro escondido na cueca (e são apanhados). No país onde cachorros oficiais voam de helicóptero e implantes aterrissam nas asas da FAB – é preciso muita fé para acreditar que, em tempo recorde, os competentissimos dirigentes de futebol teriam sido capazes de armar silenciosamente para rebaixar um time e poupar outro.
Escolha uma teoria conspiratória
O mais divertido do Hevertongate é que ele demanda uma múltipla escolha entre teorias conspiratórias. Primeiro queriam salvar o Flu. Depois o Fla. Depois o Fla e o Flu. Ou seria o Vasco? Arrá – a intenção secreta seria melar o campeonato de pontos corridos e preparar a volta do mata-mata!? 
teoria 
O primeiro Arquivo-X enxergou as digitais do Fluminense na escalação soturna de Héverton. O time carioca, o Richard Kimble do desrebaixamentos, teria comprado a Lusa com dinheiro de sua patrocinadora. Como a Lusa vai perder ali uns R$ 20 milhões ao cair – imagina-se que a Unimed-Rio tenha oferecido planos de saúde para comerciantes portugueses até 2122 com cobertura infinita. 
Uma segunda tese dizia que o Vasco tinha preparado tudo – graças às conexões lusitanas – de modo a melar o campeonato e evitar sua queda. Como a trama precisaria ter sido urdida pelo Roberto Dinamite – a versão não ganhou muita tração. Era mais fácil Roberto ter achado uma lâmpada, esfregado e dela ter saído um gênio em forma de Eurico Miranda pra realizar três desejos... do que conseguir armar algo assim. 
(Vascaínos maldosos contaram essa piada – de que Roberto achou essa lâmpada enquanto andava por São Januário... e que, Eurico-gênio, a contragosto, se viu obrigado a realizar os três desejos. Mas Roberto não conseguiu decidir o que queria – e os dois se viram condenados a viver para sempre numa dobra do espaço-tempo) 
A terceira onda conspiratória apontava o dedo para o Flamengo. Ao perceber que escalara André Santos de forma irregular, na noite do sábado, dia 05/12, o rubro-negro carioca teria mobilizado a Globo, o Papa, a Nasa e provavelmente o Comando Anti-Monstro para, através de telepatas secretamente treinados, persuadir Guto Ferreira a escalar o Héverton. 
Numa versão mais radical, houve quem dissesse que alienígenas azuis teriam abdudizdo todo o staff jurídico da Portuguesa e implantado andróides sem cérebro em seus lugares. Um dado para reforçar essa suspeita: Oswaldo Sestário – que claramente veio da galáxia de Andrômeda. A teoria chegou a ganhar força após a atuação extraterrestre da Portuguesa nos tribunais até que... alguém lembrou que... o Flamengo jogou no sábado. Se o Flamengo soubesse na sexta que tinha feito bobagem.. de repente bastava não ter escalado o André Santos no dia seguinte, certo? Ou de repente o clube fez a besteira e, ainda no vestiário pós-jogo, usou uma máquina do tempo, voltou um dia no passado justo a tempo de trocar Sestário pelo Carlos Eduardo de peruca. Não que não seja possível mas... 
No twitter, circulou uma versão de Héverton teria dito, numa conversa, que tinha jogado suspenso a mando do presidente da Portuguesa. Héverton, claro, tinha esquecido de mencionar isso em todas as 700 entrevistas que deu e, de repente, num súbito acesso de sinceridade, resolveu soltar essa num bate-papo informal. Um portal de torcedores do Fluminense ecoou a história. Héverton, ouvido sobre o tema, riu e comentou: 
Hã? Eu não falo com o presidente da Portuguesa há quatro meses.
As teorias, e a semana em geral, nos lembraram mais uma vez como o torcedor de futebol médio é incapaz – absolutamente incapaz – de argumentar racionalmente quando o tema envolve seu time. É compreensível – a paixão pelo time faz parte de cada fibra do sujeito. Ele sente cada notícia “negativa” como um ataque pessoal. Os intelectualmente menos abençoados então... se sentem ofendidos de verdade. Mais - se sentem no direito de reagir com toda sorte de violência verbal. E não apenas. 
Esse comportamento, levado ao extremo, produz cenas como a do vascaíno na arquibancada com barra de ferro na mão (e prego na ponta) pronto a esmagar o crânio de um desacordado. Pode soar surreal – mas aquele sujeito acreditava estar protegendo seu time, sua paixão, seu território. 
No mundo virtual, os nocautes são mais sutis. A testosterona, que flui em digitadas linhas, produz um UFC por polêmica - mas ninguém sai de maca. Era de se esperar, pois, que o debate judicial da semana produzisse gentilezas variadas. Mas foi algo inesperada sensação de torcedores do Fluminense - que se sentiram vítimas - reclamando que o clube foi moralmente linchado antes/durante e depois do ex-rebaixamento. 
O principal alvo das reclamações tricolores foi essa entidade vaga que chamamos de imprensa esportiva. Jornais e sites foram questionados, atacados, criticados. Os torcedores estrilaram porque o Sportv lembrou que, em 2010, o procurador Paulo Schmitt deu uma declaração em tom ameno sobre mudar o resultado do campo. “Estão querendo condenar o Fluminense!”. Era apenas uma informação relevante. Ouvido, Schmitt disse que a declaração estava fora de contexto – e o leitor/espectador formou sua opinião como quis. 
Os teóricos do “linchamento” foram mais longe. Comentaristas que – em mesas-redonda – consideraram “imoral” ou “vergonhosa” a decisão do STJD – foram acusados de estimular a violência. Houve realmente quem dissesse que opiniões assim aumentavam a hostilidade contra tricolores nas ruas. 
Culpar o mensageiro, como se sabe, é uma prática ancestral. Exageros à parte, o Fluminense foi vítima do destino – e não da imprensa. Não foi a imprensa que desrebaixou o Fluminense três vezes. A imprensa apenas relatou o que aconteceu – e pela terceira vez – seja por fatores externos, internos ou sobrenaturais – o Fluminense foi beneficiado fora de campo. Quem metralhou o tricolor das Laranjeiras foram os torcedores rivais - que sentiram a não-queda como ofensa. Comentaristas são pagos para opinar. Você pode discordar ou concordar com eles ( em geral os torcedores concordam com aqueles que dizem-o-que-eles-querem-ouvir). E a imprensa trabalha melhor quando oferece contexto e pluralidade. Ou seja: quando ecoa todos os lados e pontos-de-vista. O que, nesse caso, foi feito e de forma correta. Juristas de diversas matizes produziram teses contraditórias - que foram publicadas por toda parte. Mas tanta coisa foi publicada e discutida - e tamanha foi a grita - que algumas verdades me pareceram descer ao subterrâneo. Talvez por isso os tricolores tenham se sentido vítimas. Vale, por isso, desenterrá-las: 
1 - Qualquer clube – de qualquer série – teria feito exatamente a mesma coisa que o Fluminense fez. Diante do erro alheio – teria buscado seus direitos no tribunal. Portuguesa (e antes o Flamengo) fizeram uma lambança siderúrgica e indesculpável. Isso quer dizer que o rebaixamento da Lusa é justo? Não. A pena é muito maior do que o crime. Mas... quem cometeu o pecado foram os dirigentes do time paulista. Não foi o Fluminense que deu mole e escalou o Héverton.
2 - Se qualquer outro time estivesse no lugar do Fluminense – seus torcedores teriam adotado o discurso legalixsta. Teriam repetido as mesmas palavras que os tricolores disseram – letra por letra, artigo por artigo. Tem que cumprir a lei etc. E, certamente, os tricolores estariam do outro lado – lamentando a grande injustiça cometida contra a Portuguesa.
3- - A pena de perda dos pontos é por causa do jogo – não por causa do campeonato. Errado ou certo, o Tribunal não poderia julgar o campeonato – só o caso. É assim que o sistema funciona.
4 – Se existe tribunal – é porque a pena não deve ser meramente aplicada – seja ou não discricionária. O sistema judicial esportivo brasileiro é único – pois acredita no contraditório e no direito à defesa. Como demonstrado no caso do Cruzeiro – a pena de perda de pontos não é cabal. Mas é muito grave escalar um jogador irregular. Leniência, nesse caso, pode afetar a integridade do esporte. Ênfase no “pode”. 5 – É, repita-se, inaceitável que, em 2013, uma informação “de boca” seja responsável pela perda de pontos (e pelo rebaixamento) de uma equipe. Na era da informação, a CBF permitir que um jogador suspenso possa ser escalado é algo contrário aos interesses do esporte.
6 – É evidente que o tamanho da reação dos outros é maior porque o beneficiado foi o Fluminense – e não outro time. A carga da virada de mesa de 1996/97 e do salto divisional de 2000 pesa. Não importa para os rivais – e isso o torcedor tricolor deve entender – se o clube teve algo a ver com as ações que levaram a isso. Importa é que soa injusto. E isso criou essa sensação gigante de antipatia - que vai demorar a passar.
7 - Concordar com a tese do jurista que apóia seu time é como concordar com o árbitro que marcou pênalti duvidoso a favor. É fácil. O contrário... é que são elas.
Ah, a ignorância... 
Quando a poeira começou a baixar... os mesmos tricolores que reclamavam da imprensa correram para retuitar e compartilhar a reportagem sobre os vazamentos no Flamengo. Mas.. peraí? E o linchamento? Aí foi a vez de alguns rubro-negros – que antes vibravam com as reportagens sobre o cai-não-cai do Flu – entrarem em campo estrilando. 
O curioso é que as pessoas não percebem a própria parcialidade. O sujeito oscila entre lobo e hiena com a maior das facilidades dependendo da notícia. Se a notícia ruim é sobre o time dele... quer o fígado. Se a notícia ruim é sobre o rival... que delícia – vamos compartilhar, rir, dividir etc. No primeiro caso, a imprensa é isso, aquilo e aquilo outro. No segundo, botão de share. 
O torcedor tem um interesse apenas: ganhar – dentro e fora de campo. A vitória de seu time traz uma sensação atávica – é como se ele ganhasse, como se seu “mundo particular” fosse vingado e consagrado. É isso que o torcedor projeta naqueles 11 sujeitos suados chutando uma bola durante aqueles 90 minutos. E também na partida eterna do time contra seus rivais. 
Se futebol faz diferença na sua vida durante a semana – se você vai estar bem ou mal-humorado, se vai zoar ou ser zoado, se vai conseguir dormir ou não... é porque, sim, aqueles sujeitos suados fazem diferença ao representar a camisa que você, por algum motivo, escolheu. Aquela camisa que faz você se sentir especial – seja sofrendo, sorrindo, chorando, cantando ou vibrando. 
Essa camisa diz tanto que, quando você vê esses jornalistas chatos lembrando que são seres humanos que a vestem – e não super-heróis – você não gosta. Você não quer saber que esses seres humanos erram, fazem sandices, perdem gols, faltam treinos, namoram periguetes, esquecem de avisar que jogadores estão suspensos... bom – quem quer saber disso? É fofoca! Quem quer saber das lambanças lá de casa? Quem deixou esses frustrados entrarem aqui pra saber disso? Quem deixa esses desgraçados falarem sobre isso? Que direito eles têm? Eu, se fosse dirigente de clube, não deixava eles entrarem mais! Ficava só com o site oficial ou com quem só fala aquilo que eu quero ler ou ouvi... epa... peraí... 
A ignorância, escreveu um poeta inglês em 1742, é uma benção. Dois séculos depois, um escritor americano respondeu com ironia: os fatos, esses chatos, teimam em acontecer mesmo quando ignorados". 

Isso é sinal que a imprensa está preocupada, vai que uma teoria emplaca.

Juntos Somos Fortes!