JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 27 de maio de 2023

A CRIMINALIDADE TORNOU O ESTADO DO RIO DE JANEIRO INVIÁVEL



Quem viveu no Rio de Janeiro nas últimas décadas constatou um aumento vertiginoso da criminalidade violenta e não violenta.

Quadrilhas armadas que atuam no tráfico de drogas, de armas e que submetem comunidades inteiras aos seus atos ilícitos, roubos em estabelecimentos bancários, roubos de veículos e de cargas, são exemplos dessa violência descontrolada.

Outros grupos criminosos não usam violência para praticarem os mais variados tipos de fraudes inclusive através da internet, sendo que os esquemas de desvio do dinheiro público são a parte mais danosa, considerando que afeta a população como um todo.

Nesse quadro que só se agrava, sofre o cidadão de bem, completamente acuado.

Enquanto isso ocorre, o governo estadual não consegue evitar esse crescimento e fica "enxugando gelo" para a felicidade de toda a criminalidade organizada.

O Projeto Cidade Integrada é o fracasso mais recente.

Para agravar ainda mais o quadro o governo prejudica financeiramente os Militares e os Servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro, ativos, inativos, pensionistas e sequelados.

Quem vive no Rio de Janeiro sabe que o estado se tornou inviável.

Vale lembrar frase antiga: o último apague a luz.

Juntos Somos Fortes!


sexta-feira, 15 de julho de 2022

FUTEBOL - O TORCEDOR VIROU UM GLADIADOR?


Internet


Lembro os clássicos no antigo Maracanã lotado com mais de 100 mil torcedores mal acomodados nas suas arquibancadas de cimento, nas suas cadeiras de ferro e, no espaço mais democrático, nas sua geral onde os espectadores ficavam em pé.

As arquibancadas eram nosso lugar escolhido.

Não foram raras as vezes que tivemos que evitar levantar, isso para não perder o lugar, sendo a exceção a vibração a cada gol.

Íamos em três: meu avô, meu pai e eu.

Três tricolores de coração.

Tal rotina agradável se repetia toda semana até o falecimento do meu avô, que chegou a ir conosco ao Maracanã praticamente só enxergando vultos. Ele levava o seu rádio de pilha e ficava ao nosso lado ouvindo as transmissões.

Optamos na época por não vestirmos as camisas do clube e não também não levarmos bandeiras, a violência já se fazia presente, sempre foi melhor prevenir do que remediar.

Morávamos longe do Maracanã, isso justificava nossa prevenção.

Sim, a violência entre torcedores não é coisa nova, tanto que cada torcida entrava por uma rampa do estádio, mas saíam pela mesma rampa após cada jogo.

Hoje grupos violentos integram todas as torcidas dos grandes clubes do Brasil, grupos que se enfrentam fora e dentro dos estádios, em verdadeiras batalhas, sendo que muitas mortes aconteceram nesses confrontos.

A violência se instalou de tal forma que grupos diferentes da  mesma torcida, brigam entre si, talvez em busca da hegemonia na prática desses crimes.

Como escrevi anteriormente, tal violência não é uma exclusividade brasileira, assistimos ela em diversos países, isso é fato, mas no Brasil a situação está completamente fora de controle.

As autoridades até tentam evitar esse flagelo que afasta o futebol da qualificação de esporte, mas não conseguem obter sucesso.

Se determinam que apenas a torcida de um clube possa entrar no estádio, as brigas ocorrem no entorno ou no caminho, não conseguem evitar as brigas.

Apedrejar ônibus do clube adversário, por exemplo, virou rotina.

Isso sem falar nos encontros marcados através da internet para confrontos em locais combinados, o que beira o surreal.

Até os jogadores ficaram mais violentos...

Se vivos fossem meu avô e meu pai, nós três só iríamos para os estádios em um veículo blindado e com armadura, mas isso dificultaria muito comemorarmos os gols do nosso amado Fluminense.

Não tenho dúvida, optaríamos por assistir através da televisão, postura que penso que milhões (ou milhares) de torcedores de cada time de futebol já estão adotando.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

BRASIL: A TRANSMISSÃO GENÉTICA DO CRIME



Republicação de artigo postado em 19 de setembro de 2013.
Quase cinco anos se passaram e algo parece que está mudando.

"BRASIL: A TRANSMISSÃO GENÉTICA DO CRIME
SELEÇÃO NATURAL
No século XIX o criminologista italiano Cesare Lombroso lançou a ideia do “criminoso nato” no seu livro “O Homem Delinquente”. Em apertadíssima síntese, Lombroso acreditava que o mal era hereditário, alguns seres humanos nasciam com o mal na sua carga genética. Uma espécie de degeneração. Além disso, acreditava que certas características físicas indicavam o indivíduo propenso a ser criminoso.
O tempo passou e Lombroso ficou no passado. Ele e sua teoria sobre a presença do instinto criminoso no genótipo e exteriorizada no fenótipo dos seus criminosos em potencial.
O Brasil do século XXI me faz lembrar de Lombroso, com o qual tive contato nos bancos escolares da Escola de Formação de Oficiais da Polícia Militar, nas aulas de criminologia, e da Faculdade Celso Lisboa, onde conclui a licenciatura plena em Ciências.
Será que Lombroso não tinha razão?
Faço esse questionamento em razão do fato de que nós, brasileiros, não estamos conseguindo evitar a proliferação da denominada “Lei de Gérson”, a que ensina que o importante é levar vantagem em tudo.
Prezado leitor, eu me sinto cercado pelo crime, considerando não só os crimes praticados pelos descamisados nas ruas, mas sobretudo os incontáveis escândalos políticos que parecem surgir através de “geração espontânea” , outra teoria ultrapassada, tamanha a quantidade que surgem no noticiário, sendo certa a existência de um número bem maior que não é divulgado.
Será que parte da nossa população tem na sua carga genética essa propensão para o crime?
Será esse o motivo de não conseguirmos controlar a criminalidade das ruas e a de colarinho branco?
Sim, as cadeias estão lotadas, mas só de pobres, pois só a eles conseguimos trancafiar. Mas isso não tem sido suficiente, temos que prender também os ricos, homens e mulheres.
Hora de agir"



quarta-feira, 8 de agosto de 2018

A VIDA DO POLICIAL IMPORTA SIM




Compartilho:

"Meu nome é Juliane, sou soldado da polícia militar. Eu sei porque eu estou aqui neste porta-malas escuro e frio, porque sou uma policial. Aguardo a cada segundo que meus parceiros me encontrem e avisem a minha família. Já se passaram cinco dias desde a minha morte, os tiros que me atingiram já não me causam dor. Sinto que estou em paz, mas minha mãe precisa saber de mim. Daqui tento imaginar o rosto da minha sobrinha que nasceu no sábado e eu não pude vê-la. Eu prometi ser uma tia e tanto para ela. Também prometi para a minha mãe que seria uma ótima filha e que daria muito orgulho para a família e com o pouco dinheiro que recebo na polícia militar eu iria ajudar a pagar a conta de luz e de água, e quem sabe fazer um churrasco com a família nos finais de semana. Aqui neste lugar apertado, também penso em como sonhei entrar na polícia. Eu jurei a bandeira para combater a violência, mas hoje sou uma vítima dela. Daqui de dentro não consigo mais ter sonhos...sinto uma angústia muito grande. Me pergunto: e os meus sonhos? E a minha família? A minha vontade de viver? Porque me mataram? Eu sou mais uma entre tantos parceiros que se foram nessa guerra sem fim. O que mais dói é saber que minha morte e minha família não terão o amparo que costumamos ver em alguns casos. Minha mãe não saberá o que é o direito humano. Minha sobrinha só vai ouvir falar de mim. Será que essas pessoas de terno e gravata que dizem cuidar do País conseguem me enxergar aqui dentro desse porta-malas? Só peço que cuidem de quem ficou. Minha vida acabou por aqui, mas torço que meus parceiros não tenham o mesmo destino infeliz. Eu sei quem fez isso comigo. Eles estão tranquilos, sabem que minha morte vai sair de graça perante a Lei fraca do nosso País, e mais do que isso, serão novamente considerados “vítimas da sociedade”. E eu sou o que então? Calma...ouço um barulho! Finalmente me encontraram! Minha mãe vai se despedir de mim, enquanto eu me despeço da farda. 

A VIDA DO POLICIAL IMPORTA SIM! NÃO VAMOS DESISTIR DA LUTA! HERÓIS, VOCÊS NÃO ESTÃO SOZINHOS!

TEXTO ESCRITO PELA JORNALISTA: 
LILLIANY NASCIMENTO 07/08/2018!"

sexta-feira, 29 de junho de 2018

RIO - ASSASSINATO DE POLICIAIS - "ATÉ QUANDO?"


Policiais Militares e Policiais Civis, ativos e inativos, são assassinados diariamente no Rio de Janeiro, tanto de serviço, quanto de folga.
Uma tragédia para toda sociedade.
A "matança" gera um clima de insegurança enorme, tendo em vista a interpretação no sentido de que se nem os policiais estão seguros, quanto mais o cidadão de bem desarmado.
Todos os moradores do Rio de Janeiro se sentem inseguros em qualquer lugar, dia e horário.
O medo é o companheiro diário.
Tal situação fez surgir uma expressão muito usada nas redes sociais e, algumas vezes, empregada até pela imprensa: "ATÉ QUANDO?"
Eu não tenho a resposta, mas tenho certeza que o quadro de terror é consequência de décadas de péssima gestão governamental na área da segurança pública.
Isso é um fato!
No caso específico da Polícia Militar esses incompetentes gestores impostos pelos governos acabaram com valores fundamentais da instituição, inclusive com a identidade institucional, situação essa que exigirá muitos anos para ser revertida.
Penso que não seja muito diferente a situação na Polícia Civil.
É muito triste vivenciar esse caos, sobretudo considerando que a expressão "ATÉ QUANDO?" ainda deverá ser repetidas muitas vezes, infelizmente.
É muita dor para os familiares e os amigos.
É uma tragédia social, como escrevi no início, que nem pode ser dimensionada tal a sua amplitude e capilaridade.
Deus nos proteja!

segunda-feira, 14 de maio de 2018

RIO - UM ESTADO DOMINADO PELO CRIME



As cobranças de multiplicam com relação a faltade resultados da intervenção federal na segurança pública.
Eu avisei que os interventores teriam enormes dificuldades para a consecução do objetivo mínimo de reverter a sensação de insegurança vivenciada pelos habitantes.
Tudo que começa mal (falta de planejamento) tem grande chance de dar errado, como ocorreu com a decretação política da intervenção.
Só nos resta confiar nas forças estaduais e nas forças federais,  esperarando por dias menos tenebrosos. 
Algo que considero muito difícil sem que ocorra uma redefinição em termos operacionais, a começar nas polícias estaduais,  Instituições que estão há vários governos atuando desviadas de suas funções constitucionais.
Polícia deve atuar como polícia.
Policial não é "guerreiro".
Guerreiro é quem é preparado para a guerra.
Policial é preparado para realizar o policiamento ostensivo, a preservação da ordem pública e a investigação policial.
Simples assim!

"Jornal O Dia
Bandidos explodem banco...
Link:

quarta-feira, 9 de maio de 2018

UM PM MORTO E OUTRO FERIDO NA ROCINHA


As informações ainda estão desencontradas nas redes.
Uns citam um gravemente ferido.
Outros que veio a óbito.
Link do Jornal O Dia:

quinta-feira, 3 de maio de 2018

quarta-feira, 25 de abril de 2018

FRACASSO DA OPERAÇÃO CONTRA MILICIANOS AUMENTA PRESSÃO SOBRE INTERVENÇÃO



Tenho feito breves comentários sobre a intervenção federal na segurança pública desde que ela foi decretada.
Disse que ela era necessária, mas que tinha sido decretada apenas como uma resposta política, não tendo sido devidamente planejada, jogando as Forças Armadas no inferno do Rio de Janeiro, sem qualquer possibilidade de atenuar os problemas da violência a curto e nem a médio prazos.
Afirmei que a população não poderia esperar milagres e que o caos da insegurança pública demoraria a ser atenuado.
Alertei que a esquerda iria atacar a medida do governo federal e que parte da imprensa também.
Tal pressão aumentará com certeza após o fracasso da operação para desbaratar um grupo miliciano, como as manchetes dos jornais desta quarta-feira já estampam.
Foi um tiro no pé, isso sendo benevolente.
Só no tocante ao gasto do dinheiro público com a operação, com a alimentação dos presos e com as pesadas indenizações que todos nós pagaremos, podemos classificar como um desastre a operação. 
O fato merece uma apuração por parte do Ministério Público (e dos encarregados pela intervenção) tendo em vista que os erros foram grosseiros com graves violações aos direitos constitucionais.
Apesar desse episódio lamentável, a intervenção poderá trazer benefícios para a população, a qual deve confiar nas forças policiais e nas forças federais, mas para que isso ocorra o planejamento das ações precisa ser exaustivo para minimizar equívocos.
Foi um tiro no pé, isso sendo benevolente, reafirmo.


sábado, 14 de abril de 2018

O PARADOXO DOS DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS



"Não consigo entender como uma organização (ou pessoa) que se diz defensora dos Direitos Humanos pode cobrar que a investigação de UM homicídio seja priorizada considerando os MILHARES de homicídios que ocorrem todos os anos (Coronel de Polícia Paulo Ricardo Paúl)".

quarta-feira, 28 de março de 2018

INFELIZMENTE A SOLDADO CAROLINE ERA ...

Transcrevo texto que circula nas redes sociais:




"Infelizmente a SD Caroline, era mulher, branca, heterossexual, não fazia apologia às drogas e abortos. 
Sua família não receberá telefonema do Papa, visita de cardeais, de artistas e direitos humanos, não haverá passeata pedindo o fim de bandidos ou contra assassinatos de policiais, não receberá nome de escola pública, tão pouco a mídia se revoltará contra seu assassinato, no programa encontro você sequer ouvirá algum comentário por esse crime.
Era uma PM que junto com seu companheiro de férias, ao serem reconhecidos como policiais foram alvejados, infelizmente Caroline veio a falecer, e seu namorado encontra-se em estado grave no hopital ( este também não receberá visita do cléro, DH, ou imprenssa midiática).
Eram apenas policiais, e policiais, existem para tomar tiro, eles sabiam desse risco quando se inscreveram para polícia! Não é isso?"

terça-feira, 27 de março de 2018

O PIOR ESTÁ POR VIR - ADVOGADO MARCOS ESPÍNOLA



"Jornal O Dia 
Opinião
O pior está por vir
Passado um mês de intervenção, o que se vê, segundo os registros de ocorrências das delegacias, é o crescimento de crimes como homicídios e roubos de carros e cargas 
Por O Dia 
Publicado às 03h00 de 26/03/2018 - Atualizado às 03h00 de 26/03/2018 
Marcos Espínola 
O que mais preocupa é como ficará o Rio após a intervenção, afinal, passado um mês de operações o que se vê, segundo os registros de ocorrências das delegacias, é o crescimento de crimes como homicídios e roubos de carros e cargas. Continuamos à espera de um futuro que não desponta no horizonte. Com a saída das tropas tudo voltará ao normal. Aliás, será pior, com o narcotráfico fortalecido e avançando não só nas comunidades, mas no Estado inteiro. 
A guerra não para. A média de policiais assassinados continua a mesma dos últimos anos. Antes mesmo do fim desse primeiro trimestre já atingimos quase 25% dos 134 policiais mortos em 2017. 
Intervenção e o apoio dos militares são essenciais, porém o comando das ações deve ser dividido com as polícias militar, civil e federal, esta última, comprovadamente com experiência investigativa. O olhar das forças armadas sobre a violência urbana não é igual ao das polícias. 
O que se tem feito em algumas localidades, como na Vila Kennedy, por exemplo, não tem qualquer eficácia, com os militares tirando as barricadas e os bandidos as recolocando no dia seguinte. Um movimento inócuo e que desmoraliza o poder constituído. 
Intervenção se faz com democracia e justiça. Isto significa direcionar o foco numa estratégia que contemple ações conjuntas dos militares, policiais e todas as outras áreas do poder público. Criar núcleos de identificação que mapeie cada localidade para depois agir. E quando for para entrar nas comunidades que entrem com todos os serviços que resgatem a dignidade de todos ali presentes em condições sub-humanas. 
Se for para sufocar os bandidos que isso se inicie nas fronteiras, minando os corredores de circulação das mercadorias. Quem quer a paz tem que enfrentar a guerra estrategicamente. 
É preciso que uma voz se levante e assuma tal postura, como ocorre na Lava-jato. Disposição para lidar com o que pode vir pela frente, como possíveis nomes poderosos que possam estar ligados às indústrias das drogas e armas. 
Segurança pública não se resolve com poder bélico, pois a violência é fruto da desigualdade social, da precária educação e saúde, da falta de oportunidade de emprego, da ausência de políticas públicas sérias para o bem social e coletivo. 
São necessárias ações conjuntas das instituições e que ofertem todos os serviços essenciais para a cidadania. Aí sim, podemos vislumbrar um futuro melhor. 
Marcos Espínola é advogado criminalista (Fonte)".

sábado, 17 de março de 2018

ANTES DE ACUSAR POLICIAIS ASSISTA O VÍDEO



Uma tragédia aconteceu no bairro onde resido como comentei em artigo anterior (Link).
Em respeito aos familiares e aos amigos não postarei o vídeo exibido pela imprensa onde aparecem as imagens do assalto repletas de crueldade, peço aos interessados que o localizem nas matérias televisivas.
Observem que com a chegada da polícia um criminoso adota um procedimento comum no mundo do crime, ele atira contra um inocente, no caso a vítima fatal foi o motorista que estava sendo assaltado. O objetivo dessa ação é retardar a ação policial e facilitar a fuga, tendo em vista que os policiais devem priorizar o socorro.
Espero que a partir desta constatação as pessoas passem a conceder aos policiais pelo menos o benefício da dúvida quando "balas perdidas" atingirem inocentes no curso das operações policiais e surgirem as acusações rotineiras dando conta que eles foram os autores do(s) disparo(s).