Eis a "pacificação" implantada no Rio de Janeiro.
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sábado, 12 de maio de 2018
IMAGENS DO "RIO PACIFICADO"
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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
VÍDEO - IMAGENS DA "PACIFICAÇÃO"
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terça-feira, 9 de janeiro de 2018
POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO EM MACAÉ E TROPA "CORRE ATRÁS" DOS CRIMINOSOS
Mais um Policial Militar é assassinado no Rio "pacificado" por Cabral e Beltrame.
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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
TRAGÉDIA - 130 POLICIAIS MILITARES ASSASSINADOS NO RIO DE JANEIRO
Erros governamentais são a causa principal dessa tragédia.
"Jornal O Dia
Sargento da PM é morto na Zona Norte
Número de PMs mortos este ano no estado já chega a 130
20/12/2017 21:11:45 - ATUALIZADA ÀS 20/12/2017 21:27:07
Rio - O sargento da Polícia Militar, Marcelo Oliveira Diniz, morreu após ter sido baleado. O PM foi ferido no final da tarde desta quarta-feira durante uma operação na Pavuna, na Zona Norte do Rio.
De acordo com a polícia, ele foi atingido por criminosos ao tentar recuperar um carro, durante uma abordagem na Estrada do Rio do Pau. Marcelo foi encaminhado ao Hospital Albert Schweitzer, mas não resistiu aos ferimentos. A Delegacia de Homicídios investiga o caso (Fonte)".
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017
QUEM INVENTOU O "NARCOTURISMO" NO RIO DE JANEIRO?
Prezados leitores, a população do Rio de Janeiro foi enganada pelo governo Sérgio Cabral-Pezão, isso com maciço apoio da imprensa, no sentido de que as comunidades dominadas pelos traficantes de drogas ilícitas estavam sendo "pacificadas".
Jogaram jovens (inexperientes) Policiais Militares em tais comunidades, sem qualquer infraestrutura e com um treinamento precário.
Fizeram bailinhos de debutantes e chegadas de Papai Noel nas comunidades, enquanto os jovens Policiais Militares eram assassinados no curso da falsa "pacificação", uma farsa que só teve o objetivo de reeleger Cabral e eleger Pezão.
No meio desse teatro de mentiras resolveram implementar o NARCOTURISMO.
Passeios de turistas em comunidades "pacificadas" para que pudessem ver como sobrevivem os moradores, grande parte em desumanas condições vale lembrar e quem sabe, tendo um pouco de sorte, tirar uma fotografia com um traficante armado de fuzil para levar para mostrar nos seus países.
Algumas comunidades "pacificadas" foram transformadas em "zoológicos humanos".
Os resultados dessa tragédia em termos de gestão da segurança pública está sendo vivenciado diariamente nas ruas do Rio de Janeiro.
Pergunto:
- O que está faltando para o Ministério Público instaurar uma investigação sobre esses desmandos que estão custando tantas vidas?
Salvo melhor juízo, os secretários de segurança pública do período Cabral-Pezão devem ser os primeiros a serem ouvidos.
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017
RIO "PACIFICADO" - A MATANÇA DE POLICIAIS MILITARES CONTINUA. SALVE-SE QUEM PUDER!
governador Pezão e presidente Temer
Prezados leitores, a violência está fora de controle e o governador Pezão insiste no "mais do mesmo", mantendo a gestão da segurança pública com o grupo do ex-secretário de segurança Beltrame.
O governador não aprendeu com o fracasso da gestão Beltrame e quem continua sofrendo com isso é a população e especificamente quem está na linha de frente contra a criminalidade violenta, os Policiais Militares.
Tudo indica que só com a mudança no governo em 2019 a população poderá ter esperança de dias melhores.
Até lá, "salve-se quem puder!".
"Jornal O Dia
Morre PM baleado em tentativa de assalto em Guadalupe
Alan Martins é o 110º policial militar assassinado no estado em 2017
25/10/2017 09:27:08 - ATUALIZADA ÀS 25/10/2017 09:52:26
GABRIELA MATTOS
Rio - Um policial militar morreu após ser baleado em uma tentativa de assalto, em Guadalupe, Zona Norte do Rio, nesta terça-feira. O cabo Alan de Souza Costa Martins chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer. No entanto, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o militar já chegou morto na unidade. Ele é o 110º PM assassinado no estado em 2017 (Leiam mais)".
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RIO - OS POLICIAIS MILITARES E A SÍNDROME DA MORTE IMINENTE
Prezados leitores, nos nossos tristes dias o Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro sofre com a síndrome da morte iminente, mal próprio dos militares que estão participando de uma guerra.
É preciso que todos entendam essa realidade, antes de fazerem qualquer juízo de valor sobre a atuação dos Policiais Militares.
Pesquisem na internet sobre o tema e conheçam os efeitos desse grave problema de saúde.
Enquanto não se aprofundam no tema, recomendo que leian o artigo a seguir:
"Jornal do Brasil
A triste realidade de um policial candidato permanente à morte
23/10 às 20h30 - Atualizada em 23/10 às 20h32
O mundo reage à infeliz notícia de morte de uma turista espanhola que estava indo visitar a Rocinha em um momento de conflagração. É justamente este o momento em que jornais do mundo inteiro – principalmente os de seu país – fazem observações pejorativas e com desdém acerca daquela comunidade.
Mas a realidade dura da nossa cidade, a empatia pelo próximo e o bom senso de cada cidadão não permitem que se transforme aquele lugar em ponto de um turismo sádico, com o duvidoso objetivo de fazer o turista ver ali, com a despreocupação de quem sai de férias pelo mundo, a tragédia e as necessidades diárias pelas quais passa um morador.
Imputar penas, querer sacrificar e punir um policial que cumpria com o seu dever, quando este mesmo policial é arbitrariamente escolhido a candidato à morte em momento tão crítico, é desonesto. É um discurso que só atende a interesses externos e não resolve a situação da cidade.
Pois qual seria a reação de cada cidadão fluminense e da imprensa nacional e estrangeira se, assim como o motorista da turista espanhola, o traficante Rogério 157 tivesse passado em alta velocidade e sem parar o carro em área na qual a identificação à polícia é obrigatória? Qual seria a reação da opinião pública se o traficante mais procurado da Rocinha tivesse fugido sob as barbas da fiscalização da polícia? (Fonte)".
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terça-feira, 24 de outubro de 2017
QUEM MATOU A TURISTA ESPANHOLA NA ROCINHA?
Prezados leitores, a imprensa tem noticiado que segundo as investigações da Polícia Civil foi um Tenente de Polícia Militar.
Não tenho porque duvidar de que tenha sido o Oficial que puxou o gatilho que resultou na morte da turista, mas será que ele é o único culpado?
Pergunto no intuito de promover reflexões:
- Será que o governador Pezão e o ex-governador Sérgio Cabral que "pacificaram" as comunidades carentes não devem fazer parte do rol de culpados?
- Será que as autoridades da área de segurança pública que venderam uma "pacificação" irreal de comunidades carentes para a população e para os turistas não têm nenhuma parcela de responsabilidade na morte?
- Será que os comandos da Polícia Militar que permitiram que a instituição fosse usada neste projeto eleitoral não têm relação com o ocorrido, considerando as suas omissões em defenderem a boa técnica policial e os valores institucionais?
- Será que a imprensa que apoiou maciçamente esse projeto de falsa "pacificação", algo que desde o início estava fadado ao fracasso completo, como eu cansei de avisar em artigos, vídeos e livro, também não tem culpa no desfecho trágico, considerando que é a formadora da opinião pública?
- Será que a empresa de turismo que levou a vítima para uma comunidade "NÃO PACIFICADA" não contribuiu para a morte?
Salvo melhor juízo, muitos puxaram o gatilho que resultou em mais uma tragédia no "pacificado" Rio de Janeiro.
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CORREGEDOR INTERNO DA PMERJ PEDIU EXONERAÇÃO
Prezados leitores, ontem, o Coronel de Polícia Wanderby solicitou exoneração do cargo.
"Jornal O Dia
Corregedor da PM entrega o cargo ao chefe do Estado Maior
Decisão aconteceu após transferência da investigação da morte de turista espanhola para a Delegacia de Homicídios
23/10/2017 21:00:37 - ATUALIZADA ÀS 23/10/2017 21:23:14
ADRIANA CRUZ
Rio - O corregedor da Polícia Militar, Wanderby Braga de Medeiros, decidiu entregar o cargo ao chefe do Estado Maior da corporação, Lúcio Flávio Baracho, nesta segunda-feira. O motivo do pedido de exoneração foi a transferência da investigação sobre a morte da turista espanhola Maria Esperanza Jimenez, 67 anos, da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) para a Delegacia de Homicídios (DH). Nos bastidores, há a informação de que ele poderia ter voltado atrás, porém os maiores aliados do oficial garantem que a saída é definitiva.
O DIA Online enviou pedido de nota à assessoria de imprensa da PM mas, até o momento da publicação da reportagem, não obteve resposta (Leiam mais)".
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017
VÍDEO - IMAGENS DO RIO "PACIFICADO"
Prezados leitores, novas imagens do Rio "pacificado".
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017
VÍDEO - NOVA CHACINA NO RIO "PACIFICADO"
Prezados leitores, o vídeo contém cenas fortes.
A população fluminense está apavorada.
A violência ganha contornos cada vez mais amplos.
Tiroteios ocorrem entre policiais e criminosos e entre facções de criminosos com interesses diferentes.
No meio de tanta violência o cidadão tenta sobreviver adotando procedimentos para diminuir as chances de ser a próxima vítima, mas nem todos conseguem.
É a realidade atual do Rio "pacificado" pelo governo Sérgio Cabral.
"Pacificação" que teve todo apoio da imprensa, a mesma que hoje noticia com alarde o número de policiais assassinados, de homicídios, de latrocínios, de roubos, de balas perdidas, ou seja, noticia o fracasso completo do projeto de "pacificação" que tanto estimulou.
"Jornal Extra
Três pessoas morreram e três ficaram feridas durante tiroteio em um bar de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no início da tarde desta quinta-feira. Todas as vítimas são do sexo masculino e metade sobreviveu.
Procurada pelo EXTRA, a Polícia Militar informou que policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) foram acionados para uma ocorrência na Estrada Calundu (entrada da Jaqueira), no bairro Nossa Senhora do Carmo, com a denúncia de que criminosos a bordo de um veículo passaram atirando contra os clientes de um estabelecimento na área.
Morreram no local Thiago Lessa de Melo, de 29 anos; Marcelo Prates de Araújo, de 34; e Nivaldo José Batista, de 65. Este último ainda resistiu por um tempo. Já os baleados Nicolas Henrique de Oliveira Teixeira, Wallace Motta da Silva e Alexandre Firmino Vicente foram socorridos por ambulâncias do Corpo de Bombeiros até o Hospital Municipal Moacir Rodrigues do Carmo, e não passam por risco de morte. As informações são da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que assumiu o caso (Leiam mais)".
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quarta-feira, 11 de outubro de 2017
MAIS UM POLICIAL MILITAR ASSASSINADO NO RIO "PACIFICADO"
Prezados leitores, a tragédia se repetiu ontem quando mais um Policial Militar foi assassinado no Rio "pacificado" pelo ex-governador Sérgio Cabral e pelo ex-secretário de segurança Beltrame.
"Jornal Extra
10/10/17 21:41 Atualizado em 10/10/17 21:43
PM é morto a tiros e tem arma levada por ladrões na Baixada Fluminense
O sargento Marcelo Galvão foi morto a tiros, na noite desta terça-feira, em Queimados, na Baixada Fluminense. Segundo testemunhas, dois homens em uma moto renderam o PM, dispararam várias vezes contra ele e fugiram com a arma e motocicleta da vítima. O policial não estava em serviço.
O crime aconteceu por volta das 20h15m, na Rua Major Ávila, no bairro Jardim Alzira, próximo à residência do PM. Testemunhas contaram que os criminosos dispararam pelo menos 15 vezes contra o policial, que morreu na hora. Ele seria lotado no 24º BPM (Queimados).
O caso foi registrado na 55ª DP (Queimados) como latrocínio, que é o roubo seguido de morte (Fonte)".
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017
RIO - GESTOR DE ORÇAMENTO GIGANTE, BELTRAME CULPA FALTA DE DINHEIRO PELA VIOLÊNCIA
Coronel de Polícia Ref Paúl
Prezados leitores, a secretaria estadual de segurança pública foi agraciada no governo Cabral-Pezão com orçamentos de dar inveja, mas o dinheiro público foi pessimamente utilizado.
Quem não lembra dos caríssimos contratos de compra e manutenção de parte da frota de viaturas da Polícia Militar?
Hoje o ex-secretário e outros ligados aos contratos são réus acusados de superfaturamento e improbidade administrativa.
Eu fiz a primeira denúncia.
Dinheiro não faltou, faltou competência.
"Jornal Extra
27/09/17 07:00
Dono de orçamento recorde quando secretário de Segurança, Beltrame culpa a falta de verbas pelo aumento da violência
Após uma década à frente da Secretaria de Segurança Pública do Rio, período no qual a pasta teve orçamento recorde, José Mariano Beltrame comentou a crise enfrentada na área pelo Estado. Em entrevista ao jornal “Valor Econômico”, publicada ontem, ele afirmou que a falta de verbas teria colaborado para o cenário de violência, que culminou nos confrontos recentes na Favela da Rocinha.
— Não se faz segurança pública sem dinheiro — observou o ex-secretário, substituído em outubro do ano passado por Roberto Sá (Leiam mais)".
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domingo, 24 de setembro de 2017
BLOG DO CORONEL PAÚL - ARTIGOS MAIS LIDOS NA SEMANA DE 17 A 23 DE SETEMBRO DE 2017
Prezados leitores, listo os artigos mais acessados na semana de 17 a 23 de setembro de 2017:
1) RIO - NOTÍCIAS SOBRE O PAGAMENTO DO 13o SALÁRIO DE 2016 E 2017 (Link).
2) A "ESTRANHA EXONERAÇÃO" DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO (Link).
3) CORONÉIS DO EXÉRCITO SÃO ACUSADOS DE LIBERAREM ARMAS IRREGULARMENTE (Link).
4) ESCÂNDALO NO CORPO DE BOMBEIROS: "NO MEIO DA CRISE A GENTE TÁ FAZENDO A FESTA" (Link).
5) UPPs - MINISTÉRIO PÚBLICO PRECISA INVESTIGAR "PACIFICAÇÃO" DE CABRAL E BELTRAME (Link).
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sábado, 23 de setembro de 2017
O BANDIDO QUE GOVERNOU O RIO CONDENADO A 45 ANOS
Prezados leitores, transcrevo novo artigo da lavra do Coronel de Polícia Reformado Nelson Herrera Ribeiro:
ex-governador Sérgio Cabral
"“O BANDIDO QUE GOVERNOU O RIO CONDENADO A 45 ANOS”
Este título não
é de minha autoria. Mas reputo de notável acuidade jornalística. Foi exibido em
vinheta, ontem, dia 21/09, na 1ª edição matutina do SBT RIO.
Sabe-se, porém,
que a pena de Sérgio Cabral já soma mais de 59 anos, e mais de uma centena de processos
onde figura réu aguardam decisão judicial.
Da recente
sentença do probo Juiz Federal MARCELO
BRETAS, condenando-o à pena de 45 anos e 2 meses de prisão, destacam-se
as afirmativas de que foi “idealizador do gigantesco esquema criminoso
institucionalizado no âmbito do governo do Estado do Rio de Janeiro”,
bem como “era o chefe da organização, cabendo-lhe essencialmente
solicitar propinas às empreiteiras (…) e dirigir os demais
membros da organização no sentido de promover a lavagem de dinheiro”.
Meu título deste
artigo seria
DESAGRAVO AOS
NOSSOS HERÓIS ESQUECIDOS
Entre os mais refinados
criminosos de colarinho branco, Sérgio Cabral Filho conseguiu ludibriar o incauto
eleitorado fluminense. Primeiro, para eleger-se Deputado estadual, Senador e
Governador, e depois, valendo-se do maciço apoio da mídia comprometida e com o uso
de espalhafatosa pirotecnia policial do delegado PF José Beltrame, seu obscuro
secretário de segurança pública, não só logrou ser reeleito, mas também eleger sucessor
seu vice Pezão.
Comprovou ser astuto
aventureiro político, chefe supremo dessa verdadeira quadrilha que arrasou
nosso Estado. E, paralelamente, provocou profundos prejuízos à Polícia Militar,
tão graves que a solução demandará talvez décadas de trabalho saneador.
Até,
despudoradamente, sob a complacência de nossos coronéis tentou fazer negociatas
imobiliárias envolvendo o histórico Quartel dos Barbonos, onde se situa
nosso Quartel General, só não o conseguindo por desistência das empresas
construtoras interessadas. Mas esse episódio desnudou o mal maior: a crise da
vergonha na cara.
Os quadros
operacionais por excelência – sargentos, cabos e soldados – já estão marcadamente
lacerados, pelo ingresso em massa e pela formação precária de candidatos, onde
o único objetivo era “fabricar” policiais para as UPP. Circunstâncias
plenamente analisadas pelo Cel PM PAÚL em “UPP – uma
farsa eleitoral”, mais que mero livro, um autêntico Estudo de
Estado-Maior.
Com o advento da
automática promoção de praças por tempo de serviço, que aproveitou em massa os
integrantes das UPP (quase 10.000 PM),
criou-se a triste figura de cabos e sargentos com quase nenhuma experiência
policial, esta diuturnamente adquirida das diferentes atividades de
policiamento.
Golpe
sub-reptício, ardilosamente perpetrado por um obscuro delegado PF, repousado na
certeza da inércia dos coronéis, tristes cúmplices do ato atentatório à própria
instituição PM.
Cabral, Beltrame
e os coronéis comandantes-gerais no período de 2009 a 2014 deveriam todos
responder por homicídio doloso, caracterizado o dolo eventual, ou, ao menos, por
sua tentativa, ante as dezenas de policiais militares lotados em UPP, que foram
mortos e feridos. Em país sério, claro.
Em 2009, dada a conveniente
alteração do Estatuto dos Policiais Militares, pela maioria do governo
na ALERJ, Cabral conseguiu reformar, com uma simples penada de tinta, toda a
cúpula de Comando à época, os autodenominados “Coronéis Barbonos”, que tiveram
a ousadia de exigir publicamente melhores condições de trabalho e justa
remuneração. Chefes honrados e idealistas, que foram precocemente passados à
inatividade. Alijados por implacável, porém atuante, “sistema”.
A nociva
consequência maior deu-se, sobretudo, no tocante aos oficiais superiores
(coronéis, tenentes-coronéis e majores), que foram inoculados do pior vírus que
um chefe pode ser contaminado: a subserviência, para a rápida progressão da
carreira, incrementando-se a “autofagia”.
Aos coronéis
cabe, por dever de ofício, toda a responsabilidade de defesa das tradições e
valores institucionais da nossa mais que bicentenária Polícia Militar. Indubitavelmente,
inerente ao posto. Não lhes cabe a desídia nem a omissão. Sob o risco de os subordinados
sentirem-se acéfalos. Quando os chefes perdem a vergonha, os subordinados
perdem a confiança.
Aliás, como vem
ocorrendo, sob olhar realista, sem hipocrisia. Apenas servindo a aumentar o
vazio entre comandantes e comandados. E, no dizer popular, o vazio ocupa
imenso espaço.
Pairando sobre
tudo, restam os inimigos das instituições militares, internos e externos, que
aproveitam para lançar as mais absurdas teorias, sem quaisquer fundamentos
históricos, sociais ou políticos, e sem a necessária honestidade de propósitos:
fusão das polícias civil e militar; carreira única; extinção da PM;
desmilitarização; institucionalização da Força Nacional de Segurança.
Sérgio Cabral
Filho, um reles criminoso, que, por engenho e arte, chegou ao poder no nosso
Estado pôde fazer tanto! Inclusive desrespeitar a Constituição, afrontar
estatutos militares e revogar prerrogativas, para mandar prender em
penitenciária de segurança máxima bombeiros e policiais militares, que se
atreveram a reivindicar humanas condições de trabalho e remuneração justa.
Valeu-se de
muitas artimanhas, inclusive escondendo-se no biombo erguido pela subserviência
dos coronéis, então comandantes-gerais do Corpo de Bombeiros e da Polícia
Militar, que assumiram a responsabilidade pela ação ilegal. Apenas se assinale-se:
não por bravura, mas pela certeza da impunidade. Contavam todos com a força
política do momento, onde conviveram a inércia da Justiça, a leniência do
Ministério Público e a omissão da Ordem dos Advogados do Brasil.
Para eles seriam
favas contadas o projeto de futura anistia, que os poria a salvo.
Ante os vários processos judiciais advindos contra esses chefes(?), diz-se, na
sistemática processual, ter havido a perda do objeto, fazendo com que
todas as ações sejam extintas sem resolução do mérito.
Faz parte do
jogo sujo da política e das chicanas jurídicas. Contudo a casa caiu. O chefão
está preso.
Então os
militares estaduais já deveríamos ter organizado ato público de desagravo.
Deveríamos todos agradecer formalmente aos bravos companheiros praças e
oficiais que se imolaram em Bangu 1, para saciar a sanha vingativa de
Cabral, um criminoso que mais parecia – sob a ética dos mafiosos – il capo dei tutti capi [o chefe de todos os chefes].
À época, como
advogado, visitei o Batalhão Prisional do CBMERJ, em São Cristóvão, tendo sida impedida minha
entrada. Mais uma vez, sob a leniência da OAB. Sucessivamente, fui ao Batalhão Prisional da PMERJ (então em Benfica), onde
pude reunir os referidos praças presos e mais o Cel Rabelo e o Maj Hélio, nossos
heróis esquecidos, tendo, como reformado, agradecido pessoalmente pelo
reajuste de meus proventos, consequência direta de suas destemidas atitudes.
Não me esqueci
de visitar o bravo Cel PM PAÚL,
transferido de Bangu 1 para o Batalhão de Choque, capciosamente acusado
de crime militar que não cometeu: o incitamento à greve. Curiosamente, não só
se havia pronunciado, bem como postara diversas matérias em seu blog
contra o ilegal movimento grevista de militares. Mas ele costumava exibir a
faixa “FORA CABRAL!” e
já havia protocolado representação no Ministério Público contra o secretário
Beltrame por atos de improbidade administrativa. De maneira torpe o
incriminaram.
Desses
históricos movimentos restou o único fruto pessoal para eles – a profunda covardia
de um “sistema” arcaico, empedernido, insensível. E dilacerantes feridas
internas para as instituições Corpo de Bombeiros e Polícia Militar do nosso
Estado. Até quando?
A pretendida democrática
luta política, uma vez eleitos em 2018 nossos lídimos representantes,
não implicará passes de mágica nem medidas revolucionárias para tão graves problemas,
cuja solução até carece de muito tempo. Talvez a longa caminhada de mil passos,
mas terá sido dado o primeiro.
Tão somente
consistirá na exigência inabalável do fiel cumprimento da lei, visando à
preservação dos valores e das tradições dessas instituições históricas. Tornar
respeitados os seus valentes integrantes
– bombeiros e policiais militares.
Com idealismo e destemor, como nos ensinaram.
Nelson HERRERA Ribeiro, Cel PM Ref,
advogado e professor
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quinta-feira, 21 de setembro de 2017
SEGURANÇA PÚBLICA - A "BOLA DE CRISTAL" DO CORONEL DE POLÍCIA PAÚL
Prezados leitores, não tenho "bola de cristal" para prever o futuro e descobrir, citando exemplos, o fracasso completo que iria acontecer quando comecei a criticar em 2009 o projeto de implantação das UPPs, o que me levou a publicar um livro reunindo todos os artigos críticos que postei por anos ou para descobrir que o fim das oficinas nos batalhões em decorrência da celebração de contratos casados de compra e manutenção de parte da frota de viaturas da Polícia Militar também seriam também um total fracasso, o que me fez denunciar na época o primeiro contrato ao Ministério Público, denúncia que serviu de base para o processo que atualmente responde o ex-secretário de segurança, entre outras autoridades, acusados de improbidade administrativa.
Repito que não tenho "bola de cristal", tenho algum conhecimento adquirido em mais de 30 anos de serviço e, acima de tudo, nunca tive "rabo preso" com ninguém, o que sempre me permitiu agir com correção, escrever e dizer a verdade, isso desde o início da minha luta contra a corrupção, no final da década de setenta, quando era um jovem Tenente de Polícia.
Um jovem Tenente de Polícia que nunca deixei (ou deixarei) morrer dentro de mim.
"Jornal da Record
20/9/2017 às 00h03
Metade da frota da Polícia Militar do Rio de Janeiro está parada por falta de manutenção
A polícia militar informou que abriu um processo de licitação no mês passado para a manutenção dos carros, mas não disse quando o problema será resolvido.
Link para assistir a reportagem:
http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/metade-da-frota-da-policia-militar-do-rio-de-janeiro-esta-parada-por-falta-de-manutencao-20092017
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quarta-feira, 20 de setembro de 2017
"A LUTA, A CRISE E A FESTA" - CORONEL PM REF NELSON HERRERA RIBEIRO
Prezados leitores, transcrevo recomendo um novo artigo da lavra do Coronel PM Ref Nelson Herrera Ribeiro.
"A LUTA, A CRISE E A FESTA
As Polícias
Militares nacionais são implacavelmente criticadas, como instituições, quando
ocorrem atos de corrupção ou erros operacionais cometidos por alguns de seus
integrantes. Sempre o foram, mesmo no período da chamada ditadura militar,
quando havia rigorosa censura jornalística.
Em sã
consciência, porém, todos sabemos que os desvios de conduta são impossíveis de
eliminação, pois inerentes à natureza humana: onde houver duas ou mais pessoas,
poderão surgir delitos. Ao contrário de como se mantinham as virgens vestais
romanas, também as Forças Armadas e a própria Justiça não estão imunes à
delinquência de seus membros. Melhor dirão os arquivos judiciais.
Em meio a
constantes notícias que dão conta dos meandros dessa corrupção endêmica, tendo
como cenário atual até malas repletas de dinheiro, surgiu o triste episódio no
glorioso Corpo de Bombeiros do nosso Estado, a nos decepcionar a todos mais
ainda.
Nesse recente
acontecimento, das gravações realizadas pelo GAECO e amplamente divulgadas pela mídia, choca-nos,
de certa forma, a expressão atribuída ao Major BM Jonas Grujahu, aos risos:
– No meio da crise a gente tá fazendo
festa!
Não
pretendo – e não me compete – fazer juízo de valor sobre quaisquer
episódios. Todo cidadão, em silêncio, já faz sua própria avaliação ante cada
notícia difundida. E, sobretudo, quando do enorme destaque da ação no CBMERJ, reproduzida, no
domingo último, em alarmante reportagem no programa Fantástico, da Rede
Globo, de reconhecida audiência nacional.
Entretanto não
pude evitar que me viessem à cabeça diversas imagens reminiscentes.
De
início, as
tentativas de protesto que eu fizera pelos jornais (Tribuna da Imprensa,
Jornal do Brasil e O Globo), nos idos de 1984, então jovem major
PM ainda muito idealista. Criticava as péssimas condições de trabalho do
policial militar e, sobretudo, a sórdida utilização da instituição PM pelo
então governador Leonel Brizola, ex-asilado político retornado pela Lei da
Anistia, mas ainda o velho e experimentado estancieiro gaúcho, que, com
objetivos eleitoreiros, sempre em nome do povo sofrido e explorado, permanecia
na luta em defesa dos trabalhadores. Desgastada cantilena populista, criada por
Getúlio Vargas, convenientemente realimentada, chegando a nossos dias pela
bandeira petista, sintetizada na mal pronunciada expressão de Lula contra ”a
zelite branca” [as elites brancas]. Os mais antigos já vimos esse filme em
preto e branco, exibido agora em cores, masterizado por computador.
Infelizmente nada mudou.
Em passado
recente, as muito criticadas aparições públicas de um Coronel PM reformado,
então desconhecido para mim, exibindo uma faixa com os dizeres “FORA
CABRAL!”, enquanto em seu blog combatia os desmandos
político-partidários contra a instituição Polícia Militar. Mas de forma
solitária, qual um louco inconsequente, quando toda a mídia enaltecia o
brilhante governador Sérgio Cabral e seu proficiente secretário de segurança
José Beltrame.
Mais
tarde, as
sucessivas notícias do movimento dos bombeiros militares, por duas ocasiões em
2011 e 2012, com os comoventes episódios da prisão de mais de 400 bombeiros e da inusitada
invasão posterior do Quartel Central do CBMERJ, emocionando a opinião pública.
Sucessivamente,
as reuniões de oficiais bombeiros e policiais militares no Clube dos
Subtenentes e Sargentos (Campinho) e no Clube de Oficiais (Barra da Tijuca),
ambos do Corpo de Bombeiros, às quais tive a honra de comparecer. Infrutíferas
por completo, dada a reconhecida ausência do espírito de liderança de oficiais
ante os praças, se desconsiderarmos o rito do regulamento militar.
Depois a
ruptura das garantias constitucionais e de prerrogativas legais de
militares estaduais, da ativa e inativos – sabidamente íntegros, de moral
ilibada –, por sucessivas decisões administrativas do então governador Sérgio
Cabral, hoje em prisão preventiva, acusado da prática de dezenas de crimes e
deslavada corrupção.
A
repugnante atitude ilegal, praticada pelos então comandantes-gerais do Corpo de
Bombeiros e da Polícia Militar, hoje coronéis reformados, respectivamente, SÉRGIO SIMÕES e ERIR RIBEIRO COSTA FILHO (não
digo de quê) – sendo-lhes
determinada a atuação simples e inexpressiva de sabujos
políticos, como biombo protetor da imagem suja de Cabral –, assumindo a
responsabilidade da prisão ilegal de praças e oficiais em penitenciária de
segurança máxima, adredemente preparada, com a transferência de criminosos de
alta periculosidade, 48 horas antes da histórica manifestação dos policiais e
bombeiros militares na Cinelândia.
Minhas duas
idas a Bangu 1, na qualidade de advogado, no fim de semana imediato,
sendo impedido meu acesso, inclusive a defensores públicos (como constatei),
ferindo-se de morte a Constituição do país e o Estatuto da Ordem dos Advogados.
O público e
notório silêncio da Justiça, do Ministério Público e da Ordem dos Advogados
do Brasil, à época, quanto à flagrante violação de direitos e prerrogativas dos
militares estaduais, e a decorrente ruptura constitucional, talvez em premente salvaguarda
da ordem pública. Mas, de fato, se impondo uma ditadura de terno e gravata.
Ainda
minha atitude como advogado, em patrocínio pro bono (sem cobrar honorários) no
Conselho Disciplinar a que responderam dois heroicos cabos e mais o destemido
subtenente VALDELEI
DUARTE
(que hoje considero meu amigo); atitude
profissional que julguei necessária ao preparo da decorrente lide judicial, em
futura busca do restabelecimento da Justiça, embora sabedor de que o processo
instaurado seria apenas para dar forma legal para a prévia condenação e a já
decidida expulsão daqueles bombeiros militares.
Por fim, a
anistia de bombeiros e policiais militares, que não visava a praticar
Justiça, mas, de forma dissimulada, muito mais a excluir da apreciação
judiciária o vandalismo autoritário cometido por Sérgio Cabral e sua grei. Daí
o Ministério Público Estadual não ter dado seguimento a várias queixas
formuladas por atingidos pela barbárie cabralista.
Atualmente,
embora eu um pobre velho diabético de 73 anos, não me pude evitar a reflexão: Decorridos
quase 30 anos, tudo isso para quê?
Consideremos que
qualquer pessoa com apenas 15 minutos de Polícia já saberia que esses esquemas
criminosos não são ocasionais, mas sim, complicadas teias de longa atividade
criminosa.
Consideremos
que, em quaisquer sociedades humanas, militares ou civis, sempre vão ocorrer
reprováveis atos delituosos.
Entretanto – ao
que sei – deles nunca participaram os valentes homens
que conheci em minha atividade profissional, tais como, agora reformados, o
destemido Cel PM PAULO RICARDO PAÚL, os nobres
Maj BM MÁRCIO GARCIA e Maj PM HÉLIO SILVA DE OLIVEIRA, o
honesto SubTen BM VALDELEI
DUARTE, bem como os demais heroicos bombeiros e policiais militares que
participaram dos históricos movimentos reivindicatórios. Todos duramente combatidos
por pretenderem, apenas e tão somente, aquilo que almeja e merece o mais
humilde dos trabalhadores brasileiros: humanas condições de trabalho e
remuneração justa.
Em
contraponto, consideremos que, nas instituições militares estaduais, apesar das
crises, muitos continuam “fazendo
festa” sem pudor algum. De coronéis a soldados, sem quaisquer melindres de
hierarquia. Ou defecção do militarismo.
Melhores interpretações deixarei a eventuais leitores e
críticos realistas.
Nelson HERRERA Ribeiro, Cel PM Ref,
advogado e professor"
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017
"ACREDITE, A SUA VEZ DE SOFRER O TERROR DIÁRIO DO RJ ESTÁ CHEGANDO"
Prezados leitores, transcrevo um comentário da lavra de um leitor assíduo sobre a situação atual da Polícia Militar para reflexão de todos.
Ele tem razão?
"Comentário
17 de setembro de 2017 18:14
O Estado e a PMERJ vão ficando mais desmoralizados a cada dia. Não me refiro exclusivamente a figura do governante omisso nem dos pobres soldados acuados e sem referência, me refiro às pessoas jurídicas. O que fazem com os soldados e com a historia da PMERJ é uma covardia. O Ex-governador Sérgio Cabral, o ex-secretário de segurança Beltrame, o Governador Pezão, o secretário de segurança Roberto Sá e todos os coronéis PM que foram CG e Chefe EMG, assim como os atuais, deveriam responder pelo estado em que deixaram o RJ chegar com essa politicagem de UPP. Mas tem um problema: quem deveria acusá-los é o mesmo órgão estatal que até hoje não acusou o que Cabral, Beltrame e Erir fizeram com PMs e BMs jogados em presídio comum (Bangu), contrariando lei, que permitiu tudo isso e não viu nada de errado na origem das festejadas upps nem previu o caos alardeado pelo Coronel Paúl e tantos outros críticos que cansaram de avisar que, após as olimpíadas, a porteira seria escancarada e o crime viria mais forte, enquanto a PM foi enfraquecida. Há 10 anos vemos de tudo ingressar na PM (com todo o respeito que a maioria dessas pessoas merecem como pessoas e profissionais), de cantores de churrascaria a modelos de revista masculina, além de milhares de profissionais malsucedidos em suas áreas, garantido matrícula no Estado através da PMERJ: professores, farmacêuticos, bacharéis em direito, administradores de empresa, contadores, engenheiros, analistas de sistema, mestres de obra, desenhistas, surfistas, tatuadores, milicianos e até traficantes de drogas e armas. E antes que algum canalha fale em preconceito, vou logo dizendo que o serviço policial militar comporta homens e mulheres de qualquer classe social, cor de pele, religião, preferência sexual, nível de escolaridade, escola de samba e time de futebol, mas não comporta marxismo, populismo, empreguismo, modismo nem ilusionismo. É preciso querer muito mais do que um emprego ou posar de politicamente correto para ingressar na PM e servir como um policial militar de verdade deve servir. Quem estudou para ser dentista criou sonhos e cultura de dentista, e não de policial. Quem é artista (músico, poeta, cantor, bailarina, etc.), jamais vai enfrentar tiros de fuzis com a desenvoltura de um infante. Aliás, não estamos em Londres. Como preparar um policial ao estilo londrino para lidar com uma sociedade desonesta? Contra os "nossos" criminosos é melhor uma polícia comunitária ou operações especiais? Esquerdistas transformaram a PMERJ em algo bonitinho, menos rústico, "de proximidade", mesmo sabendo que os criminosos seguiram o caminho inverso, robusteceram mais... Nos batalhões e UPPs o que se vê são cegos guiados por loucos, pois assim a PM vai sendo destruída de dentro para fora sem barulho ou resistência. Isso tudo, associado ao descaso dos governantes com a realidade que se vive no RJ, foi o que nos prendeu dentro de casa e alimentou ainda mais "a valentia" dos criminosos. Acredite, sua vez de sofrer o terror diário do RJ está chegando. Não esperem qualquer medida por parte das autoridades do próprio RJ, pois são covardes ao ponto de sequer aceitarem que essa coisa chamada upp é um embuste que já custou muito caro e espalhou criminosos pelas ruas. Estamos descendo a ladeira a 100 Km/h, sem freios e sem condutor.
Sgt Foxtrot"
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domingo, 17 de setembro de 2017
UPPs - MINISTÉRIO PÚBLICO PRECISA INVESTIGAR "PACIFICAÇÃO" DE CABRAL E BELTRAME
Prezados leitores, penso que deve ser instaurada pelo Ministério Público (MP) uma investigação para apurar responsabilidades sobre a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio de Janeiro.
É fato que o projeto foi pessimamente implantado e que isso tem sido uma causa concorrente para um sem número de mortos (Policiais Militares, Policiais Civis, criminosos e moradores das comunidades).
O MP precisa ouvir o ex-governador, o ex-secretário de segurança e os ex-comandantes-gerais da PMERJ do período de implantação, todos devem dar explicações.
A oitiva de um grupo de Policiais Militares de cada UPP revelará todas as verdades sobre os erros primários na implantação do projeto.
A oitiva de um grupo de Policiais Militares de cada UPP revelará todas as verdades sobre os erros primários na implantação do projeto.
Fiz várias denúncias por escrito ao MP sobre esses erros grosseiros e arriscados (risco de morte para os PMs) do projeto, mas nenhuma delas frutificou.
Escrevi um livro, nem assim se interessaram em apurar.
Eu recebi um comentário que resume muito bem a "pacificação" diante da situação atual da Rocinha.
"O que mais me enoja é ver um monte de sem noção do que passamos na realidade conjecturando um monte de falácias, não sabe nossa realidade, não fala... Muitos PIs sem noção falando asneiras....
Segue o que um colega que estava lá me mandou...
Geral abandonou as vtrs e se abrigou irmão ... Mais de 20 carros tudo de bico lá tem policia mas não tem super herói eu graças a Deus estava la e agora estou em casa, primeira coisa q fiz foi beijar minha filha e minha esposa e mandar noticias pra minha mãe pois não me mataram pq não quiseram e Deus não permitiu pois quando vc ver uns 20 fuzis ao mesmo tempo na sua direção e falar : nem tenta q a guerra não é com vcs, vc tb vai fingir q não viu. Sei q é triste dizer mas quem viveu sabe o q é. Só um desabafo de um "covarde" vivo pela honra do senhor Jesus (sic)".
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sábado, 16 de setembro de 2017
TIROTEIO - A "PACIFICAÇÃO" DO RIO DE JANEIRO SEGUE O SEU CURSO
Prezados leitores, a população do estado do Rio de Janeiro sofre diariamente os efeitos da "pacificação", logo ela que foi tão festejada pelo governo Cabral-Pezão e pela imprensa, tem sido responsável por tanto sofrimento.
Os "bailes de debutantes", as "chegadas de Papai Noel", entre outros eventos que eram realizados nas comunidades carentes não resistiram à realidade.
A realidade venceu a ficção.
No tocante ao tiroteio de ontem que teria envolvido facções rivais de traficantes tem surgido alguns boatos, mas não devemos dar publicidade a eles sem que exista algo de concreto que possa transformá-los em fatos.
"Jornal O Dia
Tiroteio no Juramento assusta moradores
Estação do metrô de Thomas Coelho foi temporariamente fechada por conta do confronto
15/09/2017 17:52:59 - ATUALIZADA ÀS 15/09/2017 22:35:46
Rio - Um intenso tiroteio no Morro do Juramento, na tarde desta sexta-feira, assustou moradores de Thomas Coelho e Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. No tiroteio, uma idosa ficou ferida. Nilda Ramos, 68 anos, foi atingida e foi socorrida para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde. De acordo com a polícia, o confronto entre bandidos da região durou cerca de 3h
Por conta do confronto, a estação de metrô de Thomas Coelho foi temporariamente fechada, informou a assessoria da concessionária. "Em caso de tiroteio, a porta da estação é fechada e os guardas avisam aos passageiros. A maioria prefere ficar dentro da estação esperando os tiros pararem", informou o porta-voz do MetrôRio (Leiam mais)".
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