JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 27 de março de 2018

terça-feira, 24 de outubro de 2017

CORREGEDOR INTERNO DA PMERJ PEDIU EXONERAÇÃO



Prezados leitores, ontem, o Coronel de Polícia Wanderby solicitou exoneração do cargo.

"Jornal O Dia
Corregedor da PM entrega o cargo ao chefe do Estado Maior 
Decisão aconteceu após transferência da investigação da morte de turista espanhola para a Delegacia de Homicídios 
23/10/2017 21:00:37 - ATUALIZADA ÀS 23/10/2017 21:23:14 
ADRIANA CRUZ 
Rio - O corregedor da Polícia Militar, Wanderby Braga de Medeiros, decidiu entregar o cargo ao chefe do Estado Maior da corporação, Lúcio Flávio Baracho, nesta segunda-feira. O motivo do pedido de exoneração foi a transferência da investigação sobre a morte da turista espanhola Maria Esperanza Jimenez, 67 anos, da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) para a Delegacia de Homicídios (DH). Nos bastidores, há a informação de que ele poderia ter voltado atrás, porém os maiores aliados do oficial garantem que a saída é definitiva. 
O DIA Online enviou pedido de nota à assessoria de imprensa da PM mas, até o momento da publicação da reportagem, não obteve resposta (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

GUERRA DA ROCINHA, O SÍMBOLO DA DERROTA DO ESTADO BRASILEIRO

Prezados leitores, salvo melhor juízo, após as operações integradas do governo federal e do governo estadual na favela da Rocinha, os resultados simbolizam uma derrota do Estado Brasileiro, superado por traficantes de drogas que continuam dominando essa parte do território nacional.



"Jornal Extra
02/10/17 14:19 
PM confirma que facção de Rogério 157 tomou a parte alta da Rocinha 
A Polícia Militar usou o seu perfil oficial no Twitter para confirmar que o Comando Vermelho está controlando o tráfico de drogas na parte da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio. A corporação publicou fotos na rede social que mostram pichações com as iniciais da facção criminosa. Já a parte baixa da favela ainda estaria sob o comando do grupo criminoso Amigos dos Amigos (ADA). Moradores da comunidade já temiam uma nova guerra entre dois grupos após a saída das Forças Armadas da Rocinha, na última sexta-feira. 
Em um dos lados da disputa na Rocinha está a quadrilha de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157. Ele era aliado de Antônio Francisco Bonfm Lopes, o Nem, que está preso desde 2011. Em agosto, porém, os dois se desentenderam e passaram a ser rivais. Com isso, Rogério deixou a ADA, facção de Nem, e se juntou ao CV. Agora, essa ruptura está explícita nos muros de uma Rocinha dividida (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

A REVISTA VEJA E O "EX-LÍDER DO BOPE"



Prezados leitores, ontem recebi um link para uma matéria do site da Revista Veja com o seguinte título:

"BRASIL
Ex-líder do Bope sobre Exército no Rio: ‘essa guerra não é deles’"

Recomendo aos jornalistas da Revista Veja que trabalham na cobertura da área de segurança pública que procurem conhecer a estrutura da Polícia Militar e que reavaliem o conceito que possuem sobre liderança.
Por erros grosseiros como o contido na referida matéria eu cancelei a minha assinatura meses atrás.
No tocante ao conteúdo da matéria prefiro resumir em uma expressão: "arrependimento tardio".

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

GUERRA DA ROCINHA - TUDO LEVA A CRER QUE TRAFICANTE "NEM" SERÁ O VITORIOSO



Prezados leitores, como não existe qualquer sinalização no sentido de que as Forças Armadas ocuparão a comunidade da Rocinha até que a ocorra a necessária urbanização que propicie o desenvolvimento por parte dos Policiais Militares do policiamento ostensivo, período no qual o efetivo policial seria deslocado para policiar as ruas conforme sua missão constitucional, os indícios dão conta que o vencedor da "guerra da Rocinha" será o traficante "Nem".
Apesar de estar preso, "Nem" dá ordens e está seguro na cadeia, enquanto seu rival "157" parece estar com os dias contados, caso não faça a opção por se entregar.
Caso isso se concretize, a população do Rio de Janeiro terá assistido o que chamamos de "mais do mesmo" após nova operação integrada das Forças Armadas e das forças policiais.

Juntos Somos Fortes! 

terça-feira, 26 de setembro de 2017

ROCINHA: TUDO SINALIZA PARA NOVA DERROTA DO ESTADO BRASILEIRO



Prezados leitores, no Rio de Janeiro existem centenas de comunidades carentes dominadas por facções criminosas que usam armas de guerra e onde o Estado brasileiro não consegue exercer os seus monopólios.
Em apertada síntese, são pequenas partes do território nacional que "não pertencem" ao Estado, elas têm outros "donos".
A favela (comunidade) da Rocinha é uma delas.
Nos últimos dias o traficante que é o "dono do morro", apesar de estar preso, determinou que seus seguidores tomassem o comando do traficante que o substituiu, isso por estar discordando do "gerenciamento do negócio".
Tal ordem acabou provocando uma guerra interna com intensos confrontos armados.
O governo estadual pediu socorro ao governo federal.
Os agentes do Estado resolveram então tentar por fim na "guerra" e reuniram as Forças Armadas, a Polícia Federal, a Polícia Militar e a Polícia Civil.
A presença das forças estatais provocaram (praticamente) o fim dos confrontos entre criminosos.
Nessa fase de "calmaria", o noticiário passou a informar que o bando do traficante que estava no comando se refugiou na mata existente acima da comunidade e hoje surgiu um fato novo dando conta que o traficante, temendo ser morto, estaria negociando a sua rendição com a Polícia Federal.
O que foi escrito é uma repetição de situações que ocorreram várias vezes no Rio de Janeiro, mas será que dessa vez o Estado vai retomar a comunidade?
Tudo indica que não.
O número de traficantes presos e mortos é pequeno.
A quantidade de armamento e munição apreendida também.
O que nos permite prever que não falta mão de obra e nem recursos materiais para que os criminosos reassumam o poder na comunidade, isso logo após a rendição (prisão ou morte) do traficante que estava "mandando no pedaço", considerando que o aparato de forças estatais deve ser diminuído.
Isso só não ocorrerá se as Forças Armadas ocuparem a comunidade pelo tempo necessário para que ela sofra as alterações que são indispensáveis para que os Policiais Militares tenham condições de realizar o policiamento ostensivo, uma missão constitucional das Polícias Militares
Não creio que isso ocorra, tendo em vista que o discurso das autoridades exclui sempre a responsabilidade do governo federal.
O problema não seria do governo federal, suas forças estriam apenas ajudando as polícias estaduais.
Tudo sinaliza que na Rocinha, assim como ocorreu em outras comunidades, teremos uma nova derrota do Estado brasileiro.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

"CRÔNICAS DE UM CASCUDO - POLÍCIA CIVIL DO RJ - 22.09.17"

Prezados leitores, transcrevo um texto anônimo que circula pelas redes sociais.



"Crônicas de um cascudo - Polícia Civil do RJ - 22.09.17

Nós policiais assistimos atônitos o que vem ocorrendo na Rocinha, antes favela, depois batizada de comunidade e recentemente elevada a categoria de bairro, como se a mudança tivesse resolvido o problema. Em outras palavras, é como se pegássemos um camelo e o rebatizássemos e passássemos a chama-lo de águia, e como um milagre, o quadrupede saísse voam alçando os céus pela porta com o novo batismo.

Vemos agora as autoridades correndo pra todos os lados e buscando desculpas e explicações, pois soluções e planejamento não possuem.

As expressões de impacto, tais como: “nosso serviço de inteligência...”; ...” a ação será controlada...”, “...já tínhamos conhecimento, mas....”... não mais surgem efeito.
Chamem o exército !!!!; grita com voz de solução uma sociedade hipócrita e ignorante.

E lá vem o exército, com sua parafernália. 
Tanques, mísseis, helicópteros com metralhadoras, veículos blindados, anfíbios, granadeiros e etc.... como se fosse possível operar em território urbano com todo esse equipamento.
E lá vem o exército, com militares equipados, caras pintadas pra guerra, camuflados, visão noturna, mas sabemos que o que tem por baixo de todo esse aparato, são recrutas convocados para o serviço militar obrigatório, em quase sua totalidade sem vocação, e principalmente em sua maioria, residem nas mesmas comunidades onde o conflito se deflagra.

Lá vem o exercito !!!!!

Enquanto fazem o famoso circo, ou melhor, cerco, e posam para mídia como salvadores, os traficantes se deslocam para outra comunidade e lá esperam desarmar o circo, ou melhor o cerco, e depois retornam.

 Ao mesmo tempo em os militares salvadores possam para imprensa, bravos policiais militares e civis, entram na comunidade em busca dos criminosos que lá já não mais estão. Os mesmos policiais que a tempos são massacrados pela imprensa, pela sociedade e pelo sistema corrupto instalado em nosso Estado, agora combatem o mesmo inimigo pela milésima vez.
É a famosa operação POMBO.

Em metáfora, numa praça, vários pombos defecam pelo chão e a comunidade reclama da sujeira causada, mas não permite o sacrifício dos animais, mas querem uma solução. Então você corre batendo palmas, o barulho assusta os pombos e ele voam para outro lugar, voam e pousam na praça mais próxima e lá começam a defecar e causar a mesma sujeira. Passa-se o tempo, quando aquela outra comunidade reclama da sujeira em sua praça, mas também não permite o sacrifício dos animais, então, você bate palmas novamente eles levantam voo e retornam defecando e sujando a mesma praça anterior. 
E assim vai a nossa segurança pública.

O que vemos agora é um segundo exército de homens desmotivados, sem equipamentos, sem apoio e sem reconhecimentos do trabalho prestado, essa é a nossa polícia.
Há um contraste gritante, entre o equipamento ostentado pelo exército nas operações e o utilizados pelos policiais, ou seja, um fuzil e uma mochila com munição contada e velha. A viaturas militares reluzem em sua beleza, enquanto os policiais empurram as suas que não funcionam.

O mais curioso é o silêncio nas mídias sociais daqueles que chibataram por tanto tempo uma polícia que muitas vezes vai além de sua obrigação, se arrisca irresponsavelmente em defesa de outros, combate sem as mínimas condições numa guerra desigual..... estão sem voz... pois não podem pedir socorro a  “POLÍCIA”, seria um contrassenso, um antagonismo, pois a Policia que resolveria o conflito, é a mesma que pediram para retirar das comunidades, a mesma que foi taxada de corrupta, violenta, a que mais mata.

Curioso também ver a palidez dos dirigentes da nossa briosa polícia civil diante do problema. Por trás daquelas mesas de carvalho entalhada, olham pela janela e nada vêem, nada enxergam, nada planejam, nada sabem.

Hoje não vemos a cara mais dos nossos dirigentes, dos delegados de polícia que ombriavam os policiais nas operações, dos que saltavam à frente e diziam ter sido por sua determinação aquela ação, das famosas reuniões com chefes de serviços, policiais mais experientes, que eram ouvidos durante o planejamento de uma operação, ouvia-se a experiencia, hoje se ouve apenas o cargo.
Hoje tudo resume a mensagens de WHATTSAPP, não há mais cara a cara, mas sim mensagens, ordens descoordenadas, ameaças veladas, pedidos de “ajuda”, compreensão, promessas, frases de efeito sem efeito, frases prontas...

Ultimamente tenho a impressão que nos tornamos uma instituição como o HEMORIO (com todo respeito, nessa absurda comparação), pois a maioria das mensagens que recebemos de nossos dirigentes, fazem referência do tipo: “temos que dar nosso sangue...”, “ temos que doar nosso melhor ...”, “ ...policia está no sangue...”, “...não fugimos da luta...”.... e lamentavelmente a frase mais antagônica está diante dos nossos olhos todos os dias... “Em defesa de quem precisar...”.’

Nós precisamos !!!!, nós simplesmente precisamos....
Precisamos de respeito, melhor condições de trabalho, direitos e garantias preservadas, reconhecimento e etc...

O que concluo, é que tais frases revelam uma fracassada tentativa de estimular quem já não mais conhece essa palavra, revela o desespero em resolver ou apresentar soluções, que não possui.
Mas me pergunto, pra que se preocupar em fracassar como Autoridade Policial, pois depois que se aposentar pode ser tornar um “famoso” especialista em segurança pública, consultor de programas de televisão, ou quem sabe tentar a vida política, pois em qualquer das opções poderá expor todo o seu conhecimento teórico, pois na prática de nada serviu.

Nós policiais nesse momento, devemos inteligentemente conter nossos impulsos, devemos enxergar o que não enxergam, a nossa importância.

O que esperam de nós é que cometamos o mesmo erro histórico, abraçar essa guerra como se fosse nossa. Tomar a causa como pessoal, sair as ruas caçando marginais por conta própria, buscando o conflito sem nenhum apoio jurídico, politico ou institucional.

Em pouco tempo ouviremos vozes estimulando o conflito, que a polícia “tem mesmo é que matar..”, mas esse impulso só dura até você se ver sozinho diante do banco dos réus.

Devemos agir com inteligência, frieza e calma... sem impulsos...
Essa guerra não é só nossa...
Mas seremos policiais sempre".

Juntos Somos Fortes!

O INDISPENSÁVEL EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS NAS COMUNIDADES DOMINADAS PELOS TRAFICANTES DE DROGAS



Prezados leitores, o exmo Ministro da Defesa Raul Jugmann tem toda razão quando afirma que as Forças Armadas não podem usar seu poderio bélico para combater os traficantes de drogas que dominam centenas de comunidades carentes no estado do Rio de Janeiro, a letalidade das armas disponíveis provocaria um efeito colateral devastador, ceifando incontáveis vidas de moradores de bem e destruiria suas moradias.
Fatos inquestionáveis.
Apesar de concordar com essa opinião, penso que o exmo Ministro da Defesa está desfocado do problema central.
Eu defendo o emprego das Forças Armadas para retomada e ocupação das citadas comunidades carentes, mas não levanto essa bandeira por considerar que a questão seja o poderio bélico dos traficantes.
As Polícias Militar e Civil possuem armamentos que possibilitam esse tipo de enfrentamento, como demonstraram incontáveis vezes ao longo das últimas décadas.
Caso fosse esse problema as Forças Armadas poderiam continuar em seus quartéis.
O que não possuem as polícias estaduais é efetivo para retomar e manter uma ocupação pelo tempo necessário à urbanização das comunidades, as quais passariam a ser bairros populares com ruas que permitissem a execução do policiamento ostensivo pela Polícia Militar, algo hoje impossível, em face da existência em grande parte delas de becos e vielas, o que impede o policiamento e só permite a prática de ações de guerrilha urbana, atribuição que não é das polícias estaduais.
Penso que seja quase impossível reprimir o tráfico com eficácia sem urbanizar as comunidades, salvo melhor juízo.
As Forças Armadas, portanto, devem disponibilizar efetivo para as ocupações, que devem obedecer a um planejamento criterioso, tendo em vista que nem elas possuem efetivo para retomar e ocupar todas as comunidades carentes dominadas pelo tráfico.
A tarefa de restabelecer a hegemonia do Estado nas comunidades carentes do Rio de Janeiro é uma ação de longo prazo a ser feita gradativamente.
Reforçando meu posicionamento cito o fracasso completo das UPPs que teve no péssimo uso do efetivo da Polícia Militar um fator decisivo.
Cegos pelos interesses políticos e financeiros, o ex-governador Sérgio Cabral e seus assessores da área da segurança pública "formaram" Policiais Militares em grande quantidade, o que fez a qualidade da formação definhar. Aplicaram todos os jovens Policiais Militares nas UPPs e não recompletaram o efetivo dos batalhões operacionais.
Os resultados foram: comunidades carentes sem policiamento, ruas sem policiamento, aumento da violência e reeleição de Sérgio Cabral.
Diante do exposto, nos resta solicitar as autoridades federais que entendam que precisamos do efetivo das Forças Armadas e não do uso de fragatas, de tanques de guerra ou de caças bombardeiros.
Por derradeiro, no intuito de facilitar aos nossos leitores que não são militares, cito alguns dados numéricos com relação ao efetivo para melhor compreensão do problema.
Considerando que uma determinada comunidade carente necessite de 200 (duzentos) Policiais Militares durante todo o dia para manter adequadamente uma ocupação e aplicando no efetivo uma escala (ruim para os PMs) de 12 horas de trabalho por 24 horas de folga + 12 horas de trabalho por 48 horas de folga (o que parece uma escala 24 x 72 horas, mas não é), só essa comunidade "consumirá" 800 (oitocentos) Policiais Militares para compor as 4 (quatro) turmas necessárias. Isso sem considerar os militares de polícia que estariam afastados por férias, licenças médicas, etc.
Efetivo, exmo Ministro da Defesa, nós precisamos de efetivo e não temos como formar com qualidade milhares de novos Policiais Militares da noite para o dia, nem o governo tem como pagá-los dignamente, como ocorre com os atuais.
Fato inquestionável.

Juntos Somos Fortes!

VÍDEO - ROCINHA - TIROTEIO ASSUSTA ENTREVISTADO E REPÓRTER

Prezados leitores,  a situação está muito difícil na Rocinha, onde tiroteio assustou entrevistado e repórter.




Juntos Somos Fortes!

ROCINHA - "BANHO DE LOJA", NOVO TIROTEIO E AULAS SUSPENSAS DE NOVO

prefeito Marcelo Crivella

Prezados leitores, a política do "mais do mesmo" tende a promover os mesmos resultados alcançados nas outras atuações conjuntas dos governos federal e estadual nas comunidades carentes do Rio de Janeiro.
O prefeito inclusive já anunciou um "banho de loja".

1) "Jornal Extra 
24/09/17 18:36 Atualizado em 24/09/17 20:26 
‘É a hora de aproveitar o momento para fazermos um banho de loja na Rocinha’, diz Marcelo Crivella 
Rafael Soares Tamanho do textoA A A Prefeito do Rio, Marcelo Crivella se manifestou sobre os confrontos entre policiais e traficantes na Rocinha. Em visita à comunidade apenas uma semana depois de iniciado os conflitos na região, que está ocupada por tropas das Forças Armadas desde a última sexta-feira, a autoridade lamentou os transtornos sofridos pela população do local. De acordo com ele, o momento delicado serve de oportunidade para se debruçar sobre problemas corriqueiros. 
 — Agora que o Exército está na favela, é hora de subir o morro para fazer consertos, reparos, obras e trocar lâmpadas. Vou conversar com meu time para, a partir de amanhã (segunda-feira), receber líderes comunitários na prefeitura — garantiu o prefeito: 
— É importante que a gente possa mobilizar o pessoal do setor de conservação para fazer aquela obra que estamos devendo para a Rocinha. É a hora de aproveitar esse momento para fazermos um banho de loja na Rocinha (Leiam mais)". 

2) "Jornal O Dia
Rocinha volta a registrar tiroteio e escolas suspendem aulas nesta segunda 
De acordo como a PM, não há informações de feridos. Prefeitura cancela aulas por medidas de segurança 
24/09/2017 19:34:49 - ATUALIZADA ÀS 24/09/2017 19:59:55 
Rio - A comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio, voltou a registrar tiros, no fim da tarde desde domingo. Após um dia aparentemente calmo, policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) afirmaram que houve a incidência de um tiroteio, porém, não houve o registro de feridos. 
Desde a sexta-feira, a favela é alvo de operação das Forças Armadas com a Polícia Militar. O objetivo é prender traficantes ligados a Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, e Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, que disputam o tráfico local. Na véspera, confrontos entre criminosos, policiais e militares ocorreram na favela e em outros pontos da cidade. Três suspeitos morreram, nove foram presos e pelo menos 18 fuzis foram apreendidos, além de granadas, munições e drogas (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

CASO DE MORTE PRESUMIDA - MAJOR PM É CONDENADO NO "CASO AMARILDO"



Prezados leitores, a pergunta "cadê Amarildo?" nunca foi respondida.
O corpo de Amarildo até a presente data não apareceu, mas os Policiais Militares seguem sendo condenados.

"Jornal O Globo
Lauro Jardim
Major é condenado por corromper testemunhas no caso Amarildo 
GUILHERME AMADO
22/06/2017 20:48 
A Auditoria de Justiça Militar do Rio de Janeiro acaba de condenar o major Edson Raimundo dos Santos a quatro anos de prisão por corromper testemunhas na investigação do assassinato do pedreiro Amarildo Dias de Souza, em 2013. 
Edson já havia sido condenado a 13 anos e sete meses de prisão na Justiça comum pelo assassinato do pedreiro (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 3 de julho de 2015

terça-feira, 30 de junho de 2015

NÃO FORAM OS PMs QUE ASSASSINARAM AMARILDO NA ROCINHA

Prezados  leitores, o Major PM Édson, ex-comandante da UPP da Rocinha, preso desde outubro do ano passado, afirmou em entrevista que Amarildo foi morto por traficantes.
Leiam e opinem.



"Jornal Extra
Ex-chefe de UPP culpa traficantes pelo sumiço e morte de Amarildo na Rocinha 
Preso desde outubro, major Édson Santos diz que Polícia Civil acreditou numa ‘fofoca’ ao apontá-lo como mandante do crime 
POR O GLOBO 
29/06/2015 21:03 / ATUALIZADO 29/06/2015 21:16 
RIO — Ex-comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, o major Édson Santos disse não ter dúvidas de que traficantes da comunidade sejam os culpados pelo desaparecimento e morte do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, em 14 de julho de 2013. 
Em entrevista ao “RJ-TV”, da Rede Globo, nesta segunda-feira (Assista), o PM contou que, naquela noite, ele tinha em mãos uma lista com nomes e fotos dos traficantes com mandados de prisão expedidos pela Justiça e que, por isso, Amarildo foi levado até ele. 
— Eu sou inocente, e os policiais são inocentes — afirmou o ex-comandante da UPP. — Eu liberei o Amarildo e ele saiu exatamente pela área da escada. 
Segundo Édson, Amarildo foi levado até o centro de comando e controle da UPP, e não para a delegacia, porque ele tinha a lista atualizada dos criminosos com mandados de prisão, e por isso, poderia fazer a verificação. Além disso, segundo o major, a base ficava mais perto que a 15ª DP (Gávea). 
— As pessoas não entendem que aquilo ali é uma comunidade. Você não consegue fazer certas coisas de determinado ponto, que tem áreas de sombra, há pontos com os quais você não tem o contato. E eu gostava de ter o controle, para saber o que estava acontecendo — disse. 
O major acredita que Amarildo esteja mesmo morto. No entanto, perguntado sobre quem matou o ajudante de pedreiro, o major culpou traficantes da Rocinha: 
— Nos autos há material suficiente que aponta para o tráfico — afirmou ele, acrescentando que o objetivo do crime era tirá-lo do comando da UPP. — A UPP da Rocinha era a mais bem aceita e com o menor índice de reprovação (Leiam mais)."

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

CASO AMARILDO: NOVAS REVELAÇÕES FAVORÁVEIS AOS POLICIAIS MILITARES


Prezados leitores, o Major PM Edson, ex-comandante da UPP Rocinha, foi entrevistado na Unidade Prisional da PMERJ, pelo jornal Folha de São Paulo e fez revelações que desmentem parte da versão da investigação da Delegacia de Homicídios.
Quem acompanhou os nossos artigos e vídeos sobre a investigação do assassinato da juíza Patrícia Acioli sabe que ocorrem erros na condução de Inquéritos Policiais.
Nós recomendamos a leitura, tendo em vista que algumas alegações do Major PM Edson, podem expressar a verdade (Leiam).
Apenas citando um exemplo, ele alega que Policiais Militares acusados de terem participado da tortura de Amarildo foram flagrados pelas câmeras em outros locais no horário.
Seria excelente que o Poder Judiciário também autorizasse que os Policiais Militares envolvidos no caso Patrícia Acioli pudessem conceder entrevistas para a imprensa, apresentando as suas versões e apontando os erros.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

ROCINHA: TRÊS ANOS DE "PACIFICAÇÃO E DE TIROTEIOS.



Prezados leitores, a "pacificação" da Rocinha completou três anos, período em que os tiroteios foram uma constante.

"JORNAL DO BRASIL
Hoje às 10h00 - Atualizada hoje às 10h12 
Novo tiroteio e a rotina de medo dos moradores da Rocinha 
Davison Coutinho 
Os moradores da Rocinha, mais uma vez, acordaram assustados com o tiroteio que aconteceu nesta manhã de sexta-feira (21). A comunidade tem sido palco de intensos tiroteios, que tem se intensificado nas ultimas semanas. A Rocinha completou, semana passada, três anos da pacificação, no entanto os confrontos ainda são um problema diário enfrentado pelos moradores (Leia mais)".

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DO IN DUBIO PRO REO E DA INOCÊNCIA



Prezados leitores, transcrevemos a seguir um artigo escrito por um leitor do blog que prefere não ser identificado:

"Dentro de um Estado democrático de direito, temos uma constituição que deve ser seguida e sempre servir de amparo para a justiça. Assim, temos algumas premissas que devem ser minimante respeitadas. Como os princípios CONSTITUCIONAIS DO IN DUBIO PRO REO E DA INOCÊNCIA, que discorre sobre aquele dito supremo que todos(as) são inocentes até que se prove o contrário... TODOS E TODAS!! Até que se PROVE o contrário!! Isso é um direito de qualquer humano. Seria... se não rasgassem a constituição todos os dias e cada vez mais.
Tiremos como exemplo o fatídico “Caso Amarildo”, essa semana será lançado um filme de FICÇÃO sobre o referido caso, onde é atribuída a responsabilidade aos policiais militares que estão sendo ACUSADOS pelo tal fato. Agora eu te pergunto, será que o diretor, produtor, ator, patrocinadores, etc.. que fizeram o filme tem conhecimento sobre o processo?? Ou será que eles pegaram relatos só de algumas pessoas... algumas pessoas específicas... Porque qualquer pessoa que conhece VERDADEIRAMENTE o processo, sabe que NÃO HÁ PROVAS de que houve um crime e NÃO HÁ PROVAS sobre a autoria do suposto crime. Se, mesmo sem provas, realizam um filme com uma versão fantasiosa, cadê o direito de ampla defesa dos réus?! O processo está sendo julgado ainda, não há condenados. Qual será o real intuito da divulgação deste filme?
Como fazer um filme que induzirá a opinião pública para a condenação de tais acusados e, ainda mais sério, levar para as telas cenas de torturas que ninguém viu e que ninguém sabe se REALMENTE aconteceram? Onde está o DIREITO DE DEFESA dos réus, dos seus familiares, dos seus dependentes? 
Porque os produtores deste filme não quiseram escutar os PMs e seus familiares? Será que eles estão querendo manipular algo? Será que a índole inabalável de todos os réus, dentro da corporação, será mostrada?
PARE DE SER MANIPULADO!
PENSAR NÃO DÓI!"

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

CASO AMARILDO - INTERPRETAÇÃO DO LAUDO SENDO QUESTIONADA

Prezados leitores, recebemos as seguintes imagens que estariam circulando no facebook com o texto que transcrevemos:






"Contamos com sua divulgação! 
Apesar de todas as mentiras que têm sido atribuídas para o resultado deste laudo, temos o dever, ético e moral, de esclarecer para a sociedade, que não faz idéia de quanto está sendo manipulada por alguns meios de comunicação, a verdade.
O laudo do ICCE, referente a voz do Soldado Marlon, obteve o resultado MODERADO, o que, como mostrado na tabela, significa que não há possibilidade de afirmar ser a voz do mesmo. Logo, o resultado é INCONCLUSIVO. Muito diferente do que alguns meios de comunicação, de forma fraudulenta (não sabemos o porquê), têm divulgado.
Se a autoria do suposto crime está tão óbvia, segundo os acusadores e os meios de comunicação, por que a única prova técnica que foi apresentada (depois de mais de 400 perícias realizadas) não foi comprovada?
Manter pessoas presas preventivamente, por quase um ano, sem prova alguma, está errado!
Não podemos apoiar esta covardia.
Não somos a favor da impunidade, somos a favor da justiça!"

Por favor, solicitamos aos nossos leitores que informem qualquer fato novo sobre o contido nesse artigo. 

Juntos Somos Fortes!