JORNALISMO INVESTIGATIVO
JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador armamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador armamento. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 19 de julho de 2018
TECNOLOGIA: ONDE IREMOS CHEGAR?
Compartilho:
Marcadores:
arma,
armamento,
droner,
tecnologia
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
"CRÔNICAS DE UM CASCUDO - POLÍCIA CIVIL DO RJ - 22.09.17"
Prezados leitores, transcrevo um texto anônimo que circula pelas redes sociais.
"Crônicas de um cascudo - Polícia Civil do RJ - 22.09.17
Nós policiais assistimos atônitos o que vem ocorrendo na Rocinha, antes favela, depois batizada de comunidade e recentemente elevada a categoria de bairro, como se a mudança tivesse resolvido o problema. Em outras palavras, é como se pegássemos um camelo e o rebatizássemos e passássemos a chama-lo de águia, e como um milagre, o quadrupede saísse voam alçando os céus pela porta com o novo batismo.
Vemos agora as autoridades correndo pra todos os lados e buscando desculpas e explicações, pois soluções e planejamento não possuem.
As expressões de impacto, tais como: “nosso serviço de inteligência...”; ...” a ação será controlada...”, “...já tínhamos conhecimento, mas....”... não mais surgem efeito.
Chamem o exército !!!!; grita com voz de solução uma sociedade hipócrita e ignorante.
E lá vem o exército, com sua parafernália.
Tanques, mísseis, helicópteros com metralhadoras, veículos blindados, anfíbios, granadeiros e etc.... como se fosse possível operar em território urbano com todo esse equipamento.
E lá vem o exército, com militares equipados, caras pintadas pra guerra, camuflados, visão noturna, mas sabemos que o que tem por baixo de todo esse aparato, são recrutas convocados para o serviço militar obrigatório, em quase sua totalidade sem vocação, e principalmente em sua maioria, residem nas mesmas comunidades onde o conflito se deflagra.
Lá vem o exercito !!!!!
Enquanto fazem o famoso circo, ou melhor, cerco, e posam para mídia como salvadores, os traficantes se deslocam para outra comunidade e lá esperam desarmar o circo, ou melhor o cerco, e depois retornam.
Ao mesmo tempo em os militares salvadores possam para imprensa, bravos policiais militares e civis, entram na comunidade em busca dos criminosos que lá já não mais estão. Os mesmos policiais que a tempos são massacrados pela imprensa, pela sociedade e pelo sistema corrupto instalado em nosso Estado, agora combatem o mesmo inimigo pela milésima vez.
É a famosa operação POMBO.
Em metáfora, numa praça, vários pombos defecam pelo chão e a comunidade reclama da sujeira causada, mas não permite o sacrifício dos animais, mas querem uma solução. Então você corre batendo palmas, o barulho assusta os pombos e ele voam para outro lugar, voam e pousam na praça mais próxima e lá começam a defecar e causar a mesma sujeira. Passa-se o tempo, quando aquela outra comunidade reclama da sujeira em sua praça, mas também não permite o sacrifício dos animais, então, você bate palmas novamente eles levantam voo e retornam defecando e sujando a mesma praça anterior.
E assim vai a nossa segurança pública.
O que vemos agora é um segundo exército de homens desmotivados, sem equipamentos, sem apoio e sem reconhecimentos do trabalho prestado, essa é a nossa polícia.
Há um contraste gritante, entre o equipamento ostentado pelo exército nas operações e o utilizados pelos policiais, ou seja, um fuzil e uma mochila com munição contada e velha. A viaturas militares reluzem em sua beleza, enquanto os policiais empurram as suas que não funcionam.
O mais curioso é o silêncio nas mídias sociais daqueles que chibataram por tanto tempo uma polícia que muitas vezes vai além de sua obrigação, se arrisca irresponsavelmente em defesa de outros, combate sem as mínimas condições numa guerra desigual..... estão sem voz... pois não podem pedir socorro a “POLÍCIA”, seria um contrassenso, um antagonismo, pois a Policia que resolveria o conflito, é a mesma que pediram para retirar das comunidades, a mesma que foi taxada de corrupta, violenta, a que mais mata.
Curioso também ver a palidez dos dirigentes da nossa briosa polícia civil diante do problema. Por trás daquelas mesas de carvalho entalhada, olham pela janela e nada vêem, nada enxergam, nada planejam, nada sabem.
Hoje não vemos a cara mais dos nossos dirigentes, dos delegados de polícia que ombriavam os policiais nas operações, dos que saltavam à frente e diziam ter sido por sua determinação aquela ação, das famosas reuniões com chefes de serviços, policiais mais experientes, que eram ouvidos durante o planejamento de uma operação, ouvia-se a experiencia, hoje se ouve apenas o cargo.
Hoje tudo resume a mensagens de WHATTSAPP, não há mais cara a cara, mas sim mensagens, ordens descoordenadas, ameaças veladas, pedidos de “ajuda”, compreensão, promessas, frases de efeito sem efeito, frases prontas...
Ultimamente tenho a impressão que nos tornamos uma instituição como o HEMORIO (com todo respeito, nessa absurda comparação), pois a maioria das mensagens que recebemos de nossos dirigentes, fazem referência do tipo: “temos que dar nosso sangue...”, “ temos que doar nosso melhor ...”, “ ...policia está no sangue...”, “...não fugimos da luta...”.... e lamentavelmente a frase mais antagônica está diante dos nossos olhos todos os dias... “Em defesa de quem precisar...”.’
Nós precisamos !!!!, nós simplesmente precisamos....
Precisamos de respeito, melhor condições de trabalho, direitos e garantias preservadas, reconhecimento e etc...
O que concluo, é que tais frases revelam uma fracassada tentativa de estimular quem já não mais conhece essa palavra, revela o desespero em resolver ou apresentar soluções, que não possui.
Mas me pergunto, pra que se preocupar em fracassar como Autoridade Policial, pois depois que se aposentar pode ser tornar um “famoso” especialista em segurança pública, consultor de programas de televisão, ou quem sabe tentar a vida política, pois em qualquer das opções poderá expor todo o seu conhecimento teórico, pois na prática de nada serviu.
Nós policiais nesse momento, devemos inteligentemente conter nossos impulsos, devemos enxergar o que não enxergam, a nossa importância.
O que esperam de nós é que cometamos o mesmo erro histórico, abraçar essa guerra como se fosse nossa. Tomar a causa como pessoal, sair as ruas caçando marginais por conta própria, buscando o conflito sem nenhum apoio jurídico, politico ou institucional.
Em pouco tempo ouviremos vozes estimulando o conflito, que a polícia “tem mesmo é que matar..”, mas esse impulso só dura até você se ver sozinho diante do banco dos réus.
Devemos agir com inteligência, frieza e calma... sem impulsos...
Essa guerra não é só nossa...
Mas seremos policiais sempre".
Juntos Somos Fortes!
Marcadores:
armamento,
condições de trabalho,
Exército,
Forças Armadas,
Polícia Civil,
Polícia Militar,
Rocinha,
valorização profissional
O INDISPENSÁVEL EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS NAS COMUNIDADES DOMINADAS PELOS TRAFICANTES DE DROGAS
Prezados leitores, o exmo Ministro da Defesa Raul Jugmann tem toda razão quando afirma que as Forças Armadas não podem usar seu poderio bélico para combater os traficantes de drogas que dominam centenas de comunidades carentes no estado do Rio de Janeiro, a letalidade das armas disponíveis provocaria um efeito colateral devastador, ceifando incontáveis vidas de moradores de bem e destruiria suas moradias.
Fatos inquestionáveis.
Apesar de concordar com essa opinião, penso que o exmo Ministro da Defesa está desfocado do problema central.
Eu defendo o emprego das Forças Armadas para retomada e ocupação das citadas comunidades carentes, mas não levanto essa bandeira por considerar que a questão seja o poderio bélico dos traficantes.
As Polícias Militar e Civil possuem armamentos que possibilitam esse tipo de enfrentamento, como demonstraram incontáveis vezes ao longo das últimas décadas.
Caso fosse esse problema as Forças Armadas poderiam continuar em seus quartéis.
O que não possuem as polícias estaduais é efetivo para retomar e manter uma ocupação pelo tempo necessário à urbanização das comunidades, as quais passariam a ser bairros populares com ruas que permitissem a execução do policiamento ostensivo pela Polícia Militar, algo hoje impossível, em face da existência em grande parte delas de becos e vielas, o que impede o policiamento e só permite a prática de ações de guerrilha urbana, atribuição que não é das polícias estaduais.
Penso que seja quase impossível reprimir o tráfico com eficácia sem urbanizar as comunidades, salvo melhor juízo.
As Forças Armadas, portanto, devem disponibilizar efetivo para as ocupações, que devem obedecer a um planejamento criterioso, tendo em vista que nem elas possuem efetivo para retomar e ocupar todas as comunidades carentes dominadas pelo tráfico.
A tarefa de restabelecer a hegemonia do Estado nas comunidades carentes do Rio de Janeiro é uma ação de longo prazo a ser feita gradativamente.
Reforçando meu posicionamento cito o fracasso completo das UPPs que teve no péssimo uso do efetivo da Polícia Militar um fator decisivo.
Cegos pelos interesses políticos e financeiros, o ex-governador Sérgio Cabral e seus assessores da área da segurança pública "formaram" Policiais Militares em grande quantidade, o que fez a qualidade da formação definhar. Aplicaram todos os jovens Policiais Militares nas UPPs e não recompletaram o efetivo dos batalhões operacionais.
Os resultados foram: comunidades carentes sem policiamento, ruas sem policiamento, aumento da violência e reeleição de Sérgio Cabral.
Diante do exposto, nos resta solicitar as autoridades federais que entendam que precisamos do efetivo das Forças Armadas e não do uso de fragatas, de tanques de guerra ou de caças bombardeiros.
Por derradeiro, no intuito de facilitar aos nossos leitores que não são militares, cito alguns dados numéricos com relação ao efetivo para melhor compreensão do problema.
Considerando que uma determinada comunidade carente necessite de 200 (duzentos) Policiais Militares durante todo o dia para manter adequadamente uma ocupação e aplicando no efetivo uma escala (ruim para os PMs) de 12 horas de trabalho por 24 horas de folga + 12 horas de trabalho por 48 horas de folga (o que parece uma escala 24 x 72 horas, mas não é), só essa comunidade "consumirá" 800 (oitocentos) Policiais Militares para compor as 4 (quatro) turmas necessárias. Isso sem considerar os militares de polícia que estariam afastados por férias, licenças médicas, etc.
Efetivo, exmo Ministro da Defesa, nós precisamos de efetivo e não temos como formar com qualidade milhares de novos Policiais Militares da noite para o dia, nem o governo tem como pagá-los dignamente, como ocorre com os atuais.
Fato inquestionável.
Juntos Somos Fortes!
Marcadores:
armamento,
efetivo,
ex-governador Sérgio Cabral,
Forças Armadas,
governador Pezão,
Ministro da Defesa Raul Jungmann,
Policia Militar,
Rio,
Rocinha,
tráfico de drogas,
UPP,
violência
quinta-feira, 22 de junho de 2017
RIO - VIOLÊNCIA - FALTA ATÉ ARMAMENTO PARA OS POLICIAIS MILITARES
Prezados leitores, os Policiais Militares continuam arriscando suas vidas sem receberem o 13o salário, sem ter salários pagos em dia e sem condições de trabalho adequadas.
"Jornal O Dia
Vistoria só aprova arsenal de 12 dos 39 batalhões da PM
São Gonçalo, Rocha Miranda, Niterói, Bangu e Meriti estão entre as mais prejudicadas
21/06/2017 07:00:04 - ATUALIZADA ÀS 21/06/2017 10:31:14
BRUNA FANTTI
Rio - No dia 24 de abril, um policial do batalhão de Olaria fraturou o nariz após parte do fuzil que utilizava ter estourado em seu rosto durante abordagem. No dia 15, na Cidade de Deus, durante um tiroteio, o fuzil de outro militar parou de funcionar. A falta de armas e de manutenção adequada foi relatada por promotores ao Conselho Nacional do Ministério Público.
Em vistorias feitas em maio, constatou-se que dos 39 batalhões responsáveis pela segurança no estado, só 12 possuíam equipamentos “adequados e suficientes para ações de policiamento ostensivo e enfrentamento”. Os dados foram obtidos com exclusividade pelo DIA e é tema da quarta reportagem da série ‘Rio Sem Polícia’.
Na Zona Sul, todos os batalhões tiveram aprovados pelo Ministério Público o número de armas, munições, e armamento menos letal. Já na Zona Norte, somente as unidades do Méier, Tijuca, Rocha Miranda, Ilha, Maré e Irajá.
Na Zona Oeste, os de Jacarepaguá e de Campo Grande tiveram seu arsenal considerado adequado. Na Região Serrana, somente o de Teresópolis. Em todos os batalhões da Baixada e do restante do estado foram apontados problemas como: falta de fuzis e de armamento considerado com menor potencial de letalidade, além de munições vencidas (Leiam mais).
Juntos Somos Fortes!
Marcadores:
armamento,
arsenal,
Batalhão,
criminalidade,
governador Pezão,
Ministério Público,
PM,
PMERJ,
Polícia Militar,
Policial Militar,
Secretário de Segurança Roberto Sá,
violência
terça-feira, 16 de maio de 2017
FUZIL QUE ESTÁ (OU ESTARÁ EM BREVE) EM UMA FAVELA PERTO DE VOCÊ
Prezados leitores, assistam o vídeo e fiquem assombrados com o fuzil que o Policial Militar está testando e com o fuzil que está (ou em breve poderá estará) em uma favela perto de você nas mãos dos traficantes.
Imaginem se não fosse um teste e sim uma ocorrência de confronto armado.
Juntos Somos Fortes!
Marcadores:
armamento,
fuzil,
munição,
Polícia Militar,
Policial Militar,
tiro
quarta-feira, 1 de março de 2017
GOVERNO DILMA IA GASTAR 1 BILHÃO DE DÓLARES EM ARMAMENTO SUCATEADO
Prezados leitores, a denúncia é muito grave,
A ex-presidente Dilma gastaria 1 bilhão de dólares e armamento obsoleto que seria comprado da Rússia.
Qual terá sido a justificativa alegada pela ex-presidente Dilma?
Juntos Somos Fortes!
Marcadores:
armamento,
Brasil,
compra de armamento,
dinheiro público,
ex-presidente Dilma Rousseff,
Forças Armadas,
Rússia
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
SEGURANÇA PÚBLICA: QUANDO A VÍTIMA É O POLICIAL
Prezados leitores, transcrevemos um artigo do Jornal Brasil no qual são retratadas algumas das inúmeras dificuldades que os Policiais Militares do Brasil enfrentam diariamente.
"Jornal do Brasil
Segurança Pública: quando a vítima é o policial
Baixos salários, más condições de trabalho, pressão e abuso de autoridade fazem parte da rotina
Rebeca Letieri *
Hoje às 00h08
Más condições de trabalho, salário atrasado, desvalorização da carreira, baixa auto-estima, alto nível de mortalidade e estresse: essa é a realidade da Polícia Militar do Rio de Janeiro, para não deixar de citar a PM em todo Brasil. O debate é antigo, mas pauta é atual e urgente. Após uma greve de policiais que se instaurou no estado do Espírito Santo no último mês por mais de uma semana, e os protestos que se estenderam pelo Rio, o assunto voltou à tona. Especialistas e policiais relataram para o Jornal do Brasil quais os verdadeiros nós dessa discussão.
“As condições de trabalho são difíceis em todo Brasil. Os salários são baixos, os códigos disciplinares são arbitrários. Tem deficiências no equipamento e na atenção psicológica. A instituição tem limitações e isso repercute no trabalho”, disse Ignácio Cano, professor de ciências sociais da Uerj, para quem a agressividade da PM é uma das conseqüências dessas condições, somada à doutrina de guerra e a demanda social por uma polícia truculenta.
“As raízes são muitas”, acrescentou. “Alem disso, em termos gerais, a conjuntura econômica é ruim. Isso faz com que, em vários estados, os policias sejam atingidos”.
A greve da PM do Espírito Santo provocou uma onda de violência na região metropolitana do estado como nunca vista antes. O comércio fechou as portas, shoppings center e supermercados reduziram o horário de funcionamento, e ruas ficaram desertas. O sindicato dos policiais registrou mais de 100 mortes. O governo federal enviou agentes das Forças Armadas para fazer o policiamento ostensivo na região por 20 dias (até o dia 4 de março), podendo ter o prazo prorrogado.
O secretário de Segurança Pública do ES, André Garcia, informou que 703 policiais militares foram indiciados pelo crime militar de revolta por estarem armados e aquartelados nos batalhões. Eles tiveram o ponto cortado desde sábado (4) e não vão receber salário. Se condenados, a pena é de 8 a 20 anos de detenção em um presídio militar e a expulsão da corporação.
A Constituição veda greves da categoria e as mobilizações de mulheres em frente aos batalhões impedindo a saída dos agentes tinham o objetivo de forçar uma suspensão das atividades policiais sem ilegalidades.
Sobre a greve, o professor Ignácio Cano explica que existe um problema estrutural e conjuntural. O primeiro diz respeito à falta de canais de comunicação interna para a categoria reivindicar seus direitos. E o segundo são os riscos que a greve de uma categoria armada pode acarretar.
“É preciso ter uma mudança. Além deles não terem direito de sindicalização, são submetidos a uma disciplina que não favorece a participação deles na política. Se a polícia não fosse militar, eles poderiam sindicalizar e reivindicar seus direitos”, disse.
“O problema conjuntural é mais preocupante, porque eles usam o fato de serem corporações armadas para fazer com que seus direitos sejam atendidos, um privilégio que outros funcionários públicos, por exemplo, não têm. Além do que, é inaceitável que eles usem essa situação para deixar a sociedade como refém”, acrescentou.
“Eu sou contra a greve”, disse ao JB um sargento da Polícia Militar que não quis ser identificado. “Quem foi o mais prejudicado no Espírito Santo? O povo. Eu tenho família, se eu não estiver rodando na rua, é a minha família que vai sofrer. A PM tem que brigar pelo que ela tem direito, lógico, mas sem colocar a vida do outro em risco”, disse (Leiam mais)".
Juntos Somos Fortes!
Marcadores:
armamento,
Código Penal Militar,
condições de trabalho,
equipamento de proteção individual,
PM,
Polícia Militar,
Policial Militar,
regulamento disciplinar,
salário
sábado, 14 de janeiro de 2017
RIO - ARMAMENTO DA PMERJ E PCERJ - GRAVE DENÚNCIA CONTRA EXÉRCITO E FORJAS TAURUS
Prezados leitores, assistam a reportagem do SBT.
Juntos Somos Fortes!
Juntos Somos Fortes!
Marcadores:
armamento,
Exército Brasileiro,
Forjas Taurus,
lobby,
pane no armamento,
Polícia Civil,
Polícia Militar
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
A POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO AGONIZA COMO UM DOENTE TERMINAL
Prezados leitores, a Polícia Militar, a cada dia que passa, a cada novo escândalo, mais se parece com um doente terminal vivenciando seus últimos momentos...
(O Globo)
(O Globo)
Juntos Somos Fortes!
Marcadores:
armamento,
Beltrame,
crime militar,
desvio de material,
desvios de conduta,
improbidade,
PM,
PMERJ,
Polícia Militar,
Policial Militar,
Rio,
Sérgio Cabral,
superfaturamento,
transgressão disciplinar
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
ARMAS SOMEM DE DENTRO DE QUARTEL DA POLÍCIA MILITAR
Prezados leitores, a crise na área da segurança pública segue se agravando.
"SITE G1
29/10/2014 18h53 - Atualizado em 29/10/2014 18h57
PM do RJ confirma desaparecimento de 28 armas do Batalhão de Choque
Corporação constatou a falta de 23 pistolas calibre 40 e de outras 5 armas.
Equipe que estava de serviço na unidade foi presa administrativamente.
A Polícia Militar Judiciária investiga o paradeiro de 28 armas que desapareceram do Centro de Manutenção de Materiais (CMM), localizado dentro do Batalhão de Choque. Conforme informou a Globo News, durante a tarde desta quarta-feira (29), era feita perícia na unidade e carros particulares e da corporação eram submetidos a vistoria para tentar localizar o armamento (Leia mais)".
Marcadores:
armamento,
Beltrame,
CMM. Polícia Militar,
crime militar,
furto de armas,
material bélico,
Pezão,
pistola 40,
PMERJ,
Rio de Janeiro
Assinar:
Postagens (Atom)





