JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 8 de maio de 2023

A FUGA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

 


Você pode não ter percebido, o que seria normal, considerando que a fuga do Estado do Rio de Janeiro está acontecendo de forma lenta, mas tenha certeza que ela já começou.

São empresas, pessoas e famílias que já fugiram e um número muito grande que está na fase de preparação.

Os motivos são inúmeros, mas se destaca a elevada e descontrolada criminalidade.

A criminalidade violenta (crimes de sangue) e a criminalidade desenvolvida nas mais diversas formas de fraude e de corrupção, inclusive com os desvios do nosso dinheiro (dinheiro público).

O atual governo estadual não deu origem a esse descontrole da prática criminosa, mas ela tem seguido no seu crescimento contínuo ao longo dos mandatos de Cláudio Castro.

O governador Cláudio Castro do Partido Liberal tem sido alvo de uma série de denúncias de malfeitos por parte do noticiário que faz surgir uma dúvida:

- Por que Cláudio Castro e seu vice ainda não foram afastados?

Tal inércia dos órgãos de controle faz surgir estranhas interpretações.

Além disso, tem prejudicado os militares e o funcionalismo público do Estado do Rio de Janeiro

A população aguarda o rompimento desse estado de letargia.

Certo é que a fuga está em curso.

A lamentar os milhões que não poderão fugir e terão que viver e criar seus filhos em um Rio de Janeiro totalmente dominado pelo crime, esses manterão a luz acessa.

Juntos Somos Fortes!


sábado, 6 de maio de 2023

RIO DE JANEIRO, A SUA MELHOR REPRESENTAÇÃO NA ATUALIDADE

 


É conhecida a anedota de Winston Churchill pegando um táxi para dar uma entrevista na BBC em Londres. Ao descer, pede ao taxista que espere alguns minutos.

O motorista, que não o tinha reconhecido, responde-lhe com entusiasmo: "Mal posso esperar por ele porque tenho que ir para casa ouvir o discurso que Churchill vai fazer na rádio".

Após o momentâneo orgulho inicial, Churchill aplicou o teste de fogo: atingiu-lhe, silenciosamente, uma nota de dez libras.

Ao ver a pequena fortuna oferecida, o taxista respondeu: Vou esperar o tempo que for, senhor, e que Churchill vá para o inferno!

O lendário primeiro-ministro inglês refletiria assim ao recordar o episódio:

“Os princípios foram modificados pelo dinheiro. Nações vendidas pelo dinheiro, honra vendida pelo dinheiro. Irmãos se vendem por dinheiro e até almas se vendem por dinheiro...

Quem deu tanto poder ao dinheiro, que fez dos homens seus escravos?

Por que não percebemos que o amor ao dinheiro está acabando com a dignidade do homem?

Dinheiro pode comprar uma cama, mas nunca um sonho. Uma posição, mas não o respeito. Livros, mas não a inteligência...

Quem acha que dinheiro faz tudo, acaba fazendo tudo por dinheiro.


Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 26 de abril de 2023

SÉRGIO CABRAL/CLÁUDIO CASTRO - A FARRA DOS GUARDANAPOS 2 ???

 






Inacreditável!

Os governos Sérgio Cabral e Cláudio Castro estão cada vez mais parecidos.

Até uma nova versão da famosa "Farra dos Guardanapos" o governo Cláudio Castro já tem para chamar de sua...

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 24 de abril de 2023

A "SEMELHANÇA" ENTRE OS DIAS 8 DE JANEIRO DE 2023 E 3 DE JUNHO DE 2011



No dia 8 de janeiro de 2023 ocorreram as invasões nos prédios sedes dos três Poderes em Brasília, onde ocorreram atos de vandalismo.

O fato gerou mais de mil prisões e existe um processo em andamento.

Ao ver as imagens transmitidas pelo noticiário desde a partida do grupo do acampamento até a chegada a Praça dos Três Poderes, lembrei de um ato corrido no Estado do Rio de Janeiro, no dia 3 de junho de 2011 (sexta-feira), quase doze anos antes.

O governador do Estado do Rio de Janeiro era o senhor Sérgio Cabral.

Naquele dia três mais de 1.000 Militares do Corpo de Bombeiros que estavam acampados na ALERJ há vários dias, saíram caminhando na direção do Casarão Vermelho, como é chamado o Quartel General do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, situado do na Praça da República, 45.

Os Bombeiros Militares já tinham anunciado a intenção de ocupar o referido Quartel General algumas vezes antes.

Eu filmei quase todos os atos do movimento SOS Bombeiros, inclusive esse, os vídeos estão nesse blog.

Eles saíram da ALERJ e caminharam quase dois quilômetros até chegarem ao Quartel General.

Por todo percurso, enquanto filmava, eu imaginava o momento que eles encontrariam as barreiras policiais, tendo em vista que estrategicamente era muito simples impedir a aproximação deles do local e evitar a ocupação, mas o governo, especialmente a área da segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, não adotaram qualquer providência para bloquear os Bombeiros Militares.

E, assim, sem nada para impedi-los chegaram facilmente, cantando suas canções e se posicionaram em frente ao quartel.

Nem no interior existiam tropas da Polícia Militar ou do próprio Corpo de Bombeiros para impedir a entrada.

Atônito eu continuei filmando...

Bastou que balançassem por algum tempo para que a corrente que mantinha os portões fechados se rompesse e os Bombeiros Militares ocupassem o seu Quartel General.

Muitos entraram e saíram, enquanto boa parte permaneceu.

A Polícia Militar chegou depois...

Na madrugada o BOPE comandado pelo Comandante-Geral invadiu o quartel com pompa e circunstância (fuzis e granadas) e prendeu 439 (quatrocentos e trinta e nove) Militares do Corpo de Bombeiros.

Primeiro eles foram conduzidos para o pátio do Batalhão de Polícia de Choque, unidade onde eu também estava, após ter sido preso disciplinarmente por estar filmando.

Em seguida foram para a sede da Corregedoria Interna da Polícia Militar, onde foram autuados.

O tempo passou, vários foram submetidos a Processos Administrativos Disciplinares (PAD) e excluídos das fileiras, situação que perdurou por mais de um ano, período em que foram mantidos por meio de "vaquinhas" de amigos de farda, até que foram anistiados e reintegrados.

Eu fui colocado em liberdade na segunda-feira...

Na época demonstrei que tudo teria sido evitável com uma simples e correta ação por parte dos mandatários da área de segurança pública.

É óbvio que não se podia deixar de responsabilizar quem ocupou o quartel, mas não responsabilizaram ningué que poderia ter impedido, aliás, tinha o dever de impedir.

Assistam uma entrevista que concedi na época https://www.youtube.com/watch?v=K-VHEmyvVq0

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 20 de setembro de 2022

O RIO DE JANEIRO DOS GOVERNADORES PRESOS - DIA 2 DE OUTUBRO ACABE COM ESSA TRAGÉDIA



A população do Estado do Rio de Janeiro sofre de forma contínua e crescente com os péssimos serviços públicos ofertados pelos governadores.

Eis a realidade vivenciada por todos que vivem no rico Estado do Rio de Janeiro.

Qual a explicação para um estado rico provocar tanto sofrimento na população?

A explicação guarda relação com outro absurdo, ou seja, o incrível número de governadores presos, um deles condenada a penas que representam centenas de anos.

Diante desse relacionamento direto entre os dois fatos, a solução para a melhora dos serviços públicos passa pela eleição de políticos que não sejam apenas ficha limpa, mas políticos que não estejam sendo alvo de nenhum tipo de investigação.

Em síntese, estamos diante de um quadro que em dúvida sobre a honestidade de um candidato, deve prevalecer o interesse público, não votando nele.

Enquanto eleitores mal informados continuarem votando em "políticos suspeitos" não venceremos essa tragédia que vivemos.

Faça suas reflexões e tire suas conclusões sobre o risco de votar em um candidato que está sendo investigado com base em graves denúncias.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

PRISÃO - SECRETÁRIO DA POLÍCIA CIVIL DE CABRAL E DE CLÁUDIO CASTRO É PRESO

Cláudio Castro e Allan Turnowski (Foto: Yahoo)



Eu tenho comentado semelhanças entre os governos de Sérgio Cabral e de Cláudio Castro no Estado do Rio de Janeiro.

Hoje acordamos com essa notícia que só reforça os meus comentários:

"SITE G1

Allan Turnowski, ex-chefe da Polícia Civil do RJ, é preso por suspeita de envolvimento com jogo do bicho

Ele foi preso por organização criminosa e envolvimento com o jogo do bicho. Turnowski deixou o cargo em março deste ano para se candidatar a uma vaga de deputado federal. Delegado Antônio Ricardo, ex-diretor da Delegacia de Homicídios, é alvo de mandado de busca e apreensão.

Por Mohamed Saigg e Elza Gimenez, TV Globo

Juntos Somos Fortes! 

terça-feira, 6 de setembro de 2022

"A GRANDE FAMÍLIA: CLÁUDIO CASTRO GOVERNA COM A BASE DE SÉRGIO CABRAL"


 

A gravíssima crise política que se abateu há algumas décadas sobre o Brasil não será resolvida da noite para o dia, são inúmeras mudanças que devem ser implantadas para que o povo possa receber da classe política o que lhe é devido.

Apesar da complexidade da solução algumas medidas podem ser adotadas para minorar o problema e para dificultar os grupos políticos que mandam e desmandam, por exemplo, no Estado do Rio de Janeiro.

Uma delas é provocar a ALTERNÂNCIA POLÍTICA votando em candidatos ao governo estadual que não façam parte do grupo que domina o estado há muitos anos.

Pense sobre isso, antes de votar no próximo dia 2.

Leia o artigo publicado pelo SINPOL, como sendo uma referência.

Transcrição:

"A GRANDE FAMÍLIA: CLAUDIO CASTRO GOVERNA COM A MESMA BASE DE CABRAL 

https://sinpol.org.br/home.php?idmenu=01&flag=01&id=1898

Quando assumiu o Palácio Guanabara, em 2021, após o impeachment de Wilson Witzel, Cláudio Castro mudou todo o secretariado do antigo chefe. Candidato à reeleição pelo PL, Castro colocou no primeiro escalão de seu governo diversos nomes que foram aliados do ex-governador preso Sergio Cabral e passou a governar com o apoio na Assembleia Legislativa (Alerj) da mesma base governista.

Na pasta que tem o segundo maior orçamento do governo, a Secretaria de Obras e Infraestrutura, Castro nomeou como chefe o deputado estadual Max Lemos. Filiado ao MDB de 2008 a 2018, Lemos teve Sergio Cabral como seu padrinho de casamento e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do estado, Jorge Picciani (1955-2021), condenado e preso por corrupção, como padrinho político.

Nomeado em junho de 2021, Lemos deixou a pasta em abril deste ano para concorrer à Câmara dos Deputados pelo PROS. Em seu lugar deixou o advogado Rogério Lopes Brandi, que havia sido seu secretário na Prefeitura de Queimados, cidade na Baixada Fluminense, durante seus dois mandatos pelo MDB de Sérgio Cabral.

Na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Castro nomeou, em junho de 2021, o deputado federal Vinícius Farah, preso em 2018 por suspeita de enriquecimento ilícito. Filiado ao MDB de 2004 a 2018, Farah foi prefeito de Três Rios durante dois mandatos e foi presidente do Detran, de 2017 e 2018, no governo de Luiz Fernando Pezão, sucessor de Cabral.

Candidato à Câmara dos Deputados pelo União Brasil, Farah pediu exoneração da Secretaria de Desenvolvimento Econômico também em abril deste ano e deixou o presidente do Procon-RJ, o empresário Cássio Coelho, em seu lugar.

Castro trouxe de volta ao governo o delegado de Polícia Civil Allan Turnowski e o nomeou chefe da Secretária de Estado de Polícia Civil. Turnowski foi chefe da Polícia Civil no primeiro mandato de Sergio Cabral. O delegado, contudo, foi exonerado em 2011 após uma crise causada pela Operação Guilhotina, que prendeu 30 policiais por suspeita de corrupção e ligação com bicheiros, milicianos e traficantes.

Turnowski deixou a secretaria em abril e se lançou candidato à Câmara dos Deputados pelo PL. Em seu lugar ficou o delegado Fernando Albuquerque.

A Secretaria de Meio Ambiente também foi rifada para um antigo aliado de Cabral e de seu filho, o candidato a deputado federal Marco Antônio Cabral. Castro nomeou, em outubro de 2021, assim que assumiu o governo de forma interina, o deputado estadual Thiago Pampolha. O parlamentar nunca foi filiado ao MDB, mas foi de partidos que eram da base de Cabral e de Pezão, chegando a assumir, no governo Pezão, a Secretaria de Esporte e Lazer, em 2017, no lugar de Marco Antônio. Um ano antes, em 2016, deu a Medalha Tiradentes, maior honraria do estado do Rio, para o filho de Cabral.

Pampolha deixou a Secretaria de Meio Ambiente também em abril deste ano para disputar a reeleição na Alerj. Em seu lugar, ficou José Ricardo Brito, seu ex-chefe de gabinete na Secretaria de Esporte e Lazer no governo Pezão.

O ex-secretário de Governo, Rodrigo Bacellar, que será candidato à Assembleia Legislativa pelo PL, deixou no cargo Rafael Thompson, que foi subsecretário de Esporte e Lazer no governo de Pezão quando o filho de Cabral era chefe da pasta, de 2016 a 2017."

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 28 de julho de 2022

PMERJ - HISTÓRIA - REUNIÃO DOS BARBONOS E DOS 40 DA EVARISTO COM O GOVERNADOR

 


No mês que comemoramos os 15 (anos) dos movimentos 40 da Evaristo e Coronéis Barbonos trago um pouco mais da história da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).

A foto acima é do primeiro encontro entre representantes dos grupos e o governo (Sérgio Cabral e Pezão), no Palácio Guanabara, ocorrida no segundo semestre de 2007.

Nela aparecem ao fundo o Governador Sérgio Cabral, do seu lado esquerdo dele Coronel de Polícia Ubiratan (Comandante-Geral), eu, Coronel de Polícia Fialho, Major Peixoto e Pezão (Vice-Governador) e do seu lado direito Coronel Samuel (Chefe do Estado-Maior Geral), Coronel de Polícia Menezes, Major Wanderby e Major Queiroz.

O governo, o Comando da PMERJ, três representantes dos Barbonos e três representantes dos 40 da Evaristo, conforme o combinado com o governo.

Na ocasião tratamos do contido na Carta dos Coronéis Barbonos (Link para lere outros assuntos institucionais.

Cabral sinalizou interesse de atender algumas propostas.

Ocorreu uma segunda reunião envolvendo outros representantes dos dois grupos.

Infelizmente, o governo não atendeu as nossas demandas contidas na Carta dos Coronéis Barbonos e acabou exonerando a todos os Coronéis de Polícia no início de 2008, após a realização de uma marcha pacífica e ordeira da qual participaram Oficiais e Praças da PMERJ.

Vale destacar que no Grupo 40 da Evaristo , embora forma no início apenas por Oficiais, Praças participaram dos atos públicos, portanto, não é certo afirmar que Praças não sabiam da mobilização.

Isso é história.

A única mobilização da história da PMERJ tendo à frente Coronéis de Polícia do serviço ativo.

Idealismo, destemor e traição.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 26 de julho de 2022

15 ANOS DA CARTA DOS CORONÉIS BARBONOS - IDEALISMO, DESTEMOR E TRAIÇÕES



PRO LEGE VIGILANDA

(PARA A VIGILÂNCIA DA LEI)

“O RESGATE DA CIDADANIA DO PM”
“GRUPO DOS BARBONOS”


Aos três dias do mês de julho do ano de dois mil e sete, os Coronéis signatários, encaminham ao Exmo Sr Coronel PM Ubiratan de Oliveira Ângelo, mui digno Comandante Geral da Bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; ao Exmo Sr Delegado de Polícia Federal José Mariano Benincá Beltrame, Secretário de Estado de Segurança Pública; ao Exmo Sr Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho e a todos os Cidadãos Brasileiros, através dos órgãos da mídia, o presente documento contendo as principais e urgentes necessidades dos Oficiais e Praças da Corporação, objetivando resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional de todos nós, permitindo que possamos cumprir as nossas missões constitucionais, servindo e protegendo cada cidadão desse estado, mesmo com o sacrifício de nossas vidas.

Ressalte-se, que as necessidades em questão não tiveram origem neste governo, pois trata-se de consequência de décadas de descaso; de falta de comprometimento de governantes e de irresponsabilidade de inúmeras administrações.

O grupo escolheu este momento por entender que o mesmo é extremamente oportuno, tendo em vista a postura favorável da atual administração estadual que elegeu a segurança pública como prioridade dentre todas as prioridades do estado.

Insta esclarecer que o documento tem por foco externar os principais anseios Institucionais e foi redigido por um restrito grupo de ocupantes do último posto da hierarquia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, todos, em pleno exercício de cargos da maior relevância interna corporis.

Os Coronéis signatários são contemporâneos de agruras, aspirações e decepções ao longo de mais de 30 (trinta) anos de serviço ativo e tendo por objetivo o desejo de que, ao menos agora, à chegada ao topo da escalada, como legítimos representantes, propor e desenvolver atividades concretas para a promoção de mudanças objetivas no quadro de falência múltipla da Polícia Militar que hoje se apresenta, certos de que devem agir assim, senão por imposição legal, por obrigação moral de fazer algo para reverter tal quadro.

O "Grupo dos Barbonos", referência derivada da denominação histórica da sede do Quartel do Comando Geral da Corporação, tem parâmetros claros de atuação, tendo sido sua existência, constituição e finalidade, objeto de prévia cientificação não apenas ao mandatário direto da PMERJ, seu digno Comandante Geral, como também à pessoa do Exmo Sr Secretário de Estado de Segurança Pública.

Nós desejamos, com enfoque na mais absoluta transparência e sem olvidar um só segundo sequer dos preceitos basilares corporativos, a hierarquia e a disciplina militares, não apenas externar necessidades urgentes e indispensáveis, alusivas às muitas dezenas de milhares de homens e mulheres que labutam em nossa profissão policial militar e aos seus dependentes, como também sensibilizar a maior autoridade do Poder Executivo do Rio de Janeiro, para que as satisfaça.

Os nossos parâmetros são a busca ininterrupta dos objetivos institucionais; não recuar jamais nessa busca; a preservação da honra e da dignidade profissional; o respeito à hierarquia e a disciplina militares; o apoio integral ao Comando Geral da Polícia Militar, para o desenvolvimento de um projeto de comando para os próximos 4 (quatro) anos, desde que respeitados os objetivos da Polícia Militar e o compromisso de não assumirmos, nesse período, as funções de Comandante Geral ou de Chefe do Estado Maior Geral, em nenhuma hipótese, caso convidados.

Diante do exposto, pontuaremos, de forma concisa e objetiva, as principais, urgentes e indispensáveis necessidades institucionais para que o Policial Militar volte a ser um cidadão brasileiro:

Tópico nº 1 – Estabelecimento, no mínimo, de uma política salarial calcada na integração remuneratória entre as forças policiais do Rio de Janeiro. Em nada colabora com a democracia e mesmo com a necessidade de integração de forças, o fato de termos duas polícias com funções complementares e interdependentes, coabitando o mesmo espaço geográfico, com níveis salariais absolutamente díspares, a ponto de tanto na base, quanto no topo, alcançarem diferenciais próximos de 100 % (cem pontos percentuais).Portanto, urge a implementação da proposta apresentada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, onde se busca equiparar os vencimentos das duas Instituições, o que possibilitará, principalmente, que o Praça da Polícia Militar possa viver dignamente, afastando-se da situação famélica hoje vivenciada. Os salários famélicos não determinam, mas concorrem para a prática de desvios de conduta (crimes e transgressões disciplinares).Considerando a hora trabalhada pelos integrantes dos níveis iniciais das instituições policiais, um Policial Militar ganha duas vezes menos que um Policial Civil; seis vezes menos que um Policial Militar da Força Nacional de Segurança e quase dez vezes menos que um Policial Federal.

Tópico nº 2 - Retorno aos quadros da Corporação dos milhares de Policiais Militares desviados de função – Fim da Terceirização da Polícia Militar. Por óbvio que seja, resta aqui pontuar que policiais militares são contratados e custeados pelo erário para, mediante concurso público, exercer os misteres constitucionais específicos enumerados na Carta de 1988, ou seja, a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. Promover o retorno dos milhares de Policiais Militares, Oficiais e Praças, que se encontram à disposição de diversos órgãos e autoridades, desviados das funções para as quais foram recrutados, selecionados e formados, e ainda, ganhando gratificações, embora não exerçam funções policiais militares, sobrecarregando todos os Policiais Militares que continuam trabalhando e arriscando as suas vidas em defesa da Sociedade Fluminense. Hoje existem convênios para a cessão de policiais militares nos seguintes órgãos: Banco Central, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Convém destacar que a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, que utiliza centenas de policiais militares, não celebrou convênio com a Polícia Militar e não paga qualquer importância pela cessão dos Policiais Militares.

Tópico nº 3 - Solução de continuidade nos processos de admissão da Corporação (Oficiais e Praças) até que sejam supridas integralmente as necessidades elencadas nos tópicos nº 1 e 2. Por coerência e economia de recursos públicos, é mister que novas contratações sejam precedidas da indispensável recuperação salarial e do retorno dos desviados de função, de sorte a possibilitar o aperfeiçoamento quanto à aferição de reais necessidades, bem como a captação de postulantes em níveis cada vez melhores. Em consequência, não incorporar nenhum Oficial ou Praça enquanto não forem solucionados os graves problemas citados anteriormente.

Tópico nº 4 – Fim da Etapa de Rancho – Pagamento da Dívida - Autonomia Administrativa – Dotação Orçamentária. Conceder à Polícia Militar a dotação orçamentária específica, desvinculada da verba destinada à alimentação de nossa tropa, que permita a manutenção das edificações, das viaturas e de todos os equipamentos necessários ao desempenho das missões, bem como, permita a aquisição dos recursos materiais indispensáveis para a modernização tecnológica e o correto desempenho das missões de preservação da ordem pública. Basta de se economizar na alimentação da tropa para empregar as sobras como único meio de manter funcionando, mesmo que de modo precário, os aquartelamentos, as viaturas e os equipamentos da Polícia Militar. O Policial Militar, o herói social, merece ser tratado com respeito, portanto, os quartéis favelizados e as viaturas sucateadas não devem fazer parte de nossa rotina. Piorando o quadro esclarecemos que o Estado do Rio de Janeiro paga como etapa diária para alimentação de um Policial Militar o valor de R$ 2,71 e o último repasse de etapas foi relativo ao mês de novembro de 2006, portanto, com 8(oito) meses de atraso, existindo uma dívida de R$ 25.133.620,08 até maio de 2007.O Policial Militar deve receber o ticket alimentação tal como recebe o Policial Civil.

Tópico nº 5 – Promoção de condições dignas de trabalho. Enquanto inexistir uma dotação orçamentária específica e diante da imperiosidade de prover uma alimentação saudável para a tropa, se faz necessário que o poder público promova melhores condições de trabalho. O espaço restrito imposto pelas presentes linhas, embora incompatível com o razoável aprofundamento de tão importante tópico, permite que pontuemos, dentre algumas outras, as seguintes necessidades prementes:

- Reforma urgente das edificações (Organizações Policiais Militares), considerando que algumas estão colocando em risco Policiais Militares e o público em geral;

- Compatibilizar a carga horária de trabalho de modo a permitir a qualificação profissional do Policial Militar;

- Aquisição de viaturas, inclusive blindados;

- Aquisição de equipamentos de proteção individual;

- Aquisição de armamento e munição;

- Aquisição de fardamento para os Alunos dos Cursos de Formação e para os Cabos e Soldados;

- Aquisição de recursos tecnológicos destinados ao emprego no sistema de Inteligência (EMG-PM/2) e de Correição da Corporação;

- Promover a informatização da Polícia Militar, poupando recursos humanos e agilizando tarefas; e,

- Desenvolver em caráter urgente um programa de manutenção, basicamente de viaturas e armamento, para a recuperação do que ainda for servível.

Tópico nº 6 – Estabelecimento e Respeito ao Limite de Carga Horária. Implantar o regime de 44 horas semanais, com pagamento de horas extras proporcionais.

Tópico nº 7 – Saldar a dívida do Estado com o Fundo de Saúde da Polícia Militar. A Polícia Militar possui o seu Sistema de Saúde próprio, custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), para prover a saúde dos seus milhares integrantes e de seus dependentes. Os recursos do FUSPOM são oriundos de descontos mensais nos contracheques dos Policiais Militares e de uma contrapartida do Estado, considerando que a inexistência do nosso sistema sobrecarregaria ainda mais as já combalidas redes de saúde estadual e municipal. Entretanto, o Estado não repassa a parcela do erário destinada ao Fundo de Saúde da Corporação, sendo que a dívida atualmente é da ordem de R$ 109.445.098,45 e o último repasse feito foi relativo ao mês de janeiro de 2006.Saldar a dívida é indispensável para que possamos promover a saúde institucional, deixando de economizar na comida para comprar remédios.

Tópico nº 8 – Policiais Militares – Invalidez em Serviço – Triênios Integrais – Pensão Estadual. O Policial Militar arrisca rotineiramente a sua vida em defesa da sociedade, sendo que muitos perdem a vida, deixando os seus dependentes em situação precária, enquanto outros ficam inválidos, impossibilitados de exercer qualquer outra atividade. Nada mais justo que o imediato estabelecimento da integralidade de gratificação por tempo de serviço (triênios) para militares inativados para o serviço policial militar, fruto de incapacidade definitiva adquirida em consequência de ato de serviço. O estabelecimento de uma pensão militar estadual, também é urgente, considerando as sérias dificuldades financeiras enfrentadas pelas nossas pensionistas, que precisam sustentar a família e percebem uma pensão irrisória, na maioria dos casos.

Tópico nº 9 – Apoio as propostas de modificação das legislações referentes às promoções. A Polícia Militar precisa do apoio do Executivo e do Legislativo para viabilizar as alterações nas referidas legislações, buscando ter o critério meritório nas promoções de Oficiais e Praças como base e não o critério de tempo de serviço, que contribui para a desqualificação do nosso efetivo. Regularizar as promoções dos Oficiais do Quadro de Oficiais de Administração, atualmente estagnado, motivando os referidos Oficiais que inclusive atuam rotineiramente nas atividades operacionais. As propostas serão debatidas exaustivamente interna corporis, antes de serem apresentadas, enquanto isso não devem ser acolhidas propostas que resultem em aumento ou diminuição de interstícios para promoções de Oficiais ou de Praças. Revogação das legislações que não possuem qualquer interesse Institucional, tais como a Lei n.º 4.024/2002 (promoção do Tenente Coronel ao posto de Coronel após 32 anos de serviço), que deve ser aplicada pela última vez nas promoções de agosto/2007 e a esdrúxula Lei n.º 4.848/2006 (promoção na cédula de identidade), que não possui qualquer legitimidade.

Tópico nº 10 – Apoio para a implantação de um novo Quadro de Distribuição do Efetivo. A Polícia Militar não possui um Quadro de Distribuição de Efetivo (QDE) atualizado, sendo que algumas Organizações Policiais Militares sequer possuem um QDE, o que causa grande prejuízo financeiro para os Policiais Militares, pois exercem funções superiores e não podem perceber a justa contrapartida nos vencimentos.

Tópico nº 11 – Termo Circunstanciado – Projeto Piloto. A confecção dos Termos Circunstanciados pela Polícia Militar já é uma realidade em vários Estados da Federação, permitindo uma melhor prestação de serviço ao cidadão e a racionalização do emprego dos recursos humanos, sobretudo da Polícia Civil. A experiência exitosa realizada no 7º BPM e politicamente interrompida merece ser revivida em um Projeto Piloto. Portanto, a imediata implantação de projeto piloto, contemplando a lavratura de termos circunstanciados e ainda o registro de ocorrências que não contemplem flagrante delito pela Polícia Militar, será benéfica para todos, principalmente para o povo fluminense. Convém destacar que em consulta realizada através da Secretaria de Estado de Segurança Pública à Procuradoria Geral do Estado, mereceu parecer favorável quanto a elaboração do Termo Circunstanciado previsto na Lei 9099/95 pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Tópico nº 12 - Adoção de mecanismos legais compatíveis, no sentido de que apenas os ocupantes dos cargos de Comandante Geral e de Chefe do Estado Maior da Corporação possam exceder o tempo máximo de permanência no posto de Coronel na condição de ativos. Não existe qualquer interesse Social ou Institucional, qualquer motivo que determine tal privilégio, qualquer finalidade a ser alcançada e nem mesmo faz sentido que cargos outros, marcadamente externos à Corporação, gozem de tal prerrogativa. Portanto, deve-se revogar em caráter de urgência todas as legislações estaduais que permitem que Coronéis permaneçam no serviço ativo, após os 6 (seis) anos da última promoção e não legislar mais nesse sentido absurdo. Toda legislação deve obedecer ao interesse social e ao interesse institucional, essas legislações não alcançam tais interesses, restringindo-se a interesses pessoais ou de pequenos grupos que desejam um tratamento privilegiado. Portanto, urge promover a revogação de tais privilégios concedidos através de modificações no parágrafo primeiro, do artigo 96, da Lei n.º 443, de 1 de julho de 1981, realizadas por meio da Lei n.º 4.043, de 30 de dezembro de 2002 e Lei 5.019, de 19 de abril de 2007.

Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira – Coronel

Diretor Geral de Finanças


Paulo Ricardo PAÚL – Coronel

Corregedor Interno


Gilson PITTA Lopes – Coronel

Chefe da Segunda Seção do Estado Maior Geral


Dario CONY dos Santos – Coronel

Comandante da Escola Superior de Polícia Militar


Rodolpho Oscar LYRIO Filho – Coronel

Comandante da Academia de Polícia Militar – D. João VI


LEONARDO PASSOS Moreira – Coronel

 Chefe do Centro de Comunicações e Informática


Francisco Carlos VIVAS – Coronel

 Diretor Geral de Apoio Logístico


Ronaldo Antonio de MENEZES – Coronel

Comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária


Renato FIALHO Esteves – Coronel

Comandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças 4

Juntos Somos Fortes!

domingo, 24 de julho de 2022

VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO - QUAL O PROJETO DO GOVERNO PARA CONTROLAR A TRAGÉDIA?



Após a operação policial desencadeada no Complexo do Alemão que resultou na morte de um Militar de Polícia, dois moradores e vários "suspeitos", como a imprensa prefere qualificar os envolvidos com o tráfico de drogas, publiquei dois artigos no meu canal do Youtube (Links https://youtu.be/-kh_4s2OYbk e https://youtu.be/ntTG-w96f_Y ) comentando opiniões dos denominados especialistas em segurança pública e dos defensores dos direitos humanos de plantão.

Em apertada síntese, destaquei a ausência por parte deles da apresentação de soluções factíveis para o controle da violência, algumas apresentadas são equivocadas, demonstram desconhecimento do tema e são apresentadas ano após ano.

A realidade das últimas décadas demonstra que as soluções não surgirão desse grupo de não profissionais da área de segurança pública.

Apesar dessa realidade, devo registrar que os profissionais de segurança pública também não estão demonstrando que estão no caminho certo para o controle da violência.

Como bem comentou um inscrito no meu canal do Youtube, hoje se voltarmos ao Complexo do Alemão, o cenário será o mesmo antes da operação.

Eu credito essa ineficácia à terrível interferência por parte dos políticos e não a incompetência profissional.

As instituições policiais perderam a autonomia e, por sua vez, os governos nunca apresentaram um projeto consistente para controlar a violência que encurrala cada cidadão que mora no Rio de Janeiro, ele que vive com medo o tempo todo de ser a próxima vítima.

Para exemplificar cito os últimos governos que lançaram projetos eleitoreiros que nada produziram de positivo até o momento.

As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) foram um fracasso gigante, inclusive com várias mortes de Militares de Polícia, como ocorreu na Operação do Complexo do Alemão em referência e com um desperdício de dinheiro público de tal magnitude que fica difícil de calcular.

Eu escrevi um livro sobre esse fracasso (UPPs Uma Farsa Eleitoral amazon.com.br ).

O atual governo inventou o Projeto Cidade Integrada, uma cópia pior ainda das UPPs.

Isso sem falar no Segurança Presente...

A grande verdade é que os ditos especialistas não sabem como solucionar o problema, os políticos muito menos e os profissionais da área são limitados pela interferência política, inclusive pelas escolhas políticas para os cargos de maior relevância.

As consequências disso tudo é o descontrole total da violência e o domínio de partes do território brasileiro por grupos criminosos que utilizam armas de guerra para manter o seu domínio e o cidadão cada vez mais apavorado e acuado, não podendo exercer direitos garantidos pela Constituição Federal.

São "Brasis" que não pertencem ao Brasil!

Isso é muito triste!

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 24 de maio de 2022

Vídeo >> TRANSFERÊNCIA DE SÉRGIO CABRAL - UMA "MEIA VITÓRIA" DA POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

 

VÍDEO

Por determinação judicial o ex-governador Sérgio Cabral foi transferido para a Unidade Prisional do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, deixando de cumprir pena no Grupamento situado no bairro do Humaitá.

Não foi uma vitória completa porque Cabral deveria ser transferido para a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, órgão responsável pela gestão do cumprimento de penas por civis.

O noticiário deu conta ainda que o Comandante-Geral usou argumentação inverídica para não manter Cabral na Unidade Prisional, como foi constatado pelo Poder Judiciário.

Como avisei a presença de Cabral em quartéis do Corpo de Bombeiros só desgastará a imagem da Instituição Militar.

#ForaClaudioCastro

#VeteranosPensionistasUnidos

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quinta-feira, 12 de maio de 2022

GOVERNO CLÁUDIO CASTRO - NOVO FRACASSO - PROJETO CIDADE INTEGRADA SEGUE O CAMINHO DAS UPPs


O projeto das Unidades de Polícia Pacificadora foi um grande fracasso da gestão do ex-governador Sérgio Cabral.

Nele vários Policiais Militares foram assassinados pelos traficantes de drogas que até hoje dominam os territórios.

Eu escrevi um livro sobre esse projeto eleitoreiro: UPP - Uma Farsa Eleitoral.

O livro hoje está sendo vendido na AMAZON.

O denominado Projeto Cidade Integrada parece seguir o mesmo caminho.

Fiz uma pesquisa na rede e a última notícia que encontrei foi do mês de fevereiro de 2.022.

Ao que tudo indica a população da comunidade pouco ganha em termos de qualidade de via e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro só sai perdendo.

"G1

Um mês após o Cidade Integrada, moradores dizem que serviços não chegaram ao Jacarezinho e à Muzema: ‘Só a polícia intimidando’

Apesar do avanço em alguns serviços, moradores dizem que criminosos ainda circulam livremente pelas favelas. Programa tem como meta retomar as áreas dominadas pelo tráfico e pela milícia.

Por Amanda Prado, Eduardo Tchao e Lucas Soares, RJ

 

quinta-feira, 5 de maio de 2022

SÉRGIO CABRAL, CLAUDIO CASTRO E AS AFRONTAS À POPULAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO



"CNN

Justiça determina que Cabral deixe Bangu e vá para cela em quartel dos bombeiros

Ex-governador do Rio foi transferido para presídio de segurança máxima após serem constadas regalias em unidade prisional onde estava

Pedro DuranPauline AlmeidaBeatriz PuenteRenata Souzada CNN

no Rio de Janeiro e em São Paulo


terça-feira, 19 de abril de 2022

GRAM, SÉRGIO CABRAL, CLÁUDIO CASTRO E IMPRENSA

 

VÍDEO


A imprensa tem adotado o mesmo comportamento que praticou no governo Sérgio Cabral, dessa vez no governo Cláudio Castro.

Citando um entre muitos fatos semelhantes, no governo Sérgio Cabral a imprensa apoiou e impulsionou o projeto equivocado das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), um projeto sem planejamento e sem estrutura, meramente eleitoreiro.

As UPP trouxeram inúmeros problemas para o erário público, para a população fluminense, para a Polícia Militar e seus integrantes.

Atualmente, por exemplo, a imprensa não tem questionado o erro do governo Cláudio Castro ao não conceder a GRAM para os Veteranos e as Pensionistas prejudicando idosos e viúvas.

Um erro grosseiro e ilegal.

Além de não questionar o Governador, a imprensa também não procura esclarecimentos junto aos Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, eles que permanecem em silêncio sobre o tema.

O silêncio sobre os erros das UPP se repete no não pagamento da GRAM.

Acorda imprensa!

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segunda-feira, 4 de abril de 2022

GOVERNADOR CLÁUDIO CASTRO REPETE COMPORTAMENTOS DO EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL



Eu tenho avisado sobre as semelhanças.

Mil alianças políticas.

Vaidade exacerbada.

Gosto por festas luxuosas.

Uso de helicóptero do governo para viagens pessoais.

Ofender Militares do Estado do Rio de Janeiro.

"Site G1

Cláudio Castro usa helicópteros do Governo do RJ para eventos particulares

O mais recente deslocamento do governador para ir a uma celebração pelo ar foi interrompido por um pouso de emergência, quando a aeronave atingiu uma ave.

Por Gabriel Barreira, RJ2

 

O governador Cláudio Castro (PL) tem usado o helicóptero oficial do Governo do Rio de Janeiro para ir a eventos particulares. Como mostrou o RJ2 desta segunda-feira (4), uma regra criada pelo próprio Palácio Guanabara restringe o uso das aeronaves ao trabalho.

Aproximadamente 2 mil pessoas foram à festa do ex-secretário e atual deputado estadual Rodrigo Bacellar. O aniversário contou com grandes atrações. E mesmo com tanta gente presente, a ausência do governador Cláudio Castro (PL) foi sentida (Leia mais)".

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