JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quinta-feira, 12 de maio de 2022

GOVERNO CLÁUDIO CASTRO - NOVO FRACASSO - PROJETO CIDADE INTEGRADA SEGUE O CAMINHO DAS UPPs


O projeto das Unidades de Polícia Pacificadora foi um grande fracasso da gestão do ex-governador Sérgio Cabral.

Nele vários Policiais Militares foram assassinados pelos traficantes de drogas que até hoje dominam os territórios.

Eu escrevi um livro sobre esse projeto eleitoreiro: UPP - Uma Farsa Eleitoral.

O livro hoje está sendo vendido na AMAZON.

O denominado Projeto Cidade Integrada parece seguir o mesmo caminho.

Fiz uma pesquisa na rede e a última notícia que encontrei foi do mês de fevereiro de 2.022.

Ao que tudo indica a população da comunidade pouco ganha em termos de qualidade de via e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro só sai perdendo.

"G1

Um mês após o Cidade Integrada, moradores dizem que serviços não chegaram ao Jacarezinho e à Muzema: ‘Só a polícia intimidando’

Apesar do avanço em alguns serviços, moradores dizem que criminosos ainda circulam livremente pelas favelas. Programa tem como meta retomar as áreas dominadas pelo tráfico e pela milícia.

Por Amanda Prado, Eduardo Tchao e Lucas Soares, RJ

 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

COMPRA DE LIVROS DO CORONEL PAÚL - AGRADECIMENTO




Agradeço aos leitores que estão adquirindo nossos livros na AMAZON.

Informo que são vendidos pelo preço de custo, sendo acrescidos a taxa da empresa e as despesas postais.

O objetivo é informar, não ter lucro.

Os livros tratam das mobilizações dos Militares do Estado do Rio de Janeiro e do fracassado projeto das UPPs.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 6 de maio de 2017

LIVRO "UPP - UMA FARSA ELEITORAL " - PREFÁCIO DO CORONEL DE POLÍCIA REF NELSON HERRERA RIBEIRO

Prezados leitores, atendendo solicitação do Coronel de Polícia Reformado HERRERA estamos publicando o prefácio de sua autoria do livro "UPP - Uma farsa eleitoral" publicando em 2014 pelo Coronel de Polícia Reformado Paúl.




"PREFÁCIO  do livro  “UPP – uma farsa eleitoral”, de autoria do Coronel PAÚL, publicado em agosto/2014

“Senti-me muito honrado com o convite do autor para prefaciar esta obra, que julgo brilhante e oportuna.
Embora ambos sejamos oficiais superiores da bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, não convivi com o coronel Paul na vida profissional. Posso dizer (usando jargão militar) que sou bem mais antigo –  ele Aspirante de 1978 e eu, de 1967 –, tendo requerido minha passagem à inatividade em 1991, há exatos quatorze anos antes de ele passar a integrar o Alto Comando da Corporação.
Conheci-o, de fato, através de insurgentes publicações em corajoso blog e por suas inusitadas manifestações nas ruas. Sempre marcantes, aliás  – eivadas de verdadeira ira santa, com a desabrida coragem de quem luta por ideais, de forma consciente e com honestidade de propósitos. Mais tarde, em contatos pessoais, passei a admirá-lo muito, por suas atitudes de profundo sentido institucional. Atitudes que soem ser raras em governantes, cuja inexistência acaba por contagiar perniciosamente os nossos coronéis em Comando.
Ao aceitar a missão de prefaciar, não pude evitar, consoante minhas formações acadêmicas, o exame do livro sob três enfoques distintos.
Como professor de Língua Portuguesa, revisando o texto, examinei apenas aspectos gramaticais e de produção textual, tendo corrigido alguma eventual pontuação errônea ou, aqui e ali, mais bem adequando a sintaxe frasal. Erros que nem poderiam ser considerados graves em obra tão extensa. Portanto se aprimorou o texto final para melhor apresentação ao leitor. Apenas isso.
Como advogado militante, aumentei minha frustração ante a evidência dos fatos aqui narrados, que envolvem o governador Sérgio Cabral Filho e seu Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, por flagrante violação de direitos e prerrogativas legais, não só pelo deletério sistema de formação imposto no CFAP e por péssimas condições de trabalho em toda UPP, mas, sobretudo, pela rememoração do encarceramento de bombeiros e policiais militares (inclusive o coronel Paul), na chamada penitenciária Bangu 1  –  ainda que houvesse precipitada ordem judicial de prisão dos militares  –, os quais, de modo pacífico, publicamente, amparados por dispositivo constitucional, se manifestavam por remuneração digna e melhores condições de trabalho. Assustador, acima de tudo, foi constatar a não responsabilização posterior de autoridades públicas arbitrárias, que agiram em absoluto abuso de poder, acobertadas pela leniência da Justiça e pela omissão do Ministério Público. Mas essa é outra história, que faz parte da suja crônica da política nacional.
Como policial militar reformado, com quase meio século de conhecimento de profissão (ingressei em 1965), fiquei perplexo com o mito do que está sendo impingido, sob holofotes de parte da mídia acumpliciada, como salomônica solução de erros e males da segurança pública no nosso Estado e, vale dizer, no nosso país, já que a atuação do narcotráfico se situa em âmbito nacional. Só me restou lamentar, estarrecido, a que ponto, desavergonhadamente, esse irresponsável “desgoverno” Cabral relegou a Segurança Pública, por sua nefasta política, que não só apenas atinge a PMERJ, mas também os demais órgãos integrantes do sistema e, por último, de modo desastroso, a própria população.
O trabalho ora publicado, de oportuno, vem suprir importante lacuna na análise dessa triste e flagrante realidade. Traz nele três perenes marcas indeléveis.
Este livro vem à luz como forte brado. O incontido grito de quem –  percebendo que as já existentes mazelas policiais foram agravadas pelo “festivo” Projeto UPP  –  não se limitou à simples crítica ou ao que seria a mera reação a desafetos políticos, mas buscou disponibilizar dados e fatos comprovadores de seu entendimento, nivelando-se ao que se pode chamar de Estudo de Estado-Maior, em acurada análise de dada situação.
Este livro vem à luz como nítido alerta. A sincera preocupação de quem, diligente profissional, pôde antever os graves problemas que a açodada implementação das UPPs – fruto de faraônico projeto de claro objetivo eleitoreiro –, já trouxe aos policiais militares, ao futuro da PMERJ e à incauta população, sempre ludibriada por inquilinos do poder e pela mídia mancomunada. Problemas que, por certo, se agravarão.
Este livro vem à luz como pujante ideal. A postura idealista de que, policial militar íntegro e dotado de acendrado amor corporativo, apesar de tantas adversas situações, sempre buscou reagir ao lento desmoronamento da Corporação e à complacência de seus comandantes, que vêm implicar a grave deterioração do próprio sistema de segurança pública. Atitude destemida, que, aliás, retrata o valor dos verdadeiros policiais militares.
Que, então, o leitor possa sentir o brado, o alerta, o ideal.                
                                                         Agosto de 2014.

Nelson HERRERA Ribeiro, Cel PM Ref “


Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 13 de março de 2017

UPPs - NOSSO BLOG SEMPRE ESTEVE COM RAZÃO MOSTRANDO A FALÁCIA DO PROJETO



Prezados leitores, o nosso espaço democrático foi durante muitos anos o contraponto com relação ao projeto de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), enquanto todos aplaudiam, nós mostrávamos que o fracasso era completo.
A grande diferença  entre nós e eles reside no fato de que sempre comparecemos às UPPs e conversávamos com os Policiais Militares, portanto, tínhamos elementos para criticar e mostrar a verdade, diante de uma programa maciça que a pólvora tinha sido redescoberta.
Quem não lembra da imprensa noticiando que o projeto de se espalharia pelo Brasil, tamanho o sucesso.
E, nós, publicando um livro com o título "UPP, uma farsa eleitoral", lançamento que não foi noticiado por nenhum órgão de imprensa na época.
Hoje, os que bateram palamas entusiasticamente, criticam.
Diante do fracasso amplo, geral e irrestrito, isso ficou fácil, mas no governo Cabral...

"Jornal do Brasil
11/03 às 12h57 - Atualizada em 11/03 às 13h00 
Santa Marta e o que nunca houve: pacificação nas comunidades 
A comunidade Santa Marta representa o que nunca houve: a pacificação nas comunidades. O noticiário informa que houve um tiroteio entre policiais e bandidos nessas áreas. A Secretaria Estadual de Segurança Pública, aplaudida, endeusada e que servia de exemplo para conter o crime nas comunidades, não existe. E por que não existe? O chefe da quadrilha, tido em tempos passados como homem exemplar, e que junto com seus comparsas foram os responsáveis pelas pacificações, estão hoje em Bangu. Eles eram realmente os responsáveis por tudo isso o que está acontecendo no Rio de Janeiro, e até mesmo no Brasil. Como poderiam pacificar essas comunidades se roubaram o direito de crianças estudarem, idosos receberem suas aposentadorias e se tratarem em hospitais públicos? 
A mídia, no entanto, insiste em querer falar em pacificação nas comunidades sob a responsabilidade daqueles que deram o exemplo de como roubar. Só mesmo as grandes assessorias de imprensa, assessorias que ganharam fortunas de corruptos e corruptores e montavam um teatro que nesses últimos oito anos teve suas lotações sempre esgotadas, seria cúmplice na desinformação do povo sobre as realidades escondidas. 
Os artistas desse teatro eram bem vendidos por essas assessorias, mas estão agora presos. Peleiam-se fisicamente em seus cubículos do presídio de Bangu para ver como podem mentir novamente nas versões que querem dar, imaginando que suas condenações serão reduzidas (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O JORNALISTA REINALDO AZEVEDO E O LIVRO "UPP, UMA FARSA ELEITORAL"



Prezados leitores, quem leu o livro "UPP, uma farsa eleitoral" publicado em 2014  e leu o artigo do jornalista Reinaldo Azevedo "Beltrame ficou na hora errada e pede para sair na hora errada. Ou: Crônica de um desastre anunciado" publicado no dia 11, pode pensar que o jornalista leu o livro, mas não foi isso que aconteceu, ele apenas retratou aspectos óbvios sobre o fracasso das UPPs, como nós fizemos no blog desde 2009 e no livro. 

"Revista Veja 
Blog do Reinaldo Azevedo 
Beltrame ficou na hora errada e pede para sair na hora errada. Ou: Crônica de um desastre anunciado
Ninguém inventou remédio melhor para conter o crime do que meter bandido na cadeia; no Rio, viveu-se o sonho da integração com criminosos Por: Reinaldo Azevedo 11/10/2016 às 16:32
José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública do Rio, pediu demissão no dia seguinte a um tiroteio entre traficantes dos morros Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, o que levou o pânico a parte de Ipanema e Copacabana. Secretário há dez anos, eu diria que ele escolheu ficar na hora errada e decide sair numa hora mais errada ainda. Com todas as vênias ao ainda secretário, deixar o posto agora chega a ser covardia. Como disse a Capitania dos Portos ao comandante do navio Costa Concordia, digo a Beltrame: “Vada a bordo, cazzo!”.
Poucas posturas que assumi na vida profissional me renderam tantos ataques como as críticas que eu fazia, de maneira sistemática, à política de segurança do Rio. Esta me parecia, e eu estava certo, essencialmente errada. Aquilo a que se chamava “política de pacificação” — o que foi parar no nome das unidades de segurança instaladas nos morros: UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) — trazia já um erro de concepção, que, no entanto, faz um sucesso danado com as esquerdas da Zona Sul: a ideia de que se pode estabelecer uma pax, um pacto, com os bandidos.
Pode? Enquanto se faz o jogo deles, é bem possível. Alguns nomes coroados do crime foram presos ou mortos na gestão de Beltrame, mas é sabido que uma das características da tal “política de pacificação” parte do princípio de que prender bandidos corresponde a aumentar o problema. Eles teriam de ser absorvidos pela sociedade como um dado da paisagem. Daí que as unidades pacificadoras fossem sendo instaladas para, atenção!, conviver com o tráfico e o crime organizado, não para combatê-lo. Desde que a ação fosse moderada, e os bandidos, discretos. Era proibido posar de arma na mão para sair no Jornal Nacional.
A cada pouco, como num seriado do Netflix, a gente via a UPP chegar, com data, hora marcada e ampla cobertura da imprensa. O grande orgulho: não era preciso dar um tiro. Até o símbolo de um desastre virou emblema de um suposto sucesso: a fuga em massa de traficantes da Vila Cruzeiro. Razão do aplauso: eles estavam deixando a região. Os entusiastas só se esqueceram de lembrar que estavam indo para outro lugar.
A taxa de homicídios por 100 mil habitantes caiu, sim, na gestão Beltrame. É preciso verificar até onde isso decorre de uma espécie de pacto informal com a bandidagem, que acabou sendo, obviamente, rompido. Em 2006, houve 41,3 mortos por 100 mil habitantes no Estado; em 2015, 25,4. Os dados são do Instituto de Segurança Pública. Para comparar: a taxa de São Paulo é inferior à metade.
De todo modo, a “paz” com a bandidagem viveu o seu período de relativa lua de mel. Mas o capeta sempre cobra um preço, não é? Aos poucos, os bandidos que haviam se acomodado com a presença da polícia começaram a se incomodar. As escaramuças foram crescendo. E se instaurou de novo a guerra. A razão é simples: os soldados do crime estavam soltos. Não há mágica nessas coisas: lugar de bandido é na cadeia.
O modelo está em crise faz tempo. O Rio não tinha quebrado ainda em 2014, e o ano terminou com 101 policiais feridos e 8 mortos nas áreas das UPPs, informa http://veja.abril.com.br/brasil/secretario-de-seguranca-do-rio-entrega-carta-de-demissao/ VEJA.com. Só neste ano, já são 131, com 11 mortes. 
Pra começo de conversa, a polícia do Rio precisa prender mais. Não quero chocar almas sensíveis, mas lugar de bandido é na cadeia e não estrelando filme de subintelectual da Zona Sul ou dando lição de moral em entrevista, com o rosto coberto, como se fosse um herói dos oprimidos.
Com esse parágrafo-cajadada, acerto dois coelhos: a polícia do Rio, em razão de sua política de segurança, prende pouco. A relação é direta: mais bandido solto, mais crime. E o clima de tolerância, vamos dizer, cultural com a marginalidade que se experimenta em certas áreas da cidade, especialmente aquelas que têm o bolso no asfalto, mas “a alma” no morro. Essa turma imagina que tudo termina num “esquenta”.
Até na linguagem, convenham, há um esforço de não se reconhecer a fealdade das coisas. Já repararam que, no Rio, não existe “favela”? Isso é coisa de São Paulo. Por lá, fala-se em “comunidade” — uma comunidade onde os comuns se matam e morrem sem muita solenidade.
Beltrame teria de ficar até passar o pior da crise. Depois, tem de sair. E o governo do Rio precisa decidir qual é a tarefa do novo secretário: garantir a segurança dos cidadãos, combatendo o crime, ou selar a paz com os bandidos (Fonte)". 

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domingo, 22 de novembro de 2015

AS UPPs SÃO INSUSTENTÁVEIS! UMA LEMBRANÇA OPORTUNA


Prezados leitores, lembramos que o nosso espaço foi o primeiro no Brasil a publicar que as UPPs eram insustentáveis, isso quando elas estavam no auge da popularidade, sendo apresentadas como modelo para ser empregado em todo Brasil.
Inclusive publicamos um livro para materializar as nossas argumentações.
Nós consideramos que o momento é oportuno para fazer essa lembrança.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

UPPs: O BLOG DO CORONEL PAÚL AVISA SOBRE A CRISE DESDE 2009



Prezados leitores, quem é leitor do nosso blog e tem ouvido ou lido as explicações do Governador Pezão e do Secretário Beltrame, deve estar lamentando que eles não sejam nossos leitores.
Nós denunciamos que o projeto das UPPs era inviável, em face da forma como estava sendo implantado, isso desde 2009.
Se eles fossem nossos leitores, não teriam produzido esse desastre na gestão da segurança pública.
Só nos resta sugerir que comprem o nosso livro.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

LIVROS DO CORONEL PAÚL - LOCAL DE COMPRA



Prezados leitores, os três livros de autoria do Coronel PM Paúl poderão ser adquiridos na Associação dos Militares Estaduais (AME-RJ), situada na Rua Camerino, 114, Centro, Rio de Janeiro.
A AME-RJ funciona de segunda à sexta-feira no horário comercial.
Os livros também poderão ser adquiridos e encaminhados pelo correio,  para isso basta encaminhar e-mail para pauloricardopaul@gmail.com

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

HOJE - ZONA OESTE - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PAÚL

Prezados leitores, o Coronel Paúl disponibilizará um local na Zona Norte, onde poderão ser adquiridos os livros sem qualquer acréscimo nos preços.
Hoje o lançamento será durante a festa de confraternização do SOS Bombeiros RJ, evento que será realizado a partir das 10:00 horas, na Rua Tecobé, número 347, Realengo, Rio de Janeiro, RJ.
O livro "A ditadura de terno e gravata" narra a mobilização dos Bombeiros do Rio de Janeiro e as represálias do governo Cabral-Pezão, inclusive a prisão em Bangu 1, sendo uma continuação do livro "Cabral contra Paúl - A PM de joelhos".
O livro "UPP, uma frasa eleitoral", como o nome sugere, desmascara o projeto.



Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

AMANHÃ - ZONA OESTE - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PAÚL

Prezados leitores, o Coronel Paúl fará o lançamento dos seus livros durante a festa de confraternização do SOS Bombeiros RJ, evento que será realizado amanhã, a partir das 10:00 horas, na Rua Tecobé, número 347, Realengo, Rio de Janeiro, RJ.
O livro "A ditadura de terno e gravata" narra a mobilização dos Bombeiros do Rio de Janeiro e as represálias do governo Cabral-Pezão, inclusive a prisão em Bangu 1, sendo uma continuação do livro "Cabral contra Paúl - A PM de joelhos".
O livro "UPP, uma frasa eleitoral", como o nome sugere, desmascara o projeto.




Juntos Somos Fortes!



quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

DIA 19 - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PAUL NA ZONA OESTE

Prezados leitores, o Coronel Paúl fará o lançamento dos seus livros durante a festa de confraternização do SOS Bombeiros RJ, evento que será realizado no dia 19 de dezembro de 2014, a partir das 10:00 horas, na Rua Tecobé, número 347, Realengo, Rio de Janeiro, RJ.
O livro "A ditadura de terno e gravata" narra a mobilização dos Bombeiros do Rio de Janeiro e as represálias do governo Cabral-Pezão, inclusive a prisão em Bangu 1.



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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

JORNAL PAÚL NELES! - 16 DEZ 2014 - 2a EDIÇÃO - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PAÚL

Prezados leitores, o Coronel PM Paúl comenta o lançamento dos seus livros que ocorreu ontem na AME-RJ, agradecendo a todos e a todas que compareceram.
Novos imagens serão postadas oportunamente.


Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

HOJE - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PAÚL

Prezados leitores, hoje ocorrerão os lançamentos dos livros "A ditadura de terno e gravata, a luta dos Bombeiros e dos Policiais Militares" e "UPP, uma farsa eleitoral", isso na sede da AME-RJ (antigo Clube dos Oficiais) situada na Rua Camerino, número 114, Centro, Rio de Janeiro.
O evento será realizado entre as 17:00 e as 20:00 horas.
Exemplares do primeiro livro "Cabral contra Paúl - A PM de joelhos" também estarão disponíveis.


Em consequência, hoje não publicaremos as duas edições do "Jornal Paúl Neles!".
Amanhã, comentaremos neles o ato de protesto realizado ontem por milhares de Policiais Militares.

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domingo, 14 de dezembro de 2014

AMANHÃ - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PAÚL

Prezados leitores, amanhã acontecerá na AME-RJ o lançamento dos livros do Coronel PM Paúl.
Compareçam e divulguem.




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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

15 DE DEZEMBRO - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PM PAÚL

Prezados leitores, no próximo dia 15 (17:00 às 20:00 horas) o Coronel PM Paúl lançará dois livros na AME-RJ, situada na Rua Camerino, número 114, Centro, Rio de Janeiro, RJ.
O seu primeiro livro também estará disponível para aquisição.




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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

JORNAL PAÚL NELES! - 09 DEZ 2014 - 2a EDIÇÃO - OS LIVROS QUE REVELAM OS ERROS DA SEGURANÇA PÚBLICA

Prezados leitores, os livros do Coronel Paúl não revelam apenas a luta dos Bombeiros e Policiais Militares por melhores condições de trabalho e por salários dignos, revelam as represálias do governo Cabral-Pezão contra eles e os erros na gestão da segurança pública.



Juntos Somos Fortes!

15 DEZ 2014 - LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PAÚL

Prezados leitores, a seguir publicamos os dados sobre o lançamento dos livros do Coronel PM Paúl.


Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

JORNAL DA SEGURANÇA PÚBLICA - 08 DEZ 2014 - 1a EDIÇÃO - UPPs, MONUMENTOS AO FRACASSO

Prezados leitores, o Coronel PM Paúl comenta reportagem da Revista Veja sobre o assassinato do Cabro Mikami do Exército Brasileiro, ocorrido no Complexo da Maré, publicada nesse espaço democrático e faz correlações com o conteúdo do livro "UPP, uma farsa eleitoral", que será lançado no próximo dia 15 de dezembro de 2014, a partir das 17:00 horas, na AME-RJ.



Juntos Somos Fortes!

sábado, 6 de dezembro de 2014

LANÇAMENTO DOS NOVOS LIVROS DO CORONEL PM PAÚL - DIAS 15 E 19 DE DEZEMBRO

Prezados leitores, o Coronel PM Paúl fará o lançamento dos seus dois novos livros também na Associação dos Militares Estaduais.
Anotem e divulguem, por favor, os locais de lançamento:



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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

LANÇAMENTO DOS LIVROS DO CORONEL PAÚL - 19 DEZ 2014 - ZONA OESTE



Prezados leitores, objetivando criar melhores condições para os interessados em adquirir os livros do Coronel PM Paúl, estamos tentando realizar lançamentos em diferentes áreas do Rio de Janeiro, isso com baixo custo, tendo em vista que para manter o compromisso de disponibilizar os livros a preço de custo, não podemos efetuar novas despesas e nem colocá-los à venda em livrarias.
No dia 19 de dezembro de 2014, a partir das 10:00 horas, os três livros estarão sendo vendidos na festa de confraternização do SOS Bombeiros que será realizada na Rua Tecobé, número 347, Realengo, Rio de Janeiro, RJ.



Agradecemos aos Bombeiros Militares a oportunidade, destacando que o momento será muito oportuno considerando que o livro "A ditadura de terno e gravata", narra a luta dos Bombeiros e dos Policiais Militares, no ano de 2011 e a prisão ilegal em Bangu 1.
Oportunamente, informaremos outros locais onde os livros poderão ser adquiridos.

Juntos Somos Fortes!