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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

MINAS GERAIS - POLICIAIS MILITARES, CIVIS, PENAIS E BOMBEIROS PROTESTARAM


 

DIVULGAÇÃO:

"MANIFESTAÇÃO

Forças de Segurança protestam contra Zema em passeata no Centro de BH

Agentes pedem por recomposição salarial em ato marcado por críticas contundentes ao governador Zema

icone relogio 22/02/2024 16:03

Agentes das forças de Segurança Pública de Minas Gerais fazem protesto pela recomposição salarial no Centro de Belo Horizonte na tarde desta quinta-feira (22/2). Com o governador Romeu Zema (Novo) como alvo, membros das polícias Penal, Civil e Militar, além de bombeiros e agentes socioeducativos, cobram 41% de reajuste. O número é calculado a partir das perdas inflacionárias desde 2015 subtraindo os dois únicos aumentos nos vencimentos concedidos pelo estado desde a data (Leia toda a matéria)".

Juntos Somos Fortes!


terça-feira, 16 de agosto de 2022

AS ELEIÇÕES E OS MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


É hora de nós, Militares do Estado do Rio de Janeiro e Pensionistas, escolhermos nossos candidatos.

Se faz necessário que iniciemos a avaliação para que no dia 2 de outubro possamos escolher os melhores para nos representarem.

Salvo melhor juízo, devemos votar nos nossos.

Partindo dessa premissa sugiro que avaliem os nossos eleitos na eleição passada.

O que eles fizeram por nós, por exemplo, na luta pela recuperação da paridade.

Salvo engano, não fizeram nada e alguns ainda fizeram questão de demonstrar seu apreço pelo governador Cláudio Castro.

Não nos representaram como esperávamos, isso é fato.

Excluindo esses temos um número muito grande de candidatos, como ocorre em cada eleição, o que acaba por dividir nossos votos e prejudicando a vitória dos Militares do Estado do Rio de Janeiro.

Como são muitos é preciso ter o cuidado de escolher os melhores candidatos para serem os nossos futuros deputados federais e deputados estaduais.

Avalie as promessas de cada um, isso é muito importante, considerando que para conquistar votos podem prometer o que não poderão realizar.

Escolhidos os seus candidatos faça campanha para eles entre seus amigos e seus familiares.

Não perca tempo nessa avaliação, comece de imediato.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Vídeo >> VETERANOS - PUNIÇÃO DISCIPLINAR - SÚMULAS DO STF

 

VÍDEO

Comento porque os Veteranos Reformados são alcançados pelo Regulamento Disciplinar apesar do previsto na Súmula 056 do STF.

#foraclaudiocastro

#veteranospensionistasunidos

Juntos Somos Fortes!


sexta-feira, 25 de março de 2022

CONSULTA PROCESSUAL SOBRE O MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO DA AME-RJ - ATUALIZAÇÃO



Hoje (25 MAR 22) fiz nova consulta no site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, isso às 09:00 horas.

O número do processo é 0012280-32.2022.8.19.0000.

Não ocorreu qualquer outra movimentação além do pedido de informações por parte do Governo Cláudio Castro.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 23 de março de 2022

ELEIÇÃO 2022 - FREIXO LIDERA, GAROTINHO E CLÁUDIO CASTRO EMPATADOS.




Eu não confio em pesquisas eleitorais, sempre deixei isso bem claro, mas devo informar sobre elas.

Destaco o percentual de entrevistados que não tem candidato definido na pesquisa espontânea.

"TRIBUNA ONLINE

Pesquisa para o Governo do Rio mostra Garotinho e Castro tecnicamente empatados e Freixo na liderança

A primeira pesquisa quantitativa da Prefab Future em 2022 ao governo do estado do Rio de Janeiro mostra o pré-candidato Marcelo Freixo na liderança, com 15,4%. Anthony Garotinho está em segundo, com 12,5%, e o atual governador, Claudio Castro, em terceiro, com 11%. A Prefab, instituto reconhecido no Brasil no segmento de pesquisas qualitativas, fez 1.243 entrevistas, com margem de erro de 2,83% e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número RJ 05389/2022.

(02) OS "CANDIDATÁVEIS" DA PMERJ E DO CBMERJ - ATUALIZAÇÃO




Como tratei em vídeo (Link: https://youtu.be/3B8VOoZvJbc) a ideia é informar os "candidatáveis" da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar para facilitar a escolha dos seus candidatos por ocasião das eleições 2022 para o Poder Legislativo (Deputados Federais e Estaduais).

Após a publicação ocorreu um grande número de indicações, sobretudo com relação aos Bombeiros Militares.

Eis a nova relação:

1) Polícia Militar

- Alonsimar, Cb PM REF

- André Rios, Sgt PM REF

- Cláudia, Pensionista PM

- Da Silva, Ten PM RR

- Gabriel Monteiro, Sd PM

- Lopes, Sgt PM

- Luigi, Maj PM RR

- Queiroz, ST RR

- Rabelo, Cel PM REF

- Salvador, Sgt PM

2) Corpo de Bombeiros Militar

- Alessandro Câmara, Sgt BM

- Alípio, Maj BM

- Celso, ST BM RR

- Clementino, ST BM REF

- Dimesson, Sgt BM

- Guilherme, Cel BM REF

- Josinaldo, ST REF

- Luiz Sérgio, Cel BM

- Mesac, ST BM

- Oliveira Santos, Sgt PM

- Roberto Rodadey, Cel BM RR

- Valdelei, ST BM RR

- (  ?  ) Pensionista BM

Ratifico que a relação é composta por indicações, alguns relacionados podem não materializar a candidatura e terão seus nomes retirados logo que se manifestarem nesse sentido.

Não integram a relação os atuais deputados federais e estaduais.

Outros nomes deverão surgir.

Juntos Somos Fortes!


terça-feira, 22 de março de 2022

(01) OS "CANDIDATÁVEIS" DA PMERJ E DO CBMERJ



Como tratei em vídeo (Link: https://youtu.be/3B8VOoZvJbc) a ideia é informar os "candidatáveis" da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar para facilitar a escolha dos seus candidatos por ocasião das eleições 2022 para o Poder Legislativo (Deputados Federais e Estaduais).

Além desse parâmetro, restringir aos deputados, fez-se necessário estabelecer outros, por exemplo, não considerar "candidatáveis" nossos atuais deputados, considerando a não participação efetiva na luta pela reconquista da PARIDADE para VETERANOS e PENSIONISTAS.

Também não será feita diferença nesse primeiro momento entre federais e estaduais.

Pretendo construir a lista com a participação dos leitores e gradativamente.

Não será utilizada a ordem hierárquica, mas o ordenamento por ordem alfabética considerando o nome de escala.

Iniciando o processo, uma breve relação:

1) Polícia Militar

- André Rios, Sgt PM REF

- Cláudia, Pensionista PM

- Da Silva, Ten PM RR

- Luigi, Maj PM RR

- Salvador, Sgt PM

2) Corpo de Bombeiros Militar

- Alípio, Maj BM

- Luiz Sérgio, Cel BM

- Mesac, ST BM

- Valdelei, ST BM RR

- (  ?  ) Pensionista BM


Juntos Somos Fortes!


ELEIÇÃO 2022 - A AMBIÇÃO POLÍTICA CEGA


 


O pré-candidato que falta com a verdade ou que tenta explicar o inexplicável, não será o político que o país precisa.

O pré-candidato que age assim, será o candidato que agirá pior e, caso eleito, pior ainda.

Juntos Somos Fortes!


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

A MAIOR REPRESÁLIA FEITA CONTRA MILITARES NO BRASIL


A luta nas ruas começou em 2007


Link do vídeo no qual fiz a apresentação do tema: https://youtu.be/qHDLDBjGGLI

No Rio de Janeiro, no dia 10 de fevereiro de 2012, aconteceu, talvez a pior represália de um governo contra MILITARES no Brasil.

Uma ação eivada de ILEGALIDADES, contra as quais nem os Comandantes-Gerais e nem os Oficiais da PMERJ e do CBMERJ moveram um único músculo para preservar os direitos e as prerrogativas de 20 (vinte) Militares do Estado do Rio de Janeiro.

Hoje, transcorrida pouca mais de uma década, volto ao tema e apresento alguns documentos que integraram todas as minhas representações aos diferentes órgãos de controle e aos órgãos de defesa dos direitos humanos, os quais apesar das PROVAS SOBRE AS ILEGALIDADES, nada fizeram e ninguém foi responsabilizado.

Na época se desenvolvia o denominado Movimento Unificado da Segurança Pública, reunindo Policiais Militares, Bombeiros e Policiais Civis que lutavam por salários dignos e melhores condições de trabalho, isso no governo Sérgio Cabral.

Existia uma ameaça de GREVE e decisão favorável foi tomada em uma "Assembleia Geral (AG)" realizada na Cinelândia, no dia 09 de fevereiro de 2012 (Link para matéria).

Antes eu tinha me posicionado nesse espaço democrático CONTRA A GREVE, exatamente no artigo "CORONEL DE POLÍCIA PAÚL - POSTURAS - ESCLARECIMENTO" (Link para a leitura do texto), isso no dia 31 de janeiro de 2012.

No prosseguimento passo a me ater ao que aconteceu na PMERJ e que culminou com as ILEGALIDADES, desconheço como se processou no CBMERJ.

O Oficial que ocupava a cadeira de Comandante-Geral (CG) na época instaurou através da Corregedoria Interna um Inquérito Policial Militar (IPM) dias antes da realização da AG e nomeou um Tenente-Coronel de Polícia como Encarregado.

Quem conhece de Polícia Judiciária Militar sabe que se o Encarregado nomeado foi um Tenente-Coronel, logo não existia indício da participação de Oficial do posto de Coronel PM na mobilização grevista, mas Sérgio Cabral queria me prender por sistematicamente "bater nele" no meu blog, além de realizar atos onde ele estivesse.

Diante desse quadro, o Encarregado não podia pedir a minha prisão preventiva e nem a do Coronel de Polícia RR Rabelo, o que fez com que o CG fosse o autor da representação pela prisão, a qual foi decidida junto ao plantão noturno do Tribunal de Justiça do RJ, provavelmente sem o conhecimento do juiz (juíza) da legislação e dos regulamentos castrenses.

Eu era Reformado quando tudo aconteceu, o que impossibilitava que cometesse o crime que me acusavam, mas o pior estava ainda por acontecer.

Por ordem de alguém que NEM A PMERJ soube informar, fomos encarcerados em Bangu 1, o pior presídio de segurança máxima do Rio de Janeiro e ficamos incomunicáveis por 4 (quatro) dias.

Nem nossos advogados puderam ter conosco.

Lá conhecemos o "boi".

Ficamos presos em Bangu 1 até o dia 15 de fevereiro, quando eu fui transferido para o XADREZ do Batalhão de Polícia de Choque, que era comandado por um Tenente-Coronel de Polícia, que manteve um sentinela durante todo o dia em frente à cela gradeada que ocupei.

O banheiro era externo.

ILEGALIDADES por todo lado.

A seguir uma página das representações que encaminhei, sem nenhum resultado. 


Para instruir as representações eu solicitei à PMERJ informações sobre o meu encarceramento, como consta no documento a seguir, sendo essa a primeira solicitação (22 de maio de 2012), que não foi atendida.
Em 6 de junho de 2012, reiterei a solicitação.
Finalmente, no dia 7 de junho foram respondidos os meus questionamentos.


Solicito especial atenção para o último parágrafo:

"Quanto ao item número IV, não consta registro nesta CIPM da identificação da autoridade que determinou a transferência do Cel PM REF PAULO RICARDO PAÚL para a Penitenciária Bangu 1 (...)"

Cabe destacar que fui encarcerado lá, não fui transferido para lá.

PASMEM, NINGUÉM TEVE A OMBRIDADE DE ASSUMIR QUEM DEU A ORDEM PARA O ENCARCERAMENTO ILEGAL EM BANGU 1.

É certo que não foi o JUIZ (JUÍZA).

É certo que não foi o MINISTÉRIO PÚBLICO como comprova o documento a seguir.





Em conformidade com a legislação quem deve determinar o local de encarceramento é o Comandante Geral da PMERJ, através da Corregedoria Interna, mas nem ele assumiu.

Quem sabe nós, os 20 (vinte) Militares do Estado do Rio de Janeiro nos encarceramos por vontade própria em Bangu 1.

Na época, todos os Militares do Estado do Rio de Janeiro envolvidos nesse episódio foram submetidos a Processos Administrativos Disciplinares (PAD) e, mais tarde, anistiados.

Eu não terminei como indiciado no IPM, o Coronel de Polícia que foi nomeado não encontrou indício de crime praticado por mim e ganhei o PAD por dois votos contra um.

Eis uma página vergonhosa nas ricas histórias da PMERJ e do CBMERJ, talvez a mais vergonhosa de todas.
 
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

GOVERNADOR CLÁUDIO CASTRO CRIOU "MARAJÁS" NA PMERJ E NO CBMERJ



O governador Claudio Castro precisa com urgência se reunir com seus aliados políticos para consertar a lei que estabeleceu o Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado do Rio de Janeiro, isso porque os erros contidos na lei irão se materializar no próximo pagamento previsto para o início de fevereiro.

O veto ao artigo 42 e o não veto ao artigo 44 geraram distorções injustas e contrárias à legislação.

Governador, solicite uma pesquisa e constate quantos Praças Inativos (Veteranos) e quantas pensionistas recebem O VALOR LÍQUIDO DE R$ 10.000,00 como provento ou pensão mensalmente.

Mantidas as excrescências criadas pela lei em referência, alguns receberão só de aumento um valor maior que o valor integral de proventos e de pensões de milhares.

Isso é um completo absurdo.

A imprensa ainda está atuando como aliada, mas isso não durará para sempre.

Os contracheques serão disponibilizados e tudo poderá virar manchete.

Um servo de Deus não pode compactuar com tamanha injustiça.


#ForaClaudioCastro

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

GOV CLÁUDIO CASTRO CONSERTE A LEI, O SENHOR BENEFICIOU CORONÉIS DA ATIVA E PREJUDICOU VETERANOS E PENSIONISTAS




Senhor Governador, não votei na chapa que vossa excelência fez parte, apesar disso eu torci para dar certo, como faço sempre, mas não demorou para ficar claro que a minha decisão foi correta e prefiro não perder tempo com os motivos que o conduziram à cadeira 01 do Palácio Guanabara.

Adianto que não votarei na chapa que integrará nas próximas eleições. isso porque apesar de torcer pelo seu acerto, entendo que o seu governo é muito ruim.

No tocante à construção do Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado do Rio de Janeiro, o senhor tinha tudo para criar o melhor, mas a sua atuação (e dos seus assessores) foi péssima.

As cúpulas da Instituições Militares (PMERJ e CBMERJ) foram muito beneficiadas e os Veteranos e as Pensionistas foram substancialmente prejudicados, contrariando a própria lei.

Governador, o senhor sancionou uma lei que descumpre seus princípios basilares, como a PARIDADE.

Sancionou uma lei injusta.

Pior, salvo melhor juízo, sancionou uma lei eivada de ilegalidade.

Uma lei que será alvo de milhares de ações e que já foi denunciada ao Ministério Público e ao TCE.

Sua participação foi lastimável, como explico a seguir por meio de um exemplo.

O senhor vetou o artigo 42, o que permitia aos Veteranos e às Pensionistas optarem pelo recebimento da GRAM, justificando que como gerava despesa a iniciativa tinha que ser do Executivo.

A sua alegação está correta.

A dúvida é o que (ou quem) fez com que o senhor não continuasse lendo a lei, considerando que logo abaixo no artigo 44, aquele que beneficiou a cúpula (Coronéis) da PMERJ e do CBMERJ, ocorre idêntico problema, ou seja, no caso um grande aumento de despesa, portanto, o artigo 44 deveria ser vetado pelos mesmos motivos que o levaram a vetar o 42.

Governador, o senhor usou dois pesos e duas medidas.

Isso é injusto.

Sem falar que o artigo 44 fere o contido na Constituição do Estado do Rio de Janeiro e deve ser retirado do texto.

O senhor não reparou nesses pontos que saltam aos olhos?

Ou não deixaram o senhor ler?

Eu sei que o senhor já conseguiu apoio de quase todos os prefeitos, possui o apoio da maioria dos deputados estaduais e tem boa vontade por parte da imprensa, o que o coloca como franco favorito para as eleições, mas o senhor ainda não está eleito.

Milhares de Veteranos e Pensionistas criarão uma mobilização contra o senhor nas redes sociais e para apoiar adversários, isso atrapalha.

Sei que existe uma preocupação no Palácio Guanabara.

Nem o contracheque dos Veteranos e das Pensionistas foi disponibilizado.

Espero que o senhor resolva essas questões, reapresentando o artigo 42 e retirando o 44, isso para começar a melhorar o Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado do Rio de Janeiro.

#ForaClaudioCastro


segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

O ESTRANHO CASO DOS INTEGRANTES DA PMERJ E DO CBMERJ


 

Veteranos e Pensionistas da PMERJ e do CBMERJ não sabem quem expedirá seus contracheques e quando isso acontecerá. 


#ForaClaudioCastro

PMERJ - CBMERJ - QUEBRA DA PARIDADE- SERÁ QUE O GOVERNO VAI RECUAR?




A pressão nas redes sociais contra a quebra da paridade ainda é muito pequena

A hastag #ForaClaudioCastro ainda não decolou.

Algo que não se justifica porque consome cerca de 5 segundos para ser postada no Facebook, Twitter, Instagram, etc.

Embora em passos lentos a hastag segue crescendo continuamente, podendo virar uma gigante na defesa dos nossos direitos.

Isso só depende de você.

Ontem, aqui e ali, surgiram boatos, nada além de boatos, portanto devem ser vistos com toda cautela.

Os boatos dão conta que pressionado o governo  enviou ou enviará para a ALERJ um projeto de lei trazendo de volta o artigo 42 da lei que foi vetado.

Não podemos acreditar em boatos, temos que dar andamento à nossa luta;

Seguimos aguardando o contracheque e "batendo" no governo nas redes sociais.

#ForaClaudioCastro

domingo, 23 de janeiro de 2022

LEI 9577/21 - REVISTA DENUNCIA VANTAGENS DE CORONÉIS DA PMERJ (E DO CBMERJ)

(Fonte: Twitter)



A Revista Sociedade Militar denunciou no Twitter a vantagem obtida pela cúpula da PMERJ, fato que  também ocorreu com a cúpula do CBMERJ.

Em síntese, a Lei 9.537/21 que deveria ter o objetivo de proteger os Militares do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ + CBMERJ), na verdade beneficiou muito as cúpulas das Instituições, beneficiou os Ativos e prejudicou os Veteranos e as Pensionistas.

No caso especifico da mensagem o fato viola o Artigo 77 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, salvo melhor juízo.

#ForaClaudioCastro

VETERANOS E PENSIONISTAS - O CONTRACHEQUE ESTARÁ DISPONÍVEL AMANHÃ?




O contracheque é necessário para que VETERANOS e PENSIONISTAS possam lutar pela recuperação da PARIDADE.

A demora gera inquietação e atrapalha o exercício de um DIREITO.

Convém que o governo agilisse e quebre esse silêncio, explicando a razão dos contracheques dos ATIVOS terem sido disponibilizados antes dos nossos.

Enquanto isso, nós,  VETERANOS e PENSIONISTAS exercitamos a paciência.

Algo que tem limite.

#ForaClaudioCastro

PMERJ - CARTA DOS CORONÉIS BARBONOS - 2007 -PRO LEGE VIGILANDA

 

PRO LEGE VIGILANDA (Para a vigilância da lei).

198º ANIVERSÁRIO DE CRIAÇÃO DA DIVISÃO MILITAR DA GUARDA REAL DE POLÍCIA
“O RESGATE DA CIDADANIA DO PM”
“GRUPO DOS BARBONOS”



Aos três dias do mês de julho do ano de dois mil e sete, os Coronéis signatários, encaminham ao Exmo Sr Coronel PM Ubiratan de Oliveira Ângelo, mui digno Comandante Geral da Bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; ao Exmo Sr Delegado de Polícia Federal José Mariano Benincá Beltrame, Secretário de Estado de Segurança Publica; ao Exmo Sr Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho e a todos os Cidadãos Brasileiros, através dos órgãos da mídia, o presente documento contendo as principais e urgentes necessidades dos Oficiais e Praças da Corporação, objetivando resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional de todos nós, permitindo que possamos cumprir as nossas missões constitucionais, servindo e protegendo cada cidadão desse estado, mesmo com o sacrificio de nossas vidas.

Ressalte-se, que as necessidades em questão não tiveram origem neste governo, pois trata-se de conseqüência de décadas de descaso; de falta de comprometimento de governantes e de irresponsabilidade de inúmeras administrações.

O grupo escolheu este momento por entender que o mesmo é extremamente oportuno, tendo em vista a postura favorável da atual administração estadual que elegeu a segurança pública como prioridade dentre todas as prioridades do estado.

Insta esclarecer que o documento tem por foco externar os principais anseios Institucionais e foi redigido por um restrito grupo de ocupantes do último posto da hierarquia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, todos, em pleno exercício de cargos da maior relevância interna corporis.

Os Coronéis signatários são contemporâneos de agruras, aspirações e decepções ao longo de mais de 30 (trinta) anos de serviço ativo e tendo por objetivo o desejo de que, ao menos agora, à chegada ao topo da escalada, como legítimos representantes, propor e desenvolver atividades concretas para a promoção de mudanças objetivas no quadro de falência múltipla da Polícia Militar que hoje se apresenta, certos de que devem agir assim, senão por imposição legal, por obrigação moral de fazer algo para reverter tal quadro.

O "Grupo dos Barbonos", referência derivada da denominação histórica da sede do Quartel do Comando Geral da Corporação, tem parâmetros claros de atuação, tendo sido sua existência, constituição e finalidade, objeto de prévia cientificação não apenas ao mandatário direto da PMERJ, seu digno Comandante Geral, como também à pessoa do Exmo Sr Secretário de Estado de Segurança Pública.

Nós desejamos, com enfoque na mais absoluta transparência e sem olvidar um só segundo sequer dos preceitos basilares corporativos, a hierarquia e a disciplina militares, não apenas externar necessidades urgentes e indispensáveis, alusivas às muitas dezenas de milhares de homens e mulheres que labutam em nossa profissão policial militar e aos seus dependentes, como também sensibilizar a maior autoridade do Poder Executivo do Rio de Janeiro, para que as satisfaça.

Os nossos parâmetros são a busca ininterrupta dos objetivos institucionais; não recuar jamais nessa busca; a preservação da honra e da dignidade profissional; o respeito a hierarquia e a disciplina militares; o apoio integral ao Comando Geral da Polícia Militar, para o desenvolvimento de um projeto de comando para os próximos 4 (quatro) anos, desde que respeitados os objetivos da Polícia Militar e o compromisso de não assumirmos, nesse período, as funções de Comandante Geral ou de Chefe do Estado Maior Geral, em nenhuma hipótese, caso convidados.

Diante do exposto, pontuaremos, de forma concisa e objetiva, as principais, urgentes e indispensáveis necessidades institucionais para que o Policial Militar volte a ser um cidadão brasileiro:

Tópico nº 1 – Estabelecimento, no mínimo, de uma política salarial calcada na integração remuneratória entre as forças policiais do Rio de Janeiro.Em nada colabora com a democracia e mesmo com a necessidade de integração de forças, o fato de termos duas polícias com funções complementares e interdependentes, coabitando o mesmo espaço geográfico, com níveis salariais absolutamente díspares, a ponto de tanto na base, quanto no topo, alcançarem diferenciais próximos de 100 % (cem pontos percentuais).Portanto, urge a implementação da proposta apresentada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, onde se busca equiparar os vencimentos das duas Instituições, o que possibilitará, principalmente, que o Praça da Polícia Militar possa viver dignamente, afastando-se da situação famélica hoje vivenciada.Os salários famélicos não determinam, mas concorrem para a prática de desvios de conduta (crimes e transgressões disciplinares).Considerando a hora trabalhada pelos integrantes dos níveis iniciais das instituições policiais, um Policial Militar ganha duas vezes menos que um Policial Civil; seis vezes menos que um Policial Militar da Força Nacional de Segurança e quase dez vezes menos que um Policial Federal.

Tópico nº 2 - Retorno aos quadros da Corporação dos milhares de Policiais Militares desviados de função – Fim da Terceirização da Polícia Militar.Por óbvio que seja, resta aqui pontuar que policiais militares são contratados e custeados pelo erário para, mediante concurso público, exercer os misteres constitucionais específicos enumerados na Carta de 1988, ou seja, a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.Promover o retorno dos milhares de Policiais Militares, Oficiais e Praças, que se encontram à disposição de diversos órgãos e autoridades, desviados das funções para as quais foram recrutados, selecionados e formados, e ainda, ganhando gratificações, embora não exerçam funções policiais militares, sobrecarregando todos os Policiais Militares que continuam trabalhando e arriscando as suas vidas em defesa da Sociedade Fluminense.Hoje existem convênios para a cessão de policiais militares nos seguintes órgãos: Banco Central, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.Convém destacar que a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, que utiliza centenas de policiais militares, não celebrou convênio com a Polícia Militar e não paga qualquer importância pela cessão dos Policiais Militares.

Tópico nº 3 - Solução de continuidade nos processos de admissão da Corporação (Oficiais e Praças) até que sejam supridas integralmente as necessidades elencadas nos tópicos nº 1 e 2.Por coerência e economia de recursos públicos, é mister que novas contratações sejam precedidas da indispensável recuperação salarial e do retorno dos desviados de função, de sorte a possibilitar o aperfeiçoamento quanto à aferição de reais necessidades, bem como a captação de postulantes em níveis cada vez melhores.Em conseqüência, não incorporar nenhum Oficial ou Praça enquanto não forem solucionados os graves problemas citados anteriormente.

Tópico nº 4 – Fim da Etapa de Rancho – Pagamento da Dívida - Autonomia Administrativa – Dotação Orçamentária.Conceder à Polícia Militar a dotação orçamentária específica, desvinculada da verba destinada à alimentação de nossa tropa, que permita a manutenção das edificações, das viaturas e de todos os equipamentos necessários ao desempenho das missões, bem como, permita a aquisição dos recursos materiais indispensáveis para a modernização tecnológica e o correto desempenho das missões de preservação da ordem pública.Basta de se economizar na alimentação da tropa para empregar as sobras como único meio de manter funcionando, mesmo que de modo precário, os aquartelamentos, as viaturas e os equipamentos da Polícia Militar.O Policial Militar, o herói social, merece ser tratado com respeito, portanto, os quartéis favelizados e as viaturas sucateadas não devem fazer parte de nossa rotina.Piorando o quadro esclarecemos que o Estado do Rio de Janeiro paga como etapa diária para alimentação de um Policial Militar o valor de R$ 2,71 e o último repasse de etapas foi relativo ao mês de novembro de 2006, portanto, com 8(oito) meses de atraso, existindo uma dívida de R$ 25.133.620,08 até maio de 2007.O Policial Militar deve receber o ticket alimentação tal como recebe o Policial Civil.

Tópico nº 5 – Promoção de condições dignas de trabalho.Enquanto inexistir uma dotação orçamentária específica e diante da imperiosidade de prover uma alimentação saudável para a tropa, se faz necessário que o poder público promova melhores condições de trabalho.O espaço restrito imposto pelas presentes linhas, embora incompatível com o razoável aprofundamento de tão importante tópico, permite que pontuemos, dentre algumas outras, as seguintes necessidades prementes:

- Reforma urgente das edificações (Organizações Policiais Militares), considerando que algumas estão colocando em risco Policiais Militares e o público em geral;

- Compatibilizar a carga horária de trabalho de modo a permitir a qualificação profissional do Policial Militar;

- Aquisição de viaturas, inclusive blindados;

- Aquisição de equipamentos de proteção individual;

- Aquisição de armamento e munição;

- Aquisição de fardamento para os Alunos dos Cursos de Formação e para os Cabos e Soldados;

- Aquisição de recursos tecnológicos destinados ao emprego no sistema de Inteligência (EMG-PM/2) e de Correição da Corporação;

- Promover a informatização da Polícia Militar, poupando recursos humanos e agilizando tarefas; e,

- Desenvolver em caráter urgente um programa de manutenção, basicamente de viaturas e armamento, para a recuperação do que ainda for servível.

Tópico nº 6 – Estabelecimento e Respeito ao Limite de Carga Horária.Implantar o regime de 44 horas semanais, com pagamento de horas extras proporcionais.

Tópico nº 7 – Saldar a dívida do Estado com o Fundo de Saúde da Polícia Militar.A Polícia Militar possui o seu Sistema de Saúde próprio, custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), para prover a saúde dos seus milhares integrantes e de seus dependentes.Os recursos do FUSPOM são oriundos de descontos mensais nos contracheques dos Policiais Militares e de uma contrapartida do Estado, considerando que a inexistência do nosso sistema sobrecarregaria ainda mais as já combalidas redes de saúde estadual e municipal.Entretanto, o Estado não repassa a parcela do erário destinada ao Fundo de Saúde da Corporação, sendo que a dívida atualmente é da ordem de R$ 109.445.098,45 e o último repasse feito foi relativo ao mês de janeiro de 2006.Saldar a dívida é indispensável para que possamos promover a saúde institucional, deixando de economizar na comida para comprar remédios.

Tópico nº 8 – Policiais Militares – Invalidez em Serviço – Triênios Integrais – Pensão Estadual.O Policial Militar arrisca rotineiramente a sua vida em defesa da sociedade, sendo que muitos perdem a vida, deixando os seus dependentes em situação precária, enquanto outros ficam inválidos, impossibilitados de exercer qualquer outra atividade.Nada mais justo que o imediato estabelecimento da integralidade de gratificação por tempo de serviço (triênios) para militares inativados para o serviço policial militar, fruto de incapacidade definitiva adquirida em conseqüência de ato de serviço.O estabelecimento de uma pensão militar estadual, também é urgente, considerando as sérias dificuldades financeiras enfrentadas pelas nossas pensionistas, que precisam sustentar a família e percebem uma pensão irrisória, na maioria dos casos.

Tópico nº 9 – Apoio as propostas de modificação das legislações referentes às promoções.A Polícia Militar precisa do apoio do Executivo e do Legislativo para viabilizar as alterações nas referidas legislações, buscando ter o critério meritório nas promoções de Oficiais e Praças como base e não o critério de tempo de serviço, que contribui para a desqualificação do nosso efetivo.Regularizar as promoções dos Oficiais do Quadro de Oficiais de Administração, atualmente estagnado, motivando os referidos Oficiais que inclusive atuam rotineiramente nas atividades operacionais.As propostas serão debatidas exaustivamente interna corporis, antes de serem apresentadas, enquanto isso não devem ser acolhidas propostas que resultem em aumento ou diminuição de interstícios para promoções de Oficiais ou de Praças.Revogação das legislações que não possuem qualquer interesse Institucional, tais como a Lei n.º 4.024/2002 (promoção do Tenente Coronel ao posto de Coronel após 32 anos de serviço), que deve ser aplicada pela última vez nas promoções de agosto/2007 e a esdrúxula Lei n.º 4.848/2006 (promoção na cédula de identidade), que não possui qualquer legitimidade.

Tópico nº 10 – Apoio para a implantação de um novo Quadro de Distribuição do Efetivo.A Polícia Militar não possui um Quadro de Distribuição de Efetivo (QDE) atualizado, sendo que algumas Organizações Policiais Militares sequer possuem um QDE, o que causa grande prejuízo financeiro para os Policiais Militares, pois exercem funções superiores e não podem perceber a justa contrapartida nos vencimentos.

Tópico nº 11 – Termo Circunstanciado – Projeto Piloto.A confecção dos Termos Circunstanciados pela Polícia Militar já é uma realidade em vários Estados da Federação, permitindo uma melhor prestação de serviço ao cidadão e a racionalização do emprego dos recursos humanos, sobretudo da Polícia Civil.A experiência exitosa realizada no 7º BPM e politicamente interrompida merece ser revivida em um Projeto Piloto.Portanto, a imediata implantação de projeto piloto, contemplando a lavratura de termos circunstanciados e ainda o registro de ocorrências que não contemplem flagrante delito pela Polícia Militar, será benéfica para todos, principalmente para o povo fluminense.Convém destacar que em consulta realizada através da Secretaria de Estado de Segurança Pública à Procuradoria Geral do Estado, mereceu parecer favorável quanto a elaboração do Termo Circunstanciado previsto na Lei 9099/95 pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Tópico nº 12 - Adoção de mecanismos legais compatíveis, no sentido de que apenas os ocupantes dos cargos de Comandante Geral e de Chefe do Estado Maior da Corporação possam exceder o tempo máximo de permanência no posto de Coronel na condição de ativos.Não existe qualquer interesse Social ou Institucional, qualquer motivo que determine tal privilégio, qualquer finalidade a ser alcançada e nem mesmo faz sentido que cargos outros, marcadamente externos à Corporação, gozem de tal prerrogativa.Portanto, deve-se revogar em caráter de urgência todas as legislações estaduais que permitem que Coronéis permaneçam no serviço ativo, após os 6 (seis) anos da última promoção e não legislar mais nesse sentido absurdo.Toda legislação deve obedecer ao interesse social e ao interesse institucional, essas legislações não alcançam tais interesses, restringindo-se a interesses pessoais ou de pequenos grupos que desejam um tratamento privilegiado.Portanto, urge promover a revogação de tais privilégios concedidos através de modificações no parágrafo primeiro, do artigo 96, da Lei n.º 443, de 1 de julho de 1981, realizadas por meio da Lei n.º 4.043, de 30 de dezembro de 2002 e Lei 5.019, de 19 de abril de 2007.

Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira – CoronelDiretor Geral de Finanças

Paulo Ricardo PAÚL – CoronelCorregedor Interno

Gilson PITTA Lopes – Coronel Chefe da Segunda Seção do Estado Maior Geral

Dario CONY dos Santos – CoronelComandante da Escola Superior de Polícia Militar

Rodolpho Oscar LYRIO Filho – Coronel Comandante da Academia de Polícia Militar – D. João VI

LEONARDO PASSOS Moreira – Coronel Chefe do Centro de Comunicações e Informática

Francisco Carlos VIVAS – CoronelDiretor Geral de Apoio Logístico

Ronaldo Antonio de MENEZES – CoronelComandante do Batalhão de Polícia Rodoviária

Renato FIALHO Esteves – CoronelComandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças

sábado, 22 de janeiro de 2022

PMERJ - CBMERJ - TRISTEZA PROFUNDA



Ao longo das diversas mobilizações dos militares do Estado do Rio de Janeiro, iniciadas em 2007, tive a oportunidade de ombrear com um grande número de Praças Inativos (Veteranos) e de Pensionistas, tanto da PMERJ, quanto do CBMERJ.

A experiência de ser um "Coronel Sindicalista", como cheguei a ser rotulado, fez com que conhecesse os problemas enfrentados por esses dois grupos de integrantes da Instituição.

Não são poucas as dificuldades.

E, como eles e elas eram muitos, conheci muita dor e enormes sacrifícios.

Não nego que tal quadro me impulsionou ainda mais a continuar lutando, o que outros também fizeram.

Talvez por conhecer tanta dor, considero como CRUELDADE qualquer discriminação que os afete.

Não consigo entender o SILÊNCIO DOS CORONÉIS sobre isso, eles que são os maiores responsáveis por preservar os valores institucionais e por proteger os integrantes.

Uma coisa é certa nós que amamos as Instituições lutaremos.

Como fizeram os 40 da Evaristo e os Coronéis Barbonos.

O governador pode esperar UMA OPOSIÇÃO INCANSÁVEL NAS RUAS DO RIO DE JANEIRO.

#ForaClaudioCastro

PMERJ + CBMERJ - VETERANOS E PENSIONISTAS LUTARÃO PELOS ATIVOS




Só tolos...

Só tolos com carteirinha...

Só tolos com carteirinha assinada e com firma reconhecida...

Apenas esses ainda não entenderam que a luta pela recuperação de direitos por parte dos Veteranos e das Pensionistas é também UMA LUTA EM FAVOR DOS ATUAIS ATIVOS.

A VIOLAÇÃO DA PARIDADE é um mal que abre caminhos para males muito piores.

Urge que os ativos entendam isso.

No popular; "abriram a porteira".

Ou retomamos o direito de imediato, ou os atuais ATIVOS poderão ter perdas muito maiores, eles e suas pensionistas.

Acordem e ombreiem na luta.

Isso para não sofrer muito no futuro.

Nós estamos lutando também por vocês.

#ForaClaudioCastro


sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

QUEM PREJUDICOU OS VETERANOS E AS PENSIONISTAS DO RIO DE JANEIRO?





QUEM PREJUDICOU OS VETERANOS E AS PENSIONISTAS DO RIO DE JANEIRO?

Tantos participaram do processo de elaboração da lei que estabelece o Sistema de Proteção dos Militares do Estado do Rio de Janeiro que fica quase impossível identificar o responsável pelo prejuízo.

Aliás, os erros existentes na citada lei podem ser fruto da incompetência, algo tão comum no Brasil, não sendo dolosos, ninguém desejou prejudicar ninguém.

Apesar disso o certo é que após a constatação do prejuízo para Veteranos e Pensionistas, na maioria idosos, alguém deveria adotar as providências para as correções, o que não foi feito até a presente data, algo inexplicável.


Em apertada síntese, podemos não ter aquele que dolosamente prejudicou, mas temos quem dolosamente ainda não consertou.

Tal omissão com relação aos Veteranos e às Pensionistas é condenável e fará com que tenham que recorrer ao Judiciário, gastando seu dinheiro e seu tempo.

É hora de consertar.

#ForaClaudoCastro