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quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Vídeo >> UM MOMENTO HISTÓRICO NA POLÍCIA MILITAR

 


Em 2.008, no movimento dos Coronéis Barbonos e dos 40 da Evaristo, aconteceram dezenas de entregas de cargos de comando, que podem ser comparados a essas entregas distintivos, só que na PMERJ, no dia seguinte quase todos pegaram de volta seus "distintivos".

Sem dúvida, caso esse retrocesso não tivesse ocorrido, hoje teríamos uma PMERJ unida e forte.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 28 de julho de 2022

PMERJ - HISTÓRIA - REUNIÃO DOS BARBONOS E DOS 40 DA EVARISTO COM O GOVERNADOR

 


No mês que comemoramos os 15 (anos) dos movimentos 40 da Evaristo e Coronéis Barbonos trago um pouco mais da história da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).

A foto acima é do primeiro encontro entre representantes dos grupos e o governo (Sérgio Cabral e Pezão), no Palácio Guanabara, ocorrida no segundo semestre de 2007.

Nela aparecem ao fundo o Governador Sérgio Cabral, do seu lado esquerdo dele Coronel de Polícia Ubiratan (Comandante-Geral), eu, Coronel de Polícia Fialho, Major Peixoto e Pezão (Vice-Governador) e do seu lado direito Coronel Samuel (Chefe do Estado-Maior Geral), Coronel de Polícia Menezes, Major Wanderby e Major Queiroz.

O governo, o Comando da PMERJ, três representantes dos Barbonos e três representantes dos 40 da Evaristo, conforme o combinado com o governo.

Na ocasião tratamos do contido na Carta dos Coronéis Barbonos (Link para lere outros assuntos institucionais.

Cabral sinalizou interesse de atender algumas propostas.

Ocorreu uma segunda reunião envolvendo outros representantes dos dois grupos.

Infelizmente, o governo não atendeu as nossas demandas contidas na Carta dos Coronéis Barbonos e acabou exonerando a todos os Coronéis de Polícia no início de 2008, após a realização de uma marcha pacífica e ordeira da qual participaram Oficiais e Praças da PMERJ.

Vale destacar que no Grupo 40 da Evaristo , embora forma no início apenas por Oficiais, Praças participaram dos atos públicos, portanto, não é certo afirmar que Praças não sabiam da mobilização.

Isso é história.

A única mobilização da história da PMERJ tendo à frente Coronéis de Polícia do serviço ativo.

Idealismo, destemor e traição.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 26 de julho de 2022

15 ANOS DA CARTA DOS CORONÉIS BARBONOS - IDEALISMO, DESTEMOR E TRAIÇÕES



PRO LEGE VIGILANDA

(PARA A VIGILÂNCIA DA LEI)

“O RESGATE DA CIDADANIA DO PM”
“GRUPO DOS BARBONOS”


Aos três dias do mês de julho do ano de dois mil e sete, os Coronéis signatários, encaminham ao Exmo Sr Coronel PM Ubiratan de Oliveira Ângelo, mui digno Comandante Geral da Bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; ao Exmo Sr Delegado de Polícia Federal José Mariano Benincá Beltrame, Secretário de Estado de Segurança Pública; ao Exmo Sr Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho e a todos os Cidadãos Brasileiros, através dos órgãos da mídia, o presente documento contendo as principais e urgentes necessidades dos Oficiais e Praças da Corporação, objetivando resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional de todos nós, permitindo que possamos cumprir as nossas missões constitucionais, servindo e protegendo cada cidadão desse estado, mesmo com o sacrifício de nossas vidas.

Ressalte-se, que as necessidades em questão não tiveram origem neste governo, pois trata-se de consequência de décadas de descaso; de falta de comprometimento de governantes e de irresponsabilidade de inúmeras administrações.

O grupo escolheu este momento por entender que o mesmo é extremamente oportuno, tendo em vista a postura favorável da atual administração estadual que elegeu a segurança pública como prioridade dentre todas as prioridades do estado.

Insta esclarecer que o documento tem por foco externar os principais anseios Institucionais e foi redigido por um restrito grupo de ocupantes do último posto da hierarquia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, todos, em pleno exercício de cargos da maior relevância interna corporis.

Os Coronéis signatários são contemporâneos de agruras, aspirações e decepções ao longo de mais de 30 (trinta) anos de serviço ativo e tendo por objetivo o desejo de que, ao menos agora, à chegada ao topo da escalada, como legítimos representantes, propor e desenvolver atividades concretas para a promoção de mudanças objetivas no quadro de falência múltipla da Polícia Militar que hoje se apresenta, certos de que devem agir assim, senão por imposição legal, por obrigação moral de fazer algo para reverter tal quadro.

O "Grupo dos Barbonos", referência derivada da denominação histórica da sede do Quartel do Comando Geral da Corporação, tem parâmetros claros de atuação, tendo sido sua existência, constituição e finalidade, objeto de prévia cientificação não apenas ao mandatário direto da PMERJ, seu digno Comandante Geral, como também à pessoa do Exmo Sr Secretário de Estado de Segurança Pública.

Nós desejamos, com enfoque na mais absoluta transparência e sem olvidar um só segundo sequer dos preceitos basilares corporativos, a hierarquia e a disciplina militares, não apenas externar necessidades urgentes e indispensáveis, alusivas às muitas dezenas de milhares de homens e mulheres que labutam em nossa profissão policial militar e aos seus dependentes, como também sensibilizar a maior autoridade do Poder Executivo do Rio de Janeiro, para que as satisfaça.

Os nossos parâmetros são a busca ininterrupta dos objetivos institucionais; não recuar jamais nessa busca; a preservação da honra e da dignidade profissional; o respeito à hierarquia e a disciplina militares; o apoio integral ao Comando Geral da Polícia Militar, para o desenvolvimento de um projeto de comando para os próximos 4 (quatro) anos, desde que respeitados os objetivos da Polícia Militar e o compromisso de não assumirmos, nesse período, as funções de Comandante Geral ou de Chefe do Estado Maior Geral, em nenhuma hipótese, caso convidados.

Diante do exposto, pontuaremos, de forma concisa e objetiva, as principais, urgentes e indispensáveis necessidades institucionais para que o Policial Militar volte a ser um cidadão brasileiro:

Tópico nº 1 – Estabelecimento, no mínimo, de uma política salarial calcada na integração remuneratória entre as forças policiais do Rio de Janeiro. Em nada colabora com a democracia e mesmo com a necessidade de integração de forças, o fato de termos duas polícias com funções complementares e interdependentes, coabitando o mesmo espaço geográfico, com níveis salariais absolutamente díspares, a ponto de tanto na base, quanto no topo, alcançarem diferenciais próximos de 100 % (cem pontos percentuais).Portanto, urge a implementação da proposta apresentada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, onde se busca equiparar os vencimentos das duas Instituições, o que possibilitará, principalmente, que o Praça da Polícia Militar possa viver dignamente, afastando-se da situação famélica hoje vivenciada. Os salários famélicos não determinam, mas concorrem para a prática de desvios de conduta (crimes e transgressões disciplinares).Considerando a hora trabalhada pelos integrantes dos níveis iniciais das instituições policiais, um Policial Militar ganha duas vezes menos que um Policial Civil; seis vezes menos que um Policial Militar da Força Nacional de Segurança e quase dez vezes menos que um Policial Federal.

Tópico nº 2 - Retorno aos quadros da Corporação dos milhares de Policiais Militares desviados de função – Fim da Terceirização da Polícia Militar. Por óbvio que seja, resta aqui pontuar que policiais militares são contratados e custeados pelo erário para, mediante concurso público, exercer os misteres constitucionais específicos enumerados na Carta de 1988, ou seja, a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. Promover o retorno dos milhares de Policiais Militares, Oficiais e Praças, que se encontram à disposição de diversos órgãos e autoridades, desviados das funções para as quais foram recrutados, selecionados e formados, e ainda, ganhando gratificações, embora não exerçam funções policiais militares, sobrecarregando todos os Policiais Militares que continuam trabalhando e arriscando as suas vidas em defesa da Sociedade Fluminense. Hoje existem convênios para a cessão de policiais militares nos seguintes órgãos: Banco Central, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Convém destacar que a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, que utiliza centenas de policiais militares, não celebrou convênio com a Polícia Militar e não paga qualquer importância pela cessão dos Policiais Militares.

Tópico nº 3 - Solução de continuidade nos processos de admissão da Corporação (Oficiais e Praças) até que sejam supridas integralmente as necessidades elencadas nos tópicos nº 1 e 2. Por coerência e economia de recursos públicos, é mister que novas contratações sejam precedidas da indispensável recuperação salarial e do retorno dos desviados de função, de sorte a possibilitar o aperfeiçoamento quanto à aferição de reais necessidades, bem como a captação de postulantes em níveis cada vez melhores. Em consequência, não incorporar nenhum Oficial ou Praça enquanto não forem solucionados os graves problemas citados anteriormente.

Tópico nº 4 – Fim da Etapa de Rancho – Pagamento da Dívida - Autonomia Administrativa – Dotação Orçamentária. Conceder à Polícia Militar a dotação orçamentária específica, desvinculada da verba destinada à alimentação de nossa tropa, que permita a manutenção das edificações, das viaturas e de todos os equipamentos necessários ao desempenho das missões, bem como, permita a aquisição dos recursos materiais indispensáveis para a modernização tecnológica e o correto desempenho das missões de preservação da ordem pública. Basta de se economizar na alimentação da tropa para empregar as sobras como único meio de manter funcionando, mesmo que de modo precário, os aquartelamentos, as viaturas e os equipamentos da Polícia Militar. O Policial Militar, o herói social, merece ser tratado com respeito, portanto, os quartéis favelizados e as viaturas sucateadas não devem fazer parte de nossa rotina. Piorando o quadro esclarecemos que o Estado do Rio de Janeiro paga como etapa diária para alimentação de um Policial Militar o valor de R$ 2,71 e o último repasse de etapas foi relativo ao mês de novembro de 2006, portanto, com 8(oito) meses de atraso, existindo uma dívida de R$ 25.133.620,08 até maio de 2007.O Policial Militar deve receber o ticket alimentação tal como recebe o Policial Civil.

Tópico nº 5 – Promoção de condições dignas de trabalho. Enquanto inexistir uma dotação orçamentária específica e diante da imperiosidade de prover uma alimentação saudável para a tropa, se faz necessário que o poder público promova melhores condições de trabalho. O espaço restrito imposto pelas presentes linhas, embora incompatível com o razoável aprofundamento de tão importante tópico, permite que pontuemos, dentre algumas outras, as seguintes necessidades prementes:

- Reforma urgente das edificações (Organizações Policiais Militares), considerando que algumas estão colocando em risco Policiais Militares e o público em geral;

- Compatibilizar a carga horária de trabalho de modo a permitir a qualificação profissional do Policial Militar;

- Aquisição de viaturas, inclusive blindados;

- Aquisição de equipamentos de proteção individual;

- Aquisição de armamento e munição;

- Aquisição de fardamento para os Alunos dos Cursos de Formação e para os Cabos e Soldados;

- Aquisição de recursos tecnológicos destinados ao emprego no sistema de Inteligência (EMG-PM/2) e de Correição da Corporação;

- Promover a informatização da Polícia Militar, poupando recursos humanos e agilizando tarefas; e,

- Desenvolver em caráter urgente um programa de manutenção, basicamente de viaturas e armamento, para a recuperação do que ainda for servível.

Tópico nº 6 – Estabelecimento e Respeito ao Limite de Carga Horária. Implantar o regime de 44 horas semanais, com pagamento de horas extras proporcionais.

Tópico nº 7 – Saldar a dívida do Estado com o Fundo de Saúde da Polícia Militar. A Polícia Militar possui o seu Sistema de Saúde próprio, custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), para prover a saúde dos seus milhares integrantes e de seus dependentes. Os recursos do FUSPOM são oriundos de descontos mensais nos contracheques dos Policiais Militares e de uma contrapartida do Estado, considerando que a inexistência do nosso sistema sobrecarregaria ainda mais as já combalidas redes de saúde estadual e municipal. Entretanto, o Estado não repassa a parcela do erário destinada ao Fundo de Saúde da Corporação, sendo que a dívida atualmente é da ordem de R$ 109.445.098,45 e o último repasse feito foi relativo ao mês de janeiro de 2006.Saldar a dívida é indispensável para que possamos promover a saúde institucional, deixando de economizar na comida para comprar remédios.

Tópico nº 8 – Policiais Militares – Invalidez em Serviço – Triênios Integrais – Pensão Estadual. O Policial Militar arrisca rotineiramente a sua vida em defesa da sociedade, sendo que muitos perdem a vida, deixando os seus dependentes em situação precária, enquanto outros ficam inválidos, impossibilitados de exercer qualquer outra atividade. Nada mais justo que o imediato estabelecimento da integralidade de gratificação por tempo de serviço (triênios) para militares inativados para o serviço policial militar, fruto de incapacidade definitiva adquirida em consequência de ato de serviço. O estabelecimento de uma pensão militar estadual, também é urgente, considerando as sérias dificuldades financeiras enfrentadas pelas nossas pensionistas, que precisam sustentar a família e percebem uma pensão irrisória, na maioria dos casos.

Tópico nº 9 – Apoio as propostas de modificação das legislações referentes às promoções. A Polícia Militar precisa do apoio do Executivo e do Legislativo para viabilizar as alterações nas referidas legislações, buscando ter o critério meritório nas promoções de Oficiais e Praças como base e não o critério de tempo de serviço, que contribui para a desqualificação do nosso efetivo. Regularizar as promoções dos Oficiais do Quadro de Oficiais de Administração, atualmente estagnado, motivando os referidos Oficiais que inclusive atuam rotineiramente nas atividades operacionais. As propostas serão debatidas exaustivamente interna corporis, antes de serem apresentadas, enquanto isso não devem ser acolhidas propostas que resultem em aumento ou diminuição de interstícios para promoções de Oficiais ou de Praças. Revogação das legislações que não possuem qualquer interesse Institucional, tais como a Lei n.º 4.024/2002 (promoção do Tenente Coronel ao posto de Coronel após 32 anos de serviço), que deve ser aplicada pela última vez nas promoções de agosto/2007 e a esdrúxula Lei n.º 4.848/2006 (promoção na cédula de identidade), que não possui qualquer legitimidade.

Tópico nº 10 – Apoio para a implantação de um novo Quadro de Distribuição do Efetivo. A Polícia Militar não possui um Quadro de Distribuição de Efetivo (QDE) atualizado, sendo que algumas Organizações Policiais Militares sequer possuem um QDE, o que causa grande prejuízo financeiro para os Policiais Militares, pois exercem funções superiores e não podem perceber a justa contrapartida nos vencimentos.

Tópico nº 11 – Termo Circunstanciado – Projeto Piloto. A confecção dos Termos Circunstanciados pela Polícia Militar já é uma realidade em vários Estados da Federação, permitindo uma melhor prestação de serviço ao cidadão e a racionalização do emprego dos recursos humanos, sobretudo da Polícia Civil. A experiência exitosa realizada no 7º BPM e politicamente interrompida merece ser revivida em um Projeto Piloto. Portanto, a imediata implantação de projeto piloto, contemplando a lavratura de termos circunstanciados e ainda o registro de ocorrências que não contemplem flagrante delito pela Polícia Militar, será benéfica para todos, principalmente para o povo fluminense. Convém destacar que em consulta realizada através da Secretaria de Estado de Segurança Pública à Procuradoria Geral do Estado, mereceu parecer favorável quanto a elaboração do Termo Circunstanciado previsto na Lei 9099/95 pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Tópico nº 12 - Adoção de mecanismos legais compatíveis, no sentido de que apenas os ocupantes dos cargos de Comandante Geral e de Chefe do Estado Maior da Corporação possam exceder o tempo máximo de permanência no posto de Coronel na condição de ativos. Não existe qualquer interesse Social ou Institucional, qualquer motivo que determine tal privilégio, qualquer finalidade a ser alcançada e nem mesmo faz sentido que cargos outros, marcadamente externos à Corporação, gozem de tal prerrogativa. Portanto, deve-se revogar em caráter de urgência todas as legislações estaduais que permitem que Coronéis permaneçam no serviço ativo, após os 6 (seis) anos da última promoção e não legislar mais nesse sentido absurdo. Toda legislação deve obedecer ao interesse social e ao interesse institucional, essas legislações não alcançam tais interesses, restringindo-se a interesses pessoais ou de pequenos grupos que desejam um tratamento privilegiado. Portanto, urge promover a revogação de tais privilégios concedidos através de modificações no parágrafo primeiro, do artigo 96, da Lei n.º 443, de 1 de julho de 1981, realizadas por meio da Lei n.º 4.043, de 30 de dezembro de 2002 e Lei 5.019, de 19 de abril de 2007.

Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira – Coronel

Diretor Geral de Finanças


Paulo Ricardo PAÚL – Coronel

Corregedor Interno


Gilson PITTA Lopes – Coronel

Chefe da Segunda Seção do Estado Maior Geral


Dario CONY dos Santos – Coronel

Comandante da Escola Superior de Polícia Militar


Rodolpho Oscar LYRIO Filho – Coronel

Comandante da Academia de Polícia Militar – D. João VI


LEONARDO PASSOS Moreira – Coronel

 Chefe do Centro de Comunicações e Informática


Francisco Carlos VIVAS – Coronel

 Diretor Geral de Apoio Logístico


Ronaldo Antonio de MENEZES – Coronel

Comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária


Renato FIALHO Esteves – Coronel

Comandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças 4

Juntos Somos Fortes!

domingo, 10 de abril de 2022

QUEBRA DA PARIDADE - MATO A COBRA E MOSTRO O PAU

 

Vídeo


Comento sobre a degradação das Instituições Militares do Estado do Rio de Janeiro e trato da falta de transparência dos Comandantes-Gerais e da autodenominada Comissão de Luta pela Paridade.

A falta de transparência pode levar a conclusões injustas, por isso é preciso ter clareza e comprovar suas ações.

É indispensável matar a cobra, mostrar o pau e mostrar a cobra morta.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 9 de abril de 2022

"SERÁ QUE UM DIA EU NÃO VOU TER MAIS MINHA PENSÃO?"



A frase que usei como título desse artigo eu recebi durante uma conversa de WhatsApp.

Respondi: 

- "Não deixaremos isso acontecer".

A conversa não prosseguiu.

Sinceramente, não tenho capacidade de estimar como estão se sentindo em termos de futuro as Pensionistas e os Veteranos, após a covardia feita contra eles pelo Governador, pela maioria dos Deputados Estaduais e pelos Oficiais da PMERJ e do  CBMERJ que os assessoraram.

Os Coronéis Veteranos parecem estar tranquilos já que poucos reclamam 

O fato de ultrapassarem o teto remuneratório dá a eles um lastro para essa e para futuras perdas,  talvez seja essa a explicação.

Os Praças Veteranos devem estar preocupados.

As Pensionistas talvez desesperadas.

Enquanto isso os ativos seguem pelo corredor ignorando o futuro.

Espero não ter dado apenas uma ilusão para a Pensionista. 

Juntos Somos Fortes!

QUEBRA DA PARIDADE - O SILÊNCIO DOS CULPADOS

 



Por que após quatro meses da QUEBRA DA PARIDADE, prejudicando Veteranos e Pensionistas, nem o Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, nem o Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros, ainda não mandaram realizar um vídeo institucional esclarecendo a posição dos comandos sobre essa covardia praticada contra idosos, órfãos e viúvas?

Urge que seja quebrado O SILÊNCIO DOS CULPADOS.

Juntos Somos Fortes!

QUEBRA DA PARIDADE FOI RESULTADO DA DESESTRUTURAÇÃO DA PMERJ E DO CBMERJ

 



Hoje somos obrigados a ingressar no Poder Judiciário para recuperar a paridade que foi arrancada de nós por políticos assessorados por Oficiais da Ativa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, eis a verdade.

Ativos prejudicando Veteranos e Pensionistas e criando ainda vantagens pecuniárias apenas para eles.

Isso era impensável no passado.

Tal fato só ocorreu porque o CBMERJ e a PMERJ sofrem um processo de desestruturação institucional há algum tempo.

No vídeo cito outros exemplos e poderia comentar inúmeros outros casos.

É hora de fazer nascer novamente o amor corporativo no coração dos Militares do Estado do Rio de Janeiro.

Se continuarmos nesse rumo, logo não existiremos mais como Instituições Militares.

Estamos totalmente desviados da nossa natureza.

Isso é muito triste!

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 8 de abril de 2022

NOSSA INÉRCIA NA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS PODERÁ DESTRUIR AS INSTITUIÇÕES MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

 


Impressiona a nossa (de todos nós, ativos, veteranos e pensionistas) ineficiência na solução dos problemas simples relacionados com a PMERJ e o CBMERJ.

Não resolvendo os simples, como resolveremos os complexos?

Juntos Somos Fortes!

VÍDEO - TEMOS QUE CRIAR UMA GRANDE MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DAS PENSIONISTAS


É urgente que Ativos, Veteranos e Pensionistas desenvolvam uma grande mobilização para solucionar os diversos problemas enfrentados pelas Pensionistas da PMERJ e do CBMERJ.

Juntos Somos Fortes!

PARIDADE - PROCESSO NA CASA CIVIL - ATUALIZAÇÃO

 


Na consulta realizada no dia 08 ABR 22, às 10:30 horas, foi constatado que não existe qualquer movimentação a partir do dia 16:MAR 22.

Ao que parece, smj, o processo está parado.


Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 7 de abril de 2022

PENSIONISTA - SOLDO E DIFERENÇA DE SOLDO SEPARADOS, ALGUM PROBLEMA?


 


Identificar o problema.

Avaliar possíveis soluções.

Escolher a melhor solução.

Solucionar o problema.

Simples assim!

Não existe qualquer problema desde que os percentuais sejam calculados com base na soma do soldo mais a diferença de soldo.

No caso do cálculo do triênio o percentual deve ser aplicado sobre todas as parcelas anteriores.

É importante apanhar o contracheque discriminado na Diretoria de Veteranos e Pensionistas. 

Juntos Somos Fortes!


PMERJ - COMO CONTROLAR A VIOLÊNCIA SE NÃO RESOLVEMOS O PROBLEMA SIMPLES DA CÉDULA DE IDENTIDADE?

 


Identificar o problema.

Avaliar possíveis soluções.

Escolher a melhor solução.

Solucionar o problema.

Simples assim!

Como a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro irá conseguir exercer com eficácia suas missões constitucionais se nem problemas simples conseguimos resolver.

A resposta é NUNCA!

Juntos Somos Fortes!

UMA INCURSÃO EM ALGUNS DOS PROBLEMAS EXISTENTES NA POLÍCIA MILITAR

 


Identificar o problema.
Avaliar possíveis soluções.
Escolher a melhor solução.
Solucionar o problema.
Simples assim!
Comento alguns dos inúmeros problemas existentes na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 6 de abril de 2022

VAMOS RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS DA PMERJ





Juntos Somos Fortes!

PMERJ - A RAZÃO DOS NOSSOS PROBLEMAS, INCLUSIVE A QUEBRA DA PARIDADE

 


Comento que o maior problema da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) é a interferência política na gestão da Instituição.

Faço uma breve retrospectiva a partir da fusão dos Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro ocorrida em 1975 e os seus reflexos na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Cito o avanço que alcançamos ao deixarmos de ser comandados por Oficiais do Exército Brasileiro e conquistarmos o comando próprio.

A partir daí tivemos uma alternância de Comandantes-Gerais formados na Guanabara e no Rio de Janeiro, eles com diferentes formas de comandar.

Só em 2007, um Comandante-Geral formado no Estado do Rio de Janeiro assumiu a função, o Coronel de Polícia RR Ubiratan Oliveira Ângelo.

Embora tenha sido escolhido politicamente, o novo comando começou a lutar contra a interferência política.

Nasceu daí o grupo dos Coronéis Barbonos com o objetivo de alcançar melhores salários para a tropa, assim como, adequadas condições de trabalho.

Luta também dos 40 da Evaristo.

Embutida nessa luta existia a resistência à interferência de políticos, que foram barrados inclusive na área correcional, onde nenhum "pedido político" prosperou.

Infelizmente, não ocorreu a adesão da Oficialidade no momento que mais do que nunca era necessário resistir contra essa interferência, no dia da exoneração do Comandante-Geral e dos Coronéis Barbonos.

Olharam para o que poderiam ganhar no futuro e até os que firmaram compromissos por escrito, abandonaram a luta.

A resistência durou um ano.

Não sei como a interferência política prosperou dentro da Instituição de 2007 até nossos dias.

Apenas ouço boatos, mas não tenho como confirmar ou não.

O que tenho certeza é que a quebra da paridade dos Veteranos e das Pensionistas é um dos frutos podres da interferência política na gestão da bicentenária e gloriosa PMERJ.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 5 de abril de 2022

GRET - NOTA DO COMANDANTE-GERAL - PENSIONISTAS ???

 


O Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) explicou através de Nota no Boletim da PMERJ que a GRETPM dos Veteranos, devidamente reajustada, só será paga no início do mês de maio do corrente ano (Pagamento de Abril).

Estranhei não existir qualquer referência à situação das Pensionistas.

Penso que a Nota deveria abrangê-las ou não?

Posso estar errado.

Juntos Somos Fortes!

(01) A GERAÇÃO DE CORONÉIS DE POLÍCIA PÓS-CORONÉIS BARBONOS



Inicio a série fornecendo dados para reflexão sobre a impossibilidade da construção de um planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).

O principal responsável por essa construção é o Comandante-Geral.

No período de 2007 até a presente data 05 ABR 2022 a PMERJ teve 12 (doze) Comandantes-Gerais, a média de permanência no posto é de 13 (treze) meses.

3(três) dos 12 (doze) foram convocados da Reserva Remunerada de volta para a Ativa para assumirem o cargo.

Por quê?

Inexistiam entre os Ativos Coronéis de Polícia aptos para o exercício da função?

Ouso responder que existiam, isso é óbvio.

Diante desse caos, como planejar o presente e o futuro da PMERJ? 

Juntos Somos Fortes! 

segunda-feira, 4 de abril de 2022

O PAGAMENTO DA GRET E A GERAÇÃO DE CORONÉIS DE POLÍCIA PÓS-CORONÉIS BARBONOS

 


Informo que em vídeo o Tenente de Polícia RR Da Silva disse que esteve no Quartel General da PMERJ, onde soube que através de uma publicação no Boletim da Instituição, o EXMO Comandante-Geral irá explicar porque a GRET não foi paga em MAR 22 e como será feito o pagamento da gratificação.

Faço no vídeo uma breve introdução sobre o tema "A Geração de Coronéis de Polícia Pós-Coronéis Barbonos".

Deixo uma reflexão sobre a impossibilidade de implantar um planejamento estratégico na PMERJ diante das sucessivas trocas de Comandantes-Gerais.

Em 14 anos a Instituição teve 11 Comandantes-Gerais.

Um completo absurdo.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 15 de março de 2022

LIGEIRINHA (02) - O CORONEL PM REF PAÚL TEM "BOLA DE CRISTAL"?


 


Não.

Eu não tenho "bola de cristal".

Tenho expertise sobre o assunto.

Tenho conhecimento sobre o tema "mobilizações de militares".

Juntos Somos Fortes!

LIGEIRINHA (01) MARCHA - QUEM VAI MARCAR COM O PRESIDENTE BOLSONARO PARA ELE ESTAR EM CASA?

 



Surgiu uma nova ideia para um palanque político.

Fazer uma marcha até o condomínio situado na Barra da Tijuca, onde o Exmo Presidente da República Bolsonaro possui uma casa.

Quem vai marcar com o Presidente para que ele esteja nessa casa no dia e horário da marcha?

Juntos Somos Fortes!