JORNALISMO INVESTIGATIVO

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Vídeo >> UM MOMENTO HISTÓRICO NA POLÍCIA MILITAR

 


Em 2.008, no movimento dos Coronéis Barbonos e dos 40 da Evaristo, aconteceram dezenas de entregas de cargos de comando, que podem ser comparados a essas entregas distintivos, só que na PMERJ, no dia seguinte quase todos pegaram de volta seus "distintivos".

Sem dúvida, caso esse retrocesso não tivesse ocorrido, hoje teríamos uma PMERJ unida e forte.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de março de 2022

CORONEL DE POLÍCIA RR WANDERBY PEDE EXONERAÇÃO DA DIRETORIA DA AME-RJ

 

Major de Polícia Wanderby (centro) - 2007 - Ato dos 40 da Evaristo na Cinelândia


Transcrição:

"Sr. Cel Ref. José Maria de Oliveira, Pres. AME/RJ

Valho-me desta para manifestar minha contrariedade com o caráter a meu sentir excessivamente burocrático, conservador, lento e, sobretudo, ineficaz com que têm sido tratadas demandas importantes de natureza institucional no âmbito da associação.

Cito, a título de exemplo, o nefasto deslinde da edição de legislação específica voltada à regulação do sistema de proteção social dos militares do RJ (Lei n.º 9.537/2021), por meio da qual foram paradoxalmente desprezados os fundamentos da paridade e da integralidade que deveriam ser aplicados a inativos e pensionistas e, por outro lado, ignorados preceitos constitucionais relacionados ao teto remuneratório, beneficiando diretamente autoridades militares que legitimaram o desprezo aos fundamentos citados.

Cito ainda a extinção da gratificação de tempo de serviço para todos os que ingressarem na carreira militar estadual a partir deste ano de 2022 (lei complementar 194/2021), gerando ainda maior incremento das distorções remuneratórias já existentes.

E ouso indagar, parafraseando Einstein:

É razoável fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes?

Não poderia também deixar de mencionar a vergonhosa inércia da associação frente ao flagrante desvirtuamento da atividade de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública protagonizado pelo "programa segurança presente", por meio do qual e em evidente afronta à Constituição Federal, até mesmo particulares têm sido empregados no exercício de "policiamento ostensivo" ao lado de militares da PM em trajes incompatíveis com o RUPMERJ,  em viaturas com caracterização alienígena frente às Normas Gerais de Transporte (M-9) e sob gestão externa à Polícia Militar.

Mas devo pontuar como fator determinante para a tomada da decisão a seguir descortinada a incapacidade pessoal deste Oficial Superior em arcar com o ônus moral de ocupar a diretoria jurídica de associação que se mantém, em termos práticos, inerte e curiosamente contemplativa diante do  adiantado caminhar da venda de patrimônio que, ao contrário e ainda que por via judicial, deveria ser preservado; me refiro ao Riviera Country Club.

Do exposto e atento à necessidade de preservação da própria reputação, solicito exoneração da função de diretor jurídico da Associação de Oficiais Militares do RJ.

Rio de Janeiro, em 03/03/2022.

Wanderby Braga de Medeiros, Coronel RR RG 52.807

Diretor Jurídico"


Prezado Wanderby, receba meu apoio e minha solidariedade.


Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

LIVROS DO CORONEL PAÚL - ONDE E COMO COMPRAR?

 


Os livros estão sendo vendidos no site da AMAZON.


Clique na aba "LIVROS".

Na BUSCA digite o nome completo do livro que deseja:

- Cabral contra Paúl.
- A Ditadura de Terno e Gravata.
- UPP Uma Farsa Eleitoral.

Digitado o nome clique na LUPA e aparecerá a imagem da capa.

Basta clicar no nome do livro e seguir as orientações.

Os livros estão sendo vendidos pelo preço de custo, sendo incluídas a taxa da AMAZON e as despesas postais, compondo o preço final.

Os livros são encaminhados pelo correio.

Agradeço a todos os leitores que estão adquirindo e conhecendo a verdade sobre as mobilizações nas ruas e sobre o malfado projeto das UPPs.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

SÉRGIO CABRAL E QUADRILHA (E OUTROS) ROUBARAM NOSSA CIDADANIA



O noticiário diário acusa o ex-governador Sérgio Cabral e sua quadrilha de terem saqueado o Estado do Rio de Janeiro, tanto que Cabral está perto de alcançar condenação superior a CEM anos de cadeia, um número ainda muito menor que o de policiais assassinados inúmeros em decorrência da sua falsa "pacificação".
Eles esvaziaram os cofres públicos.
Sérgio Cabral e sua quadrilha roubaram a dignidade dos servidores públicos, dos Bombeiros Militares e dos Policiais Militares, obrigados a frequentarem filas para o recebimento de cestas básicas.
Eles nos humilharam.
Sérgio Cabral e sua quadrilha nos endividaram, impossibilitados que estamos de saldarmos nossas dívidas mensais.
Eles nos transformaram em devedores e pedintes.
Sérgio Cabral e sua quadrilha roubaram a nossa CIDADANIA, considerando que não temos mais direito aos serviços públicos essenciais (segurança, saúde e educação).
Eles destruíram o serviço público.
É claro que eles não fizeram isso sozinhos.
Tiveram (e têm ainda) o apoio dos interesseiros que não querem perder os cargos gratificados e dos omissos (covardes) que não lutaram contra eles.
Sérgio Cabral, sua quadrilha, os interesseiros e os omissos são os culpados por tudo que estamos vivenciando.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

TRANSFERÊNCIA DE SÉRGIO CABRAL E ENCARCERAMENTO DE ADRIANA CABRAL

A imprensa tem noticiado que o ex-governador Sérgio Cabral é o chefe de uma enorme organização criminosa.
Diante desse fato, algumas medida devem ser adotadas com urgência para desestabilizar os integrantes da organização que estão presos e, sobretudo, os que ainda estão soltos:
1) Transferir Sérgio Cabral para um presídio federal.
2) Encarcerar a esposa de Sérgio Cabral, ela que por razões óbvias deve ser a principal cúmplice do chefe.


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

BARBONOS E 40 DA EVARISTO CONTRA CABRAL E SUA TURMA

Em 2007, os grupos denominados 40 da Evaristo e Coronéis Barbonos iniciaram uma luta institucional contra o governo Sérgio Cabral.
Eles representavam anseios das tropas da Polícia Mililitar e do Corpo de Bombeiros Militar.
Apesar disso inúmeros Policiais Militares e Bombeiros Militares não os apoiaram.
Cabral reprimiu com ódio.
Transferências, prisões ilegais, aposentadorias precoces e exclusões foram algumas delas.
Hoje está claro que os Oficiais e Praças que enfrentaram essa OCRIM entraram para a história de forma positiva e quem ombreou com Cabral e sua turma também entrou para a história, mas da pior maneira, como cúmplices de bandidos.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

RETORNANDO AO TEMA "A RELAÇÃO ENTRE A CRISE E A DESUNIÃO NA PM" - CORONEL PM REF NELSON HERRERA RIBEIRO

Prezados leitores, publico novo artigo da lavra do Coronel PM Ref Herrera:



"RETORNANDO AO TEMA  “A relação entre a crise e a desunião na Polícia Militar”

Refiro-me ao vídeo no qual o Cel PM PAÚL, no dia 11 último, teceu comentários sobre a crise institucional que vive a nossa Polícia Militar.
Enfatizou ele “o conjunto de problemas” que seria “fruto da nossa desunião”, aduzindo que a solução seria “a promoção da união, a tentativa de romper esse paradigma”. Conclamou, ainda, ao Comandante-geral a “promover reunião com coronéis mais antigos, com praças inativos, com jovens oficiais, com todos os níveis hierárquicos”, visando a “buscar ideias” com tal propósito.
Por certo, são oportunas, sinceras e necessárias as críticas levantadas.
Sem dúvida, a união torna-se essencial em todo grupo de semelhantes, até mesmo nos animais. Os mais antigos chefes que conheci a chamavam “amor corporativo”. Os nossos recentes “40 da Evaristo” adotaram o lema “Juntos somos fortes!”
Contudo, nos últimos tempos, mormente na era cabralina – reconheçamos  –  tem deixado saudades.
Já em 2009, as sucessivas crises, permeadas de ruptura da própria Constituição, da afronta a leis, da violência a direitos e prerrogativas, culminaram com a precoce inatividade compulsória dos autodenominados “Coronéis Barbonos”, que, então constituindo o Alto Comando da PMERJ, tentavam obter melhores condições de trabalho e remuneração justa ao pessoal.
A esse grupo pertencia o Cel PAÚL, bem como o cel gilson pitta lopes, que aceitou renegar o compromisso comum antes firmado, para aceitar substituir o probo Cel PM UBIRATAN ÂNGELO, no cargo de Comandante-geral. Deu no que deu. A história posterior da PM e do nosso Estado está por todos conhecida. Institucionalizou-se a crise interna, com reflexos na grave desvalorização pública do policial militar. Agora, a Polícia nem temida  é mais nas ruas. E, portanto, abraço a indignação do Cel PAÚL no referido vídeo.
Discordo apenas das palavras em que conclama o atual Comandante-geral (ou qualquer outro), pois o cargo é político, de provimento por nomeação do governador de plantão, permeável a cinzentos interesses político-partidários, que se estendem à cúpula de Comando, ficando nossos chefes manietados no jogo de metas programáticas de governo ou mesmo absortos em seus interesses pessoais. Exemplo maior: o midiático “Projeto UPP”, sendo agora amplamente reveladas as falhas estruturais e os dissimulados interesses eleitoreiros, embora não faltassem continuados alertas do Cel PAÚL, culminando com a publicação do seu livro UPP  –  uma farsa eleitoral”.
Será tempo perdido, a meu ver, tentar reverter interna corporis o tal “paradigma da desunião”. Toda transformação virá, a meu ver, por fatores externos. Do mesmo modo que sempre houve as alterações prejudiciais à instituição, impostas por interesses políticos de breves inquilinos do poder.
Penso que a única reação possível só poderá brotar da democrática luta política.
Primeiro, elegendo lídimos representantes da classe, que, por seu passado de honradez, possam fazer frente aos inimigos da instituição Polícia Militar. Instituindo uma tribuna permanente pelos que não podem falar. O comentário pode ser extensivo ao Corpo de Bombeiros Militar, heroica Corporação, nossa coirmã.
Em segundo, criando leis, dissociadas de eventuais programas de governo ou a eles imunes, as quais possam atender às clarividentes sugestões elencadas no referido vídeo. E tantas outras, por exemplo: o estabelecimento de programas de incentivo social à tropa; a valorização dos veteranos, instituindo a comemoração Dia do Inativo; a criação de uma espécie de Conselho Consultivo, órgão de assessoria do Comando Geral, integrado entre outros, por mais antigos coronéis inativos e por representantes indicados por cada segmento de oficiais e praças; a obrigatoriedade de planejamento estratégico, por meio de Plano Diretor Quinquenal, de forma a impedir alterações por governo sucessor; os mecanismos de meritocracia para incentivo aos bons policiais e maior rigor na reação aos maus.
Muitas ideias podem ser obtidas junto às gloriosas PM de Minas Gerais e Brigada Militar gaúcha, exemplos sadios de amor corporativo, embora nelas convivam os mesmos erros comuns a todo agrupamento humano; os procedimentos é que são diferenciados. Há a prevalência de amor corporativo.
No nosso caso, por origens históricas da própria formação da PMERJ – razão primária, a meu ver, que nos conduziu ao denominado “paradigma de desunião” –, não creio em soluções endógenas, que dependam da lucidez administrativa ou das boas intenções de nossos Comandantes, que, por sua nomeação política, estarão sempre vinculados a interesses oportunos de cada governo.
Por clara obviedade, a instituição Polícia Militar deve ser suprapartidária e eminentemente profissional, acima do interesse eleitoral de governantes, imune a críticas de “policiólogos” de suspeitos matizes ideológicos, devendo manter seu foco em diretrizes técnicas de emprego operacional de “polícia ostensiva” e de “preservação da ordem pública”, sua precípua missão. Até que se crie nova ordem constitucional.
Mas tudo principia na eleição de representantes confiáveis, em meio à desmoralizada classe política atual, chafurdada na lama de interesses não-republicanos, caldo de cultura de nossos problemas internos, já que os coronéis, nossa cúpula de Comando, estarão sempre vinculados a essa realidade corrompida. Ou por ela alijados, impedidos de agir. Veja-se o exemplo dos “Coronéis Barbonos” –  nem que desejassem, puderam atuar em prol da melhoria da instituição.
Modestamente, já fiz recente manifesto público, como porta-voz do grupo de amigos meus civis, lançando a pré-candidatura, independentemente do requisito legal de filiação partidária, dos Subten BM VALDELEI DUARTE, para Deputado Federal, e do Cel PM PAULO RICARDO PAÚL, para Deputado Estadual. Ambos, em sua vida militar e pessoal, sempre trouxeram consigo a honradez, o idealismo e o destemor. Dessa luta poderão advir diplomas legais em que se embasem diretrizes que acarretarão as mudanças necessárias. Poderá surgir o respaldo sincero da maioria dos bombeiros e policiais militares, externado por suas respectivas associações. Claro que se constitui longa e permanente luta. Mas urge dar o primeiro da caminhada de mil passos!
Chegou a hora de mudar!
Tudo depende, porém, da indicação partidária desses companheiros e da aceitação pela maioria do nosso pessoal, traduzida pelo esforço de cada um em multiplicar votos de apoio, fazendo prosélitos junto a parentes e amigos. A conferir. 
Se não conseguirmos, permaneceremos a conviver com sucessivas crises, e, na ampliação de desvios de comportamento, com muitas outras “festas”, descobertas em ocasionais escândalos públicos, para maior desmoralização de nossas centenárias instituições militares estaduais, ao deleite dos inimigos da Ordem Democrática, os nossos esquerdopatas tupiniquins.
Não se trata de nenhuma teoria da conspiração. Esses fatos, quase sempre muito bem orquestrados, trazem implicações bem acima da nossa vã filosofia. Quem viver verá.

Nelson HERRERA Ribeiro, Cel PM Ref, advogado e professor"


Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

VÍDEO - A RELAÇÃO ENTRE A CRISE E A DESUNIÃO NA POLÍCIA MILITAR

O Coronel de Polícia Reformado Paulo Ricardo Paúl comenta que a atual crise vivenciada na PMERJ é fruto da desunião crônica alimentada pelos integrantes da instituição. 




Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A FOME INSACIÁVEL DO EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL POR DINHEIRO



"Jornal Extra
12/07/17 18:53 Atualizado em 12/07/17 19:15 
Sérgio Cabral admite ter tido conta no exterior nos anos 1990 
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) admitiu nesta quarta-feira, em depoimento à Justiça Federal do Rio, ter tido uma conta no exterior no fim da década de 1990, chamada de eficiência. Ele confirmou que tinha quase US$ 2 milhões. Cabral depõe no processo da Operação Eficiência e está sendo ouvido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7a Vara Federal Criminal do Rio. 
Essas informações tinham sido trazidas pelos doleiros Renato e Marcelo Chebar em delação premiada. Cabral disse que a origem do dinheiro era sobra de campanha. O ex-governador declarou, no entanto, que, por volta de 2003 comunicou aos irmãos que não queria mais manter as contas no exterior. 
Cabral negou, no entanto, que o dinheiro devolvido pelos doleiros seja dele. Os irmãos Chebar apontaram mais de US$ 100 milhões em contas fora do país e que seriam do peemedebista, do ex-secretário Wilson Carlos e de Carlos Miranda, apontado pelo Ministério Público Federal como operador de Cabral. O ex-governador disse ter ficado feliz do dinheiro ter sido devolvido ao governo do estado (Fonte)".

Policiais Militares e Bombeiros Militares começaram a lutar contra o governo o Sérgio Cabral-Pezão  no meio do ano de 2007, primeiro ano de governo.
A luta era por melhores salários e por adequadas condições de trabalho.
Nela participaram movimentos denominados como "40 da Evaristo", "Coronéis Barbonos" e "SOS Bombeiros".
Apesar do objetivo não ser na época derrubar o governo, a frase "Fora Cabral" logo apareceu nas ruas, saída que teria sido extremamente benéfica para toda população do estado do Rio de Janeiro, como comprova a realidade atual.
Pedidos solicitando a instauração de processos de impeachment na ALERJ foram protocolados e ignorados pelos deputados estaduais.
Em síntese, caso os deputados estaduais tivessem ouvido os clamores dos movimentos dos militares do estado do Rio de Janeiro, o Rio de Janeiro não estaria afundado em uma crise econômica que parece interminável.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O POLICIAL MILITAR DO RIO DE JANEIRO TEM MEDO DE LUTAR POR SEUS DIREITOS ?

40 da Evaristo

Coronéis Barbonos


Prezados leitores, ninguém pode duvidar do idealismo e do destemor dos Policiais Militares do Rio de Janeiro.
No estado a violência e a covardia  dos criminosos são imensas, isso faz com que o fato de estar fardado nas ruas ou estar no interior de uma viatura, já constituem demonstrações de rara coragem.
Enfrentar no curso de operações policiais dentro das vielas das comunidades carentes, criminosos que usam armas de guerra, parece suicídio, tamanho o risco.
São Oficiais e Praças, homens e mulheres, maduros e jovens, de coragem incomum.
Como explicar que tanta coragem para exercer as atividades policiais militares, parece desaparecer quando precisam lutar por seus direitos?
Seria o receio de ser enquadrado no Regulamento Disciplinar da PMERJ e/ou no Código Penal Militar?
Teriam eles mais medo de ficar preso do que de morrer?
Não é possível.
Mas muitos apresentam essa versão para explicar a inércia de Oficiais e de Praças na busca dos seus direitos.
Seria o medo dos Oficiais de perderem gratificações oriundas das funções de Comandante, Chefe ou Diretor e o medo dos Praças de serem transferidos para uma OPM sem gratificação? 
Nesse caso, eles teria mais amor ao dinheiro do que a vida.
Inconcebível.
Maior dificuldade para encontrar a resposta aparece quando constatamos que até em atos que não constituem transgressão ou crime militar, muito pelo contrário, são apenas expressões do exercício da cidadania, os Policiais Militares não aparecem.
Temos uma opinião que pode até não ser a certa, mas nos parece lógica: a desqualificação profissional.
O Policial Militar desconhece o que pode fazer na busca dos seus direitos.
Não sabe quando as suas ações são absolutamente legais.
É o medo do desconhecimento.
Nós temos certeza que nem na APM D. João VI e nem no CFAP - 31 de Voluntários os novos Oficiais e Soldados recebem instruções a respeito dos direitos e das maneiras de solicitá-los ou cobrá-los.
Não se fala nos 40 da Evaristo.
Não se fala dos Coronéis Barbonos.
Movimentos que sempre foram centrados na legalidade.
Até hoje recebemos comentários críticos no blog, no Facebook e no Twitter de que quando estávamos na ativa não lutamos pela tropa.
Comentários frutos da ignorância, pois eu era Corregedor Interno e os outros Barbonos ocupavam funções também de extrema relevância e ganhávamos todos ótimas gratificações.
É preciso estudar a história das lutas dos Policiais Militares, não apenas a distante participação na guerra do Paraguai e o simpático cão Brutus, mas a história recente e as represálias ilegais impostas pelo governo.
Nós fomos exonerados, perdemos gratificações, fomos presos e quase excluídos, mas estamos vivos e lutando.
Estudar é indispensável para conhecer.
O conhecimento facilita a gestão do medo que todos temos por natureza.
Lembramos que cumprindo uma promessa feita quando escrevíamos nosso primeiro livro, após o sepultamento de um Policial Militar, fomos à APM e ao CFAP para entregar os primeiros exemplares, um para cada turma.
Cerca de meia hora após o início da distribuição gratuita, chegou ao CFAP um esbaforido Comandante, o qual cumprindo ordem oriunda do Comandante Geral recolheu todos os livros que tinham sido doados.
Neste caso, o Comandante Geral expressou outro tipo de medo, o medo da verdade.
Basta de medo!

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

PRISÃO DE CABRAL - EX-GOVERNADOR PODERÁ IR PARA CURITIBA



Prezados leitores, temos comentado que não ia dar certo o fato do ex-governador Sérgio Cabral estar encarcerado em Bangu 8, considerando que o secretário de administração penitenciária foi nomeado para alguns cargos nos governos Sérgio Cabral e Pezão.
Tal realidade torna inevitável que surjam comentários sobre a possibilidade de Cabral estar recebendo regalias.
Verdades ou mentiras, o governo, o Poder Judiciário e o Ministério Público não precisam conviver com essa onda de comentários, basta transferir o ex-governador para por fim a elas.

"Site Alerta Total
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
MPF investiga denúncias de mordomias em Bangu 8 que podem levar Cabral para prisão em Curitiba
2a Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O Ministério Público Federal apura denúncias de que Sérgio Cabral Filho esteja desfrutando de mordomias obtidas via corrupção no presídio de Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Agentes penitenciários vazaram a informação de que aliados de Cabral teriam pago um "oxigênio" de R$ 80 mil para que o ex-governador tivesse direito a privilégios absurdos. Pela versão em apuração, Cabral estaria dormindo fora da cela, em uma sala com cama e ar condicionado. Também estaria recebendo alimentação especial, fora do padrão do Departamento do Sistema Penitenciário. Ele teria até acesso a um telefone fixo da prisão. No local, só há uma linha.
Se forem confirmadas as denúncias de mordomias a Cabral, os juízes Marcelo Bretas (da 7a Vara Federal no Rio de Janeiro) e Sérgio Moro (da 13a Vara Federal em Curitiba) podem determinar a transferência do preso preventivo para a capital paranaense. Agentes do Serviço Reservado da Polícia Militar do Rio de Janeiro e investigadores da Polícia Federal têm fortes suspeitas de que Cabral continua comandando seus negócios, mesmo de dentro da cadeia. A prioridade é sumir com provas que possam comprometer ainda mais o político e seu grupo nas suspeitas de corrupção e enriquecimento ilícito reveladas nas delações premiadas da Lava Jato (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

PRISÃO DE CABRAL - 2a EDIÇÃO DO LIVRO "CABRAL CONTRA PAÚL"



Prezados leitores, nós temos sido questionados, após a prisão do ex-governador Sérgio Cabral, se esse não é o momento adequado para lançar uma 2a edição (revista e ampliada) do livro de nossa autoria Cabral contra Paúl - A Polícia Militar de Joelhos, publicado em 2011.
Se nós tivéssemos o interesse de obter lucro com os nossos livros, não resta dúvida que o momento ideal seria esse, mas não temos. Além disso, o nosso tempo está curto para desenvolvermos os projetos já existentes.
Viver bem é o primeiro deles.
No tocante aos livros, esclarecemos:
- Existem alguns exemplares dos quatro livros disponíveis para compra na AME (Rua Camerino, 114 - Centro - RJ) no horário do almoço (12:00 às 14:00 horas).
- Temos que preparar a 2a edição do livro O Escândalo do Brasileirão 2013, algo que depende da decisão do Ministério Público de São Paulo, quanto à reabertura ou não das investigações. Se as investigações continuarem nós ganharemos tempo para a preparação, mas caso seja mantido o arquivamento, teremos que apressar os trabalhos.
- Assumimos o compromisso de escrever um livro sobre a gestão da segurança pública no período 2007-2016, o qual tem como título provisório O Coveiro. O livro será trabalhoso, embora possamos reunir o contido nos três livros anteriores, tendo em vista que a nossa intenção é ilustrar com dados oficiais, algo que dependerá da "boa vontade" dos órgãos que são detentores das informações em fornecê-las.
- O terceiro livro em fase de projeto é específico sobre os 40 da Evaristo e os Coronéis Barbonos. Nós tratamos dos dois grupos no livro Cabral contra Paúl, mas precisamos aprofundar esses movimentos históricos.
Paralelamente, temos que dar continuidade às publicações neste espaço democrático de artigos, documentos e vídeos, assim como, continuarmos com nossa participação nas redes sociais (Twitter e Facebook).
E, temos que continuar participando das reuniões e dos atos públicos, como sempre fizemos.
Diante do exposto, agradecemos a lembrança, mas não temos como lançar a 2a edição do livro Cabral contra Paúl.

Juntos Somos Fortes!




quarta-feira, 9 de novembro de 2016

PACOTE DE MALDADES: PARABÉNS AOS 40 DA EVARISTO, OS PRECURSORES DAS MOBILIZAÇÕES



Prezados leitores, em 2007, início do governo Sérgio Cabral, um grupo de Oficiais e Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros adotou uma nova forma de protesto para os militares estaduais (Policiais Militares e Bombeiros Militares).
Enfrentando os draconianos regulamentos militares, eles começaram a protestar nas ruas, ordeira e pacificamente, exercendo os seus direitos de cidadãos brasileiros.
Eles realizaram atos no Centro e na Zona Sul.
O blog do então Major PM Wanderby foi o meio de divulgação da mobilização.
O jornalista Gustavo de Almeida os batizou como os "40 da Evaristo", uma referência ao fato de que uma parte do grupo se reuniu na época com o Coronel PM Ubiratan de Oliveira Angelo, Comandante Geral da Polícia Militar, que não reprimiu a mobilização e acabou sendo exonerado por isso em 2008.
Os 40 da Evaristo foram os precursores de todos os movimentos de rua realizados pelos Policiais Militares e Bombeiros Militares, como o realizado ontem na ALERJ.
O grupo fez história, como o Coronel PM Ubiratan também fez e a história deve ser lembrada para que os mais jovens não permaneçam ignorando os que antes arriscaram tudo para defender a instituição e os direitos dos militares estaduais.

Juntos Somos Fortes!

BLOG DO CORONEL PAÚL - AGRADECIMENTO AOS LEITORES - 50.000 VISITAS/DIA



Primeira caminhada de Policiais Militares e Bombeiros
27 de janeiro de 2008


Prezados leitores, mais uma vez, agradecemos aos nossos leitores que ontem estabeleceram um novo recorde de visitas por dia, ultrapassando 50.000 acessos.
O primeiro nosso blog foi criado em 2007, este é uma extensão do anterior, o qual teve mais de 15.000 artigos publicados.
São dez anos de lutas por um país melhor.
Uma luta que continuará apesar das inúmeras represálias que sofremos.
Muito obrigado!

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

POLICIAIS E BOMBEIROS ESTÃO COLHENDO O QUE PLANTARAM

(40 da Evaristo - 2007)


Prezados leitores, a semeadura é livre, a colheita obrigatória.
O ensinamento muito empregado em religiões, serve para explicar a crise relacionada aos pagamentos que está sendo enfrentada pelos Policiais Militares, Policiais Civis e Bombeiros Militares.
Ao longo dos últimos anos integrantes das citadas categorias realizaram mobilizações tendo como principal objetivo unir e fortalecer as suas instituições, isso para conquistar os objetivos imediatos de melhorar as condições de trabalho e receber salários justos.
Os salários e as condições de trabalho até melhoraram nesses quase dez anos de mobilização, iniciada em 2007 com os 40 da Evaristo e com os Coronéis Barbonos.
Na época as represálias sofridas pelos 40 da Evaristo e pelos Barbonos passaram em branco, ninguém se mobilizou contra as covardias, alguns ainda se beneficiaram.
A autofagia falou mais alto.
Nada de união, nada de fortalecimento.
Em 2011 os Bombeiros Militares deram um exemplo de união espetacular e algumas conquistas aconteceram.
Apesar do sucesso da união demonstrada não foi assimilada, não passou a nortear o pensamento e as ações da tropa, acabou se perdendo em razão dos interesses de pequenos grupos.
Nem Bombeiros Militares, nem Policiais Militares e nem Policiais Civis aprenderam nada com essa mobilização que reuniu dezenas de milhares de participantes.
Nada de união, nada de fortalecimento.
Uma prova clara dessa perda foi a prisão em 2012 de Policiais Militares e Bombeiros Militares e o encarceramento ilegal em Bangu 1.
Naque momento de mobilização das três categorias, o grupo que representava os Policiais Civis deu para trás na primeira cara feia do governo, dando meia volta e avançando, enquanto apresentava justificativas sem qualquer sentido.
Por sua vez, apesar da ilegalidade flagrante das prisões, as mobilizações contra esse ato ditatorial deveriam reunir todo o efetivo dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares, mas reuniram um número muito enorme, apesar do esforço dos que participaram, sobretudo, os familiares dos presos.
Nada de união, nada de fortalecimento.
Ao longo desses quase dez anos nós fomos semeando a desunião e o enfraquecimento das instituições, hoje estamos colhendo o que plantamos.
O governo não nos respeita, nem poderia, nós não nos respeitamos.
Nossas pensionistas e nossos Praças inativos de idade avançada estão passando por tremendas dificuldades, mas isso não nos faz mover um músculo.
O governo não paga em dia nossos salários, pensões e proventos, mas a inércia continua sendo a nossa marca registrada.
Não aprendemos a nos unir, só olhamos para o nosso umbigo.
Nada de união, nada de fortalecimento.
Vida que segue.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O DIA DO SOLDADO E OS 40 DA EVARISTO



Prezados leitores, hoje, dia 25 de agosto, comemoramos o "Dia do Soldado".
O dia que homenageia os militares federais (Forças Armadas) e os militares estaduais (Polícia Militar e Corpo de Bombeiro Militar).
Homens e mulheres que juram arriscar a própria vida em defesa da pátria e da população.
São os únicos profissionais que fazem e cumprem tal juramento.
Patriotismo, idealismo e destemor são alguns valores por eles e elas cultivados.
Hoje, escolhemos para representar o Soldado brasileiro os integrantes do grupo 40 da Evaristo.
Eles que surgiram no ano de 2007 para solicitarem aos governantes salários dignos e adequadas condições de trabalho.
O grupo foi às ruas de forma disciplinada, ordeira e pacífica para  darem conhecimento à população das mazelas enfrentadas pelos Policiais Militares e pelos Bombeiros Militares no seu cotidiano.
Inauguraram no Rio de Janeiro uma nova forma de manifestação dos militares, uma maneira legítima de dar ciência aos principais interessados, os cidadãos, sobre todos os problemas vivenciados pelos Soldados.
Romperam as mordaças impostas nos quartéis, um silêncio que fazia mal a todos, tendo em vista que escondia do povo a verdade.
E, o fizeram, repetimos, de forma disciplinada, ordeira e pacífica.
Parabéns aos 40 da Evaristo que escreveram uma página gloriosa na história militar brasileira.
Ao grupo a nossa melhor continência.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 1 de julho de 2016

CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - REUNIÃO DE CORONÉIS - MOBILIZAÇÃO CONTINUADA



Prezados leitores, nós comunicamos nesse espaço democrático que Coronéis PM estavam realizando reuniões para tratar da gravíssima crise instalada na segurança pública do Rio de Janeiro, incluindo o fato do governo não estar cumprindo o seu dever de pagar os salários, proventos e pensões dos Policiais Militares (ativos e inativos) e das pensionistas.
Diante do desespero próprio de quem não vislumbra como irá sustentar sua família, alguns leitores se apressaram em cobrar alguns aspectos, como a inclusão dos Praças nas referidas reuniões.
Após duas reuniões e algumas decisões, temos a obrigação de prestar alguns esclarecimentos.
Nós que participamos dos movimentos dos Coronéis Barbonos e dos 40 da Evaristo, portanto, que estamos na luta continuada contra os malfeitos dos governos Cabral-Pezão e Pezãoo-Dornelles desde 2007, consideramos que não estamos vivendo uma exceção, ou seja, que a partir de algum momento tudo voltará ao normal e voltaremos a receber no início de cada mês de forma regular. 
Nossa avaliação é que estamos diante do início de uma situação que tem a tendência de se agravar e que não existe qualquer perspectiva de volta à normalidade no tocante aos salários.
Se estivermos certos (torcemos para estarmos errados) temos que criar uma mobilização que crie raízes nas instituições militares para o estabelecimento de um estado de mobilização continuada.
Em apertada síntese, não podemos nos desmobilizar nunca mais.
Isso não é nada fácil.
Basta lembrarmos os exemplos dos movimentos dos Barbonos e dos Evaristos, que duraram poucos anos, sofrendo uma série de represálias.
Outro exemplo são as excelentes mobilizações promovidas pelos Bombeiros Militares, as que têm apresentado maior duração, mas que ainda não são contínuas, sofrendo interrupções também sendo alvos de represálias governamentais.
Os Coronéis BM, por exemplo, só nesse momento resolveram se incorporar à luta e eles fizeram muita falta aos Barbonos e aos Evaristos, isso em 2007 e 2008 e aos Praças do CBMERJ, isso em 2011 e 2012.
Diante do quadro atual de extrema gravidade que envolve o sustento de nossas famílias e as dificuldades existentes para promover a indispensável união, fator primordial para que possamos construir uma mobilização contínua, temos dado um passo de cada vez.
Não queremos movimentos espasmódicos a cada problema que surgir, temos que compreender que não podemos mais abrir mão de nos unirmos para fortalecermos as nossas instituições de modo que nem o atual governo, nem os futuros, ousem novamente nos deixar sem nossos salários, proventos e pensões.
Não queremos que a tropa seja enganada com os pagamentos de maio e de junho, que surgem como solução imediata para o problema.
Não queremos ficar sem os pagamentos após as Olimpíadas.
Queremos que seja garantida a regularidade dos nossos pagamentos, nem mais, nem menos.
Vamos à luta!

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A AUTODEPRECIAÇÃO DOS POLICIAIS MILITARES DO RIO DE JANEIRO.

(Cinelândia - 2007 - O Globo)


Prezados leitores, ensina a vida que se nós não nos valorizarmos, quem nos valorizará?
O processo para obtermos a valorização é muito complexo e reúne uma série de valores nem sempre fáceis de definir, apesar dessa pluralidade de parâmetros é certo que a nossa valorização deve começar dentro de nós.
A autovalorização é o começo para que possamos ser valorizados.
No Rio de Janeiro, observamos que os Policiais Militares agem no sentido oposto é promovem a autodepreciação.
Nenhuma categoria profissional será valorizada se ela mesma se deprecia, como fazem os Policiais Militares.
A autodepreciação é um dos frutos das divisões que os militares estaduais se impõem, como a divisão entre Oficiais e Praças, por exemplo.
Se uma ideia ou ação nasce no seio dos Praças não serve para os Oficiais e vice-versa.
Logo as críticas aparecem nas redes sociais.
A divisão provoca a desunião, essa gera o enfraquecimento de toda categoria.
A autodepreciação, a divisão, a desunião e o enfraquecimento impedem o aparecimento de lideranças positivas e quando elas aparecem não são apoiadas, como ocorreu no governo Sérgio Cabral.
Como aceitar que uma instituição organizada militarmente não tenha um líder, nem na ativa, nem na inatividade?
O militarismo é uma escola de líderes por natureza.
A Polícia Militar tem mais de duzentos anos de existência e não possui um líder.
Isso seria inexplicável, mas as razões para isso estão expostas nesse artigo: autodepreciação, divisão, desunião e enfraquecimento.
As razões tornam simples a compreensão dos Policiais Militares fluminense não terem ninguém que os una, os defenda e os conduza para a consecução dos objetivos corporativos, isso de forma ordeira e pacífica.
Não são necessárias medidas extremas para obter conquistas, mas união e liderança são imprescindíveis.
Enquanto os Policiais Militares não se derem o seu justo valor, os políticos irão desvalorizá-los cada vez mais, isso é certo.
Crescerão a autodepreciação, as divisões, a desunião e o enfraquecimento institucional e diminuirá a possibilidade do surgimento de um líder.
O quadro é lamentável. 
A Polícia Militar atravessa a pior fase de sua história recente e a tendência é o agravamento.
O lema dos 40 da Evaristo e dos Coronéis Barbonos parece cada dia mais distante: juntos somos fortes!

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

POLÍCIA MILITAR: UMA CRISE HISTÓRICA


Prezados leitores, a atual situação vivenciada pelos Policiais Militares e pela bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro causa profunda consternação nos Oficiais e nos Praças que no passado lutaram para construir uma instituição honrada, qualificada e valorizada.
O extermínio de Policiais Militares diante de um governo inerte.
A desmilitarização anunciada por Coronéis PM, antes do tema ser discutido interna corporis, quando seriam avaliados os fatores positivos e negativos por todo o efetivo.
A venda dos quartéis.
Os escândalos envolvendo Oficiais.
As gratificações discriminatórias.
Os baixos salários.
A situação dos Praças inativos e das pensionistas.
As escalas que sacrificam a tropa física e emocionalmente.
As tentativas de acabar com o Colégio da Polícia Militar.
São alguns dos fatores que representam a verdadeira tragédia institucional dos nossos tristes dias.
O que fazer?
Nós fizemos tudo ao nosso alcance na tentativa de reverter a situação, tanto na ativa, quanto na inatividade, sofremos incontáveis represálias e, nesse momento que parece uma fase terminal, optamos por aguardar que outras vozes se levantem, coloquem a cara na luta para salvar o que restou.
Sim, salvar o que restou.
Apesar do nosso posicionamento na retaguarda, sinceramente, não temos qualquer esperança que Oficiais e/ou Praças se unam em defesa da PMERJ.
A nossa conclusão é que se o presente é muito ruim, as perspectivas para o futuro são ainda piores.

Juntos Somos Fortes!