JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

A POLÍCIA MILITAR SÓ SERÁ FORTE QUANDO A UNIÃO FOR UM OBJETIVO INSTITUCIONAL



Prezados leitores, peço desculpas por usar uma experiência pessoal como introdução para o tema do artigo.
O militarismo não esteve presente na minha família até o dia que entrei na Escola de Formação de Oficiais (EsFO) da PMERJ, isso em 1976.
Eu tinha 18 anos e nem cheguei a prestar o serviço militar obrigatório.
A primeira e única farda que vesti foi a da Polícia Militar.
Naquela época os Alunos Oficiais PM tinham pouco contato com a realidade da instituição, nós ficávamos quase que isolados naquele quadrilátero.
A EsFO era apelidada como a "ilha da fantasia", em razão do isolamento e por ter a fama de que lá tudo funcionava em conformidade com os regulamentos.
Em 1979, eu e mais cinco companheiros nos apresentamos no 3o BPM.
Éramos os novos Aspirantes.
Tudo era novidade.
A minha inexperiência com a vida prática acabou ocasionando que recebesse uma repressão verbal feita educadamente por um Capitão.
Ele viu que eu tinha apertado a mão de alguns Praças que se apresentaram a mim por diferentes motivos, isso no pátio do quartel.
Em tom de orientação disse que eu não devia apertar a mão de Praças, só de Oficiais.
A minha formação "não militar" fez com que não aceitasse tal regramento, embora tivesse entendido o posicionamento.
Segui minha carreira adotando tal postura e nunca tive qualquer problema de desrespeito com relação à hierarquia.
Tal procedimento foi se tornando cada vez mais normal na instituição, como não poderia deixar de ocorrer, afinal escolhemos uma profissão na qual arriscamos a vida estando lado a lado, como ocorreu ontem com um Tenente-Coronel e um Cabo.
Não consigo entender como diante dessa realidade, ainda encontramos nos nossos tristes dias Oficiais e Praças que pregam e praticam a desunião.
Isso só nos enfraquece e, muito pior, enfraquece a instituição.
A verdadeira união produz mais força e nunca a promiscuidade.
A união que produz o desrespeito é aquela que ocorre para a prática de desvios de conduta, algo que infelizmente acontece com frequência, essa é destruidora para a Polícia Militar.
Nunca é tarde para estabelecermos parâmetros positivos e para expurgarmos práticas nocivas.
Oficiais e Praças devem se unir para construírem uma Polícia Militar forte, valorizada, qualificada e temida pelos criminosos.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 2 de maio de 2017

A CLEPTOCRACIA BRASILEIRA É CULPA DOS HOMENS DE BEM

Prezados leitores, a inércia dos homens de bem, fazem prosperar os homens do mal.
Assista e opinem.





Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

PROTESTO NO RIO DE JANEIRO - O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O EFETIVO DO BPCHOQUE ?

Imagem que circula pelas redes sociais


Prezados leitores, dias atrás conversamos com um ex-integrante do Batalhão de Polícia de Choque e para nossa surpresa ele nos informou que 90% do efetivo da OPM possui o Curso de Controle de Distúrbios Civis (CDC) e que os 10% restantes não atuam nessas missões.
Confessamos que a notícia (não tivemos como confirmar) nos espantou pois a tropa do BPChoque não está demonstrando tal qualificação na repressão dos protestos, como comentamos em vários artigos anteriores, desde 2013.
Não custa lembrar que o efetivo do BPChoque, hoje tão criticado, se recusou a reprimir os Bombeiros Militares quando eles ocuparam o Quartel Central em 20111, tarefa que coube ao BOPE, comandado pelo então CG da PMERJ. Aliás, os resultados dos IPMs instaurados sobre os fatos nunca ganharam a publicidade que a gravidade dos fatos ocorridos merece.
Quem sabe agora que estão criticando o BPChoque um Promotor de Justiça ou a imprensa resolva cobrar esses resultados que devem estar guardados em alguma gaveta.
Nós gostaríamos de ouvir os integrantes do BPChoque sobre essa desqualificação.
As opiniões poderão ser encaminhadas na forma de comentário ou como artigo para o e-mail pauloricardopaul@gmail.com,

Juntos Somos Fortes!

CUIDADO ! PROTESTOS NA ALERJ - RECOMENDAÇÕES



Prezados leitores, como comentamos nesse espaço democrático há anos, só acreditamos em mudanças para o Brasil com o povo nas ruas reivindicando os seus direitos, isso de forma ordeira e pacífica. 
Sempre destacamos que a violência e o vandalismo só servem para os políticos, considerando que colocam a população contra os mobilizados e diminuem a presença dos participantes nos próximos protestos.
Nós temos publicado alguns comentários críticos construtivos sobre os erros praticados pelos mobilizados e pelo policiamento durante os recentes protestos, somos suficientemente independentes para não nos preocuparmos com possíveis críticas aos nossos comentários.
Como foram convocadas pelo MUSPE novas manifestações para essa semana, resolvemos tecer algumas considerações.
O policiamento que será empregado para resguardar as instalações da ALERJ deve se limitar a essa ação, evitando "caçar" manifestantes por todo o Centro do Rio de Janeiro, fazendo uso excessivo dos recursos próprios para o controle do distúrbios civis, como tem ocorrido sistematicamente. O entorno da ALERJ deve ser policiado para evitar os atos de vandalismo, mas com o emprego de outros efetivos.
Os mobilizados devem cobrar dos organizações as etapas do protesto.
O que será feito do início ao fim do protesto.
Isso precisa ficar bem claro para a proteção de todos. 
Inúmeros áudios de convocação e mensagens circulam pelas redes sociais postados por organizadores, portanto, não existe qualquer dificuldade para divulgar as ETAPAS DO PROTESTO.
Caso persista a intenção insana de "invadir" a ALERJ promovendo enfrentamento com o policiamento, isso deve ser esclarecido.
Se tal ação estiver prevista, RECOMENDAMOS A TODOS QUE NÃO COMPAREÇAM.
Basta de servir de pano de fundo para os "artistas principais"e e de servir de alvo para gases e balas de borracha lançados pelo policiamento.
A entrada na ALERJ é um direito que deve ser negociado junto ao comando do policiamento e à presidência que deve disponibilizar a ocupação das galerias por representantes de cada categoria mobilizada.
Caso o comando do policiamento e/ou o presidente da ALERJ se neguem a atender esse direito, os inúmeros bacharéis em direito presentes ao protesto (sindicatos, associais, policiais, ...) sabem como proceder contra essa violação, sem que seja necessária qualquer violência.
Nós torcemos para que tudo dê certo nos protestos e que os objetivos das categorias sejam alcançados.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O POLICIAL MILITAR DO RIO DE JANEIRO TEM MEDO DE LUTAR POR SEUS DIREITOS ?

40 da Evaristo

Coronéis Barbonos


Prezados leitores, ninguém pode duvidar do idealismo e do destemor dos Policiais Militares do Rio de Janeiro.
No estado a violência e a covardia  dos criminosos são imensas, isso faz com que o fato de estar fardado nas ruas ou estar no interior de uma viatura, já constituem demonstrações de rara coragem.
Enfrentar no curso de operações policiais dentro das vielas das comunidades carentes, criminosos que usam armas de guerra, parece suicídio, tamanho o risco.
São Oficiais e Praças, homens e mulheres, maduros e jovens, de coragem incomum.
Como explicar que tanta coragem para exercer as atividades policiais militares, parece desaparecer quando precisam lutar por seus direitos?
Seria o receio de ser enquadrado no Regulamento Disciplinar da PMERJ e/ou no Código Penal Militar?
Teriam eles mais medo de ficar preso do que de morrer?
Não é possível.
Mas muitos apresentam essa versão para explicar a inércia de Oficiais e de Praças na busca dos seus direitos.
Seria o medo dos Oficiais de perderem gratificações oriundas das funções de Comandante, Chefe ou Diretor e o medo dos Praças de serem transferidos para uma OPM sem gratificação? 
Nesse caso, eles teria mais amor ao dinheiro do que a vida.
Inconcebível.
Maior dificuldade para encontrar a resposta aparece quando constatamos que até em atos que não constituem transgressão ou crime militar, muito pelo contrário, são apenas expressões do exercício da cidadania, os Policiais Militares não aparecem.
Temos uma opinião que pode até não ser a certa, mas nos parece lógica: a desqualificação profissional.
O Policial Militar desconhece o que pode fazer na busca dos seus direitos.
Não sabe quando as suas ações são absolutamente legais.
É o medo do desconhecimento.
Nós temos certeza que nem na APM D. João VI e nem no CFAP - 31 de Voluntários os novos Oficiais e Soldados recebem instruções a respeito dos direitos e das maneiras de solicitá-los ou cobrá-los.
Não se fala nos 40 da Evaristo.
Não se fala dos Coronéis Barbonos.
Movimentos que sempre foram centrados na legalidade.
Até hoje recebemos comentários críticos no blog, no Facebook e no Twitter de que quando estávamos na ativa não lutamos pela tropa.
Comentários frutos da ignorância, pois eu era Corregedor Interno e os outros Barbonos ocupavam funções também de extrema relevância e ganhávamos todos ótimas gratificações.
É preciso estudar a história das lutas dos Policiais Militares, não apenas a distante participação na guerra do Paraguai e o simpático cão Brutus, mas a história recente e as represálias ilegais impostas pelo governo.
Nós fomos exonerados, perdemos gratificações, fomos presos e quase excluídos, mas estamos vivos e lutando.
Estudar é indispensável para conhecer.
O conhecimento facilita a gestão do medo que todos temos por natureza.
Lembramos que cumprindo uma promessa feita quando escrevíamos nosso primeiro livro, após o sepultamento de um Policial Militar, fomos à APM e ao CFAP para entregar os primeiros exemplares, um para cada turma.
Cerca de meia hora após o início da distribuição gratuita, chegou ao CFAP um esbaforido Comandante, o qual cumprindo ordem oriunda do Comandante Geral recolheu todos os livros que tinham sido doados.
Neste caso, o Comandante Geral expressou outro tipo de medo, o medo da verdade.
Basta de medo!

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

POLICIAIS QUEREM PAGAMENTO E SECRETÁRIO CONTA COM A PAIXÃO DO POLICIAL



Prezados leitores, o atual Secretário de Segurança Pública, Delegado PF Roberto Sá, concedeu uma entrevista ao Jornal O Dia na qual declarou que conta com "a paixão, a vocação e o sacerdócio dos policiais".
Embora a gestão do Secretário Roberto Sá seja entendida como uma extensão da gestão do Secretário Beltrame, considerando que era seu assessor direto, nós esperamos que sejam implementas significativas mudanças para evitar a repetição dos erros que se mantiveram ano após ano, causando sérios prejuízos para as instituições policiais e para a população.
Nós até entendemos que diante da sua impossibilidade de resolver o nosso maior problema, a falta do pagamento dos salários, proventos e pensões, o secretário apele para a "paixão, vocação e sacerdócio", mas não concordamos.
A paixão pelo trabalho é diretamente proporcional ao que o trabalho oferece em contrapartida e, atualmente, a contrapartida é péssima, tanto com relação aos pagamentos do que nos é devido, quanto às condições de trabalho.
Vocação é um termo em desuso no mercado, além disso, ninguém tem vocação para ser alvo, como tem ocorrido no Rio de Janeiro, onde os policiais estão sendo massacrados.
A preocupação deve ser a qualificação continuada dos Policiais Civis e Militares.
Policial não é sacerdote, não deve suportar (nem aceitar) dificuldades para o exercício da sua atividade. Deve ter as melhores condições de trabalho, considerando que arrisca a vida no exercício da função e deve receber o justo pagamento.
Nós reconhecemos as boas intenções do novo Secretário de Segurança e desejamos a ele todo o sucesso, mas para isso ele deverá se dedicar a solucionar os nossos problemas, considerando que ninguém consegue ser eficiente não tendo o indispensável equilíbrio físico e emocional.
Um quadro que se agrava se o "desequilibrado" faz uso de armas de guerra no seu trabalho.

"Jornal O Dia
'Conto com a paixão do policial', revela Roberto Sá em entrevista
Novo secretário de segurança falou sobre desafios e planos para um sistema que aproxime a sociedade do diagnóstico policial
30/10/2016 08:18:13
Bruna Fantti
Rio - Em entrevista ao DIA, o novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, afirma que nesse momento de crise conta com “a paixão, a vocação e o sacerdócio dos policiais”. Sá, que foi do Bope— antes de virar delegado federal e ser subsecretário de José Mariano Beltrame por nove anos — lembra que já esteve em confronto. Preocupado com os fuzis, ele fala sobre inovações na sua gestão: um fórum para as UPPs e a participação direta da sociedade no apontamento de possíveis causas para os crimes (Leiam mais)".

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

"INFELIZMENTE", POLICIAIS MILITARES SÃO SERES HUMANOS


Prezados leitores, o aviso que ilustra esse artigo foi publicado logo que foi anunciado o corte das folgas dos Policiais Militares, antes do início da Copa do Mundo.
O nosso espaço nunca defendeu PMs que tenham praticado desvios de conduta (crimes ou transgressões disciplinares), mas lutamos desde 2007 para que os direitos e as prerrogativas dos militares estaduais sejam respeitados.
Sempre publicamos vídeos que nos são encaminhados contendo ações condenáveis praticadas por PMs e solicitamos que os leitores analisem todos os fatores que envolvem os fatos.
Ninguém pode justificar um PM que gratuitamente agride um manifestante ou um jornalista, considerando que ele só pode usar de força física e utilizar seu armamento nas situações que isso for indispensável e sem excessos.
Apesar dessas verdades, infelizmente, os Policiais Militares são seres humanos.
Não são máquinas sem sentimentos prontas para servir e proteger a população, imunes ao que acontece com eles e ao seu redor.
Não são robôs que ignoram xingamentos, empurrões, dedos em riste, celulares colocados em seus rostos, ameaças, pedradas, pauladas, entre outras formas de agressão física e moral.
Sim, eles são treinados para atuarem nos conflitos urbanos, mas não tão bem treinados como deveriam, pois o governo Pezão tem pressa, ele quer quantidade de PMs e não PMs de qualidade.
Ao cortar as folgas dos PMs e empregá-los sem o devido repouso (mais de 25.000 foram empregados só na final da Copa) o governo Pezão contribuiu para o desequilíbrio emocional e físico desses milhares de homens e por suas ações nessas condições inadequadas.
Hoje, quando fica claro que alguns erraram (e devem ser responsabilizados), o governo Pezão que os colocou nessa situação inteiramente imprópria para o exercício da função policial é a primeira voz que se levanta para condená-los.
Quem julgará e condenará Pezão por empregar os PMs em tais condições?
Quem julgará e condenará Beltrame por empregar os PMs em tais condições?
Os PMs serão punidos, não tenham dúvida, mas Pezão e Beltrame não serão responsabilizados pela péssima gestão de pessoal, uma marca registrada desse péssimo governo.

"Terra notícia
15 de julho de 2014 • 21h44 • atualizado às 21h48
PM-RJ prende 4 policiais acusados de agredir jornalistas
O comando da Polícia Militar determinou a prisão administrativa de quatro PMs suspeitos de agredir jornalistas e manifestantes durante um protesto no domingo, na Tijuca, zona norte do Rio. Os policiais devem se apresentar ao Batalhão de Grandes Eventos, onde permanecerão presos por 72 horas. As informações são do RJTV 2ª Edição.
Um dos soldados presos é (...), que agrediu o fotógrafo do Terra Mauro Pimentel. O profissional foi atingido com cacetetes no rosto e pernas, jogado no chão e teve a máscara de gás e a lente quebradas. Enquanto era agredido, Pimentel fotografou o PM. Nesta quarta-feira, o Terra vai apresentar uma queixa formal à Corregedoria da PM.
Outro policial preso é (...), apontado como agressor do cinegrafista canadense Jason Ohara. O (...) é suspeito de roubar a câmara do estrangeiro. Já o soldado (...), segundo o comando da PM, aparece chutando duas vezes uma manifestante durante o protesto.
A PM informou ainda que abriu sindicância para apurar a denúncia de que um PM teria assediado uma manifestante. O governador Luiz Fernando Pezão disse que não compactua com a violência praticada pela PM e determinou rigor nas investigações (Fonte)".

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

VERGONHA! PESQUISA REVELA QUE PM DO GOVERNO CABRAL É A MAIS CORRUPTA DO BRASIL



Eu trabalhei na área correcional da PMERJ por mais de 10 anos, ou seja, quase um terço da minha carreira e não posso dizer que fui surpreendido pelo resultado da pesquisa.
Na época fui odiado pela denominada "banda podre" e acumulei algumas ameaças de morte feitas de forma anônima.
Apesar dessas verdades, a resposta para essa vergonha não é simples, passa por três aspectos básicos e complexos de serem equacionados:
- A resposta da Secretaria Nacional de Segurança Pública, senhora Regina Miki, é perfeita. Essa é a causa primária da corrupção policial, ou seja, a nossa gente gosta de levar vantagem em tudo, a famosa lei de Gérson. O policial é esse cidadão fardado (PM) ou uniformizado (PC e PF).
Prezados leitores, nesse instante incontáveis pessoas pelo Brasil estão fazendo acordos simbióticos com policiais (militares, civis e federais) para levar alguma vantagem, como não pagar uma multa de trânsito, citando um exemplo corriqueiro.
- A desvalorização dos policiais (militares, civis e federais) é um convite para aceitar tais acordos e para sair em busca deles, o que ocorre nas operações policiais, por exemplo. No Rio, o salário do PM é famélico e quando o PM vai para a inatividade é pior ainda, isso sem falar nas nossas viúvas, que ficam sem as gratificações pagas apenas aos policiais da ativa. A morte de um Soldado PM do BOPE, por exemplo, faz com que a viúva fique com metade da renda para sustentar a família, pois perde  a gratificação do BOPE.
- A desqualificação avança. No Rio estamos "fabricando" milhares de Soldados da PM, dentro e fora do CFAP, para atender a um projeito político do governo Sérgio Cabral. São milhares de novos Soldados mal formados. Os resultados aparecem nas UPPs e nos protestos de rua, claramente.
É hora da população acordar e lutar para termos as polícias que precisamos e que merecemos.
(Foto: Carolina Lauriano/Arquivo/G1)

Jornal Extra 
Casos de Polícia 
06/04/13 14:00 Atualizado em 07/04/13 12:24 
Polícia Militar do Rio é a mais corrupta do país, mostra pesquisa 
Guilherme Amado e Paolla Serra 
A Polícia Militar do Rio de Janeiro está no topo do ranking da extorsão policial no país. Do total de pessoas achacadas por policiais militares, 30,2% são do estado. O dado faz parte da Pesquisa Nacional de Vitimização, encomendada pelo Ministério da Justiça e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento ao instituto Datafolha, e obtida com exclusividade pelo EXTRA. Segundo o levantamento, o estado tem mais vítimas desse crime do que todos os demais estados da Região Sudeste somados, inclusive São Paulo, que tem a maior população e a maior corporação militar do país. A PM de São Paulo aparece em segundo lugar na pesquisa.
Confira aqui o ranking nacional da pesquisa (Link)
– Essa pesquisa mostrou, de fato, que a PM do Rio é a mais corrupta no país. Mas acho que a gente deve entender que o policial é recrutado na nossa sociedade, é um retrato dela – defendeu a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki (Leia mais).

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