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sábado, 7 de janeiro de 2017

RIO: A INÉRCIA DO GOVERNO PEZÃO DIANTE DO EXTERMÍNIO DOS POLICIAIS MILITARES

Prezados leitores, nos governos Sérgio Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles a gestão da segurança pública foi tão ineficiente que o governo não consegue reagir contra esse extermínio de Policiais Militares que está ocorrendo em 2017.




"Jornal O Dia
Corpo de policial reformado é encontrado carbonizado dentro de carro em Itaguaí 
Segundo policiais, o corpo tinha marca de tiro nas costas e estava dentro do porta-malas de um Renault Sandero cinza incinerado 
07/01/2017 17:38:32
Rio - O corpo de um policial militar reformado foi encontrado carbonizado dentro um veículo, na tarde desde sábado, na localidade conhecida como Reta de Itaguaí, nas proximidades Zona Industrial de Santa Cruz, em Itaguaí. De acordo com policiais, a vítima foi identificada como o subtenente Cássio Ferreira (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

ASSASSINATO DE PMs: NÃO PODEMOS ESQUECER...

Prezados leitores, não podemos esquecer...




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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

RIO - TRAGÉDIA - UM EM CADA DEZ ASSASSINADOS É POLICIA MILITAR



Prezados leitores, após dez anos de uma gestão caótica na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, ao longo dos governos Cabral- Pezão e Pezão-Dornelles, os Policiais Militares continuam sendo as maiores vítimas da falácia da "PACIFICAÇÃO".
Nos devem explicações, as quais devem ser feitas ao longo de uma entrevista coletiva para a imprensa:
- o governador;
- o secretário de segurança;
- o chefe da Polícia Civil e
- o comandante geral da Polícia Militar.
Nós aguardamos com a necessária brevidade o pronunciamento das autoridades mencionadas.

"Jornal Extra
06/01/17 06:00 
Uma em cada dez pessoas assassinadas no estado do Rio em 2017 é policial militar 
Rafael Soares 
Nos cinco primeiros dias de 2017, seis PMs foram mortos no estado do Rio. Um levantamento feito pelo EXTRA revela que, neste ano, uma em cada dez pessoas assassinadas no estado, uma é policial militar. Ao todo, 45 inquéritos foram abertos até a última quarta-feira para investigar homicídios no Rio. 
Ontem, mais uma morte entrou para a triste estatística: o PM Marcelo Abdalla Neder, de 34 anos, foi morto no fim da madrugada de ontem durante ao tentar impedir um roubo de carga na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (Leiam mais)". 

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

O EXTERMÍNIO DE PMs CONTINUA NO RIO "PACIFICADO" POR BELTRAME



Prezados leitores, os policiais continuam sendo as principais vítimas do fracasso do "projeto de pacificação" do Rio de Janeiro implantado pelo ex-secretário de segurança pública Beltrame.

"Site G1
PM morre e duas pessoas são baleadas após assalto em loja na Tijuca, Rio
PM foi acionada às 20h30. Feridos foram socorridos para o Hospital Federal do Andaraí.
Por G1 Rio
04/01/2017 20h53 Atualizado há 1 hora
Um policial militar morreu e um casal ficou gravemente ferido durante assalto na noite desta quarta-feira (4) à joalheria Monte Carlo, no Tijuca OFF Shopping, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. O militar e o casal foram levados em estado gravíssimo para o Hospital Federal do Andaraí.
Segundo informações do 6º BPM (Tijuca), o batalhão foi acionado por volta das 20h30 para a ocorrência. O centro comercial, que fica na Rua Barão de Mesquita, fica próximo a vários outros estabelecimentos. Em 2015, uma mulher foi baleada durante tentativa de assalto na frente de um deles.
No assalto desta quarta, houve pânico e pedestres acharam que se tratava de um arrastão. Várias pessoas correram para o interior de outro centro comercial da região tentando se abrigar.
O PM baleado e morto nesta quarta é o 5º policial assassinado no Rio em quatro dias de 2017 (Fonte)". 

O noticiário dá conta que mais um PM foi assassinado nesta 5a feira, quando seguia para tirar serviço no 3o BPM. Ele e dois companheiros teriam sido atacados por uma quadrilha que pratica roubo de carga.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

VÍDEO - LEGADO BELTRAME - BANDIDOS ARMADOS PATRULHAM COMUNIDADE "PACIFICADA"

Prezados leitores, o legado de insegurança do ex-secretário de segurança pública Beltrame continua aparecendo por todo o Rio de Janeiro.


Beltrame e Sérgio Cabral

"Revista Veja
Vídeo: bandidos armados patrulham favela ‘pacificada’ do Rio
Mesmo ocupada pela UPP em maio de 2014, Vila Kennedy vive sob as regras dos traficantes que continuam ditando as regras no território 
Por Leslie Leitão 
12 dez 2016, 19h12 - Atualizado em 12 dez 2016, 21h57 
Em março de 2014, a secretaria de segurança comemorou o resultado de uma operação de ‘retomada’ do território na Vila Kennedy, zona oeste do Rio de Janeiro. Em “apenas 20 minutos e sem disparar um único tiro”, os moradores estavam livres do jugo dos traficantes, festejou o então gestor da pasta, José Mariano Beltrame. Um vídeo obtido pelo site de VEJA mostra que a realidade, no entanto, é muito diferente da propaganda do governo. Numa das ruas da favela teoricamente pacificada, criminosos fazem uma espécie de patrulhamento, desfilando tranquilos enquanto exibem em mãos um arsenal de guerra. 
Com fuzis, metralhadoras e pistolas, a pé, de carro, de moto e até de bicicleta, as imagens mostram pelo menos 40 homens passeando por uma das ruas da favela tranquilamente. A única voz ouvida em meio a um silêncio assombroso é justamente de uma mulher que vê a cena é se impressiona: “Ai, gente…”, diz. É realmente assustador. 
Nas imagens foram feitas na localidade conhecida como Jardim do Éden. E apesar da escuridão, é possível contar pelo menos 13 homens armados caminhando. De acordo com informações obtidas pela Polícia Civil, o grupo era liderado por dois homens conhecidos como FA e Zé Mulher. 
A Vila Kennedy é uma favela que, desde maio de 2014 (dois meses após a ocupação), conta com um policiamento de 250 homens da Unidade de Polícia Pacificadora. Esta, aliás, foi a última UPP inaugurada pelo governo fluminense. Mesmo com todo esse aparato, a região continua sendo controlada pelo Comando Vermelho (Assistam o vídeo). 

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

HISTÓRIA DA PMERJ - OS IDEALISTAS "BARBONOS" E OS OPORTUNISTAS TRAIDORES


Prezados leitores, na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) não existe o hábito salutar de cultuar a história da corporação, isso é um fato.
Por isso hoje republicamos o fato histórico mais importante das últimas décadas da corporação, desconhecido da maior parte dos novos Policiais Militares.
O documento oficial do movimento dos "Coronéis Barbonos", uma mobilização sem paralelo nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiro Militar do Brasil.
Um movimento que foi deturpado por aqueles Oficiais e Praças que ao invés de ombrearem com os que queriam salvar a PMERJ em 2007, preferiram ficar ao lado do ex-governador Sérgio Cabral, preso em Bangu 8, para obterem promoções, comandos e gratificações.
Leiam com atenção o documento e tentem localizar um item que fosse vantajoso para os "Coronéis Barbonos" (essa foi a versão espalhada pelos oportunistas traidores para enfraquecerem o movimento) e prestem atenção nas funções que eram exercidas pelos Barbonos, quando se "rebelaram" ao lado dos "40 da Evaristo" contra o governo Sérgio Cabral-Pezão.
Os Barbonos nada tinham a ganhar para si, mas a PMERJ perdeu muito pela covardia e o oportunismo dos que ficaram ao lado do governo.
Na verdade os Barbonos só tinham a perder, como perderam, sendo exonerados e transferidos para a inatividade precocemente.
Hoje  a Polícia Militar e os Policiais Militares estariam vivendo uma realidade muito diferente da atual se os Barbonos tivessem sido apoiados por todos.

"PRO LEGE VIGILANDA 
(PARA A VIGILÂNCIA DA LEI)
“O RESGATE DA CIDADANIA DO PM”
“GRUPO DOS BARBONOS” 
Aos três dias do mês de julho do ano de dois mil e sete, os Coronéis signatários, encaminham ao Exmo Sr Coronel PM Ubiratan de Oliveira Ângelo, mui digno Comandante Geral da Bicentenária Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro; ao Exmo Sr Delegado de Polícia Federal José Mariano Benincá Beltrame, Secretário de Estado de Segurança Publica; ao Exmo Sr Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho e a todos os Cidadãos Brasileiros, através dos órgãos da mídia, o presente documento contendo as principais e urgentes necessidades dos Oficiais e Praças da Corporação, objetivando resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional de todos nós, permitindo que possamos cumprir as nossas missões constitucionais, servindo e protegendo cada cidadão desse estado, mesmo com o sacrifício de nossas vidas. 
Ressalte-se, que as necessidades em questão não tiveram origem neste governo, pois trata-se de conseqüência de décadas de descaso; de falta de comprometimento de governantes e de irresponsabilidade de inúmeras administrações. 
O grupo escolheu este momento por entender que o mesmo é extremamente oportuno, tendo em vista a postura favorável da atual administração estadual que elegeu a segurança pública como prioridade dentre todas as prioridades do estado. 
Insta esclarecer que o documento tem por foco externar os principais anseios Institucionais e foi redigido por um restrito grupo de ocupantes do último posto da hierarquia da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, todos, em pleno exercício de cargos da maior relevância interna corporis. 
Os Coronéis signatários são contemporâneos de agruras, aspirações e decepções ao longo de mais de 30 (trinta) anos de serviço ativo e tendo por objetivo o desejo de que, ao menos agora, à chegada ao topo da escalada, como legítimos representantes, propor e desenvolver atividades concretas para a promoção de mudanças objetivas no quadro de falência múltipla da Polícia Militar que hoje se apresenta, certos de que devem agir assim, senão por imposição legal, por obrigação moral de fazer algo para reverter tal quadro. 
O "Grupo dos Barbonos", referência derivada da denominação histórica da sede do Quartel do Comando Geral da Corporação, tem parâmetros claros de atuação, tendo sido sua existência, constituição e finalidade, objeto de prévia cientificação não apenas ao mandatário direto da PMERJ, seu digno Comandante Geral, como também à pessoa do Exmo Sr Secretário de Estado de Segurança Pública. 
Nós desejamos, com enfoque na mais absoluta transparência e sem olvidar um só segundo sequer dos preceitos basilares corporativos, a hierarquia e a disciplina militares, não apenas externar necessidades urgentes e indispensáveis, alusivas às muitas dezenas de milhares de homens e mulheres que labutam em nossa profissão policial militar e aos seus dependentes, como também sensibilizar a maior autoridade do Poder Executivo do Rio de Janeiro, para que as satisfaça. 
Os nossos parâmetros são a busca ininterrupta dos objetivos institucionais; não recuar jamais nessa busca; a preservação da honra e da dignidade profissional; o respeito à hierarquia e a disciplina militares; o apoio integral ao Comando Geral da Polícia Militar, para o desenvolvimento de um projeto de comando para os próximos 4 (quatro) anos, desde que respeitados os objetivos da Polícia Militar e o compromisso de não assumirmos, nesse período, as funções de Comandante Geral ou de Chefe do Estado Maior Geral, em nenhuma hipótese, caso convidados. 
Diante do exposto, pontuaremos, de forma concisa e objetiva, as principais, urgentes e indispensáveis necessidades institucionais para que o Policial Militar volte a ser um cidadão brasileiro: 

Tópico nº 1 – Estabelecimento, no mínimo, de uma política salarial calcada na integração remuneratória entre as forças policiais do Rio de Janeiro.Em nada colabora com a democracia e mesmo com a necessidade de integração de forças, o fato de termos duas polícias com funções complementares e interdependentes, coabitando o mesmo espaço geográfico, com níveis salariais absolutamente díspares, a ponto de tanto na base, quanto no topo, alcançarem diferenciais próximos de 100 % (cem pontos percentuais).Portanto, urge a implementação da proposta apresentada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, onde se busca equiparar os vencimentos das duas Instituições, o que possibilitará, principalmente, que o Praça da Polícia Militar possa viver dignamente, afastando-se da situação famélica hoje vivenciada.Os salários famélicos não determinam, mas concorrem para a prática de desvios de conduta (crimes e transgressões disciplinares).Considerando a hora trabalhada pelos integrantes dos níveis iniciais das instituições policiais, um Policial Militar ganha duas vezes menos que um Policial Civil; seis vezes menos que um Policial Militar da Força Nacional de Segurança e quase dez vezes menos que um Policial Federal. 

Tópico nº 2 - Retorno aos quadros da Corporação dos milhares de Policiais Militares desviados de função – Fim da Terceirização da Polícia Militar.Por óbvio que seja, resta aqui pontuar que policiais militares são contratados e custeados pelo erário para, mediante concurso público, exercer os misteres constitucionais específicos enumerados na Carta de 1988, ou seja, a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.Promover o retorno dos milhares de Policiais Militares, Oficiais e Praças, que se encontram à disposição de diversos órgãos e autoridades, desviados das funções para as quais foram recrutados, selecionados e formados, e ainda, ganhando gratificações, embora não exerçam funções policiais militares, sobrecarregando todos os Policiais Militares que continuam trabalhando e arriscando as suas vidas em defesa da Sociedade Fluminense.Hoje existem convênios para a cessão de policiais militares nos seguintes órgãos: Banco Central, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.Convém destacar que a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, que utiliza centenas de policiais militares, não celebrou convênio com a Polícia Militar e não paga qualquer importância pela cessão dos Policiais Militares. 

Tópico nº 3 - Solução de continuidade nos processos de admissão da Corporação (Oficiais e Praças) até que sejam supridas integralmente as necessidades elencadas nos tópicos nº 1 e 2. Por coerência e economia de recursos públicos, é mister que novas contratações sejam precedidas da indispensável recuperação salarial e do retorno dos desviados de função, de sorte a possibilitar o aperfeiçoamento quanto à aferição de reais necessidades, bem como a captação de postulantes em níveis cada vez melhores. Em conseqüência, não incorporar nenhum Oficial ou Praça enquanto não forem solucionados os graves problemas citados anteriormente. 
Tópico nº 4 – Fim da Etapa de Rancho – Pagamento da Dívida - Autonomia Administrativa – Dotação Orçamentária. Conceder à Polícia Militar a dotação orçamentária específica, desvinculada da verba destinada à alimentação de nossa tropa, que permita a manutenção das edificações, das viaturas e de todos os equipamentos necessários ao desempenho das missões, bem como, permita a aquisição dos recursos materiais indispensáveis para a modernização tecnológica e o correto desempenho das missões de preservação da ordem pública.Basta de se economizar na alimentação da tropa para empregar as sobras como único meio de manter funcionando, mesmo que de modo precário, os aquartelamentos, as viaturas e os equipamentos da Polícia Militar.O Policial Militar, o herói social, merece ser tratado com respeito, portanto, os quartéis favelizados e as viaturas sucateadas não devem fazer parte de nossa rotina.Piorando o quadro esclarecemos que o Estado do Rio de Janeiro paga como etapa diária para alimentação de um Policial Militar o valor de R$ 2,71 e o último repasse de etapas foi relativo ao mês de novembro de 2006, portanto, com 8(oito) meses de atraso, existindo uma dívida de R$ 25.133.620,08 até maio de 2007.O Policial Militar deve receber o ticket alimentação tal como recebe o Policial Civil.

Tópico nº 5 – Promoção de condições dignas de trabalho. Enquanto inexistir uma dotação orçamentária específica e diante da imperiosidade de prover uma alimentação saudável para a tropa, se faz necessário que o poder público promova melhores condições de trabalho.O espaço restrito imposto pelas presentes linhas, embora incompatível com o razoável aprofundamento de tão importante tópico, permite que pontuemos, dentre algumas outras, as seguintes necessidades prementes:
- Reforma urgente das edificações (Organizações Policiais Militares), considerando que algumas estão colocando em risco Policiais Militares e o público em geral; 
- Compatibilizar a carga horária de trabalho de modo a permitir a qualificação profissional do Policial Militar; 
- Aquisição de viaturas, inclusive blindados; 
- Aquisição de equipamentos de proteção individual; 
- Aquisição de armamento e munição; 
- Aquisição de fardamento para os Alunos dos Cursos de Formação e para os Cabos e Soldados; 
- Aquisição de recursos tecnológicos destinados ao emprego no sistema de Inteligência (EMG-PM/2) e de Correição da Corporação; 
- Promover a informatização da Polícia Militar, poupando recursos humanos e agilizando tarefas; e, 
- Desenvolver em caráter urgente um programa de manutenção, basicamente de viaturas e armamento, para a recuperação do que ainda for servível. 

Tópico nº 6 – Estabelecimento e Respeito ao Limite de Carga Horária. Implantar o regime de 44 horas semanais, com pagamento de horas extras proporcionais. 

Tópico nº 7 – Saldar a dívida do Estado com o Fundo de Saúde da Polícia Militar. A Polícia Militar possui o seu Sistema de Saúde próprio, custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), para prover a saúde dos seus milhares integrantes e de seus dependentes.Os recursos do FUSPOM são oriundos de descontos mensais nos contracheques dos Policiais Militares e de uma contrapartida do Estado, considerando que a inexistência do nosso sistema sobrecarregaria ainda mais as já combalidas redes de saúde estadual e municipal.Entretanto, o Estado não repassa a parcela do erário destinada ao Fundo de Saúde da Corporação, sendo que a dívida atualmente é da ordem de R$ 109.445.098,45 e o último repasse feito foi relativo ao mês de janeiro de 2006.Saldar a dívida é indispensável para que possamos promover a saúde institucional, deixando de economizar na comida para comprar remédios. 

Tópico nº 8 – Policiais Militares – Invalidez em Serviço – Triênios Integrais – Pensão Estadual. O Policial Militar arrisca rotineiramente a sua vida em defesa da sociedade, sendo que muitos perdem a vida, deixando os seus dependentes em situação precária, enquanto outros ficam inválidos, impossibilitados de exercer qualquer outra atividade.Nada mais justo que o imediato estabelecimento da integralidade de gratificação por tempo de serviço (triênios) para militares inativados para o serviço policial militar, fruto de incapacidade definitiva adquirida em conseqüência de ato de serviço.O estabelecimento de uma pensão militar estadual, também é urgente, considerando as sérias dificuldades financeiras enfrentadas pelas nossas pensionistas, que precisam sustentar a família e percebem uma pensão irrisória, na maioria dos casos. 

Tópico nº 9 – Apoio as propostas de modificação das legislações referentes às promoções. A Polícia Militar precisa do apoio do Executivo e do Legislativo para viabilizar as alterações nas referidas legislações, buscando ter o critério meritório nas promoções de Oficiais e Praças como base e não o critério de tempo de serviço, que contribui para a desqualificação do nosso efetivo.Regularizar as promoções dos Oficiais do Quadro de Oficiais de Administração, atualmente estagnado, motivando os referidos Oficiais que inclusive atuam rotineiramente nas atividades operacionais.As propostas serão debatidas exaustivamente interna corporis, antes de serem apresentadas, enquanto isso não devem ser acolhidas propostas que resultem em aumento ou diminuição de interstícios para promoções de Oficiais ou de Praças.Revogação das legislações que não possuem qualquer interesse Institucional, tais como a Lei n.º 4.024/2002 (promoção do Tenente Coronel ao posto de Coronel após 32 anos de serviço), que deve ser aplicada pela última vez nas promoções de agosto/2007 e a esdrúxula Lei n.º 4.848/2006 (promoção na cédula de identidade), que não possui qualquer legitimidade. 

Tópico nº 10 – Apoio para a implantação de um novo Quadro de Distribuição do Efetivo. A Polícia Militar não possui um Quadro de Distribuição de Efetivo (QDE) atualizado, sendo que algumas Organizações Policiais Militares sequer possuem um QDE, o que causa grande prejuízo financeiro para os Policiais Militares, pois exercem funções superiores e não podem perceber a justa contrapartida nos vencimentos. 

Tópico nº 11 – Termo Circunstanciado – Projeto Piloto. A confecção dos Termos Circunstanciados pela Polícia Militar já é uma realidade em vários Estados da Federação, permitindo uma melhor prestação de serviço ao cidadão e a racionalização do emprego dos recursos humanos, sobretudo da Polícia Civil.A experiência exitosa realizada no 7º BPM e politicamente interrompida merece ser revivida em um Projeto Piloto.Portanto, a imediata implantação de projeto piloto, contemplando a lavratura de termos circunstanciados e ainda o registro de ocorrências que não contemplem flagrante delito pela Polícia Militar, será benéfica para todos, principalmente para o povo fluminense.Convém destacar que em consulta realizada através da Secretaria de Estado de Segurança Pública à Procuradoria Geral do Estado, mereceu parecer favorável quanto a elaboração do Termo Circunstanciado previsto na Lei 9099/95 pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. 

Tópico nº 12 - Adoção de mecanismos legais compatíveis, no sentido de que apenas os ocupantes dos cargos de Comandante Geral e de Chefe do Estado Maior da Corporação possam exceder o tempo máximo de permanência no posto de Coronel na condição de ativos. Não existe qualquer interesse Social ou Institucional, qualquer motivo que determine tal privilégio, qualquer finalidade a ser alcançada e nem mesmo faz sentido que cargos outros, marcadamente externos à Corporação, gozem de tal prerrogativa.Portanto, deve-se revogar em caráter de urgência todas as legislações estaduais que permitem que Coronéis permaneçam no serviço ativo, após os 6 (seis) anos da última promoção e não legislar mais nesse sentido absurdo.Toda legislação deve obedecer ao interesse social e ao interesse institucional, essas legislações não alcançam tais interesses, restringindo-se a interesses pessoais ou de pequenos grupos que desejam um tratamento privilegiado.Portanto, urge promover a revogação de tais privilégios concedidos através de modificações no parágrafo primeiro, do artigo 96, da Lei n.º 443, de 1 de julho de 1981, realizadas por meio da Lei n.º 4.043, de 30 de dezembro de 2002 e Lei 5.019, de 19 de abril de 2007.

Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira – Coronel 
Diretor Geral de Finanças 

Paulo Ricardo PAÚL – Coronel 
Corregedor Interno 

Gilson PITTA Lopes – Coronel 
Chefe da Segunda Seção do Estado Maior Geral 

Dario CONY dos Santos – Coronel 
Comandante da Escola Superior de Polícia Militar 

Rodolpho Oscar LYRIO Filho – Coronel 
Comandante da Academia de Polícia Militar – D. João VI 

LEONARDO PASSOS Moreira – Coronel 
Chefe do Centro de Comunicações e Informática 

Francisco Carlos VIVAS – Coronel 
Diretor Geral de Apoio Logístico 

Ronaldo Antonio de MENEZES – Coronel
Comandante do Batalhão de Polícia Rodoviária 

Renato FIALHO Esteves – Coronel 
Comandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Fonte)" 

Juntos Somos Fortes!

sábado, 3 de dezembro de 2016

LEGADO BELTRAME: LADRÃO ASSALTA TRAFICANTE NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, a insegurança é tão grande no Rio de Janeiro que ladrão está roubando traficante.

"Revista Veja
Radar On-line
Maurício Lima
No Rio, até bandido reclama da segurança pública
Por: da Redação 02/12/2016 às 17:29
Preso pela PM na última quarta-feira, o traficante Carlos José da Silva Fernandes, o Arafat, contou uma história, já dentro da carceragem, que ilustra bem a situação de total descontrole da segurança pública do estado. Meses atrás o bandido  mandou um emissário levar seu carro, um HB20, para vender em uma concessionária. Na altura da Fazenda Botafogo, na zona Norte, seu cúmplice foi assaltado! E roubaram o carro do ‘patrão’. Detalhe: o ataque foi feito pela mesma quadrilha da qual Arafat é um dos chefões. E assim, claro, conseguiu recuperar seu veículo.
Desde agosto, o Rio de Janeiro já quebrou o recorde de assaltos da história em três meses consecutivos. De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), outubro registrou a incrível e inédita marca de mais de 20 000 roubos (especificamente 20.242 assaltos), um aumento considerável em relação ao outubro de 2015, que totalizou 12.017 roubos.
(POR LESLIE LEITÃO) - (Fonte)".

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FALTA DE PAGAMENTO: CORONEL PM PAÚL FALA DA DESMOTIVAÇÃO DA TROPA

Prezados leitores, no dia 01/12/16 o Coronel PM Ref Paúl concedeu uma entrevista à Rede Record sobre o aumento dos índices de criminalidade no Rio de Janeiro. Ele tratou do desvio de dinheiro público, da péssima gestão do dinheiro público na área da segurança e da desmotivação da tropa pela falta de pagamento. Após a edição da emissora, apenas o último tema foi exibido.





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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

LEGADO BELTRAME: DESTRUIÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA



Prezados leitores, como consertar dez anos de erros graves na gestão da segurança pública?
Quantos anos serão necessários para as correções?
Essas e outras perguntas estão sem resposta.
A única certeza é que o fracasso foi total.




"RIO ANTES E DEPOIS DE JOSÉ MARIANO BELTRAME: APÓS 10 ANOS, ESTAMOS NA ESTACA ZERO 
Cecilia Olliveira
14 de Outubro de 2016, 8h50
SEQUESTROS FEITOS POR POLICIAIS, ruas e túneis fechados, fachadas de condomínios de luxo perfuradas de balas, ônibus apedrejados, guerra de facções, corpos esquartejados nas ruas. Rio 2006 ou Rio 2016? Os cenários são muito parecidos com os de antes de janeiro de 2007, quando José Mariano Beltrame tomou posse como secretário de Segurança do Rio de Janeiro, e agora, quando o 01 pede pra sair. Com o pedido de demissão de Beltrame, Roberto Sá, até então subsecretário, assume o posto na próxima segunda-feira, 17. 
Ao longo desses 10 anos em que o programa das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) nasceu, cresceu e morreu, governantes se reelegeram, comandantes de UPP ganharam prêmios de direitos humanos enquanto Amarildo sumia, o governo exportou o modelo para outros estados e países, Beltrame repetiu discursos descolados de suas ações incansáveis vezes. 
Ele se despediu do cargo repetindo que as “UPPs salvaram muitas vidas“, mas não comentou sobre outras informações que tiveram impacto direto sobre esse dado. 
Em 2011, um alerta: dados repassados pelo SUS do Estado do Rio ao Ministério da Saúde apontaram uma queda de 22,2% nos homicídios entre 2008 e 2009. Mas também mostram um aumento expressivo de 73,2% nas mortes por causas externas sem intenção determinada — ou seja, quando não se sabe (ou prefere não confirmar) se foi homicídio, suicídio ou acidente. Esse tipo de morte começou a aumentar em 2007, quando foram registradas 3.191 ocorrências, quase o dobro de 2006. No ano seguinte, continuou subindo. Coincidentemente, com esse aumento, houve uma queda acentuada nas mortes registradas como homicídios: 11,3% de 2006 para 2007. 
No mesmo ano, um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que o Estado do Rio de Janeiro “ocultou” em suas estatísticas 3.165 homicídios apenas no ano de 2009. Beltrame bateu o pé, mas depois reconheceu o “valor” da pesquisa e defendeu maior comunicação entre o Instituto de Segurança Pública (ISP) e Datasus. Um ano depois o ISP fez uma parceria com a Secretaria de Saúde para acertar o passo nas informações (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 20 de novembro de 2016

UPP DA CIDADE DE DEUS: UMA CONSTATAÇÃO DO FRACASSO DA POLÍCIA PACIFICADORA



Prezados leitores, os mais de sete anos de polícia pacificadora através do policiamento de proximidade não foram eficientes no controle da violência. 
Além disso, aumentou a morte de Policiais Militares e diminui a morte de criminosos, que antes morriam em confrontos com a polícia, em confrontos com outras facções e em confrontos dentro da própria comunidade. 
A presença da Polícia Militar diminui as mortes resultantes dos confrontos internos e dos confrontos com outras facções. 
Conheçam um pouco da UPP da Cidade de Deus (Fonte site das UPPs). 

"UPP Cidade de Deus
​A UPP Cidade de Deus foi inaugurada em 16 de fevereiro de 2009, sendo a segunda Unidade de Polícia Pacificadora instalada na cidade do Rio de Janeiro. A unidade atende a uma população estimada em 47.021 habitantes (Fonte: Instituto Pereira Passos, com base no Censo 2010 do IBGE). Antes de se transformar em um bairro, a Cidade de Deus era um conjunto habitacional, que foi construído em Jacarepaguá, nos anos 1960, para abrigar famílias que foram removidas de comunidades da Zona Sul. A unidade é comandada pelo major Roberto Ouverney Valente e a área total atendida é de 2.099.531 m².
Informações:
Inauguração: 16/02/2009.
Comandante: Major Roberto Ouverney Valente
Efetivo: 343 PMs.
População estimada: 47.021 habitantes (Fonte: Instituto Pereira Passos, com base no Censo 2010 do IBGE).
Endereço: Avenida Edgard Werneck, 1.608.
Localidades atendidas: Cidade de Deus, Quadras, Apartamentos, Caratê, Beirada do Rio, Jardim Novo Mundo, Rua Davi, Banca da Velha, Coroado, Sítio da Amizade, Moisés, Praça da Bíblia, Pantanal, Santa Efigênia, Moquiço, Efraim, Vila Nova Cruzada, Vila da Conquista e Jardins do Amanhã.
Área total das comunidades: 2.099.531 m².
Bairro: Cidade de Deus.
Bairros no raio de 2km²: Barra da Tijuca e Jacarepaguá.
PCERJ: 32ª DP.
PMERJ: 18º BPM".

A UPP da Cidade de Deus consta como sendo a segunda inaugurada no governo Sérgio Cabral e na gestão do secretário de segurança Beltrame, mas na verdade foi a primeira, tendo em vista que no Dona Marta o policiamento comunitário já existia e eles mudaram apenas o nome.
São mais de sete anos de implantação e a Cidade de Deus continua dominada pelos criminosos como ficou comprovado, mais uma vez, ontem.
A relação de Policial Militar por habitante é de 1 PM para cada 137 habitantes.
A ONU recomenda uma relação de 1 policial para cada 500 habitantes e em áreas conflagradas de 1 policial para cada 250 habitantes.
O efetivo da UPP da Cidade de Deus é comparável ao efetivo de alguns Batalhões Operacionais da Polícia Militar.
É óbvio que os 9.453 Policiais Militares que estão nas UPPs estão fazendo falta aos Batalhões Operacionais e diminuindo o policiamento ostensivo preventivo empregado nas ruas do estado do Rio de Janeiro.
AS UPPs são um erro gigante na área da segurança pública, provavelmente, o maior da história no Brasil.

Juntos Somos Fortes!

O LEGADO DO EX-SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME























Prezados leitores, o legado de Beltrame, após quase dez anos de gestão, é a violência totalmente fora de controle em todo o Rio de Janeiro.
É preciso investigar cada dia desse período para identificar todos os erros, apurar responsabilidades e punir os responsáveis.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

GOVERNOS CABRAL E PEZÃO PERDERAM LUTA CONTRA A CRIMINALIDADE



Prezados leitores, não existem mais qualquer dúvida, nem a imprensa, antes tão parceira, ousa defender os fracassos dos governos Sérgio Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles, sobretudo na área da segurança pública.
A falência completa do sistema de segurança pública no Rio de Janeiro é o resultado de erros cometidos ano após ano, onde o equivocado projeto de implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) foi o grande expoente, aplaudido durante os anos iniciais por policiólogos e jornalistas, que atualmente criticam, esquecendo que impulsionaram toda essa tragédia,
A reconstrução será longa, custosa e dolorosa.
Para que essa mudança possa começar a acontecer é indispensável ousadia para por fim a tudo que não funciona, como a própria Secretaria de Segurança Pública (SESEG), e ter a visão voltada para o futuro no sentido de investir nas instituições policiais e na qualificação e valorização seus integrantes.
Mais uma vez afirmamos, talvez pela milésima vez,  que a SESEG é um órgão desnecessário, caríssimo e que ainda consome grande efetivo de policiais.
Dar autonomia gestora para o Comandante Geral da PMERJ e para o Chefe da PCERJ resultará em enorme economia de recurso para os cofres públicos e recuperará efetivos para as duas instituições.
Eis o primeiro passo para mudar a tragédia que se transformou a violência no Rio de Janeiro.
Temos que promover a mudança para que os especialistas em policiamento ostensivo e em preservação da ordem pública (Policiais Militares) e os especialistas em polícia investigativa (Policiais Civis) tenham a liberdade necessária para promoverem a melhoria dos resultados oriundos do sistema de segurança pública.
A autonomia da perícia criminal é outra medida positiva, já adotada na maioria dos estados brasileiros.
Insistir no modelo atual, onde a SESEG é o órgão gestor, é um erro grosseiro.
Resta saber se o governo tem coragem de fazer o que precisa ser feito.
Enquanto isso não acontecer, nós continuaremos enterrando nossos mortos vítimas da criminalidade.

"Jornal Extra
01/11/16 18:27 Atualizado em 01/11/16 18:27 
Sobem índices de homicídios e roubos no Rio, segundo dados do ISP 
O Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro revelou, nesta terça-feira, os dados do mês de setembro. Ao todo, foram registradas 423 vítimas de homicídio doloso no estado do Rio de Janeiro. O número representa um aumento de 72 vítimas em relação ao mesmo período do ano passado. Já os roubos de rua (roubo a transeunte, de aparelho celular e em coletivo) chegaram à marca de 11.199 ocorrências, 4.451 a mais que em setembro de 2015 (Fonte)". 

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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

POLICIAIS QUEREM PAGAMENTO E SECRETÁRIO CONTA COM A PAIXÃO DO POLICIAL



Prezados leitores, o atual Secretário de Segurança Pública, Delegado PF Roberto Sá, concedeu uma entrevista ao Jornal O Dia na qual declarou que conta com "a paixão, a vocação e o sacerdócio dos policiais".
Embora a gestão do Secretário Roberto Sá seja entendida como uma extensão da gestão do Secretário Beltrame, considerando que era seu assessor direto, nós esperamos que sejam implementas significativas mudanças para evitar a repetição dos erros que se mantiveram ano após ano, causando sérios prejuízos para as instituições policiais e para a população.
Nós até entendemos que diante da sua impossibilidade de resolver o nosso maior problema, a falta do pagamento dos salários, proventos e pensões, o secretário apele para a "paixão, vocação e sacerdócio", mas não concordamos.
A paixão pelo trabalho é diretamente proporcional ao que o trabalho oferece em contrapartida e, atualmente, a contrapartida é péssima, tanto com relação aos pagamentos do que nos é devido, quanto às condições de trabalho.
Vocação é um termo em desuso no mercado, além disso, ninguém tem vocação para ser alvo, como tem ocorrido no Rio de Janeiro, onde os policiais estão sendo massacrados.
A preocupação deve ser a qualificação continuada dos Policiais Civis e Militares.
Policial não é sacerdote, não deve suportar (nem aceitar) dificuldades para o exercício da sua atividade. Deve ter as melhores condições de trabalho, considerando que arrisca a vida no exercício da função e deve receber o justo pagamento.
Nós reconhecemos as boas intenções do novo Secretário de Segurança e desejamos a ele todo o sucesso, mas para isso ele deverá se dedicar a solucionar os nossos problemas, considerando que ninguém consegue ser eficiente não tendo o indispensável equilíbrio físico e emocional.
Um quadro que se agrava se o "desequilibrado" faz uso de armas de guerra no seu trabalho.

"Jornal O Dia
'Conto com a paixão do policial', revela Roberto Sá em entrevista
Novo secretário de segurança falou sobre desafios e planos para um sistema que aproxime a sociedade do diagnóstico policial
30/10/2016 08:18:13
Bruna Fantti
Rio - Em entrevista ao DIA, o novo secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, afirma que nesse momento de crise conta com “a paixão, a vocação e o sacerdócio dos policiais”. Sá, que foi do Bope— antes de virar delegado federal e ser subsecretário de José Mariano Beltrame por nove anos — lembra que já esteve em confronto. Preocupado com os fuzis, ele fala sobre inovações na sua gestão: um fórum para as UPPs e a participação direta da sociedade no apontamento de possíveis causas para os crimes (Leiam mais)".

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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

RIO: A VIOLÊNCIA E A INCOMPETÊNCIA NOSSA DE TODO DIA



Prezados leitores, os contínuos erros de gestão na área da segurança pública nos governos Sérgio Cabral-Pezão e Pezão-Dornelles condenaram a população do estado do Rio de Janeiro a ter que conviver com o risco de morte.
Uma face fácil de ser identificada nesses erros é o número, nunca antes visto na segurança pública no país, de nomeações e de exonerações de Comandantes Gerais da Polícia Militar e de Chefes da Polícia Civil.
No caso da Polícia Militar a gravidade é maior, sendo que a instituição teve em média um Comandante Geral a cada 13 meses nesse período.
Se não bastasse isso, o governo errou também com a recondução de Coronéis PM inativos para o serviço ativo para exercerem a função, o que significa que todos os Coronéis PM  da ativa, nesses diferentes momentos, pois isso ocorreu mais de uma vez,  não foram considerados pelo governo como habilitados para o exercício do Comando Geral.
Eis a fórmula da desvalorização e da desmotivação para os Coronéis PM da ativa.
As balas perdidas constituem outra marca registrada dessa gestão apartada da eficiência.

"Jornal Extra
27/10/16 12:28 Atualizado em 27/10/16 19:28 
Rio tem mais três casos de balas perdidas em menos de 24 horas 
Ana Carolina Torres
Mais três casos de bala perdida foram registrados no Rio após uma mulher ser morta dentro de casa. Todas as ocorrências foram na Zona Norte da capital. Na Penha, uma mulher foi baleada dentro de um táxi durante um ataque de bandidos contra policiais. Já em Olaria, uma perseguição a assaltantes terminou com dois pedestres feridos.
Eram por volta de 11h quando houve o tiroteio na Penha. Patricia da Silva Rocha era passageira de um táxi e passava pela Rua do Valão quando foi atingida no braço. Ela foi socorrida para o Hospital estadual Getúlio Vargas, também na Penha. Segundo o hospital, o quadro de saúde de Patricia é estável.
Segundo a assessoria de imprensa das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a mulher foi atingida no momento em que uma equipe de policiais militares era atacada a tiros. Houve confronto. Ainda de acordo com a assessoria, estão sendo realizadas buscas na região (Fonte)". 

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A INEXPLICÁVEL MANUTENÇÃO DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME



Prezados leitores, nós somos críticos ácidos da existência da Secretaria de Segurança Pública (SESEG), um órgão que consideramos desnecessário, que consome recursos financeiros e humanos que seriam muito melhor empregados com uma gestão governamental medianamente competente.
Defendemos a criação da Secretaria de Policiamento Ostensivo e da Secretaria de Polícia Investigativa, as quais usariam os recursos da Polícia Militar e da Polícia Civil, sem aumento de despesas.
Certos ou errados, o fato é que a Secretaria de Segurança existe e temos que conviver com o desperdício do dinheiro público.
Apesar dessa cruel realidade, o fato de termos que suportar a SESEG, não temos que aceitar a inércia do governo diante da explosão da violência que se generalizou por todo o estado do Rio de Janeiro.
O governador tem que cumprir o seu dever para reverter a tragédia que se transformou a vida no Rio de Janeiro.
Nesse sentido consideramos inexplicável a manutenção do Secretário de Segurança Beltrame no exercício da função.
Por maiores que tenham sido nossos esforços não encontramos nenhum motivo que possa justificar o fato do excelentíssimo governador Dornelles não tê-lo exonerado ainda da função.
O que falta acontecer no Rio de Janeiro em termos de insegurança para que o governador faça o que tem que ser feito?
É um mistério a manutenção do Secretário de Segurança.
Um mistério que fica maior a cada dia.

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sábado, 16 de julho de 2016

TERRORISMO: O ERRO GROSSEIRO DE COMPARAR COPA 2014 COM OLIMPÍADAS 2016



Prezados leitores, todas as autoridades públicas envolvidas com a realização das Olimpíadas 2016 estão afirmando em alto e bom tom que os jogo serão realizados em clima de segurança.
O Presidente da República, o Ministro da Defesa, o Governador do Rio de Janeiro, o Prefeito do Rio de Janeiro, o Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, estão entre as autoridades que estão garantindo a segurança durante o evento, inclusive com relação a prática de atos de terrorismo.
É uma declaração que consideramos não fundamentada, diante da realidade do Rio de Janeiro, cidade na qual todos os jogos serão realizados e onde a violência está completamente fora de controle, como o noticiário policial comprova diariamente.
Entre as autoridades algumas citam a Copa do Mundo de Futebol de 2014 como parâmetro de segurança.
Alegam que se conseguimos realizar a Copa sem a ocorrência de qualquer atentado, repetiremos o sucesso nas Olimpíadas.
Salvo melhor juízo, tal comparação é um erro grosseiro de avaliação.
Uma rápida análise destrói a infeliz comparação.
Na Copa foram realizados apenas sete jogos no Rio de Janeiro.
Quatro jogos na fase de grupos, um jogo nas oitavas, um nas quartas e a final.
As semifinais não foram realizadas no Rio de Janeiro.
Como comparar a complexidade da realização da segurança para sete jogos de futebol  com a complexidade para promover a segurança para o desenvolvimento de quarenta e duas modalidades olímpicas, realizadas em diferentes pontos da cidade, inclusive com provas de rua?
É absurda a comparação.
Como comparar a estrutura humana e material necessária para garantir a segurança dos integrantes de algumas equipes de futebol com a segurança de milhares de atletas olímpicos?
Novo absurdo.
Tal erro primário de avaliação coloca em dúvida a credibilidade da afirmação de que os jogos olímpicos transcorrerão em clima de segurança, estando descartada a ocorrência de atos terroristas.
Nós discordamos diametralmente da avaliação das autoridades.

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sexta-feira, 15 de julho de 2016

RIO: O VERDADEIRO LEGADO DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA BELTRAME



Prezados leitores, fomos surpreendidos com a matéria que ilustra esse artigo, a qual circula pelas redes sociais, sem o devido crédito.
O legado Beltrame não são fotos, vídeos e livros,
O verdadeiro legado do Secretário de Segurança Pública Beltrame, após dez anos gerindo a segurança no estado do Rio de Janeiro, não é o contido na matéria, mas sim a realidade da violência fora de controle que a população fluminense enfrenta todo dia em todos os lugares e horários.
Eis o legado Beltrame.
Nós levaremos décadas para nos livrarmos desse maldito legado.

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

NOSSA RESPOSTA AO SECRETÁRIO: "CORPO MOLE, SR BELTRAME?"

Prezados leitores, a nossa resposta ao Secretário de Segurança Pública Beltrame com relação a mais uma de suas infelizes falas sobre a Polícia Militar e os Policiais Militares é a seguinte imagem:





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quinta-feira, 5 de maio de 2016

O FRACASSO DO SECRETÁRIO BELTRAME E A PREVIDÊNCIA DOS MILITARES



Prezados leitores, transcrevemos artigos da lavra do ex-prefeito Cesar Maia: 

"Ex-Blog do Cesar Maia
REFORMA PREVIDENCIÁRIA ! ATENÇÃO ! PRUDÊNCIA QUANTO À APLICAÇÃO DA IDADE MÍNIMA ! OS SERVIDORES MILITARES E POLICIAIS SÃO CASOS À PARTE ! 
1. A carta econômica de abril do Credit Suisse traz uma lista de prioridades para superar a crise econômica e dentro dela a crise fiscal. 
A prioridade número 1, neste documento, é a reforma previdenciária. 
Mas há de se abordar o tema com prudência, pois do outro lado dos números estão estruturas organizacionais e carreiras funcionais que são afetadas de forma diferenciada. 
2. Esse documento do Credit Suisse tem basicamente os mesmos itens do que se tem escrito, analisado e vazado. 
Um deles diz assim : 
“Aumento da idade mínima para aposentadoria para, ao menos, 65 anos para os setores público e privado, com equiparação dessa idade mínima para aposentadoria de mulheres e homens. Ao mesmo tempo, é necessário definir uma regra para elevação gradual da idade mínima à medida que a esperança de vida da população é ampliada. Regra de transição para aposentadoria dos atuais trabalhadores, de forma a promover uma imediata redução do déficit da Previdência Social." 
3. A maior permanência no serviço público tem efeitos e impactos diferenciados. 
Em vários casos a idade mínima afeta o tempo de permanência em serviço, sem desorganizar a carreira. 
Mas quando o tempo de serviço e o conhecimento incorporado geram uma progressão funcional continuada dentro de uma hierarquia estabelecida, tem-se situações muito diferentes. 
4. O engarrafamento nos níveis superiores da carreira, se for resolvido com repressão às promoções, produz uma ampla, geral e irrestrita desmotivação e confusão. 
E se for simplesmente absorvida se passará a ter um aumento dos efetivos previstos em lei, nas hierarquias superiores, aglomerando pessoal na mesma hierarquia. 
5. Nesse segundo caso — dadas as responsabilidades que competem a estes níveis — se estará estimulando uma concorrência predatória nos mesmos níveis superiores, e mesmo médios; ou produzindo uma enorme ociosidade funcional pelo excesso de pessoal superior para um mesmo cargo. 
6. Estes itens anteriores — 3, 4 e 5 — se referem às carreiras dos Militares das Forças Armadas, das Polícias Militar e Civil, e das Polícias Federais. 
7. Portanto, o critério da idade mínima não pode ser aplicado a essas carreiras sob pena de desorganizá-las nos seus níveis superiores, produzindo uma perigosa quebra de hierarquia ou de ociosidade hierárquica. 
8. Nesses casos, a aplicação da idade mínima, simplesmente aritmética a essas carreiras, ao contrário de reduzir custos, o que produzirá será a desorganização do serviço público nos estratégicos serviços de segurança estratégica e segurança pública, e seus respectivos custos pela desfuncionalidade. 
9. Entendendo-as como partes integrantes do sistema de justiça e segurança, essa desorganização afetará a própria estabilidade institucional, pelas funções constitucionais que cumprem essas carreiras. 
* * * 
SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DO RIO DESANIMADO E DEPRIMIDO COM A SITUAÇÃO! 
(Globo, 04) 
1. A falta de perspectivas para planejar a política de segurança no ano das Olimpíadas, em decorrência da crise financeira do estado, motivou o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a fazer um desabafo : 
— “Já pensei várias vezes em largar o cargo”. 
Embora tenha dito que ainda pode dar sua contribuição, Beltrame, sem o otimismo que virou sua marca registrada ao longo dos nove anos na pasta, afirmou ontem que, como administrador, fica angustiado por não ter o que fazer, pois não há dinheiro nos cofres do estado. 
2. — A gente vê o estado numa situação de miserabilidade, a ponto de os salários dos servidores, principalmente inativos, não serem pagos. Programas de metas de incentivo aos Policiais e o Regime Adicional de Serviço (RAS) foram por água abaixo (no mês passado, o governo do estado pagou os atrasados de novembro). Vejo as aeronaves e os carros blindados, que a polícia foi buscar lá fora, parados. É uma situação complicadíssima, que, sem dúvida, compromete o trabalho da segurança pública — afirmou. 
3. O residente da CPI das Armas, deputado Carlos Minc (PV), contou que percebeu o desânimo de Beltrame quando ele foi depor na comissão : 
 — Ele está num estado de depressão enorme. Viveu a glória de ter enfrentado, de forma criativa, o domínio territorial do tráfico. Devemos isso a ele. Beltrame sempre foi bem disposto, com respostas diretas. Hoje, está apático.

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

GOVERNADOR PEZÃO JÁ ENCONTROU SOLUÇÃO PARA CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA

Prezados leitores, a crise na segurança pública do Rio de Janeiro se agrava a cada momento.
Apesar disso, a população fluminense pode ficar tranquila pois o governador Pezão já nunciou a solução: trocará o Comandante Geral da Polícia Militar.
O governo Cabral-Pezão alcançará o sétimo Comandante Geral em oito anos.

(Jornal Destak)

(Jornal O Dia)

(Jornal O Dia)

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