JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

"ACREDITE, A SUA VEZ DE SOFRER O TERROR DIÁRIO DO RJ ESTÁ CHEGANDO"

Prezados leitores, transcrevo um comentário da lavra de um leitor assíduo sobre a situação atual da Polícia Militar para reflexão de todos.
Ele tem razão?



"Comentário 
17 de setembro de 2017 18:14 
O Estado e a PMERJ vão ficando mais desmoralizados a cada dia. Não me refiro exclusivamente a figura do governante omisso nem dos pobres soldados acuados e sem referência, me refiro às pessoas jurídicas. O que fazem com os soldados e com a historia da PMERJ é uma covardia. O Ex-governador Sérgio Cabral, o ex-secretário de segurança Beltrame, o Governador Pezão, o secretário de segurança Roberto Sá e todos os coronéis PM que foram CG e Chefe EMG, assim como os atuais, deveriam responder pelo estado em que deixaram o RJ chegar com essa politicagem de UPP. Mas tem um problema: quem deveria acusá-los é o mesmo órgão estatal que até hoje não acusou o que Cabral, Beltrame e Erir fizeram com PMs e BMs jogados em presídio comum (Bangu), contrariando lei, que permitiu tudo isso e não viu nada de errado na origem das festejadas upps nem previu o caos alardeado pelo Coronel Paúl e tantos outros críticos que cansaram de avisar que, após as olimpíadas, a porteira seria escancarada e o crime viria mais forte, enquanto a PM foi enfraquecida. Há 10 anos vemos de tudo ingressar na PM (com todo o respeito que a maioria dessas pessoas merecem como pessoas e profissionais), de cantores de churrascaria a modelos de revista masculina, além de milhares de profissionais malsucedidos em suas áreas, garantido matrícula no Estado através da PMERJ: professores, farmacêuticos, bacharéis em direito, administradores de empresa, contadores, engenheiros, analistas de sistema, mestres de obra, desenhistas, surfistas, tatuadores, milicianos e até traficantes de drogas e armas. E antes que algum canalha fale em preconceito, vou logo dizendo que o serviço policial militar comporta homens e mulheres de qualquer classe social, cor de pele, religião, preferência sexual, nível de escolaridade, escola de samba e time de futebol, mas não comporta marxismo, populismo, empreguismo, modismo nem ilusionismo. É preciso querer muito mais do que um emprego ou posar de politicamente correto para ingressar na PM e servir como um policial militar de verdade deve servir. Quem estudou para ser dentista criou sonhos e cultura de dentista, e não de policial. Quem é artista (músico, poeta, cantor, bailarina, etc.), jamais vai enfrentar tiros de fuzis com a desenvoltura de um infante. Aliás, não estamos em Londres. Como preparar um policial ao estilo londrino para lidar com uma sociedade desonesta? Contra os "nossos" criminosos é melhor uma polícia comunitária ou operações especiais? Esquerdistas transformaram a PMERJ em algo bonitinho, menos rústico, "de proximidade", mesmo sabendo que os criminosos seguiram o caminho inverso, robusteceram mais... Nos batalhões e UPPs o que se vê são cegos guiados por loucos, pois assim a PM vai sendo destruída de dentro para fora sem barulho ou resistência. Isso tudo, associado ao descaso dos governantes com a realidade que se vive no RJ, foi o que nos prendeu dentro de casa e alimentou ainda mais "a valentia" dos criminosos. Acredite, sua vez de sofrer o terror diário do RJ está chegando. Não esperem qualquer medida por parte das autoridades do próprio RJ, pois são covardes ao ponto de sequer aceitarem que essa coisa chamada upp é um embuste que já custou muito caro e espalhou criminosos pelas ruas. Estamos descendo a ladeira a 100 Km/h, sem freios e sem condutor. 
Sgt Foxtrot"

Juntos Somos Fortes!

domingo, 26 de fevereiro de 2017

O QUE É ISSO? POLICIAMENTO DE PROXIMIDADE, POLICIAMENTO COMUNITÁRIO, PACIFICAÇÃO OU INVASÃO?



Prezados leitores, a notícia publicada no jornal Extra nos trouxe enorme surpresa, tendo em vista que viola por completo a tão desejada integração dos moradores das comunidade "pacificadas" com a Polícia Militar.
Certamente, o Comando Geral desconhece essa prática, notícia essa que se ganhar as redes nacional e internacionais, servirá para desmoralizar ainda mais o único projeto na área da segurança pública implementado no Rio de Janeiro em dez anos.

"Jornal Extra
26/02/17 06:00 
Policiais ocupam, sem permissão, casas de famílias no Complexo do Alemão 
Rafael Soares 
Quando chegou ao Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, no final dos anos 1980, o mestre de obras aposentado, hoje com 72 anos, teve que transformar uma casa de estuque, com um só cômodo, no lar da família. Aos poucos, reforçou a fundação, construiu quartos, equipou cozinha e sala. Na casa, situada na Praça do Samba, nasceram e cresceram as duas filhas que ele teve com sua mulher. Mesmo com problemas de saúde — ele teve que amputar uma perna e ela, aos 65 anos, sofreu um aneurisma —, nesse ano, o casal tinha planos de aumentar o imóvel para que uma das filhas passasse a morar no segundo andar. Há duas semanas, material de construção já comprado, o sonho teve de ser adiado: em meio a um tiroteio, PMs com fuzis subiram na laje e não saíram mais.
Desde então, três policiais da UPP Nova Brasília se revezam, por turnos, no local. De cima da laje, atiram em direção a traficantes, se protegem de disparos atrás de uma geladeira que a família guardava ali — e que parou de funcionar — e fazem suas necessidades — há várias garrafas com urina no local. O EXTRA visitou a Praça do Samba na manhã da última quinta-feira. Na ocasião, além da casa do casal de idosos, PMs ocupavam o segundo andar de um imóvel vizinho. Outras três famílias afirmam que suas casas também já foram invadidas (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 20 de novembro de 2016

UPP DA CIDADE DE DEUS: UMA CONSTATAÇÃO DO FRACASSO DA POLÍCIA PACIFICADORA



Prezados leitores, os mais de sete anos de polícia pacificadora através do policiamento de proximidade não foram eficientes no controle da violência. 
Além disso, aumentou a morte de Policiais Militares e diminui a morte de criminosos, que antes morriam em confrontos com a polícia, em confrontos com outras facções e em confrontos dentro da própria comunidade. 
A presença da Polícia Militar diminui as mortes resultantes dos confrontos internos e dos confrontos com outras facções. 
Conheçam um pouco da UPP da Cidade de Deus (Fonte site das UPPs). 

"UPP Cidade de Deus
​A UPP Cidade de Deus foi inaugurada em 16 de fevereiro de 2009, sendo a segunda Unidade de Polícia Pacificadora instalada na cidade do Rio de Janeiro. A unidade atende a uma população estimada em 47.021 habitantes (Fonte: Instituto Pereira Passos, com base no Censo 2010 do IBGE). Antes de se transformar em um bairro, a Cidade de Deus era um conjunto habitacional, que foi construído em Jacarepaguá, nos anos 1960, para abrigar famílias que foram removidas de comunidades da Zona Sul. A unidade é comandada pelo major Roberto Ouverney Valente e a área total atendida é de 2.099.531 m².
Informações:
Inauguração: 16/02/2009.
Comandante: Major Roberto Ouverney Valente
Efetivo: 343 PMs.
População estimada: 47.021 habitantes (Fonte: Instituto Pereira Passos, com base no Censo 2010 do IBGE).
Endereço: Avenida Edgard Werneck, 1.608.
Localidades atendidas: Cidade de Deus, Quadras, Apartamentos, Caratê, Beirada do Rio, Jardim Novo Mundo, Rua Davi, Banca da Velha, Coroado, Sítio da Amizade, Moisés, Praça da Bíblia, Pantanal, Santa Efigênia, Moquiço, Efraim, Vila Nova Cruzada, Vila da Conquista e Jardins do Amanhã.
Área total das comunidades: 2.099.531 m².
Bairro: Cidade de Deus.
Bairros no raio de 2km²: Barra da Tijuca e Jacarepaguá.
PCERJ: 32ª DP.
PMERJ: 18º BPM".

A UPP da Cidade de Deus consta como sendo a segunda inaugurada no governo Sérgio Cabral e na gestão do secretário de segurança Beltrame, mas na verdade foi a primeira, tendo em vista que no Dona Marta o policiamento comunitário já existia e eles mudaram apenas o nome.
São mais de sete anos de implantação e a Cidade de Deus continua dominada pelos criminosos como ficou comprovado, mais uma vez, ontem.
A relação de Policial Militar por habitante é de 1 PM para cada 137 habitantes.
A ONU recomenda uma relação de 1 policial para cada 500 habitantes e em áreas conflagradas de 1 policial para cada 250 habitantes.
O efetivo da UPP da Cidade de Deus é comparável ao efetivo de alguns Batalhões Operacionais da Polícia Militar.
É óbvio que os 9.453 Policiais Militares que estão nas UPPs estão fazendo falta aos Batalhões Operacionais e diminuindo o policiamento ostensivo preventivo empregado nas ruas do estado do Rio de Janeiro.
AS UPPs são um erro gigante na área da segurança pública, provavelmente, o maior da história no Brasil.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

URCA, BAIRRO SÍMBOLO DO POLICIAMENTO COMUNITÁRIO, SOFRE COM "PACIFICAÇÃO"



Prezados leitores, a Urca foi o bairro símbolo do policiamento comunitário no Rio de Janeiro, logo que esse conceito foi introduzido na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
O falido projeto de "pacificação" e do "policiamento de proximidade" conseguiram espalhar a violência por todos os municípios e em todos bairros.
A violência chegou até a Urca...
Viver no Rio de Janeiro é muito perigoso, a cada dia mais perigoso, apesar dos esforços dos Policiais Militares e dos Policiais Civis.

"Jornal Extra
20/10/16 12:57  
PM reforça policiamento na Urca após tiroteio deixar feridos
Policiais militares do 2º BPM (Botafogo) estão reforçando o policiamento no bairro da Urca, na Zona Sul do Rio, após um tiroteio deixar três feridos. Segundo informações da PM, dois homens tentaram roubar um carro na Avenida Venceslau Brás - o veículo é blindado. Houve troca de tiros com seguranças. No confronto, os suspeitos foram baleados. Eles seguiram para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, também na Zona Sul. uma mulher que passava pelo local também ficou ferida e foi levada para a Policlínica de Botafogo. Nâo há informações sobre o estado de saúde dos feridos. O caso será registrado na 9ª DP (Catete) - (Leia mais)".

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sábado, 2 de agosto de 2014

A "PACIFICAÇÃO DE BELTRAME CONTINUA SEM NADA RESOLVER

Prezados leitores, onde foi parar o tal "policiamento de proximidade" que teria sido ensinando aos novos Soldados da Polícia Militar pelo governo Cabral-Pezão-Beltrame?
Sinceramente, quando aparece a proximidade, ela vira confronto...

(Jornal Extra)


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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

VEJA A "PACIFICAÇÃO" DE BELTRAME: PM É SURRADO E ROUBADO EM UPP



Prezados leitores, nós cansamos de escrever que a denominada "pacificação" é uma verdadeira desgraça para a Polícia Militar, para os Policiais Militares e para a população do estado do Rio de Janeiro como um todo.
Não pelo fato de colocar PMs nas comunidades carentes, isso é uma necessidade, mas pela forma desastrosa como está sendo gerenciado esse processo.
Leiam e fiquem chocados:

"JORNAL MEIA HORA 
25 de dezembro de 2013 (Natal) 
PM É SURRADO E ROUBADO 
Soldado da UPP da Rocinha apanhou de 50 pessoas depois de apreender mochila com drogas Uma operação de combate ao tráfico de drogas feita por PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha, no fim da manhã de ontem, acabou com um homem baleado, um soldado espancado e uma viatura depredada. O patrulhamento foi reforçado na comunidade de São Conrado, Zona Sul do Rio, com homens do Batalhão de Choque. 
Segundo a PM, a confusão começou quando oito policiais foram checar informação de que havia concentração de traficantes armados num valão no Largo do Boiadeiro. No local, estariam pelo menos dez criminosos, que atiraram contra a equipe da UPP e fugiram, deixando para trás uma mochila com armas, carregadores e drogas. Quinze projéteis foram recolhidos e todos os policiais negaram ter atirado, mas moradores acusaram os PMs de serem responsáveis pelos disparos e começaram um protesto. 
Perdeu carteira e celular 
O soldado Carlos Gustavo, que estava com a mochila deixada pelo bando, foi cercado por pelo menos 50 pessoas e agredido com paus, pedaços de vidro e barra de ferro. O bando recuperou a mochila com armas e drogas e ainda roubou o celular e a carteira do PM, que sofreu três cortes profundos na cabeça. Para escapar do linchamento, o soldado disse ter dado um tiro, que atingiu de raspão Alex Duarte Monteiro, de 21 anos. 
"O agente não reagiu porque tinha moradores participando do ataque. Não dava para saber quem era quem. Gustavo foi pego por estar com a mochila", contou um policial que participou da apreensão, pedindo para não ser identificado".

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

UPPs: O "POLICIAMENTO DE PROXIMIDADE" NÃO ESTÁ FUNCIONANDO BEM




Indubitavelmente, como o noticiário quase que diário comprova, o denominado "policiamento de proximidade" não está funcionando adequadamente nas comunidades onde foram implantadas as Unidades de Polícia Pacificadora.
Apresentado pelo governador Sérgio Cabral e pelo secretário Beltrame como o diferenciador na forma de atuação dos Policiais Militares nas comunidades carentes, o treinamento destinado à preparação para o "policiamento de proximidade" precisa ser revisto.
Aliás, como já cansamos de escrever e falar, todo o processo de implantação das UPPs precisa ser reavaliado, isso o mais rápido possível.

JORNAL O DIA 
19/12/2013
PM que fez disparo na Favela do Mandela é identificado por comandante de UPP 
Capitão Paulo Ramos colocou a arma do policial à disposição para uma perícia. 
PMs envolvidos na ocorrência ficarão afastados das funções operacionais até conclusão do inquérito 
MARCELLO VICTOR 
Rio - O capitão Paulo Ramos, comandante da UPP Arará/Mandela, já identificou o policial militar que fez o disparo que matou o idoso José Joaquim de Santana, de 81 anos, com um tiro no rosto durante um manifestação na comunidade Mandela II, no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte, na noite desta quarta. A informação foi divulgada nesta quinta pela Coordenadoria de Polícia Pacificadora nesta quinta-feira (Leia mais).

No curso da investigação não custa verificar se o PM recebeu as necessárias instruções para o correto uso da arma de fogo.
Isso não custa nada e pode fornecer subsídios importantes.

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

PACIFICAÇÃO: OS PMs DAS UPPs NÃO SÃO O CRÈME DE LA CRÊME DO GOVERNO CABRAL?

O desaparecimento do senhor Amarildo, morador da Rocinha completou três meses, ele é um dos 35.000 desparecidos no período do governo Sérgio Cabral. 
Dez Policiais Militares foram presos ao final do inquérito policial acusados de "tortura seguida de morte" e "ocultação do cadáver". 
Nos últimos dias, finalmente, a imprensa noticiou a possibilidade de existirem provas da tortura, algo que inexistia no noticiário anteriormente. As novidades surgiram nos depoimentos prestados por PMs da UPP da Rocinha, os quais alegaram terem ouvido sons semelhantes ao produzidos no curso de agressões físicas.
Obviamente, aumentaram as possibilidades dos PMs presos serem os responsáveis pelos crimes pelos quais são acusados, situação que deverá determinar a prisão de mais uma dezena de PMs da UPP, totalizando vinte ou mais.
Isso é gravíssimo.
A gravidade não repousa apenas na possibilidade de integrantes da tropa pacificadora estarem desempenhando suas funções na contramão dos direitos humanos, empregando atitudes típicas dos piores criminosos: os traficantes de drogas. Em apertada síntese, tal absurdo sinaliza que o morador pode ter trocado seis por meia dúzia, pode apenas ter trocado de carrasco.
Deve nos causar maior repulsa e imensa preocupação o fato de que esses jovens PMs são apresentados pelo governo como os melhores treinados pela Polícia Militar, os treinados com base nos direitos humanos, na negociação de conflitos e no policiamento de proximidade. Eles seriam o "crème de la crème". Seriam a cereja do bolo. Seriam o melhor da Polícia Militar. Inclusive, segundo o governo eles são empregados nas UPPs exatamente porque não possuem os vícios dos mais antigos, tais como: a corrupção e a violência.
Recentemente, na Polícia Civil uma afirmação semelhante por parte do governo provocou a revolta de policiais mais antigos e gerou um pedido de desculpas. Na Polícia Militar, todos se calam.
Se efetivamente esses jovens PMs participaram diretamente da tortura, da morte e da ocultação do cadáver, algo está muito errado nesse projeto de pacificação. O silêncio deles por três meses diante de tamanha barbárie também é injustificado.  Não custa lembrar que os casos de violência se sucedem nas UPPs (vários moradores da Rocinha alegaram terem sido torturados, citando um exemplo) e os casos de corrupção policial também já estamparam as primeiras páginas da imprensa, envolvendo Oficiais e Praças.
Salvo melhor juízo, alguém está sendo enganado.
O povo está sendo enganado, isso na minha modesta opinião.
Juntos Somos Fortes!