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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

PREVIDÊNCIA - PRIMEIRA MISSÃO DOS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES ELEITOS

Excelentíssimos Policiais Militares e Bombeiros Militares eleitos (ou reeleitos) em 2018, a festa acabou e o trabalho começou.
A primeira missão que as centenas de milhares de militares estaduais espalhados pelo Brasil determinam é que lutem (e vençam) a "Batalha da Previdência".
Não podemos perder nenhum direito.
Os militares federais e estaduais são iguais? SIM.
Os militares devem ser considerados diferentes dos civis na reforma da previdência? SIM.
Convençam ao governo que se perder nosso apoio, perde tudo.
O artigo que publico a seguir fornece os elementos necessários para começarem o "combate".
Repito: 
- Parabéns! A festa acabou e o trabalho começou, cumpram a missão.



quinta-feira, 5 de maio de 2016

O FRACASSO DO SECRETÁRIO BELTRAME E A PREVIDÊNCIA DOS MILITARES



Prezados leitores, transcrevemos artigos da lavra do ex-prefeito Cesar Maia: 

"Ex-Blog do Cesar Maia
REFORMA PREVIDENCIÁRIA ! ATENÇÃO ! PRUDÊNCIA QUANTO À APLICAÇÃO DA IDADE MÍNIMA ! OS SERVIDORES MILITARES E POLICIAIS SÃO CASOS À PARTE ! 
1. A carta econômica de abril do Credit Suisse traz uma lista de prioridades para superar a crise econômica e dentro dela a crise fiscal. 
A prioridade número 1, neste documento, é a reforma previdenciária. 
Mas há de se abordar o tema com prudência, pois do outro lado dos números estão estruturas organizacionais e carreiras funcionais que são afetadas de forma diferenciada. 
2. Esse documento do Credit Suisse tem basicamente os mesmos itens do que se tem escrito, analisado e vazado. 
Um deles diz assim : 
“Aumento da idade mínima para aposentadoria para, ao menos, 65 anos para os setores público e privado, com equiparação dessa idade mínima para aposentadoria de mulheres e homens. Ao mesmo tempo, é necessário definir uma regra para elevação gradual da idade mínima à medida que a esperança de vida da população é ampliada. Regra de transição para aposentadoria dos atuais trabalhadores, de forma a promover uma imediata redução do déficit da Previdência Social." 
3. A maior permanência no serviço público tem efeitos e impactos diferenciados. 
Em vários casos a idade mínima afeta o tempo de permanência em serviço, sem desorganizar a carreira. 
Mas quando o tempo de serviço e o conhecimento incorporado geram uma progressão funcional continuada dentro de uma hierarquia estabelecida, tem-se situações muito diferentes. 
4. O engarrafamento nos níveis superiores da carreira, se for resolvido com repressão às promoções, produz uma ampla, geral e irrestrita desmotivação e confusão. 
E se for simplesmente absorvida se passará a ter um aumento dos efetivos previstos em lei, nas hierarquias superiores, aglomerando pessoal na mesma hierarquia. 
5. Nesse segundo caso — dadas as responsabilidades que competem a estes níveis — se estará estimulando uma concorrência predatória nos mesmos níveis superiores, e mesmo médios; ou produzindo uma enorme ociosidade funcional pelo excesso de pessoal superior para um mesmo cargo. 
6. Estes itens anteriores — 3, 4 e 5 — se referem às carreiras dos Militares das Forças Armadas, das Polícias Militar e Civil, e das Polícias Federais. 
7. Portanto, o critério da idade mínima não pode ser aplicado a essas carreiras sob pena de desorganizá-las nos seus níveis superiores, produzindo uma perigosa quebra de hierarquia ou de ociosidade hierárquica. 
8. Nesses casos, a aplicação da idade mínima, simplesmente aritmética a essas carreiras, ao contrário de reduzir custos, o que produzirá será a desorganização do serviço público nos estratégicos serviços de segurança estratégica e segurança pública, e seus respectivos custos pela desfuncionalidade. 
9. Entendendo-as como partes integrantes do sistema de justiça e segurança, essa desorganização afetará a própria estabilidade institucional, pelas funções constitucionais que cumprem essas carreiras. 
* * * 
SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DO RIO DESANIMADO E DEPRIMIDO COM A SITUAÇÃO! 
(Globo, 04) 
1. A falta de perspectivas para planejar a política de segurança no ano das Olimpíadas, em decorrência da crise financeira do estado, motivou o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a fazer um desabafo : 
— “Já pensei várias vezes em largar o cargo”. 
Embora tenha dito que ainda pode dar sua contribuição, Beltrame, sem o otimismo que virou sua marca registrada ao longo dos nove anos na pasta, afirmou ontem que, como administrador, fica angustiado por não ter o que fazer, pois não há dinheiro nos cofres do estado. 
2. — A gente vê o estado numa situação de miserabilidade, a ponto de os salários dos servidores, principalmente inativos, não serem pagos. Programas de metas de incentivo aos Policiais e o Regime Adicional de Serviço (RAS) foram por água abaixo (no mês passado, o governo do estado pagou os atrasados de novembro). Vejo as aeronaves e os carros blindados, que a polícia foi buscar lá fora, parados. É uma situação complicadíssima, que, sem dúvida, compromete o trabalho da segurança pública — afirmou. 
3. O residente da CPI das Armas, deputado Carlos Minc (PV), contou que percebeu o desânimo de Beltrame quando ele foi depor na comissão : 
 — Ele está num estado de depressão enorme. Viveu a glória de ter enfrentado, de forma criativa, o domínio territorial do tráfico. Devemos isso a ele. Beltrame sempre foi bem disposto, com respostas diretas. Hoje, está apático.

Juntos Somos Fortes!