A Rede Globo realizou um debate entre os presidenciáveis que se iniciou ontem e terminou hoje.
Eu assisti do início ao fim, inclusive as breves entrevistas com os candidatos após o debate.
A preparação da emissora para a realização do debate deixou muito a desejar sobre no controle dos microfones e na concessão de direitos de resposta.
A ideia de colocar os candidatos frente a frente fracassou por completo.
Eles estavam tão próximos que não adiantava cortar o microfone daqueles que interferiram na fala de quem respondia as perguntas, gerando até bate-bocas.
Em síntese, a moderação não conseguiu controlar os candidatos.
Os direitos de resposta atendidos foram tantos que em dado momento o debate se resumia a troca de ofensas entre dois candidatos.
O apoio explícito do candidato Padre Kelmon (Conheça o candidato) ao candidato (Presidente) Jair Bolsonaro o colocou exatamente na posição de "cabo eleitoral do Presidente", como foi dito no transcorrer do debate.
A candidata Soraya Thronicke se perdeu inteiramente.
Os candidatos Bolsonaro e Lula trocaram graves acusações e enalteceram os respectivos governos, o que já era esperado.
Penso que terminado o debate os eleitores indecisos tendem a optar por Ciro Gomes, Felipe d'Avila ou Simone Tebet.
Além disso, o debate deve ter contribuído para aumentar as abstenções, os votos nulos e os votos em branco, considerando o desalento dos eleitores com relação à política e aos políticos.
Excelentíssimos Policiais Militares e Bombeiros Militares eleitos (ou reeleitos) em 2018, a festa acabou e o trabalho começou.
A primeira missão que as centenas de milhares de militares estaduais espalhados pelo Brasil determinam é que lutem (e vençam) a "Batalha da Previdência".
Não podemos perder nenhum direito.
Os militares federais e estaduais são iguais? SIM.
Os militares devem ser considerados diferentes dos civis na reforma da previdência? SIM.
Convençam ao governo que se perder nosso apoio, perde tudo.
O artigo que publico a seguir fornece os elementos necessários para começarem o "combate".
Repito:
- Parabéns! A festa acabou e o trabalho começou, cumpram a missão.
Excluir as Polícias Militares será a receita do fracasso de Moro
Por Major Aguiar
As vésperas da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro a população brasileira está cheia de expectativa e esperança. Após mais de uma década de “progressismo” petista parece que chegou o momento da recuperação do espírito da pátria. No hall dos anseios que embalam os corações uma das áreas mais sensíveis para o novo governo será a segurança pública, principal bandeira na eleição do novo chefe do executivo e assunto visceral para sociedade brasileira que convive com a absurda estatística de mais de 60.000 homicídios por ano.
Foto: Sérgio Lima/Poder 360
A nomeação do juiz Sérgio Moro para o Ministério da Justiça, que fagocitou o recém-criado Ministério da Segurança Pública, desponta como uma luz ao fim do túnel, dado todo o capital moral e político que o magistrado angariou, resultado do sucesso das ações desencadeadas na Operação Lava Jato. Ao colocar figurões da política na cadeia o magistrado tornou-se, de forma justa e meritosa, o depositário fiel da confiança brasileiros em tudo que se refere ao combate ao crime. Creio firmemente que esta liderança não deve ser desperdiçada e Sérgio Moro tem a oportunidade de ser o timoneiro de uma política que, se aplicada de forma correta e precisa, pode salvar a vida de milhares de brasileiros.
Entretanto, para alcançar resultados efetivos, a experiência na operação Lava Jato não será suficiente. Apesar da complexidade das conexões criminosas e das operações financeiras das quadrilhas que buscavam, pelos mais diversos artifícios, camuflar a ilegalidade de suas operações, seus golpes seguiam uma lógica, ocorriam sob uma ótica negocial visando lucro, benefícios estatais, vantagens políticas e manutenção de determinados grupos políticos no poder. A racionalidade das operações acabaram deixando um rastro de ligações entre os criminosos que pôde ser seguido, essencialmente, pelo acompanhamento do combustível desta máfia, o dinheiro. A estratégia do “Follow the money”.
O crime que mais aflige o brasileiro é disperso, pulverizado nas cidades, bairros e favelas. Vai desde o tráfico de drogas e as milícias, passando pela violência doméstica, furto, roubo, os crimes passionais, os acertos de contas e todo o varejão da criminalidade que torna a vida no Brasil um inferno, seja pela insegurança da integridade física ou pelo perigo iminente da perda de patrimônio. E o grande desafio do enfrentamento do crime cotidiano são suas características caóticas e, algumas vezes, irracionais. Os catalisadores fisiológicos deste organismo são a impunidade, as políticas públicas ineficientes, desarticulação das ações entre as várias esferas do governo, cultura judiciária tolerante com o crime, o sistema processual burocrático e lento, o complexo penitenciário decadente e a ausência de um sistema de dados fidedignos, atualizados e integrados que possa ser utilizado por todas as agências responsáveis pela imposição da lei.
As estratégias anunciadas pelo futuro ministro da justiça parecem estar focadas essencialmente no combate a corrupção e ao crime organizado, e é fundamental esta ação central para desarticulação das lideranças, dos cartéis e das quadrilhas. O problema é que, no Brasil, nem mesmo o crime é realmente organizado e, infelizmente, o desmantelo das organizações, como PCC ou Comando Vermelho, não serão suficiente para aliviar a vida do cidadão comum. A luta contra o crime organizado é fundamental, para que fique claro, e deve ser o foco das ações do governo federal. Contudo, é preciso lembrar que diferente das máfias italianas ou americanas, no Brasil, não existem famílias ou dinastias que se perpetuam no comando deste tipo de organização. Ao contrário elas funcionam mais como uma marca e, não raro, quando um grupo de liderança é neutralizado outro grupo organiza-se sobre a mesma bandeira, ainda que não tenham nenhuma ligação com o grupo original. E pela força da “marca” da quadrilha o novo núcleo executivo acaba cooptando os criminosos nas comunidades, uma franquia do crime. Uma hidra, corta-se a cabeça e duas nascem no lugar.
General Theophilo indicado por Moro para SENASP
Para o a resolução efetiva do problema do crime no Brasil é fundamental que as ações e políticas públicas tenham capilaridade suficiente para alcançar a maior parte do território nacional e a únicas forças públicas com efetivo, capacidade logística e operacional para isso são as Polícias Militares. Corporações que de forma sistemática tem sido deixadas de lado no planejamento estratégico e são lembradas apenas na execução operacional das políticas e programas, mesmo respondendo pelo atendimento de 90% de todas as ocorrências relacionadas a segurança pública. Apesar disso, o governo federal, mantém os gestores das polícias militares afastados dos núcleos de planejamento e das decisões estratégicas, privilegiando a participação de militares do Exército e de Policiais Federais, principalmente delegados, que, apesar de estarem preparados para as ações de combate as quadrilhas organizadas, pela própria natureza de suas instituições não tem a menor ideia das realidades locais ou do funcionamento das polícias estaduais. E em razão de suas culturas institucionais, formação e prática profissional não conseguem articular políticas e ações que tenham resultados relevantes.
Pode-se traçar um paralelo que, guardadas as devidas proporções, dá uma ideia do que significa o combate isolado as estruturas e organizações centrais do crime sem articulação e ataque coordenado aos organismos locais, desarticulados com hierarquia fraca e atuação caótica. Quando as forças armadas americanas invadiram o Iraque, em poucos dias o exército regular foi vencido. Entretanto, mesmo com as forças regulares desarticuladas, ou seja, sem apoio logístico ou organização central, uma plêiade de milícias tornou a conquista americana inócua. Os ataques dispersos, os interesses difusos e o desconhecimento da realidade local resultou na retirada das poderosas forças armadas, sem que a paz fosse restabelecida de maneira efetiva. O mesmo risco corremos se as estratégias centrais desprezarem as forças policiais locais, especialistas na operação em um teatro caótico e difuso. Com o agravante de que a eliminação dos entes centrais das organizações criminosas pode levar as forças marginais dispersas a uma escalada da violência, seja pela disputa do vácuo deixado no poder, pelo estabelecimento de novas fronteiras para prática do crime ou mesmo para demonstração de força. Esta última indispensável para sobrevivência nos palcos locais, onde os boatos sobre o fim das organizações podem levar as pessoas ao questionamento dos criminosos que, atualmente, estão no “comando” das comunidades.
Infelizmente tudo leva a crer que a gestão do juiz Sérgio Moro, pelo menos no que se refere a segurança pública, seguirá o mesmo modelo que tem se mostrado ineficiente nas últimas duas décadas. No time do magistrado todas as 27 corporações policiais militares foram solenemente ignoradas e seu gabinete para o tema segue o mesmo padrão fracassado adotado por sucessivos governos, apenas generais e delegados federais terão lugar nas decisões estratégicas. Estão estabelecidos os requisitos para o fracasso. Afinal, como é possível que os principais protagonistas da questão, excluídos do processo de planejamento, submetam suas corporações à ações traçadas por pessoas que, apesar da competência e honestidade, pouco sabem sobre o funcionamento e a realidade de suas instituições. Mantida esta formação o ministério de Moro será mais do mesmo, frustrando um dos principais anseios da população.
O início do mandato do excelentíssimo presidente Jair Bolsonaro deveria ser o divisor de águas entre a posição de "pedra" do período parlamentar para a posição de "vidraça", como chefe de poder executivo, mas isso acabou sendo antecipado para o período da transição, como temos lido e ouvido.
É esperado uma trégua no período festivo entre o Natal e as comemorações do ano novo, como também é esperado reinício dos ataques logo nos primeiros dias de 2019.
Penso que é preciso que o nosso presidente e toda sua equipe internalizem essa nova posição de "vidraça", a qual merecerá uma série de medidas defensivas.
Cada decisão, cada nomeação, deve ser pensada e repensada mil vezes.
Voltar atrás pode ser encarado como sinal de sabedoria por muitos, todavia pode sinalizar como dúvida ou fraqueza para outros.
Cada palavra deve passar pelo mesmo rito de avaliação.
Um deputado federal pode se expressar com uma liberdade muito maior do que um presidente, isso é óbvio.
Uma palavra mal dita por um deputado tem efeitos bem diversos do que uma dita pelo presidente, que pode virar um desastre.
Tudo deve passar por crivos.
O "bate-pronto", as respostas rápidas, precisam dar lugar à calma e à precisão.
O deputado estadual Flávio Bolsonaro, eleito senador, goza da minha confiança.
Nunca ouvi ou li nada que o desabonasse como parlamentar.
Ele sempre atuou ativamente nos movimentos dos policiais, bombeiros e servidores públicos, inclusive foi um dos parlamentares responsáveis por promover a saída de policiais e bombeiros militares que estavam presos ilegalmente em Bangu 1 por ordem de Sérgio Cabral.
A seguir transcrevo matéria do jornal O Globo e concordo quando afirma que o silêncio do assessor é ruim para ele.
"Mantendo nossa coerência de sempre, não existe passar a mão na cabeça de quem errou.
NÃO FIZ NADA DE ERRADO, sou o maior interessado em que tudo se esclareça pra ontem, mas não posso me pronunciar sobre algo que não sei o que é, envolvendo meu ex-assessor.
A mídia está fazendo uma força descomunal para desconstruir minha reputação e tentar atingir Jair Bolsonaro. Não acreditem nesse enredo absurdo que mídia criou para tentar manipular a opinião pública.
Basta ver como abordam a movimentação na conta de meu ex-assessor, como se ele tivesse recebido R$ 1,2 milhões, quando na verdade foram R$ 600 mil que entraram mais R$ 600 mil que saíram de sua conta. Ainda assim um valor alto e que deve ser esclarecido por ele, que tomou a decisão de não falar com a imprensa e somente falar ao Ministério Público. Isso é ruim pra mim, mas não tenho como obrigá-lo.
Há suspeitas nas movimentações financeiras de assessores de vários partidos, incluindo do PSOL, mas a mídia só ataca a mim.
Fico angustiado, querendo que tudo se esclareça logo e não paire mais nenhuma dúvida sobre minha idoneidade, pois garanto a todos que não dei e nunca darei motivos para isso.
Não vou decepcionar ninguém, confiem em mim. Se Deus quiser, tudo será esclarecido em breve.
Eu votei no Presidente da República e no Governador do Rio de Janeiro eleitos.
Fiz campanha ativa e contínua para eles e contra seus adversários, não por considerá-los a salvação do país e do estado, mas por considerá-los melhores que os outros pretendentes aos cargos.
Claro que a carreira política do deputado Jair Bolsonaro, centrada na honestidade, foi um fator decisivo na escolha do voto, mas confesso que nada sabia sobre o nosso próximo governador antes da candidatura. Votei nele sobretudo porque jamais votaria (ou votarei) em um parceiro do ex-governador Sérgio Cabral.
Em síntese, votei em um pela honestidade e no outro pela desonestidade do grupo que ele seu principal adversário representava.
Dadas as explicações preliminares, com as quais penso ter deixado minha posição clara sobre as escolhas que fiz, passo a esclarecer porque tenho feito publicações no Face alertando que nós, os que votamos em Jair Bolsonaro, não podemos dar as mesmas desculpas que tanto criticamos da esquerda, isso no episódio envolvendo assessores do deputado estadual Flávio Bolsonaro.
Penso que isso seja uma guerra que deve ser ganha com um tiro só.
Os assessores publicamente explicam as movimentações financeiras.
Havendo algo errado investigue-se, não havendo, vida que segue.
Ponto final, vamos governar.
Não podemos é ficar alegando nas redes que só agora o COAF acordou; que a falecida primeira-dama Marisa enriqueceu vendendo Avon etc.
Tais desculpas a esquerda dava, jogando a culpa em outros pelos seus "malfeitos" ou dizendo que não sabia.
Sou veterano de Festa do Aspirantado. Quatro anos de cadete, outros quatro de “frango”, sempre com o quarto ano de Cavalaria, me fizeram íntimo dessa emoção, que todos, principalmente os futuros aspirantes, vivemos intensamente. Cheguei ao PTM para mais uma entrega de espadas, no último sábado. Já havia acompanhado, de perto, o Pres Rep,!em quatro outras oportunidades (Collor e Itamar). Era então adjunto da Casa Militar. De repente, as manifestações totalmente inéditas, vindas do imenso público presente, me transportaram à realidade. Dessa vez, eu era assessor direto de Jair Bolsonaro. Mais ainda, ele era o primeiro Presidente da República, militar, formado no nosso maior santuário. As perguntas seguintes me levaram a profundas reflexões:
- será que ele, Bolsonaro, tinha ideia da imensa responsabilidade dessa constatação?
- o que isso (ser cadete da AMAN) colocara na alma do novo Cmt Supremo das Forças Armadas?
- o que essa nova realidade significaria, daqui em diante, para o resgate histórico das FA, tão injustiçadas e vilipendiadas, ao longo de 54 anos?
Recordei nossa festa, nossos pais, parentes e amigos, vibrando com a nossa conquista.
O canto da Canção da Academia fez rolar no meu rosto, algumas lágrimas, até então, duramente contidas.
Lembrei, então, do que Bolsonaro já repetiu, para mim, inúmeras vezes: “- General, me ajude, eu não posso errar, senão perderemos a única chance de mudar o Brasil. Se a canalha voltar, nunca mais....”
Queria passar isso a vocês, meus irmãos de fé e de ofício. Durmo e acordo pensando nisso.
Rezem por nós. Que Deus nos ilumine. Estamos juntos.
FEDERAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS
-FENEME
SERVINDO E PROTEGENDO QUEM SERVE E PROTEGE
CARTA DE FOZ DO IGUAÇU-PR
Os Oficiais dirigentes das entidades de Oficiais Militares dos Estados, federadas a Federação Nacional das Entidades de Oficiais Militares Estaduais (FENEME), representando 65 mil militares estaduais associados, reunidos em Reunião Geral Extraordinária na cidade de Foz do Iguaçu - Paraná, proclamam a presente “Carta de Foz do Iguaçu” nos seguintes termos:
I – Parabenizar o Deputado Federal Jair Bolsonaro pela eleição a Presidente da República Federativa do Brasil, enaltecendo sua histórica defesa dos policiais militares e bombeiros militares do Brasil durante seus mandatos na Câmara dos Deputados.
II – Confiar que nosso Presidente eleito saiba bem conduzir a política de segurança pública no Brasil há muito tempo relegada a segundo plano, promovendo a deliberação necessária em pontos caros para os militares dos Estados e Distrito Federal, tais como o Ciclo Completo de Polícia, o Código Nacional de Bombeiros, a Lei Orgânica das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, o estabelecimento de percentual constitucional da arrecadação de tributos para a segurança pública, dentre outros, bem como uma participação mais efetiva no futuro Ministério da Justiça e Segurança Pública, reconhecendo no entanto a importância de se manter Ministério próprio para a Segurança Pública.
III – Que seja reconhecida a importante atuação política dos militares que integram as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (e de seus dependentes) para a eleição do Presidente da República e que se traduza, finalmente, na destinação do necessário e almejado protagonismo dos profissionais de Polícia Militar e Bombeiro Militar no tocante à concepção e aplicação de políticas públicas e alterações legislativas destinadas à otimização da segurança pública e defesa civil.
IV – Por suas peculiaridades, reafirmar o entendimento de que os militares dos Estados e do Distrito Federal devem ter um regime especial para regular suas condições de ingresso na inatividade, assim como para o estabelecimento de pensões, tal como se dá com os militares das Forças Armadas, por simetria.
V – Enaltecer a postura do Governador eleito do Estado do Rio de Janeiro, Senhor Wilson Witzel, por sua intenção de extinguir a Secretaria de Segurança Pública, elevando as Polícias em nível de Secretaria, em detrimento de uma pasta que tem servido historicamente para projetar politicamente seus titulares e governantes em prejuízo da segurança pública.
VI – Enaltecer as posturas do Ministério Público e do Tribunal de Justiça do Piauí, que provocados pela Associação dos Oficiais Militares Estaduais do Piauí – AMEPI, culminaram por adotar, na segurança pública daquele Estado, a integração de dados entre as Polícias e o Ciclo Completo na atividade policial por parte da Polícia Militar, nas infrações penais de menor potencial ofensivo, no denominado Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
VII – Repudiar a postura do Governador eleito do Distrito Federal, por divulgar a intenção de extinguir a Casa Militar, órgão presente em todos os Estados da Federação, que historicamente zela pela segurança do Executivo, instituindo em seu lugar um Gabinete de Segurança Institucional, chefiado por um delegado de polícia civil.
VIII – Repudiar a postura do Governador eleito do Estado de São Paulo de criar a figura de um interlocutor, Secretário Executivo, entre o Secretário da Segurança Pública e o Comandante Geral da PM, posicionando figura tão importante na hierarquia institucional num escalão inferior na estrutura do Estado.
ENTENDA O PORQUE DA EXTINÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO
Glória Tereza Lopes
O ministério do Trabalho, foi criado em 1930, pelo Getúlio como Ministério do Trabalho, indústria e comércio, com o objetivo de normatizar a CLT, que não havia na época e que veio consolidar em 1943.
Daí,o Ministério do Trabalho, conforme o decreto 5063/2004 tem como atribuição, ditar normas regulamentadoras, instruções normativas, portarias, fiscalização do trabalho, políticas pra novas geração de emprego, modernização das relações de trabalho e política salarial. Então como você pode notar, as atribuições a essa pasta, praticamente não existem mais, muitas dessas funções, são atribuições do Ministério da Fazenda como: políticas de geração de emprego e salarial.
Agora, pasmem, o orçamento do Ministério do Trabalho é de 9 bilhões por ano!! E conta com 7046 servidores. E mais, desses 9 bilhões, houve investimento ao trabalhador em apenas 94 milhões, ou melhor, faz a conta: são 9 BILHÕES/ANO e apenas 94 MILHÕES para o trabalhador, ou seja, apenas 1% para o "trabalhador", o restante, 99% é investido em cargos e salários de funcionários e indicações políticas.
Com o fim da contribuição sindical,num ponto de vista bem prático, o Ministério do Trabalho só tem duas funções:
- fazer a gestão de fundos, coordenando o FGTS ( que já está com o Ministério da Fazenda via Caixa Federal) e o FAT ( Fundo de Amparo ao Trabalhador ).que também está com a caixa.
- Também esse ministério, faz a manutenção de cartas sindicais( que é a abertura de novos sindicatos). Lembro a você,que há uns meses, tivemos um ministro demitido por vender sindicatos dentro do ministério - escroto, não?
Daí, que o Ministério, perdeu sua função, tornando um instrumento corporativo para o controle da contribuição sindical e abertura de novos sindicatos.
A ideia do novo governo. é entregar a fiscalização trabalhista ao INSS - fiscalização previdenciária. Também, o governo Bolsonaro entende que os sindicatos devem sobreviver com as mensalidades dos seus filiados, tirando-os das costas do tesouro da união. É por isso que o PT choraminga tanto!!
Como nota-se, ninguém está perdendo direitos trabalhistas, como informa o PT. Os direitos trabalhistas estão inscritos no artigo sétimo e só podem ser mudados sob emenda constitucional.
O resto é mexerico!! reformas virão, o Brasil está mudando. O estado mínimo virá.
O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel enfrentará o que posso classificar como o segundo maior desafio para exercer um governo a partir de 2019.
O maior será governar o Brasil, tarefa que a maior parte dos eleitores atribuiu ao deputado federal Jair Bolsonaro.
O novo governador receberá um Rio de Janeiro destroçado em todas as áreas do serviço público, com as finanças totalmente desequilibradas, com servidores clamando por reajuste e pelo recebimento dos seus salários, proventos e pensões em dia (início do mês), citando alguns problemas.
Bolsonaro não pode errar um "tiro", Witzel também não.
Não haverá tempo para treinamento no exercício da função, os "inimigos" estão prontos para "cair matando" a cada erro, o que aumenta geometricamente a importância de fazer escolhas acertadas na formação da equipe.
Diante desse quadro, penso que a cautela deve ser a regra.
Escolher com muito critério, ouvindo diversas vozes e tendo também muito cuidado para escolher o momento certo de anunciar cada membro.
Penso ser indispensável ouvir os quadros (os integrantes de carreira de cada área) antes de escolher.
Meras indicações devem sofrer profundas análises e devem ter o aprovo das categorias.
O "chefe" tem que ter o apoio dos chefiados.
Limpar cada setor das influências do governo Pezão é outra ação que eu não deixaria de praticar no primeiro dia, encheria o Diário Oficial de exonerações.
Em suma, os desafios serão hercúleos, mas Bolsonaro e Witzel têm a maior parte da população ao seu lado, o que é um fator preponderante para o sucesso, basta colocarem a "canja de galinha" na dieta e tudo dará certo.
As eleições deste ano revelaram uma mobilização popular que envolveu milhões de brasileiros para eleger o deputado federal Jair Bolsonaro como o novo presidente do Brasil.
Não foi fácil vencer o PT, mas o povo conseguiu.
Povo que deposita esperança em Bolsonaro para a promoção das mudanças urgentes que precisam ser implementadas, isso para vencer a cleptocracia instalada e para fazer o Brasil crescer, promovendo cidadania para a população que hoje nem consegue usufruir dos direitos básicos como: saúde, segurança e educação.
No Rio de Janeiro, a cleptocracia está desmanchando e esse processo precisar se tornar nacional.
É óbvio que os derrotados não ombrearão neste projeto de higienização do governo e de oferecer serviços públicos básicos de boa qualidade para a população.
Ao contrário, devemos esperar as mais diversas ações para prejudicar o governo Bolsonaro.
Ataques virão por todos os lados e através de todos os meios e nós estaremos sempre prontos a defender seu governo, vale avisar aos incautos.
Diante de tal realidade, neste período entre a eleição e a posse, se faz necessário que o nosso presidente realize uma adaptação pessoal, entendendo que deixou de ser pedra (legislativo) e passou a ser vidraça (executivo).
Isso o fortalecerá, aumentando a capacidade de defesa, "blindando a vidraça".
A esquerda brasileira, após governar o país por treze anos, teve interrompido o seu projeto de poder absoluto, isso com a derrota do seu candidato à presidência.
O golpe foi muito duro, tanto que ao invés de aceitarem a derrota, como outros fizeram quando a esquerda saiu vitoriosa, seus integrantes falam em resistência.
Resistência contra a vontade popular?
Como devemos denominar isso?
Tudo indica que trabalharão para o fracasso do próximo governo, torcendo para quanto pior for o governo, melhor para eles.
Como se algum governo pudesse ser pior que o deles.
Tal realidade faz com que seja indispensável que a mobilização popular que elegeu Jair Bolsonaro não seja desmobilizada ao longo do governo.
É hora de unir o povo que quer construir um Brasil melhor e se a esquerda realmente está apostando no contrário, pode ter certeza que seremos a resistência democrática nas redes sociais e nas ruas, isso se preciso for, mas sempre de forma ordeira e pacífica como sempre fizemos.
O povo demonstrou com clareza solar que não quer o socialismo, o comunismo, ou qualquer outro "ismo".
Quem quiser viver sob tais regimes que busque outro país.
O primeiro passo para resistirmos foi sugerido nas redes sociais: Não falemos mais neles!
Vamos vigiá-los com o olhar atento, mas vamos tirá-los da história.
As possibilidades do candidato Jair Bolsonaro vencer no primeiro turno das eleições presidenciais existe, mas para isso será necessária uma gigantesca mobilização do eleitorado que quer mudar os rumos do Brasil no sentido de construir uma nação próspera e democrática.
A vitória no primeiro turno acabará com o "esquema" que está sendo construído no sentido de todos (ou quase todos) os outros candidatos se unirem para apoiar quem estiver disputando com Bolsonaro, isso nesse indesejável segundo turno.
Tal segundo turno seria, em apertada síntese, uma disputa entre Bolsonaro e todo o sistema que vem destruindo o país ano após ano.
É preciso eliminar tal possibilidade no dia 7 de outubro para o bem do povo brasileiro.
"Danilo Gentili tem 16.3 milhões de seguidores no Twitter.
Ele fez uma pesquisa em seu perfil com os 5 nomes dos candidatos a presidência(acho que vale bem mais do que as pesquisas da Folha de São Paulo com 3 mil entrevistados).
Foi notificado pelo TSE, que isso era proibido e foi intimado a retirar a pesquisa do ar. Esta é a pesquisa é a postagem que ele fez em resposta.