JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

O CAOS DO RIO DE JANEIRO, O PREFEITO, O GOVERNADOR E AS MILÍCIAS




Divulgo artigo de Quintino Gomes Freire publicado no Diário do Rio para reflexão dos nossos leitores.

*Bastidores do Rio*

por Quintino Gomes Freire_

Estranho

Pedágio para o crime sempre foi pago por empreiteiras na cidade do Rio, e só agora Eduardo Paes denunciou, como fez questão de mostrar em suas redes, o adversário do prefeito em 2024, Otoni de Paula.

Estranho II

E vale lembrar, uma das principais fontes de renda de milícias são as vans, botijões de gás nas favelas e os ambulantes, e estas estão diretamente sob a égide do controle do Município que pouco ou nada faz.

Estranho III

E investigada por relações com a milícia, sendo chamada de madrinha, a deputada estadual Lucinha é do PSD de Eduardo Paes, e seu filho, o vereador Júnior da Lucinha, continua sendo secretário municipal.

Estranho IV

Não dá para reclamar de um lado e fechar os olhos para o outro. Sem dois pesos e duas medidas, se o combate à milícia precisa de forças de segurança armada, que peça ajuda à Polícia Federal de seu aliado político Lula.

Combinado?

O tweet de Eduardo Paes, aliás, endereçado diretamente a Ricardo Cappelli, foi visto com estranheza por alguns. Por um lado, é estranho você cobrar uma autoridade, inclusive sobre um crime que não é de sua competência.

Combinado? II

Dentro da política, cobranças públicas nem sempre são bem vistas, vide a que o próprio Prefeito fez uma vez a Lula que respondeu com “da próxima vez, pode me ligar“.

Combinado? III

Mas a verdade é que as respostas de Cappelli mostram que tudo não passou de um jogo combinado entre ambos. Bom, isso mostra afinidade entre os envolvidos.

Combinado? IV

Ruim para Cláudio Castro, que ficou esquecido no meio dessa história, mesmo tendo todo o aparato policial do estado sob seus braços.

Et tu

Filho do deputado federal pelo PSol Chico Alencar, Emanuel Alencar é assessor de Comunicação da Fundação Parques e Jardins. .Nada de nepotismo, afinal seu pai é oposição a Eduardo Paes, é por pura competência mesmo.

Et tu II

Só que há boatos de que Emanuel será candidato a vereador pelo mesmo PSol, que é oposição ao seu trabalho atual. Será que eleito, ele será oposição ferrenha como é o partido, caso Eduardo seja reeleito, ou será governo?

https://diariodorio.com/eduardo-paes-descobriu-as-milicias-em-2024-bastidores-do-rio/  


Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

O BRASIL FAZ DIREITA VOLVER, FAZ ESQUERDA VOLVER E FICA NO MESMO LUGAR



Nos movimentos a pé firme da ordem unida o comando "direita volver" seguido do comando "esquerda volver" faz com que o militar retorne à posição inicial, ou seja, a anterior ao primeiro comando.

A ordem inversa dos comandos também provoca igual resultado.

O Brasil parece condenado a situação semelhante nas últimas décadas e a população segue experimentando os mesmos problemas.

Têm faltado aos políticos brasileiros ao longo do tempo algo primário e indispensável, implantar um projeto de Estado para o Brasil, a ser seguido por todos os governos, sendo ele prévia e amplamente discutido com a população, afinal ninguém conhece melhor os problemas do país que os cidadãos.

Enquanto a preocupação for o "direita e o esquerda volver" e seus projetos de governos, o Brasil "não romperá marcha".

Juntos Somos Fortes!


domingo, 15 de janeiro de 2023

BRASIL, UM PAÍS DIVIDIDO E ENFRAQUECIDO



Dividir para enfraquecer, eis um dogma das guerras desde que o homem saiu da caverna e resolveu conhecer o planeta.

Cem mil (100.000)  anos se passaram e o dividir para conquistar continua valendo.

Longe de tentar criar uma teoria conspiratória baseada em uma intenção externa de dividir a população brasileira para conquistar o Brasil, o fato é que em termos políticos (ideológicos ???) a população está dividida em três (3) grupos de tamanho muito semelhante.

Um empate técnico...

Politicamente, um terço se intitula progressista, outro terço se diz conservador e o último é constituído pelos que desistiram da política, que poderíamos nomear como sendo os "desalentados políticos".

Tal realidade está sendo solidificada nas décadas recentes com as ações dos denominados "extremistas".

Isso enfraqueceu o Brasil.

A referida divisão está trazendo péssimas consequências em razão da "guerra" dos discursos e das ações dos extremistas conservadores e progressistas. 

O dito popular ensina que onde todos acham que estão com a razão, via de regra, ninguém tem razão e tudo indica que vivemos um momento bem próximo a isso.

Hoje o Brasil parece sem saída, considerando que os extremistas de ambos os lados diariamente alimentam essa "guerra", como destaquei, mas também sabemos que soluções sempre existem, o que nos faz depositar nossas esperanças, por falta de alternativa, nos "desalentados políticos", desde que mudem o comportamento e retornem ao cenário político, quem sabe vacinados contra essa péssima política que estamos vivenciando.

A política brasileira nas últimas décadas está longe de ser patriótica.

O Brasil, todo dia, sucumbe diante dos interesses de grupos que suprimem os interesses da população brasileira.

Tais grupos são os "inimigos internos", os que fomentam a divisão.

Deter essas "ímpias falanges", eis uma opção para que o país e a sua população resplandeçam.

Juntos Somos Fortes!


quarta-feira, 23 de novembro de 2022

POLÍTICA BRASILEIRA - OS FALSOS XEQUE-MATES



O xeque-mate ocorre no xadrez (esporte) quando o rei é atacado e não consegue se defender, o que determina o imediato término da partida.

Vale lembrar que a imposição de um xeque-mate não é a única forma de vencer uma partida de xadrez. O término do tempo do adversário é outra forma, assim como o abandono do adversário em face de uma posição que considere perdida.

O termo é usado fora do tabuleiro para exemplificar uma situação sem saída.

O mundo político brasileiro abusou do uso desse termo no atual ano eleitoral, inclusive nas redes sociais e na mídia em geral.

Sem medo de errar o termo foi usado mais de uma centena de vezes, sendo de uso quase que diário por youtubers, blogueiros e jornalistas ditos de direita e de esquerda.

Os meses foram passando e cada xeque-mate anunciado foi comprovado ser falso.

O mais recente uso foi com relação à decisão do Exmo Presidente do TSE, Alexandre de Moraes, sobre a pretensão do Partido Liberal de questionar milhares de urnas no segundo turno, isso porque ele devolveu o problema para o Partido Liberal solicitando idêntica análise com relação ao primeiro turno das eleições em face das citadas urnas terem sido usadas também naquele turno.

Será que teremos o primeiro xeque-mate verdadeiro ou a partida continuará?

Juntos Somos Fortes!

domingo, 20 de novembro de 2022

A EXISTÊNCIA DO "ISENTÃO" É UMA FAKE NEWS?



O termo "isentão" circula pelas redes sociais de forma depreciativa, sendo associado a uma postura tida como "covarde", em razão do eleitor não optar publicamente em qual dos lados vai votar ou votou, "ficando em cima do muro", como se costuma dizer.

Respeito tal opinião sobre os eleitores que não declaram publicamente o seu voto, afinal opinião cada um tem a sua e a única liberdade absoluta é a do pensamento, mas não posso concordar.

Vou tentar fundamentar a minha discordância.

No Brasil o voto é um dever, sendo obrigatório o comparecimento e a ausência deve ser justificada.

O voto além de obrigatório é secreto, para garantir o livre exercício do ato de votar.

Logo, nada justifica que o eleitor tenha que declarar publicamente em quem vai votar ou votou.

Declara quem quiser.

Quem não declara antes ou depois não merece crítica pois está exercendo um direito.

Esgotada a parte da infundada necessidade da publicidade, passo a tratar do muro.

Nas eleições majoritárias temos vários candidatos, sendo que na última existiu novamente uma polarização entre dois candidatos à presidência da república, por exemplo, um de cada lado do muro.

A eleição foi para o segundo turno entre esses candidatos.

No cenário desse segundo turno existiam eleitores dos dois candidatos, dos outros candidatos, além dos eleitores que votaram em branco e dos que anularam o voto.

Nesse quadro criaram o termo "isentão", significando que não escolheu um dos candidatos, como se fosse obrigatório que todos aqueles que não votaram nos dois candidatos no primeiro turno tivessem a obrigação de escolher um dos dois no segundo turno.

Como assim?

Exigir isso é uma violência sem qualquer fundamento minimamente aceitável.

É uma invasão no direito de milhões de eleitores que não queriam nem um, nem outro.

Seria como exigir para eles a obrigação de escolherem o que considerassem o menos pior.

Isso é absurdo e antidemocrático.

Vale lembrar que ao longo da campanha é natural que se tente convencer outros eleitores a votarem no nosso candidato preferido, mas após a escolha feita por ele, ela deve ser respeitada.

Não existe isso de "isentão", o que existe são eleitores que optaram por não votar em nenhum dos dois, em votar em branco ou em anular seu voto.

É isso!

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

A AUSÊNCIA DO EXMO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO





Eu estranho a ausência do Presidente Bolsonaro, sobretudo porque ele está no exercício da presidência até o dia 31 de dezembro de 2.022.

Desejo que isso não seja decorrente de um problema de saúde e espero que tenha relação com o bom senso na direção de não acirrar os ânimos daqueles que não aceitam os resultados da eleição presidencial.

Aliás, interessante destacar que não percebemos críticas ao processo eleitoral por parte de Governadores, Senadores, Deputados Federais e Estaduais eleitos ou não eleitos, a questão parece restrita à possibilidade apenas da manipulação da eleição para Presidente.

Certo é que o Presidente Bolsonaro está recluso, sendo o real motivo ainda não esclarecido.

Eu torço para que seja a prudência.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

O BICENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA E AS CRÍTICAS AO PRESIDENTE BOLSONARO



Ontem, o povo brasileiro comemorou o bicentenário da independência.

É fato que tivemos um 7 de setembro atípico, sobretudo no Distrito Federal e no Estado do Rio de Janeiro.

Em Brasília ocorreu o tradicional desfile cívico-militar, mas tivemos um "palanque vazio", algo muito simbólico, mas que prefiro que cada leitor forme a sua opinião sobre, por exemplo, a ausência dos Chefes dos Poderes Judiciário e Legislativo, de ex-Presidentes da República e de Presidentes das nações que integram a América do Sul.

Após o desfile o Presidente participou de um de um evento programado da sua campanha política, ato esse que vinha sendo convocado há meses e que reuniu entre 300 mil e 500 mil pessoas, segundo estimativas da imprensa.

Terminado esse ato político o Presidente viajou para o Rio de Janeiro, onde o 7 de setembro foi ainda mais atípico.

No Rio de Janeiro, a parte cívico-militar se existiu, eu não vi, ocorreu outro ato político com a participação do Presidente e do Governador do Estado do Rio de Janeiro.

O tradicional desfile na Avenida Presidente Vargas foi suprimido e a festa foi transferida para a praia de Copacabana pela primeira vez.

Ato esse também convocado com grande antecedência e que reuniu entre 150 mil e 200 mil pessoas, também segundo estimativas.

Em apertada síntese, esses são os fatos, a interpretação é livre.

Logo as críticas surgiram em desfavor do Presidente da República pela forma como teria se apropriado de uma data nacional para fazer campanha.

Tenho certeza que partidos políticos irão recorrer ao Poder Judiciário na tentativa de imputar ao Presidente o uso da máquina e de recursos públicos em seu benefício.

Deixo o juízo de valor sobre esses fatos para os leitores, mas não posso deixar de destacar que considero que o Presidente Bolsonaro conseguiu alcançar o seu objetivo no sentido de fortalecer a argumentação de que "só perde as eleições se ocorrer fraude nas urnas eleitorais".

As centenas de milhares de pessoas que compareceram aos atos em Brasília e no Rio de Janeiro são o argumento para alegar que o povo está com Bolsonaro e que todas as pesquisas eleitorais são mentirosas.

Ontem e hoje, recebi diversos áudios e mensagens com essa narrativa de conservadores que são Bolsonaristas.

Alguns chegaram a afirmar que "se não for no primeiro turno é fraude".

Uma imagem vale mais que mil palavras, ensina o dito popular, mas para uma melhor avaliação sugiro que pesquisem o número de eleitores por estado no site do Tribunal Superior Eleitoral.

No Rio de Janeiro, temos mais de 12.000.000 (doze milhões) de eleitores.

Isso significa que se estiveram em Copacabana 200 mil eleitores, o grupo constitui cerca de 2% (dois por cento) do eleitorado fluminense.

Encerro ratificando que não sou de esquerda, nunca votei na esquerda, portanto, nunca votei em Lula.

No artigo apenas citei os fatos que vivenciei nesse 7 de setembro.

Você, caro leitor, pode achar que estou totalmente errado, opinião que sempre respeitarei.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

ELEIÇÕES 2022 - OS "DEBATES DO FIM DO MUNDO"




Tenho por hábito assistir os debates entre os candidatos ao governo do Estado do Rio de Janeiro e os candidatos à Presidência da República, sobretudo os realizados por redes de televisão.

Assisti aos dois debates transmitidos pela Rede Bandeirantes.

Confesso que não gostei do que assisti.

Ontem, foi transmitido o debate para Presidência da República reunindo os 6(seis) melhores colocados nas pesquisas eleitorais.

Ao final aumentou minha preocupação sobre o pleito eleitoral em face da forma como está sendo desenvolvida a campanha nas ruas, nas redes sociais e nos debates.

Os dois candidatos que lideram com grande vantagem para os outros parecem não estarem preocupados com esse "clima belicoso" presente na campanha, fato esse que fez com que os outros candidatos levantassem a bandeira da pacificação do país, algo que fizeram questão de afirmar em vários momentos.

Isso preocupa.

Torço para estar errado e para que o dia seguinte das eleições no primeiro ou no segundo turno para a Presidência da República não represente o acirramento do quadro, o que poderia causar consequências não republicanas.

Juntos Somos Fortes!



segunda-feira, 25 de julho de 2022

VETERANOS E PENSIONISTAS - BOLSONARO APOIA CLÁUDIO CASTRO?



Os Veteranos e as Pensionistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar esperavam mais do Exmo Presidente Jair Bolsonaro, como a intervenção do órgão federal subordinado ao Presidente para a restauração da PARIDADE entre os Ativos e os Veteranos e as Pensionistas.

Até a presente data não se tem notícia de qualquer ação nesse sentido e o sistema remuneratório dos Militares do Estado do Estado do Rio de Janeiro continua imerso no caos, na ilegalidade e na desigualdade.

Ontem, o PL oficializou a candidatura do Presidente Bolsonaro como candidato à reeleição e Cláudio Castro estava presente na primeira fila, ele que é do mesmo partido.

Em tese, isso simboliza o apoio mútuo.

Diante do que Cláudio Castro fez contra os Veteranos e Pensionistas será necessário que os que apoiam o Presidente Bolsonaro consigam separar os dois candidatos, votando em Bolsonaro e votando no Coronel de Polícia REF LARANGEIRA.

É necessário aguardar a campanha avançar para constatar se existe de forma concreta ou não o apoio do Presidente Bolsonaro ao atual Governador, não é aconselhável se deixar levar pela primeira impressão, que não foi boa.

Os que não apoiam estão em situação mais confortável, basta votarem contra os dois.

O tempo mostrará a verdade.

Juntos Somos Fortes!


domingo, 10 de julho de 2022

ELEIÇÃO: A NOITE DO DIA 30 DE OUTUBRO DE 2.022



Familiares e amigos têm demonstrado preocupações com relação à noite do dia 30 de outubro de 2.022, quando o resultado das eleições no segundo turno será conhecido no Brasil.

Considero o sentimento eivado de razão, considerando que a polaridade das eleições para Presidência da República está produzindo a cada dia mais radicalismo entre parte dos apoiadores dos dois candidatos com predominância no pleito.

Situação que deve se acentuar após a noite do dia 2 de outubro de 2.022, quando será anunciado o resultado do primeiro turno.

Existe uma sensação no ar de que qualquer resultado que ocorra, não será recebido democraticamente.

Em síntese, ganhe quem ganhar, perca quem perder, teremos um grupo de radicais que não deverá aceitar o resultado.

Na última eleição presidencial realizada nos Estados Unidos, o ambiente era semelhante e deu no que deu.

O que poderá acontecer aqui?

Não existe qualquer novidade contida nas frases anteriores, mas apesar disso os que deveriam ser os primeiros para evitar extremismos, parecem gostar de apagar incêndios com líquidos inflamáveis.

Isso é assustador.

Eis apenas a minha opinião.

Juntos Somos Fortes!

 

sábado, 18 de junho de 2022

Vídeo >> A PRÉ CAMPANHA PARA PRESIDÊNCIA ESTÁ ENCHENDO O SACO

 

VÍDEO

Nada mais natural que a polarização entre dois candidatos para a disputa da Presidência da República, isso tem sido uma tendência.

O problema são os grupos que apoiam esses candidatos.

A situação atingiu tamanha gravidade que tudo de bom que acontece no Brasil, o grupo que apoia o candidato A atribui a esse candidato e o grupo que apoia o candidato B faz o mesmo direcionando para o seu candidato B.

Quando ocorre algo ruim, cada grupo atribui ao candidato adversário.

Tal procedimento invadiu as redes sociais e ocorre diariamente e durante as vinte e quatro horas de cada dia.

Respeitando as opiniões contrárias, isso está enchendo o saco, usando uma expressão popular.

O Brasil tem problemas crônicos que começaram bem antes dos governos desses candidatos e tem fatores positivos que também os antecederam.

Acho essa uma forma rasteira de fazer política e que piora diante da fabricação em massa de fakenews, uma estratégia que aproveita o fato do brasileiro não conferir conteúdos, acreditando no que lê ou assiste.

Tal processo está afastando as pessoas que não participam diretamente deles das redes sociais.

Grupos de ZAP, por exemplo, com grande número de pessoas, onde apenas meia dúzia publicam, os outros não interagem.

Isso está acontecendo também no Facebook, no Instagram e no Twitter.

Reafirmo, essa é a minha percepção, posso estar errado.

Qual a sua opinião?

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 27 de abril de 2022

ELEIÇÕES - NÃO PODE SER ESSE O NÍVEL DA CAMPANHA ELEITORAL


VÍDEO


Apoiadores do ex-presidente Lula e do presidente Bolsonaro se envolveram em um tumulto com troca de agressões físicas e verbais. 

Juntos Somos Fortes! 

sexta-feira, 1 de abril de 2022

ELEIÇÕES 2022 - NÃO CAIA NA ARMADILHA DA POLARIZAÇÃO. NÓS TEMOS CANDIDATO APÓS DÉCADAS DE SOFRIMENTO



Como comentei em vídeos anteriores não podemos cair na armadilha da polarização.

Eles apregoam temos que votar em A para B não se eleger e vice-versa.

Isso é uma forma de garantir seus candidatos no segundo turno.

Analise e escolha bem seu candidato.

Vote no que achar melhor.

Após várias décadas os Militares do Estado do Rio de Janeiro possuem um candidato para votar.
É a nossa melhor oportunidade de termos um governador brigando pelos ativos, veteranos e pensionistas.

Juntos Somos Fortes!

 

sábado, 26 de março de 2022

ESPECULAÇÃO OU VERDADE? - CLÁUDIO CARTRO AVALIA TROCAR BOLSONARO POR LULA



Será verdade ou mera especulação?

Transcrição:

"O BASTIDOR 

Claudio Castro avalia trocar Bolsonaro por Lula
Publicada em 20/03/2022 às 09:00
O governador Claudio Castro, que fechou com Jair Bolsonaro, avaliar deixar o PL para compor com o PSD, de Eduardo Paes, e dar palanque ao ex-presidente Lula. O movimento é improvável, mas está sob análise de Castro e de seus aliados.

Antes da filiação do presidente Jair Bolsonaro ao PL, Castro mantinha conversas com o PT fluminense. Chegou a se oferecer para encontrar o ex-presidente Lula e rejeitava dar palanque ao presidente.

Se levada a cabo a troca de partido, haveria muitas traições. Do governador para com Bolsonaro, e de Paes por abandonar o PDT de Ciro Gomes, indicando seu eterno aliado, o deputado licenciado Pedro Paulo, para a vice de Castro.

A possibilidade de troca, portanto, pode ser um sinal do governador a Bolsonaro, para que ele receba mais poder nas articulações fluminenses. Leilão é uma palavra vulgar, mas o movimento tem jeitão disso - de leilão".


Link: 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 20 de março de 2022

ELEIÇÃO - A TRAGÉDIA DA POLARIZAÇÃO NAS ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE, GOVERNADORES E PREFEITOS

 



No Brasil o voto é obrigatório.

Apesar disso, não é exagero afirmar que METADE DOS ELEITORES NÃO VOTAM (não comparecem, anulam o voto ou votam em branco).

Isso é péssimo, considerando que os eleitos acabam representando cerca de 30% dos eleitores brasileiros ou menos.

É preciso comparecer e votar.

Somado a isso o fenômeno da polarização entre dois candidatos para Presidente, para Governadores e para Prefeitos, está impedindo que os eleitores busquem e conheçam outros candidatos.

Se vota em "A" apenas para "B" não ganhar e vice-versa.

É preciso conhecer cada candidato antes de optar pelo que considerar o melhor para governar.

Não se pode deixar levar pela onda do momento.

O eleitor precisa exercer sua capacidade de interpretar fatos e conhecer pessoas.

Vote com consciência.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 10 de novembro de 2018

JAIR BOLSONARO, A NECESSÁRIA TRANSIÇÃO DE PEDRA PARA VIDRAÇA



As eleições deste ano revelaram uma mobilização popular que envolveu milhões de brasileiros para eleger o deputado federal Jair Bolsonaro como o novo presidente do Brasil.
Não foi fácil vencer o PT, mas o povo conseguiu.
Povo que deposita esperança em Bolsonaro para a promoção das mudanças urgentes que precisam ser implementadas, isso para vencer a cleptocracia instalada e para fazer o Brasil crescer, promovendo cidadania para a população que hoje nem consegue usufruir dos direitos básicos como: saúde, segurança e educação.
No Rio de Janeiro, a cleptocracia está desmanchando e esse processo precisar se tornar nacional.
É óbvio que os derrotados não ombrearão neste projeto de higienização do governo e de oferecer serviços públicos básicos de boa qualidade para a população.
Ao contrário, devemos esperar as mais diversas ações para prejudicar o governo Bolsonaro.
Ataques virão por todos os lados e através de todos os meios e nós estaremos sempre prontos a defender seu governo, vale avisar aos incautos.
Diante de tal realidade, neste período entre a eleição e a posse, se faz necessário que o nosso presidente realize uma adaptação pessoal, entendendo que deixou de ser pedra (legislativo) e passou a ser vidraça (executivo).
Isso o fortalecerá, aumentando a capacidade de defesa, "blindando a vidraça".


sexta-feira, 9 de novembro de 2018

SÉRGIO MORO, O GÊNIO DO MAL ( ? )




Compartilhando:

"Sérgio Moro, o gênio do mal

Há quatro anos, numa tarde chuvosa, Moro sentia-se entediado com seu trabalho. Ao invés de pedir uma remoção, resolveu engendrar uma grande operação, a pretexto de combater a corrupção no país, mas que na verdade teria o único objetivo de condenar e prender o ex-presidente Lula, alijando-o da disputa eleitoral.

Assim agindo, esperava obter um cargo no novo governo eleito.

Nem Aécio, nem Dilma, pensou ele, o próximo presidente será o deputado Jair Bolsonaro, mas para isso Lula não deve disputar a eleição!

Procurou, então, a sede da Polícia Federal. Orientou centenas de agentes a forjarem provas, depoimentos, testemunhas e laudos para que o ex-presidente fosse condenado criminalmente.

“Mas por que faríamos isso?”, perguntaram os agentes em coro.

“Porque quero um cargo no novo governo a ser eleito”.

Achando justa a pretensão do magistrado, as centenas de agentes passaram a forjar as provas.

A seguir, Moro procurou o Ministério Público e orientou os procuradores a oferecerem denúncia sem provas, já que pretendia obter o tal cargo.

Os procuradores acharam razoável a ideia do Juiz e ofereceram a denúncia, sem qualquer prova.

Não era suficiente. Moro sabia que a sentença condenatória deveria ser mantida em Segunda Instância.

Há 27 desembargadores no TRF4, mas Moro sabia em qual Câmara o recurso contra sua sentença seria julgado. Procurou os desembargadores e os avisou.

“Sei que minha sentença condenou o réu sem provas, mas os senhores devem mantê-la tal como está, porque quero um cargo político no próximo governo”.

Entusiasmados com a ideia, os desembargadores não apenas mantiveram a sentença condenatória sem provas, mas também exasperaram a penalidade imposta.

Mas... não era suficiente. Moro sabia que seria interposto recurso no STF. Incansável, comprou passagens e rumou para Brasília.
Reuniu todos os ministros e foi direto ao ponto:

“Os senhores deverão manter minha sentença e também alterar a jurisprudência da Corte, para que seja admitida a prisão após condenação em Segunda Instância, porque quero um cargo no próximo governo, quiçá o de Ministro da Justiça!”.

Os ministros pensaram consigo: “Lascou-se! Se esse juiz de Primeira Instância quer tanto o Ministério da Justiça, vai acabar conseguindo. Melhor fazermos logo o que ele quer, para não haver indisposição com o futuro Ministro da Justiça!”.

*Se você achou essa história plausível, a questão não é mais política, mas psiquiátrica. Procure um médico. Teorias da conspiração em excesso podem acarretar sérios danos à saúde mental.*

(Texto de Erika Diniz. Juíza de Direito em São Paulo)"