JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 29 de agosto de 2022

ELEIÇÕES 2022 - OS "DEBATES DO FIM DO MUNDO"




Tenho por hábito assistir os debates entre os candidatos ao governo do Estado do Rio de Janeiro e os candidatos à Presidência da República, sobretudo os realizados por redes de televisão.

Assisti aos dois debates transmitidos pela Rede Bandeirantes.

Confesso que não gostei do que assisti.

Ontem, foi transmitido o debate para Presidência da República reunindo os 6(seis) melhores colocados nas pesquisas eleitorais.

Ao final aumentou minha preocupação sobre o pleito eleitoral em face da forma como está sendo desenvolvida a campanha nas ruas, nas redes sociais e nos debates.

Os dois candidatos que lideram com grande vantagem para os outros parecem não estarem preocupados com esse "clima belicoso" presente na campanha, fato esse que fez com que os outros candidatos levantassem a bandeira da pacificação do país, algo que fizeram questão de afirmar em vários momentos.

Isso preocupa.

Torço para estar errado e para que o dia seguinte das eleições no primeiro ou no segundo turno para a Presidência da República não represente o acirramento do quadro, o que poderia causar consequências não republicanas.

Juntos Somos Fortes!



segunda-feira, 8 de agosto de 2022

ELEIÇÃO - RJ - PAULO GANIME VENCE O DEBATE DA REDE BANDEIRANTES



O candidato do Partido Novo ao governo do Estado do Rio de Janeiro, Paulo Ganime, venceu o debate da Rede Bandeirantes, realizado na noite de ontem.

Enquanto Marcelo Freixo (PSD) e Cláudio Castro (PL) se dedicaram a expor os defeitos um do outro, estratégia também adotada por Rodrigo Neves (PDT) que batia nos dois, Ganime demonstrou ser o mais equilibrado e o melhor preparado.

Se isso se repetir no debate da Rede Globo, Ganime deverá começar a incomodar nas pesquisas eleitorais.

Como eu tenho comentando sobre nem Castro e nem Freixo, quem sabe esteja surgindo uma terceira opção.

Por derradeiro, não estou afirmando que votarei no Ganime, apenas emitindo uma opinião sobre o que assisti.

Certo é que não votarei nem no Castro e nem no Freixo.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

RIO - DEBATE NA BAND - TIRO, PORRADA E BOMBA!

Prezados leitores, o debate entre os candidatos ao governo do Rio de Janeiro realizado ontem na Rede Bandeirantes  foi marcado pelos ataques.


(Jornal O Globo)


Juntos Somos Fortes!


terça-feira, 18 de março de 2014

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO: FLAMENGUISTAS DIZEM QUE VÍDEO É MONTAGEM

Prezados leitores, alguns comentários estão surgindo dando conta que o vídeo que contém a acusação do jornalista e comediante Felipe Andreoli contra o Flamengo e a Portuguesa se trata de uma montagem e que ele não teria feito tal acusação na Rede Bandeirantes. 
O que vocês acham?

 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 17 de março de 2014

O ESCÂNDALO DO BRASILEIRÃO - VÍDEO - JORNALISTA ACUSA FLAMENGO DE ACORDO COM PORTUGUESA

Prezados leitores, eis a matéria citada no artigo anterior:

 

O trecho da fala do jornalista contido no vídeo não permite analisar em que contexto ele fez tal afirmação.
Além disso, como citamos no artigo anterior, temos que ter reservas pelo fato de se tratar de um humorista e também merece ser destacado que ele não trouxe nenhum fato novo, apenas repetiu uma das hipóteses que temos tratado no blog.
Vamos aguardar a repercussão (isso se ocorrer) e os próximos comentários do Felipe Andreoli, mas não podemos simplesmente desprezar o fato de que o Flamengo foi acusado em rede nacional e durante um programa esportivo, em razão do acusador ser um humorista.
Cabe à imprensa questionar o acusador.
Agradecemos o encaminhamento do vídeo.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

CHICO BUARQUE, CAETANO VELOSO E MARCELO D2 SÃO "BLACK BLOCS"



Prezados leitores, não esqueçam que Chico Buarque, Caetano Veloso e Marcelo D2 são "Black Blocs".
Eles são "Black Blocs", mas nós não somos "Black Blocs".

Juntos Somos Fortes!

SÓ CÍNICOS SEM CURA QUALIFICAM DE "JOVEM", "TATUADOR" OU "MANIFESTANTE" O CÚMPLICE DO ASSASSINATO DE SANTIAGO - AUGUSTO NUNES



Prezados leitores, "ai da PM se os ferimentos que resultaram na morte de Santiago Andrade tivessem sido causados por uma bala de borracha ou uma bomba de gás lacrimogênio".

"REVISTA VEJA
Coluna do Augusto Nunes
10/02/2014 às 20:09
Direto ao Ponto
Só cínicos sem cura qualificam de ‘jovem’, ‘tatuador’ ou ‘manifestante’ o cúmplice confesso do assassinato de Santiago 
Ai da PM se os ferimentos que resultaram na morte de Santiago Andrade tivessem sido causados por uma bala de borracha ou uma bomba de gás lacrimogêneo. Antes que se identificasse o autor do disparo, todos os integrantes da corporação, do comandante ao mais raso dos soldados, estariam alinhados no paredón da imprensa, diante do pelotão de fuzilamento formado por repórteres que enxergam em qualquer manifestação de protesto um combate entre bandidos e mocinhos. Os bandidos usam fardas, botas e capacetes. Mocinhos são todos os outros, e como vítimas devem ser tratados. 
Mesmo quando matam um cinegrafista de 49 anos que cobria para a Band mais um conflito urbano no Rio, comprova o noticiário dos jornais do domingo sobre Fábio Raposo, que se apresentou à polícia para confessar que participara do que ainda era uma tentativa de homicídio. Nem precisava: as imagens no vídeo mostram Raposo entregando a um comparsa o rojão que logo explodiria na cabeça de Santiago Andrade. Ambos aparecem vestidos como black blocs. Ambos agiram como black blocs. Mas repórteres e redatores decidiram que o cúmplice confesso não deveria ser associado a essa tribo de selvagens sem causa, sem rosto e sem cérebro. 
Aos 23 anos, com um prontuário de desordeiro vocacional, Fábio Raposo não estuda nem trabalha. Como qualificá-lo? “Tatuador”, concordaram os dois maiores jornais paulistas, que se dispensaram de localizar um único e escasso cliente do artista. Antes que algum leitor perguntasse pelo inexistente local do emprego, a Folha acrescentou o adjetivo esperto: “Tatuador independente”. Toscas na forma, indigentes no conteúdo, as reportagens também escancararam a criatividade bisonha dos escalados para esganar os fatos.
No Estadão, por exemplo, foi indiciado não um black bloc, mas um “jovem” (ou “rapaz”). Além de encampar as expressões usadas pelo concorrente, que transformam faixa etária em profissão, a Folha patenteou a criação de um ofício desconhecido fora do Brasil: “manifestante”. Faltou explicar se Raposo, que mora sozinho num apartamento no Méier, paga o aluguel com o dinheiro das tatuagens ou com o que arrecada gritando palavras de ordem em algum canto do Rio. Consumada a tragédia, os torturadores da verdade terão de caprichar nas acrobacias vocabulares para referir-se a Raposo. A morte de Santiago transformou o black bloc militante em cúmplice de um homicídio. Quem tentar absolvê-lo com substantivos malandros merece cadeia por excesso de cinismo (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!