Juntos Somos Fortes!
Juntos Somos Fortes!
Foto: Marcha dos Coronéis Barbonos - Janeiro/2008
Agradeço a todos que contribuíram para que o nosso blog ultrapassasse as TRÊS MILHÕES E QUINHENTAS MIL VISUALIZAÇÕES.
A luta por cidadania continuará.
Juntos Somos Fortes!
3 em 1 - Toca disco, rádio e gravador
O Brasil ainda não consolidou os parâmetros básicos de um país democrático, o que é muito fácil de identificar analisando a independência entre os Poderes da República, o que na prática inexiste.
Usando o discurso da necessária "governança" o Poder Executivo, isso nos seus três níveis, favorece grupos políticos para alcançar a maioria nas casas legislativas, o que na realidade representa o domínio do Executivo sobre o Legislativo.
No Rio de Janeiro, por exemplo, o que se vê é uma Assembleia Legislativa que apenas chancela os interesses do Executivo, totalmente incapaz de exercer a sua função fiscalizadora, missão de suma importância para a população considerando que o erário público é constituído pelo dinheiro de cada cidadão fluminense.
Sem a devida fiscalização, o atual governo nomeou dezenas de milhares de pessoas em cargos comissionados, isso em período eleitoral, um robusto indício de crime eleitoral que o Ministério Público está apurando, mas sem a velocidade para a produção de resultados que possam representar uma pronta resposta contra a inércia do Legislativo e os malfeitos do Executivo.
Na esteira desses absurdos feitos pela dupla Executivo-Legislativo, nasceu a tempestade perfeita, a Lei número 9.537/21, que através da sua errônea elaboração e implementação está prejudicando quase 80.000 famílias de Inativos, Pensionistas e Sequelados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar.
O prejuízo ocorre mês após mês, isso desde janeiro de 2.022, acumulando quinze meses de perdas financeiras, as quais estão comprometendo a sobrevivência dos que recebem os menores proventos e pensões.
Os prejudicados logo recorreram ao Poder Judiciário, na certeza de que o erro seria corrigido, mas inexplicavelmente o Judiciário tem considerado a versão absurda do Executivo como correta.
Tal quadro inacreditável me faz pensar como as professoras tratarão essa quase unificação dos Poderes junto aos seus alunos, tendo em vista que a situação fere de morte o texto da Constituição Federal.
Não vai ser fácil...
Não está sendo fácil...
Juntos Somos Fortes!
Nos movimentos a pé firme da ordem unida o comando "direita volver" seguido do comando "esquerda volver" faz com que o militar retorne à posição inicial, ou seja, a anterior ao primeiro comando.
A ordem inversa dos comandos também provoca igual resultado.
O Brasil parece condenado a situação semelhante nas últimas décadas e a população segue experimentando os mesmos problemas.
Têm faltado aos políticos brasileiros ao longo do tempo algo primário e indispensável, implantar um projeto de Estado para o Brasil, a ser seguido por todos os governos, sendo ele prévia e amplamente discutido com a população, afinal ninguém conhece melhor os problemas do país que os cidadãos.
Enquanto a preocupação for o "direita e o esquerda volver" e seus projetos de governos, o Brasil "não romperá marcha".
Juntos Somos Fortes!
Há séculos os políticos destroem o Brasil gerindo mal ou desviando o dinheiro público.
Impedem que um país abundante em recursos naturais ofereça à população serviços públicos de boa qualidade.
Fazem um país rico ter milhões de cidadãos desalentados, subempregados ou desempregados.
O resultado é falta de recursos financeiros para o cidadão prover a sua subsistência e de seus familiares, gerando a fome que habita milhões de residências e as vias públicas, onde parte significativa da população é obrigada a sobreviver.
A classe política é a grande responsável por esse Brasil que sofre, mas habilmente tal culpa é transferida.
Legislam de modo a restringir reajustes dos funcionários públicos federais, estaduais e municipais, assim como dos militares federais e estaduais, isso quando estão em atividade e, sobretudo, quando passam para a inatividade.
As pensionistas também enfrentam esse quadro caótico.
Alegam, por exemplo, que a folha salarial dos inativos é muito elevada, esquecendo todo o trabalho desenvolvido ao longo de décadas e o fato de que todos contribuíram mensalmente ao longo da vida ativa e continuam contribuindo até na inatividade para a previdência.
Esquecem que receber proventos e pensões dignas é um direito.
Pior, argumentam que os brasileiros estão vivendo mais, por isso cortes são necessários, como se isso fosse uma sentença que condenasse à percepção de proventos e de pensões menores, ferindo a paridade e a integralidade.
A população brasileira precisa acordar desse sono secular e cobrar dos políticos todas as reformas que precisam ser feitas no Brasil, começando pela reforma ética e moral da classe política.
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Conheça o meu canal do You Tube:
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Familiares e amigos têm demonstrado preocupações com relação à noite do dia 30 de outubro de 2.022, quando o resultado das eleições no segundo turno será conhecido no Brasil.
Considero o sentimento eivado de razão, considerando que a polaridade das eleições para Presidência da República está produzindo a cada dia mais radicalismo entre parte dos apoiadores dos dois candidatos com predominância no pleito.
Situação que deve se acentuar após a noite do dia 2 de outubro de 2.022, quando será anunciado o resultado do primeiro turno.
Existe uma sensação no ar de que qualquer resultado que ocorra, não será recebido democraticamente.
Em síntese, ganhe quem ganhar, perca quem perder, teremos um grupo de radicais que não deverá aceitar o resultado.
Na última eleição presidencial realizada nos Estados Unidos, o ambiente era semelhante e deu no que deu.
O que poderá acontecer aqui?
Não existe qualquer novidade contida nas frases anteriores, mas apesar disso os que deveriam ser os primeiros para evitar extremismos, parecem gostar de apagar incêndios com líquidos inflamáveis.
Isso é assustador.
Eis apenas a minha opinião.
Juntos Somos Fortes!