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sexta-feira, 4 de março de 2022

VOCÊ OUVE, VOCÊ FALA, MAS SABE O CONCEITO DE COMUNISMO, FASCISMO, NAZISMO E SOCIALISMO?



TRANSCRIÇÃO:

"ESTADO DE MINAS - ENEM

Fascismo, Nazismo e Socialismo para você nunca errar

Guia definitivo dos conceitos aceitos pela historiografia oficial


Percurso Pré-Vestibular

Os termos "fascismo", "nazismo" e "socialismo" voltaram a ser discutidos nas redes sociais, inclusive por autoridades do governo brasileiro, como se fossem movimentos de esquerda ou equivalentes. Mas você sabe realmente o que eles significaram e as suas bases ideológicas? Vamos esclarecer de uma forma objetiva cada um deles para você nunca errar na sua prova.

Fascismo - O fascismo surgiu em 1919 e tinha como líder o italiano Benito Mussolini, um veterano da Primeira Guerra Mundial. Originário da palavra latina "fascio littorio", tinha como símbolo um feixe de varas amarradas e representava o poder da Roma Antiga em punir e decapitar os cidadãos desobedientes. Apesar de Mussolini ser um ex-socialista, o seu partido foi construído com grupos paramilitares contra políticos de esquerda, judeus, homossexuais, órgãos de imprensa e até mesmo a classe operária. Seu objetivo era criar um regime totalitário de partido único, nacionalista, anti-marxista e militarista.


Em 1922, o Partido Nacional Fascista (PNF) assumiu o poder na Itália. Ele fortaleceu sua influência no país angariando o apoio de industriais, empresários e do Vaticano, e tornou-se referência para regimes autoritários mundo afora - Francisco Franco na Espanha, António Salazar em Portugal e, sobretudo, Adolf Hitler na Alemanha. No quesito social, o partido pouco atuou, pois pregava que as diferenças entre ricos e pobres era natural, e que um sistema no qual os fortes devem prevalecer, os fracos devem ser submissos, aceitando sua condição. A seguinte frase de Mussolini representa bem o significado do fascismo: "Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado."


Apesar de pregar forte intervenção estatal, ser autoritário e contrário ao liberalismo e ao comunismo, o regime Fascista posiciona-se na extrema-direita do espectro político tradicional. O seu programa político é claro em "A Doutrina do Fascismo" (Benito Mussolini, 1932), afirmando: "Somos livres para acreditar que este é o século da autoridade, um século tendendo para a 'direita', um século fascista".


Nazismo - A palavra Nazismo surgiu da abreviação do Partido Nacional-Socialista ou Partido Nazista alemão. Apesar do nome, não existiu nenhum vínculo do partido com grupos de esquerda, e pela definição atual é considerado um movimento de extrema-direita. O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de criar uma terceira via tanto ao socialismo marxista quanto ao capitalismo liberal das elites prussianas que fracassaram na República de Weimar.


Apesar disso, a ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães. Assim como o Fascismo, o Nazismo defendia o controle total do Estado pelo partido, o ultranacionalismo, o militarismo e a crença da superioridade racial, mas em uma forma ainda mais radical. Em 1920, sob a liderança do austríaco Adolf Hitler, os nazistas começam a ganhar adeptos e a se estruturar, tendo como referência o Partido Fascista italiano. Depois de um golpe fracassado em 1924, Hitler escreveu Mein Kampf (Minha Luta - 1924) onde delineou o antissemitismo e o anticomunismo no cerne de sua filosofia política, bem como o seu desdém pela democracia parlamentar e sua crença no direito da Alemanha expandir seu território. Nele, defende temas da extrema-direita, como o argumento de que pessoas "superiores" têm o direito de dominar outros indivíduos e que a sociedade deve expurgar elementos supostamente "inferiores" (esse pensamento é expresso no conceito de “Darwinismo Social”).

Outro ponto que gera uma interpretação errada é a análise de forma superficial de alguns discursos de Hitler nos quais ele exalta o nacional-socialismo como uma vertente do socialismo. O fato era que ele expressava não uma forma tradicional do socialismo marxista, mas sim o socialismo como "exaltação do social".


Em 1933, com o apoio das elites alemãs, Hitler tornou-se chanceler e os nazistas gradualmente estabeleceram um regime unipartidário e totalitário, onde judeus, opositores políticos e outros elementos vistos como "indesejáveis" eram marginalizados, escravizados, presos e assassinados. Em 1934, Adolf Hitler tornou-se o "Führer", líder máximo que levaria a Alemanha e o mundo para a Segunda Guerra Mundial e aos horrores do Holocausto.


Socialismo - Refere-se a qualquer uma das várias teorias de organização econômica que advogam a administração e propriedade pública ou coletiva dos meios de produção e distribuição de bens, propondo-se a construir uma sociedade caracterizada pela igualdade de oportunidades e meios para todos os indivíduos, com um método isonômico de compensação. O socialismo moderno surgiu no final do século XVIII, tendo origem na classe intelectual e nos movimentos políticos da classe trabalhadora, que criticavam os efeitos da industrialização e da propriedade privada sobre a sociedade. Karl Marx afirmava que a luta de classes era responsável pela realidade social, e que este conflito inevitavelmente resultaria no socialismo através de uma revolução, e em seguida uma ditadura do proletariado,  tornando-se uma fase de transição do capitalismo para um novo modelo de sociedade que não seria dividido em classes sociais hierárquicas, num modelo essencialmente comunista. Nessa última fase não haveria mais propriedade privada.


Socialistas inspirados no modelo "Estado Operário Burocrático" de desenvolvimento econômico têm defendido a criação de economias de planejamento central dirigido por um Estado autoritário que controla todos os meios de produção. Esses regimes socialistas seriam caracterizados pelo domínio de uma casta burocrática; supressão, ou manutenção apenas na forma, dos organismos de base; planificação por essa burocracia, sem controle operário; alta hierarquização no serviço público; fusão de Estado e partido; e supressão da liberdade de imprensa. São exemplos desses regimes, a antiga União Soviética (Rússia atual) a partir da Nova Política Econômica (NEP), China, Coreia do Norte, Cuba e os países do Leste Europeu. Nos dias atuais, permanecem socialistas somente a China, Cuba e Coreia do Norte. Esses regimes são classificados de extrema-esquerda.


Artigo de Sociologia do Percurso Pré-Vestibular (Link)".


COMPLEMENTO:


"Comunismo

Juliana Bezerra
Revisão por Juliana Bezerra
 
Professora de História

O que é o comunismo:

Comunismo é uma doutrina social cujo objetivo é restabelecer o que se chama "estado natural", em que todas as pessoas teriam o mesmo direito a tudo, mediante a abolição da propriedade privada e o fim da luta de classes. Nos séculos XIX e XX o termo foi usado para qualificar um movimento político.

Esta palavra tem origem no latim comunis, que significa comum. Ser comunista significa compactuar com as ideias de Karl Marx e Friedrich Engels e defender as mudanças políticas, econômicas e sociais necessárias à superação da sociedade capitalista por uma sociedade sem classes.

Principais características do comunismo

São as principais características da doutrina comunista:

  • coletivização dos meios de produção;
  • o resultado do que é produzido é dividido entre todos os membros da sociedade;
  • a produção deve ser apenas o suficiente para a manutenção da sociedade;
  • não existe o conceito de propriedade privada;
  • abolição do Estado e das fronteiras nacionais (o comunismo é internacionalista) - (Link)".

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 27 de novembro de 2018

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

BRASIL - PROJETO DE PODER TOTAL DA ESQUERDA SOFREU DURO GOLPE



A esquerda brasileira, após governar o país por treze anos, teve interrompido o seu projeto de poder absoluto, isso com a derrota do seu candidato à presidência.
O golpe foi muito duro, tanto que ao invés de aceitarem a derrota, como outros fizeram quando a esquerda saiu vitoriosa, seus integrantes falam em resistência.
Resistência contra a vontade popular?
Como devemos denominar isso?
Tudo indica que trabalharão para o fracasso do próximo governo, torcendo para quanto pior  for o governo, melhor para eles.
Como se algum governo pudesse ser pior que o deles.
Tal realidade faz com que seja indispensável que a mobilização popular que elegeu Jair Bolsonaro não seja desmobilizada ao longo do governo.
É hora de unir o povo que quer construir um Brasil melhor e se a esquerda realmente está apostando no contrário, pode ter certeza que seremos a resistência democrática nas redes sociais e nas ruas, isso se preciso for, mas sempre de forma ordeira e pacífica como sempre fizemos.
O povo demonstrou com clareza solar que não quer o socialismo, o comunismo, ou qualquer outro "ismo".
Quem quiser viver sob tais regimes que busque outro país.
O primeiro passo para resistirmos foi sugerido nas redes sociais: Não falemos mais neles!
Vamos vigiá-los com o olhar atento, mas vamos tirá-los da história.
Viva o Brasil democrático!

terça-feira, 30 de outubro de 2018

BRASIL - PEDIDO DE SOCORRO DE UM ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO



Compartilhando:

"*Manifesto de um aluno universitário que não quer ser da esquerda*.

"É isso mesmo o que vc leu. Sou aluno de uma universidade pública federal de um curso de humanas. Você não sabe o que é isso aqui dentro. Vejo algumas matérias de intolerância, mas nada se compara.

Aqui tem frase feminista que diz: morte aos machos. Aqui o laicismo é só pra religião cristã, pq as outras religiões e seitas são, inclusive, incentivadas pelos professores.

Se alguém questionar algo, é o racista e intolerante. Aqui vc tem que fingir que é a favor do PT, caso contrário eles não sentam com vc no refeitório, não pegam o mesmo elevador, de chingando, perseguem, falam absurdamente que vc é algum "Ista" só e puramente pq vc não concorda com eles.

Me diga, cidadão, isso é liberdade de pensamento?

Tem mais, ele fazem sexo ali na sua frente. Usam o termo hetero como chingando. Você será um homofóbico se não concordar com eles.

E os professores. Ah esses são os melhores. Falam do Karl Marx como se ele fosse o Batman. O socialismo é ótimo, não para eles, com carrões, apartamento em área nobre e filhos estudando no repressor Estados Unidos.

O pior é o que vou relatar agora, que foi o que me motivou a escrever esse manifesto. Os alunos criaram um filtro para o Facebook, no qual ele colocam uma foto e a baixo tem escrito "desaparecido". Eles dizem que é pra simular como será os perfis se a ditadura voltar. Pois, segundo eles, muitos vão sumir.

Eu achei isso tão absurdo e cheguei a conclusão de quem quer a ditadura são eles.

Você já percebeu que quem mais fala da ditadura é a esquerda? Eles tem um fetiche por esse assunto. Parece até que querem viver isso. Parece que eles têm um desejo de ser herói, mas aquele herói martirizado. Não percebem que estamos em outro tempo. Eles não frequentam as aulas.

Ganham discussão no grito. Se montam um debate, todos os presentes concordam entre si. Se vc ousar, sugerir pensar algo diferente. Tá frito, amigo.

Querem dar aula de história sobre o facismo. Daí quando vc fala que o facismo surgiu com a esquerda eles gritam, esbravejam, mas nada de argumento.

Não leem nem o nome do ônibus, decoram o número.

Eles têm um desejo de ser diferente. 3 meses depois que entra um aluno na faculdade, ele já se veste, fala, se comporta igual aos outros. Cópias que repetem o mesmo discurso.

Falam que sofrem repressão. Daí quando vc vai analisar o caso, na verdade ele transgrediu uma regra civil, foi punido e acha que ainda sofreu abuso.

Isso que vi são, apenas, 6 meses de universidade.

Precisamos urgentemente fazer com essa repressão e doutrinação acabe. Ou vai continuar sendo uma máquina de zumbis repetidores de jargões e que funcionam a base de maconha.

Não posso assinar. Queria poder dizer isso abertamente, mas vivemos numa ditadura de pensamento esquerdista".

*Socorro!*

terça-feira, 18 de setembro de 2018

ELEIÇÃO - TEMOS QUE EVITAR O "TODOS CONTRA BOLSONARO"



As possibilidades do candidato Jair Bolsonaro vencer no primeiro turno das eleições presidenciais existe, mas para isso será necessária uma gigantesca mobilização do eleitorado que quer mudar os rumos do Brasil no sentido de construir uma nação próspera e democrática.
A vitória no primeiro turno acabará com o "esquema" que está sendo construído no sentido de todos (ou quase todos) os outros candidatos se unirem para apoiar quem estiver disputando com Bolsonaro, isso nesse indesejável segundo turno.
Tal segundo turno seria, em apertada síntese, uma disputa entre Bolsonaro e todo o sistema que vem destruindo o país ano após ano.
É preciso eliminar tal possibilidade no dia 7 de outubro para o bem do povo brasileiro.

#17CONFIRMA



terça-feira, 4 de setembro de 2018

INCÊNDIO NO MUSEU - DENÚNCIA



Compartilhando:

Diretor do UFRJ preferiu gastar com uma rádio pra fazer propaganda comunista.
Relatórios da Pró Reitoria de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças da UFRJ obtidos pelo ILISP mostram que a universidade atuou para obter recursos extras por meio de emendas parlamentares, mas que a prioridade não era o Museu Nacional, mas criar a “Rádio UFRJ FM”. Para este fim foi obtido um total de R$ 2,24 milhões em dois anos (2016 e 2017), o suficiente para custear a manutenção do Museu Nacional, orçada em R$ 520 mil anuais, por pouco mais de quatro anos.

terça-feira, 8 de maio de 2018

sábado, 24 de março de 2018

DIREITA? ESQUERDA? MEIA-VOLTA, VOLVER! - CORONEL PM REF ROSETTE



"DIREITA? ESQUERDA? MEIA-VOLTA, VOLVER!
A lembrança do período do regime militar ainda é tida como um assunto extremamente melindroso, delicado e polêmico, para alguns (forçoso dizê-lo...).

Existem diversos entendimentos para os que viveram naqueles tempos e as opiniões dependem de fatores como a idade, a profissão (a própria e a dos pais), a localização geográfica, a escola ou a faculdade e existe também uma geração que sequer conheceu um dos generais-presidente, mas também formou uma opinião sobre o tema.

Ao escrever, cônscio da pluralidade cognitiva que advirá, buscarei suscitar justamente o choque das idéias para despertar alguns (pois obviamente nunca terei a pretensão de alcançar a todos) para o fato de que precisamos romper com determinados paradigmas, sob pena de nos tornarmos anacrônicos e obsoletos política e economicamente falando.

Dentre os inúmeros anacronismos que residem no ideário de parcela significativa da sociedade brasileira está o emprego das expressões “direita” e “esquerda”. Sei que não é o caso aqui neste blog, mas muitos brasileiros ouvem tais palavras serem pronunciadas e as repetem sem nem ao menos saberem seu significado político e muito menos sua atualidade, ou, ao contrário, seu anacronismo.

De plano vamos estabelecer que “direita” não tem paralelismo com os militares, pois militares são apartidários. 

A seguir vamos desmistificar a “esquerda” como sendo o reduto dos “intelectuais e da classe estudantil”, posto que tanto existem governos militares “de esquerda” , como em Cuba e Coréia do Norte, como existem intelectuais e estudantes “de direita” a exemplo dos EUA e Israel. 

Portanto os pressupostos de Norberto Bobbio baseados na oposição entre o capitalismo e o socialismo não parecem ser mais adequados para os adeptos do maniqueísmo político. 
Talvez para estes a discussão deva girar em termos de individualismo X coletivismo, ou entre iniciativa privada X Estado-empresário


Pois se a democracia tem na sua essência os opostos, o mundo globalizado de hoje tem mais inferências econômicas do que ideológicas.

Recortando a discussão para a nossa realidade poderíamos dizer, face estes parâmetros, que o atual governo é essencialmente “de direita”

Tal afirmação poderá escandalizar alguns “comunistas de pedra”, assim definidos por Arnaldo Jabor : “os adeptos desta corrente não mudam um milímetro de suas convicções. Acham a tal da realidade objetiva ’volúvel e reacionária’, com sua mania de mudar e ter reviravoltas”; portanto se o liberalismo econômico é axioma de um “menos Estado”, ou “Estado Mínimo”, se preferirem, e o governo que se autoproclama como “esquerda liberal” emprega as políticas econômicas de outrora onde, por imperiosa necessidade busca reduzir o tamanho do Estado, e realizar ações que antes acusava como sendo de “direita”, estamos diante de um paradoxo ou de uma grande farsa?

Como estou convicto da segunda assertiva, entre “direita” e “esquerda” talvez seja melhor darmos “meia-volta”, antes que acabemos dando o último passo na beira do abismo ou enveredemos pela "contramão" da História.


Coronel PM Ref Rosette

quarta-feira, 18 de outubro de 2017