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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

sexta-feira, 31 de março de 2017

"CRÍTICAS E SUGESTÕES" (FINAL) À GUISA DE CONCLUSÃO - CORONEL PM REF HERRERA

Prezados leitores, publicamos o último da série "Críticas e sugestões"da lavra do Coronel PM Ref Herrera:



"CRÍTICAS  E  SUGESTÕES  (final)
À  GUISA  DE  CONCLUSÃO

“Todas as pessoas devem esforçar-se para seguir o que é certo,
e não, o que está estabelecido”
ARISTÓTELES, filósofo grego (384-322 a.C.)


Fiz atenta leitura dos comentários postados (prós e contras) aos meus artigos neste blog. Agradeço aos leitores a distinção que me deram. Mas entendo que, visando a melhor esclarecimento, devo mais explicações.
Reafirmo que tentei apenas abordar temas e fatos, que, por certo, influenciam direta ou indiretamente o desempenho de todo policial, quer seja civil ou militar. Não por eu pretender “o monopólio da verdade”, mas justamente para trazer à baila outros ângulos para discussão de tema tão importante a todos, como a Segurança Pública.
Quero deixar claro que não defendo o militarismo. Ao contrário, nunca opinei sobre a predominância de uma polícia militar sobre outra civil, apenas discorri sobre a realidade das polícias no Brasil e em outros países.
Ademais, nunca me convenci da necessidade de generais-presidentes para a “salvação nacional”. Até porque meu irmão mais velho, na época capitão de Artilharia, foi expulso do Exército pela Revolução Redentora de 1964, e somente reintegrado “coronel reformado” após a Lei da Anistia de 1979.
Por fim, apenas entendo não ser possível negar a História do Brasil: desde a Colônia, ainda no Império e no decorrer da República, sempre houve duas organizações policiais (civil e militar) em nível estadual. E mantenho a convicção de ser irrelevante para toda Polícia a natureza da investidura de seus integrantes.
O importante é que qualquer Polícia desempenhe o ciclo completo, atuando conjuntamente nas funções de polícia judiciária e de segurança. E, como procurei mostrar, é o modelo preferido no mundo, sendo as polícias militares –  dado o rigor draconiano de seus regulamentos e seus ritos sumários  – mais bem apropriadas ao imediato controle interno, para a melhoria do clássico objetivo: servir e proteger.
Os países onde as polícias são plenas (de ciclo completo), quer sejam civis ou militares, costumam obter menores índices de criminalidade. Não por acaso.
Ao longo de mais de meio século – pois ingressei em 1965, na extinta Polícia Militar do Estado da Guanabara –, sempre me interessei em estudar o tema “Segurança Pública”, na tentativa de compreender o universo do policial brasileiro, que vive irremediavelmente submerso em tantos enigmas internos, na dicotomia histórica das polícias e nos complexos meandros da nossa própria sociedade.
E a mim só me restou pressupor que todo início de solução deve passar, necessariamente, pela honestidade de comandos e de governantes. Algo deveras tão difícil de acontecer em nosso país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Onde, há muito tempo, prevalece a hipocrisia política no jogo sujo de ocultos interesses não-republicanos.
A distensão do regime político, decorrente do desgaste da alcunhada ditadura militar, permitiu o retorno de muitos políticos, alguns autoconvencidos de serem “líderes de salvação nacional”, vindos da turva mescla de ”socialistoides” e ”comunistoides” – mas, de fato, ladinos arrivistas políticos. Para seus longos projetos de poder.
Essa onda revanchista prevaleceu na ânsia popular por mudanças, e, bem manipulada por demagogos de plantão, deu azo ao Partido dos Trabalhadores (PT), que logrou chegar ao Poder, por obra e graça de bons marqueteiros, na eleição de Lula em 2003. “A esperança venceu o medo”. E deu no que deu.
O suposto movimento socialista alicerçou seus pilares no autodenominado Foro de São Paulo, que se organizou para manter reuniões bienais em diferentes países. A primeira (1990) na cidade que o batizou, e a mais recente (2016) em São Salvador.
Iniciou-se na conferência de partidos políticos de esquerda, a partir do seminário internacional promovido pelo PT, com a participação de outros partidos e organizações latino-americanas. Cuba em proeminência. Seus objetivos: propor alternativas às políticas neoliberais e promover a integração da América Latina no âmbito econômico, político e social.
Que bela fachada socialista para escusos interesses antidemocráticos!
Contudo somente permitiu gerar a República Bolivariana de Venezuela e, depois, semelhantes regimes populistas no Equador e na Bolívia. E ainda, no Brasil, os governos petistas, tosco arremedo de República Sindicalista, sendo banidos no impeachment de 2016. Mas permanecem sedentos do Poder e saudosos da lucrativa demagogia. Aliás, as palavras de ordem do PT sempre foram “fome zero”, “tirar os pobres da miséria”, “vai ter luta” e outras baboseiras. Evidentemente, não poderiam salvar todos, mas trataram apenas de pequena parte do proletariado: eles mesmos e suas diletas famílias, já que ficaram milionários. 
Dispensam-se, porém, maiores críticas: venezuelanos e brasileiros vivenciaram a inegável realidade da pobreza ante a falácia de retumbante progresso social. No Brasil, apesar de toda a propaganda enganosa, a par de várias operações fraudulentas em empresas públicas e fundos de pensão, restou a mais dura recessão econômica, de forma “nunca antes na História deste país”, afetando milhões de desempregados, na contramão do vazio discurso de defesa dos trabalhadores do Brasil. Cinicamente mal plagiado de Getúlio Vargas.
O emprego da denominada Novilíngua também integra as diretrizes antidemocráticas do pernicioso Foro de São Paulo, para, sob o artifício de neologismos e sofismas redacionais, camuflar o verdadeiro sentido textual. São conhecidas as expressões: “Presidenta da República”, “sobras de campanha não contabilizadas”, “contabilidade criativa”, “golpe parlamentar” e outros. Em tão deplorável contexto, tornam-se proféticas as palavras de TANCREDO NEVES: “Com a qualidade de Esquerda que temos, nem precisamos de Direita”. Mas atenção: as atividades do Foro de São Paulo merecem estudo. E, sobretudo, vigilância.
Contudo, apesar de trágica realidade, da desmoralização política, da desesperança econômica, da desordem social, penso que as forças vivas da Nação devem despertar e reagir, sobretudo com sua maioria silenciosa: as pessoas de bem.
A audácia dos corruptos só prospera com o silêncio dos honestos.
São oportunas – e até reconfortantes, ante a grave metástase da corrupção brasileira – as palavras da Ministra CÁRMEN LÚCIA, Presidente do STF: “Acho que talvez estejamos quase na ruptura de um modelo político-institucional em que se passavam coisas que não vinham a público e, se viessem, dava-se um jeitinho. Agora, não. Agora o jeito é aplicar a lei, e será aplicada!”
Mas, agora, nós aqui, a população do Estado do Rio de Janeiro e nela incluídos os servidores civis e militares, estamos ainda jogados à sanha de herdeiros políticos de governos comprovadamente corruptos. Nada mudou e todos sofremos com a insegurança plena, chegando ao cúmulo da banalização de cada vez mais mortes de policiais militares nas ruas  –  a maldita Herança Beltrame.
Repito que, nesse quadro tão caótico do país e do nosso Estado, não há mais espaço para omissões. Temos todos a obrigação de lutar por um país melhor. Para que seja tropical apenas na Geografia ou no bonito verso da canção popular.
Urge começar alguma mudança, através de autêntica luta política.
Carecemos de lídimo representante, com a devida imunidade parlamentar,  compromissado com a causa comum. A meu ver, seria eficiente princípio dessa luta necessária: com seriedade, com coragem, com honestidade de propósitos.
Para seguir o que é certo. Sem hipocrisia.
NELSON  HERRERA  RIBEIRO Cel PM Ref, advogado e professor"



Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 15 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017

QUEM FINANCIA O FORO DE SÃO PAULO? GRAÇA SALGUEIRO

Prezados leitores, transcrevemos artigo que trás alguma luz sobre o questionamento título desse artigo.



"Quem financia o Foro de São Paulo?
Graça Salgueiro 
Durante todos os anos de existência do Foro de São Paulo (FSP) muitos de nós, estudiosos do tema, nos perguntávamos de onde vinha o dinheiro que financiava essa organização revolucionária: seriam os petro-dólares chavistas? Ou seriam as FARC? Sabemos que George Soros abriu generosamente a carteira em várias ocasiões mas nenhum de nós sabia, até então, que havia aquele idiota útil de Lenin que iria financiar a corda com que seria enforcado. 
Com tudo o que vem sendo denunciado na Operação Lava Jato, o Brasil e o mundo conheceram uma empreiteira bastante generosa que iria cumprir à risca o vaticínio de Lenin: a Odebrecht. Fundada em 1944 por Norberto Odebrecht e dirigida por seu neto Marcelo até 2015, esta rica empresa que tem escritórios espalhados pelo mundo acreditou que oferecendo polpudas propinas iria encher suas arcas sem qualquer tipo de conseqüência. Hoje sabe-se que o senhor Emílio, pai de Marcelo, era amigo íntimo de Lula da Silva e que - supomos - fizeram um acordo onde todos se dariam bem: a Odebrecht “financiava” campanhas políticas e ganhava contratos que valiam 4, 5 ou até 10 vezes mais do que suas doações. 
E faço esta suposição porque dos mais de 12 países apontados nesse esquema de corrupção, com exceção dos Estados Unidos, todos pertencem ao Foro de São Paulo. Senão, vejamos: 
No Brasil, de 2003 a 2016 a Odebrecht “doou” 788 milhões de dólares ao PT e partidos coligados que, aos poucos, vão sendo denunciados. A Venezuela recebeu 98 milhões de dólares de 2006 a 2015, aos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, ambos pertencentes ao PSUV, membro do FSP, em troca de construções super-faturadas e muitas delas inconclusas até hoje. No Equador, o governo de Rafael Correa, cujo partido Alianza País é membro do FSP, recebeu entre 2007 e 2016, 33 milhões de dólares. Na Argentina o governo dos Kirchner, Néstor e Cristina, recebeu mais de 35 milhões de dólares. No Peru, entre 2005 e 2014 a Odebrecht pagou 29 milhões de dólares para obter contrato de obras públicas envolvendo os governos de Alejandro Toledo, Alán García e Ollanta Humala, este do Partido Nacionalista do Peru, membro do FSP. 
Na República Dominicana o suborno alcançou a cifra de 92 milhões de dólares a funcionários do governo Danilo Medina, do partido Liberación Dominicana e membro do FSP. Na Guatemala a propina foi de 18 milhões de dólares, durante o governo suspeitíssimo de Álvaro Colón, cujo partido pertence ao FSP. A Odebrecht foi ainda “generosa” com o México, com 10,5 milhões de dólares, Panamá com 59 milhões de dólares e Colômbia com 11 milhões de dólares. Isso sem contar com as obras nos Estados Unidos, Angola e Moçambique. 
Em 2009 na campanha presidencial de Mauricio Funes do FMLN de El Salvador, membro fundador do FSP, a Odebrecht pagou a João Santana uma incalculável soma sob a mediação do Partido dos Trabalhadores (PT). João Santana e Duda Mendonça confessaram terem recebido dinheiro da Odebrecht para fazer as campanhas presidenciais de vários candidatos, TODOS de partidos pertencentes ao FSP. 
E o que dizer de Cuba, cuja cifra é desconhecida porque, por decreto, dona Dilma estabeleceu que o dinheiro gasto em obras faraônicas realizadas pela Odebrecht fosse classificado como “segredo de Estado”? Até hoje não se mencionou esta ilha caribenha na Operação Lava Jato e eu sei que para que se investigue é necessário uma denúncia ao Ministério Público que vai apurar, e só depois é remetida à Justiça Federal para ouvir testemunhas e levar a cabo o processo. Entretanto, já passou da hora de alguma voz se levantar a respeito desse tema, uma vez que dentre os beneficiários da referida empreiteira Cuba foi quem mais lucrou, e certamente muitos milhares de dólares escoaram para bolsos de partidos-membros do FSP. 
Um certo jornalista da Jovem Pan anda dizendo que somos “paranóicos” quando se trata desta organização criminosa chamada Foro de São Paulo, entretanto, os fatos têm demonstrado o que sempre afirmamos, mais ainda agora quando é o próprio dono da empresa que diz, em juízo, que por determinação do senhor Lula da Silva esbanjou dinheiro a países “camaradas”. 
Isso não é coincidência. Chávez financiou o FSP, as FARC deram sua cota, George Soros igualmente, mas o caixa forte que sustenta a organização revolucionária mais perigosa das Américas é a empresa Odebrecht. São seus proprietários e diretores que estão, finalmente, nos fazendo o favor de revelar. Pagaram caro pela corda que os está enforcando." 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 2 de maio de 2016

PRESIDENTE DILMA, NÃO ERA GOLPE? MUDOU DE IDEIA?



Prezados leitores, embora petistas e raros aliados continuem a falar em golpe, parece que a presidente Dilma Rousseff mudou de ideia.

"Jornal Extra 
02/05/16 06:00 Atualizado em 02/05/16 07:31 
Dilma quer antecipar eleição presidencial para outubro 
Jorge Bastos Moreno, Maiá Menezes e Cristiane Jungblut - O Globo 
BRASÍLIA E RIO — A derradeira semana antes de o Senado analisar o pedido de impeachment não terminará sem medidas drásticas. Ainda dispondo dos poderes de presidente, que perderá caso o processo seja aberto, Dilma Rousseff deve enviar nos próximos dias ao Congresso uma proposta de emenda constitucional que estabelece novas eleições em 2 outubro. Apesar da resistência de movimentos sociais, a ideia, defendida por um grupo de senadores, é encarada como a cartada final pelo grupo da presidente.
Dilma e ministros palacianos, como Jaques Wagner (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), concordaram com a ideia da eleição, mas a presidente ainda gostaria de conquistar o consenso dos movimentos sociais. Não há unanimidade entre os ministros, no entanto. Um deles defende que a renúncia seria a negação de todo o discurso de que o processo de impeachment é um golpe, adotado pela presidente até aqui (Fonte)." 

No twitter nós encaminhamos inúmeras mensagens sobre a possibilidade da presidente renunciar, não custa lembrar.

Juntos Somos Fortes! 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

CRÔNICA DOS TEMPOS DIFÍCEIS PARA O BRASIL - TENENTE-CORONEL EB REF FERNANDO BATALHA



Prezados leitores, transcrevemos artigo da lavra do Tenente-Coronel EB REf Fernando Batalha: 

"Arrisco-me a escrever esta CRÔNICA DOS TEMPOS DIFÍCEIS PARA O BRASIL abordando a conjuntura nacional sob três ângulos, que considero convergentes: generais, fatos e cenários prospectivos. 
1. Generais 
Os generais de hoje são apolíticos, voltados inteiramente para a caserna. Esta mudança de paradigma era esperada pelo governo ao criar o ministério da Defesa, cujo ministro, civil, passaria a reportar-se diretamente à presidência da República fazendo com que e os militares perdessem o protagonismo político. Mas, embora o que se queria acontecesse, o governo distanciou-se ainda mais da tropa, que, entretanto, mantém-se coesa em torno de seus chefes e em situação de pronto emprego. 
2. Fatos 
(a) O mais importante valor cívico cultuado pelas FF AA é a Democracia, e, por via de consequência, seu principal compromisso com a Nação é a manutenção do regime democrático. Entretanto, com o PT no poder, a partir de 2004, o regime democrático vem sofrendo graves ameaças partidas do Foro de São Paulo, criado, em 1990 por Lula, Fidel Castro e o 01 das FARC com o objetivo confesso, público, de executar a revolução gramscista no Brasil. 
Para tanto, o FSP tornou-se uma espécie de “gabinete das sombras”, hierarquicamente superior à própria presidente, no exercício do comando das operações de conquista do poder (já em fase avançada de execução). Constituem peças de manobra do FSP, para emprego em ações de guerrilha, a serem desencadeadas na fase de aproveitamento do êxito, os falsos movimentos sociais (MST, MTST, VIA CAMPESINA, CUT, UNE etc) e mercenários cubanos arregimentados pelo governo através do programa “Mais Médicos”. 
(b) Outro elemento de desestabilização da democracia é a corrupção institucionalizada, causa primeira das graves crises moral, política e econômica que afligem o País e cujo epicentro está situado no Palácio do Planalto, onde foi gestada no primeiro mandato de Lula. 
(c) O governo, refletindo o sentimento dominante na classe política – tanto oposicionistas quanto situacionistas – teme uma INTERVENÇÃO MILITAR nos termos do artigo 142 da CF, e todos sabem, governo e políticos, que, se isso ocorrer, não será por ambição do poder por parte dos militares, mas por seu compromisso com a Democracia. 
3. Cenários prospectivos
1º. O impeachment da presidente é aprovado pela Câmara dos Deputados, porém, negado pelo Senado investido de poderes discricionários concedidos pelo STF em julgamento que causou perplexidade à Nação por representar uma inadmissível tutela do Poder Legislativo pelo STF com quebra da harmonia, independência e equilíbrio entre os poderes constitucionais. 
Ação prescrita: (Art 142 da CF): Intervenção militar para a garantia dos poderes constitucionais, no caso, o Poder Legislativo obstruído por ação ilegítima do STF. 
2º. O impeachment da presidente é aprovado pela Câmara dos Deputados e referendado pelo Senado, investido de poderes discricionários concedidos pelo STF em julgamento que causou perplexidade por representar inadmissível tutela do Poder Legislativo pelo STF, com quebra da harmonia, independência e equilíbrio entre os poderes constitucionais. A presidente, entretanto, declara que não entregará o cargo e conclama os movimentos sociais à luta contra o que chama de golpe de estado. As nações da URSAL ameaçam invadir o Brasil para impedir a execução do impeachment da presidente. 
Ações prescritas: (Art 142 da CF): 
(1) Intervenção militar para a garantia dos poderes constitucionais, no caso, o Poder Legislativo obstruído por ação ilegítima do STF. 
(2) Ações de GLO em face de eventuais distúrbios provocados pelos movimentos sociais conclamados pelo governo deposto a reagir. 
(3) Fechamento das fronteiras com os países da URSAL e mobilização das FF AA para dissuadir e/ou rechaçar as tropas da URSAL. 
Creio que este último cenário é o que está mais propício a tornar-se realidade. 
Abs. 
Tenente-Coronel EB Ref Fernando Batalha"

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

IMPEACHMENT DA PRESIDENTA DILMA E FECHAMENTO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT)



Prezados leitores, a seguir transcrevemos texto recebido por e-mail sobre pedido de impeachment da presidente Dilma e sobre o fechamento do PT.
Infelizmente, não temos como disponibilizar os sete anexos encaminhados, mas publicaremos a primeira folha de um deles devidamente protocolada ao final.

"IMPEACHMENT DA PRESIDENTA DILMA E FECHAMENTO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT) 
Nesta terça-feira, 21 de outubro, foi protocolado junto à Câmara dos Deputados Federais, no Distrito Federal, o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, bem assim duas outras ações junto ao Tribunal Superior Eleitoral, uma, requerendo o fechamento do Partido dos Trabalhadores (PT) e, outra, o afastamento da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, das Eleições de 2014. 
As denúncias fundam-se no fato da presidenta da República subordinar e submeter a sua administração, diga-se, a da República Federativa do Brasil, a interesses de entidade e governos estrangeiros, notadamente, à entidade denominada Foro de São Paulo e aos governos de países ditos “revolucionários” da América Latina. 
O Foro de São Paulo é uma entidade fundada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em 1990 com objetivos de definir estratégias e diretrizes para os “companheiros” e partidos políticos revolucionários tomar o poder nos países da América Latina e, passo contínuo, fixar políticas e ações para se manterem e se perpetuarem no poder, mediante atuações diretas nas administrações e políticas internas dos países, a exemplo do Brasil, Venezuela, Bolívia, Equador e Cuba. 
É de ser destacar que no Foro de São Paulo, entidade com gestão estratégica direta do PT, houve participação das FARC – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, organização guerrilheira e tida, por alguns países, como terrorista. 
Nas ações protocoladas são destacadas as declarações do ex-presidente Lula, de José Dirceu e da presidenta Dilma, que, além de confirmarem a existência da entidade Foro de São Paulo, esclarecem e declaram as intenções da entidade para tomada do poder no Brasil e nos países da América Latina, e quais as estratégias para administrar e se perpetuarem no poder. 
As duas outras ações, estas ajuizadas junto ao Tribunal Superior Eleitoral, fundam-se na violação da Constituição Federal, notadamente ao Estado Democrático de Direito, à Independência da República Federativa do Brasil e aos Direitos Políticos. 
A ação do mandado de segurança requer o afastamento/impedimento da candidata do PT, Dilma, de participar das Eleições de 2014, vale dizer, na votação em segundo turno, no próximo dia 26, em face de que não preenche os requisitos constitucionais de elegibilidade e por violar os princípios constitucionais da moralidade e da legalidade. 
O pedido de fechamento do Partido dos Trabalhadores (PT), denúncia encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral para cancelar o registro do partido e seu estatuto, decorre do fato do mesmo estar, a exemplo da Presidência da República, subordinado e sob influência direta de entidade e governos estrangeiros. 
Confira-se em anexo o inteiro teor das ações: Pedido de Impeachment da presidenta Dilma, Pedido de Fechamento do PT e Mandado de Segurança requerendo o afastamento da Candidata do PT, Dilma, das Eleições de 2014. 
Caroline Rodrigues De Toni
OAB/SC 29.606
Mestre em direito público pela Universidade Estácio de Sá" 




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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

OS ATUAIS TRÊS PODERES NA REPÚBLICA DO BRASIL - GENERAL VALMIR FONSECA AZEVEDO PEREIRA

Quimera


"OS ATUAIS TRÊS PODERES NA REPÚBLICA DO BRASIL
Volta e meia nos deparamos com os pensamentos do filosofo Montesquieu, em especial os enunciados na sua célebre obra “O Espírito das Leis”. 
Lá, o mestre iluminista nos legou o que seria o tripé da governança democrática, três poderes, cada qual em sua área, mas entrelaçados, de forma independente, porém harmônica para a gestão de um estado de forma sólida e equilibrada. Esses Poderes são o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.
Sim, os princípios foram tão considerados que a maioria dos países adotou-os como uma excelente maneira de estabelecer uma democrática governança, de evitar abusos, e permitir o desenvolvimento e a paz nas nações. 
Contudo, como sempre, surgem os aproveitadores que aos poucos traçam normas e leis, que manietando ou enfraquecendo os demais poderes, assumem boçalmente o mando e o desmando de uma nação.
Hoje, no Brasil, de há muito o Executivo assumiu “in totum” a sua posição de tirano, ou melhor, de um poder acima de tudo e de todos; contudo, se analisarmos atentamente, o nosso Executivo também possui limitações.
Algumas pessoas percebem que na atualidade temos sobre a pátria brasileira, três poderes, que não são os clássicos Executivo, Legislativo e o Judiciário, que sabemos de há muito estão subordinados às idiossincrasias do Executivo. 
Aqueles atentos sabem que o maior poder no País, e até sobre a America Latina, é o Foro de São Paulo, o outro poder no País é o Partido dos Trabalhadores, e por último, na escala de mando surge o Poder Executivo. 
É claro para os estudiosos que o Foro de São Paulo é quem dita as regras que são seguidas à risca pelo Executivo e pelo PT, por sua vez, o Foro de São Paulo amoita-se entre os petistas e marxista-leninistas inveterados que, desta forma é descaradamente o terceiro pé deste banquinho mambembe.
Ora, conhecemos as linhas mestras de atuação dos três poderes citados, que é o marxismo–leninismo; portanto, que Deus nos acuda, pois pela ideologia que nos domina, breve seremos todos comunas, desde criancinhas. 
De fato, é escandaloso o que assistimos, eis que tanto para o Executivo como para o PT, um valor mais alto se alevanta, o Foro de São Paulo. 
Embora sub-repticiamente, quando analisamos as grandes investidas presidenciais em especial na área externa, lá está o pensamento do Foro ou o de seu presidente, o Marco Aurélio Garcia.
Que ninguém duvide que os passos grandiloquentes do País no campo internacional são ditados pelo Foro de São Paulo e, eventualmente, na área interna, onde o maior gestor é o PT, em particular por sua ascendência sobre os sindicatos. 
Para aqueles que ainda acreditam nos clássicos três poderes da República, basta mirar a desmoralizações do Legislativo e a derrocada do Poder Judiciário, pois ambos perderam sua soberania e, na atualidade, claramente, são subordinados aos humores do Executivo.
Como simples exemplos das ações do Foro, sempre acima de qualquer autoridade, seja do Executivo, seja do PT, basta lembrarmo-nos do PNDH 3, das contribuições monetárias para Cuba, do caso de Honduras, da persistência nas alterações da Lei da Anistia, e de uma infinidade de barbaridades em andamento.
Prestem atenção, que as insistências para estes casos e outros surgem em surdina, na encolha, como se fossem questões que afloram gratuitamente, mas que são imediatamente encampadas pelas autoridades do governo e pelo PT. 
O seu promotor é o Foro de São Paulo. 
De fato, temos os três poderes no Brasil. Acredite quem quiser.
Brasília, DF, 01 de dezembro de 2013 
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira"
Juntos Somos Fortes!