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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

VÍDEO - POLICIAL FERIDO É HOMENAGEADO AO DEIXAR O HOSPITAL

Prezados leitores, o vídeo que publico circulou ontem pelas redes sociais.
O policial foi ferido e quando teve alta hospitalar recebeu a homenagem exibida no vídeo.
Por que isso não ocorre também no Brasil?




Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 6 de março de 2017

QUEM FINANCIA O FORO DE SÃO PAULO? GRAÇA SALGUEIRO

Prezados leitores, transcrevemos artigo que trás alguma luz sobre o questionamento título desse artigo.



"Quem financia o Foro de São Paulo?
Graça Salgueiro 
Durante todos os anos de existência do Foro de São Paulo (FSP) muitos de nós, estudiosos do tema, nos perguntávamos de onde vinha o dinheiro que financiava essa organização revolucionária: seriam os petro-dólares chavistas? Ou seriam as FARC? Sabemos que George Soros abriu generosamente a carteira em várias ocasiões mas nenhum de nós sabia, até então, que havia aquele idiota útil de Lenin que iria financiar a corda com que seria enforcado. 
Com tudo o que vem sendo denunciado na Operação Lava Jato, o Brasil e o mundo conheceram uma empreiteira bastante generosa que iria cumprir à risca o vaticínio de Lenin: a Odebrecht. Fundada em 1944 por Norberto Odebrecht e dirigida por seu neto Marcelo até 2015, esta rica empresa que tem escritórios espalhados pelo mundo acreditou que oferecendo polpudas propinas iria encher suas arcas sem qualquer tipo de conseqüência. Hoje sabe-se que o senhor Emílio, pai de Marcelo, era amigo íntimo de Lula da Silva e que - supomos - fizeram um acordo onde todos se dariam bem: a Odebrecht “financiava” campanhas políticas e ganhava contratos que valiam 4, 5 ou até 10 vezes mais do que suas doações. 
E faço esta suposição porque dos mais de 12 países apontados nesse esquema de corrupção, com exceção dos Estados Unidos, todos pertencem ao Foro de São Paulo. Senão, vejamos: 
No Brasil, de 2003 a 2016 a Odebrecht “doou” 788 milhões de dólares ao PT e partidos coligados que, aos poucos, vão sendo denunciados. A Venezuela recebeu 98 milhões de dólares de 2006 a 2015, aos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, ambos pertencentes ao PSUV, membro do FSP, em troca de construções super-faturadas e muitas delas inconclusas até hoje. No Equador, o governo de Rafael Correa, cujo partido Alianza País é membro do FSP, recebeu entre 2007 e 2016, 33 milhões de dólares. Na Argentina o governo dos Kirchner, Néstor e Cristina, recebeu mais de 35 milhões de dólares. No Peru, entre 2005 e 2014 a Odebrecht pagou 29 milhões de dólares para obter contrato de obras públicas envolvendo os governos de Alejandro Toledo, Alán García e Ollanta Humala, este do Partido Nacionalista do Peru, membro do FSP. 
Na República Dominicana o suborno alcançou a cifra de 92 milhões de dólares a funcionários do governo Danilo Medina, do partido Liberación Dominicana e membro do FSP. Na Guatemala a propina foi de 18 milhões de dólares, durante o governo suspeitíssimo de Álvaro Colón, cujo partido pertence ao FSP. A Odebrecht foi ainda “generosa” com o México, com 10,5 milhões de dólares, Panamá com 59 milhões de dólares e Colômbia com 11 milhões de dólares. Isso sem contar com as obras nos Estados Unidos, Angola e Moçambique. 
Em 2009 na campanha presidencial de Mauricio Funes do FMLN de El Salvador, membro fundador do FSP, a Odebrecht pagou a João Santana uma incalculável soma sob a mediação do Partido dos Trabalhadores (PT). João Santana e Duda Mendonça confessaram terem recebido dinheiro da Odebrecht para fazer as campanhas presidenciais de vários candidatos, TODOS de partidos pertencentes ao FSP. 
E o que dizer de Cuba, cuja cifra é desconhecida porque, por decreto, dona Dilma estabeleceu que o dinheiro gasto em obras faraônicas realizadas pela Odebrecht fosse classificado como “segredo de Estado”? Até hoje não se mencionou esta ilha caribenha na Operação Lava Jato e eu sei que para que se investigue é necessário uma denúncia ao Ministério Público que vai apurar, e só depois é remetida à Justiça Federal para ouvir testemunhas e levar a cabo o processo. Entretanto, já passou da hora de alguma voz se levantar a respeito desse tema, uma vez que dentre os beneficiários da referida empreiteira Cuba foi quem mais lucrou, e certamente muitos milhares de dólares escoaram para bolsos de partidos-membros do FSP. 
Um certo jornalista da Jovem Pan anda dizendo que somos “paranóicos” quando se trata desta organização criminosa chamada Foro de São Paulo, entretanto, os fatos têm demonstrado o que sempre afirmamos, mais ainda agora quando é o próprio dono da empresa que diz, em juízo, que por determinação do senhor Lula da Silva esbanjou dinheiro a países “camaradas”. 
Isso não é coincidência. Chávez financiou o FSP, as FARC deram sua cota, George Soros igualmente, mas o caixa forte que sustenta a organização revolucionária mais perigosa das Américas é a empresa Odebrecht. São seus proprietários e diretores que estão, finalmente, nos fazendo o favor de revelar. Pagaram caro pela corda que os está enforcando." 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

DEPOIMENTO SOBRE ASSASSINATO DE POLICIAL NOS ESTADOS UNIDOS

Prezados leitores, assistam o depoimento sobre o assassinato de um policial nos Estados Unidos prestado pelo ex-Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro CLÁUDIO COUTO (37o BPM), ele pediu baixa e foi com a família morar no país.
Por que a situação é tão diferente no Brasil?




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sábado, 31 de dezembro de 2016

POLÍCIA: LAURO JARDIM ERRA AO COMPARAR RIO COM ESTADOS UNIDOS



Prezados leitores, os Estados Unidos passaram por sua guerra civil no século dezenove, o Rio de Janeiro está vivenciando uma guerra em franco crescimento no século XXI.
Hoje não existe uma guerra em curso no território americano e existe uma guerra sangrenta, envolvendo vários atores (Polícia Militar, Polícia Civil, facções de traficantes de drogas, milícias e diversos grupos que praticam roubos (de carga, por exemplo) no território fluminense.
No Rio de Janeiro, criminosos e policiais circulam pelo estado com armas de guerra de grande letalidade, o que não ocorre nos Estados Unidos.
Os policiais do Rio de Janeiro estão mal qualificados, o que não parece ser a realidade americana.
O estresse acompanha os policiais fluminense o tempo todo, em função dos baixos salários e das péssimas condições de trabalho, isso também não parece ser a realidade dos americanos do norte.
A investigação criminal nos Estados Unidos é infinitamente mais produtiva que a desenvolvida pela Polícia Civil fluminense, sendo esse um fator que diminui os confrontos, em razão das prisões decorrentes das investigações.
As realidades são muito diferentes, portanto, comparar resultados é um erro.

SEGURANÇA 
Blog do Lauro Jardim Polícia do Rio matou em 2016 quase o mesmo que polícia dos Estados Unidos 
POR GUILHERME AMADO
30/12/2016 15:05 
O estado do Rio de Janeiro está pau a pau com os Estados Unidos inteiros no número de pessoas mortas por policiais em serviço. Até agora, houve nos Estados Unidos 955 homicídios praticados por policiais. O Rio, que tem a polícia que mais mata no país, registrou, até novembro, 815 mortes. 
Vale frisar que o Rio é um estado com cerca de 16 milhões de pessoas. Os Estados Unidos têm 318 milhões (Fonte)". 

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quinta-feira, 14 de julho de 2016

A ARMA É CIVILIZAÇÃO - MAJOR L. CAUDILL



Prezados leitores, postamos artigo sobre o porte de arma de fogo no intuito de promover a reflexão: 

"A arma é civilização.
Manifestação do Major L. Caudill – Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA - USMC.
As pessoas só possuem duas maneiras de lidar umas com as outras: pela razão e pela força. Se você quer que eu faça algo para você, você tem a opção de me convencer via argumentos ou me obrigar a me submeter à sua vontade pela força. Todas as interações humanas recaem em uma dessas duas categorias, sem exceções. Razão ou força, só isso. Em uma sociedade realmente moral e civilizada, as pessoas somente interagem pela persuasão.
A força não tem lugar como método válido de interação social e a única coisa que remove a força da equação é uma arma de fogo (de uso pessoal), por mais paradoxal que isso possa parecer.
Quando eu porto uma arma, você não pode lidar comigo pela Força. Você precisa usar a Razão para tentar me persuadir, porque eu possuo uma maneira de anular suas ameaças ou uso da Força.
A arma de fogo é o único instrumento que coloca em pé de igualdade uma mulher de 50 Kg e um assaltante de 105 Kg; um aposentado de 75 anos e um marginal de 19, e um único indivíduo contra um carro cheio de bêbados com bastões de baseball.
A arma de fogo remove a disparidade de força física, tamanho ou número entre atacantes em potencial e alguém se defendendo.
Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como a causa do desequilíbrio de forças. São essas pessoas que pensam que seríamos mais civilizados se todas as armas de fogo fossem removidas da sociedade, porque uma arma de fogo deixaria o trabalho de um assaltante (armado) mais fácil. Isso, obviamente, somente é verdade se a maioria das vítimas em potencial do assaltante estiver desarmada, seja por opção, seja em virtude de leis – isso não tem validade alguma se a maioria das potenciais vítimas estiver armada.
Quem advoga pelo banimento das armas de fogo opta automaticamente pelo governo do jovem, do forte e dos em “maior número”, e isso é o exato oposto de uma sociedade civilizada. Um marginal, mesmo armado, só consegue ser bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garantiu o monopólio da força. Há também o argumento de que as armas de fogo transformam em letais confrontos os que de outra maneira apenas resultariam em ferimentos. Esse argumento é falacioso sob diversos aspectos. Sem armas envolvidas, os confrontos são sempre vencidos pelos fisicamente superiores, infligindo ferimentos seríssimos sobre os vencidos.
Quem pensa que os punhos, bastões, porretes e pedras não constituem força letal, estão assistindo muita TV, onde as pessoas são espancadas e sofrem no máximo um pequeno corte no lábio. O fato de que as armas aumentam a letalidade dos confrontos só funciona em favor do defensor mais fraco, não do atacante mais forte. Se ambos estão armados, o campo está nivelado. A arma de fogo é o único instrumento que é igualmente letal nas mãos de um octogenário quanto de um halterofilista. Elas simplesmente não funcionariam como equalizador de Forças se não fossem igualmente letais e facilmente empregáveis.
Quando eu porto uma arma, eu não o faço porque estou procurando encrenca, mas por que espero ser deixado em paz. A arma na minha cintura significa que eu não posso ser forçado, somente persuadido. Eu não porto arma porque tenho medo, mas porque ela me permite não ter medo. Ela não limita as ações daqueles que iriam interagir comigo pela razão, somente daqueles que pretenderiam fazê-lo pela força. Ela remove a força da equação. E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado.
Então, a maior civilização é onde todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados."

Qual a sua opinião?

Juntos Somos Fortes!

domingo, 26 de outubro de 2014

ELEIÇÕES - "SE OS PORCOS PUDESSEM VOTAR...'



Prezados leitores, após a consumação das eleições no Brasil, reproduzimos uma frase que lemos no WS.
Ela é atribuída ao escritor norte-americano Orson Scott Card:

"Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele já tenha abatido no recinto ao lado." 

Pensem sobre isso.

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

POR QUE A INVESTIGAÇÃO POLICIAL É TÃO RUIM NO BRASIL?



Prezados leitores, as Polícias Militares do Brasil estão longe da eficiência que a população merecia, mas temos que reconhecer que por sua vez as Polícias Investigativas também deixam muito a desejar.
No Brasil investigamos muito mal, uma deficiência que começa na formação do investigador (policial) e na formação dos denominados "operadores do direito", passando pela não valorização das atividades periciais.
Um terço dos estados ainda não transformou a perícia criminal em uma atividade independente com gestão e carreira própria.
O Rio de Janeiro, por exemplo, está incluído no grupo dos ultrapassados, aqui a perícia faz parte da Polícia Civil, um grande atraso.
Ontem, recebemos por e-mail um ótimo artigo que bem retrata a péssima qualidade da nossa investigação policial.

"MEDO EM SÉRIE
* Por Fabricio Rebelo 
Goiânia, capital do estado de Goiás, se tornou destaque na mídia brasileira e internacional. A ocorrência de assassinatos em série na cidade, vitimando mulheres, vem repercutindo constantemente nos principais jornais do país, chegando às páginas do The New York Times, nos Estados Unidos, e ao portal holandês HLN.be. Desde o início dos ataques, foram vitimadas fatalmente 15 mulheres, com ao menos mais duas investidas frustradas. São números relevantes, que recrudescem a já preocupante tendência de alta de homicídios na cidade, cujas taxas aumentaram mais de 45% em uma década, como apontou a edição 2014 do Mapa da Violência. 
Diferentemente dos crimes ditos comuns, que têm a motivação patrimonial como elemento característico, os ataques intencionalmente letais, dissociados de outros objetivos, são um fator significativamente potencializador do medo na sociedade. Afinal, ao contrário daqueles em que o criminoso é movido pelo desejo de subtrair algo de valor de suas vítimas, ou mesmo daqueles em que busca saciar um impulso sexual, nos assassinatos em série o que se objetiva é puramente a morte. E, se a morte é o objetivo do criminoso, não há receita para diminuir os riscos de ser vitimado, a não ser se esconder. Contra alguém movido por uma psicopatia homicida, a proteção se resume a não se expor a nada, nem a ninguém. 
Os crimes de Goiânia bem demonstram a sensação de impotência da sociedade, pois foram registrados sob as mais diversas situações. A qualquer hora, sem áreas de risco pré-definidas, um indivíduo numa motocicleta se aproxima e atira - ao que se apurou, sem nem mesmo estabelecer um contato com sua vítima. Para quem precisa andar pelas ruas, como se defender? 
Contar com a polícia para esclarecer a autoria dos ataques e prender o criminoso é, claramente, insuficiente. Depois do primeiro assassinato, mais 14 mulheres perderam a vida até que surgissem os iniciais indícios de um suspeito. Para elas e suas famílias, nada do que acontecer depois tem a possibilidade de recompor suas perdas ou amenizar a dor. 
É difícil dizer o que move a sanha assassina de um criminoso em série, quase sempre permeada por um grave distúrbio psíquico. Porém, é simples identificar um elemento que facilita sua ação: a fragilização da sociedade, de quem se retirou os meios de autodefesa. Ações destemidas e reiteradas, como as do assassino serial de Goiânia, só são possíveis porque não há, para ele, o risco de ser confrontado por suas vítimas ou, principalmente, por alguém que testemunhe o ataque. 
Sempre que acontece um assassinato em massa nos Estados Unidos, nos acostumamos a ver surgir por aqui requentadas discussões sobre um maior controle de armas, ainda que, invariavelmente, isso não possa ter o mais ínfimo efeito para conter as ações. Com ataques de assassinos em série, impõe-se a discussão em outro sentido, desta vez com uma propriedade muito maior, relativa à permissão de que potenciais vítimas possam se defender ou ser defendidas por quem testemunha uma agressão. 
Não se trata, como muitos insistem em resumir, de estimular que se reaja indistintamente, tampouco de distribuir armas sem critério a uma população. A abordagem precisa ser técnica, relativa ao efeito inibidor que a mera possibilidade de haver vítima ou testemunhas armadas representa para o agressor, algo muito comum aos que se aprofundam no estudo da segurança pública, nele conhecido como Halo Effect - ou efeito auréola, em livre tradução. Trata-se, apenas, de se reconhecer a substancial importância de não dar a criminosos a certeza da ausência de reação, seja por suas vítimas, seja por qualquer outro cidadão que presencie a ação. 
Nos Estados Unidos, país com duzentas vezes mais armas legalizadas do que o Brasil e uma taxa de homicídios sete vezes inferior à nossa (4,2/100mil X 29/100mil), assassinos em série e maníacos sexuais são mote frequente em campanhas publicitárias para estímulo à autodefesa, especialmente de mulheres, suas vítimas preferidas. Há até modelos de armas especiais para o público feminino, com empunhaduras mais delicadas e até cores diferenciadas, como o rosa. Por aqui, notícias sobre a ação de um criminoso serial só escancaram o quão indefesos estamos, fazendo-nos buscar ainda mais refúgio e, paulatinamente, abrir mão de atitudes simples do cotidiano social. 
Não é para menos. Para quem não vê o Estado capaz de conter a escalada de homicídios em que estamos atolados e não tem como se proteger, um exemplo como o do assassino de Goiânia difunde não apenas mortes, mas também um enorme medo em série.
* Fabricio Rebelo é bacharel em direito, pesquisador em segurança pública e diretor executivo da ONG Movimento Viva Brasil. 

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terça-feira, 26 de novembro de 2013

O RIO "PACIFICADO" E O ALERTA DO CONSULADO AMERICANO


Imagem: paxprofundis.org



A pacificação do Rio de Janeiro só existe na propaganda do governo, não engana mais ninguém.

ESTADÃO
Consulado dos EUA no Rio alerta para arrastões nas praias
Representação diplomática orienta turistas sobre como proceder e chama atenção para crescimento do número de casos no Leblon, Ipanema, Arpoador e Copacabana
Marcelo Gomes
(...)
Confira a íntegra do alerta:
"O Consulado dos EUA no Rio alerta cidadãos americanos em viagem ou residentes no Rio de Janeiro sobre aumento da incidência de crimes em áreas frequentadas por turistas. Nos últimos dias, a imprensa local tem noticiado um crescimento de crimes, notadamente de arrastões, nos quais uma grande quantidade de adolescentes praticaram roubos em áreas inteiras das praias do Leblon, de Ipanema, do Arpoador e de Copacabana.
A incidência de crimes contra turistas é maior em áreas próximas a praias, hotéis, bares, boates e outros destinos turísticos. Incidentes de roubos e ônibus urbanos também são comuns. Crimes são especialmente comuns antes e durante o Carnaval e o Natal, mas também ocorrem durante todo o ano. É provável que o aumento atual dos crimes continue pelo mês de dezembro.
Os principais alvos dos criminosos são smartphones e cordões, mas há muitos registros de roubos de bicicletas, carteiras e bolsas. Por favor preste atenção ao seu redor. Mantenha objetos valiosos em locais seguros e não consigo quando visitar a praia ou outros pontos turísticos. Por favor tenha cuidado quando utilizar celulares em locais públicos, e considere esperar até entrar num local seguro antes de usá-lo.
Você deve manter uma cópia do seu passaporte consigo quando estiver em público. Mantenha seu passaporte no hotel ou em outro local seguro.
Você também deve carregar uma prova do seu seguro saúde (Leia a matéria)".
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

POLÍCIA NOS ESTADOS UNIDOS E NO BRASIL - CEL PM MARLON JORGE TEZA

Quarta-feira, 6 de novembro de 2013 
Estamos enfrentando atualmente, dias onde o tema segurança pública, juntamente com o modelo policial e as funções das policias brasileiras, é tema recorrente tanto no meio midiático como no meio político onde muitos, inclusive aqueles que flagrantemente não possuem conhecimento pleno disso, opinam e distribui fórmulas, muitas milagreiras, para a resolução “imediata” do problema. 
Com frequência se observa muitos comentarem e mencionarem que nos Estados Unidos da América a polícia funciona, etc, etc. Pois bem, aqui neste blog já postei sobre isso, no entanto, recentemente realizei viagem aos EUA onde participei da Conferência Anual da IACP (Associação internacional de Chefes de Polícia) realizada na Filadelfia, um evento grandioso onde reúne policiais de todo o mundo (este ano contou com mais de 9.000 participantes) contendo conferências e exposições de equipamentos, tudo tendo como tema central a polícia. No evento notou-se que muito embora naquele país existam milhares de polícias autônomas umas das outras, todas convivem pacífica e harmonicamente, justamente pelo motivo de não haverem disputas por competência já que todas realizam, pelo menos, o ” ciclo completo de polícia”. 
Na mesma viagem tive oportunidade de ver atentamente em algumas cidades como funciona a polícia e suas atuações nas ruas no cotidiano. 
Sem entrar em detalhes, ficou evidenciado tudo aquilo que já sabíamos à respeito, ou seja, a polícia lá funciona melhor que aqui, porém o que foi visto e se nota facilmente conversando com quem é do ramo é que dois detalhes importantes são levados em consideração pelos administradores públicos em relação as polícias, sejam elas: Agencias Policiais Federais, Polícias dos Estados, Polícias dos Condados (sheriff) ou Polícias Locais elas possuem muitos recursos orçamentários à disposição aliado a realização (competência) do dito “ciclo completo” desde que a infração penal seja da sua competência de atuação. 
Os fartos recursos orçamentários levam as instituições policiais em todos os níveis a terem o melhor em tudo: nos equipamentos; nas viaturas; no número do efetivo; nos salários; nos treinamentos e na formação, dentre outros. Já o ciclo completo força e dá a essas mesmas instituições policiais para realizarem o “serviço completo”, ou seja, constatado a infração penal (de sua competência) relata de imediato (relata não realiza o tal inquérito) ao judiciário juntando provas e tudo mais e daí a justiça se encarrega do restante. Tudo fica muito mais rápido e simples. 
Até comentei a respeito em meu twitter (@MARLONTEZA) o seguinte: 
1º Twitter - Em New York a polícia metropolitana possui 30.000 policiais p/ policiar praticamente uma ilha, e conta com mais uma dezena de polícias autônomas. 
2º Twitter - New York possui ainda as agências policiais federais e do condado além de muitos e modernos equipamentos aí fica mais fácil realizar segurança Pública. 
3º Twitter - Se derem as mesmas condições da policia de NY a policia brasileira com certeza tudo seria muito mais fácil. 
4º Twitter - Em Washigton DC igualmente a NY existem uma dezena de policias locais além das agências federais c/ poder de polícia mais equip. e Vtrs. 
5º Twitter - Todas as polícias dos EUA atuam de maneira concorrente e de ciclo completo. Dêem isso a PM no Brasil que funcionaria. Duvido que não. 
A bem da verdade realizei as considerações acima para chamar atenção daqueles que apaixonadamente defendem, sem atentar para algumas verdades, a UNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS e a DESMILITARIZAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR. Dois discursos fáceis sem no entanto observarem os reais e verdadeiros motivos dos problemas que atingem as instituições policias brasileiras e consequentemente a segurança pública dos cidadãos. 
O que dá para sentir é que no Brasil o tema da unificação das Polícias e a desmilitarização da Polícia Militar são uma espécie de panaceia criada por aqueles que não querem incluir no debate o grande problema das polícias brasileiras que é RECURSOS FINANCEIROS e o CICLO COMPLETO. Aliado a isso ainda pode ser agregado a necessidade ou não de se ter mais polícias tais como: mais Agências Policiais Federais especializadas; Agências Policiais Estaduais; Polícias Locais (não guardas) todas autônomas umas das outras, porém com recursos (muitos recursos) adequados e competências bem definidas. 
Esse sim é o debate necessário nesse momento, o restante é como se diz popularmente “chover no molhado” e não sair do lugar. Sem essas definições não haverá saída e cada vez mais se perde tempo em discussões intermináveis que só servem para que cada instituição policial com receio de perder espaço ou até ser extinta se defenda, desviando energia para isso ao tempo que essa energia poderia ser utilizada no cotidiano para a melhoria da segurança pública das pessoas. 
Todos temos que refletir sobre isso tudo e dar uma “guinada” muito forte no sentido de mudar o foco das discussões e não se deixar levar pelo discurso fácil daqueles que quase nada entendem do tema e desejam somente “faturar com essa causa” 
Um abraço a todos e até a próxima.
MARLON JORGE TEZA
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