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sexta-feira, 6 de julho de 2018

UNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS - MENSAGEM DA FENEME



Prezados Oficiais da FENEME
Considerando as inúmeras manifestações de quem não conhece o processo legislativo democrático e visando esclarecer  tenho a dizer o seguinte:

Sobre o relatório apresentado  pelo Deputado relator da Comissão instituída na Câmara dos Deputados denominada COMISSÃO DE UNIFICAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL E MILITAR , estão circulando informações incompletas e dissociadas da realidade nas mídias e principalmente em grupos de militares estaduais e do DF.

Diante disso e no objetivo de esclarecer, informamos que essas comissões são instituídas para estudar um determinado tema e após apresentar uma proposta, que poderá ou não se transformar numa proposição legislativa a tramitar no Congresso Nacional (Câmara e após Senado,) como tantas que já tramitam naquelas casas legislativas.

Esclarecemos que não há qualquer risco que algo ocorrer sem os devidos debates e como mencionado, obrigatoriamente, se for o caso, deverá haver a tramitação regular conforme prevê a Constituição, Legislação Federal e o regimento de  ambas casas legislativas federal.

Se realmente ao final resultar numa PEC – Proposta de Emenda Constitucional, como também mencionado, terá sua tramitação normal e provavelmente será apensada a tantas outras que tratam do tema (inclusive  o ciclo completo), alertando , inclusive, que no momento devido a intervenção Federal em curso no Estado do Rio de Janeiro, nem há como aprovar qualquer PEC por impedimento Constitucional.

Finalmente, não é momento de qualquer alarde, é sim momento de debate e de conhecer o que pensam alguns parlamentares sobre a mais que centenária Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar, inclusive conhecer mais profundamente muitos que se dizem nossos “parceiros e admiradores” falsamente. Devemos estar atentos e vigilantes sim, porém ombreados entre nós e os nossos parlamentares militares e amigos fiéis, para construirmos uma segurança pública melhor em prol da sociedade através do debate democrático e com conhecimento da realidade brasileira, evitando propostas eleitoreiras e sem mencionar as verdades necessárias conforme parece o contido no relatório apresentado.

Não nos esqueçamos de que o pleito eleitoral se avizinha, então vamos escolher bem primeiramente entre os nossos candidatos militares e após entre os nossos verdadeiros amigos e apoiadores candidatos. A aqueles que agora desejam  nos descartar devemos dar o desprezo das urnas e nos debates.

O momento agora é de atenção e união, ao final os melhores e bem intencionados vencerão e todos sabemos que são os melhores e bem intencionados.

Um forte abraço a todos e VAMOS À LUTA.

Coronel Marlon – Presidente da FENEME

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

ESCLARECIMENTOS SOBRE A PEC DA UNIFICAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL E POLÍCIA MILITAR



"ESCLARECIMENTOS SOBRE A PEC DA UNIFICAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL E POLÍCIA MILITAR"

Está circulando nas redes sociais, em especial nos grupos de WhatsApp dos policiais, o texto abaixo que trata da PEC da Unificação da Polícia Militar e Polícia Civil.

Cabe esclarecer o seguinte:
- Essa PEC foi apresentada em especial pela bancada da Polícia Civil, não havendo concordância com a bancada da Polícia Militar;
- ainda está na primeira fase da relatoria da Comissão Especial, tem ainda um longo percurso até que pudesse ser aprovada;
- a forma como foi apresentada é prejudicial para os policiais militares, e não admitimos a desmilitarização, base para Unificação, que significaria a extinção da PM;
- essa PEC não avançará esse ano na Câmara, não tem a menor possibilidade de ser aprovada no plenário, sequer de ser pautada, já que o Presidente da Câmara procura pautar mais projetos consensuais.

REAFIRMO: NÃO EXISTE A MENOR POSSIBILIDADE DE SER VOTADA E APROVADA ESSA PEC NESTE MANDATO, MAIS UM MOTIVO PARA ELEGERMOS NOSSOS REPRESENTANTES ESTE ANO PARA NOS DEFENDER NO PRÓXIMO MANDATO.

Para quem ainda não viu o teor dessa PEC, segue abaixo o texto que está circulando nas redes.

Brasília, 13 de fevereiro de 2018.

CAPITÃO AUGUSTO
Deputado Federal
Policial Militar, mande uma msg autorizando e receba notícias sobre a Reforma da Previdência e outros de interesse dos PMs.
Ajudaria muito caso possa curtir e compartilhar nosso Facebook.

Eis parte do texto que está circulando nas redes:
URGENTE -PEC DE UNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS AVANÇARÁ EM 2018

Com todo o debate acerca do ciclo completo, avança com força em 2018 a *PEC de unificação das polícias estaduais*. De acordo com a referida PEC, os Estados deverão possuir apenas uma polícia, que será chamada de Polícia do Estado.

A estrutura da Polícia do Estado será presidida por Delegados de Polícia e contará com apenas outras 4 carreiras, que realizarão o trabalho investigativo e ostensivo:

*1-Delegados de Polícia*

*2-Peritos Criminais*

*3-Investigadores de Polícia*

*4-Escrivães de Polícia*

*5-Policiais fardados (realizarão o trabalho ostensivo, comandados por Delegados de Polícia)*

Art. 2º. As Polícias Civil e Militar dos Estados e as do Distrito Federal passam a ser denominadas Polícia do Estado e Polícia do Distrito Federal e Territórios.
§ 1º. A Direção Geral da Polícia dos Estados e a do Distrito Federal e Territórios será exercida, pelo período de dois anos, alternadamente, por Delegado de Polícia e Oficial da Polícia Militar remanescentes das extintas instituições, de cargo de nível hierárquico mais elevado, até que um Delegado de Polícia formado pelo novo sistema previsto nesta emenda, reúna condições ara assumir e exercer a direção da entidade no biênio estabelecido, obedecida, alternadamente, a sistemática disposta neste artigo.
§ 2º. Ocupado o cargo de Delegado Geral de Polícia por integrante oriundo da extinta Policia Civil, o cargo de Delegado Geral Adjunto de Polícia será ocupado por Oficial oriundo da extinta Polícia Militar, revezamento que será observado na alternância prevista (...)".

sexta-feira, 23 de junho de 2017

VÍDEO - "RAPIDINHA" COM O CORONEL PAÚL - 005 - 23 JUN 17

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paúl comenta o absurdo de diante da grave situação vivenciada no país, a Câmara de Deputados ainda insiste com temas como unificação das polícias e fim dos militares estaduais, que não são prioritários neste momento e que trarão mais problemas do que soluções.




Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 16 de março de 2017

A POLÍCIA MILITAR DO MÉXICO



Prezados leitores, o México criou em 2016 a sua Polícia Militar.
A seguir publicamos artigo que nos foi encaminhado para servir como mais um subsídio para formar opinião sobre o modelo organizacional das polícias.

"BLITZ DIGITAL
México cria polícia militar para combater crime
28 de julho de 2016
Com o agravamento da criminalidade o Brasil vem, há algum tempo, rediscutindo o seu modelo policial. Hoje, o que não falta, são opiniões sobre um tema tão complexo e pouco estudado no nosso país. 
Dentre as dezenas de opiniões, algumas não tem nenhum fundamento ou cabimento, como as que o modelo policial militar só existe no Brasil, ou que a polícia militar brasileira não tem parâmetro internacional. 
Essas opiniões foram devidamente contestadas e caíram no descrédito graças a vários artigos publicados como “Só existe polícia militar no Brasil?”,“Qual a diferença da polícia americana para a do Brasil?”, “Polícia francesa X polícia brasileira”, “Qual o salário de um policial nos Estados unidos?”, “A militarização das policias americanas” e por fim: Um Estudo de Polícia Comparada: Brasil e Estados Unidos da América”, ou seja, A polícia militar brasileira é uma Gendarmerie, que é um modelo policial baseado no francês, e que é a base da segurança pública em toda a Europa, no Continente Americano, na Ásia e na África. Hoje existem mais de 70 Gendarmeries pelo mundo e são respeitadas pela sua disciplina, honra, patriotismo e eficiência no combate ao crime. 
Apenas um país das Américas não tinha uma Gendarmerie: O México (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A DESMILITARIZAÇÃO DAS POLÍCIAS MILITARES: ALGUNS ASPECTOS IGNORADOS NOS DEBATES



Prezados leitores, esse é o segundo artigo que publicamos hoje sobre o tema desmilitarização das Polícias Militares, nele abordaremos alguns aspectos que não são apresentados nos debates e que são focados na nossa Constituição Federal.
Vale lembrar que a Constituição de 1988 foi construída no regime democrático.
Pelo preconizado nela o cidadão brasileiro que optar por ter uma carreira MILITAR tem duas opções:
- Ser um militar da federação (integrante das Forças Armadas) ou ser um militar dos estados e do distrito federal (policial ou bombeiro), em conformidade com os artigos 142 parágrafo 3o e 42, respectivamente.
Caso o cidadão deseje atuar nas missões  previstas para as Forças Armadas (Artigo 142), optará por ser um militar da federação.
Se o seu desejo for atuar no policiamento ostensivo e na preservação da ordem pública (Artigo 144 parágrafo 5o), será um militar dos estados ou do distrito federal.
Cabe acrescentar que se o interesse do cidadão for ser apenas policial, basta tentar o ingresso nas polícias federal, rodoviária federal ou civil.
Dentro desse cenário constitucional salta aos olhos  que os militares dos estados e do distrito federal são os MILITARES DE POLÍCIA e os MILITARES DO CORPO DE BOMBEIROS.
Diante disso percebe-se que as duas instituições possuem denominações históricas, porém erradas no contexto constitucional.
Os nomes corretos poderiam ser (exemplos): Corpo Militar de Polícia e Corpo Militar de Bombeiros.
Polícia Militar deveria ser a denominação da polícia dos militares.
Os militares de polícia são os que realizam o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública, como afirmamos.
Salvo melhor juízo, a discussão centrada no interesse público não deve ser a desmilitarização ou não, mas sim qual o modelo organizacional é mais eficiente para realizar essas duas missões: o "militar" ou o "não militar".
Respeitando todas as opiniões contrárias, tendo o Rio de Janeiro como referência, o militar de polícia nos parece o elemento melhor preparado para enfrentar a criminalidade existente, ela que emprega estratégias, táticas e armamentos próprios de guerras e de guerrilhas.
Desconhecemos país onde a criminalidade se pareça com a existente no Rio de Janeiro, onde o controle (enfrentamento) dela não seja feito por Força Armada ou por militares de polícia, alguém conhece?
Notem que quando os militares de polícia deixam de atuar (greves), quem realiza as funções preconizadas a eles são integrantes das Forças Armadas (Exército) ou do projeto da Força Nacional de Segurança, que também é organizado militarmente.
A verdade é que no Brasil não existe efetivo "não militar" que esteja apto para cumprir as missões dos militares de polícia, isso é irrefutável.
Longe de esgotar o tema, nosso principal objetivo foi trazer para a mesa de debates um novo questionamento: qual é o melhor modelo organizacional para a realização do policiamento ostensivo e da preservação da ordem pública no Brasil?
Nos respondemos: o militar.
Qual a sua resposta?

Juntos Somos Fortes!

A DESMILITARIZAÇÃO DAS POLÍCIAS MILITARES E A FALTA DE PARÂMETRO QUE SEJA EFICIENTE



Prezados leitores, como publicamos ontem no Facebook, hoje apresentaremos dois artigos sobre o tema desmilitarização das Polícias Militares.
Os defensores da desmilitarização das Polícias Militares do Brasil apresentam os mesmos argumentos há muitos anos, o debate é antigo.
A seguir elencamos os mais ouvidos:
- As Polícias Militares são resquícios da ditadura (governo) militar.
- A maioria dos Praças são favoráveis a desmilitarização.
- Apenas parte dos Oficiais são contra a desmilitarização, isso para não perderem benefícios.
- É necessário construir uma "polícia cidadã".
Nesse artigo não faremos juízo de valor sobre os temas e nem tentaremos conceituar o que seria a "polícia cidadã", algo ainda confuso (uma polícia que faz greve seria uma polícia cidadã?).
Nós focaremos em um tema pouco abordado e que fala contra a desmilitarização: a absoluta falta de um parâmetro (padrão) eficiente de polícia NÃO organizada militarmente.
Basta ao interessado consultar a Constituição Federal para constatar que nenhuma polícia brasileira NÃO organizada militar é eficiente no desempenho de sua (s) função (ões).
Isso nos coloca diante de um dilema caso seja aprovada a desmilitarização no futuro, ou seja, qual o modelo (padrão) que a ex-Polícia Militar adotará para ser eficiente?
Em termos constitucionais as Polícias Civis não são, a Polícia Federal não é, assim como, a Polícia Rodoviária Federal não é.
Deixar de ser militar para ser INEFICIENTE (ou continuar ineficiente) não nos parece algo que recomende a inteligência mediana..
Concordamos que o militarismo precisa ser flexibilizado nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militares, sobretudo no que diz respeito aos regulamentos arcaicos, isso todos concordam.
O Policial Militar é um cidadão fardado e deve ser tratado tendo por base o respeito aos seus direitos de cidadão brasileiro.
Operar essas mudanças nos parece muito mais importante no momento que pensar em desmilitarizar.
Além disso, como medida de segurança, enquanto não aparecer uma polícia NÃO organizada militarmente que possa servir de parâmetro de eficiência, a desmilitarização não faz qualquer sentido.
O segundo artigo será publicado mais tarde.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

"DESMILITARIZAÇÃO DA PM: A QUEM INTERESSA ? - FLAVIO GORDON



Prezados leitores, hoje nós publicamos um vídeo de trinta minutos onde se pode constatar a presença de grupos hostis ao policiamento, os quais usam até fogos de artifício atirados na direção dos policiais.
Quem não assistiu ainda, não deixe de fazê-lo.
São vândalos e saqueadores que querem enfrentar o Estado e a própria população que acaba também sendo vitimada.
Na realidade que vivenciamos no país, pensar em desmilitarizar as polícias é algo sem qualquer sentido.
Além disso, vale lembrar que por definição constitucional os PMs são militares de polícia, militares dos estados, sendo impensável desfigurá-los de sua natureza organizacional.
O tema já esteve presente em mais de cem artigos no nosso blog e em nenhum momento, apesar das nossas solicitações, alguém favorável à desmilitarização, apresentou o produto final, ou seja, como na prática passaria a ser o sistema de segurança pública.
Eis um novo artigo.

"Site Senso Incomum
Desmilitarização da PM: a quem interessa?
Flavio Gordon 
09/02/2017
Refletir sobre a desmilitarização significa ir além da aura mágica da palavra, penetrando na substância concreta do fenômeno. 
Nenhuma palavra ou ideia — sobretudo ao se tratar de uma proposta política de mudança radical — deve ser analisada como se pairasse num vácuo. Em termos puramente ideais e abstratos, a noção de desmilitarização das polícias talvez até fizesse algum sentido. Afinal de contas, não é estritamente necessário (e, sob certas circunstâncias, talvez nem mesmo desejável) que um corpo profissional responsável por manter a ordem pública e o cumprimento da lei esteja organizado nos moldes de um exército, ou seja, para a guerra. 
Mas é preciso ir além do significante “des-mi-li-ta-ri-za-ção” — cuja sonoridade, para muitos, parece trazer à mente a canção Imagine, de John Lennon, e as imagens idílicas de um mundo sem armas, sem violência, sem hierarquias; um mundo de paz, amor e campinas verdejantes — em busca do significado concreto assumido pela referida proposta na nossa presente situação (que, a propósito, não é das melhores). 
É preciso lembrar, antes de mais nada, que estamos no Brasil, país campeão mundial em número absoluto de homicídios. País no qual os criminosos são mais “militarizados” que a maior parte dos exércitos do planeta. Vivemos, de fato, em estado de guerra, com estatísticas de guerra, e dramas humanos típicos de situações de guerra. Num tal contexto, nada mais normal que nossas forças policiais sejam regidas por uma lógica militar. 
Em segundo lugar, e sobretudo, é preciso refletir profundamente sobre quem defende a desmilitarização no país, ou seja, sobre quais são exatamente os seus principais entusiastas. 
Basta fazer a pergunta para constatar tratar-se da mesma turminha, tão nossa conhecida, que chama arrastão de “reação dos desfavorecidos contra a elite”. Que defende o psicopata Champinha contra a “loirinha de classe média alta com nome estrangeirado” (sic), sua vítima. Que acusa a polícia de ser racista e genocida. Que é contra o policiamento ostensivo e o encarceramento de marginais. Que pede “menos polícia e mais cultura”, como se uma coisa pudesse substituir a outra. Que acusa a vítima de assalto de ter cometido “crime de ostentação”. Que mobiliza mundos e fundos para defender black blocs. Que “é do Levante” e “está com Maduro”. Que sonha em meter uma bala na cabeça dos “conservadores”. Que invade e destrói a sala de um professor de que discordam, rabiscando na parede a frase “Stálin matou foi pouco”. Que cassa a palavra de um debatedor e em seguida o agride covardemente na base do 30 contra 1. Que xinga a dissidente cubana Yoani Sanchez de vendida e agente da CIA, esfregando-lhe notas de dólares no rosto. Que deseja abertamente o estupro da jornalista Rachel Sheherazade. Que mata cinegrafista com disparos de rojão. Que enfia crucifixos no ânus e quebra imagens sacras. Que vomita, berra e se debate quando contrariada. Que faz troça da expressão “gente de bem”, como se a diferença substantiva entre um trabalhador e um criminoso fosse mera criação ideológica da direita. E que conta com centenas de representantes na política, na academia, no jornalismo e no show business. São esses os defensores da desmilitarização (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

CRISE REABRE O DEBATE SOBRE A DESMILITARIZAÇÃO DAS POLÍCIA MILITARES

Prezados leitores, o eterno debate continua sem que ninguém apresente o PRODUTO FINAL da desmilitarização e da unificação (ou não) das polícias estaduais.




"Jornal O Dia
Crise na PM reabre debate sobre a desmilitarização 
De um lado, defensores do modelo tradicional, regido hoje, de polícia de controle. Do outro, os que lutam por uma polícia mais cidadã 
12/02/2017 06:00:00
FRANCISCO EDSON ALVES
Rio - O calor do polêmico movimento da Polícia Militar do Rio de Janeiro e do Espírito Santo por melhoria salarial e condições mais adequadas de trabalho, que deixou a população dos dois estados com os nervos à flor da pele nos últimos dias, reacende a antiga discussão sobre a desmilitarização da corporação. O assunto divide opiniões e é motivo de debates exacerbados em todo o território nacional, especialmente nas redes sociais e no Congresso Nacional, onde tramitam duas Propostas de Emenda à Constituição (PEC 102 e PEC 430) sobre o tema. De um lado, os defensores ferrenhos do militarismo, como o coronel militar da reserva, Paulo César Lopes, conhecido como linha dura, pelas punições severas que impunha a policiais corruptos ou que transgrediam disciplinas internas (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

domingo, 12 de fevereiro de 2017

A UNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS CIVIL E MILITAR

Prezados leitores, a crise no sistema a segurança pública no Brasil, embora seja culpa dos governantes (políticos) e não das Polícias Militares e das Polícias Civis, isso parece que vai acelerar a discussão do tema.
Em inúmeros artigos já emitimos a nossa opinião contrária à unificação.




"Comentário publicado MP
11 de fevereiro de 2017 12:53x 
O Delegado Edson Moreira: uma única força, com investimento maior nas áreas de inteligência e de formação e com troca de informação, entre os integrantes ajudaria em muito o combate ao crime Comissão especial da Câmara dos Deputados definiu o cronograma de trabalho para este ano e aposta em unificação das polícias Civil e Militar como solução para a recente crise de segurança pública no País. 
O colegiado tem até o fim desta legislatura para estudar modelos que unifiquem a atuação dos cerca de 425 mil PMs e 117 mil policiais civis que atuam nos estados brasileiros. No entanto, o comando da comissão quer divulgar o relatório final no primeiro semestre de 2018, já que vislumbra essa unificação como meio de frear a atual crise da segurança pública, marcada por greves nas corporações, massacres em presídios e aumento dos casos de explosão de caixas eletrônicos e de assaltos a banco, sobretudo em cidades do interior. 
Segundo o presidente da comissão, deputado Delegado Edson Moreira (PR-MG), o relatório já deverá vir acompanhado de proposta de emenda à Constituição (PEC) e projeto de lei que viabilizem a unificação das polícias Civil e Militar. 
O relator da comissão, Vinicius Carvalho, promete um relatório técnico: resistência à unificação vem das instituições, tanto Civil quanto Militar 
“Uma única força – com investimento maior nas áreas de inteligência e de formação e com troca de informação entre todos os seus integrantes – ajudaria, em muito, o combate ao crime”, avalia o deputado. 
“Enquanto as forças estão brigando entre si para saber quem vai fazer isso, quem vai fazer aquilo, os criminosos estão à frente, progredindo anos-luz, fazendo atos de terrorismo.” 
Tema polêmico 
O relator da comissão, deputado Vinícius Carvalho (PRB-SP), admite que o tema é polêmico e divide opiniões dentro e fora das corporações. 
Para ampliar o debate e buscar um modelo ideal de unificação, o colegiado programou, para este ano, uma série de seminários regionais e visitas ao exterior. O primeiro seminário será no dia 10 de março, na cidade mineira de Juiz de Fora. Outros seminários regionais deverão ocorrer em Três Corações (MG), provavelmente em 27 de março, Chapecó (SC), Bragança Paulista (SP) e Aracaju (SE), estes ainda sem datas previstas. 
Também serão mantidas as audiências públicas em Brasília com convidados que já tiveram requerimentos aprovados na comissão". 

 Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

OPINIÕES SOBRE A DESMILITARIZAÇÃO DAS PMs E A UNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS

Prezados leitores, publicamos dois vídeos contendo opiniões sobre a desmilitarização das Polícias Militares e a unificação das polícias, temas recorrentes no discurso para alteração do sistema policial.









Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

RIO: ACABEM COM A POLÍCIA MILITAR


Prezados leitores, quando falam (escrevem) sobre a promoção de alterações do sistema policial brasileiro, dois parâmetros aparecem como sendo a solução para todos os problemas:
- a desmilitarização das Polícias Militares; e
- a unificação das polícias.
A solução será a adoção dessas medidas?
O povo pediu isso nas ruas e a voz do povo é a voz de Deus.
Não é esse o dito popular?
Por que não tentar?
Nós devemos apenas lembrar que na implementação de mudanças é importante estabelecê-las de forma segura, portanto, o controle dos resultados é primordial, assim sendo, nada melhor para isso do que escolher um estado como sendo o protótipo para a testagem das alterações.
Por favor, não levantemos impedimentos legais, todos podem ser contornados, existindo a vontade política.
Atualmente, nenhum estado reúne melhores condições de servir como "balão de ensaio" do que o Rio de Janeiro, onde a segurança pública se transformou em completo um caos.
Nós iniciamos com uma grande vantagem começando pelo Rio de Janeiro, pois aqui pior não fica.
Se der certo, expandimos para outros estados, sempre mantendo o controle.
Se der errado, desfazemos a desmilitarização e a unificação.
Tudo volta a ser como antes e pensamos em outro caminho.
Façam isso, desmilitarizem a PMERJ e unifiquem a PMERJ e a PCERJ.
Criem a nova polícia cidadã e redentora.
A panaceia que resolverá todos os problemas.
É isso que ensina a sabedoria do barzinho e a filosofia "facebookeana" também aponta nessa direção.
Nós sempre ouvimos e lemos que os Praças da Polícia Militar sonham com essa desmilitarização.
Quem sabe esse não será um fator que contribua para o sucesso?
Afinal,  os Praças estarão motivados com a mudança.
Nós só pedimos que façam isso logo, pois continuarmos no caminho que estamos trilhando é suicídio.
Acabem com a Polícia Militar, só não demorem.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

ENTREVISTA COM O CORONEL PM REF PAÚL - GOVERNO CABRAL FOI UM DESASTRE!



Prezados leitores, a seguir postamos links do youtube referentes a uma entrevista concedida pelo Coronel PM Ref Paúl para o senhor Rodrigo Carvalho, um representante da mídia independente (twitter @NaoVaiTerVoto_ ).
O Oficial foi questionado sobre vários problemas da área da segurança pública, como desmilitarização das Polícias Militares, unificação das polícias, UPPs, efetivo, salário, plano de carreira, condições de trabalho e formação profissional.




Juntos Somos Fortes!

sábado, 23 de agosto de 2014

terça-feira, 19 de agosto de 2014

DESMILITARIZAÇÃO DAS POLÍCIAS MILITARES - OPINIÃO - DESISTAM




Prezados leitores, muito tempo tem sido gasto em discussões infrutíferas sobre a desmilitarização das Polícias Militares.
O tema esteve presente em quase todos os protestos realizados nas ruas.
Uma PEC circula pelo Congresso Nacional contendo isso no seu bojo.
Longe de dar o assunto por encerrado, inclusive pelo fato de que isso nunca foi seriamente discutido com a apresentação prática do produto final, temos o dever de expressar uma opinião, considerando que o nosso espaço democrático ocupa um lugar de certo destaque no cenário da blogosfera da segurança pública:
- Hoje é praticamente impossível desmilitarizar as Polícias Militares.
Invistam o seu tempo em discutir outras questões relacionadas com o sistema policial brasileiro, como a adoção do ciclo completo de polícia para todas as polícias com a atuação definida por área geográfica, isso é mais palatável do que desmilitarizar as Polícias Militares e, melhor, muito mais produtivo e dentro da realidade vivenciada nos países civilizados.

Juntos Somos Fortes!


sexta-feira, 30 de maio de 2014

PMs EXPULSOS SÃO REINTEGRADOS PELO PODER JUDICIÁRIO



Prezados leitores, 28 (vinte e oito) PMs foram reintegrados por decisão judicial.
Segundo o noticiário está existindo um conflito na interpretação dos laudos entre o Ministério Público e a Polícia Civil.
Inúmeras vezes publicamos artigos sobre a falta de qualidade em muitas investigações policiais, o que além de dificultar a condenação de culpados, pode produzir um efeito ainda mnais perverso, a condenação de inocentes.
Em tempo que incautos consideram a desmilitarização das Polícias Militares como a solução para a melhora do sistema policial brasileiro, primeiro deveria existir uma preocupação com a melhoria da polícia investigativa, assim como, promover a independência da perícia, como já ocorreu na maioria dos estados brasileiros, sendo o Rio de Janeiro uma das exceções.
Aliás, o Rio de Janeiro é um dos estados mais atrasados do Brasil em termos de segurança pública.

"JORNAL EXTRA
30/05/14 06:00 
Policiais expulsos acusados de envolvimento com o tráfico de drogas voltam à PM após decisão judicial
Carolina Heringer 
Pelo menos 28, dos 52 PMs que tinham sido expulsos da corporação no ano passado, acusados de receberem propina do tráfico drogas em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, já conseguiram ser reintegrados à corporação por decisões judiciais. Presos durante a Operação Purificação, realizada em dezembro de 2012, os militares, a maioria à época lotada no 15º BPM (Duque de Caxias), já estão soltos desde julho do ano passado.
O retorno de 25 deles foi publicado no boletim da Polícia Militar da última quarta-feira . No grupo, há um subtenente, 14 sargentos, nove cabos e um soldado. Um dia antes, já havia sido divulgado no documento da corporação a volta de outros dois militares, inclusive com a definição dos batalhões nos quais ficarão lotados. São eles os terceiros sargentos André Luís Ventura e Eduardo Henrique Costa Maria. O primeiro ficará no 16º BPM (Olaria) e o segundo, no 23º BPM (Leblon) (Leia mais)".

quarta-feira, 28 de maio de 2014

POLICIAL MILITAR, VOCÊ LEU A PEC 51? O QUE ACONTECERÁ COM A POLÍCIA CIVIL?



Prezados leitores, o tema "desmilitarização das Polícias Militares" virou a panaceia que resolverá os problemas do arcaico sistema policial brasileiro.
Nós temos solicitado que alguém apresente o "produto final", ou seja, como será na prática a nova polícia que surgirá com a implementação da PEC 51.
Ninguém apresentou.
Hoje, começamos com uma pergunta:
- Policial Militar, você leu o texto da PEC 51?
Aos que leram fazemos uma segunda pergunta:
- O que acontecerá com as atuais Polícias Civis?
Ficamos no aguardo das respostas.

Juntos Somos Fortes!

sábado, 24 de maio de 2014

O CAMINHÃO DE MUDANÇA E A DESMILITARIZAÇÃO DAS POLÍCIAS MILITARES



Prezados leitores, somos teimosos, não desistiremos de procurar alguém que possa apresentar o day after da desmilitarização das Polícias Militares e da unificação das Polícias Civil e ex-Militar.
Fiéis aos nossos princípios, não queremos tentar impor a nossa opinião, algo que seria inteiramente improdutivo pois os efetivos das Polícias Civil e Militar são compostos por homens e mulheres devidamente escolarizados e que não são facilmente manobráveis.
Ratificamos que queremos apenas conhecer o PRODUTO FINAL, explicitado de forma pragmática.
Tendo o PRODUTO FINAL, avaliando exaustivamente, poderemos escolher o que é melhor para a população e para os policiais.
Sem o PRODUTO FINAL estaremos dando tiro sem saber em quem.
Hoje a nossa situação pode ser explicada de várias formas, escolhemos uma para tentar despertar a reflexão.
Você ganhou um aumento, melhorou seu padrão de vida e reuniu a família para decidir o que fazer em face da nova renda familiar.
Reunidos, você, a mulher e os dois filhos decidem mudar de moradia, indo para um bairro com melhor infra-estrutura.
Verificam o dinheiro que irão dispor para aplicar na moradia, após a venda da atual.
Solicitam uma avaliação do imóvel atual.
Conhecido o dinheiro disponível, escolhem o bairro.
Em seguida decidem sobre como deverá ser a nova residência:
- Isolada ou integrada em um condomínio?
- Apartamento ou casa?
- Metragem total?
- Dois ou três quartos?
Após definirem o bairro e as características da moradia, colocam o imóvel a venda.
Concretizada a venda, iniciam a busca pelo novo lar.
Pesquisam, visitam imóveis e, finalmente, encontram um apartamento que se encaixa nos sonhos da família, situado em um grande condomínio.
Antes de efetuar a compra, perguntam se o condomínio permite animais de estimação, pois não querem se afastar do Brutus, o cão da família. Conversam com moradores para obterem maiores informações sobre a vizinhança e o bairro.
Tudo devidamente esclarecido, fecham a compra.
Contratam uma empresa de transporte de mudança.
O caminhão para em frente a antiga moradia.
Os móveis são colocados no caminhão e seguem felizes para o novo endereço, onde em festa arrumam a nova casa.
Quem não vivenciou uma experiência semelhante com um detalhe a mais ou a menos?
Pois é...
Os que querem desmilitarizar as Polícias Militares querem que você se mude de casa.
Sabe como?
Querem que contrate o caminhão de mudança, coloque nele os móveis e a família e que saiam pelo mundo para achar a nova moradia.
Cuidado para não esquecerem o Brutus.
Simples!

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

A POLÍCIA FEDERAL E A DESMILITARIZAÇÃO DAS POLÍCIAS MILITARES



Prezado leitor, você é CONTRA a desmilitarização das Polícias Militares?
Prezado leitor, você é FAVORÁVEL a desmilitarização das Polícias Militares?
Seja qual for a sua resposta, faça uma viagem no tempo.
Imagine-se sentado confortavelmente no sofá de sua sala assistindo ao noticiário televisivo quando o repórter anuncia formalmente:
- Amanhã será concretizada a desmilitarização das Polícias Militares de todo o Brasil.
Dependendo da sua resposta as perguntas iniciais você ficará alegre ou triste.
Hoje, uns acham que todos os Praças festejarão e todos os Oficiais chorarão lágrimas de esguicho.
Outros acham que quase todos festejaram, menos os Coronéis.
Entretanto, hoje, o certo é que ninguém sabe o que ocorrerá no dia seguinte à decisão do Congresso Nacional sobre a desmilitarização.
O Coronel Paúl é contra a desmilitarização?
Ele, logo ele, que sofreu tantas represálias baseadas no militarismo.
O Coronel Paúl é favorável à desmilitarização?
Não, ele é Coronel e os Coronéis não querem isso.
Se fosse uma loteria, o Coronel Paúl apostaria que a desmilitarização não passa de jeito nenhum, mas isso não é um jogo ou uma briga entre Oficiais e Praças, essa é uma questão seríssima, pois mudar o nosso sistema policial é uma urgência, pois ele é ineficaz ao extremo.
No Rio de Janeiro, por exemplo, em cada 100 (cem) homicídios, a Polícia Civil não soluciona nem 10%.
Prezados leitores, o organizador desse espaço democrático quer analisar o PRODUTO FINAL previamente e aconselha que todos os Praças e os Oficiais façam isso antes de decidirem.
Aliás, os Policiais Civis e os Bombeiros Militares também devem analisar a situação com todo cuidado.
O interesse público e os nossos interesses devem nortear a decisão.
Como será a nossa inatividade, por exemplo?
Como os atuais efetivos serão distribuídos na nova polícia desmilitarizada?
Quais serão os níveis hierárquicos?
No topo não haverá perda, sim, os Coronéis nada perderão, pois Coronéis e Delegados serão equiparados, não existe maneira de fazer diferente.
Como os atuais Sargentos e Soldados serão reunidos aos Policiais Civis? Em quais níveis hierárquicos?
Perguntem a um Inspetor da Polícia Civil se quer se reunir com os Soldados da Polícia Militar?
Temos centenas de perguntas a serem respondidas.
Agora se os problemas são os arcaicos regulamentos que não garantem os direitos constitucionais dos Policiais Militares, sobretudo dos Praças, e as arbitrariedades dos Oficiais, nós podemos resolver isso sem deixarmos de ser militares. Essa seria uma luta muito mais fácil de lutar e de ganhar. Os Praças da PMMG, por exemplo, conseguiram grandes conquistas e continuaram sendo militares.
Por derradeiro, vamos deixar um questionamento:
- Você ouviu alguma vez que esse apoio de fora para dentro pela desmilitarização das Polícias Militares tem relação com os Policiais Federais?
Quem ouviu algo, por favor, comente.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

A DESMILITARIZAÇAO DAS POLÍCIAS MILITARES, O GRANDE ERRO



Prezados leitores, o tema desmilitarização das Polícias Militares tem sido recorrente no nosso espaço democrático, tão liberal que publica com frequência comentários ofensivos contra nós, algo raro na blogosfera.
Os comentários continuam enveredando para um antigo e  grave problema existente nas Polícias Militares: a divisão entre Oficiais e Praças.
Uma odiosa separação que também existe nas polícias que não são organizadas militarmente no Brasil: as Polícias Civis e a Polícia Federal. No caso a separação é entre os Agentes e do Delegados.
Quem tiver alguma dúvida sobre isso pode procurar as opiniões da FENAPEF, por exemplo, sobre os Delegados da Polícia Federal.
Os comentários também se reportam com frequência aos ultrapassados regulamentos das Polícias Militares.
Prezados leitores, o tema que propomos não são os problemas do militarismo, esses todos nós conhecemos e sofremos com eles
A nossa proposta é que alguém apresente o resultado final da desmilitarização das Polícias Militares e da unificação com as Polícias Civis.
Nós queremos discutir a nova polícia, sua estrutura e seu funcionamento, mas isso de forma prática, permitindo aos nossos leitores não policiais participarem da discussão sobre o fato.
Os Policiais Militares e os Policiais Civis têm conhecimento suficiente para apresentarem o novo modelo.
Lembramos que não podemos avançar na discussão de uma mudança, qualquer que seja, sem analisarmos exaustivamente  os efeitos futuros das alterações. 
Isso é contraproducente, tendo em vista que corremos o risco de mudar para pior e termos que retroceder para o passado.
Por favor, apresentem a nova estrutura e a nova forma de atuação da polícia resultante.
Na questão hierárquica:
- Quem dirigirá a nova polícia?
- Quais serão os níveis hierárquicos?
- Todos serão extintos (Delegados, Coronéis, Tenentes, Inspetores, Cabos, ...) e criados novos?
- Como os novos níveis hierárquicos serão equiparados entre as duas polícias existentes?
- Um Subtenente será equiparado a qual nível hierárquico da atual Polícia Civil?
No tocante à unificação:
- Se unificar as Polícias Civil é Militar é uma medida acertada e que gerará melhores resultados, então temos que discutir uma polícia única no Brasil fazendo a unificação das PMs, PCs e PF. Isso não é lógico?
Na questão funcional:
- Os atuais Policiais Militares continuarão atuando unicamente no policiamento ostensivo ou atuarão também nas atividades de polícia investigativa?
Os atuais Policiais Civis passarão a atuar no policiamento ostensivo?
A nova polícia unificada será uma polícia de ciclo completo, isso é um fato, portanto, o mais natural é que os efetivos estejam preparados para essa nova realidade.
A Perícia Criminal continuará atrelada a essa nova polícia ou conseguirá sua almejada independência, passando a ser uma instituição independente e vinculada ao Ministério Público?
Leitores, não queremos defender ou condenar a desmilitarização e nem a unificação, nós escrevemos várias vezes sobre isso.
Nós precisamos debater da forma mais ampla, geral e irrestrita possível como será a polícia resultante.
Caso contrário, a mudança poderá ser um retumbante fracasso e isso ninguém quer, temos certeza, principalmente, a população que também sofre com o nosso deficiente sistema policial.
Não podemos seguir em frente sem sabermos se não estamos rumando para um abismo.
O grande erro que estamos cometendo é não discutirmos o produto final.
Quem deve fazer isso primeiro são os Policiais Militares e Civis.
Não percam a oportunidade.

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