JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador efetivo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador efetivo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

POLÍCIA MILITAR VAI ACABAR COM O RANCHO PARA AUMENTAR EFETIVO NAS RUAS?



Prezados leitores, será verdade?
Circulou hoje nas redes sociais o seguinte texto:

"Vai publicar no Bol PM de hoje:
Considerando a crise que assola o Estado do Rio de Janeiro;
Considerando que os princípios da eficiência e da economicidade são norteadores da administração pública;
Considerando os elevados gastos das Unidades com gêneros alimentícios, água, luz e gás, bem como com Policiais Militares não especializados e treinados para as funções de cozinheiro, despenseiro, garçom, etc;
Considerando os diversos costumes alimentares; 
Considerando a escassez de recursos para melhorias e fornecimento de alimentação em qualidade satisfatória ao Policial Militar;
Considerando que a atividade precípua constitucional da PMERJ é a Polícia Ostensiva e a preservação da ordem pública;
Considerando o aumento dos índices criminais;
Considerando a necessidade urgente de dinamizar a atividade de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro; e 
Considerando que 500 Policiais Militares são empregados para elaboração e manutenção de atividades ligadas aos ranchos. 
Este Comando resolve:
1. Ficam temporariamente inativos todos os ranchos da PMERJ, cozinhas e aprovisionamentos, exceto os já terceirizados e os das Unidades subordinadas a DGEI e a DGS. 
Em consequência disso:
1. todo efetivo da atividade fim deverá ser desarranchado;
2. O efetivo recuperado deverá, se apto B ou C, substituir os aptos A das atividades administrativas;
3. O efetivo empregado na atividade meio deverá ser, preferencialmente, apto B ou C;
4. O efetivo empregado na atividade meio, aptos B e C, Oficiais e praças, passam a cumprir o horário de 13:00h as 18:00h, não percebendo o valor do desarranchamento;
5. Os locais onde, ora funcionam como rancho, cozinha e aprovisionamento, deverão ser objeto de locação a terceiros interessados, conforme procedimento formal legal pertinente;
6. Todo efetivo recuperado deverá ser direcionado a atividade fim, se possível, e atuar para redução dos índices criminais, conforme planejamento das Unidades, que deverão ser enviados ao EMG-PM/3".

Juntos Somos Fortes!

PS - Não ocorreu a publicação no Bol PM.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

O INDISPENSÁVEL EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS NAS COMUNIDADES DOMINADAS PELOS TRAFICANTES DE DROGAS



Prezados leitores, o exmo Ministro da Defesa Raul Jugmann tem toda razão quando afirma que as Forças Armadas não podem usar seu poderio bélico para combater os traficantes de drogas que dominam centenas de comunidades carentes no estado do Rio de Janeiro, a letalidade das armas disponíveis provocaria um efeito colateral devastador, ceifando incontáveis vidas de moradores de bem e destruiria suas moradias.
Fatos inquestionáveis.
Apesar de concordar com essa opinião, penso que o exmo Ministro da Defesa está desfocado do problema central.
Eu defendo o emprego das Forças Armadas para retomada e ocupação das citadas comunidades carentes, mas não levanto essa bandeira por considerar que a questão seja o poderio bélico dos traficantes.
As Polícias Militar e Civil possuem armamentos que possibilitam esse tipo de enfrentamento, como demonstraram incontáveis vezes ao longo das últimas décadas.
Caso fosse esse problema as Forças Armadas poderiam continuar em seus quartéis.
O que não possuem as polícias estaduais é efetivo para retomar e manter uma ocupação pelo tempo necessário à urbanização das comunidades, as quais passariam a ser bairros populares com ruas que permitissem a execução do policiamento ostensivo pela Polícia Militar, algo hoje impossível, em face da existência em grande parte delas de becos e vielas, o que impede o policiamento e só permite a prática de ações de guerrilha urbana, atribuição que não é das polícias estaduais.
Penso que seja quase impossível reprimir o tráfico com eficácia sem urbanizar as comunidades, salvo melhor juízo.
As Forças Armadas, portanto, devem disponibilizar efetivo para as ocupações, que devem obedecer a um planejamento criterioso, tendo em vista que nem elas possuem efetivo para retomar e ocupar todas as comunidades carentes dominadas pelo tráfico.
A tarefa de restabelecer a hegemonia do Estado nas comunidades carentes do Rio de Janeiro é uma ação de longo prazo a ser feita gradativamente.
Reforçando meu posicionamento cito o fracasso completo das UPPs que teve no péssimo uso do efetivo da Polícia Militar um fator decisivo.
Cegos pelos interesses políticos e financeiros, o ex-governador Sérgio Cabral e seus assessores da área da segurança pública "formaram" Policiais Militares em grande quantidade, o que fez a qualidade da formação definhar. Aplicaram todos os jovens Policiais Militares nas UPPs e não recompletaram o efetivo dos batalhões operacionais.
Os resultados foram: comunidades carentes sem policiamento, ruas sem policiamento, aumento da violência e reeleição de Sérgio Cabral.
Diante do exposto, nos resta solicitar as autoridades federais que entendam que precisamos do efetivo das Forças Armadas e não do uso de fragatas, de tanques de guerra ou de caças bombardeiros.
Por derradeiro, no intuito de facilitar aos nossos leitores que não são militares, cito alguns dados numéricos com relação ao efetivo para melhor compreensão do problema.
Considerando que uma determinada comunidade carente necessite de 200 (duzentos) Policiais Militares durante todo o dia para manter adequadamente uma ocupação e aplicando no efetivo uma escala (ruim para os PMs) de 12 horas de trabalho por 24 horas de folga + 12 horas de trabalho por 48 horas de folga (o que parece uma escala 24 x 72 horas, mas não é), só essa comunidade "consumirá" 800 (oitocentos) Policiais Militares para compor as 4 (quatro) turmas necessárias. Isso sem considerar os militares de polícia que estariam afastados por férias, licenças médicas, etc.
Efetivo, exmo Ministro da Defesa, nós precisamos de efetivo e não temos como formar com qualidade milhares de novos Policiais Militares da noite para o dia, nem o governo tem como pagá-los dignamente, como ocorre com os atuais.
Fato inquestionável.

Juntos Somos Fortes!

domingo, 27 de agosto de 2017

BLOG DO CORONEL PAÚL - ARTIGOS MAIS LIDOS NA SEMANA DE 19 A 26 DE AGOSTO DE 2017



Prezados leitores, relaciono os artigos mais lidos na semana anterior:

1) ERRO DA GESTÃO BELTRAME COMEÇA A SER CONSERTADO - 3.000 PMs SAIRÃO DAS UPPs (Link). 

2) RIO - 2.000 POLICIAIS MILITARES NÃO TRABALHAM COMO POLICIAIS MILITARES (Link). 

3) UPPs - APÓS O FRACASSO, O PERIGOSO CAMINHO DE VOLTA (Link). 

4) RIO - ESTADO BRASILEIRO SUBJUGADO PELO TRÁFICO DE DROGAS (Link). 

5) UPPs - IMPRENSA DEVE TER ERRADO AO NOTICIAR 3.000 PMs (Link). 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

UPPs - APÓS O FRACASSO, O PERIGOSO CAMINHO DE VOLTA



Prezados leitores, embutido no fracasso anunciado por mim das UPPs a partir de 2009, estava o perigoso caminho de volta, ou seja, a hora de retroceder e desfazer tudo que foi feito errado.
Era evidente que isso ocorreria.
O momento chegou.
Sem alternativa para tentar melhorar o deficiente policiamento ostensivo, o Comando Geral da Polícia Militar teve que anunciar o remanejamento de quase um terço (3.000 PMs) do efetivo das UPPs para complementar o efetivo dos batalhões.
Uma decisão eivada de riscos considerando o perigo a que estarão expostos os Policiais Militares que permanecerão nas UPPs.
Basta considerar que as UPPs já sofriam ataques com os efetivos atuais, algo que pode ser ampliado com a diminuição do efetivo.
A situação exige muito planejamento para que esse risco seja minimizado.
É hora do planejamento que faltou no projeto de implantação ser valorizado nesse caminho de volta para os batalhões.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A TENDÊNCIA DA VIOLÊNCIA É AUMENTAR NO RIO DE JANEIRO



Prezados leitores, o policiamento ostensivo realizado pela Polícia Militar, a base do sistema de segurança pública, está cada dia mais prejudicado.
Além da grande diminuição do número de Policiais Militares nas ruas, a péssima conservação da frota da instituição é outro grave problema.
As soma dessas deficiências poderá resultar no aumento da violência.

"Site G1
Crise reduz efetivo e deixa mais da metade da frota de viaturas da PM parada no RJ 
Sem dinheiro, governo deixou de investir na manutenção. De 6.756 carros, 3.458 (51,2%) estão parados, sendo que 1.836 (27,2%) não têm a menor condição de rodar, mostra RJTV. 
Por RJTV 
06/07/2017 12h56 Atualizado há 5 horas 
Mais da metade da frota de veículos da Polícia Militar do Rio de Janeiro está fora de circulação nas ruas. A informação foi obtida pelo repórter Edmilson Ávila e divulgada no RJTV desta quinta-feira (6). 
Atualmente, a PMERJ conta com 6.756 carros. Destes, 3.458 estão parados, sendo que 1.836 deles não têm a menor condição de rodar pelas ruas. 
A reportagem do RJTV mostrou que enquanto a criminalidade cresce no Rio, a PM tem cada vez menos recursos e encolhe de tamanho. Os agentes sofrem com condições precárias de trabalho, incertezas sobre a previdência e salários atrasados. 
Desde o ano passado, a corporação perdeu 1,3 mil homens. O último concurso aconteceu em 2014. O objetivo era reforçar a tropa com seis mil profissionais, mas apenas 1,175 mil foram incorporados (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 26 de junho de 2017

COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR FALA SOBRE EFEITOS DA CRISE ECONÔMICA NA INSTITUIÇÃO



Prezados leitores, os problemas que a  crise econômica estão criando para a segurança pública são fáceis de serem constatados, tanto na Polícia Militar, quanto na Polícia Civil.
O jornal O Dia entrevistou o Comandante Geral da Polícia Militar.
Leiam e opinem.

"Jornal O Dia
Comandante-geral da PM diz que a corporação irá 'aprender com a crise' 
Coronel Wolney Dias escreve sobre a crise na segurança pública mostrada na série de reportagens 'Rio Sem Polícia' 
25/06/2017 14:59:45 
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Wolney Dias, escreveu um artigo ao DIA sobre como a crise financeira tem atingido a corporação. Na semana passada, a primeira parte da série "Rio sem Polícia" mostrou que apesar dos R$ 44 bilhões investidos na Segurança Pública desde 2007, a corporação enfrenta falta de viaturas, efetivo, arsenal e depende de doações como alimentos. 
Os dados divulgados nas reportagens serão debatidos em audiência pública que será realizada na próxima semana na Alerj. 
Dias diz ter "orgulho de comandar homens e mulheres que estão ultrapassando com fibra e coragem os obstáculos desse período tão crítico da economia do nosso estado". 
APRENDENDO COM A CRISE 
"Em grande ou pequena escala, a história tem nos revelado que avanços tecnológicos e culturais são movidos por desafios. Nas situações de dificuldade, saímos da zona de conforto e procuramos alternativas para atender às demandas da sociedade. 
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro vive hoje num desses momentos de turbulência. A grave crise financeira e econômica do estado vem impactando fortemente a nossa missão de assegurar, 24 horas por dia, a segurança de todos os cidadãos. Sofremos, assim como outros setores da administração pública, os efeitos da queda da capacidade de investimentos em recursos humanos e materiais. 
Num cenário ideal, a Polícia Militar deveria contar com 60.471 homens, 15.042 a mais do que o nosso efetivo atual: 45.429 policiais. Para citar outro número relevante, a crise nos levou a retirar das ruas 500 homens por dia, que eram remunerados graças ao programa RAS — Regime Adicional de Serviço. Temos lutado também com muito sacrifício para manter nossas viaturas em operação. 
Contudo, não podemos esmorecer diante do quadro de restrições financeiras. Estamos trabalhando duro, tanto no plano operacional quanto no plano de planejamento, para dar as respostas à expectativa da população do nosso estado. Recentemente, remanejamos a escala de serviço de unidades do Norte Fluminense, possibilitando a vinda de 200 homens para reforçar batalhões da Baixada Fluminense e de São Gonçalo (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

VÍDEO - "RAPIDINHA" COM O CORONEL PAÚL - 004 - 22 JUN 17

Prezados leitores, o Coronel de Polícia Reformado Paúl comenta o número de Policiais Militares afastados das ruas e a relação com o aumento da violência.


   


Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

PARTE DOS POLICIAIS MILITARES QUE FALTA NAS RUAS ESTÁ À DISPOSIÇÃO DE DEPUTADOS NA ALERJ



Prezados leitores, os últimos dez anos foram marcados por uma péssima gestão do efetivo da Polícia Militar por parte da Secretaria de Segurança Pública, isso fez com que chegássemos ao descontrole total sobre a violência em razão da falta de Policiais Militares para a realização do policiamento ostensivo, a base de qualquer sistema de segurança pública.
Ontem o jornal O Globo denunciou que parte dos Policiais Militares que falta nas ruas está servindo a deputados da ALERJ.
Urge que todos os Policiais Militares que estão fora da instituição retornem para os quartéis e sejam empregados na atividade fim: o policiamento ostensivo nas ruas do Rio de Janeiro.
A ordem deve partir do governador Pezão.




"Jornal O Globo 
Deputados do Rio contam com uma tropa de 241 agentes de segurança 
Paulo Melo, do PMDB, foi o parlamentar que mais requisitou policiais, segundo a Alerj 
ANTÔNIO WERNECK 11/06/2017 4:30 / atualizado 11/06/2017 14:47 
RIO - Um dia após cerca de 40 bandidos terem arrombado, mês passado, várias lojas na Rua Senador Pompeu, no Centro, a PM reconheceu que houve falha no atendimento à ocorrência, mas frisou que o tamanho de seu efetivo na região não é o ideal. Localizado a pouco mais de dois quilômetros dali, o Palácio Tiradentes deve causar inveja em muitos comandantes de batalhões. Afinal, a sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) conta com uma tropa de 241 homens, entre policiais militares e civis, bombeiros e agentes penitenciários. A maioria trabalha exclusivamente para deputados estaduais. O parlamentar recordista em preocupação com segurança, de acordo com uma consulta do GLOBO aos arquivos da Casa, é Paulo Melo (PMDB): somente ele requisitou 26 policiais para prestação de serviços em seu gabinete (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 5 de junho de 2017

INSEGURANÇA NO RIO - HORA DO GOVERNO FEDERAL ASSUMIR SUAS RESPONSABILIDADES



Prezados leitores, o governo federal precisa assumir as suas responsabilidades na área da segurança pública do Rio de Janeiro, onde a violência está fora de controle e o governo estadual não reúne condições de reverter o quadro.
A população está acuada e apavorada.
O envio do Projeto da Força Nacional de Segurança (FNS) não faz qualquer sentido.
A presença da FNS nas ruas é completamente inócuo em termos de resultados práticos, além de ser extremamente caro para os cofres públicos e não podemos esquecer que vivenciamos gravíssima crise econômica.
A FNS não passa de uma resposta política sem qualquer efeito no controle da violência.
A manifestação pública da Polícia Militar de que não tem efetivo para cumprir suas missões deve ser encarado pelo presidente Temer como o sinal para que o governo federal aja.
Enquanto o governo federal não assumir as suas responsabilidades a situação tende a piorar a cada dia.

"Jornal Extra
04/06/17 06:00
PM do Rio reconhece que efetivo atual é insuficiente para operação no Estado 
Nelson Lima Neto 
Policiais militares, civis, bombeiros e docentes aguardam suas convocações por parte do estado. A Polícia Militar informou que 4 mil vagas estão “abertas”, mas dependem da liberação de Orçamento pelo governo. A corporação reconheceu que o atual efetivo é insuficiente para a operação adequada dos trabalhos (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 4 de maio de 2017

REDE RECORD - VIOLÊNCIA VAI PIORAR - ENTREVISTA - CORONEL DE POLÍCIA REF PAÚL



Prezados leitores, parte da entrevista que o Coronel de Polícia Ref Paúl concedeu anteontem à Rede Record foi ao ar ontem em diferentes telejornais.
Na entrevista foi proposta a extinção da secretaria estadual de segurança pública, gerando economia, recuperação de efetivos policiais e autonomia das Polícias Militar e Civil, assim como, a reorganização dos efetivos empregados nas UPPs. 

"R7 Notícias
3/5/2017 às 18h52 
Alerta: violência cresce no Rio e atinge números assustadores 
Um levantamento do Instituto de Segurança Pública revelou que a violência no Rio atingiu números assustadores. 2000 celulares foram roubados no Estado somente no mês de março, um aumento de 35% em relação ao mesmo período do ano passado. Só na capital fluminense, foram 1.300 ocorrência - 63 só na Barra da Tijuca, na zona oeste. O número é cinco vezes maior do que em março de 2016 (Link para a reportagem)". 

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 11 de abril de 2017

ATENÇÃO! TENDÊNCIA É QUE VIOLÊNCIA AUMENTE NO RIO DE JANEIRO




Prezados leitores, a base do sistema de segurança pública é a prevenção operacionalizada através do policiamento ostensivo realizado pela Polícia Militar. 
Ontem nós publicamos um vídeo onde tratamos, entre outros temas, da impossibilidade do fortalecimento do policiamento ostensivo por meio do aumento do efetivo de Policiais Militares nas ruas (Link para o vídeo).
Hoje resolvemos reproduzir o problema nesse artigo de forma sucinta.
Por que a Polícia Militar não tem condições de aumentar o efetivo?
1) Os governos Cabral e Pezão faliram o Rio de Janeiro, o que impede a realização de novos concursos.
2) O governo não tem "peito" para cobrar o retorno dos mais de 2.000 Policiais Militares que estão fora da instituição trabalhando em diversos órgãos (Tribunal de Justiça, Ministério Público, ALERJ, prefeituras, ...).
3) Por sua vez a recuperação dos mais de 9.000 Policiais Militares que estão imobilizados nas UPPs se mostra algo muito difícil de ser realizado.
Tudo foi melhor explicado no vídeo.
Nas dificuldades para realizar o policiamento ostensivo deixamos de considerar as enormes dificuldades logísticas que a instituição está enfrentando, tratamos apenas do efetivo.
Por derradeiro cabe destacar que todo dia DIMINUI o número de Policiais Militares aplicados no policiamento ostensivo por diferentes motivos (inatividade, baixa, licenças médicas, mortes naturais, mortes violentas, ...).
Diante do exposto, a tendência é que a violência aumente no Rio de Janeiro.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O QUE NÓS FAREMOS QUANDO AS POLÍCIAS MILITARES ACABAREM ?



Prezados leitores, a falta de estímulos (salários famélicos, carga horária desumana e péssimas condições de trabalho) para o ingresso na carreira policial militar, associado ao receio dos atuais Policiais Militares de serem prejudicados pela reforma na previdência, o que têm feito que busquem a inatividade, poderá nos colocar diante da realidade dos efetivos restantes não serem suficientes para executar o policiamento ostensivo, uma tragédia que sendo francos,  já está ocorrendo em vários estados brasileiros, como o Rio de Janeiro.
O que faremos quando as Polícias Militares acabarem?

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

ENTREVISTA COM O CORONEL PM REF PAÚL - GOVERNO CABRAL FOI UM DESASTRE!



Prezados leitores, a seguir postamos links do youtube referentes a uma entrevista concedida pelo Coronel PM Ref Paúl para o senhor Rodrigo Carvalho, um representante da mídia independente (twitter @NaoVaiTerVoto_ ).
O Oficial foi questionado sobre vários problemas da área da segurança pública, como desmilitarização das Polícias Militares, unificação das polícias, UPPs, efetivo, salário, plano de carreira, condições de trabalho e formação profissional.




Juntos Somos Fortes!