JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR FALA SOBRE EFEITOS DA CRISE ECONÔMICA NA INSTITUIÇÃO



Prezados leitores, os problemas que a  crise econômica estão criando para a segurança pública são fáceis de serem constatados, tanto na Polícia Militar, quanto na Polícia Civil.
O jornal O Dia entrevistou o Comandante Geral da Polícia Militar.
Leiam e opinem.

"Jornal O Dia
Comandante-geral da PM diz que a corporação irá 'aprender com a crise' 
Coronel Wolney Dias escreve sobre a crise na segurança pública mostrada na série de reportagens 'Rio Sem Polícia' 
25/06/2017 14:59:45 
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Wolney Dias, escreveu um artigo ao DIA sobre como a crise financeira tem atingido a corporação. Na semana passada, a primeira parte da série "Rio sem Polícia" mostrou que apesar dos R$ 44 bilhões investidos na Segurança Pública desde 2007, a corporação enfrenta falta de viaturas, efetivo, arsenal e depende de doações como alimentos. 
Os dados divulgados nas reportagens serão debatidos em audiência pública que será realizada na próxima semana na Alerj. 
Dias diz ter "orgulho de comandar homens e mulheres que estão ultrapassando com fibra e coragem os obstáculos desse período tão crítico da economia do nosso estado". 
APRENDENDO COM A CRISE 
"Em grande ou pequena escala, a história tem nos revelado que avanços tecnológicos e culturais são movidos por desafios. Nas situações de dificuldade, saímos da zona de conforto e procuramos alternativas para atender às demandas da sociedade. 
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro vive hoje num desses momentos de turbulência. A grave crise financeira e econômica do estado vem impactando fortemente a nossa missão de assegurar, 24 horas por dia, a segurança de todos os cidadãos. Sofremos, assim como outros setores da administração pública, os efeitos da queda da capacidade de investimentos em recursos humanos e materiais. 
Num cenário ideal, a Polícia Militar deveria contar com 60.471 homens, 15.042 a mais do que o nosso efetivo atual: 45.429 policiais. Para citar outro número relevante, a crise nos levou a retirar das ruas 500 homens por dia, que eram remunerados graças ao programa RAS — Regime Adicional de Serviço. Temos lutado também com muito sacrifício para manter nossas viaturas em operação. 
Contudo, não podemos esmorecer diante do quadro de restrições financeiras. Estamos trabalhando duro, tanto no plano operacional quanto no plano de planejamento, para dar as respostas à expectativa da população do nosso estado. Recentemente, remanejamos a escala de serviço de unidades do Norte Fluminense, possibilitando a vinda de 200 homens para reforçar batalhões da Baixada Fluminense e de São Gonçalo (Leiam mais)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 20 de março de 2017

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

POLÍCIA MILITAR - VIATURAS OPERACIONAIS PARADAS - DENÚNCIA A SER INVESTIGADA

Prezados leitores, circula pelos grupos de Whats App uma mensagem sobre a crise na manutenção das viaturas da Polícia Militar, algo esperado após a desastrosa gestão da segurança pública que fez contratos casados de compra e manutenção de viaturas com seríssimos prejuízos financeiros para os cofres públicos, fato que gerou uma denúncia nossa junto ao Ministério Público e que resultou em  acusações de superfaturamento e improbidade administrativa contra ex-secretários do governo Cabral- Pezão.
Na mensagem está contida uma grave denúncia que deve ser investigada pela Corregedoria Interna da PMERJ.
Como a mensagem é anônima, nós preservamos os nomes dos Oficiais contidos no texto:




"Com metade das viaturas sem condições de funcionamento, o 20º BPM - responsável pelo patrulhamento nos municípios de Mesquita, Nilópolis e Nova Iguaçu -, está com o policiamento ostensivo prejudicado. Pelo menos 20 veículos estão parados no pátio do batalhão. 
E, por determinação do comandante da unidade, tenente-coronel (...) , o prejuízo será estendido aos PMs que realizam serviço motorizado. 
Se antes eles trabalhavam na escala 12x24, 12x48 (trabalhando em plantões de 12 horas em um dia e mais 12 horas em outro, com um intervalo de dois dias de descanso), agora eles terão que se apresentar no batalhão todos os dias. 
A decisão foi divulgada pelo chefe do Setor de Recursos Humanos (P-1) do 20º BPM, major (...), com início previsto para esta quarta-feira, dia 4 de janeiro. 
"Enquanto as viaturas não forem consertadas, nós vamos passar a trabalhar todos os dias. A impressão que temos é de que estamos sendo obrigados a pagar o conserto do nosso próprio bolso. Tendo que arcar com juros altíssimos por estarmos pagando nossas contas com atraso, estamos praticamente pagando para trabalhar. Já estamos na primeira semana de janeiro e não recebemos nosso décimo terceiro até agora. Não temos dinheiro nem para nossos compromissos e obrigações, como vamos ter para consertar viaturas?", desabafou um policial que pediu para não ser identificado. 
O contrato de manutenção das viaturas com a CS Brasil Transporte de Passageiros e Serviços Ambientais Ltda foi encerrado em setembro do ano passado, devido à dívida do Governo do Estado com a empresa. O valor devido somente pelos meses de novembro e dezembro de 2015, chega a R$ 8,2 milhões. 
Na 7ª Vara de Fazenda Pública, o ex-secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, a CS Brasil e a Júlio Simões Logística S/A figuram como três dos cinco réus em ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público. Os promotores pedem, na Justiça, a devolução de R$ 134 milhões ao Estado, sob a alegação de superfaturamento em contratos".

Juntos Somos Fortes!

sábado, 10 de janeiro de 2015

RIO - O CAOS COMPLETO NA GESTÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA

( Jornal O Dia e Jornal Extra)


Prezados leitores, dois exemplos do caos completo que se instalou na gestão da segurança pública do Rio de Janeiro.
A primeira matéria foi publicada pelo jornal O Dia, nela é tratado o risco que correram os Policiais Militares que viraram alvos de traficantes, após a viatura que utilizavam enguiçar em São Gonçalo, perto de uma favela.
Não custa lembrar que já pagamos bilhões no governo Cabral-Pezão para que uma empresa particular faça a manutenção das viaturas da Polícia Militar.
A segunda matéria é do jornal Extra que publicou a fotografia de uma viatura da Polícia Civil circulando sem o vidro traseiro.
O caos na gestão é total.
As principais vítimas de tanto descaso são os Policiais Militares e os Policiais Civis.

Juntos Somos Fortes!