JORNALISMO INVESTIGATIVO

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O VALOR DE UM GRUPO

"O VALOR DE UM GRUPO 
Vale a leitura! 
Um homem, comparecia assiduamente às reuniões de um grupo de Amigos, e sem comunicar à ninguém, deixou de participar de suas atividades. 
Depois de algumas semanas, um Amigo, integrante desse grupo, decidiu visitá-lo. 
Era uma noite muito fria! 
O Amigo o encontrou na sua casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde o fogo estava brilhante e acolhedor. 
Adivinhando o motivo da visita do seu Amigo lhe deu as boas vindas, e aproximando-se da lareira lhe ofereceu uma cadeira grande em frente à chaminé e ficou quieto, esperando. 
Nos minutos seguintes, houve um grande silêncio, pois os dois homens somente admiravam a dança das chamas em volta dos troncos de lenha que queimavam. 
Depois de alguns minutos, o Amigo examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente escolheu uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para fora do fogo. 
Sentando-se novamente, permaneceu silencioso e imóvel. 
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e também quieto. 
Dentro de pouco tempo, a chama da brasa solitária diminuiu, até que após um brilho discreto e momentâneo, seu fogo se apagou em um instante mínimo. 
Dentro de pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um frio, morto e preto pedaço de carvão, recoberto de uma camada de cinza espessa. 
Nenhuma palavra tinha sido pronunciada desde a protocolar saudação inicial entre os dois amigos! 
Antes de preparar-se para ir embora, o amigo, movimentou novamente o pedaço de carvão já apagado, frio e inútil, colocando-o novamente no meio do fogo. 
Quase que imediatamente voltou a desprender-se uma nova chama, alimentado pela luz e o calor das labaredas dos outros carvões em brasa e ao redor dele. 
Quando o Amigo se aproximou da porta para ir-se embora, seu anfitrião lhe disse: 
OBRIGADO PELA SUA VISITA E PELO BELÍSSIMO SERMÃO...
Retornarei ao grupo de AMIGOS que muito bem sempre me faz ... 
Para Reflexão!!! 
Aos "Amigos" membros de um grupo, sempre vale a pena lembrar, que eles fazem parte da "CHAMA" do grupo e que separado do mesmo perdem todo seu brilho. 
Aos Amigos de um grupo, vale a pena sempre lembrar-lhes que também são responsáveis de manter acesas as chama do "ENCONTRO" entre cada um dos seus membros e de promover a união entre todos eles, para que o fogo seja sempre realmente forte e duradouro. 
Uma família se mantém com a chama acesa quando os membros não esquecem que todos são importantes no barco da vida. 
Cada madeira que constitui o feixe não é igual e nem queima da mesma forma, porém o conjunto emite luz intensa e aquece muito mais a todos e o ambiente que vivem. 
Amigos - Nenhum de nós é melhor que todos nós juntos!!! (Fonte: grupo de Coronéis PM).

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

NÃO É INTELIGENTE O PODER FUSTIGAR A FORÇA

É oportuno lembrar que "o sono do Príncipe depende do soldo da Guarda", escreveu Nicolau Maquiavel.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

VÍDEO - INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL, EXISTE ALTERNATIVA ?

Prezados leitores, nós somos democratas e liberais.
Isso não nos impede de concluir, ao contrário, nos facilita, que o Estado brasileiro fracassou.
Não promove o bem estar social, a razão precípua de sua existência.
Não cumpre nenhuma de suas funções.
Não promove para a população os serviços públicos essenciais.
Tem uma fome arrecadadora insaciável.
Tudo está de pernas para o ar e os criminosos (terno e gravata ou pés no chão) dominam o país.
Pensamos ser hora da promoção de uma reestruturação total, algo impossível mantidas as condições e os gestores atuais.
É preciso que a força "puxe o freio de mão" desse poder corrompido e ineficiente.
E, em seguida, implantar todas as reformas necessárias (fiscal, jurídica, política, ...), convocando de imediato novas eleições mas já com um Estado todo reformado.
Analisem e opinem sobre o que comentamos em apertadíssima síntese e comentem qual é a outra alternativa para reestruturar o Estado brasileiro.
Sinceramente, nós queremos muito conhecer uma outra opção que seja factível e que possa ser implementada a curto prazo, pois é urgente a reestruturação para o bem do povo brasileiro.





Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

POLICIAIS MILITARES, HORA DE UNIÃO, HORA DE CONSTRUIR PONTES



Prezados leitores, os Policiais Militares do estado do Rio de Janeiro têm enfrentado uma série de dificuldades ao longo dos governos Sérgio Cabral e Pezão.
As condições de trabalho e os salários miseráveis foram uma constante, sendo que a questão salarial se agravou muito no presente ano com atrasos e parcelamentos de pagamentos.
Nós sempre conclamamos que os Policiais Militares devem aprender a construir pontes para ultrapassar os muros que foram construídos dentro dos quartéis, como o que separa os Oficiais e os Praças.
E, nesse momento que a crise dá sinais que vai se agravar, construir a união é indispensável.
Juntos somos fortes e desunidos somos o que somos: fracos.
Eis a verdade.
Ratificamos o nosso discurso de anos no sentido de que ninguém precisa praticar transgressão disciplinar ou praticar crime militar para promover a união e para lutar pelos seus direitos.
A própria coesão é uma demonstração clara de força contra os desmandos políticos que tanto estão prejudicando a Polícia Militar e os Policiais Militares.
Os Coronéis PM inativos estão dando os primeiros passos na direção da união institucional.
Os Policiais Militares precisam acompanhar e apoiar a construção das pontes.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

A ARMA É CIVILIZAÇÃO - MAJOR L. CAUDILL



Prezados leitores, postamos artigo sobre o porte de arma de fogo no intuito de promover a reflexão: 

"A arma é civilização.
Manifestação do Major L. Caudill – Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA - USMC.
As pessoas só possuem duas maneiras de lidar umas com as outras: pela razão e pela força. Se você quer que eu faça algo para você, você tem a opção de me convencer via argumentos ou me obrigar a me submeter à sua vontade pela força. Todas as interações humanas recaem em uma dessas duas categorias, sem exceções. Razão ou força, só isso. Em uma sociedade realmente moral e civilizada, as pessoas somente interagem pela persuasão.
A força não tem lugar como método válido de interação social e a única coisa que remove a força da equação é uma arma de fogo (de uso pessoal), por mais paradoxal que isso possa parecer.
Quando eu porto uma arma, você não pode lidar comigo pela Força. Você precisa usar a Razão para tentar me persuadir, porque eu possuo uma maneira de anular suas ameaças ou uso da Força.
A arma de fogo é o único instrumento que coloca em pé de igualdade uma mulher de 50 Kg e um assaltante de 105 Kg; um aposentado de 75 anos e um marginal de 19, e um único indivíduo contra um carro cheio de bêbados com bastões de baseball.
A arma de fogo remove a disparidade de força física, tamanho ou número entre atacantes em potencial e alguém se defendendo.
Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como a causa do desequilíbrio de forças. São essas pessoas que pensam que seríamos mais civilizados se todas as armas de fogo fossem removidas da sociedade, porque uma arma de fogo deixaria o trabalho de um assaltante (armado) mais fácil. Isso, obviamente, somente é verdade se a maioria das vítimas em potencial do assaltante estiver desarmada, seja por opção, seja em virtude de leis – isso não tem validade alguma se a maioria das potenciais vítimas estiver armada.
Quem advoga pelo banimento das armas de fogo opta automaticamente pelo governo do jovem, do forte e dos em “maior número”, e isso é o exato oposto de uma sociedade civilizada. Um marginal, mesmo armado, só consegue ser bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garantiu o monopólio da força. Há também o argumento de que as armas de fogo transformam em letais confrontos os que de outra maneira apenas resultariam em ferimentos. Esse argumento é falacioso sob diversos aspectos. Sem armas envolvidas, os confrontos são sempre vencidos pelos fisicamente superiores, infligindo ferimentos seríssimos sobre os vencidos.
Quem pensa que os punhos, bastões, porretes e pedras não constituem força letal, estão assistindo muita TV, onde as pessoas são espancadas e sofrem no máximo um pequeno corte no lábio. O fato de que as armas aumentam a letalidade dos confrontos só funciona em favor do defensor mais fraco, não do atacante mais forte. Se ambos estão armados, o campo está nivelado. A arma de fogo é o único instrumento que é igualmente letal nas mãos de um octogenário quanto de um halterofilista. Elas simplesmente não funcionariam como equalizador de Forças se não fossem igualmente letais e facilmente empregáveis.
Quando eu porto uma arma, eu não o faço porque estou procurando encrenca, mas por que espero ser deixado em paz. A arma na minha cintura significa que eu não posso ser forçado, somente persuadido. Eu não porto arma porque tenho medo, mas porque ela me permite não ter medo. Ela não limita as ações daqueles que iriam interagir comigo pela razão, somente daqueles que pretenderiam fazê-lo pela força. Ela remove a força da equação. E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado.
Então, a maior civilização é onde todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados."

Qual a sua opinião?

Juntos Somos Fortes!