JORNALISMO INVESTIGATIVO

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segunda-feira, 14 de março de 2022

PARIDADE E INTEGRALIDADE - SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL - SUPERVISÃO DO GOVERNO FEDERAL




Como foi tratado pelo "Grupo de Majores", por mim e por outros mobilizados, em vídeos e em áudios, cabe a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (Lei 10.418/20) realizar a supervisão da União nos Estados e no Distrito Federal sobre o Sistema de Proteção Social dos Militares dos Estados e do Distrito Federal.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O VALOR DE UM GRUPO

"O VALOR DE UM GRUPO 
Vale a leitura! 
Um homem, comparecia assiduamente às reuniões de um grupo de Amigos, e sem comunicar à ninguém, deixou de participar de suas atividades. 
Depois de algumas semanas, um Amigo, integrante desse grupo, decidiu visitá-lo. 
Era uma noite muito fria! 
O Amigo o encontrou na sua casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde o fogo estava brilhante e acolhedor. 
Adivinhando o motivo da visita do seu Amigo lhe deu as boas vindas, e aproximando-se da lareira lhe ofereceu uma cadeira grande em frente à chaminé e ficou quieto, esperando. 
Nos minutos seguintes, houve um grande silêncio, pois os dois homens somente admiravam a dança das chamas em volta dos troncos de lenha que queimavam. 
Depois de alguns minutos, o Amigo examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente escolheu uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para fora do fogo. 
Sentando-se novamente, permaneceu silencioso e imóvel. 
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e também quieto. 
Dentro de pouco tempo, a chama da brasa solitária diminuiu, até que após um brilho discreto e momentâneo, seu fogo se apagou em um instante mínimo. 
Dentro de pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um frio, morto e preto pedaço de carvão, recoberto de uma camada de cinza espessa. 
Nenhuma palavra tinha sido pronunciada desde a protocolar saudação inicial entre os dois amigos! 
Antes de preparar-se para ir embora, o amigo, movimentou novamente o pedaço de carvão já apagado, frio e inútil, colocando-o novamente no meio do fogo. 
Quase que imediatamente voltou a desprender-se uma nova chama, alimentado pela luz e o calor das labaredas dos outros carvões em brasa e ao redor dele. 
Quando o Amigo se aproximou da porta para ir-se embora, seu anfitrião lhe disse: 
OBRIGADO PELA SUA VISITA E PELO BELÍSSIMO SERMÃO...
Retornarei ao grupo de AMIGOS que muito bem sempre me faz ... 
Para Reflexão!!! 
Aos "Amigos" membros de um grupo, sempre vale a pena lembrar, que eles fazem parte da "CHAMA" do grupo e que separado do mesmo perdem todo seu brilho. 
Aos Amigos de um grupo, vale a pena sempre lembrar-lhes que também são responsáveis de manter acesas as chama do "ENCONTRO" entre cada um dos seus membros e de promover a união entre todos eles, para que o fogo seja sempre realmente forte e duradouro. 
Uma família se mantém com a chama acesa quando os membros não esquecem que todos são importantes no barco da vida. 
Cada madeira que constitui o feixe não é igual e nem queima da mesma forma, porém o conjunto emite luz intensa e aquece muito mais a todos e o ambiente que vivem. 
Amigos - Nenhum de nós é melhor que todos nós juntos!!! (Fonte: grupo de Coronéis PM).

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

A POLÍCIA MILITAR SÓ SERÁ FORTE QUANDO A UNIÃO FOR UM OBJETIVO INSTITUCIONAL



Prezados leitores, peço desculpas por usar uma experiência pessoal como introdução para o tema do artigo.
O militarismo não esteve presente na minha família até o dia que entrei na Escola de Formação de Oficiais (EsFO) da PMERJ, isso em 1976.
Eu tinha 18 anos e nem cheguei a prestar o serviço militar obrigatório.
A primeira e única farda que vesti foi a da Polícia Militar.
Naquela época os Alunos Oficiais PM tinham pouco contato com a realidade da instituição, nós ficávamos quase que isolados naquele quadrilátero.
A EsFO era apelidada como a "ilha da fantasia", em razão do isolamento e por ter a fama de que lá tudo funcionava em conformidade com os regulamentos.
Em 1979, eu e mais cinco companheiros nos apresentamos no 3o BPM.
Éramos os novos Aspirantes.
Tudo era novidade.
A minha inexperiência com a vida prática acabou ocasionando que recebesse uma repressão verbal feita educadamente por um Capitão.
Ele viu que eu tinha apertado a mão de alguns Praças que se apresentaram a mim por diferentes motivos, isso no pátio do quartel.
Em tom de orientação disse que eu não devia apertar a mão de Praças, só de Oficiais.
A minha formação "não militar" fez com que não aceitasse tal regramento, embora tivesse entendido o posicionamento.
Segui minha carreira adotando tal postura e nunca tive qualquer problema de desrespeito com relação à hierarquia.
Tal procedimento foi se tornando cada vez mais normal na instituição, como não poderia deixar de ocorrer, afinal escolhemos uma profissão na qual arriscamos a vida estando lado a lado, como ocorreu ontem com um Tenente-Coronel e um Cabo.
Não consigo entender como diante dessa realidade, ainda encontramos nos nossos tristes dias Oficiais e Praças que pregam e praticam a desunião.
Isso só nos enfraquece e, muito pior, enfraquece a instituição.
A verdadeira união produz mais força e nunca a promiscuidade.
A união que produz o desrespeito é aquela que ocorre para a prática de desvios de conduta, algo que infelizmente acontece com frequência, essa é destruidora para a Polícia Militar.
Nunca é tarde para estabelecermos parâmetros positivos e para expurgarmos práticas nocivas.
Oficiais e Praças devem se unir para construírem uma Polícia Militar forte, valorizada, qualificada e temida pelos criminosos.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

RETORNANDO AO TEMA "A RELAÇÃO ENTRE A CRISE E A DESUNIÃO NA PM" - CORONEL PM REF NELSON HERRERA RIBEIRO

Prezados leitores, publico novo artigo da lavra do Coronel PM Ref Herrera:



"RETORNANDO AO TEMA  “A relação entre a crise e a desunião na Polícia Militar”

Refiro-me ao vídeo no qual o Cel PM PAÚL, no dia 11 último, teceu comentários sobre a crise institucional que vive a nossa Polícia Militar.
Enfatizou ele “o conjunto de problemas” que seria “fruto da nossa desunião”, aduzindo que a solução seria “a promoção da união, a tentativa de romper esse paradigma”. Conclamou, ainda, ao Comandante-geral a “promover reunião com coronéis mais antigos, com praças inativos, com jovens oficiais, com todos os níveis hierárquicos”, visando a “buscar ideias” com tal propósito.
Por certo, são oportunas, sinceras e necessárias as críticas levantadas.
Sem dúvida, a união torna-se essencial em todo grupo de semelhantes, até mesmo nos animais. Os mais antigos chefes que conheci a chamavam “amor corporativo”. Os nossos recentes “40 da Evaristo” adotaram o lema “Juntos somos fortes!”
Contudo, nos últimos tempos, mormente na era cabralina – reconheçamos  –  tem deixado saudades.
Já em 2009, as sucessivas crises, permeadas de ruptura da própria Constituição, da afronta a leis, da violência a direitos e prerrogativas, culminaram com a precoce inatividade compulsória dos autodenominados “Coronéis Barbonos”, que, então constituindo o Alto Comando da PMERJ, tentavam obter melhores condições de trabalho e remuneração justa ao pessoal.
A esse grupo pertencia o Cel PAÚL, bem como o cel gilson pitta lopes, que aceitou renegar o compromisso comum antes firmado, para aceitar substituir o probo Cel PM UBIRATAN ÂNGELO, no cargo de Comandante-geral. Deu no que deu. A história posterior da PM e do nosso Estado está por todos conhecida. Institucionalizou-se a crise interna, com reflexos na grave desvalorização pública do policial militar. Agora, a Polícia nem temida  é mais nas ruas. E, portanto, abraço a indignação do Cel PAÚL no referido vídeo.
Discordo apenas das palavras em que conclama o atual Comandante-geral (ou qualquer outro), pois o cargo é político, de provimento por nomeação do governador de plantão, permeável a cinzentos interesses político-partidários, que se estendem à cúpula de Comando, ficando nossos chefes manietados no jogo de metas programáticas de governo ou mesmo absortos em seus interesses pessoais. Exemplo maior: o midiático “Projeto UPP”, sendo agora amplamente reveladas as falhas estruturais e os dissimulados interesses eleitoreiros, embora não faltassem continuados alertas do Cel PAÚL, culminando com a publicação do seu livro UPP  –  uma farsa eleitoral”.
Será tempo perdido, a meu ver, tentar reverter interna corporis o tal “paradigma da desunião”. Toda transformação virá, a meu ver, por fatores externos. Do mesmo modo que sempre houve as alterações prejudiciais à instituição, impostas por interesses políticos de breves inquilinos do poder.
Penso que a única reação possível só poderá brotar da democrática luta política.
Primeiro, elegendo lídimos representantes da classe, que, por seu passado de honradez, possam fazer frente aos inimigos da instituição Polícia Militar. Instituindo uma tribuna permanente pelos que não podem falar. O comentário pode ser extensivo ao Corpo de Bombeiros Militar, heroica Corporação, nossa coirmã.
Em segundo, criando leis, dissociadas de eventuais programas de governo ou a eles imunes, as quais possam atender às clarividentes sugestões elencadas no referido vídeo. E tantas outras, por exemplo: o estabelecimento de programas de incentivo social à tropa; a valorização dos veteranos, instituindo a comemoração Dia do Inativo; a criação de uma espécie de Conselho Consultivo, órgão de assessoria do Comando Geral, integrado entre outros, por mais antigos coronéis inativos e por representantes indicados por cada segmento de oficiais e praças; a obrigatoriedade de planejamento estratégico, por meio de Plano Diretor Quinquenal, de forma a impedir alterações por governo sucessor; os mecanismos de meritocracia para incentivo aos bons policiais e maior rigor na reação aos maus.
Muitas ideias podem ser obtidas junto às gloriosas PM de Minas Gerais e Brigada Militar gaúcha, exemplos sadios de amor corporativo, embora nelas convivam os mesmos erros comuns a todo agrupamento humano; os procedimentos é que são diferenciados. Há a prevalência de amor corporativo.
No nosso caso, por origens históricas da própria formação da PMERJ – razão primária, a meu ver, que nos conduziu ao denominado “paradigma de desunião” –, não creio em soluções endógenas, que dependam da lucidez administrativa ou das boas intenções de nossos Comandantes, que, por sua nomeação política, estarão sempre vinculados a interesses oportunos de cada governo.
Por clara obviedade, a instituição Polícia Militar deve ser suprapartidária e eminentemente profissional, acima do interesse eleitoral de governantes, imune a críticas de “policiólogos” de suspeitos matizes ideológicos, devendo manter seu foco em diretrizes técnicas de emprego operacional de “polícia ostensiva” e de “preservação da ordem pública”, sua precípua missão. Até que se crie nova ordem constitucional.
Mas tudo principia na eleição de representantes confiáveis, em meio à desmoralizada classe política atual, chafurdada na lama de interesses não-republicanos, caldo de cultura de nossos problemas internos, já que os coronéis, nossa cúpula de Comando, estarão sempre vinculados a essa realidade corrompida. Ou por ela alijados, impedidos de agir. Veja-se o exemplo dos “Coronéis Barbonos” –  nem que desejassem, puderam atuar em prol da melhoria da instituição.
Modestamente, já fiz recente manifesto público, como porta-voz do grupo de amigos meus civis, lançando a pré-candidatura, independentemente do requisito legal de filiação partidária, dos Subten BM VALDELEI DUARTE, para Deputado Federal, e do Cel PM PAULO RICARDO PAÚL, para Deputado Estadual. Ambos, em sua vida militar e pessoal, sempre trouxeram consigo a honradez, o idealismo e o destemor. Dessa luta poderão advir diplomas legais em que se embasem diretrizes que acarretarão as mudanças necessárias. Poderá surgir o respaldo sincero da maioria dos bombeiros e policiais militares, externado por suas respectivas associações. Claro que se constitui longa e permanente luta. Mas urge dar o primeiro da caminhada de mil passos!
Chegou a hora de mudar!
Tudo depende, porém, da indicação partidária desses companheiros e da aceitação pela maioria do nosso pessoal, traduzida pelo esforço de cada um em multiplicar votos de apoio, fazendo prosélitos junto a parentes e amigos. A conferir. 
Se não conseguirmos, permaneceremos a conviver com sucessivas crises, e, na ampliação de desvios de comportamento, com muitas outras “festas”, descobertas em ocasionais escândalos públicos, para maior desmoralização de nossas centenárias instituições militares estaduais, ao deleite dos inimigos da Ordem Democrática, os nossos esquerdopatas tupiniquins.
Não se trata de nenhuma teoria da conspiração. Esses fatos, quase sempre muito bem orquestrados, trazem implicações bem acima da nossa vã filosofia. Quem viver verá.

Nelson HERRERA Ribeiro, Cel PM Ref, advogado e professor"


Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

RIO - CULTO ECUMÊNICO - PARENTES E AMIGOS DE PMs ASSASSINADOS PROTESTARAM



Prezados leitores, eu compareci ao culto ecumênico e, mais uma vez, constatei como os Policiais Militares estão apartados do conceito de união.
Somos quase 100 mil entre ativos, inativos e pensionistas, ontem éramos cerca de 200.
A Polícia Militar nunca terá a força institucional que precisa para cobrar que os Policiais Militares sejam qualificados e valorizados, enquanto a quase totalidade dos Policiais Militares continuar achando que o seu umbigo é o centro do universo, seja Oficial ou Praça. 
Isso é simples de entender...

"Site G1
Parentes e amigos de PMs mortos no Rio protestam neste domingo 
Cerca de 200 pessoas participavam do ato no Aterro do Flamengo, próximo ao Monumento dos Pracinhas.
Média de PMs assassinados no Estado do RJ é a maior desde 2006. 
Por Carlos Brito, G1 Rio 
03/09/2017 10h50 Atualizado há 8 horas 
Uma parte da vida da dona de casa Fernanda Ursulino chegou ao fim no último dia 23 de julho, em uma viela do Morro do Vidigal. Naquele dia, seu marido, o sargento da Polícia Militar Hudson Silva de Araújo morreu durante um patrulhamento na comunidade, vítima de um ataque feito por traficantes. 
A partir daquele momento, Fernanda sabia que seriam apenas ela e as duas filhas, de 13 e 14 anos, frutos do casamento com o policial. 
"Você não tem ideia do que é ter que dizer para duas meninas que o pai delas foi assassinado. A verdade é que, no Rio de Janeiro, policiais se transformaram em caça. Não há outra palavra para descrever: é uma caçada", classificou (Leiam mais e assistam o vídeo)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

POLICIAIS MILITARES, HORA DE UNIÃO, HORA DE CONSTRUIR PONTES



Prezados leitores, os Policiais Militares do estado do Rio de Janeiro têm enfrentado uma série de dificuldades ao longo dos governos Sérgio Cabral e Pezão.
As condições de trabalho e os salários miseráveis foram uma constante, sendo que a questão salarial se agravou muito no presente ano com atrasos e parcelamentos de pagamentos.
Nós sempre conclamamos que os Policiais Militares devem aprender a construir pontes para ultrapassar os muros que foram construídos dentro dos quartéis, como o que separa os Oficiais e os Praças.
E, nesse momento que a crise dá sinais que vai se agravar, construir a união é indispensável.
Juntos somos fortes e desunidos somos o que somos: fracos.
Eis a verdade.
Ratificamos o nosso discurso de anos no sentido de que ninguém precisa praticar transgressão disciplinar ou praticar crime militar para promover a união e para lutar pelos seus direitos.
A própria coesão é uma demonstração clara de força contra os desmandos políticos que tanto estão prejudicando a Polícia Militar e os Policiais Militares.
Os Coronéis PM inativos estão dando os primeiros passos na direção da união institucional.
Os Policiais Militares precisam acompanhar e apoiar a construção das pontes.

Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

HORA DE APOIAR OS COMANDANTES GERAIS DA POLÍCIA MILITAR E DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR



Prezados leitores, a gravíssima crise política e econômica que o estado do Rio de Janeiro está vivenciando por culpa dos governantes, está produzindo efeitos cruéis como a falta (atraso) do pagamento de salários, de proventos e de pensões.
A situação caótica exige a mobilização de todos para garantir os nossos direitos.
Uma mobilização que não pode se resumir na realização de protestos nas vias públicas, ordeiros e pacíficos.
Devemos nos mobilizar para criar a união de todos, Oficiais e Praças, ativos, inativos e pensionistas.
Tal união deve servir de sustentáculo para os Comandantes Gerais, os fortalecendo para que possam ser vistos como nossos representantes, alguém que fala por milhares de Policiais Militares ou Bombeiros Militares.
Temos o dever de somar esforços para fortalecer as instituições e isso passa pelo fortalecimento do cargo de Comandante Geral.
Nós devemos lutar pelos nossos direitos, inclusive protestando nas ruas, mas temos que cerrar fileiras em torno dos Comandante Gerais, que são os nossos representantes.
As associações de classe também devem agir nessa direção.
É preciso evitar que oportunistas interna corporis enfraqueçam os Comandos Gerais com o único objetivo de alcançarem benefícios.
Aconselhamos que pensem sobre esses temas.
A PMERJ e o CBMERJ precisam ser fortes para serem respeitados.

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A AUTODEPRECIAÇÃO DOS POLICIAIS MILITARES DO RIO DE JANEIRO.

(Cinelândia - 2007 - O Globo)


Prezados leitores, ensina a vida que se nós não nos valorizarmos, quem nos valorizará?
O processo para obtermos a valorização é muito complexo e reúne uma série de valores nem sempre fáceis de definir, apesar dessa pluralidade de parâmetros é certo que a nossa valorização deve começar dentro de nós.
A autovalorização é o começo para que possamos ser valorizados.
No Rio de Janeiro, observamos que os Policiais Militares agem no sentido oposto é promovem a autodepreciação.
Nenhuma categoria profissional será valorizada se ela mesma se deprecia, como fazem os Policiais Militares.
A autodepreciação é um dos frutos das divisões que os militares estaduais se impõem, como a divisão entre Oficiais e Praças, por exemplo.
Se uma ideia ou ação nasce no seio dos Praças não serve para os Oficiais e vice-versa.
Logo as críticas aparecem nas redes sociais.
A divisão provoca a desunião, essa gera o enfraquecimento de toda categoria.
A autodepreciação, a divisão, a desunião e o enfraquecimento impedem o aparecimento de lideranças positivas e quando elas aparecem não são apoiadas, como ocorreu no governo Sérgio Cabral.
Como aceitar que uma instituição organizada militarmente não tenha um líder, nem na ativa, nem na inatividade?
O militarismo é uma escola de líderes por natureza.
A Polícia Militar tem mais de duzentos anos de existência e não possui um líder.
Isso seria inexplicável, mas as razões para isso estão expostas nesse artigo: autodepreciação, divisão, desunião e enfraquecimento.
As razões tornam simples a compreensão dos Policiais Militares fluminense não terem ninguém que os una, os defenda e os conduza para a consecução dos objetivos corporativos, isso de forma ordeira e pacífica.
Não são necessárias medidas extremas para obter conquistas, mas união e liderança são imprescindíveis.
Enquanto os Policiais Militares não se derem o seu justo valor, os políticos irão desvalorizá-los cada vez mais, isso é certo.
Crescerão a autodepreciação, as divisões, a desunião e o enfraquecimento institucional e diminuirá a possibilidade do surgimento de um líder.
O quadro é lamentável. 
A Polícia Militar atravessa a pior fase de sua história recente e a tendência é o agravamento.
O lema dos 40 da Evaristo e dos Coronéis Barbonos parece cada dia mais distante: juntos somos fortes!

Juntos Somos Fortes!