JORNALISMO INVESTIGATIVO

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domingo, 8 de maio de 2022

FELIZ DIA DAS MÃES!

 



Mensagem da minha mãe Alceny Alves Paúl.

"Família é melhor criação de Deus!"

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 23 de abril de 2018

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O VALOR DE UM GRUPO

"O VALOR DE UM GRUPO 
Vale a leitura! 
Um homem, comparecia assiduamente às reuniões de um grupo de Amigos, e sem comunicar à ninguém, deixou de participar de suas atividades. 
Depois de algumas semanas, um Amigo, integrante desse grupo, decidiu visitá-lo. 
Era uma noite muito fria! 
O Amigo o encontrou na sua casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde o fogo estava brilhante e acolhedor. 
Adivinhando o motivo da visita do seu Amigo lhe deu as boas vindas, e aproximando-se da lareira lhe ofereceu uma cadeira grande em frente à chaminé e ficou quieto, esperando. 
Nos minutos seguintes, houve um grande silêncio, pois os dois homens somente admiravam a dança das chamas em volta dos troncos de lenha que queimavam. 
Depois de alguns minutos, o Amigo examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente escolheu uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para fora do fogo. 
Sentando-se novamente, permaneceu silencioso e imóvel. 
O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e também quieto. 
Dentro de pouco tempo, a chama da brasa solitária diminuiu, até que após um brilho discreto e momentâneo, seu fogo se apagou em um instante mínimo. 
Dentro de pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um frio, morto e preto pedaço de carvão, recoberto de uma camada de cinza espessa. 
Nenhuma palavra tinha sido pronunciada desde a protocolar saudação inicial entre os dois amigos! 
Antes de preparar-se para ir embora, o amigo, movimentou novamente o pedaço de carvão já apagado, frio e inútil, colocando-o novamente no meio do fogo. 
Quase que imediatamente voltou a desprender-se uma nova chama, alimentado pela luz e o calor das labaredas dos outros carvões em brasa e ao redor dele. 
Quando o Amigo se aproximou da porta para ir-se embora, seu anfitrião lhe disse: 
OBRIGADO PELA SUA VISITA E PELO BELÍSSIMO SERMÃO...
Retornarei ao grupo de AMIGOS que muito bem sempre me faz ... 
Para Reflexão!!! 
Aos "Amigos" membros de um grupo, sempre vale a pena lembrar, que eles fazem parte da "CHAMA" do grupo e que separado do mesmo perdem todo seu brilho. 
Aos Amigos de um grupo, vale a pena sempre lembrar-lhes que também são responsáveis de manter acesas as chama do "ENCONTRO" entre cada um dos seus membros e de promover a união entre todos eles, para que o fogo seja sempre realmente forte e duradouro. 
Uma família se mantém com a chama acesa quando os membros não esquecem que todos são importantes no barco da vida. 
Cada madeira que constitui o feixe não é igual e nem queima da mesma forma, porém o conjunto emite luz intensa e aquece muito mais a todos e o ambiente que vivem. 
Amigos - Nenhum de nós é melhor que todos nós juntos!!! (Fonte: grupo de Coronéis PM).

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

VÍDEO - AS FAMÍLIAS DEVEM SE DEFENDER DA REDE GLOBO

Prezados leitores, se a Rede Globo está tentando destruir as famílias tradicionais, elas têm o direito de tentarem destruir a Rede Globo.




Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

VÍDEO - O "OUTRO HUMANO" E A "FAMÍLIA ATUAL"

Prezados leitores, recomendam que assistam o vídeo reflitam sobre a família dos nossos dias.





Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 27 de março de 2017

FILHOS DE CABRAL E ADRIANA NÃO SÃO MELHORES QUE FILHOS DAS MILHARES DE "MARIAS"



Prezados leitores, o Poder Judiciário ao conceder o direito de prisão disciplinar à Adriana Ancelmo Cabral em razão do pai também estar preso e da existência de filhos menores (12 e 14 anos), acabou abrindo espaço para que milhares de presas espalhadas pelas penitenciárias e pelos presídios do Brasil solicitem igual tratamento.
Isso é justo, justíssimo.
Afinal, embora Cabral e Adriana estejam presos, os filhos menores não estão desassistidos pois a família tem um padrão de vida digno da realeza, portanto, com toda estrutura para cuidar das crianças e ainda, um irmão que é deputado, reunindo todas as condições de cuidar dos menores.
Milhares de presas não tem qualquer estrutura para cuidar de seu filhos menores, os quais ficam entregues à própria sorte nas comunidades carentes ou ficam aos cuidados de parentes e vizinhos que encontram dificuldades para prover a subsistência da própria família.
São esses menores abandonados, por exemplo,  que engrossam as fileiras do tráfico de drogas e que perambulam pelas ruas furtando, roubando, ferindo e matando para se apoderarem de um celular.
É preciso ser justo é estender o direito ou não concedê-lo a quem menos precisa dele. 
Os filhos de Cabral e Adriana não são melhores e não precisam de mais cuidados que os filhos das milhares de Marias que estão presas e que tem filhos menores que nem sabem quem é seu pai.

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

PAI DE MEU PAI - FABRICIO CARPINEJAR



O Natal se aproxima e como tudo no nosso tempo, rapidamente. Eu recebi por email esse texto e considerei ideal para desejar, antecipadamente, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo para nossos leitores e leitoras. Para mim o ensinamento foi um presente, espero que seja também para todos vocês. 

Pai de meu pai 
Fabrício Carpinejar 
Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.... 
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. 
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se le...vantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. 
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe. 
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. 
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz. 
Todo filho é pai da morte de seu pai. 
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. 
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. 
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. 
A barra é emblemática. A barra é simbólica. 
A barra é inaugurar um cotovelo das águas. Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. 
Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. 
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. 
Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. 
Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. 
Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? 
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia. 
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:
- Deixa que eu ajudo. 
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. 
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito. 
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo. 
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável. 
Embalou o pai de um lado para o outro. Aninhou o pai. Acalmou o pai. 
E apenas dizia, sussurrado: 
- Estou aqui, estou aqui, pai! 
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. 
Publicado no jornal - Zero Hora - Revista Donna, p.6 - Porto Alegre (RS), 06/10/2013 Edição N° 17575.

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