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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
FELIZ NATAL TORCIDA DO AMADO FLUMINENSE
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sábado, 24 de dezembro de 2022
O MELHOR PRESENTE DE NATAL
JUNTOS SOMOS FORTES!
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domingo, 24 de dezembro de 2017
FELIZ NATAL! EXERÇA A FRATERNIDADE
Todos os outros bons sentimentos derivam dela.
O exercício da fraternidade pelo ser espiritual que somos demonstra o aprendizado de que todos somos iguais, embora em diferentes níveis de evolução moral e intelectual.
Exerça a fraternidade, ela fornece maiores benefícios para quem a pratica do que para quem a recebe. Portanto, pratique a fraternidade de forma ampla, geral e irrestrita.
O dia que aprendermos essa verdade, todos terão um Feliz Natal, isso todos os dias.
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sábado, 9 de dezembro de 2017
VÍDEO - NÃO SE EXCEDA NAS FESTAS DE FINAL DE ANO
Aliviando o estresse.
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
CRISE ECONÔMICA E PERU DO JUDICIÁRIO
Os servidores do Poder Judiciário continuam escapando da crise econômica implantada no Estado do Rio de Janeiro pela organização criminosa chefiada (segundo o noticiário) pelo ex-governador Sérgio Cabral.
Eles terão peru no Natal.
Um peru de R$ 2 mil.
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sábado, 24 de dezembro de 2016
FELIZ NATAL !
Prezados leitores, um Feliz Natal extensivo aos seus familiares e amigos.
Juntos Somos Fortes!
Juntos Somos Fortes!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
FELIZ NATAL!
Prezados leitores, um Feliz Natal para todos e para todas.
Não esqueçam que a nossa missão é deixar um mundo melhor para a nossa descendência.
Juntos Somos Fortes!
domingo, 22 de dezembro de 2013
O NATAL NA TERRA DO NUNCA (ANTES NESSE PAÍS) - J. C. BOLOGNESE
Foi uma façanha e tanto, e o “foi” aqui, é mera especulação, esperança, pois na verdade só se diz de uma coisa que ela “foi”, quando não é mais. Conforme eles planejaram, chegamos – os que ainda vivem – ao oitavo Natal de penúria, sofrimento e exclusão da classe de cidadãos que podem chegar ao fim do ano – e ao fim da vida – e dizer que ao menos podem viver decentemente daquilo que produziram através do trabalho – trabalho de verdade e não a vagabundagem remunerada de muitos portadores de crachás do serviço público, especialmente aqueles que lidaram e ainda lidam com os interesses de trabalhadores e aposentados. Só esperam que passe esse oitavo Natal para nos impor o nono, o décimo e os subsequentes na certeza de que seremos cada vez menos a espernear e reclamar dos abusos praticados contra os nossos direitos.
Mais do que nos últimos sete anos, fartei-me em 2013 de ouvir falar em julgamentos da defasagem tarifária no STF, antecipação de tutela no STJ e um tal “acordo” que estaria sendo costurado para satisfazer as partes e por fim à contenda. Não me importo em ser preciso com relação às ações nos tribunais porque antes de tudo sei o que o judiciário brasileiro reserva às pessoas sem poder como nós, ex trabalhadores da Varig: a legitimação dos crimes contra nós e o ônus de provarmos que a culpa não é nossa. Isto se faz pela vergonhosa procrastinação agora praticada pela suprema corte por mais uma vez adiar um julgamento que sequer sabemos se nos traria um desfecho favorável.
Ficar alimentando a ideia de um acordo ao longo de todos esses anos, mas especialmente em 2013 quando tudo parecia se encaminhar, sempre foi para mim uma ideia muito desconfortável na medida em que sempre lembro que não foi para fazer acordo na velhice que eu assinei um contrato de aposentadoria privada quando ainda era jovem e, mais que isto, porque paguei religiosamente a parte que me cabia no contrato – contrato sim e não opção para acordo futuro onde, naturalmente, pela definição de acordo, se conceda ceder a quem lhe roube descaradamente.
Ainda assim, premido pelas circunstancias eu, não diferente dos demais, espero sim por um acordo, não porque aprendi a viver com menos, mas porque descobri que não posso viver sem nada. Porém, nem mesmo um injusto acordo parece ser o que se pode esperar, consideradas as crônicas mentiras que nos habituamos a ouvir, sejam de elementos da “justiça” ou do executivo. No judiciário, a colocação em pauta do nosso interesse no mesmo dia em que se gastava o nosso imposto com a estúpida discussão do financiamento público de campanhas eleitorais – como se ele já não existisse via horário político na mídia e fosse capaz de erradicar o caixa 2 – fomos mais uma vez “premiados” com o modo claramente desdenhoso que tem sido o padrão quando o assunto é Varig, Aerus, ex trabalhadores e aposentados sendo exterminados. No executivo, que só se move em função de reeleição e que mostra quem manda quando é para sair falando bobagens......
.....como diz Voltaire “A necessidade de dizer algo, a perplexidade de não ter nada a dizer e o desejo de ser engenhoso são as três circunstâncias que até mesmo isoladas são capazes de produzir o orador mais ridículo”......
.....e prometendo o que não vai cumprir, quem diz que manda fala, faça!...e quem manda menos diz, não faço!, nós, continuando na mesma, piorando, eles continuando a mentir – no que até são coerentes, pois mentir faz parte de seu modus operandi - e mais um Natal que passa premeditando para o futuro, a dureza de sempre.
Se isto um dia vai mudar, não sei. O pouco que sei, ou melhor, aprendi com toda a imensurável maldade desse desgoverno, é que nós mesmos, sofrendo como sofremos nos últimos anos, não aprendemos a usar as poucas facilidades ainda à disposição. Nunca fomos capazes de criar uma rede verdadeira de manifestações pelo único meio democrático possível nos dias atuais – a Internet e as redes sociais. Alguns dirão....mas...e os repasses e comentários sobre os textos escritos na WEB, Facebook etc.? Se observarem, verão que é um processo muito verticalizado, onde uns poucos dão o tom e os demais seguem repetindo, o que não é ruim em si, mas não basta. Uma rede pressupõe que muito mais gente com um interesse comum, no caso, dolorosamente comum, também reclamem, escrevam, mandem cartas e tirem o conforto auto concedido dos operadores do estado, visto que ninguém os obrigou a ser governo e muito menos os autorizou por causa disto, a causar danos aos cidadãos trabalhadores como nós.
Uma rede entre nós, dez mil e tantos sem contar familiares e amigos poderia ao menos não deixar que o caminho até as eleições de outubro se faça nesse trem de mentiras, entre as quais aquela de que pagar aos ex trabalhadores da Varig possa ser um riso para a União.
Meu Feliz Natal aos colegas e amigos é mais pelo sentimento sublime evocado em seu espírito e menos função desse estado de coisas que....mesmo assim haverá de passar!
Abraços a todos,
JC Bolognese
Ex-Funcionáro da Varig
Movimento Acordo Já!
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
PAI DE MEU PAI - FABRICIO CARPINEJAR
O Natal se aproxima e como tudo no nosso tempo, rapidamente. Eu recebi por email esse texto e considerei ideal para desejar, antecipadamente, um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo para nossos leitores e leitoras.
Para mim o ensinamento foi um presente, espero que seja também para todos vocês.
Pai de meu pai
Fabrício Carpinejar
Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai....
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se le...vantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica.
A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores.
Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência.
Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação.
Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados.
Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:
- Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
- Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.
Publicado no jornal - Zero Hora - Revista Donna, p.6 - Porto Alegre (RS), 06/10/2013 Edição N° 17575.
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