JORNALISMO INVESTIGATIVO

JORNALISMO INVESTIGATIVO
Comunique ao organizador qualquer conteúdo impróprio ou ofensivo
Mostrando postagens com marcador supervisão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador supervisão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de março de 2022

PARIDADE E INTEGRALIDADE - SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL - SUPERVISÃO DO GOVERNO FEDERAL




Como foi tratado pelo "Grupo de Majores", por mim e por outros mobilizados, em vídeos e em áudios, cabe a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (Lei 10.418/20) realizar a supervisão da União nos Estados e no Distrito Federal sobre o Sistema de Proteção Social dos Militares dos Estados e do Distrito Federal.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

POLÍCIA MILITAR - COMENTÁRIOS DÃO CONTA QUE OFICIAIS NÃO ATUAM NO POLICIAMENTO (?)



Prezados leitores, dois comentários anônimos nos causaram surpresa, talvez pelo longo tempo transcorrido após o governador Sérgio Cabral ter nos transferido compulsoriamente para a inatividade, isso alterando o Estatuto dos Policiais Militares diminuindo o tempo de permanência no serviço ativo, retroagindo a aplicação da nova lei.
Sendo anônimos os comentários devem ser analisados com cautela.
Devemos lembrar que como ocorre em todas as instituições (ou empresas privadas), a Polícia Militar é um sistema de papéis, sendo diferentes as atribuições entre os diferentes níveis hierárquicos, algo que começou a ser modificado quando ainda estávamos na ativa, infelizmente. 
Em apertada síntese, considerando os aspectos administrativo e operacional, no contexto histórico que vivenciamos, o Oficial Subalterno (Aspirante, 2o Tenente e 1o Tenente) tinham maior participação na atividade operacional, embora também exercia atividades administrativas. Atuava nas escalas de Oficial de Dia, de Oficial de Operações e de Supervisão. O Oficial Intermediário (Capitão) tinha menor atuação na área operacional, onde atuava como comandante de operações de médio porte e de Supervisor e aumentava a sua carga na área administrativa. Uma tendência que se mantinha com o Oficial Superior (Major, Tenente Coronel e Coronel). O Oficial Superior era empregado no comando de grandes operações e na supervisão.
A atual realidade é outra, não temos dúvida, mas os comentários dão a entender que não existem Oficiais atuando no policiamento ostensivo, algo incompreensível e indesejado.
Aguardamos maiores esclarecimentos sobre o tema.

Eis os dois comentários:

- "Anônimo 
23 de fevereiro de 2017 15:12
A missão principal da Polícia Militar é o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. 
Por que que os oficiais fogem do policiamento ostensivo e da manutenção da ordem pública? Uma vez que esta, é missão da Policia militar, e a Polícia Militar é composta de oficiais e praças e não só de praças, para que o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública fique só a cargo dos praças. Por acaso, o serviço burocrático fica só a cargo dos oficiais? Por que que os praças podem trabalhar na burocracia e o oficiais não podem trabalhar no combate ao crime. Não foi para isto que ele foram formados? Ou juraram sacrificar a vida se preciso for, à toa? 
Os oficiais são comandantes dos praças que fazem o policiamento ostensivo, só na teoria, porque na prática os praçam trabalham sem comando, por opção dos oficiais e não porque a missão de policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública não diz respeito as suas atividades, faz sim, é missão da Polícia Militar, não diz que é missão dos praças da Polícia Militar, principalmente se levarmos em consideração que a atividade de combate ao crime é a que exige maior responsabilidade, pois são patrimônios e vidas em risco, e não papéis e ordens, para que os oficiais dê menos atenção e prioridade, não faz sentido os cargos exercidos pelos oficiais priorizem a burocracia e não a ordem pública. Estou convicto de que os oficiais são formados para assumires maiores responsabilidades, que as dos praças.
Portanto fica a pergunta: qual das duas missões é a principal – proteger vidas e patrimônios ou manter o serviço burocrático em ordem?" 

- "Anônimo 
23 de fevereiro de 2017 22:02
Sempre me fiz a pergunta que você fez. Por que os oficiais, mestres do ofício, as cabeças pensantes não cumprem a missão constitucional da polícia militar? É muito fácil exigir que outrem faça aquilo que você mesmo não tem coragem de fazer. Senhores, vamos espalhar essa ideia pelas redes sociais e blogs:uma campanha para que os oficiais exerçam a atividade fim da PM. Onde já se viu tropa sem comando de oficial? Acho que é justamente isso que está faltando na PM, oficiais conhecerem a atividade policial militar no teatro de operações. Vamos lá! Sabemos que qualquer oficial terá desempenho acima da melhor média de um praça.
Está aberta a campanha QUEREMOS OFICIAIS PM NO POLICIAMENTO OSTENSIVO. 
#vempraruafazercumpriralei "

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

"POLICIAL MILITAR" FAZ COMENTÁRIO MUITO PERTINENTE SOBRE A REALIDADE DA CORPORAÇÃO

(O Globo)

Prezados leitores, mais uma vez, transcrevemos um comentário anônimo postado no blog.
Só que dessa vez não faremos a ressalva para que tenham cuidado antes de acreditar em razão de ser anônimo, tendo em vista que concordamos com boa parte do que foi escrito, inclusive escrevemos sobre esses temas de outra forma.
Por favor, Policiais Militares, leiam e opinem:

"Blog do Coronel Paúl
Já falei aqui outras vezes, talvez com outras palavras, que o grande problema da PMERJ é a falta de identidade. Ninguém sabe ao certo o que é nem o que fazer. Todos são cabos ou críticos eleitorais de alguém, são todos caçadores de gratificações, comando, abrigo, promoções, do soldado ao coronel, direta ou indiretamente. A PMERJ virou instrumento de política e sequer tem como prioridade o policiamento ostensivo. Dê uma circulada pela cidade e conte quantos policiais você vai encontrar patrulhando e quantas supervisões eles sofrerão. Pode parecer mentira, mas vejo bastante viatura da polícia civil andando por aí e quase nada da PM. Parafraseando o coronel (...) numa ocasião (reservando-me ao direito de não comentar seus equívocos ou arbitrariedades), faltam HIERARQUIA e DISCIPLINA na corporação. Falta pulso. Faltam policiais militares de verdade (oficiais e praças) e sobram vampiros sugando a jugular da corporação. Hoje, você pode ser aluno-oficial, tenente, capitão, major, tenente-coronel e coronel... ou Praça. Tanto faz se você é um recruta que acabou de sair dos cueiros ou um subtenente eficiente e experimentado, ambos são praças e não têm valor algum (aliás, só vemos soldados em UPP). Para ter algum valor, basta ser oficial e permanecer ao lado de um político qualquer. Depois precisa se aliar a um político sem qualquer compromisso com a corporação e orientá-lo como entrar e usar a caserna via decretos eleitoreiros. Aí o político resolve colocar soldados novatos para trabalhar com soldados novatos vestindo roupa diferente; e estes novatos, em 6 anos, são promovidos à cabo e voltam a trabalhar com outro cabo ou soldado novato... Todos sem referência ou cultura corporativa. Onde estão os sargentos, subtenentes e tenentes experientes? Já sei, procurando emprego à disposição de outros órgãos porque não querem fazer parte de uma polícia marqueteira, não querem ser manipulados como os novatos. Resultado: um monte de soldados, cabos e sargentos novatos brincando de xerife, comandados por jovens oficiais embriagados pela ideologia do político e todos fazendo um monte de (...) por pura diversão (ou por falta de qualidade técnica) sem serem submetidos às rigorosas supervisões eficientes de sargentos, subtenentes e oficiais experientes. Depois é muito simples: basta culpar o PM, expulsá-lo em 15 dias, noticiar a medida adotada através da mídia e colocar outro bobão descartável no lugar daquele. Pronto, tudo devidamente apurado, publicado e usado politicamente para a roda voltar a girar. A PM É A PRINCIPAL CULPADA POR TANTA TRAPALHADA DOS SEUS FUNCIONÁRIOS.
Postado por Anônimo no blog Paulo Ricardo Paúl, um cidadão indignado. em 25 de julho de 2014 14:44".

Juntos Somos Fortes!