JORNALISMO INVESTIGATIVO

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sábado, 12 de março de 2022

POLÍTICA NO BRASIL - A NECESSIDADE DO RECALL POLÍTICO


 


A política no Brasil vai de mal a pior.

O recall permitiria que reprovássemos e tirássemos do cargo o presidente, o governador e o prefeito que estiverem governando mal, isso na metade do mandato.

Importante destacar que sem aumento de despesa.

Juntos Somos Somos!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

MANIFESTO À NAÇÃO - IMPÕE-SE A MOBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE POR UMA CONSTITUINTE



Prezados leitores, nós apoiamos o "Manifesto à Nação" publicado pelo jornal O Estado de São Paulo. As medidas propostas são indispensáveis e urgentes. 
Leiam e opinem.

"O Estado de São Paulo 
ESPAÇO ABERTO 
Manifesto à Nação 
Impõe-se a mobilização da sociedade por uma Constituinte originária e independente 
Modesto Carvalhosa, Flávio Bierrenbach e José Carlos Dias ,  
09 Abril 2017 | 05h00 
Os constantes escândalos comprovam a inviabilidade do vigente sistema político-constitucional. Ele representa um modelo obsoleto, oligarca, intervencionista, cartorial, corporativista e anti-isonômico, que concede supersalários, foros privilegiados e muitos outros benefícios a um pequeno grupo de agentes públicos e políticos, enquanto o resto da população não tem meios para superar a ineficiência do Estado e exercer seus direitos mais básicos. 
A Constituição de 1988 transformou a burocracia num obstáculo perverso ao exercício da cidadania. Ela é fruto de um momento histórico bastante peculiar, o fim de um regime de exceção, que não corresponde mais à realidade do Brasil; representa um conjunto de interesses e modelos que já em 1988 estavam em franca deterioração no mundo civilizado. 
Por ser um compromisso de interesses entre as forças que disputavam o poder após a ditadura, a Carta de 88 foi recheada de casuísmos e de corporativismos. Estabeleceu um absurdo regime político que se nutre de um sistema pseudopartidário, excessivamente fragmentado e capturado por interesses de corporações e de facções político-criminosas. Isso torna excessivamente custosa a governabilidade, criando uma relação tóxica entre os Poderes, o que favorece a corrupção, o tráfico de influência e os rombos devastadores nas contas públicas. 
Os vícios insanáveis de Carta de 88 fizeram com que ela tenha sido desfigurada por 95 emendas desde sua promulgação, tramitando atualmente mais de mil novos projetos de emendas constitucionais. No entanto, tais emendas são paliativos lentos e pontuais, que apenas retardam as verdadeiras estruturais necessárias. 
Os temas constitucionais para uma reforma estrutural, política e administrativa, indispensável à restauração das instituições, são, dentre outros: 
- Eliminação do foro privilegiado; 
- Eliminação da desproporção de deputados por Estados da Federação; 
- Voto distrital puro, sendo os parlamentares eleitos pelo distrito eleitoral respectivo; 
- Referendo no caso de o Congresso legislar em causa própria, sob qualquer circunstância; 
- Estabelecimento do regime de consulta, com referendo ou plebiscito, para qualquer matéria constitucional relevante;  
- Nenhum parlamentar poderá exercer cargos na administração pública durante o seu mandato; 
- Eliminação dos cargos de confiança na administração pública, devendo todos os cargos ser ocupados por servidores concursados; 
- Eliminação do Fundo Partidário e do financiamento público das eleições: serão os partidos financiados unicamente por seus próprios filiados; 
- Eliminação das emendas parlamentares, que tornam os congressistas sócios do Orçamento, e não seus fiscais; 
- Criação ou aumento de impostos, somente com referendo; 
- Fim das coligações para quaisquer eleições; 
- Eliminação de efeitos de marketing das campanhas eleitorais, devendo os candidatos se apresentar no horário gratuito pessoalmente, com seus programas e para rebater críticas; 
- Distribuição igual de tempo por partido no horário eleitoral gratuito para as eleições majoritárias (presidente e governador); 
- Inclusão do princípio da isonomia na Constituição, de modo que a lei estabeleça tratamento igual para todos, em complementação ao princípio vigente de que todos são iguais perante a lei; 
- Isonomia de direitos, de obrigações e de encargos trabalhistas e previdenciários para todos os brasileiros, do setor público e do setor privado; 
- Eliminação da estabilidade no exercício de cargo público, com exceção do Poder Judiciário, do Ministério Público e das Forças Armadas, devendo os servidores públicos se submeter às mesmas regras do contrato trabalhista do setor privado; 
- Eliminação dos privilégios por cargo ou função (mordomias, supersalários, auxílios, benefícios, etc.), devendo o valor efetivamente recebido pelo servidor estar dentro do teto previsto na Constituição. 
Todos sabemos que essas mudanças jamais serão aprovadas pelos atuais parlamentares, que atuam só para manter o vigente sistema político-constitucional, que preserva seus privilégios. Por isso somente poderemos fazer as reformas estruturais políticas e administrativas indispensáveis com uma Constituinte composta por membros da sociedade civil que não ocupem cargos políticos e, encerrados os trabalhos constituintes, fiquem inelegíveis por oito anos. 
A viabilização dessa indispensável providência de restauração das instituições, desfiguradas pela ilegitimidade manifesta da maioria dos atuais congressistas, que nada mais representam senão seus próprios interesses de sobrevivência política e criminal, passa pelo plebiscito instituído na Lei n.º 9.709, de 1998.
O plebiscito deverá ser convocado por iniciativa de um terço dos deputados ou dos senadores e aprovado por maioria simples dos membros de uma das Casas do Congresso. Nele os eleitores deverão decidir pela convocação de uma Assembleia Constituinte independente, formada por pessoas que não tenham cargos políticos, ou, então, por uma Assembleia Constituinte formada pelos próprios congressistas. Esta será a única pergunta a ser formulada na cédula. 
A redação da Constituição de um Estado é a máxima expressão da soberania de um povo. Quando o povo não participa de sua elaboração, temos uma Constituição discriminatória, de privilégios para casta política e administrativa, como a de 1988, que criou não uma democracia representativa, mas, sim, uma democracia corporativista. 
Impõe-se, enfim, uma mobilização da sociedade civil e organizada que exija do Congresso Nacional a realização de um plebiscito, nos termos da Lei 9.709/98, para que o povo decida, soberanamente, se quer uma Assembleia Constituinte originária e independente, que estabeleça as novas estruturas para o desenvolvimento sustentável do nosso país, num autêntico Estado Democrático de Direito (Fonte)". 

Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 6 de março de 2017

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

VÍDEO - INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL, EXISTE ALTERNATIVA ?

Prezados leitores, nós somos democratas e liberais.
Isso não nos impede de concluir, ao contrário, nos facilita, que o Estado brasileiro fracassou.
Não promove o bem estar social, a razão precípua de sua existência.
Não cumpre nenhuma de suas funções.
Não promove para a população os serviços públicos essenciais.
Tem uma fome arrecadadora insaciável.
Tudo está de pernas para o ar e os criminosos (terno e gravata ou pés no chão) dominam o país.
Pensamos ser hora da promoção de uma reestruturação total, algo impossível mantidas as condições e os gestores atuais.
É preciso que a força "puxe o freio de mão" desse poder corrompido e ineficiente.
E, em seguida, implantar todas as reformas necessárias (fiscal, jurídica, política, ...), convocando de imediato novas eleições mas já com um Estado todo reformado.
Analisem e opinem sobre o que comentamos em apertadíssima síntese e comentem qual é a outra alternativa para reestruturar o Estado brasileiro.
Sinceramente, nós queremos muito conhecer uma outra opção que seja factível e que possa ser implementada a curto prazo, pois é urgente a reestruturação para o bem do povo brasileiro.





Juntos Somos Fortes!

sábado, 17 de dezembro de 2016

DEPUTADOS QUEREM CONVOCAR CONSTITUINTE PARA 2017 PARA APROVAR REFORMAS



Prezados leitores, devemos estar atentos para esse movimento dos deputados federais, as intenções podem ser benéficas para o povo, mas também pode ocorrer o contrário, a reforma só trazer benefícios para eles.

"Revista Época
Deputados querem Assembleia Nacional Constituinte para reformas política e eleitoral
Miro Teixeira (Rede-RJ) e Rogério Rosso (PSD-DF) conseguiram as 172 assinaturas necessárias para protocolar PEC
NONATO VIEGAS
14/12/2016 - 16h27 - Atualizado 14/12/2016 18h34 
Os deputados Rogério Rosso (PSD-DF) e Miro Teixeira (Rede-RJ) conseguiram nesta quarta-feira (14) as 172 assinaturas necessárias para protocolar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). O objetivo da PEC é criar uma Assembleia Nacional Constituinte, a partir do dia 1º de fevereiro de 2017, com o propósito de aprovar as reformas política e eleitoral. Segundo os dois deputados, o impeachment de Dilma Rousseff e a cassação do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha dão a dimensão da crise vivida pelo país. "Entendemos que somente por meio da convocação de nova Assembleia Nacional Constituinte é que podemos repensar os alicerces de nosso estado democrático de direito", afirmam, na justificativa da PEC. A Assembleia, que seria composta dos membros do Congresso Nacional, se encerraria no fim da legislatura, em janeiro de 2018.
A PEC precisaria ser aprovada em dois turnos na Câmara e no Senado (Leiam mais)". 

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

VIVA O POVO BRASILEIRO QUE ESTÁ ENFRENTANDO OS CLEPTOCRATAS

Prezados leitores, o povo brasileiro está aprendendo a lutar pelos seus direitos e a enfrentar os cleptocratas que estão destruindo o Brasil.
Viva o povo brasileiro!





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domingo, 4 de dezembro de 2016

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

DOMINGO - 4/12 - 10:00 HORAS - VAMOS COMEÇAR A SALVAR O BRASIL !



Prezados leitores, temos o compromisso com o país e com as nossas famílias de promovermos o maior ato popular já realizado no Rio de Janeiro.
A população do Rio de Janeiro que tem padecido sob péssimos governos, deve dar a resposta, ordeira e pacífica, enchendo as ruas de Copacabana de cidadania.
A concentração será no Posto 5 da Praia de Copacabana.
É hora de cada um fazer a sua parte para salvar o Rio de Janeiro e o Brasil.

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

DOMINGO - DIA 4 DE DEZEMBRO - O POVO OCUPARÁ AS RUAS DO BRASIL



Prezados leitores, nós precisamos mostrar o nosso descontentamento com os políticos brasileiros indo para as ruas.
Em todas as cidades deve ocorrer o protesto de forma ordeira e pacífica.
Os atos de vandalismo só servem para fortalecer os políticos.
É inadiável a implantação de uma reforma política que tenha como um dos parâmetros a diminuição significativa do número de senadores, deputados federais, deputados estaduais e vereadores.
É impossível fiscalizar centenas de deputados federais, por exemplo.
Vamos para as ruas cobrar a reforma política e o combate a corrupção, temas que estão intimamente ligados.




Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

AS VAIAS CONTRA LULA, DILMA, TEMER , SÉRGIO CABRAL E EDUARDO PAES



Prezados leitores, no Rio de Janeiro os ex-presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff, o atual presidente Michel Temer, o ex-governador Sérgio Cabral e o atual prefeito Eduardo Paes, foram alvos de vaias demoradas, em diferentes momentos.
A vaia é uma demonstração de reprovação.
Os milhares de cidadãos que vaiaram Lula, Dilma, Temer, Cabral e Paes, estavam exercendo o seu direito de avaliar e expressar essa avaliação.
Igual raciocínio podemos usar com relação aos milhões que foram para as ruas em todo Brasil para cobrar o impeachment de Dilma e aos milhares que estão nas ruas gritando "Fora Temer". 
As vaias aos políticos e os protestos nas ruas ocorrem em todo Brasil e tal realidade precisa ser lida sem os parâmetros partidários.
Salvo melhor juízo, o povo reprovou toda a classe política.
Todos que estão há anos (ou décadas) no exercício da política e que foram incapazes de evitar que o dinheiro público enriquecesse bandidos, inclusive políticos bandidos.
O povo quer novos políticos para que se construa uma nova política.
Os atuais políticos, por ação ou por omissão, são integrantes da velha política saqueadora dos cofres públicos.
Tal realidade não pode continuar.
O povo vaia porque quer mudanças.
Quer saúde, segurança e educação públicas de boa qualidade.
Nós fazemos parte dos que protestam e vaiam faz muito tempo.
Queremos novos políticos e também queremos menos políticos.
Reduzir drasticamente o número de senadores, de deputados federais e estaduais e de vereadores é imprescindível para que possamos fiscalizá-los.
Além disso, a diminuição reduzirá em bilhões o custo com eles e com seus assessores.
Nós continuaremos protestando e vaiando.
Viva o povo brasileiro!

Juntos Somos Fortes!

domingo, 31 de julho de 2016

31 DE JULHO - DIA DE PROTESTOS DO POVO BRASILEIRO



Prezados leitores, o povo brasileiro volta neste domingo para as ruas, dando continuidade à luta por um oaís muito melhor que o atual.
No Rio de Janeiro, o protesto será realizado às 10:00 horas, no Posto 5 da Praia de Copacabana.

Juntos Somos Fortes!